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A verdade sobre o Degoogle

Após ler muitos posts na internet sobre deGoogle, resolvi compartilhar um breve relato da minha realidade:
Estou terminando o curso de Ciência da Computação em uma universidade federal de uma grande capital. Isso me proporcionou contato com muitas pessoas de outros cursos de TI. Só que ao longo dos anos, percebi que no dia a dia ninguém se importa com deGoogle.
Ninguém liga para navegador: quase todos usam o Chrome e quem não usa o Chrome, usa o navegador padrão do sistema operacional, já que ninguém vai ficar testando navegador. Além disso, utilizam Google Docs para escrever tese, trabalhos e artigos. Agenda, Drive e, principalmente, Gmail. O Gmail é quase um e-mail institucional.
Ninguém tá nem aí para GrapheneOS ou LineageOS.
Também não existe discussão sobre migrar para aplicativos open source para fugir de big techs ou sobre escolher sistema operacional X ou Y. Na verdade, ninguém perde tempo trocando de sistema operacional.

Aqui cabe um parêntese: tudo o que mencionei acima também se aplica ao meu ambiente de trabalho, que é em uma grande empresa da área de tecnologia.

Na prática, o discurso do deGoogle parece muito mais um fenômeno de nicho de internet, concentrado em fóruns e bolhas específicas, do que uma preocupação concreta das pessoas, inclusive das que trabalham com tecnologia. Existe uma distância enorme entre o ideal defendido nesses espaços e o que é viável no dia a dia.

Ferramentas do ecossistema Google continuam sendo usadas não por falta de consciência, mas por conveniência, integração, confiabilidade e principalmente, porque funcionam bem. Substituí-las, na maioria dos casos, implica perda de produtividade, incompatibilidades, algo que simplesmente não faz sentido para quem precisa estudar, trabalhar e resolver problemas reais.

No fim, chego a conclusão que o movimento Degoogle está longe de ser uma solução prática e amplamente aplicável. O Degoogle não casa com as necessidades reais das pessoas (simplicidade, eficiência e compatibilidade) e por isso vai continuar em completo descompasso com a realidade do cotidiano, restrito a uma minoria muito específica e distante da realidade da grande maioria.

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  1. Não tem jeito, as Big Tech oferecem comodidade a um clique de distância. Basta criar uma conta e pronto. Já pode usar, assistir vídeos, ouvir música ou guardar arquivos. É verdade que há muitos softwares open source que são melhores por serem simples, sem muitas firulas, sem um milhão de funções e por não bombardearem o usuário com ads. Mas é necessário uma busca ativa por essas alternativas, fazer testes até encontrar o ideal pra cada caso e ter em mente que algumas comodidades não estarão disponíveis.

    Por exemplo, tenho escutado música localmente, mas pra isso eu abdiquei de algumas comodidades. Na verdade, ganhei mais algumas etapas no processo. Baixar no Nicotine/Soulseek ou torrent, depois editar as tags no Mp3tag, salvar os arquivos na pasta das minhas músicas, organizar as pastas e claro, fazer backup dessas músicas. Uso o Foobar2000 pra ouvi-las pois consegui configurá-lo pra ficar com uma interface bem simples, porém tive que assistir alguns tutoriais. Não tem nem como comparar com a facilidade de assinar o Spotify e já ir ouvindo música. Tanto que vez ou outra ainda me pergunto se vale a pena mesmo todo esse rolê.

    No final das contas, é todo um trabalho prévio até poder de fato só usufruir dessas alternativas. Por isso que só consegui abandonar alguns serviços das Big Tech.

  2. Sempre foi nicho, a gente aqui é muito nerd!

    Me lembrou da minha época de faculdade e um colega usava Internet Explorer… Um professor ficou abismado quando viu isso. Hahahhahaha

  3. É verdade Milton, que o ideal deGoogle é um nicho bem nichado. Porém eu fico surpreso por você se sentir surpreso ao não encontrar adeptos deGoogle nesses meios que descreveu. Se pararmos pra pensar, instituições, empresas, organizações, são os lugares menos provaveis de encontrar pessoal adepto do deGoogle e open-source.

    As pessoas são forçadas a usar ferramentas adotadas pela organização e essa organização é forçada a usar essas ferramentas devido a pressão da industria em que atuam. Não é uma simples escolha individual.

    Trabalhei em empresas graficas por uns anos e vi um exemplo dessa realidade: a industria é tão dependente de soluções Adobe/Corel que, mesmo que os donos tivessem a maior motivação do mundo, não conseguiriam migrar pra soluções open source, impensavel. E eu, mesmo desprezando tudo que é Adobe, era obrigado a usar Photoshop.

    Vamos encontrar muitos deGooglers e adeptos open-source dispersos pelo mundo, meio que ocultos.

