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13 comentários

  1. Quando criança juntei uma coleção de latas de bebidas… Ainda estão guardadas.

    Mas hoje eu sou totalmente desapegado, até acho que o pessoal cobra muito caro por itens antigos ou de coleção.

  2. Eu sempre gostei de colecionar coisas antigas e coisas diferentes, mas eu não tinha uma verdadeira paixão por uma categoria de objetos em particular, algo mais profundo e duradouro ou intelectual para montar uma coleção mais numerosa e detalhada como as que eu vi aqui, então eu acabei fazendo várias mini-coleções díspares de algum conjunto de coisas mais ou menos coeso do que eu acabava gostando e querendo manter por perto, mas sempre limitado pelo espaço e desfazendo de algumas peças de vez em quando.

    Por exemplo, quando criança eu gostei das notas e moedas brasileiras antigas que meu avô tinha em casa, achava elas lindas e super diferentes (uma moeda de 1.000 réis de 1922 por exemplo). Resolvi pegar o que meus avós e pais tinham guardado, e sair comprando mais umas, mas eu não tinha noção de numismática, e deixei num pote o que eu juntei. Quando eu fui na adolescencia descobrir que existe álbuns proprios para colecionador disso, e na wikipedia dá para ver quais moedas e notas foram lançadas ao longo da história, eu comprei uns 4 albuns de moedas e notas próprios (pondo apenas um exemplar de cada que eu tinha), aí resolvi guardar algumas moedas e notas de viagens ao exterior também, e fui para 6 álbuns. Resolvi parar, porque faltava espaço e eu já não estava tão empolgado com numismática, mas eu vou e volto, e pretendo pelo menos algum dia completar uma coleção com as moedas e notas usadas no Brasil desde o Cruzeiro de 1942 até o real atual, como eu já vi em algum museu (acho que no Centro cultural banco do brasil do rio de janeiro). Devido aos nossos problemas com inflação e hiperinflação e sucessivos planos economicos, além de talento artístico claro, dá para voce montar uma coleção grande e linda do dinheiro em espécie do brasil do século XX por um preço módico, acho que tipo moedas de Cruzado é R$3.00 cada ou um lote de 60 por R$50 no mercado livre ou algo assim.

    Eu também tenho umas ‘coleções’ de 1 ou 3 objetos: Eu quis ter uma máquina de escrever manual (o ‘notebook do século XX’), acabei comprando uma e ganhando outra, resolvi me desfazer da 1a para ganhar espaço, mas ainda tenho uma Olivetti verde portátil no armário, até tento usar em ocasiões (já datilografei um trabalho de cursinho de francês). Tenho alguns tablets e smartphones mais antigos que vou guardando e vou ganhando de parente, busco usar uma parte (ex um ipad4 ainda roda um anki versão antiga, mas eu instalei uma versão compatível no meu PC, então uso como um Anki de estudos secundários, e jogos retro da App Store – angry birds 1).

    Acho que eu cheguei próximo ao que voce falou no seu artigo, de seguir o espírito de grife e privilegiar a individualidade das peças, e o quanto eu curto cada uma, mas eu tenho um resquício do espírito de departamento em querer pelo menos um conjunto coeso de coisas, então como eu curto os Beatles também, eu ia querer ter a discografia original completa pelo menos, mas não me importo de deixar demais bandas no digital. Eu também busco visitar museus e ver novos gadgets, mas evitando criar novas coleções.

  3. Ultimamente só coleciono dinheiro para as contas, as necessidades, alguns poucos mimos e investir para viajar quando possível.

  4. Compartilho da experiência de uma compra me lembrar de uma viagem, de um lugar. Mas estou mais na linha de trazer uma arte local, um item de decoração, algo único de lá. E mesmo se não encontro nada interessante, de meu agrado, tá tudo bem, as fotos ficam de recordação.

  5. Toda coleção tem uma história por trás, e essa história é o q faz toda a diferença. Mas ao mesmo tempo, acho q coleção tem q ter um foco bem definido. O risco de n ter isso é tornar a coleção um buraco s/ fundo, um sorvedor de dinheiro e tempo, algo q é pra ser um prazer e vira um tormento.

    Colecionei quadrinhos, ainda tenho muitos aqui, mas vou promover uma faxina na coleção, vender uma parte dela – já tenho alguns interessados. Parei de comprar regularmente qdo estava pra me casar: Tinha algo + importante pra fazer c/ o dinheiro, q era pagar a construção da nossa casa…

    Tenho muitos livros, e vez por outra faço uma limpeza e faço doações de livros pra amigos e interessados. CDs e DVDs… Eu tenho trocado DVDs por BDs, e os q sobram, vão pra venda e pra doação depois de um tempo. CDs… Eu decidi n ter todos os CDs de certas bandas, mesmo pq n muitos n valem a pena serem ouvidos.

    A atual coleção são os microcomputadores padrão MSX. São 38 no momento. Todos funcionam, alguns c/ problemas no teclado – um inclusive está c/ um amigo pra manutenção. E todos tem uma história, q eu sei contar de cada um. Recentemente fiz uma faxina e vendi itens relacionados a MSX. Não me interessava mantê-los. Ficar c/ aquilo q n me interessava era apenas acumulação. Qto a ter micros de outras plataformas, como Amiga 1200, Atari 800XL, Apple IIGS… Gostaria de ter? Sim. Vou ter? Não. Mal tenho tempo pros MSX… Por ter um foco definido e ser cuidadoso c/ o uso do meu dinheiro, minha esposa afirma não tem problemas c/ a coleção. Ela participa desse processo inclusive, o q é algo raro nos meios colecionistas.

    1. A rotatividade é muito importante para manter uma coleção saudável. Já troquei muitos livros por CDs e DVDs. Queria que minha coleção de BDs fosse maior; atualmente, estou de olho na pré-venda de O Agente Secreto nesse formato.

    1. Eu também sigo essa linha. É tudo tão abundante e ao alcance que muitas coisas perderam o sentido de colecionar (ou acumular). E o que não é, não vejo sentido em ter por ter (é só mais trabalho de cuidar, encontrar espaço etc.).

      Do texto,

      Não é difícil achar ele na internet, pode até ser mais barato do que eu paguei, mas eu nunca teria sentido o que eu senti, ou vivido o que eu vivi, caso eu simplesmente tivesse adicionado ele a um carrinho e esperado chegar na porta da minha casa.

      Talvez seja um rolê de gente jovem, que não viveu a era pré-varejo digital. Nunca fui de ouvir música, mas comprei os meus CDs em lojas físicas. Se ainda comprasse, acho que preferiria via internet mesmo.

      1. De fato, sinto falta do que não vivi haha.

        Como designer, outra coisa que me puxa pra mídia física é a parte editorial, principalmente encartes e extras que vêm nos álbuns e filmes.