6 comentários

  1. Bem interessante o texto, obrigado por compartilhar. Realmente, a diferença das taxas entre Pix e Cartões é extremamente significativa. Particularmente, antes eu preferia a comodidade dos cartões de crédito, mas quando lembro disso faço um esforço e uso o Pix.

    Espero que o Brasil resista a estas pressões.

    No mais, a única coisa que me entristece é a vulnerabilidade do cidadão comum a golpes e “sequestros relâmpagos” envolvendo Pix. Espero que as melhorias e novas medidas de segurança mudem o cenário atual.

    PS: próximo do Dia das Mães, vi uma reportagem num jornal popular da TV aberta, entrevistando o povo na rua, sobre compra de presentes para a data comemorativa e dicas de finanças. Um cara disse que iria comprar um presente para mãe usando cartão de débito e o “especialista” aconselha ele a pagar com cartão de crédito se conseguir um parcelamento “sem juros”…

    1. Um cara disse que iria comprar um presente para mãe usando cartão de débito e o “especialista” aconselha ele a pagar com cartão de crédito se conseguir um parcelamento “sem juros”…

      Olha… talvez não faça diferença para um presente barato, mas a lógica, sim. Ao parcelar sem juros, você “congela” o preço para pagar no futuro e, nesse intervalo, o dinheiro pode render uns caraminguás na conta.

      Eu parcelo tudo que dá, no maior número de parcelas possível sem juros.

      1. Alguns amigos recomendam muito nessa abordagem, mas eu tenho medo de começar a me endividar por achar que o dinheiro que vou pegar vai render (que seja poucos centavos). Prefiro ainda pagar tudo à vista o máximo possível.

        1. @Rodrigo Ghedin
          @Tiago Celestino
          @Gaio

          Meu ponto é: esse “sem juros” é sem juros de verdade? Quantos % esse dinheiro parado nos renderia ao mês? Supera a taxa de administração que o lojista paga + inflação no período? Explico a seguir (sob o risco de trazer um pensamento retrógrado).

          Era praxe do comércio 5% de desconto nos pagamentos à vista: o comerciante teria dinheiro imediato em caixa e não teria de pagar a taxa de administração do cartão para aquela venda.

          Hoje, se não me é concedido desconto à vista, considero que estou pagando mais do que deveria, pois não há incidência da taxa de administração (ou há taxa bem menor, se for Pix 0,33% contra 2 a 5% dos cartões, segundo a matéria).

          Lembrando que há lojas que não vendem produtos, mas sim “dinheiro”. Qual é a primeira coisa que nos oferecem quando entramos numa loja de departamento? E se atrasarmos a fatura, será que acham isso ruim ou melhor ainda?

          A provocação que deixo é a seguinte: será que não nos fizeram normalizar a compra a prazo, tirando de nós um justo desconto pelo pagamento à vista? (até hoje, há uma famosa loja online que dá 15% de desconto para pagamentos à vista).

          Não seria melhor deixar o valor da taxa do cartão (ou parte dela, negociando um desconto) com o comerciante e fomentar empresas nacionais no lugar de deixar essa grana ir para o “estrangeiro”?

          P.S.: e não custa lembrar o problema do endividamento no Brasil. Pode não ser o caso aqui, do nosso círculo. Mas os números não mentem:

          “Os dados do principal indicador de inadimplência no país apontam crescimento recorde no volume de inadimplentes em março. Com 82,8 milhões de negativados, o mês se tornou o com maior número de inadimplentes em toda a série histórica, após 15 meses consecutivos de alta”. (Março/2026).

          Fonte: https://www.serasa.com.br/limpa-nome-online/blog/mapa-da-inadimplencia-e-renogociacao-de-dividas-no-brasil/

      2. Qualquer coisa acima de 100 Reais que parcele sem juros, eu faço o mesmo. Como não sou comprador compulsivo, não tenho receio de ultrapassar meu orçamento. Mas, para além disso, mantenho todo o controle de parcelas em aberto no Mobills (que é ruim, mas até que funciona para isso).

    2. O Pix veio para democratizar. Não conheço uma pessoa que não saiba o que o Pix e que não use-o como forma de transacionar dinheiro.