4 comentários

  1. A justiça e as polícias precisam criar programas de contratação de profissionais em tecnologia de forma a analisar o histórico e evitar que alheios usem equipamentos públicos sem controle. Mas nem falo nada, dado lembrar que um membro do alto escalão da justiça foi pego em um iate onde tinha bicheiro, traficante, corrupto, policial ligado ao crime…

    (Só me lembrando o episódio do Chaves onde o personagem era julgado por um atropelamento de gato com uma bicileta e o mesmo foi inocentado pq ia revelar que o juíz (Girafales) tava no meio do caminho e fez Chaves desviar, atingindo o gato.)

  2. Um grande absurdo!
    Como a segurança da informação é crucial também para o Estado, mas não é só isso: Os acessos deveriam ser monitorados, auditados (a pessoa acessou durante o seu expediente de trabalho ou fora!?) e os agentes públicos, mais valorizados. Caráter não vale salário de forma alguma. Mas certamente coibiria mais o mínimo pensamento em vender estes acessos para o crime.
    Outra coisa é também a absolvição de pessoas que tinham acesso ao sistema, ainda que sem comprovação de como o adquiriram. Enquadrá-los em alguma lei é tão difícil assim?

    1. Creio que cairia na LGPD. Só que a mão de obra na área é pouca, já ouvi falar de casos que são menos de uma dezena de especialistas de tech policiais (suporte) para mais de 50 distritos.

      Talvez crime de traição (o mesmo usado na questão do golpe), dado que é quebra de confiança entre um membro do estado e o próprio, pode ser usado também. É quase a mesma coisa que revender bala da polícia para criminosos.