Nexus 5 e Android 4.4 KitKat: o que já era muito bom ficou melhor

Sem alarde (não precisava mesmo), o Google finalmente oficializou o Nexus 5, novo smartphone que, como sempre acontece com o Android, traz de carona uma nova versão do sistema, funcionando como uma espécie de modelo de referência para a plataforma.

O Nexus 5 já era conhecido de todos. Ele vazou inteiro, das especificações ao visual. O aparelho é tudo o que se esperava, uma peça de hardware aparentemente sensacional. Combinado com o Android 4.4 KitKat, acho que é bem seguro dizer, mesmo sem ter tido a chance de colocar as mãos em um ainda, que o Nexus 5 se posiciona como o melhor Android à venda, brigando fácil com iPhone 5s pelo posto de melhor smartphone da atualidade.

A essa altura você já deve ter lido e visto muita coisa sobre Nexus 5 e Android 4.4 KitKat, então vamos embarcar naquela viagem já tradicional pelas entrelinhas e detalhes mais sutis.

Nexus 5

O novo Nexus 5.
Foto: Google/Reprodução.

Mas antes, aquele passeio habitual pelas especificações do aparelho que, novamente, foi feito em parceria com a LG.

Por baixo da tela, aparece um Snapdragon 800, 2 GB de RAM, memória interna de 16 ou 32 GB (dobrando os valores oferecidos no Nexus 4), suporte a redes 4G LTE (inclusive as frequências brasileiras, na versão internacional), tela de 4,95 polegadas com resolução de 1920×1080 (resultando em uma densidade de 445 pixels por polegada) revestida com Gorilla Glass 3 e câmera traseira de 8 mega pixels com estabilização ótica de imagem. O acabamento mudou também: sai o vidro da parte de trás, entra o material do último Nexus 7, um tipo de plástico com textura suave. E desde já, ele está disponível nas cores branco e preto.

É uma senhora configuração, com o que há de mais moderno no mercado. Apesar do aumento da tela, fisicamente ele cresceu pouco: ficou 4 mm mais alto e 0,5 mm mais largo. A explicação é que a tela está mais “fina” graças à proporção 16:9 (contra a de 5:3, em decorrência dos botões virtuais fixos até o Android 4.3, vista no Nexus 4). Tela que, à parte as polegadas extras e resolução apurada, continua a mesma ótima do modelo anterior. Não sei ao certo tudo o que a LG quer dizer com True Full HD IPS Plus LCD, mas para mim essa combinação de letrinhas soa como “tela incrível”.

O mais impressionante é que o Nexus 5 ficou mais fino e mais leve que o Nexus 4. São 8,6 mm contra 9,1 mm de espessura, e 130 g contra 139 g de peso, respectivamente. E isso com um ligeiro incremento na bateria, que agora conta com 2300 mAh contra 2100 mAh da versão passada. Nessa brincadeira, o Google e a LG prometem mais tempo longe da tomada em stand by, porém menos falando ao telefone.

Outra coisa muito legal que aparece ali é a estabilização ótica de imagens, um mecanismo embutido na câmera que ajuda a dar firmeza na hora do disparo. Existem smartphones no mercado que contam com essa tecnologia, como os Lumias da Nokia com câmeras PureView e o One, da HTC, mas não é, ainda, uma característica padrão na indústria, o que torna surpreendente vê-la no Nexus 5. Embora a linha não seja exatamente sinônimo de baixo custo (mesmo com os preços irrisórios), ela não costuma lançar tendências. As vantagens são fotos melhores no escuro, menos incidência de imagens tremidas e HDR de verdade — que o Google chama de HDR+.

O Google não diz exatamente quais ou como são, mas entrega, nas novidades do Android 4.4 para desenvolvedores, a presença de novos sensores de baixo consumo energético para a coleta de movimentos — como aquele chip que integra o SoC customizado do Moto X e o chip M7, do iPhone 5s.

