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5 comentários

  1. Enquanto é verdade que as empresas de IA estão fazendo de tudo pra deixar as pessoas dependentes de seus produtos, não acho que seja nesse sentido de rebaixar as qualidades humanas. Eu vejo mais como tendendo para um tipo de industrialização intelectual, onde as pessoas ficam cada vez mais alienadas do produto do seu trabalho, já que farão uma parte bem menor da produção, resumindo sua participação no processo a introduzir prompts e revisar os resultados.

  2. Um ponto de vista interessante, mas não concordo, não tenho nenhuma base para a discordância, só experiência pessoal. O que penso é que a maioria das pessoas está cag…….o para IA, o povo tem acordar cedo, tomar o café correndo, pegar o busão, trampar, voltar para casa, cuidar dos filhos e dormir.
    Não sei onde IA entra nisso, pode ser tosquice minha, mas muita gente generaliza coisas que afetam apenas a bolha dela. E muitas vezes é um bolhinha de nada.

    1. Eu também não tenho muita experiência em campo, mas já ouvi bastante pessoas aleatórias mencionando IA em conversas triviais em cafés, restaurantes, fila de aeroporto… acho que IA, ou pelo menos os chatbots (ChatGPT, Claude, Gemini) já romperam a bolha. O que não é surpresa. Só o Google sozinho, com o destaque que dá ao Gemini, já conseguiria colocar o tema na boca do povo.

      1. Acho que quem está na bolha “cafés, restaurantes, fila de aeroporto” não são os mesmos que estão na bolha “acordar cedo, tomar o café correndo, pegar o busão, trampar, voltar para casa, cuidar dos filhos e dormir”.

        Trabalho na indústria e o pessoal de base, da produção, só sabe que celular serve pra WhatsApp e TikTok, nem imaginam alguma utilidade pra IA (não que tenha muita, né.) O máximo que vi foi alguém perguntar horário de ônibus para o chatGPT.

        1. Infelizmente tá bem disseminado com essa bolha “acordar cedo, tomar o café correndo, pegar o busão, trampar, voltar para casa, cuidar dos filhos e dormir”, desde que o “trampar” seja na frente de um computador.
          Até entre pessoas com trabalhos majoritariamente não-digitais tá comum através de redes sociais, mas a abordagem deles é mais do tipo “chat gpt é o novo google” e aquelas modinhas de “sua foto estilo tal”