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A mochila do roteirista e escritor Nigel Goodman

Nesta seção, leitores do Manual mostram o que carregam em suas mochilas no dia a dia. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua — a continuidade da seção depende de você.

Homem branco, de barba, com uma camiseta branca com estampa de “Dragon Ball”, em frente a um corpo d'água.
Foto: Arquivo pessoal.
Eu trabalho com roteiro, já escrevi um pouquinho de tudo, mas sempre focando mais em humor. Se tiver que citar só um trabalho, gosto de falar Irmão do Jorel. Também já publiquei um livro. Então meu trabalho é 95% remoto hoje em dia, salvo por reuniões presenciais ou para acompanhar alguma gravação. Isso se reflete nas minhas mochilas, meio prontas para trabalhar, mas também para levar uma criança no parque.

Uso quando ando com o computador ou vou fazer uma viagem de final de semana:

  • Mochila Nike SB com botton e pin. Tem dois bolsinhos do lado com zíper. Em um carrego primeiros socorros, no outro vão coisas como chave do carro, canivete etc. Dentro, ela tem só um bolso pro notebook, que é um saco de por e tirar, então eu deixo ele solto com o carregador e um casaco e coloco o caderno e os livros que eu estiver levando em uma viagem. Na frente vai todo o resto.

Sem computador:

  • Bolsa maior, Nike: Ela é pequena, mas cabe muita coisa. Tem um bolso com velcro atrás ainda. Gosto dela porque, com uma lente pequena, consigo por uma câmera dentro, filme, e sair por aí. Não protege nada a câmera, então numa viagem ou se vou carregar mais lentes eu uso a meia mochila da K&F que é mais pra isso.
  • Bolsa menor, Havaianas: Acho que ela é resistente a respingos e chuvinha. Com certeza é mais que a outra. É menorzinha, mas cabe power bank, carregador, chaves, fone, óculos.

As duas bolsas também quebram galho para carregar papel. Uma receita de remédio pra ir na farmácia, um roteiro dobrado no meio. Coisas que eu enfiaria em um bolso da calça e amassaria tudo em outras ocasiões.

Mochilas e objetos do Nigel vistos de cima.
Foto: Arquivo pessoal.

O recheio:

  • Celular. Não está na foto porque tirei a foto com ele. É um Galaxy S22 com a bateria estufada. Estou esperando o S25+ chegar.
  • Computador. ambém não está na foto, mas é um notebook Acer Nitro v15 que eu tive que comprar esse ano porque, depois de o antigo bater uns cento e tantos graus e travar em uma reunião, além de outros problemas que estavam se acumulando, achei melhor já pular fora. Normalmente carrego ele sem capa ou qualquer coisa.
  • Relógio G-Shock GA 2100: Abandonei o smartwatch esse ano. chega de notificações. É um relógio, mas é um pouco um lembrete para me desconectar. Comprei o G-Shock na esperança de que não quebre se levar umas pancadas para ser um relógio pra usar pra tudo.
  • Caderno Midori da Bekobooks “amigão”. É um caderno feito de cadernos que podem ser substituídos. Carrego três cadernos dentro e uso cada um para uma coisa diferente. O primeiro para minhas anotações pessoais, o segundo para notas durante reuniões (parei de tomar nota no computador) e o terceiro uso só para desenhos e rabiscos. Tenho ainda caderninhos menores que consigo carregar em qualquer lugar, mas não tenho carregado tanto.
  • Caneta Parker Vector: É uma caneta tinteiro barata e resistente. Tenho outras na mesa, mas prefiro sair com essa que vou sofrer menos se perder, mas gosto dela.
  • Canivete Victorinox Hiker: Ele tem uma serra e não tem saca-rolha. Já serrei alguns galhos na frente de casa, instalei tomada, abri brinquedo, encomenda… Sempre achei estranho quem anda com faca e hoje pago a língua. Às vezes ando com ela no bolso pela casa junto com o celular.
  • Creme Nívea Men — Rosto, mãos, corpo e pós-barba*. Eu não entendi o que o asterisco quer dizer, mas se eles foram obrigados a colocar na embalagem é porque deve ser um ótimo pós-barba.
  • Óculos escuros Fuel: comprei no impulso e me arrependi um pouco, mas sigo usando.
  • Casaco de moletom: vai que faz frio? E se não fizer ele dá uma encorpada na mochila pra não ficar uma sacola nas costas.
  • Power bank Ovvi 12000 mAh: Não gosto. A entrada micro-USB bloqueia a saída USB-C. Descobri isso quando teria sido bom usar o esquema de carregar ele e o celular ao mesmo tempo, mas não vou trocar só por isso.
  • Fones de ouvido JBL Wave 2: Gosto deles.
  • Carregador do celular. Do computador também deveria estar na foto.
  • Anel amarelo: Não sei como se chama isso, mas é um daqueles negócios de ficar apertando pra fortalecer o antebraço. Eu sou meio ansioso, então carrego pra ficar apertando durante reuniões. Deve ser estranho para as outras pessoas, mas me ajuda até a manter o foco ter algo pra ficar apertando e torcendo.
  • Lata com band-aids e remédios: Peguei a dica em um canal de EDC no YouTube. Fica organizadinho e protegido. Também carrego esse spray antisséptico adesivo (arde). Tenho filho.
  • Câmeras: Já tive mais o hábito de sempre carregar uma câmera comigo o tempo inteiro pra parar e tirar fotografias quando surgisse a oportunidade. Hoje em dia, sair com a câmera é mais intencional. Tenho uma mirrorless da Fujifilm (X-T5) e algumas analógicas (na foto: Praktica MTL3). Geralmente saio com uma só. Se vou sair com mais câmeras de uma vez ou levar mais lentes (quando vou viajar e não sei bem o que vou querer usar), uso a mochila própria. Tem um rolo de filme feito a partir de película de cinema rebobinada pelo lab.irinto.lab na foto também.

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5 comentários

  1. Gosto muito do podcast para dormir. Um dia cometi a insensatez de ouvir enquanto dirigia e logo tive que tirar antes que o pior acontecesse.

    Já gravei um episódio inspirado nele só para compartilhar com alguns amigos e eles gostaram muito!

  2. tenho uma latinha com remédios igual a sua, heheh, eu uso pouco, mas vira e mexe salvo alguém com ela

    ahh, também tenho um canivete, mas o meu teu abridor de vinho

    gostei da mochila pequena, vou até procurar uma aqui, pois a minha é grande e está começando a ceder.

    1. Eu tinha uma outra lata, mas os caras que resolveram fazer chiclete imitando band-aid sabiam muito bem o que estavam fazendo.

  3. Tô há uns cinco meses com esse G-Shock GA2100 e virou meu relógio do dia a dia. Costumava variar entre alguns modelos, mas dava preferência sempre pra um cronógrafo Festina pela curiosidade de cronometrar diversas coisas. Depois que peguei o G-Shock, acho que pela despreocupação do cuidado de não esbarrar e por ser mais barato, só sai do pulso quando acho que outro combina mais com a ocasião.
    Depois de um tempinho, troquei a pulseira por uma nato (com um adaptador de metal) porque acho mais confortável que a de resina. Demora mais pra secar, mas como tem quick-release as vezes destroco pra entrar na água.
    De longe, foi a comprinha que mais valeu ano passado.

    E uma dica pra quem quiser ajustar relógios é discar (21)3504-9265. É um serviço do observatório nacional que anuncia a hora a cada dez segundos com um bip. Vem direto dos relógios atômicos da hora legal brasileira. Provavelmente vai estar exatamente igual a hora do seu computador, mas é legal demais ligar para O relógio do Brasil.

    Tem tempo que não uso, mas também tenho a mesma Praktica MTL3 que meu pai comprou há quase cinquenta anos. Aprendi a fotografar ainda criança nessa máquina. Só de ver, bateu uma vontade de queimar uns filminho nela.