Hands-on do LG G6 e uma breve análise

Eu pensei em três formas de começar esse texto com as minhas primeiras impressões sobre o aparelho porque ainda estou espantada com a decisão da LG de trazer o G6 a R$ 4.000. Como diz o bordão: LG, me ajuda a te ajudar.

Vamos a elas: 1) Tudo é uma questão de perspectiva: se em Barcelona, na MWC, antes do lançamento do S8, a volta ao básico da LG parecia promissora, agora ela parece um tanto quanto desconectada de uma realidade em que smartphone premium é objeto de desejo. 2) O fracasso do G5 parece não ter abalado a autoestima da LG, que anunciou a chegada do sucessor G6 por R$ 4 mil. 3) De todos os equívocos que uma fabricante pode cometer, o posicionamento de mercado parece ser o pior deles. Mas, voltando às primeiras impressões, vamos a elas.

Viciada em lançamentos que sou, dei meu jeito e tive a oportunidade de ver o lançamento do LG G6 de perto, em Barcelona, na Espanha, durante a MWC 2017. Depois do G5, equívoco que até os executivos internacionais e brasileiros como a Bárbara Toscano — gerente de Marketing — e Marcelo Perin — vice-presidente de Vendas — reconhecem abertamente (o que eu, particularmente, acho ótimo, pois trata a imprensa especializada com o respeito que ela merece), eu estava curiosíssima para saber o que viria. Já tive a oportunidade de testar um G3 e um G4 no passado e gostava da aparelho apesar de sempre implicar com as interfaces sul-coreanas. Até aprendi a usar o botão traseiro e seus recursos criativos. Nesse sentido, o G5 foi frustrante, especialmente depois do lançamento de um modelo muito mais bem resolvido de celular com módulos pela Motorola — tudo é uma questão de perspectiva, lembram? De certa forma, pós-evento, o G6 me deu esperanças de termos um 2017 interessante.

Primeiro, porque a LG reconheceu que errou e foi atrás de corrigir os próprios erros escutando o consumidor. Depois, porque fez testes de ergonomia, uma preocupação que no que meu ponto de vista deveria ser crescente entre as fabricantes — eu, uma mulher de mão grande, tenho dificuldades de usar grande parte dos smartphones com uma mão só e, ei, nós somos metade do mundo, sabiam? Por fim, investiu em um design mais elegante, feito de alumínio e vidro, que foge de cores estranhas e materiais de gosto duvidoso e fica apenas com o prata e o preto, ou Platinum e Astro Black.

Um dos acertos do G6 é a proporção 18:9, a tal tela de 5,7 polegadas num chassi de 5,2 polegadas. De fato, a pegada melhora muito, especialmente se levarmos em conta o G4. O G6 também tem a traseira levemente curvada nas bordas, o que facilita o encaixe nas mãos. Um erro, porém, — e que talvez pudesse contar a favor diante da concorrência se fosse um acerto– é o leitor de impressão digital na traseira. Ainda que ele seja mais para baixo do que no Galaxy S8, por exemplo, e que sirva de botão de liga e desliga e bloqueio, não há melhor local para um leitor de impressão digital do que na parte frontal do aparelho e tenho dito. É claro que no meio da traseira é melhor do que do lado da câmera, na mesma altura da lente, mas não resolve totalmente o problema.

Outro acerto, especialmente considerando o timming, é a bateria, que vem com 3.230 mAh, pouco, mas ainda assim mais que os concorrentes e do que a versão anterior. Isso sem falar numa inovação própria que, segundo a LG, faz com que o dispositivo resista aos mais avançados testes com alta temperatura — eles não fizeram a referência, mas todo mundo aqui lembrou do Note 7. Essa tecnologia é responsável por dissipar o calor por meio de uma tubulação interna, dispersando não só a temperatura, mas deixando os componentes com maior probabilidade de superaquecimento bem distantes uns dos outros. Boa, LG!