Duas novas APIs, TYPE_STEP_DETECTOR e TYPE_STEP_COUNTER, são capazes de identificar quando o usuário está andando, correndo ou subindo escadas, e guardar esses dados de maneira centralizada para distribui-los aos apps que os requisitarem. O Google diz estar trabalhando junto a fabricantes de chipsets para levar esses sensores a outros smartphones, o que significa que os atuais não devem se beneficiar da novidade.

Vem também do Moto X um Google Now mais presente. A ativação por voz está lá (“Ok Google”), mas não é persistente como no smartphone da Motorola. No Nexus 5, ela funciona com o aparelho desbloqueado. Outra opção é arrastar a tela inicial da esquerda para a direita. Vai funcionar também.

Além de incrementar o Google Now, o serviço passa a trabalhar com apps. São dez no lançamento, então quando você pesquisar por um restaurante, por exemplo, ele é capaz de trazer resultados do OpenTable. Com um clique, o usuário passa da busca do Google para o restaurante escolhido no app, onde pode fazer a reserva normalmente. A intenção é expandir essa integração para mais apps e, no futuro, fazer com que ela funcione mesmo com aqueles não instalados.

Nexus 5 na mão.
Foto: Ariel Zambelich/WIRED.

A cereja do pudim no Nexus 5 é o Android. Puro, sem modificações duvidosas, com o melhor que o Google oferece. Usar o sistema assim, como foi concebido, é uma experiência completamente diferente da de um Galaxy ou Optimus da vida. Bem melhor, se me permitem o comentário. O Moto X parece ser o primeiro aparelho fora da linha Nexus a levar essa abordagem ao grande público e, mais que isso, ele antecipou alguns recursos que só agora chegam ao Android limpo. Quais? Vejamos esses e mais algumas novidades, no momento, exclusivas do Nexus 5.

Alguns hands-on (todos muito elogiosos): Wired, Engadget, The Verge.

Android 4.4 KitKat: desempenho e design mais democráticos

Estátua do KitKat e outros doces/Androids antigos.
Foto: Google/Reprodução.

A natureza “aberta” do Android é uma coisa intrigante. Muitas fabricantes adotam o sistema, sambam em cima dele, entregam soluções pioradas aos consumidores que xingam a mãe do Andy Rubin mesmo sem saber quem é esse cidadão. A vida segue, o Android evolui, muitos aparelhos morrem sem ver atualizações e acabam manchando a reputação do sistema.

Assim, aos trancos e barrancos, a plataforma evolui a passos (bem) largos. A virada aconteceu com o Ice Cream Sandwich, ou Android 4.0, que trouxe com muito atraso uma linguagem visual consistente e diretrizes de design na forma do tema Holo. O Android ficava, enfim, bonito.

Com o Android 4.1, veio o Project Butter para suavizar animações e aumentar a sensação de velocidade do sistema. Transições ficaram mais bonitas e aquela sensação de “travado”, pelo menos em equipamentos high-end (e, arrisco dizer, com Android puro), se foi. No Android 4.4 KitKat, o processo se intensifica com foco nos low-end.

Project Svelte

Batizado de Project Svelte, a intenção desse esforço é melhorar o desempenho do Android em smartphones com 512 MB de RAM. Isso, para os padrões atuais, é bem pouco. Como fazer essa mágica? Otimizando o uso da memória, um dos componentes mais caros da construção de um aparelho.

O Google refez algumas partes primárias do sistema para que ele se torne mais amigo da memória. De todas as novidades, a maioria técnica e que me foge completamente, duas chamam a atenção por serem compreensíveis e, no papel pelo menos, certeiras:

  1. A nova API ActivityManager.isLowRamDevice() permite que desenvolvedores definam comportamentos distintos para o app de acordo com a quantidade de memória disponível. Com ela aplicada, um app será capaz de deixar de lado certos recursos em prol dos mais vitais, que aproveitarão toda a (escassa) memória disponível.
  2. Proteção do sistema de memória contra apps gulosos. Na descrição do Google: “Quando vários serviços abrirem ao mesmo tempo — como quando a conectividade de rede muda –, o Android agora abrirá os serviços de forma seriada, em pequenos grupos, para evitar a demanda por picos de memória”. É como se antes o Android tentasse engolir um pão inteiro e, agora, ele cortasse esse pão em fatias e comesse uma de cada vez.

