O que tem na sua mochila, James Pond

Conteúdo da mochila do James Pond.

Foto do James Pond. James Pond é administrador de sistemas, responsável pelo back-end, servidores e futuro design do Manual do Usuário, fotógrafo nas horas vagas e colecionador de LEGOs e action figures. Depois de quase seis anos trabalhando na divisão de hospedagem da StudioPress, decidiu abrir sua própria empresa de hospedagem WordPress com foco em privacidade e suporte nível Apple aos seus clientes, a Mad Pony.


  1. Livro Doctor Who: Engines of War. Qualquer pessoa que me conhece sabe da minha paixão pela série britânica Doctor Who, então não é nenhuma surpresa saber que eu consumo tudo o que for relacionado a série. Procuro sempre ter um livro comigo para as horas de tédio ou descanso, e esse é o que está na mochila agora.
  2. DJI Osmo Mobile. Um gimbal para o celular, usado para levar os stories do nosso Instagram para outro nível. Apesar de não gostar muito da empresa, admito que é o melhor gimbal do mercado.
  3. Controle Gamevice. Melhor compra que eu fiz em 2018, é um controle MFI que transforma o iPhone em um Nintendo Switch. Eu geralmente faço streaming de um servidor que fica em casa para jogar na cama ou em cafés durante pausas no trabalho, ou jogo JRPGs que foram lançados ou relançados na App Store. Esse controle torna a experiência milhares de vezes melhor.
  4. Card Reader Pro da iZettle. Testei diversas marcas de leitor de cartão, mas eventualmente escolhi a iZettle, que recentemente foi comparada pelo PayPal. Sempre na mochila porque as clientes geralmente fazem o pagamento já no café que marcamos para conversar, dificilmente pagando no estúdio. Recentemente fiz o upgrade para o iZettle Reader, o modelo branquinho deles, mas estou esperando chegar.
  5. Pomada para cabelo. Eu tenho três vezes mais produtos para cabelo do que a minha esposa. Só isso que tenho a dizer.
  6. MacBook Air (13″, 2018). Estou me distanciando do Google o máximo possível — os três pucks do Google Wi-Fi são os últimos para ser Google-free —, e essa foi a minha escolha para substituir o meu Pixelbook. Como passo boa parte do meu tempo em frente a um terminal, o hardware dele não chega a ser um problema. Para edição de vídeos e fotos eu conecto remotamente a um servidor que montei para esse fim na época em que comprei o Pixelbook, já que a suíte completa de aplicativos da Adobe não estava disponível para o ChromeOS. Fiquei com o Air ao invés do Pro por conta das melhorias no teclado.
  7. Rode VideoMic Pro. Comprei depois de ver um vídeo em que o Casey Neistat o recomendou. É um microfone muito bom para vlogs e até para vídeos mais profissionais.
  8. Fujica ST801. Eu ainda faço bastante fotografia com câmera analógica, principalmente nu artístico, e esse foi o corpo que escolhi para tal. Câmera dos anos 70, tem um viewfinder muito nítido e claro e tira fotos maravilhosas quando usada em conjunto com o filme Fuji Pro 400H — o meu favorito.
  9. Fujifilm X-T1. Meu amor pela Fujifilm nunca foi um segredo e essa câmera foi o começo de tudo. Construída feito um tanque, já foi levada pelo mar — junto comigo —, enterrada na areia, quase congelada e levou inúmeros tombos, mas continua funcionando firme e forte. Excelente para fotografia, péssima para videografia.
  10. Adaptador M42 para FX. Me permite usar as lentes da ST801 na X-T1 ou X-T3. Eu gosto muito de lentes antigas e prefiro usar foco manual, então esse adaptador é uma mão na roda.
  11. Tampas de lente. Perfeitas para guardar pendrives e cartões de memória.
  12. Fujifilm NPW-126. A maior desvantagem das câmeras mirrorless é a duração da bateria — apesar de não ser tão ruim quando algumas pessoas tentam fazer parecer —, então sempre tenho algumas reservas comigo.
  13. Xiaomi Power Bank 2 20.000 mAh. Um monstro feito pela Xiaomi que nunca sai da mochila, pode carregar o iPhone X umas sete vezes por carga, garantindo que eu nunca perca uma notificação de emergência (site ou servidor fora do ar, por exemplo).
  14. AirPods. São ótimos para os momentos em que você quer ouvir música, podcasts e afins, mas ainda quer prestar atenção ao seu redor, já que não possuem qualquer tipo de proteção contra ruídos. Super práticos, conectam em todos os dispositivos Apple da forma mais fácil possível e duram um horror de tempo. Comprei porque fico de plantão 24/7 mas ainda assim quero ir ao cinema e afins, então com eles no ouvido eu posso ir pro cinema com o celular em full volume sem problema algum.
  15. iPhone X. Meu celular do dia a dia. Acho a versão branca um dos celulares mais lindos que a Apple já fez, e não tenho problema algum com o entalhe ou com a falta de entrada para fones de ouvido.
  16. Mochila Nike Air Force 1. Segundo a minha esposa, eu troco de mochila mais do que eu troco de roupas, mas essa já está comigo faz um bom tempo e não pretendo trocá-la tão cedo. Diz a Nike que cabem 30 litros nela, mas na verdade cabem 50 tranquilamente. Super confortável, combina muito bem com o estilo de roupa que eu uso e até hoje aguentou tudo o que eu joguei nela, então me parece bem resistente. Tem poucos bolsos internos e não tem divisórias internas além do padrão para notebooks.
  17. LEGOs diversos. O motivo pelo qual eu preciso de uma mochila grande, eu carrego meus LEGOs favoritos para todo canto porque nunca sei quando a criatividade vai bater e a oportunidade para uma foto vai aparecer.
  18. Fujifilm X-T3. (Usada para tirar a foto.) Apesar de excelente, a Fujifilm deixou a desejar em várias áreas com a X-T1, sendo videografia a maior delas. Com a X-T3 a empresa consertou tudo o que eu via de problema na anterior, se tornando uma puta câmera para vídeos e fotos. Eu dificilmente fico tentado a fazer upgrade quando um novo brinquedo sai, mas peguei essa já na pré-venda.
Conteúdo da mochila do James Pond.
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Nota do editor: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, profissionais e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua — a continuidade da seção depende de você.

