Conteúdo da mochila do James Pond.

O que tem na sua mochila, James Pond


22/2/19 às 8h43

Foto do James Pond. James Pond é administrador de sistemas, responsável pelo back-end, servidores e futuro design do Manual do Usuário, fotógrafo nas horas vagas e colecionador de LEGOs e action figures. Depois de quase seis anos trabalhando na divisão de hospedagem da StudioPress, decidiu abrir sua própria empresa de hospedagem WordPress com foco em privacidade e suporte nível Apple aos seus clientes, a Mad Pony.


  1. Livro Doctor Who: Engines of War. Qualquer pessoa que me conhece sabe da minha paixão pela série britânica Doctor Who, então não é nenhuma surpresa saber que eu consumo tudo o que for relacionado a série. Procuro sempre ter um livro comigo para as horas de tédio ou descanso, e esse é o que está na mochila agora.
  2. DJI Osmo Mobile. Um gimbal para o celular, usado para levar os stories do nosso Instagram para outro nível. Apesar de não gostar muito da empresa, admito que é o melhor gimbal do mercado.
  3. Controle Gamevice. Melhor compra que eu fiz em 2018, é um controle MFI que transforma o iPhone em um Nintendo Switch. Eu geralmente faço streaming de um servidor que fica em casa para jogar na cama ou em cafés durante pausas no trabalho, ou jogo JRPGs que foram lançados ou relançados na App Store. Esse controle torna a experiência milhares de vezes melhor.
  4. Card Reader Pro da iZettle. Testei diversas marcas de leitor de cartão, mas eventualmente escolhi a iZettle, que recentemente foi comparada pelo PayPal. Sempre na mochila porque as clientes geralmente fazem o pagamento já no café que marcamos para conversar, dificilmente pagando no estúdio. Recentemente fiz o upgrade para o iZettle Reader, o modelo branquinho deles, mas estou esperando chegar.
  5. Pomada para cabelo. Eu tenho três vezes mais produtos para cabelo do que a minha esposa. Só isso que tenho a dizer.
  6. MacBook Air (13″, 2018). Estou me distanciando do Google o máximo possível — os três pucks do Google Wi-Fi são os últimos para ser Google-free —, e essa foi a minha escolha para substituir o meu Pixelbook. Como passo boa parte do meu tempo em frente a um terminal, o hardware dele não chega a ser um problema. Para edição de vídeos e fotos eu conecto remotamente a um servidor que montei para esse fim na época em que comprei o Pixelbook, já que a suíte completa de aplicativos da Adobe não estava disponível para o ChromeOS. Fiquei com o Air ao invés do Pro por conta das melhorias no teclado.
  7. Rode VideoMic Pro. Comprei depois de ver um vídeo em que o Casey Neistat o recomendou. É um microfone muito bom para vlogs e até para vídeos mais profissionais.
  8. Fujica ST801. Eu ainda faço bastante fotografia com câmera analógica, principalmente nu artístico, e esse foi o corpo que escolhi para tal. Câmera dos anos 70, tem um viewfinder muito nítido e claro e tira fotos maravilhosas quando usada em conjunto com o filme Fuji Pro 400H — o meu favorito.
  9. Fujifilm X-T1. Meu amor pela Fujifilm nunca foi um segredo e essa câmera foi o começo de tudo. Construída feito um tanque, já foi levada pelo mar — junto comigo —, enterrada na areia, quase congelada e levou inúmeros tombos, mas continua funcionando firme e forte. Excelente para fotografia, péssima para videografia.
  10. Adaptador M42 para FX. Me permite usar as lentes da ST801 na X-T1 ou X-T3. Eu gosto muito de lentes antigas e prefiro usar foco manual, então esse adaptador é uma mão na roda.
  11. Tampas de lente. Perfeitas para guardar pendrives e cartões de memória.
  12. Fujifilm NPW-126. A maior desvantagem das câmeras mirrorless é a duração da bateria — apesar de não ser tão ruim quando algumas pessoas tentam fazer parecer —, então sempre tenho algumas reservas comigo.
  13. Xiaomi Power Bank 2 20.000 mAh. Um monstro feito pela Xiaomi que nunca sai da mochila, pode carregar o iPhone X umas sete vezes por carga, garantindo que eu nunca perca uma notificação de emergência (site ou servidor fora do ar, por exemplo).
  14. AirPods. São ótimos para os momentos em que você quer ouvir música, podcasts e afins, mas ainda quer prestar atenção ao seu redor, já que não possuem qualquer tipo de proteção contra ruídos. Super práticos, conectam em todos os dispositivos Apple da forma mais fácil possível e duram um horror de tempo. Comprei porque fico de plantão 24/7 mas ainda assim quero ir ao cinema e afins, então com eles no ouvido eu posso ir pro cinema com o celular em full volume sem problema algum.
  15. iPhone X. Meu celular do dia a dia. Acho a versão branca um dos celulares mais lindos que a Apple já fez, e não tenho problema algum com o entalhe ou com a falta de entrada para fones de ouvido.
  16. Mochila Nike Air Force 1. Segundo a minha esposa, eu troco de mochila mais do que eu troco de roupas, mas essa já está comigo faz um bom tempo e não pretendo trocá-la tão cedo. Diz a Nike que cabem 30 litros nela, mas na verdade cabem 50 tranquilamente. Super confortável, combina muito bem com o estilo de roupa que eu uso e até hoje aguentou tudo o que eu joguei nela, então me parece bem resistente. Tem poucos bolsos internos e não tem divisórias internas além do padrão para notebooks.
  17. LEGOs diversos. O motivo pelo qual eu preciso de uma mochila grande, eu carrego meus LEGOs favoritos para todo canto porque nunca sei quando a criatividade vai bater e a oportunidade para uma foto vai aparecer.
  18. Fujifilm X-T3. (Usada para tirar a foto.) Apesar de excelente, a Fujifilm deixou a desejar em várias áreas com a X-T1, sendo videografia a maior delas. Com a X-T3 a empresa consertou tudo o que eu via de problema na anterior, se tornando uma puta câmera para vídeos e fotos. Eu dificilmente fico tentado a fazer upgrade quando um novo brinquedo sai, mas peguei essa já na pré-venda.
Conteúdo da mochila do James Pond.
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Nota do editor: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, profissionais e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua — a continuidade da seção depende de você.

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