Tais mudanças devem impactar até mesmo dispositivos de ponta e, para dar o exemplo, todos os apps do Google (que não são poucos) foram atualizados para refletirem essas mudanças.

Sempre me fascina como alguns softwares são tão eficientes a ponto de rodarem bem em máquinas que, hoje, se arrastam por meramente existir. O IrfanView, do Windows, é talvez o melhor exemplo que eu conheço. Nos smartphones, o Moto X é outro bom caso de otimização, no caso do Android — mesmo com um SoC do ano passado e dual core, ele se sai bem contra modelos com especificações mais parrudas. Deve ser um desafio otimizar um sistema que será usado em centenas de dispositivos e servirá de base para milhões de aplicações, mas sempre dá para fazer.

O Google justifica esse esforço, em seu blog oficial, na busca pelo próximo bilhão de usuários de smartphones. É fácil encontrar smartphones que sofrem para rodar o Android em países subdesenvolvidos, e é nesses que o foco do Project Svelte está ajustado. Em vez de vir com o datado Gingerbread (2.3) ou um Jelly Bean (4.1-4.3) se arrastando, a promessa é de que o KitKat será a melhor opção mesmo para dispositivos básicos. É uma abordagem diferente da da Nokia, que aposta em uma linha básica e totalmente diferente das suas mid-range e high-end na busca pelo próximo bilhão.

Interface adaptável: os apps e o conteúdo brilham

Nexus 5 e Nexus 7, lado a lado.
Foto: Google/Reprodução.

O azul característico do tema Holo praticamente some no Android 4.4 KitKat. Diversos elementos dessa cor existentes até o Jelly Bean ficaram brancos e/ou agora usam variações de sombra para indicarem quaisquer coisas. A tela de bloqueio agora exibe álbuns de música em tela cheia quando algum player está em execução e, logo de cara, informa ao usuário que ele está diante de um sistema um bocado mais elegante.

Nos apps, agora cabe ao desenvolvedor/designer decidir o tom predominante nos pontos de interação da aplicação — ícones, caixas de seleção, barras de rolagem etc. Imagine, por exemplo, as seleções e toques no WhatsApp e no Hangouts ficando verdes; no Google Keep, amarelas; mais ou menos isso.

O Android respira melhor na versão 4.4. Expandindo a barra de navegação do Moto X, na nova versão do sistema ela e a de status, onde aparecem ícones de notificação e o relógio, são translúcidas. Gradientes sutis garantem a legibilidade e a interface parece mais leve com essa mudança.

Visual refinado no Android 4.4.
Fotos: Google/Reprodução.

O problema dos botões da barra de navegação persistentes em apps que rodam em tela cheia foi resolvido. De duas formas, na realidade: uma em que um toque revela as barras, e outra, destinada a jogos, apps de leitura e outros que exigem toques constantes na tela, que é ativada ao deslizar o dedo a partir de uma borda da tela. O modo tela cheia imersiva resolve o problema crônico dos toques acidentais nos botões de navegação virtuais durante sessões de jogos e fazem com que apps em tela cheia não tenham que dividir a atenção do usuário com elementos da interface.

Android 4.4 lida melhor com apps em tela cheia.
Foto: Google/Reprodução.

Para fechar esse pacote de agrado ao que o usuário vê, um novo framework de transições promete animações ainda mais suaves e variadas, sem afetar o desempenho dos apps.

