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Apresentando o Clube de Leitura do Manual do Usuário

Reprodução, obra de Bernardo Carvalho, é o primeiro livro do Clube de Leitura.

Uma ideia que surgiu nos comentários de algum post livre na reta final de 2015 ganhou corpo e será concretizada no decorrer de 2016: o clube de leitura do Manual do Usuário.

Serão 12 livros, lidos ao longo do ano, um em cada mês. Na última quinta-feira do mês corrente, discutiremos a obra nos comentários — pense no próprio post livre, só que focado em um assunto específico. Sobre os livros propriamente, haverá a alternância entre os de ficção e não-ficção para aumentar ainda mais as possibilidades do clube e contemplar o maior número de pessoas.

Não haverá cobranças, nem faremos acompanhamentos ou leituras coletivas. A proposta é que cada um adquira e leia o livro por conta própria, atentando apenas ao prazo, e anotando as passagens e reflexões que julgar mais importantes ou dignas de discussão. No dia marcado, um novo post será publicado e conversaremos sobre tudo isso nos comentários.

O nosso guia

Essa nova aventura será conduzida pelo Fabio Montarroios, técnico de processamento de dados, graduado em História e há mais de dez anos comprometido com diversas instituições culturais do país para levá-las à Internet de modo acessível e democrático. Leitor e participante assíduo das conversas que temos aqui no Manual, é a pessoa adequada para a empreitada — e, para a nossa sorte, ele aceitou o convite de pronto!

O Fabio fez a seleção dos livros e será responsável por fomentar os debates.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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E o primeiro livro, de janeiro, é…

Reprodução

Capa do livro Reprodução.

Autor: Bernardo Carvalho
Editora: Companhia das Letras
Ano de lançamento: 2013
168 páginas

Sinopse:

“Um homem, referido como ‘o estudante de chinês’, se envolve num estranho imbróglio quando se preparava para embarcar para China no mesmo voo de uma de suas antigas professoras desse idioma. Detido por um delegado da Polícia Federal, desanda a desfiar toda uma série de preconceitos tenebrosos — contra negros, árabes, judeus, gays, pobres, gordos –, prejudicando-se ainda mais aos olhos da lei.

Acontece que esse ‘estudante de chinês’, sujeito que chegou a trabalhar no mercado financeiro, é um típico personagem da nossa época: leitor de revistas semanais, comentarista de blogs (onde vitupera em caps lock contra as minorias), com um saber supostamente enciclopédico (graças à Wikipédia) e um ethos reacionário, parece encarnar um tipo anti-intelectual que iria ganhar força graças ao espaço relativamente livre da Internet.

Mas a confusão em que o personagem de Bernardo Carvalho se envolve é apenas a ponta do iceberg: o próprio delegado tem uma estranha história envolvendo paternidade, assim como uma de suas colegas, uma agente infiltrada numa igreja neopentecostal. Sem falar na própria professora de chinês, que está tentando retornar à China para replicar, através da vida de uma menina órfã, a sua própria infância devastada.

São personagens, vigorosamente construídos pelo autor, às voltas com suas próprias buscas de identidade e procura por um sentido. Enquanto o estudante de chinês embarca numa espécie de delírio, o mundo à sua volta parece igualmente destituído de um sentido maior. Porque cada um tem sua versão da realidade. E é do choque dessas diversas versões que Reprodução ganha força e profundidade, sem abdicar da fluência e do humor corrosivo.

É deste modo, trazendo à tona uma série de ‘reproduções’ — do discurso da imprensa aos sites da internet, da reprodução sexual à própria imitação da vida — que este romance poderoso do início ao fim ganha relevância, além de ser leitura imensamente prazerosa e intelectualmente estimulante.”

Companhia das Letras.

Onde comprar

Na data da publicação deste post, o preço mais barato da cópia física de Reprodução era R$ 22, na Amazon, Livraria Cultura e Ponto Frio. Infeliz e estranhamente, as versões digitais saem mais caras (Amazon/Kindle por R$ 24 e Livraria Cultura/Kobo por R$ 25).

Outras opções: Americanas, Livraria da Folha, Livraria da Travessa Submarino.

