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Obrigado pelos GIFs, Steve Wilhite, e outros links legais

Todo sábado, um amontoado de links curiosos e/ou interessantes. Leia as edições anteriores.


GIF animado de um avião no ar com nuvens passando ao fundo.

— Em 1987, Steve Wilhite criou o GIF, formato de arquivo que dois anos depois ganharia suporte a animações e décadas mais tarde se transformaria numa quase linguagem à parte na internet. Steve faleceu dias atrás, vítima da covid-19. O aviãozinho ali em cima foi o primeiro GIF animado da história (em inglês), segundo o criador do formato.

— Uma longa lista das vezes em que Gilberto Gil cantou a tecnologia.

— De cair o queixo esta animação de uma mulher criada com o motor gráfico Unity.

— Da Anitta ao Mark Ruffalo, está pesadíssima a campanha para que jovens tirem o título de eleitor. É fácil e dá para fazer tudo pela internet, sem sair de casa. O prazo termina em 4 de maio. (O recado também vale para você, maior de idade, que mudou de cidade e ainda não transferiu o título. Veja como fazer.)

Cabo Eleitoral, novo podcast da Folha de S.Paulo em parceria com o InternetLab e conduzido pela Paula Soprana, joga luz no papel das redes sociais nas campanhas eleitorais. Estreia quarta-feira (30).

— Este cara criou um calendário de mesa (em inglês) que lembra o Macintosh clássico usando um Raspberry Pi e uma tela e-ink (tipo a do Kindle).

— Psicólogo: “O controle peludo de Xbox não existe, ele não pode te machucar.” Microsoft lança controle peludo de Xbox (em inglês).

— Acharam um “easter egg” (uma brincadeira escondida) no Windows 1.0 (em inglês), lançado há 37 anos.

— Há anos o mouse da Apple é motivo de piada. O (sugestivo) canal Unnecessary Inventions resolveu o problema (em inglês).

Lançamentos literários:

  • Justiça interrompida [Amazon, editora]1, de Nancy Fraser, publicado pela Boitempo.
  • Negócio escalável [Amazon, Magalu, editora]1, de Oséias Gomes, publicado pela Gente.
  • Pacto da branquitude, O [Amazon, Magalu, editora]1, de Cida Bento, publicado pela Companhia das Letras.
  • Rei pálido, O [Amazon, Magalu, editora]1, de David Foster Wallace, publicado pela Companhia das Letras.
  • Robinson Crusoé [Amazon, editora]1, de Daniel Defoe, publicado pela Ubu.
  • Sou eu e não mais sou [Amazon, editora]1, de Karen Menatti, publicado pela Elefante.

Drive to Survive, a série documental da Formula 1, é um grande comercialzão para o mercado norte-americano que a Netflix paga para exibir. Uma ótima análise (em inglês) da estratégia.

— Eu não conhecia essa: para selecionar múltiplos itens em uma lista qualquer no iOS, basta arrastar dois dedos juntos sobre ela (em inglês).

— Um mapa que mostra em quais lugares é possível fazer Pix Saque e Pix Troco.

— Agora você pode colocar um avatar no lugar do seu rosto (em inglês) em chamadas no Zoom. Desde já ansioso pelos executivos e juízes com cara de cachorrinho desesperados sem saber como desativar o recurso.

— Um diretório tipo o Alternative To, porém só com software de código aberto. Dica do Eduf.

— Duas maneiras fáceis de criar imagens compartilháveis a partir de posts no Twitter: TweetShots (web) e to Stories (iOS). Ambos são gratuitos e o to Stories funciona com vários outros aplicativos além do Twitter.

cool-retro-term é um aplicativo de terminal que simula o visual dos antigos monitores CRT. Nostalgia pura. Para Linux e macOS.

Lucidspark é uma lousa virtual colaborativa na web. Freemium, com vários planos/preços.

Pokete é um jogo estilo Pokémon jogado no terminal.