O processador é uma evolução do G5, e muito embora não seja a melhor banda de todos os tempos da última semana — ou seja, o último lançamento –, é um processador cumpridor, mesmo que um premium do ano passado: 821 de 2.35GHz da Qualcomm com GPU Adreno 530. Ou seja, dessa vez, nada de SE ou smartphone capado como foi com o G5 por aqui. Em termos de memória, o aparelho continua o mesmo, 4 GB de RAM e 32GB de armazenamento — uma versão com 64 GB é coisa só da Coreia do Sul de acordo com a LG, mundialmente, é um único modelo.

A memória, aliás, é expansível para 2 TB, muito embora não exista cartão de memória de 2 TB à venda no Brasil. O aparelho é single-chip, ainda que já exista premium dual-chip no mercado brasileiro. Pode ser um pensamento típico da bolha, mas quem compra um aparelho de R$ 4K não é o tipo de pessoa que também compra um chip quando viaja e por isso uma gaveta com dois chips ou híbrida (pode ser dual, pode ser de microSD) viria a calhar? Ou não?

As câmeras continuam promissoras, mesmo com a redução nos megapixels. A frontal passa a ser de 5 MP com lente grande angular (F2.2 / 100°), enquanto a câmera dupla traseira tem uma de 13MP grande angular (F2.4 / 125°) e uma de 13MP Padrão OIS 2.0 (F1.8 / 71°). A grande novidade talvez esteja no software, já que o hardware a LG vem explorando bastante e há bastante tempo em seus aparelhos.

Pode soar bobo, mas eu achei bem legal e estou louca para brincar com esse Câmera Square. São quatro modos: Snapshot, Grid Shot, Guide Shot e Match Shot. O primeiro divide a tela em dois para mostrar em cima a foto que você está tirando e embaixo o preview da última imagem que fez. O segundo permite que você tire quatro fotos e depois faça uma colagem. Já o terceiro ajuda você a fazer uma imagem semelhante àquela que você já possui na galeria. O quarto modo é parecido com o segundo, mas é mais para fazer montagens tipo colocar a cabeça de um cachorro no corpo de um ser humano. Tudo isso vem dentro de um app da própria LG. Aliás, o número de apps pré-instalados é sempre algo que pode decepcionar quando de fato pegarmos ele nas mãos para testes. Veremos.

Rodando Android 7.0 Nougat, o G6 vem com Google Assistente integrado. Diz a LG que trabalhou em uma estreita parceria com a Google para oferecer uma excelente experiência assim que o produto sai da caixa, e em português… Veremos também. Pode ser um acerto interessante. Resistente à água e poeira, o LG G6 possui a certificação IP68: não sofre danos submerso na água até um metro e meio de profundidade e por até meia hora. A entrada é do tipo USB-C, como manda o novo figurino, mas a entrada para o fone de ouvido, que alguns estão tentando derrubar, continua lá, firme e forte.

E para não dizerem que não falei da tal tela de cinema, o display QHD+ com resolução de 2.880 x 1.440 do LG G6 chama FullVision — sim, porque agora display também tem nome próprio, né? No caso da LG, a referência é mesmo ao cinema e à proporção 18:9. Segundo a fabricante, foi “inspirado na filosofia de especialistas da indústria cinematográfica que acreditam que a tela em formato 18:9 seria a melhor solução para a visualização de conteúdos cinematográficos novos da era digital”. Nesse quesito, a LG também sai na frente: o G6 é o primeiro smartphone equipado com a tecnologia Dolby Vision, que o torna compatível também com HDR 10, dois padrões de qualidade de imagem HDR (High Dynamic Range). Ou seja, quando o Netflix for HDR por aqui, você poderá vê-lo em HDR no seu LG G6. Diferente do 4K, que numa tela de smartphone mais frustra o consumidor do que impressiona, o HDR oferece sim uma gama maior de cores e de luminosidade e é perceptível. Não é um divisor de água, e sim um plus a mais.