Quando?

Faremos a discussão de Reprodução no dia 28 de janeiro.

Se ficou alguma dúvida sobre o funcionamento do clube, pergunte nos comentários. Boa leitura!

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126 comentários

  1. A quem interessar, o código anniversary14 te dá desconto de 20% na loja da Kobo, e o e-book sai por R$ 20,50.
    Abraços.

  2. MACEIÓ – Se alguém de Mcz quiser comprar eu topo rachar o valor, fica caro pra mim agora e não gosto de piratear livros.

  3. O debate é dia 28 mas acabo de ver o estudante de chinês se materializar em pessoas ao meu redor agora há pouco. Estava lendo Reprodução no ônibus. Depois de 40 minutos, guardei o kindle o peguei o celular. Em frente ao INTO, uma velhinha foi assaltada. Os moleques rodearam ela e tomaram a bolsa. O pessoal do ônibus percebeu o que eles iriam fazer, os motoristas dos carros perceberam, e assim que o garoto puxou a bolsa, um motorista pulou do carro e foi persegui-lo.
    Daí começou o debate dos comentaristas dentro do ônibus. A mesma moça que rezou “Ah, Senhor, ninguém com uma arma…”, depois estava falando de um assaltante que devolveu a careira à vítima porque Deus tocou no coração dele. A senhora ao meu lado, que tinha me dado uma encarada pra que eu falasse alguma coisa (o ônibus inteiro estava falando, ué), disse que a culpa é das pessoas que saem de casa com bagulhos caros, são uns abusados e se tem assaltante é porque eles sabem que vão se dar bem. Daí falaram das câmeras de segurança, de imprensa, da Dilma e certeza que depois que eu desembarquei, deve ter chegado aos chineses ou ao vice-presidente do Irã.
    Ah, o motorista que pulou do carro recuperou a bolsa!

  4. Gostei, mais um incentivo. Fora minha leitura rotineira, tem a minha universidade com um programa para os alunos lerem um livro por semestre. Agora tem o MDU :)

  5. Uhu, ótima iniciativa! E com uma indicação de livro brasileiro ainda por cima, sensacional. Sempre acho mais difícil encontrar boas indicações nacionais. Já está comprado e dia 28 estaremos aí :D

    1. Legal, @arfserra:disqus! Não me liguei muito na nacionalidade dos autores, mas é bacana não ler uma tradução toda hora e sim uma obra no nosso idioma (se esse for o seu idioma, claro). Há um outro livro na lista com autoria de brasileiros :) Se vc achar algo, avise, pq tb notei q essa temática ou pelo menos essa ambientação “tecnológica” escapa aos nacionais.

  6. Já vou começar a ler, tá no e-reader, pra quem não pode comprar dê seus pulos no google aí, mas que fique avisado, se ler anota aí na agenda que quando puder você tem o dever moral de comprar a obra e ajudar o autor, eu sou completamente compreensivo com a pirataria literária pra fins educativos, desde que a pessoa tenha a consciência de ajudar o autor quando puder!

  7. Muito interessante começar o ano com essa nova abordagem.

    Nessas horas penso se vale a pena finalmente comprar um Kobo ou Kindle (sempre penso ir pela Kobo, já que a Amazon é extremamente fechada e cara).

    Fora que já aprendi que infelizmente com a vida no Brasil cada dia mais difícil com esses governantes eleitos por desgovernados, fica praticamente impossível ter condições para comprar uma casa com espaço suficiente para livros físicos.

  8. Caros, pelo menos em São Paulo, capital, há um sistema de consulta unificada de livros para todas (talvez todas, não sei…) as bibliotecas da cidade. Desse modo, dependendo da disponibilidade, é possível pegar o livro do mês emprestado ao invés de comprá-lo. Pode ser que isso exista em outras cidades, vale conferir.

    Há uma maior chance de encontrar os livros de ficção nessas bibliotecas, mas em bibliotecas maiores pode ser que os de não-ficção também estejam disponíveis.

    Ah, sem falar que algumas faculdades, mesmo as privadas, possam permitir o seu acesso à biblioteca para leitura no local (empréstimos acho mais difícil).

