[Review] Moto G (2015): ainda competente, só que mais caro

Moto G na mão.

Quem compra um iPhone raramente quer saber a velocidade do processador, quanto de RAM ele tem ou qualquer outra especificação. As pessoas, a maioria, compram porque é um iPhone e fazem isso porque sabem que ele é bom. É difícil encontrar um paralelo desse status no universo Android. Para mim, o mais próximo dele é o Moto G da Motorola.

O Moto G surgiu em 2013 como um projeto intermediário de qualidade. Na época, os concorrentes diretos ainda não entregavam tela de alta definição, economizavam em memória e traziam outros comprometimentos bobos, injustificáveis. A Motorola elevou o nível da categoria e desde então colhe os frutos da sua ousadia — o Moto G é o smartphone mais vendido da história da fabricante e líder de vendas no Brasil.

O mercado de smartphones meio que pede por atualizações anuais e, sendo assim, vimos há pouco o lançamento da terceira geração do Moto G. O que mudou em relação ao ano passado? Mais importante que isso: o que não mudou? Como melhorar algo tão bem aceito e já difundido no país?

As poucas mudanças do novo Moto G

Moto G com a tampa de trás aberta.
4G para todos.

Olhando de longe, é difícil detectar as novidades do Moto G de terceira geração. O tamanho da tela foi mantido e o visual, embora traga mudanças em diversos detalhes, mantém o design que vem sendo marca registrada da Motorola desde o Moto X original: frente limpa, costas e ângulos arredondados, o “M” do logo da Motorola numa depressão bem no meio do aparelho, abaixo da câmera, para apoiar o dedo indicador — ainda que, agora, a profundidade tenha diminuído e o posicionamento não privilegie mais tanto a ergonomia desse curioso, mas útil detalhe.

De perto, porém, as novidades começam a ser vistas. E sentidas. O novo Moto G é ligeiramente mais pesado e 0,6 mm mais grosso. São pontos imperceptíveis isoladamente, que só se notam se ele estiver lado a lado com um Moto G antigo. Nesse sentido, pois, o salto geracional não trouxe mudanças tão significativas quanto as ocorridas entre a primeira e segunda versões.

Moto G lado a lado.
À esquerda, o Moto G de 2ª geração.
Duas gerações de Moto G, de perfil.
O novo Moto G (à direita) é ligeiramente mais grosso e pesado.

O que mais se sente pelo tato é a nova textura nas tampas originais. Há uma ranhura diagonal que ajuda na empunhadura, dificultando aquelas escorregadas que alguns modelos, especialmente os com acabamento em vidro, propiciam. Esteticamente é uma faca de dois gumes: de um lado, perdeu a tendência a ficar engordurada, do Moto G antigo; por outro, é fácil acumular sujeira nos vãos. Nada que um mergulho não resolva — e, felizmente, este Moto G tem proteção IPX7, ou seja, pode ficar a até um metro embaixo d’água durante 30 minutos sem sofrer danos.

A menos que algo muito específico ou impossível de detectar tenha sido alterado, a tela parece rigorosamente a mesma da versão anterior do Moto G. Ela tem 5 polegadas, resolução HD e é feita com a tecnologia IPS — na prática, espere pretos meio acinzentados, mas tonalidades mais naturais, sem serem super saturadas. Ela é boa, mas é questão de tempo até intermediários começarem a apresentar resolução Full HD — que considero ideal para telas grandes (+5″). Seria bacana se o Moto G fosse, mais uma vez, pioneiro em elevar esse aspecto da categoria. Pode acontecer eventualmente, mas não foi em 2015.

Tela HD do Moto G: a mesma do ano passado.

Em termos de desempenho, o Moto G de terceira geração ganhou um SoC novo, o Snapdragon 410 com processador Cortex-A53 quad-core, rodando a 1,4 GHz. É uma evolução natural em relação ao Snapdragon 400 das gerações passadas, ou seja, não espere um ganho dramático em desempenho. Ele continua funcionando bem, mas sem surpreender por velocidade ou agilidade.

