O que tem na sua mochila, Paulo Higa?

O que tem na mochila do Paulo Higa.
Foto do Paulo Higa.

Paulo Higa tem 21 anos, mora em São Paulo e escreve sobre tecnologia no Tecnoblog, onde trabalha como editor. Teoricamente é usuário de iPhone, mas está com um smartphone diferente a cada duas semanas. De dia, anda com câmera e notebook para cobrir eventos, coletivas de imprensa e afins. À noite, leva papel e caneta para a faculdade de Jornalismo.

  1. Kindle Paperwhite. Às vezes quero ler um texto longo na web, mas não tenho tempo naquele momento. Então salvo o artigo no Instapaper, que se encarrega de enviá-lo automaticamente para o Kindle, e posso lê-lo em outra ocasião. Acho mais confortável que ler na telinha do celular ou no display brilhante do tablet.
  2. Chaves. No molho de chaves que só tem uma chave, levo o token do banco, um ejetor de bandeja de SIM card e um pen drive discreto Kingston DTSE9.
  3. Sony NEX-F3. Controles manuais, fotos em RAW, sensor competente e um corpo relativamente compacto para trabalhar ou para quando a câmera do celular não é suficiente. Virei um grande fã das mirrorless da Sony e certamente compraria outra, apesar dos altos preços (e baixa variedade) das lentes.
  4. Mochila Mizuno Manchester. Não é nada compacta, mas me permite carregar todas as tralhas do trabalho e da faculdade, além de me acompanhar em viagens. Tem tanto zíper (até na alça) que certamente eu já guardei algo nela e nunca mais vou achar.
  5. LensPen. Em uma extremidade, um pincel bem macio para tirar a poeira da lente da câmera. Em outra, uma ponta de carbono para remover marcas de dedo e outras possíveis sujeiras com segurança.
  6. Bloquinho e canetas. Geralmente acabo usando o celular para fazer anotações rápidas, mas rabiscar num papel ainda é mais rápido e eficiente que digitar num teclado virtual. As canetas são a Uni-ball Signo 207 (muito confortável e com tinta bem escura, como eu gosto; pena ser tão cara no Brasil) e uma Pilot Precise V5 (Rollerball com ponta fina; uso principalmente na faculdade).
  7. MacBook Pro de 13 polegadas com tela Retina. É meu computador pessoal, meu computador de trabalho e me acompanha nas coletivas de imprensa que cubro. Quase tão leve (1,57 kg) quanto o MacBook Air que substituiu e tem autonomia satisfatória; quando preciso ficar o dia inteiro fora, o carregador entra em ação.
  8. iPhone 6. Meu smartphone principal. Eu nunca gostei da ideia de usar capinha, mas resolvi fazer isso no iPhone 6 por dois motivos: 1) a espessura ficou tão absurdamente fina que o aparelho escorrega na mão e 2) aquela lente protuberante da câmera traseira me dá aflição.
  9. Fones de ouvido Etymotic hf5. São fones com excelente qualidade sonora, mas a principal característica é a borrachinha de tripla falange, que elimina praticamente todos os ruídos externos. Funciona para ouvir música, eliminar choros de bebês no avião, reduzir o barulho das marteladas na obra do vizinho, proteger o ouvido de motores de carros no autódromo e tem outras 997 utilidades.
  10. Cabos. Um cabo Lightning para carregar o iPhone, da Anker (o original da Apple tem sérios problemas de durabilidade) e um cabo Micro USB para recarregar a bateria externa, transferir dados e qualquer outra necessidade que surgir.
  11. Carregador portátil Anker Astro E3 de 10.000 mAh. Eu tenho um iPhone e… né?
O que tem na mochila do Paulo Higa.
Clique para ampliar.

Nota do editor: O Na mochila é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o que gente que admiro carrega em suas bolsas e mochilas. Acesse este link para espiar as demais.

Acompanhe

  • Telegram
  • Twitter
  • Newsletter
  • Feed RSS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

37 comentários

  1. Gente, tem alguns poucos caras que fiquei fã, sito, Paulo Higa, o Ghedin, o Joel, Mobilon, Lito (aviões e música) e o Cardoso. Bacana saber que gadgets essa galeria leva, eu não levo nada além de meu telefone e uma necessaire com alguns remédios, cabo de dados, fone da motorola…. Simples assim

  2. Acho essa a melhor série daqui no momento.
    Eu comecei a ler o tecnoblog por causa desse rapaz. Ele escreve bem.
    E acho que ele leva tudo na medida ali dentro da mochila.

