Deixe um comentário para Rodrigo Ghedin Cancelar resposta

Por favor, leia as regras antes de comentar.

Tags HTML permitidas: <b> <strong> <i> <em> <a> <ul> <ol> <li> <code> <cite> <blockquote> Markdown *não* funciona.

18 comentários

  1. Acho que falta também uma ferramenta que facilita a criação de blogs ou sites independentes. Se você quer algo customizado, a maioria dos resultados vai apontar para SSG e isso é um problema em vista que para usar isso, você tem que aprender alguma linguagem de programação ou uso básico de terminal.

    Bearblog parece o mais legal, mas é extremamente nichado. Não sei como funciona em questão de sair dali, mas sei que para chegar lá vindo de WordPress, por exemplo, não é agradável.

    WordPress passou do ponto do conforto que tinha em 2007~2009, onde você criava o blog e postava. Hoje virou uma salada de funções, onde quem usa a versão .org, começa tentando desabilitar trocentas coisas desnecessárias (tipo instalação nova do Windows).

      1. Estou usando o CP na seção blog do sitezinho, gostando muito.
        Sobre facilitar o processo para pessoas leigas em TI, acredito que ingressar num servidor Writefreely é uma boa opção (vou tentar subir um container e chamar uns amigos pra testar).

    1. Uso o Blogger (ou BlogSpot, seja como quiser chamar) desde 2017. Super funcional e simples. Tem aplicativo nativo e zero custo financeiro ou com infraestrutura. Antes eu usava o WordPress.org, mas cuidar de servidores custa tempo!

  2. Certo. Em resumo, é um site estático. Escrevo o conteúdo no Vim (editor favorito), exporto em HTML com o Vimwiki, usando um CSS personalizado, versiono o código num servidor de git próprio (com backup no GitLab) rodando em containers na nuvem da Magalu.

  3. Meu blog/site/jardim digital foi uma criação que fiz pensando muito em estudo, fiz ele e publiquei, algo que nunca tinha feito antes, foi bem legal, aprendi muito, na época eu trabalhava como analista de suporte, e hoje fui promovido para desenvolvedor, e fazer ele me ajudou muito a ter uma visão que nunca tive, mas eu mantenho ele, não atualizo sempre, mas posto coisas, e acho que ninguém lê, mas não me importe, eu realmente gosto que ele exista, foi quem fiz, eu que subi em um VPS, que configurei tudo na unha;

    1. Mesmo que não seja sempre que haja algo novo, ter um espaço na internet de sua autoria é reconfortante, de fato. Depois darei uma lida no site, Ageu!

      1. Sim, é bem reconfortante, inclusive tem coisas que escrevi ao longo dos anos que estou organizando para postar, acho legal isso.

  4. Eu tenho comigo que “ter um site” é um hobby de nicho. A maioria das pessoas não se importa e o lento e constante declínio da web, frente aos aplicativos de celular, só reforça essa tendência.

    Agora, tenho uma crítica específica ao texto do Enzo: ele não dá saídas factíveis para alguém interessado em ter seu site. Os três caminhos sugeridos não atendem a premissa da independência ou estão além do alcance das pessoas:

    1. Plataformas como o Framer só alteram o proprietário da sua casa. Ela continua sob o domínio de uma empresa e, por mais legal que ela seja hoje, não dá para contar que ela será sempre assim.
    2. É o mesmo problema do Bearblog. Se um dia você quiser migrar seu site, terá que passar pela via crucis da migração. Se o domínio não for próprio, pior ainda. Não conheço muito do Neocities. Pela lógica, deve ser algo mais fácil de exportar e migrar para outro lugar sem muito transtorno. Ponto negativo: exige mais conhecimento técnico.
    3. Usar a Vercel como montar e publicar seu site é uma enorme dependência. E uma perigosa, porque a Vercel já está fazendo um movimento de “enshittification”. Esse caminho também é uma barreira intransponível para gente que não trabalha com TI. Pedir para alguém aprender a usar o Astro ou qualquer gerador de sites estáticos é pedir demais.

    Tratei desse assunto há um ano. Se existe um movimento para revitalizar a web e fazer frente à onipresença das plataformas sociais, faz-se necessário — urgentemente — um trabalho de base para facilitar o ingresso de pessoas interessados.

    1. Oi Ghedin, de fato. Ter um site nos dias de hoje é um nicho, e as opções colocadas no texto podem não ser as mais libertadoras no quesito técnico.

      Mas o intuito do texto é dar alguns insights sobre o assunto e incentivar a pessoa a pesquisar além dele (tanto que deixei diversos links ao longo do texto).

      Tenho interesse em criar um conteúdo mais aprofundado, instruindo a pessoa do início ao fim da maneira mais sustentável possível. Mas, por enquanto, só consegui fazer esse pequeno texto.

      Defendo o uso do Astro pela renderização em Markdown (e MDX), tornando o processo bem mais simples.

      Em relação à Vercel, como a ideia é que o código esteja em outro lugar (como o GitHub), caso a pessoa tenha algum desconforto em relação à hospedagem, é prático mudar de plataforma.

  5. Não tenho, quando jovem tive um blog. Hoje não tenho vontade e não tenho mais tempo. Hoje só faria sentido (para mim) se o conteúdo trouxesse algum retorno financeiro.

  6. Eu gosto muito da ideia, o mais engraçado é que diversas vezes eu comecei a fazer um, mas fiquei com preguiça de implementar umas coisas e nunca saiu do papel. se pá chegou a hora, obrigado por compartilhar isso!

  7. Tenho um e considero importante para quem tem atividades que queira compartilhar (escrita, desenho, fotografia, vídeos, etc.). Fiquei de publicar um post sobre como criei e mantenho o meu, mas a entropia na minha organização é grande (mas um dia sai ;-).