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31 comentários

  1. Rodrigo, você já pensou em fazer uma seção no site com as pessoas mostrando e explicando os apps que usam no smartphone ou no PC?

      1. Paguei R$ 250 nele usado no OLX, quando peguei. Com exceção da X-T3, da pomada de cabelo, da mochila e do livro, todo o resto foi comprado usado.

        Eu dificilmente compro coisas novas, já que garantia nunca foi algo que eu fui atrás. Se algo estraga ou eu tento consertar ou fico com preguiça de fazer a garantia valer, então acabo comprando tudo usado mesmo.

  2. Sobre a questão de estar de plantão 24/7, fiquei com uma dúvida: não tira os fones nem na hora de assistir um filme no cinema? Sei lá, achei isso bem estranho. No sentido de que por mais que estejamos dispostos a ficar “on duty” constantemente, um momento como um filme é um tempo válido para se desligar de interferências externas. Eu, pelo menos, teria minha imersão prejudicada na história se assistisse um filme com os fones, aguardando uma possível notificação.

    1. Eu deveria ter explicado isso melhor, sorry. Eu coloquei todas as notificações do meu celular no mudo, com exceção de um inbox específico que tem o som de um aviso de furacão, que é pra onde o Help Scout envia todas as notificações de emergência.

      Quando eu estou no cinema, por exemplo, eu não espero receber notificação de emergência. A gente recebe poucas porque no dia a dia tentamos previnir isso o máximo possível, então os AirPods servem como precaução mesmo.

      O Manual do Usuário tem 100% de uptime, por exemplo.

      Nunca me atrapalhou em nada usá-los dessa forma, e em casos específicos — quando a minha esposa me leva para sair ou eu a levo para sair, por exemplo —, eu aviso no Basecamp que vou ficar indisponível por algumas horas.

