1 comentário

  1. Eu ainda tenho dificuldade em assimilar a confiança que as empresas — e muitas pessoas — depositam na IA, como se ela desse respostas precisas, corretas e não “alucinasse”.

    Acredito firmemente que “mostrar que o rei está nu” é das coisas mais importantes que podemos fazer hoje. A IA erra, e erra muito; com a tecnologia atual, não importa quão mais poderosa ela se torne, sempre incorrerá em erros. Entendo que essa visão contraria as empresas que investem centenas de bilhões em sistemas de IA, e é essa a motivação mesmo: mostrar que, apesar de toda essa grana e promessas de uma revolução em curso, a IA ainda é *muito* falha e, por isso, não dá para confiar cegamente nela.