A verdade é que hoje, a web aberta já está em rápido declínio.
Google
via Search Engine Roundtable
Google
via Search Engine Roundtable
Sam Altman
Co-fundador e CEO da OpenAI
Se ao menos soubéssemos quem foi o “jênio” que começou toda essa bagunça…
Jon von Tetzchner
Co-fundador e CEO do Vivaldi
Num momento de euforia em que até a Mozilla, que mais poderia se beneficiar da cautela em relação à adoção destrambelhada da IA generativa, pelo menos um navegador web abraça esse posicionamento.
— Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido.
A orientação absurda compõe uma lista publicada pelo governo do Reino Unido para mitigar a seca severa que afeta a Inglaterra, ao lado de clássicos inúteis (“tome banhos mais curtos”) e outras sandices (“use água da cozinha para regar plantas”).
Como apontou David Gerard, o documento não faz menção às ineficiências das companhias de água (privatizadas) nem aos sedentos data centers voltados à inteligência artificial. (A grande ironia é que a sugestão de excluir e-mails para economizar água pode ter vindo de uma IA generativa. É assim que a IA vai acabar com a humanidade?)
Marcus
@marcusjmerritt.com/Bluesky
Dica do Gabriel, na comunidade do Manual no WhatsApp (um dos benefícios a assinantes).
Ian Bogost
The Atlantic
Ian reflete o pequeno sucesso do Velvet Sundown, uma banda feita por inteligência artificial que já se aproximava de 1 milhão de músicas executadas no Spotify. “Esta é uma audição musical de segunda ordem, na qual você experimenta a ideia de ouvir música. Que melhor banda para fornecer esse serviço do que uma que nem existe?”
Benedict Evans
Newsletter, edição 597
A história a que ele se refere é a de um “estudo” da Anthropic que notou que IAs generativas “mentem, trapaceiam e roubam” para atingir suas metas. Sim, porque foram instruídas para isto.
— Reuben Son.
No texto “Tempo de silêncio” (em inglês), Reuben explora a gênese, as reinterpretações e as quebras de paradigmas presentes na música ambiente — uma feliz coincidência à luz deste post que publiquei recentemente. Pontos extras pela abertura com uma citação de Clarice Lispector.
Jolene (kitten) 🍓🌟
@tjhexf@transfem.social
Microsoft
Nada mais sustentável que jogar fora, digo, “reciclar” computadores perfeitamente funcionais por… quem sabe?
A ~recomendação está sendo feita pela Microsoft, por e-mail, àqueles que usam PCs não elegíveis a rodarem o Windows 11. A garantia de atualizações de segurança para o Windows 10 terminam em 14/10/2025.
A incompatibilidade desses computadores “antigos” com o Windows 11 é artificial. Decorre de novos requisitos mínimos arbitrários impostos pela Microsoft.
A Apple tampouco se sai bem nesse quesito.
A única alternativa realmente sustentável você já deve saber qual é. (Se não, falo das distribuições Linux.)