    1. Montei uma máquina para edição de fotos e vídeos, e como para isso a máquina precisava ser “potente” calhou de ser ótima para jogos também, com um Ryzen 7 1700 e duas Vega 64.

      Infelizmente não existe um software tão bom quanto o GameStream da NVIDIA para a AMD — que eu saiba —, e o Steam In-Home Streaming não tem aplicativo para o iOS, mas existe algo parecido chamado KinoConsole que é otimizado para fazer streaming de jogos pela rede local.

      Quando estou em casa eu uso a rede local pra isso, não tem delay nenhum que eu consiga perceber e tudo roda liso. Quando estou fora de casa, conecto via VPN pra “enganar” o servidor pra ele achar que estou na mesma rede.

      Claro, isso funciona porque eu jogo JRPGs em turno, já que quando conectado pelo VPN a queda de performance e os delays são bem óbvios. Nunca tentei jogar um FPS, jogo de luta ou coisas do tipo, então não saberia te dizer qual seria a experiência nesse caso — mas presumo que seria péssima.

      Ah! O KinoConsole tem aplicativo para a Apple TV também, então acabo usando isso pra jogar na sala ao invés de ficar carregando o computador pra lá e pra cá ou passar cabo HDMI pela parede.

      1. Existe o Moonlight também, ele usa o serviço de streaming da nVidia, claro, mas até onde eu sei tem como burlar isso e usar ele com placas ATI.

        Para quem não tem um servidor já montado, a melhor solução interna (para rede local) ainda é o Steam Link.

        1. O problema do Moonlight é que ele é uma implementação do protocolo do GameStream, logo, tem como requisito uma placa de vídeo da NVIDIA. Nunca achei uma forma de burlar isso.

          Quanto ao Steam Link, seria a minha opção principal já que o KinoConsole não é atualizado desde 2016, mas infelizmente o aplicativo para iOS desapareceu depois daquele rolo todo entre a Apple e a Valve.

          1. Acho que o Steam Link deve voltar.
            No Android ele saiu por quase 2 meses e depois voltou numa versão mais ágil. Ainda é a melhor solução que eu conheço.

  3. Estou sentindo o peso nas costas só de ler o post, especialmente os LEGOs. Fora isso, bela mochila, várias coisas legais

    Dúvida: você carrega a XT-1 e a XT-3 na mala?

    1. Os LEGOs são super leves, na verdade. É só tamanho mesmo.

      Como eu trabalho de um café perto de casa, meu caminhar com a mochila geralmente se resume à sair da minha casa e caminhar até o café, então as costas ficam tranquilas mesmo com as câmeras.

      Quantos as câmeras, eu carrego as três comigo, já que essa é a mesma mochila que eu levo em ensaios e a X-T1 virou a minha câmera reserva.

      Tem outro motivo, também. Em vários ensaios, a pedido da cliente, precisamos fazer algum vídeo enquanto o ensaio acontece e o celular não é o suficiente, aí eu uso a X-T1 e a ST801 para fotografar e a minha esposa usa a X-T3 para filmar.

    1. Eu andava com outras action figures também, mas recentemente o projeto mudou para fotografia apenas com LEGOs, então carrego apenas alguns favoritos e peças para montar eles em situações diferentes.

      Stormtrooper coming out of keyboard

      É menos desconfortável do que parece, haha.

          1. Sim! Foi por conta do trabalho dele que eu comecei a fotografar essa área, anos atrás, com um projeto chamado The Secret Life of My Toys.

            Desde então eu acabei nunca atualizando perfil nenhum, fazendo as fotos mais pra mim mesmo, mas a esposa tem me incentivado e expor o material novo no MON é o novo objetivo. Vamos ver, qual que o projeto é aceito, haha.

            Essas peças pequenas de maquete são MUITO caras no Brasil por sabe-se lá qual motivo, então pra ter o meu próprio estilo e não quebrar a carteira, eu fui pro lado dos LEGOs.

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