A RAM melhorou, mas apenas para quem pode pagar mais. E, para mim, essa foi a pior decisão que poderia ser tomada pela Motorola. O Moto G de entrada vem com 1 GB, mas é possível dobrar esse número pagando a mais. É um diferenciador ruim, porque afeta diretamente a experiência de uso. Hoje, com o Android 5.0 e superiores, 1 GB é pouco.

Moto G na mesa.

Quem compra o Moto G mais simples tem uma experiência decididamente pior. Há uma ruptura na consistência da marca “Moto G” que joga contra aquela ideia da compra pela reputação comentada no início deste texto. Até o ano passado, bastava dizer “Moto G” a quem pedia uma indicação de smartphone mid-range. Hoje, é preciso fazer toda uma ressalva: “Moto G, mas preste atenção para pegar o modelo de 2 GB. Só que ele custa mais caro, mas a diferença compensa…” enfim, você entendeu onde quero chegar.

A mesma ressalva vale para o espaço interno. Smartphone com 8 GB, dos quais uns 3 GB se perdem de cara para o sistema e apps pré-instalados, é pouco. Outras fabricantes já se comprometeram a não lançar smartphones com menos de 16 GB. É algo importante e uma prática que a Motorola deveria adotar.

Se perdeu nesses dois pontos, em outro o Moto G sai na frente da concorrência: 4G para todos. Todas as versões são dual SIM e compatíveis com as rápidas redes 4G LTE, cada vez mais populares e acessíveis. É uma boa desde já; e, mesmo para quem ainda tem um chip ou plano restrito ao 3G, é uma garantia para o futuro na qual vale a pena investir. Uma coisa é querer vídeos 4K para, um dia, quem sabe, vê-los na TV da sala; outra é ter 4G, tecnologia mais palpável, acessível e que impacta diretamente a experiência de uso.

Os péssimos fones de ouvido do Moto G.

De resto, a bateria cresceu um pouco (2470 mAh contra 2070 da versão anterior), mas nada capaz de fazer diferença naquele mítico “um dia longe da tomada”. Outra novidade é que, nas versões compatíveis, a TV digital agora é em alta definição em vez daquele padrão 1Seg. E, de verdade, Motorola: troque esses fones de ouvido. São absurdamente horríveis e desconfortáveis, e, com concorrentes diretos entregando fones bons com smartphones mais baratos que o Moto G, vergonhosos.

Câmera (mais ou menos) do Nexus 6

Detalhe da câmera do Moto G.

Se você acompanha os reviews do Manual do Usuário, deve saber que o quesito câmera é sempre complicado de se analisar em smartphones intermediários. O Moto G promete bastante aqui: dentro dele a Motorola incluiu o mesmo sensor usado no Nexus 6 (não lançado no Brasil), um smartphone de US$ 650. (Nos EUA o Moto G custa menos de US$ 200.) Trata-se do IMX214, da Sony, com resolução máxima de 13 megapixels. Embora a câmera do Nexus 6 não se equipare às dos demais topos de linha, ela está claramente acima das de quaisquer aparelhos mid-range.

O problema é que uma câmera resulta do conjunto de alguns fatores, e, no Moto G de terceira geração, falta alguma coisa. As fotos noturnas são visíveis e aproveitáveis, o que já pode ser considerado um feito nessa faixa de preço, porém ainda há bastante ruído. Ela é boa, mais do que se esperaria de um smartphone abaixo de R$ 1.000, só não é nada de outro mundo.

Em condições ideais, “boa” vira “fotos muito bonitas”. Alguns resultados são, de fato, impressionantes. E além do trabalho feito na câmera principal, a Motorola também aumentou a resolução (agora 5 megapixels) e fez alguns ajustes na frontal, que melhorou perceptivelmente.