Notepadqq é uma espécie de Notepad++, só que para Linux.

Away é um aplicativo de Twitter que tenta te fazer usar menos o Twitter. Freemium (R$ 16,90 para liberar múltiplos perfis), somente para iOS.

— Conversas legais no post livre #309:
– Tem VPN de graça boa?
– Como ficam suas senhas depois que você morrer?
– Seguro de vida para gente nova.
– Fones de ouvido sem fio: qual?
– Cobertura de hardware é fraca?
– Desktop ou notebook?
– Quem usa DAC no dia a dia?
– “iFood estatal” é uma boa?
– Qual o prazo máximo aceitável para responder e-mail?

— No Guia Prático desta semana (ouça), eu indiquei o livro Os laboratórios do trabalho digital [Amazon, editora]1, organizado pelo Rafael Grohmann e publicado pela Boitempo2, e Jacque, o livro Guia prático do feminismo: Como dialogar com um machista [Amazon, editora]1, de Marcella Rosa, publicado pela Letramento.

— Para fechar, uma foto do Igor CSC no nosso grupo de fotografia no Flickr. Veja outras e mande a sua!

Foto da Lua, aparentemente em preto e branco, com sombra parcial.
Foto: Igor CSC/Flickr.

📷 Nikon D3400
📅 12/3/2022

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2 comentários

  1. Eu gosto muito de pensar em como coletivamente nos apropriamos da cultura que nos cerca e moldamos e mudamos essa cultura de acordo com nossos tempos.

    Nos anos 1990, GIFs eram como esse do avião na imagem do post: tosquinho, davam uma vaga sensação de animação, tinham pouquíssimas cores, costumava ter muito ruído e era pouquíssimo otimizados.
    Quando vieram as conexões de mais velocidade nos anos 2000 GIFs quase sumiram.
    De repente, no meio dos anos 2010 voltaram mas eram de muito mais alta qualidade sem jamais ter existido uma versão nova do padrão GIF.

    É que o nome ficou mas o objeto tecnológico é outro completamente diferente. O que chamamos de GIF hoje em dia, são MP4. Arquivos de vídeo mesmo mas sem trilha sonora e em repetição (loop).
    Ocorre que foi na mesma época que os navegadores começaram a concordar num padrão de vídeo (e áudio, mas não vem ao caso) e os sites começaram a sentir o impacto de GIFs de verdade na performance de seus produtos. Ora não é que (quase) todo computador naquela época tava vindo com decodificador de vídeo h.264 integrado?

    Todo mundo já chamava de GIF tudo que era animado e não era um vídeo (no sentido estrito, com trilha de audio, legendas, grande e de muita qualidade) então o termo ficou mas a tecnologia mudou.
    MP4 traz ainda outra vantagem: é muito menor que um GIF, pelas qualidades gráficas que o formato muito mais moderno permite.

    Hoje, WebM tá ganhando terreno do MP4 no território do GIF e o GIF mesmo, ninguém mais vê porque mesmo que vc jogue num mensageiro um arquivo.gif pra enviar pra outra pessoa, o aplicativo converte em MP4 ou WebM porque trafega bem menos dados, ocupa menos nos servidores e nos dispositivos de quem vai receber e tem um impacto na bateria ao visualizar muito menor.
    Mas ainda vamos chamar de GIF porque esse termo não está mais atrelado ao formato do arquivo mas ao conceito que aquele formato nos apresentou e nós, enquanto usuários, construímos.

  2. Esse site para os jovens é oficial?
    Pq tem frases muito esquisitas:

    “É tipo game. Tira o título agora e tira o chefão depois.”
    “Leve-me ao seu próximo lider”

    Tipo, não tá claramente pedindo pra votar contra o atual governo? Pode isso?
    Ah, esqueci, como é coisa da esquerda contra o bolsonaro, pode tudo. Até burlar a lei eleitoral.

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