    Se um dia você for numa convenção Linux, certamente é la que vai encontrar esses deGoogles “ocultos”.

    Mas é a pura verdade que pessoas que seguem o ideal open-source são lobos solitarios mesmo.

  4. É de nicho porque preocupação com privacidade digital é uma posição de nicho. E obviamente alternativas a serviços de big tech terão inconveniências, afinal o Google não chegou onde está oferecendo um serviço ruim e ainda teve vários anos e dinheiros para aperfeiçoar

  5. Mas é verdade, é um nicho específico. Mesmo os trabalhos acadêmicos sobre o assunto (estou pensando na Zuboff) não entendem esse “boicote” como um ato relevante.

    Ele é um protesto, ok, mas privacidade e segurança se faz na luta por legislação, soberania nacional, etc.

    Achar que o trabalhador pode, quer ou tem que querer se preocupar com LineageOS é uma visão até alienada/alienante da realidade social.

    Comigo, apesar disso, sinto um desconforto profundo na ideia de ter cada gesto computado e de viver uma vida sem privacidade alguma em relação a empresas que não me dizem respeito e sobre as quais eu não tenho a menor agência ou controle.

    … mas, bom, isso parece se referir com pouquíssimas adaptações a qualquer consumo no capitalismo. Não dá pra viver com a culpa da exploração envolvida na produção de tudo, nem pra se alienar completamente.

    1. Exato, a luta é em uma dimensão maior, envolvendo questões de legislação, soberania tecnológica, nacional, etc

      O problema, ao meu ver, é ficar preso nessa esfera individual, ou criticando os que tentam algo ou criticando os que nada tentam ou não dão bola pra isso. Ambas perspectivas caem num moralismo pessoal. Estamos lidando com uma indústria cujo faturamento e valor de mercado superam o PIB de muitos países. Simplesmente não faz sentido, estamos todos, em maior ou menor grau, engolfados nessa indústria.

      Mas o que acho válido incentivar do ponto de vista individual é de construir uma perspectiva crítica, falar sobre isso, continuar falando, até porque no plano macro as coisas só se movem quando a sociedade vai ganhando corpo crítico, quando se constrói consciência coletiva sobre um problema.

  6. Legal o seu relato, Milton. Talvez isso mostre como os algoritmos e nossa própria curadoria de conteúdo nos coloca dentro de um nicho. Particularmente, nunca esperei algo diferente dos que entram na universidade com a intenção de “ganhar dinheiro”. Mercadologicamente, o deGoogle não faria sentido. Pois se a pessoa não tem iPhone, fatalmente usará Google.

    No início dos anos 2000, trabalhei com TI (hardware e software) e também tive uma breve passagem pelo mesmo curso, mas numa faculdade privada. Nesta última, acho que nunca ouvi ninguém falar de Software Livre ou GNU/Linux.

    No trabalho, tive contato com Linux por conta de servidores de internet (nos primórdios, o Speedy da Telefonica não permitia compartilhamento nativo). E também desktops com distro Kurumin, basicamente para uso em Lan Houses a fim de evitar uso de Windows pirata.

    Ou seja: havia um interesse econômico para fugir do padrão (Microsoft, à época). Hoje, por conta da entrega dos nossos dados, usufruímos de muitos serviços a valores simbólicos ou até sem pagar (com dinheiro) por eles; mas pagamos com algo muito mais valioso: nossos dados e nossa privacidade.

    Vejo o deGoogle como forma de resistência e não de conveniência. Usei OneDrive por mais de 10 anos. Agora em 2026, troquei 1 TB dele por apenas 2 GB da NextCloud. É complexo e confuso mas, em tese, tenho maior privacidade e também maior liberdade, como o recurso WebDAV, no qual posso criar links públicos diretos ao arquivo, até mesmo acessar pelo Kindle com o KOReader.

  7. E tem outro lado dessa história que ninguém costuma comentar, mas sempre acontece. Parecido com jogos, muitas pessoas desses movimentos acabam atacando pessoas de fora que nem se quer pensam sobre o assunto, pois estão ocupadas demais fazendo coisas do dia a dia.

    1. Concordo, mesmo assim, vale dizer, que essa indústria das bigs techs, monopolista num nível absurdo, já entrou na nossa esfera privada, no nosso lazer, no nosso descanso e umas das chaves é justamente essa, não fazer pensar (tudo virou um grande entretenimento) sobre esse tipo de consumo. O intuito é esse, só seguir alimentando a indústria em dados e mais dados, gerando mais riqueza, poder e concentração. As consequências são muitas e bem sérias, em diversos aspectos. Inconveniente ou não, é importante a humanidade refletir sobre esse domínio todo.