    1. Cheguei a pesquisar plugins, image mapping e outras soluções, mas acabei optando por foto+lista para manter a coisa low profile, fácil de produzir e de manter, e compatível com todo dispositivo usado para acessar o site :-)

  3. Acho muito legal essa série de posts, mas tem uma coisa que me incomoda um pouco na formatação. As fotos do que está sendo citado ficam no topo e no final de cada post e a formatação fica em lista, um item em cima do outro. Embora seja ideal para visualizar a lista, não é tão fácil relacionar ao que está na imagem. Talvez ficasse melhor se a lista fosse horizontal e não vertical, assim ficaria mais fácil relacionar o texto ao que está na imagem. Se for possível, é claro.

    Mesmo assim, ótimo post =)

      1. Na verdade a ideia seria que fosse exatamente como é hoje, blocos separando cada item, só que ao invés do item 2, por exemplo, ser logo abaixo do 1, seria do lado direito com o devido espaçamento entre um e outro. Ficou confuso?

        1. Acho que entendi, mas a coluna é estreita. Daria para colocar uns três itens antes que eles ficassem muito finos. Ou isso, ou colocar uma barra de rolagem horizontal (o que é pouco prático, e deve ser infernal em dispositivos móveis).

          1. Mas aí a ideia não seria colocar rolagem horizontal e sim colocar linhas de 3 itens cada. Em casos como esse, por exemplo, seriam 4 linhas mais ou menos, o que já facilitaria a visualização da imagem.

  4. Ideia legal de colocar o ejetor de chip no chaveiro!
    USAhUASHUSA
    Como nao pensei nisso antes!? =D

    Ghedin, a serie sobre as mochilas vao ter postagens de nos, leitores, também!?
    =D

    1. Sim! Só não consegui bolar ainda um sistema para escolher os leitores — são muitos e o espaço é pouco, logo é preciso ter algum. Mas teremos mochilas dos leitores sim, em breve :-)

      1. Esse foi o primeiro (andei uns tempos sem acessar…)? Ideia maravilhosa!! Já fez um seu, né? (Vou pesquisar aqui).

          1. Vou ler sim, todos eles e faça o seu, oras. O dono do pedaço tá tímido?

          2. Rodrigo, me desculpe o off topic, mas queria pedir que fizesse um post sobre essas internet ‘públicas’ de operadoras, o hotspots. Estou tendo muito problema no Velox (Telemar, Oi) e nas centenas de ligações para o call center, um dia me fizeram aceitar um tal Wifi Fon, que aqui (Curvelo, Minas) acho que nem existe, mas vai que existe e não sei… e pesquisei um pouco e acabei descobrindo que eles ‘puxam’ uma parte da banda residencial para usar nessa pública, ou seja, um gato. Liguei domingo na central e perguntei e foi prontamente negado, disseram que não, não existe isso, que o cliente não é prejudicado. Como a gente nunca pode esperar muita coisa, pois se o fazem, não falarão, gostaria de saber se você tem meios de aferir isso com suas fontes ou gente ligada ao meio. Obrigado!!

    2. o meu nem da, é aquele antigo da Apple que é aberto, pode facilmente sair do chaveiro. Então acabo deixando em casa. Não tenho costume de alterar chip, então não vejo necessidade de andar com ele.

  5. Oi Paulo ta dizendo aqui que VC usa dois celular por mês. Conhece o Motog? Se sim VC recomenda? Se sim usaria capinha? Se sim de qual cor? Se sim só a capinha mesmo ou pegaria uma película tbm?