Veja algumas fotos que fiz por esses dias:

À luz do dia, a câmera faz bonito. f/2; 1/60s; ISO 80. Redimensionada para 742x417.
À luz do dia, a câmera faz bonito. f/2; 1/60s; ISO 80. Redimensionada para 742×417.
Foto bem complexa, com pouquíssima luz. f/2; 0.06668s; ISO 1250. Redimensionada para 742x417.
Foto bem complexa, com pouquíssima luz. f/2; 0.06668s; ISO 1250. Redimensionada para 742×417.
Outra boa foto à luz do dia. f/2; 1/232s; ISO 50. Crop de 100%.
Outra boa foto à luz do dia. f/2; 1/232s; ISO 50. Crop de 100%.
Vez ou outra a tonalidade/temperatura fica esquisita. f/2; 1/30s; ISO 64. Redimensionada para 742x417.
Vez ou outra a tonalidade/temperatura fica esquisita. f/2; 1/30s; ISO 64. Redimensionada para 742×417.
Foto noturna que, apesar do ruído, saiu bem visível. f/2; 0,06668s; ISO 1250. Crop de 100%.
Foto noturna que, apesar do ruído, saiu bem visível. f/2; 0,06668s; ISO 1250. Crop de 100%.
Selfie com a câmera frontal do Moto G.
Câmera frontal. f/2,2; 1/30s; ISO 400. Redimensionada para 742×1319.

Para ver todas em tamanho natural, acesse este álbum no Flickr.

Android puro, como sempre

O Moto G sai de fábrica com o Android 5.1.1 sem muitas modificações. Softwares básicos da Motorola, como o Assist e o Migração, seguem ali (até o Android 6.0, pelo menos) e, além deles, a fabricante trouxe recursos antes presentes apenas na linha Moto X e no Moto E deste ano.

Com gestos, por exemplo, é possível ligar a câmera (girar o pulso duas vezes) ou acender a lanterna (“martelar” o ar duas vezes). Parece bobagem, mas são coisas úteis no dia a dia, mesmo com a câmera relativamente lenta para abrir do aparelho. A outra novidade importada dos irmãos da casa é a Moto Tela, que exibe esporadicamente um atalho de desbloqueio e notificações na tela sem que seja preciso apertar qualquer botão. Como o Moto G carece dos sensores extras e super precisos do Moto X, aqui ele responde a gestos mais bruscos. E como a tela usa um painel IPS, e não AMOLED, a economia de energia é bem menor. De qualquer forma, ele continua útil e é difícil voltar a usar smartphones sem esse mecanismo depois de se habituar a ele.

O Moto G ainda vale a pena?

Botões laterais do novo Moto G.

A versão do Moto G que a Motorola cedeu ao Manual do Usuário contava com 1 GB de RAM (boo!), 16 GB de espaço interno, TV digital e duas capas extras. É uma das que estão à venda no varejo, ou seja, sem personalizações mais profundas. No momento, o preço mais em conta é de R$ 967, na Ricardo Eletro. No Moto Maker, a configuração similar sai por R$ 1.053 à vista.

É um valor salgado para o que o Moto G oferece e, mais ainda, para um smartphone com apenas 1 GB de RAM. Ele é usável, bastante até, mas é inegável que algumas trocas entre apps e ações se beneficiariam muito do dobro disso. E considerando que concorrentes mais em conta oferecem essa memória extra custando menos (Redmi 2 Pro e Zenfone Go por R$ 799 cada, ou Quantum Go por R$ 699), tendo-os em perspectiva tal limitação vira uma grande bola fora. E nem entramos no mérito dos high-end do ano passado, como Moto X e G3, que ainda batem um bolão e frequentemente aparecem por menos de R$ 1.000…

O Moto G, porém, segue como uma compra certa, sem muito risco. Tudo funciona bem na medida do valor pago. Nesse sentido a Motorola faz um bom trabalho, não deixando margem para decepções. Você sabe de antemão o que está comprando e, pela fama (justificada) da linha, o que esperar dele. É o que um hipotético iPhone popular/mais barato seria.

Com tantas opções competentes e mais baratas no mercado, o Moto G deixou de ser a escolha óbvia entre os mid-range. Mas continua a ser uma, porque não há nada nele capaz de me fazer desaconselhá-lo. Ele não ganha mais de ninguém em custo-benefício, mas continua sendo um ótimo smartphone.

Revisão por Guilherme Teixeira.