  8. A ideia de se afastar do Google ou big tech não é meramente uma questão técnica ou de facilidade ou conveniência de uso. Também é política.
    Por exemplo, conheço uma pessoa que se recusa a beber Coca porque a empresa é uma das mais destrutivas que existem, não é pela saúde ou porque Coca é mais fácil ou difícil de consumir. Também penso isso, mas adoro Coca zero e quase sempre esqueço, mas quando lembro me dá um nojo.
    Com Google, mesma coisa. Tem gente que prefere não usar, pelo nojo que as políticas da empresa provoca.
    Claro que há aspectos técnicos também. Meu celular funcionar melhor com LineageOS, é mais rápido, seguro, atualizado e a bateria dura muito mais. Claro que é de nicho, sempre foi, e provavelmente sempre vai ser, assim como é de nicho tudo que vai contra a dominação de grandes corporações, impérios ou estados.
    Sobre a conveniência do uso, quando levo em consideração o que a empresa é e faz, pra mim, ela deixa de ser tão conveniente. Se um estuprador assassino vier me vender um carro mais barato e funcional, prefiro pagar mais caro.

  9. É aquela coisa, não é que as pessoas não se importam, mas também não dá para ser radical e viver como o Stallman.

    Também estudei em universidade pública nos anos 2000 e desde aquela época embora já se falasse de software livre, eu era (e acho que ainda sou) o único entre meus conhecidos que usava Linux e procurava alternativas open source. A própria universidade tinha suas parcerias com as big techs (Microsoft, HP, Autodesk, Adobe, etc). Pouca coisa mudou em 20 anos.

    Uso Android padrão, play store, google agenda, youtube, gemini, etc. impossível ficar totalmente sem google. Mantenho minha conta pro que for necessário. Não vou ser o chato que vai passar sermão ou tentar evangelizar quem me manda documentos no docs e compartilha arquivos no Drive.

    Minha família toda usa Chrome e Gmail e tampouco vou me intrometer no que funciona para eles.

    O importante é não depender do google. Caso minha conta seja bloqueada, sei lá, por usar adblock no youtube e clientes alternativos. Não vou ter o menor prejuízo. Também me é indiferente se o google começar cobrar a mais por alguma coisa ou matar outro serviço que eu uso.

    1. Me entreti bastante com o site do Stallman, especialmente o sumário com tudo que há de ruim nas empresas de tecnologia.

  10. Secundo todo o texto, no entanto, vou contra o seguinte ponto

    > O Degoogle não casa com as necessidades reais das pessoas (simplicidade, eficiência e compatibilidade)

    Aplicações alternativas são anos-luz mais eficientes e mais simples. O Nexcloud é brutalista de tão simples se comparado a um Drive; mesmo com aplicações Google para agenda, anotações, contatos etc. ao lado das aplicações Fossify. O que pega mesmo é a compatibilidade. E por serem simples, são eficientes ― com isto quero dizer: requerem menos recursos.

    Mas que requerem um letramento digital avançado, isso é verdade. Então aí é onde o Google vence.

    Eu, que não sou besta nem nada, já arrumei um jeito de me apropriar do Googledroid sem utilizar conta Google. Gostaria mesmo é de usar um sistema operacional alternativo, mas isso está além da minha capacidade de pesquisa.

    1. Imagino a minha mãe instalando nextcloud.
      Fácil fácil.
      Os comentários só provam que o OP tá certo: isso é uma bolha que nem mesmo o próprio pessoal da TI perde tempo com isso.

      1. Aqui é a família toda na conta de 2TB do iCloud. Dor de cabeça zero. R$99,90 mensais mais bem gastos. Espaço enorme pra fotos, Apple TV, Apple Music pra todo mundo e minha paz.

    2. O Nextcloud é eficiente? Parece-me um negócio super complexo e pesado, tanto que existem alternativas que se vendem como “Nextcloud só que mais leve”, como o bewCloud.

      Na real, as soluções das big techs ganham na conveniência. Ative a assinatura e comece a usar sem se preocupar com manutenção e os mil e um problemas que podem acontecer com self-hosting. É uma proposta difícil de vencer.

    3. ” já arrumei um jeito de me apropriar do Googledroid sem utilizar conta Google.”

      Opa, conta pra nós como você fez, Arlon! Fiquei interessado! Desde já, agradeço!

  11. Claro, as bigs techs representam uma estrutura monopolista nunca antes vista, sendo verdadeiros impérios. A margem de atuação fora delas é pequena, quando existem, ou são sugadas pelo centro, ou sobrevivem pouco tempo, ou exigem um custo alto de aprendizado individual. É uma luta desigual. Se não estivéssemos vivendo dentro dessa estrutura monopolista a escolha pelas ferramentas do Google não se dariam em um modo tão automático assim. Pelo contrário, veríamos ferramentas melhores circulando, possibilitando muito mais escolhas. O problema não são as pessoas e suas escolhas, mas a estrutura monopolista no qual todos estamos inseridos. É como na mídia, você passa pelos grandes monopólios brasileiros de comunicação, Estadão, Folha, Globo e não vê diversidade de pensamento. Tudo igual na essência. As alternativas tem menos alcance de público. Solução? Não sei apontar nenhuma, mas talvez insistir em fazer a crítica ao monopólio e não as pessoas, talvez seja o primeiro passo.