    Eis o endereço de SP para pesquisa:
    http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/

  9. 1> penso (acho que nao faz mal expressar observacoes aqui nao?) que seria interessante, no texto que “apresenta” esta ideia/sugestao do clube do livro aqui, citar tbm o autor (ao menos o blogueiro nao disse que ele (quem sugeriu) teve preferencia por negar esta informacao)… E como e’ muito facil hj buscar dados em registros antigos, pq nao? Isso aproximaria o publico, agregaria, estimularia e mostraria a importancia que ele tem para qualquer fonte de informacao…

    2> tbm nao seria interessante fazer um clube paralelo, que fosse com livros de dominio publico, classicos ou que fossem tipo “Clube 1,99 da leitura”…? (existem milhares de otimos livros, livres e gratis ou baratissimos…)

    1. Boa, João. Pode sugerir, claro. Antes do clube começar propriamente e durante. Como o Ghedin disse, vai ser mais ou menos nos moldes do post livre de sexta-feira, então não há nada definido.

      Hum… não entendi muito bem o seu primeiro ponto. A que tipo de informações vc se refere e sobre quem ou o quê?

      Esse segundo ponto deixo pro Ghedin responder, mas um clube paralelo poderia rolar tranquilamente no Mannual do Uzuáryio, q é a versão pirata do disqus desse site para os frequentadores do post livre e, pelo q eu saiba, ainda não foi processado e nem fechado. :)

      1. Ok..

        Sobre o 1o ponto, é dizer/contar o nome do autor da ideia no tx/post de apresentação da mesma..

      2. Ok..

        Sobre o 1o ponto, é dizer/contar o nome do autor da ideia no tx/post de apresentação da mesma..

          1. Ah, foi uma ideia coletiva. Surgiu no post livre e o Ghedin a captou no ar :)

    2. E vc tem alguma sugestão de livros por R$ 1,99 ou mesmo grátis? Seria legal saber pra considerarmos. Os únicos q encontrei por esses valores foi a obra completa do Machado de Assis e um de uma autora africana q me escapa o nome… Tem o Marco Civil da Internet tb, q é grátis, mas eu não saberia muito bem como analisá-lo… Bom, não precisa ser ligeiro, mande qdo tiver tempo :)

      1. Bem, caso o projeto paralelo fosse pra frente, as fontes seriam variadas e de boa quantidade.. A propria comunidade poderia indicar os titulos.. Sao encontrados muitos na amazon.com.br, no projeto gutemberg, no portal de dominio publico mantido pelo governo federal, classicos baratissimos na estantevirtual etc.

        Em 5 segundos de procura ja’ veio um link dos 100 mais baixadosdo proj. gutemberg: http://livroseafins.com/baixar-livros-gratis-download-gutenberg/

  10. Brilhante ideia que pretendo aderir. Sugiro o site http://www.estantevirtual.com.br, nele é possível encontrar livros novos e usados com preços acessíveis. Como disse o André Guilhon, seria muito bom se a lista com os próximos livros fosse divulgada com antecedência.
    Parabéns pela iniciativa!

    1. Eu vi o filme e, por se passar em Marte, não me preocupa muito com o q fazem por lá ;) Me preocupei mais com os habitantes da Terra mesmo e seu convívio com as máquinas, com as pessoas, com seus trabalhos, com a bagunça q fazemos aqui etc…

      1. Comecei a ler O Círculo, do Dave Eggers, e acho que encaixaria perfeitamente no contexto do MdU. A trama é meio Black Mirror sobre uma empresa que detêm toda a informação centralizada e (falta de) privacidade, assim como google, facebook, etc. Inclusive, vai virar filme que será lançado em 2016.

    2. cara, desculpe, mas acho q tem dois livros q inspiraram filmes sim. um dos filmes é um classicão e o outro é um pouco mais recente, mas tb do século passado…

  11. Que divertido!
    Não sei se conseguirei participar porque estou tentando desencalhar minhas leituras antigas antes de iniciar as novas, mas vejamos.

    O legal dessa ideia é que ela tem potencial para se expandir para outras mídias, como TV, Cinema e streaming.