Depois de tantos pontos positivos, você deve estar se perguntando o porquê daquele início de texto. Bom, porque eu esperava que a LG reconhecesse que o G5 foi um fracasso, que trazer a versão SE foi um erro e que diante de um S7 que ultrapassou até o iPhone em vendas, viesse com uma estratégia diferente. Eu não estou dizendo que o LG G6 é inferior ao Galaxy S8 — as primeiras comparações nem tiveram tempo de sair por aí na rede mundial de computadores, que dirá das minhas mãos.

O que estou dizendo é que, na minha humilde opinião, era o momento de se posicionar com um preço mais agressivo já de cara — não por acaso a LG escondeu até o fim do evento o preço oficial. Ou seja, um pouco abaixo do S8 e do iPhone para reconquistar a confiança perdida de seus consumidores já que eles assumidamente abandonaram a modularidade de um ano para o outro e trouxeram um aparelho capado em 2016. Além disso, não é novidade para ninguém que a LG vem perdendo mercado no Brasil. Sabemos que um produto premium pode ajudar a alavancar as vendas de todo um portfólio, e a LG tem o novo K10 aí, que poderia se beneficiar. Mas como sempre há esperança, talvez o varejo brasileiro se encarregue de logo mais baixar esse preço e dar aquele empurrão que a LG precisa e não soube dar para o seu novo e promissor topo de linha.

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39 comentários

  1. Tenho preconceito com LG e só gostei mesmo da linha K de… 2015, acho. Tenho nada a acrescentar do post pq ele já diz tudo, só queria deixar o like por estar ótimo. Parabéns! :)

  2. Por que não fazem com 2 sensores de digital? Na frente é muito bom quando está na mesa ou tu está segurando mais em baixo. Atrás é bom quando está com segurando o aparelho mais em cima. Seria uma solução já que não existe mais pessoa no mundo que consiga mexer em todos os cantos da tela com 1 só mão de forma confortável e sem ameaçar o celular cair. Sobre câmeras: https://youtu.be/DtmGMcMeEJE dos tops. Aaa e eu não vou com a cara da LG nem da Samsung, não consigo aceitar a interface deles.

    1. Pessoalmente, acho a solução de leitor na frente boa se não existem os botões virtuais, caso contrário acaba com o visual do aparelho.
      Fico esperando a solução do leitor na tela, enquanto isso, gostaria de leitores na lateral.

      1. A sim, quanto a design, num mundo ideal, o celular seria só tela na frente. Mas eu não me importo com o design do botão na frente. Tenho um Moto Z Style e gosto bastante da posição do leitor (apesar de ser feio)

  3. Não entendo pq as marcas não investem em produtos segmentados, simples e claros para o consumidor.
    Achava genial a arrumação da Motorola na época do Google:

    Moto E
    Moto G
    Moto X

    Ainda daria pra acrescentar o Moto Z como flagship.
    No máximo duas versões de cada celular. Segmenta o mercado mas simplifica a linha e fideliza o consumidor. Todos sabem para quem é o Moto G hoje, e isso é reflexo daquele arranjo da Motorola by Google.
    Algo assim:

    Moto E
    Moto E Dual
    Moto G
    Moto G Plus
    Moto X
    Moto X Force
    Moto Z
    Moto Z Play

    Aparelhos bem segmentados, com faixas de preço específicas e deixando bem claro pro consumidor qual o seu objetivo.

    Agora, olhando pra linha LG, isso é muito confuso. E essa confusão desvaloriza a marca como um todo. Você entra no site da LG em tem K10, K8, K4, Xpower, XCam, XStyle, XScreen… um bolo de celulares parecidos e no mesmo preço. E nenhum tem tudo o que um usuário médio deseja.
    Às vezes parece que a LG (assim como a Samsung) aposta na ignorância do consumidor.

  4. Já está aparecendo a $3.199 no Submarino.
    De qualquer forma, S8 também já está aparecendo nessa faixa e, na minha opinião, é muito mais negócio.

    LG se mata sozinha, não precisa nem de esforços da concorrência.