Outras novidades do Android 4.4

A lista de adições e mudanças no Android 4.4 é longa. Daria facilmente para chamá-lo 5.0 pela extensão dela. Abaixo, algumas outras interessantes:

  • Framework de impressão — para impressoras Wi-Fi e compatíveis com serviços como Google Cloud Print e HP ePrint.
  • Framework de acesso a serviços de armazenamento, o que deve facilitar o uso de serviços concorrentes do Google Drive, como Box.net e Dropbox, de forma padronizada em apps. O QuickOffice, do Google, será um dos primeiros a dar suporte a esse novo recurso.
  • Suporte a gravação de vídeos da tela. Os vídeos são salvos no formato MP4 e devem ser um adianto para quem precisa preparar aulas, fazer walkthroughs e outras atividades que dependam de gravar o que aparece na tela do smartphone ou tablet.
  • Discador inteligente que tenta identificar números comerciais quando o usuário disca para algum e vice-versa — buscar números de estabelecimentos a partir do discador, sem entrar diretamente no Google Maps.
  • O WebView do Android agora é baseado no Chromium. Traduzindo: páginas web emolduradas em um app antes usavam o motor do antigo navegador padrão do Android, baseado no WebKit, para serem renderizadas. Agora, quando um app abrir uma página web dentro de si, ele usará o mesmo motor do Chrome. Mais velocidade e compatibilidade com padrões web modernos.
  • O Hangouts virou o local padrão para mensagems SMS e MMS — aquele antigo, dedicado, já era. Recentemente o Google anunciou uma atualização que trouxe suporte a GIFs animados e compartilhamento de geolocalização ao app de bate-papo. Mais coisas devem estar a caminho.
  • Emojis, aqueles emoticons tunados, embutido no teclado virtual do Google.
  • Certificação Miracast possível — o Nexus 5 é o primeiro a ter a honraria.
  • Suporte nativo a dispositivos infravermelho, como controles remotos.
  • Close caption (legendas) nativas no sistema.
  • Melhorias no tratamento fino de áudio, novos recursos para NFC e Bluetooth e outras várias coisas.

Tem muita novidade que é restrita a desenvolvedores ou nichos bem específicos. Para saber de todas elas, é preciso saber inglês e consultar estes links: apresentação do Android 4.4 KitKattodos novos recursos, novidades em design e novas APIs (nível 19).

Datas e preços — e Brasil

O Nexus 5 é o primeiro aparelho a ter o Android 4.4 KitKat e já está à venda (esgotado, para ser exato) nos EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha, Espanha, Itália, Japão e Coreia do Sul (em breve, na Índia também). O preço, se levarmos em conta a memória interna, não subiu em relação ao Nexus 4: US$ 349 pelo modelo de 16 GB e US$ 399 pelo de 32 GB. Valores absurdamente baratos, já que são para aparelhos sem contrato e desbloqueados — nos mesmos termos, por exemplo, um iPhone 5s sai por US$ 650 e um Galaxy S 4, US$ 579 (todos valores nos EUA). Ele já foi homologado no Brasil e, esperamos, dessa vez não deve demorar muito a chegar.

O Google prometeu atualizar todos os seus tablets (os dois Nexus 7 e o Nexus 10) e o Nexus 4. O Galaxy Nexus ficou de fora, provavelmente pelo seu SoC antigo. As variantes Google Play Edition do Galaxy S 4 e do HTC One também serão agraciadas com a atualização. A Motorola se comprometeu a atualizar a linha Droid, nos EUA, e aqui no Brasil, os modelos D1 e D3 — promessa antiga, da época do lançamento.

Agora é esperar pelo KitKat e pelo Nexus 5 nacional, duas atualizações aparentemente tímidas, mas mantêm o Android e seu modelo de referência atualizados e na briga pelo posto de melhor solução móvel do mercado.

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28 comentários

  1. Ótimo artigo, porém o “Okay Google” ainda não está disponível em português, como acontece no Moto X, “/, espero que esteja em breve.