    1. Eu acho uma boa, mas pode congestionar o meio de campo se correm em paralelo ao clube de livros, digo, se se repetir esse formato de um filme por mês, por exemplo… Ainda mais q alguns filmes são tão ricos qto livros, cara e renderiam ótimas conversas se houver um tempo extra pra umas pesquisas além do filme. Talvez dar umas dicas semanais de cultura mais fechadas tematicamente seria uma boa… Sugeri o Ghedin, quem sabe ele não topa um dia? Mas o post livre tb pode servir pra dicas e, em último caso, tem o Mannual do Uzuáryo.

      E uma coisa q fica meio fora do espectro da imprensa tech, mas mais de jogos, são os indie games. É outro filão q poderia pairar por aqui. Os preços são acessíveis, não demandam dez mil horas de jogo e podem render boas conversas :)

    2. Gostei da ideia de filmes, poderia ter de documentário também, eu acho bem legais, mas não tenho muito saco para procurar um que me agrade, e com a ajudinha do MdU seria uma boa.

      1. Pra mim, tá no mesmo balaio, filmes de ficção e documentários. É tudo vídeo. Daí… pra um clube de vídeo é um pulo… só precisa saber o q o sr. Ghedin acha disso.

          1. Por mim, tudo bem, só fico com receio das pessoas se verem atoladas de “tarefas”. Mas é viável sim. Talvez num outro ritmo… Vamos ver as ponderações do chefe.

          2. É o meu receio também — além do tempo para consumir, leva-se um considerável organizando as coisas, escolhendo etc. Vamos seguir a filosofia MdU para coisas novas: lançar, sentir o clima e, a partir daí, melhorar/expandir.

          3. É o meu receio também — além do tempo para consumir, leva-se um considerável organizando as coisas, escolhendo etc. Vamos seguir a filosofia MdU para coisas novas: lançar, sentir o clima e, a partir daí, melhorar/expandir.

  12. Alguma prévia dos próximos livros? A gente pode dar sugestões ou a lista já está fechada? Tenho uma lista de uns 25-26 livros para ler este ano. Se alguns puderem coincidir com esse clube seria bem legal.

    1. Tem uma lista preliminar, mas ainda estamos discutindo alguns títulos. Soltaremos os nomes na medida em que os meses forem passando, para focarmos sempre em um — e manter o mistério :)

      1. Entendi.
        Uma dica então: Poderia saltar os nomes dos próximos sempre que fizer o post de discussão do atual. Acho que assim daria tempo da galera que ainda prefere os livros físicos conseguirem seus exemplares em tempo hábil.

        1. Será melhor que isso: na segunda-feira antes da quinta da discussão já soltaremos o nome do próximo livro.

          Exemplo: a discussão de Reprodução acontecerá no dia 28/1 (quinta), mas o livro de fevereiro será conhecido na segunda anterior, ou seja, 25/1.

          1. se…. SE… (SE BEM GRANDE), um dos livros aparecer em promoção (e uma bela promoção), seria interessante dar destaque a ele, mesmo que pela parte de promoções… talvez sem citar o mês que ele vai aparecer ou mesmo que ele vai aparecer.

            é… perderia um pouco o mistério… ou não? rs

          2. Pelo q notei, Thiago, os preços estão flutuando pra caramba desde qdo fiz a seleção… E, pelo menos no meu caso, não ficaria muito de olho no preço dos livros, porque como o mercado editorial Brasileiro é minúsculo e faz tiragens pequenas de grande parte de seu catálogo (tipo de cinco mil a dois mil exemplares na maioria das vezes para os livros q vendem menos), pode ser q o livro escolhido hoje nem esteja mais disponível daqui uns meses, quem dirá aqueles q selecionei para o fim do segundo semestre… Tentei pegar livros com um preço bacana (mesmo o preço cheio), pq eu imagino q sempre tem alguma loja dando algum desconto bom. O melhor desconto, claro é o de 50% e notei q a Amazon geralmente chega perto desse valor, mas Submarino, Extra etc tb. E o Extra tem uma coisa legal, q é poder retirar o livro na loja, daí dependendo das condições, vc pode economizar no valor do frete. A Saraiva tb dá essa opção se não me engano.

