Nova versão do Ethereum consumirá 99,95% menos energia

O Ethereum, blockchain aberta mais popular do mundo, mudará nos próximos meses o seu método de validação, do Proof-of-Work (PoW) para o Proof-of-Stake (PoS). Na prática, isso significa que a nova versão do Ethereum consumirá, segundo estimativas grosseiras, 99,95% menos energia que no modelo atual — em vez de consumir a energia equivalente a de um país médio, o consumo energético será o de uma cidadezinha com 2,1 mil casas. Via Fundação Ethereum (em inglês).

No PoW, a validação das transações é feita com força bruta computacional. Na PoS, a validação feita pelos nós depende da posse de uma quantidade de moedas — para um deles fraudar a blockchain, precisaria possuir mais moedas do que ganharia com a fraude. A Wikipédia em português traz uma boa explicação.

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1 comentário

  1. Serei franco, eu li, li, e não entendi. E isso é em um geral com tudo o que envolve criptomoedas e blockchain, eu sinto que preciso ler muito para entender coisas básicas desse assunto (e é difícil achar conceitos utilizando termos “comuns” e não específicos apenas do meio).
    Agora, quanto à matéria, continua tendo um gasto energético enorme e que torna inviável a sua utilização para atos do dia-a-dia, como se esperaria de uma transação bancária normal, como um TED ou sacar dinheiro.

    E isso me lembra que não podemos comparar criptomoedas com dinheiro, mas sim com ações, já que elas são usadas como tais, e isto leva à uma notícia no tecnoblog de ontem, que erroneamente comparava o gasto energético de bitcoin (só do bitcoin) com o sistema bancário, quando o comparativo deveria ser com as bolsas de ações.

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