  2. Aew Ghedin, parabéns pelo site, ótimo por sinal! Sucesso :)

    Enfim, comprei um nexus 4 nessas promoções de agora, gostei muito do aparelho, espero que o KitKat dê um up para ele, porque, sinceramente? Saí de um WP8, e prefiro mil vezes o sistema da Microsoft. Apps na Play Store, são em sua maioria feios, tive dificuldade em achar alguns apps específicos, que por incrível que pareça, eu achava na primeira busca na Windows Store. Gostei da telona bonita dele, a do 620 era bem ruinzinha. E ele anda dando umas travadinhas em transição :/ .
    O aparelho como um todo é muito bom, mudava coisas pontuais, na câmera e algumas no Android, estou animado pelo 4.4 :)

    Seu texto foi muito bom, apresentou tudo da melhor forma possível, quase como se estivesse com o aparelho em mãos :D

  3. fala Ghedin!

    cara, me diz uma coisa:

    vc acha que vale a pena comprar o N5 nos EUA, sabendo que o 4G de lá não vai funcionar aqui?

    mas, podendo comprar o de 32GB por 1.000,00 a comprar o de 16GB aqui por 1.500,00 – mas que rola 4G, que escolha vc acha mais acertada?

    estarei indo pra lá perto do carnaval, e talvez o compre por lá, apesar de estar satisfeito com o N4.

    mas, a câmera melhor e promessa de melhor autonomia estão me seduzindo… hehe

    1. Acho que depende muito da sua intenção em usar a rede 4G brasileira. Ela ainda é uma realidade distante para mim — moro no interior, onde apenas uma operadora (que não é a minha) oferece o serviço, e os planos são caros para o que uso. Eu pegaria um Nexus 5 americano tranquilamente.

      Só não espere muito da câmera, viu. Parece melhor que a do Nexus 4 (o que não é exatamente um feito), mas fica longe de outras contemporâneas como as do iPhone 5s, Lumia 1020 e 920, Xperia Z1 e Galaxy S 4. Dá uma olhada no review do The Verge; eles criticam um bocado a câmera do Nexus 5.

      1. então, mas o meu medo é o seguinte: ele não ficaria roteando tentando conectar no 4G e isso não comprometeria a autonomia da bateria?

        agora, se ficasse só no 3G, economizaria mais visto que o 4G é mais comilão de memória.

        no caso da câmera, vi um comparativo de fotos no Tecmundo ou Techtudo e as fotos tiradas estavam compatíveis com os demais (vou procurar): aqui o link

        http://www.tecmundo.com.br/nexus-5/46548-confira-a-comparacao-da-camera-do-nexus-5-com-as-dos-seus-concorrentes.htm

        em boa iluminação, gosto das fotos do N4, se o N5 melhorou, então é lucro.

        agora, comparar com os demais, que custam quase o dobro, é flórida… r

        abs!

        1. Se seu plano não for 4G, não tem por que ele ficar buscando sinal 4G. Ainda que não seja esse o caso, nas configurações do Android é possível delimitar o tipo de rede usada — apenas EDGE, EDGE/3G, apenas 3G ou EDGE/3G/4G.

          Essas fotos que o Tecmundo buscou parecem ser uma exceção! A do Nexus 5, em termos de alcance dinâmico, ficou bem boa. Não cheguei a conferir a fonte (ou as fotos em tamanho natural), então não dá para falar sobre taxa de ruído, mas é como disse: qualquer coisa é melhor que a câmera do Nexus 4 :-)

          1. bom, nesse caso, vc está quase me convencendo a gastar uns dólares… hehe

            de todo modo, a cam do N4 me atende a contento – levando em conta a relação C x B na compra. se a do N5 for melhor – e é – já tô no lucro. ah sim: em boa iluminação, os vídeos tb ficam muito bons.

            em todo caso, vou pesar direito e decidir só dps do carnaval… afinal, no Brasil, as coisas só funcionam dps do carnaval #sqn

            =)

            claro, dependendo do valor q for lançado aqui, a decisão ficará mais fácil… hehe

            vlw pelos esclarecimentos.