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37 comentários

  1. Moto G original, maravilhoso, incrível, absolutamente condizente ao que se propôs.
    Migrei para o 2ª geração, desempenho ruim e uma tristeza em comparação ao antecessor;

    já o último lançamento apenas não vale o quanto cobra. Ou seja, Moto G só a primeira versão mesmo.

  2. Motorola com toda a certeza estaria lançando o Moto G 3 básico com 2GB de RAM, 16GB de memória interna e tela fullHD apenas se estivesse nas mãos do google, depois que foi vendida para a Lenovo…. tá ruim de ver :x

  3. Noite de 26 de outubro. Monte seu Motorola com 2GB de RAM e tres capinhas por 1159,00 ou 1101.05 à vista. Sem comentários…

  4. Tive o modelo de 2014 e assim como o original, viraram porcaria quando foram atualizados para 5.0.2 (e 5.1). Moto G com 2Gb não vale a pena por uma razão bem simples: custa mais de 1.000. Por esse preço, há promos de Z3 Compact, LG G3 ou mesmo lançamentos como Quantum Go por bem menos de 1.000 ou o M4 Aqua nesse faixa de 1.000, 1100.

    “O Moto G, porém, segue como uma compra certa, sem muito risco. Tudo funciona bem na medida do valor pago. ”

    Me desculpe, mas não. Levando a categoria em conta, deveria funcionar muito melhor pelo preço cobrado. Xperia C4 tem saído por menos de 800 reais em promoções e foi lançado na mesma época.

  5. “Moto G, mas preste atenção para pegar o modelo de 2 GB. Só que ele custa mais caro, mas a diferença compensa…”

    Sim, já fiz isso umas 4x. hahaha

    Uma pessoa comprou. A versão 2GB é muito bem vinda….outro nível de experiência.

  6. Ótimo review, realista e imparcial. Tenho o mesmo aparelho, o XT 1544, e realmente não é essa Brastemp toda não. Troquei meu Nexus 4 por ele, ganhei em alguns aspectos, mas sacrifiquei desempenho e estabilidade do sistema, muito inferiores no MG3.

  7. Já mexi algumas vezes nele e percebi que a tela está pior… BEM pior, aliás. O design também… A 2° geração além de mais bonita, é mais bem acabada.
    E não acho que o modelo de 2GB vale o preço, principalmente levando o X Play em consideração, que vez ou outra vejo por uns R$1100 em promoções (16GB).
    Enfim, acho que o Moto G perdeu o trono absoluto, por deslize da Motorola e por mérito das concorrentes, que aprenderam muito bem a lição.

    1. Exatamente. Acho tão sem noção quem elogia o Moto G com 2Gb dizendo coisas como “tem desempenho legal, vale a pena”. Vale? Por mais de mil? Com pouco mais se leva Zenfone 2 com 4Gb de RAM. Em pleno 2015 2GB de RAM virou opcional, item de luxo para a Motorola, quando deveria ser item de série. 2GB seria muito mais útil do que 4G. De que adianta conexão rápida (quantos a tem no universo de milhões de usuários?) se o aparelho vai travar, engasgar, te impedir de fazer algo e nos dar uma vontade danada de jogar no meio da rua?

    2. Deslize não foi da motorola, foi do novo dono que prefere ganhar dinheiro ao invés de fazer algo bem feito :/

  8. A terceira e quinta fotos não ficaram nada boas (a noturna ficou horrível). O Moto G 3 consegue fotos melhores, não é possível. O meu Moto G2 consegue fotos melhores do que essas. Tem alguma coisa errada.

  9. Já tive o Moto G de primeira Geração, e hj estou com um Segunda Geração 4G. Confesso que o desempenho me decepcionou um pouco no de segunda geração. O que vale a pena é o preço, pois paguei R$ 611,00 numa promoção do Submarino.