  12. Pessoa que não se importa não conhece ninguém que se importa e se pergunta por que comunidades ideológicas se importam.

  13. Sou da area de TI (programador, +10 anos de XP) e concordo 100% com seu relato. Sua experiência é a mesma que a minha. O que percebo é que até tem pessoas nessa área que são preocupadas com questões de privacidade e os impactos sociais que as BigTechs podem ter, mas a conveniência sempre vence. Sempre.

  14. a verdade sobre o degoogle é que a maioria das pessoas não se importa com privacidade? é isso?
    eu (que conheço essa palavra) nem fazia ideia que esse movimento tinha a pretensão de ser adotado massivamente. se alguém tinha, tava viajando legal. não ser prático e amplamente aplicável tá na raiz do negócio, como seria diferente?

  15. sem entrar no mérito da questão relacionada ao deGoogle, mas isso também é um problema dos cursos de exatas, mesmo em universidades federais: falta de formação crítica (filosofia da ciência já ajudaria muito), pouco investimento em pesquisa e extensão (sem ser patrocinada por capital privado) e uma incompreensão sobre o papel público da universidade / colonização da experiência universitária (que outro lugar poderia e deveria estar pensando e desenvolvendo tecnologias inovadoras nacionais, adequadas a nossa realidade?)

    mas, no fim das contas, precisamos é produzir, precisamos de emprego, pq precisamos sobreviver. não temos tempo, nem incentivo, nem educação pra imaginar coisas novas, quanto mais desenvolvê-las de fato. e tem tb um fato: tentar ter uma agenda contra-hegemônica é infelizmente é nadar contra a maré.

    1. USP, UFMG, UFRJ, UFPR, Unioeste, UFV, e diversas outras via Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) têm convênio com a Google. Até porque as empresas usam por exemplo o Google Cloud nas suas operações. Essas pessoas precisam entender da tecnologia.

      Isso pra não falar de convênios com AWS e MS. O Serpro instalou uma “mini nuvem” do Google (um conjunto de hardware e software) dentro de seus próprios data centers em Brasília. O mesmo acontece com a Amazon. O Serpro utiliza equipamentos da AWS instalados fisicamente em suas salas de servidores.

      1. Mas quem conhece mesmo a realidade é o usuário de fórum que toda semana usa um Linux diferente. Ou aquele outro que todo mês formata o Windows e vai na internet reclamar.
        Se vcs soubessem como é todo o processo para um aws e como é o uso…

        1. Sei lá, caras.. antes do Google Workspace as universidades hospedavam seus próprios servidores de e-mail e tudo meio que funcionava? Evidente que existem aplicações que ficam muito caras para rodar “em casa”, mas… e-mail? Também usava distros Linux e LibreOffice, e todo mundo conseguia fazer o que precisava.

          Talvez haja um equilíbrio possível entre o que só as big techs podem oferecer e o que daria para fazer por conta própria. Com todo o papo de soberania digital em voga, não é uma luta quixotesca.

          Sobre o Serpro ter servidores de big techs instalados no Brasil, é uma simplificação atroz do conceito de “nuvem soberana” para viabilizá-la em produto comercial. Isso nem faz sentido…

          1. Será que funcionava tão bem quanto hoje em uma Google ou Microsoft?

            É como o Carlos falou. Simplesmente funciona. É um negócio meio difícil de competir. Por exemplo: Harvard (!) usa Google para alunos – creio que muito pelas facilidades ($$$) da Google para estudantes e usa o Microsoft 365 para funcionários administrativos e docentes, que é meio que o business da Microsoft mesmo.

            Certamente eles tem um tenant próprio, como toda grande empresa. É um controles de segurança completamente diferente do exigido pro usuário comum, servidor Exchange, Purview pra monitoração, MDM, etc…

          2. Como servidor de universidade federal que pegou o fim dos serviços hospedados localmente e depois o acordo com Google/MS na pandemia, te digo que “funcionar”, no sentido literal da palavra, funcionava.
            Mas anos-luz da simplicidade de uso e praticidade das ferramentas big tech. São dois cenários quase que incomparáveis.
            Talvez uma ou outra instituição tivesse um cenário mais organizado e intuitivo ao usuário.

          3. Mesmo o e-mail? Eu peguei essa fase, mas na condição de estudante. Parecia-me ok. Quais problemas você enfrentava, Ivan?