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Interessante! Fico pensando em como o natimorto metaverso iria causar dezenas de condições como essa se tivesse pegado no uso popular. Afinal, se só se isolar acusticamente já pode causar dificuldade de interpretação auditiva, imagine o dano que passar horas imerso num mundo virtual durante anos poderia fazer com crianças e adolescentes.
Estranho. Será que os fones são mesmo causa dessa dificuldade de processamento sensorial ou a ferramenta que esses jovens estão usando para lidar com isso e aí depois vem esse diagnóstico?
Eu tenho usado os meus constantemente pra lidar com os ruídos da cidade, dos supermercados e todo tipo de situação. Às vezes nem escuto música, deixo só o cancelamento mesmo. Me ajuda com a ansiedade (e a ser mais funcional).
Tenho percebido o mesmo. Percebi que estava ficando incomodada demais com conversas e ruídos na rua, parei de usar o protetor de ouvido um tempo mas não aguento.
Não uso fone com cancelamento, eu uso plug de ouvido e um fone de condução óssea. Não saio de casa sem o plug pendurado no pescoço.
Bem curiosa essa relação, ainda que seja inconclusiva (precisa de mais estudos). Eu tenho usado muito plugues de ouvido e fones com cancelamento de ruído; sair de casa sem eles tornou-se algo raro. Não sou “jovem” (a matéria diz que os problemas se manifestam em pessoas no fim da adolescência), porém.
O que me incomoda nem é tanto o barulho, mas o volume. Se as cidades e as pessoas no geral fossem menos ruidosas, esse aparato para proteção da audição não seria necessário…
Ghedin é um bom curitibano