            ;o)

      2. ah sim, nosso 4G…

        sinceramente? nosso 4G tem qualidade de 3G e preço de 5G… parece até o famoso ponto G das mulheres: começa em Gastar e termina em shoppinG

        =)

  4. Antes de eu comprar ou recomendar o Nexus 5 para alguém, vou preferir esperar o preço baixar que nem o Nexus 4: este veio a 1.700 reais (16 GB) no lançamento pela LG Brasil e hoje podemos boletar por volta dos 900, 800… ;)

  5. Excelente artigo, Ghedin. Espero realmente que a atualização dê um upgrade em aparelhos antigos. Tenho um Nexus 7 de primeira geração, e maaaaano, como o desempenho dele DESPENCOU nos últimos 3 meses. Peguei em fevereiro, e hoje o aparelho trava em transições simples de menu do próprio sistema, em apps do Google e em situações simples do aparelho, como checar a conta do twitter.

    Foi meu primeiro Nexus, segundo android (já tive iOS e atualmente estou no WP8 em celular). Espero que o desempenho melhore mesmo.

    O que mais me animou na atualização foi o “Proteção do sistema de memória contra apps gulosos” e as legendas de padrão no sistema. Algo bem simples que vai facilitar muito a minha vida com o Chromecast.

    1. O primeiro Nexus 7 teve muitas reclamações de problemas com desempenho meses após seu lançamento. Uns disseram que o suporte a TRIM do Android 4.3 melhorou, mas pelo seu relato e alguns outros, parece não ter sido suficiente. Maldito Tegra 3…

      Não sei se essa atualização será suficiente para dar vida nova ao Nexus 7, porque o problema dele parece ser o SoC, não falta de memória. De qualquer maneira, ele terá atualização e… por que não instalar, né? Numa dessas o tablet fica bom de novo e aí é só alegria :-)

      1. Tomara… É aquele lance, pelo menos por agora, tablet é iPad…rs

        com o 4.3 não senti nenhuma melhora, ate acho que piorou um pouco. Mas vamos testar e ver o que rola. ;-)

  6. A proporção da tela do Nexus 4 não era 16:10? Não entendi mt bem se via mudar ou é somente pq os botões agora somem completamente…

    Baita matéria! melhor resumo em PT, com certeza.

    1. A resolução do Nexus 4 é 1280×768, logo, proporção 5:3. Fica entre 1280×720 (16:9) e 1280×800 (16:10). É meio bizarro, mas é isso aí mesmo. Note que vídeos 16:9 nele ficam com barras no topo, para compensar os botões virtuais permanentes da base/lado direito (quando na horizontal).

  7. Cara…. Muito bom… Eu estou ansioso para a Samsung liberar logo para o S4 Octacore. Aliás esse é o primeiro Android que eu tenho realmente vontade de experimentar puro. Me parece realmente muito bom.

  8. Excelente post Ghedin completo, simples sem muitos exageros vc está se superando cada dia mais á exemplo do post da Joaninha aspirador de pão que por mais simples que tenha sido foi muito bacana.

    Acho o Android o melhor SO para smartphones e o IOS o melhor para tablets, o que mais me deixou feliz nessa atualização foi o discador …puts á quanto tempo queria ter as paginas amarelas no lugar que ela deveria deste sempre estar que é o discador, aí que entra o poder do Google e todos os direitos que eu dou para ele de espionar a minha vida então como facilidades, os meus amigos do G+ que colocam o telefone e compartilham comigo, os telefones de todas as lojas que o Street view passou na frente que em futuro próximo iram ter as suas fachadas decifradas pelo capcha, fora os numeros dos anunciantes e os numeros que eu mesmo colocar é ali no discador que eu tenho que encontrar isso, não nos contatos ou ficar decorando numero, estou muito empolgado com ele quero testar logo =D

    1. Obrigado pelo elogio, Alex!

      Certeira essa comparação do novo discador com páginas amarelas. É um negócio tão simples conceitualmente, daquelas ideias geniais que a gente vê e se pergunta por que ninguém tinha pensado em algo assim antes. Claro, deve rolar anúncios ali também, mas acho que é um caso em que a comodidade vale o preço (nossa atenção) pago.