  5. A melhor frase que define esse texto: “…O fracasso do G5 parece não ter abalado a autoestima da LG”. :)

  6. O aparelho pode até ser legal, mas esse preço é completamente fora da realidade. Inacreditável o ponto que estamos chegando nos preços de celulares no Brasil. Não é a toa que os importados chineses estão ganhando terreno por aqui. Mesmo sendo taxado um celular com especificações melhores que essas do G6 chega aqui por 1/3 do valor cobrado pela LG.

  7. Essa crítica aos leitores na traseira também vem dá mídia internacional?
    Não é possível que as fabricantes ignoram sistematicamente os reviews (nacionais).

      1. Lembrando que a maioria dos jornalistas e redatores trabalham com mesas no trabalho, não é difícil entender o por quê da implicância com o leitor atrás. Eu trabalho e também passo bom tempo com o aparelho na mesa, mas quando vou usar eu pego ele, para ver algo como horas ou quem mandou algo não precisa desbloquear, 90% dos aparelhos possuem ou duplo toque, ou sensor para ligar a tela ou aquele velho botão de power que fica em uma das laterais. Para responder, novamente, é necessário pegar o aparelho. Nunca entendi a necessidade de desbloquear o aparelho em cima da mesa, isso, junto com o preço nada amigável do G6, dariam um excelente debate para um próximo podcast.

        1. você deu o pulo do gato: a mesa de trabalho. mas mesmo quando estou andando prefiro na frente por motivos de que meu dedo nunca alcança o leitor na traseira, enquanto na frente ele fica na altura do polegar. lembrando que eu tenho a mão grande para uma mulher, rs.

          1. Aí entra o que disse, depende do tamanho do aparelho, eu alcanço o dedo na traseira do meu Nexus 5x de forma natural, mas não é assim com um Vibe K6 Plus ou A7010, por exemplo. Por isso minha preferência ainda é a lateral.

  8. Ah, e vendo o K10… Mais uma decepção, a LG não tem um bom intermediário para competir com Zenfone 3, Moto Z Play, Galaxy A5 2017 e afins. Mal posicionamento de mercado em ambos os setores mais lucrativos vai acabar matando o setor móbile da LG.

    1. Verdade, nem tinha me dado conta, a LG não possui nenhum “intermediário premium”. Alguém sabe me dizer se em sua linha atual, a LG possui algum aparelho com o queridinho Snapdragon 625?

  9. Primeiramente, parabéns pelo review. Segundo: a LG tinha que ter lançado por R$2999,00, esse seria um preço mais condizente com o hardware e já ajudaria a alavancar as vendas. Como de costume o preço cai rapidamente (exceção dos produtos Apple) e em pouco mais de um mês já estaria abaixo dos 2499,00 (que eu acredito ser o preço mais realista, já que o S7 é vendido logo abaixo disso). Gostei do aumento na bateria, mas ainda esperava mais (um Moto Z Play tem 3 500mAh!), mesmo com um processador eficiente essa tela deve gastar muita bateria (não espero mais que 6h de tela). Ainda temos que avaliar a qualidade das câmeras, a velocidade de carregamento e como está a interface da LG.

    1. Justamente, esse é um preço realmente competitivo, o aparelho é bonito, e parece entregar o que oferece de maneira satisfatória, creio que a câmera continue sendo “excelente” tendo em vista o histórico da empresa, em seus top de linha!

  10. Parece que a LG ainda não percebeu que o pouco de espaço que ainda lhe resta no mercado de smartphone no Brasil (e no mundo, talvez) esta sendo ocupado pelas mais diferentes marcas. Acho que é perceptível a tentativa da LG no que diz respeito a desajuste de mercado, a linha K 2017 não faz “muito sentido” (além dos preços altos, não são lá grandes aparelhos, levando em conta o preço de lançamento), e agora, aquele que parecia ser a luz no fim do túnel pra LG, não é assim tão amigável! Acho que a LG precisa entender que as vezes é necessário perde dinheiro (oferecendo alguns aparelhos a preços inacreditáveis, tendo em vista o preço médio dos aparelhos top de linha), pra ganhar dinheiro, e a confiança dos usuários (CLARO), e quem sabe voltar a ter a relevância que já teve um dia!