      1. Sim, o Lollipop o fez ficar com o desempenho. Depois de alguns meses resolvi colocar o CyanogenMod que é baseado nolollipop mas sem os problemas dele. Virou outro celular! Recomendo fortemente o procedimento.
        Teoricamente perde-se a garantia, mas compensa :)

        1. Tem algum guia (em português de preferência) que ensine a colocar cyanogem no moto g 2014 (titan) versão mais básica ?
          Sempre me coço para fazer isso mas perco a animação quando só vejo guias em inglês :/

          1. Encontrei esse aqui, que em uma busca rápida, parece ser um dos mais simples e bem explicados:
            http://mrpowergamerbr.blogspot.com.br/2015/05/tutorial-instalando-o-cyanogenmod-121.html#axzz3pzmQl6Ob
            Mas de qualquer forma recomendo que assista alguns vídeos no YouTube ou leia alguns outros textos, para ter certeza de como faz o procedimento, e lembre-se de fazer uma cópia de seus arquivos!
            Eu que já faço isso direto, em 30 min consigo realizar o procedimento todo, em compensação levei mais de uma hora fazendo backups hehe. =)

  10. Comprei o da segunda geração para minha esposa e ele curtiu bastante. Em agosto resolvi trocar meu capenga Nexus 4. Após namorar o Moto G3, acabei optando pelo Moto X Play por causa da bateria. Uma coisa é certa, a Motorola vem se dando bem. Que ela não se perca, ainda mais que desmembrou a família Moto X.

  11. Como o preço dele subiu. Digo em relação à concorrência mesmo.
    Indiquei um de 1ª geração pra minha mãe. Mês passado o celular do meu irmão quebrou e eu já disse na lata: compra um moto G.
    Quando olhei o preço, desaconselhei.

  12. Como o preço dele subiu. Digo em relação à concorrência mesmo.
    Indiquei um de 1ª geração pra minha mãe. Mês passado o celular do meu irmão quebrou e eu já disse na lata: compra um moto G.
    Quando olhei o preço, desaconselhei.

  13. Acho que a Motorola não quis inovar ou melhorar muito o aparelho. O Moto G já tem fama de ser bom, muita gente compra por isso mesmo nem sabendo qual a geração ou versão do aparelho.

  14. O Redmi Pro está por 100 reais a menos atualmente.
    Eu queria muito um Moto G 2GB para substituir um Nexus 4 (aparelho de 2012 com 2GB de ram: por que tanta miséria em 2015???), mas acabei pegando o Redmi mesmo (gosto muito do Android puro, mas vou me arriscar na Miui), essa diferença de preço não compensa.

    1. Eu vi muita gente reclamando do Nexus 4, inclusive amigos meus. Eles ficou muito lento mesmo com o tempo? Pois o meu Moto X 1ª geração ainda é um avião.

      1. O Nexus 4 continua excelente. Inclusive dá uma surra em desempenho em todas as gerações do Moto G, 3ª geração inclusa, e em qualquer intermediário com Snapdragon 400/410 com 2GBde RAM. O Lollipop 5.1.1 está perfeito nele e já há custom ROMs com o Marshmallow e com o Doze funcionando plenamente no N4.
        Em resumo, não vale trocar Nexus 4 ou Moto X 1ª geração por nenhum intermediário comum disponível hoje. A troca só passa a valer a partir de dispositivos com Snapdragon 600/615 e equivalentes.

        1. Eu troquei por duas questões, espaço interno, por andar de carro o dia todo eu queria ter minhas músicas por perto e tenho muitas e a tela também, minhas mãos são enormes e a do Moto X não me atendia mais. Até o momento estou satisfeito com o aparelho que estou, ainda mais com a promoção que peguei.

      2. Desempenho estava normal no Android 5, só tinha alguns bugs estranhos na câmera (não sei se era defeito de hardware ou do sistema): flash e foco totalmente deslocados da captura.

        Só queria mesmo para poder usar cartão de memória, mas fui forçado a comprar outro porque quebrou a tela (ainda não sei se compensa consertar, quebrou só a camada touchscreen).

        1. Troquei o Moto X por esse mesmo motivo, cartão de memória, 11gb (livres) não são o bastante para minhas músicas, principalmente.

          Peguei um Galaxy E7 (morrendo de medo da Samsung) em uma promoção muito boa na internet. Mas é um celular que me impressionou.

        2. Flash e foco deslocados é bug da última versão da Google Camera. Basta desinstalar a última atualização da câmera…

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