Plataforma de open delivery da Abrasel inicia fase de testes

Nesta segunda (13), a plataforma de open delivery desenvolvida pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) começa a funcionar. A iniciativa foi proposta em novembro de 2020. Num primeiro momento, ela será aberta a empresas de software. Em outubro, bares e restaurantes poderão adotá-la. A iniciativa custou R$ 3 milhões, rateados entre as 16 apoiadoras do projeto — entre elas, AmBev, Coca-Cola, Rede, Cielo e Getnet.

O objetivo do open delivery é criar uma plataforma comum e padronizada para intermediar a relação entre bares/restaurantes e aplicativos, com o objetivo de facilitar o trabalho dos bares/restaurantes. Se a ideia vingar e todos os apps de delivery aderirem, um bar/restaurante só terá que cadastrar e manter um banco de dados atualizado (com cardápio, preços, promoções, formas de pagamento etc.). Este seria replicado a todos os apps participantes. O open delivery também tem o potencial de diminuir a barreira de entrada para novos apps, o que pode aumentar a concorrência e diminuir a hegemonia do iFood no setor — a Abrasel lidera uma reclamação de concorrência desleal contra o iFood no Cade.

Os pesos-pesados do setor, iFood, Rappi e Uber, não participam do open delivery da Abrasel neste primeiro momento. O iFood tem um assento no conselho de governança, a convite da associação. Via Valor (espelho na Abrasel), Folha de S.Paulo.

13/9/2021, às 9h32

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1 comentário

  1. Queria apenas entender como uma plataforma de entrega custou 3 milhões de reais. No mais, não acredito que conseguirá superar o iFood.

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