  11. Me surpreende como a solução da tela da Samsung faz o S8 parecer ser um aparelho de dez anos a frente (número meramente aleatório).
    Mesmo com uma borda bem pequena e um aparelho bem feito o G6 tem cara de mais do mesmo depois do S8.

    Sei lá, minha opinião, mas a galera terá que penar para apresentar um design que me faça pensar diferente.

      1. E qual aparelho,falando em solução de design, você acha que o S8 não deixa obsoleto?
        Por que eu dei uma olhada até o Xiaomi sem bordas, não lembro o nome, e não achei tão impressionante. Pena que esse dificulmente verei em mãos.

        Ontem eu fui a uma loja da Samsung e peguei o S8 e S8+, são aparelhos com ótima ergonomia. Minha esposa chegou a dizer que o S8 é pequeno e o S8+ num tamanho bom.
        Tá certo que temos um Nexus6P, que é gigante, mas ouvi isso de uma pessoa que tem mãos pequenas é interessante.

        O G6 não achei, mas quero dar uma olhada também.

  12. O leitor na traseira é uma característica dos Huawei. Eu curto muito – os dedos naturalmente repousam ali sob a câmera. O leitor na frente deixa a tela sempre imunda. E o sistema da Huawei, p. ex., ainda permite que vc use o leitor como um ‘joystick’.
    Anyway, R$ 4K a LG realmente está leiloando sua posição no mercado. Os taiwaneses estão de olho.

  13. Mais um leitor de digital atrás? Mas como é possível?

    A Apple domina alguma patente em relação a posição? Como isso funciona?

    Já vi celulares da Mi com sensores na frente, porque essas marcas que lançam no Brasil colocam tudo atrás? Deve existir algum motivo para isso… usabilidade sabemos que não é.

    Qual?

    1. Queria saber mesmo qual a dificuldade de colocar o leitor de digitais do lado, parece que só a Sony sabe fazer.

        1. Que pena, a Sony esta atrasando todo o mercado então.
          Pior que eles só usam estes leitores nos TOPs de linha, os novos XA1 por exemplo nem leitor tem.

          1. E pagar pra usar alguma coisa é algo que as empresas não acham tão interessante. rsrsrsrsrs

    2. Eu também não gosto da solução do leitor na frente, quebra a sobriedade do aparelho. Claro que a futura solução de leitor na tela é perfeita, mas ainda não existe.
      O leitor na lateral, por enquanto seria o ideal, mas pelo que o amigo disse só a Sony.
      O leitor atrás já me acostumei, estou assim com meu Nexus 6P desde seu lançamento, mas concordo que na maior parte do dia, com o aparelho sobre a mesa não é a melhor alternativa.
      Em suma, cada um coloca onde pode/quer e esperamos que a tecnologia deixe usar a tela. ?

    3. Depende. Primeiramente que usabilidade varia, aparelhos pequenos prefiro leitor na frente, aparelhos maiores que 5.3″ (exceto os de bordas minúsculas) o leitor fica melhor atrás, aquele negocio de pagamento que a Emily mencionou não se aplica nem a 5% dos usuários, o que mais implica é o fato de smartphones estarem cada vez mais presentes no ambiente de trabalho, onde metade fica em mesas, e nisso um leitor de digitais na frente faz diferença quando o aparelho está em repouso. Eu prefiro leitor na lateral, assim une dois mundos: não atrapalha quando o aparelho está sobe a mesa e também não polui a frente do aparelho, fora a ergonomia. Em casa tenho um aparelho com leitor na frente e outro atrás (Mi5s e Nexus 5x).

      P.S.: a Xiaomi tem a maioria dos aparelhos com leitor atrás, mesmo os menores como Redmi 3s e 4 Pro. Salvo o Redmi Pro, o Mi5, o Mi5s e o Mi6, o restante tem leitor atrás.

  14. Dar nome pra display a nova vergonha alheia do mercado, mas acerta em cheio o consumidor médio. Saída de áudio grosseira na parte de baixo.

    E, agora, aquele podcast sobre o mercado brasileiro de smartphone soa premonitório.

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