Uma das novidades de 2025 para quem assina o Manual é o diário de bordo em áudio: um “podcast” enviado nas manhãs de domingo, pela comunidade no WhatsApp, em que falo dos bastidores do projeto ao longo da semana.
Reativei o feed do nosso finado podcast para apresentar o diário de bordo a você. Considere uma “amostra grátis”.
O diário de bordo também tem uma versão em texto, enviada por e-mail.
Para saber valores e conhecer outros benefícios dos assinantes, acesse esta página.
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Alguns links citados no episódio:
por Guilherme Felitti
Este episódio é uma continuação do Tecnocracia #78 (“Não há assunto mais urgente que a mudança climática”), da mesma maneira que os episódios do House se sucedem: você pode ouvi-los de forma independente, mas é provável que aproveite melhor este se já tiver ouvido o anterior. Dá para dar risada do doutor Gregory House sem saber nada da história principal, mas você entende melhor algumas cenas que não envolvam o deus ex-machina da resolução de casos médicos extraordinários.
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por Guilherme Felitti
Não é sempre, mas uma gota sozinha pode transbordar um balde. Abre aspas para a BBC Brasil:
Corre em livros de História a seguinte anedota sobre o então imperador Dom Pedro II: ao chegar ao baile que veio a ser o último do seu reinado e da monarquia, no dia 9 de novembro de 1889, tropeçou ao entrar no salão. Ao se reerguer, disse, brincando: “A monarquia tropeça, mas não cai.”
Se verdadeira, a piada carregava uma ironia que Dom Pedro II só conheceria mais tarde. A festa derrubou, de fato, a monarquia seis dias depois, em 15 de novembro de 1889.
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por Guilherme Felitti
No Brasil o registro que funciona de verdade é o da torneira — e olha lá, que borrachinhas velhas desperdiçam litros e litros de água diariamente. Piadinha infame à parte, falemos sério: o Brasil não registra sua história direito e, quando registra, não cuida.
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por Guilherme Felitti
Há uma longa lista de tecnologias e produtos criados para guerra e adaptados para a vida em tempos de paz. Trata-se de um processo justificado: guerras são momentos de comoção popular em que há esforços — tanto financeiros como de mão de obra — concentrados em um único objetivo.
Além de 75 milhões de mortos, nações destruídas, uma nova ordem geopolítica, um genocídio baseado em religião e um líder nazista cuja popularidade tem renascido pelas redes sociais, a II Guerra Mundial nos deu a computação. Na Inglaterra, a equipe liderada por Alan Turing criou uma máquina chamada de “Bletchley bombe” para quebrar as comunicações codificadas pelo sistema Enigma dos nazistas. Do outro lado do Atlântico, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia criaram o ENIAC, considerado o primeiro computador eletrônico da história. Quarenta anos depois, o mercado da computação pessoal explodiu.
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por Guilherme Felitti
O budismo nos ensina que uma das maiores fontes de frustração do ser humano são expectativas não cumpridas.
Na teoria a gente sabe, mas, rapaz… como é difícil não nutrir expectativas.
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por Guilherme Felitti
Vamos começar o segundo episódio da sexta temporada do Tecnocracia explorando duas ideias sem um elo aparente entre elas.
A primeira saiu da cabeça de, facilmente, um dos dez seres humanos mais geniais da história. Em 1687, um polímata inglês de 45 anos lançou um livro chamado Princípios matemáticos da filosofia natural. O livro era composto de basicamente duas leis definidas pelo quarentão após décadas de observação e experimentação com matemática, astronomia e física. Você não apenas já ouviu falar delas, como o livro continua sendo fundamental em uma série de campos do pensamento humano: a lei do movimento e a lei da gravitação universal. Estamos falando de sir Isaac Newton.
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Neste episódio do podcast, recebo Felipe Moura e Jaydson Gomes, da BrazilJS e On2, para uma conversa animada. Falamos da BrazilJS Conf e o apelo de eventos presenciais, do estado do JavaScript e o que a inteligência artificial representa para o futuro da web.
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Assinar o Manual custa pouco (a partir de R$ 9/mês ou R$ 99/ano), fortalece o projeto e, de quebra, oferece um montão de benefícios.
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por Guilherme Felitti
Então, eu quero começar a sexta temporada do Tecnocracia falando sobre tempo. Sobre duas acepções de tempo.
A primeira delas: o tempo como a sucessão irreversível de eventos que transforma o presente em passado e o futuro em presente. O tempo como os segundos que avançam no seu relógio. O tempo acumulado que resulta em cabelos brancos, dobras caídas e memória falha. O tempo nos dá distanciamento do que já vivemos, do que estamos vivendo agora. E este olhar à distância nos permite entender melhor o que passou. Dar um roteiro, conectar pontos. Essa interpretação acontece em camadas — quanto mais tempo te separa do evento, maior o contexto, mais profundo consegue ser o entendimento. Tal qual o jornalismo é o primeiro esboço da história, o recesso de fim de ano é também a primeira tentativa de olhar para trás e tentar entender que porra foi aquele ano dentro da sua história.
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Neste episódio do podcast, falo da aguardada novidade do Signal, os nomes de usuários, e do dilema que acomete a gente que usa esse app: com quem conversar por ele?
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