    Por enquanto é só isso. Ah, eu amo o Tecnoblog, pena que não tem bonequinho seu… AFF… o Mobilon tem cara que comia as trakinas sozinho quando criança e não dividia com os amigos… AFF

    1. Cara, o Paulo até testou ele no Tecnoblog. Opinião de quem tem (XT1069): Fuja desse aparelho! Estou passando raiva até não poder mais, com apenas 1 mês de uso. 4 apps em segundo, já o deixa lento nas transições, demora a recarregar tela inicial (home), ‘mata’ apps em segundo plano segundos após assim terem sido colocados, fora outras coisas. Ontem, tentando configurar minhas contas de e-mail no novo Outlook, enquanto fui ver o código da autenticação em duas etapas do Gmail na SMS, ao voltar pro app do Outlook, o aplicativo tinha reiniciado e, óbvio!, teria que reinserir tudo de novo (e-mail, senha, esperar envio de código…). Desisti! Outra hora tento por outro método (ligação para o fixo, envio de código para um email, por exemplo). Uma vergonha esse aparelho. Moto Bomba!

        1. Rodrigo, não mentiria, acredite. Comprei porque confiei na babaquice do povo em ‘Moto God’, ‘Mito G’ e se soubesse a raiva que sinto de mim mesmo…
          Já resetei ele 5 vezes (duas pelo ‘redefinir’ e 3 pelo hard reset de combinação de teclas power + vol down e seguindo outras dicas). Usando agora Android 5.0.2

          1. Gabriel, antes dele usei (no ano passado) um Lumia 520, outro Lumia (625) e um Moto G XT1033 (equivalente a ele, mas da primeira geração). Como no final do ano teve muita promoção e o preço do novo estava bom, adquiri mas demorou quase um mês pra entregar, mas como tinha vendido o Moto G anterior, fiquei usando o Lumia 625 até o Correio entregar o novo (das ‘Americanas’). Acredite: os outros funcionavam bem melhor. O de primeira geração não me estressava como esse e os Lumias, com ‘apenas’ 512mega de RAM e processador dual core, também. Quando se tinha muito app aberto, começava a dar ‘retomando,,,’ e bastava fechar quase tudo, ou seja, manter apenas o básico para aquele momento (3, 4) e funcionava sem nenhum problema. Já o ‘Mito G 2ª geração’… Até agora não inseri minhas contas do Gmail no novo Outlook (Acompli), de tanta raiva que passei na tentativa anterior, com o Mito G (??) ‘matando’ o app após 4, 5 segundos

      1. Eu tenho um XT1069 e tinha este problema no Kitkat. Com o Lollipop esse problema reduziu consideravelmente.

        1. Antônio, o Lollipop reduziu muito pouco, por ex, com o 4.4.4, mesmo sem nenhum app aberto e se clicasse no app nativo de câmera, quando voltava na tela inicial, demorava a aparecer os apps dela, o que ocorre no 5.0.2 quando mantenho apps em background, mesmo sabendo que estão ‘congelados’, pois ele mantém o app na multitarefa, mas quando se clica, são reiniciados. Se são congelados, por que a demora para mostrar a tela inicial? No Kitkat, tinha um bug irritante: tinha hora que abria um app mas ele não ‘abria’, ou melhor, abria direto em segundo plano e me fazia ir na multitarefa, clicar no app lá para que ele fosse maximizado e pudesse ser usado. Com o 5.0, não ocorreu ainda. Tenho ódio de celular e computador que trava e comprei-o porque ouvia (lia) maravilhas do ‘Android puro’, ‘fluidez do sistema’, ‘oitava maravilha do mundo’. Ah, no fim de ano, mexi nos celulares do povo da família e um CCE Sk504 e um LG G Pro Lite dual chip tiveram funcionamento bem mais redondo (não pude comparar porque o Moto G ainda não havia chegado), mas falo da minha percepção, ao abrir vários apps (inclusive de câmera, nativo) e alternar entre eles e voltar pra tela inicial. São aparelhos que todo mundo pode dizer que ‘são lixos perto do Moto G’ e, no entanto, pude ver bem quem era lixo e no uso prático, não no ‘ouvi dizer’. Estou falando isso tudo nem é pra você, para criar discussão não, é só para explicar mesmo. Tô doido pra achar alguém que queira, pra passar pra frente.

      1. Paulo, geralmente nosso medo é de quebra mesmo. Risco, dá pra conviver bem, mas tela estilhaçada que custa quase o preço do aparelho novo para substituir, já não dá para conviver… Você não usa (usou) película nem nos seus iPhones? Corajoso demais!!

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!