  9. Rodrigo, excelente matéria sobre o Android 4.4!

    A cada atualização do sistema me convenço da superioridade do Android em relação aos demais concorrentes. Estou no aguardo do modelo de 32 GB desembarcar no Brasil, caso contrário pretendo importá-lo. (Espero que o preço não chegue na conversão “Sony” no Brasil).

    Parabéns pelo ótimo trabalhar no MDU!

    Abraços!

    1. Valeu, Marco! O Android está bem legal mesmo, é incrível o quanto ele melhorou em dois anos. De sistema tapa-buraco-cópia-descarada-do-iOS, hoje ele tem uma identidade bem particular e dita seu próprio ritmo. Que continue assim!

      1. Rodrigo,
        você particularmente acha que vale a pena pegar um nexus 4 hoje no brasil? Parabéns pelo site, sou fã de carteirinha viu.
        O android realmente tem evoluído bastante. E realmente melhorado alguns pontos em relação ao iOS, deixando de ser um perseguidor para um perseguido.

        1. Sim, ainda compensa sim. Especialmente com essas promoções de queima de estoque, por R$ 800 é um negocião. Eu só ficaria balançado pelo Moto X, que me parece melhor em tudo e tem um preço igualmente convidativo — já apareceu por R$ 1.000 em algumas promoções.

          1. Uai, então acertei a boa… o unico top que tive foi um iphone 4s que ganhei do meu chefe… esse foi o primeiro top, se bem que não é assim digamos top, mas enfim, é o primeiro primeira linha que gasto algumas dilmas… minha esposa só disse assim: você não tem jeito… vive trocando de celular mais do que troca de roupa… só pude dar uma risadinha estilo sheldon cooper… rsrs

  10. Rodrigo, ótima avaliação mesclando mais e analisando mais.

    Só um detalhe, esse item: “Proteção do sistema de memória contra apps gulosos” eu realmente espero que seja ampliado para uma proteção total da memória do sistema.

    Mesmo meu Nexus 4 já foi derrubado (e reiniciado) por app’s malcriados. O Android sempre careceu de uma melhor proteção da memória contra app’s ruins… Basta ver que o Skype é mestre em reiniciar o nexus quando a video-conferência está sendo utilizada.

    Mas também sempre achei que o google poderia fazer uma verificação automática de boas práticas de programação na hora que um developer submete seu app ao Play (sei que não e fácil, mas poxa, estamos falando do Google)

    1. Então Thiago o que o Android trouxe tambem foi um sandbox para issolar o uso de memória dos apps que é para melhorar esse negocio de ficar reiniciando…

      1. Alex, obrigado! Vou torcer pra que funcione.. essa é uma das minhas criticas ao Android.. é um SO moderno, não precisa parecer um Windows 98 quando o app faz malcriação hehehehe

        1. Tive alguns problemas com reinicialização, o mais grave (e que ainda persiste) com o Snapchat. Segundo os desenvolvedores, é uma zica específica com o Nexus 4 e que só o Google pode resolver. Ok, então.

          E bom saber que o KitKat terá sandboxing. Alex, você tem um link que detalha melhor esse ponto?

          1. Erro de memória é o Pior tipo de erro que tem na programação, isso porque quem controla o espaço de memória é o SO quando vc está fazendo certo e funciona em uma máquina nesse cada aparelho e em outros não é certeza que é culpa do SO, os caras do snapchat devem estar falando a verdade…
            Sobre o sandbox segue o link explicando como funciona essa implementação está bem teórico mas resumindo é um conjunto de ferramentas que isola a sua aplicação do ambiente tanto a memória quanto os dados o que também é uma arma contra os vírus do Android http://developer.android.com/training/articles/security-tips.html

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