🔗 [en] Seção 230: A queda pode realmente mudar algo?vox.com

Estão acompanhando?
Se isso cair a internet no USA cai. Parece sério.
Mas isso faz diferença na pratica? Não seria apenas os twiters da vida virarem para a Europa e adaptarem, alguns ajustes, para limitar sua pretensa nos USA apenas?

Claro, isso não é SIMPLES e como estamos falando do USA, que sozinho é 50% do mundo online, é muito. Agora… se isso realmente cai, e na opção fim-do-mundo que estão fornecendo, como ficaria tudo?

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4 comentários

  1. Americano gosta de drama, hein?
    “A internet como conhecemos hoje está com os dias contados porque essa lei federal nossa tá sendo questionada”
    E o resto do mundo que não está sujeito a leis americanas segue usando a internet como sempre fez…

    1. Regra geral, concordo contigo, mas o caso da Seção 230 é especial porque as redes sociais que muitos países (incluindo o Brasil) usam têm sede nos Estados Unidos e, por isso, essa decisão lá reverbera no resto do mundo (exceção da China).

      Não é preciso ir tão longe para ver como grandes interferências externas ao mercado, como essa, afetam lugares distantes: o GDPR, a lei de privacidade digital da Europa, causou ondas de mudanças no mundo inteiro.

      Quando uma empresa é forçada a alterar práticas nos seus principais mercados, muitas vezes é mais racional e barato estender essas mudanças a toda a operação do que criar regras e fluxos de trabalho distintos em cada localidade.

      1. Depois que postei pensei nisso mesmo. Mas sei lá, todos países têm uma lei parecida? Temos isso aqui?

        1. Cada país tem suas leis e as empresas norte-americanas que atuam alhures precisam se adequar minimamente a essas leis locais. Esse processo nem sempre é suave, como podemos testemunhar, nos últimos anos, em casos como o da Uber e do Telegram.

          A Seção 230 não tem validade alguma no Brasil, mas tem o poder de afetar toda a operação global da Meta, do Twitter e de outras empresas sediadas nos EUA. E essas alterações muito provavelmente acabariam reverberando aqui.

          É como se fosse uma grande engrenagem, um um “efeito borboleta”, em que acontecimentos nos EUA surtem efeitos (im)previsíveis no resto do mundo.