          3. Verdade…. é…não dá pra fazer isso e antecipar tanto!

            eu pretendo comprar todos para o Kindle. Falta espaço em casa e e meu Kindle pé de boi acaba sendo uma mão na roda!

          4. Kindle pé de boi? acho que Kindle pode durar até década, comprei um e não pretendo me desfazer dele de jeito nenhum, heheh

          5. hahaha pé de boi é um termo antigo (não da minha época, que fique claro) que definia carros populares, sem acessórios.

            coisas bizarras, como esguicho do limpador de parabrisa em uma bombinha no pé, ao lado da embreagem (quando tinham).

    2. Sugestões são bem vindas, Rodrigo. Achamos, como era esperado, mais de 12 livros dentro da temática geral do MdU. Então, alguns ficaram de fora. Ainda há possibilidade de trocas, claro. O único critério quase “obrigatório” é a alternância entre ficção e não-ficção, pq há muito o q ler na área, mas não há tanta cosia boa assim, pelo menos em termos de ficção, daí q o critério foi um pouco mais rigoroso e optei por encaixar os livros dentro de uma temática mais geral q propus ao Ghedin. Mas manda aí, cara. Nessa toada já vou fazendo a lista do ano 2 do clube :)

      1. Então Fabio, uma coisa que acho legal de ler é justamente ler coisas diferentes. Misturar mesmo, ler clássicos, junto com terror, policial, drama, romance histórico, etc…
        Pra isso gosto de fazer esses desafios literários. Peguei minha lista aqui e vi alguns que pudessem fazer interface com o MdU e sua temática:

        FICÇÃO
        Bartleby, o escrivão – Herman Melville (fala um pouco sobre a vida em escritórios) – é um livro minúsculo, quase um conto.

        Fahrenheit 451 – Ray Bradbury (distopia clássica – acho que todos conhecem)

        Número Zero – Umberto Eco (Sobre o jornalismo, o mau e bom)

        O homem do castelo alto – P. K. Dick (se os nazistas tivessem vencido a II Guerra? – clássico que virou série recentemente, pela Amazon)

        Oblómov – Gontcharov (clássico russo – a história de um homem que não fazia nada além de ficar no sofá ou na cama – qualquer semelhança com os dias de hoje é mera coincidência)

        NÃO FICÇÃO

        Flash Boys – Michael Lewis (homem x máquina em wall street – A máquina do livro são os computadores e os softwares de “alta frequência”, que permitem que ordens de compra e venda de ações sejam disparadas automaticamente e de forma frenética, em milésimos de segundo. A estratégia dos investidores que operam por meio dessa tecnologia é aproveitar distorções momentâneas no preço de papéis ou índices de ações)

        Um novo jeito de trabalhar – Bock (vice presidente de RH do google)

        1. Rodrigo, é uma ótima lista, mas pelo menos nesse primeiro ano, tentei restringir mais os livros ao “mundo da tecnologia” seja no presente ou no futuro, sem escapar muito disso, saca? Esse livro ‘Oblómov’, é ótimo, mas serviria mais como uma referência remota ao q vivemos hj… Presumo q os leitores do MdU até curtisse, mas eu acho q é uma leitura um pouco mais restrita e porque já está mais habituado a ler ficção de um modo mais amplo. Esse autor, se não me engano, é do século XIX e apesar disso não ser um problema, pode ser um restrição para alguns…

          Mas eu curti as suas dicas!

          1. Entendi Fabio. Peguei o feeling da proposta.
            Dá uma olhada com carinho no Flash Boys então. Acho que o povo gostaria.

          2. Entendi Fabio. Peguei o feeling da proposta.
            Dá uma olhada com carinho no Flash Boys então. Acho que o povo gostaria.

          3. Opa, vejo sim. Já peguei a amostra grátis dele.

            E, a propósito, o Oblómov tava na minha lista de livros imperdíveis da Cosac… Acabei q comprei ele agora :)

          4. Opa, vejo sim, cara. Já peguei a amostra grátis dele.

            E, a propósito, o Oblómov tava na minha lista de livros imperdíveis da Cosac… Acabei q comprei ele agora :)

          5. Pow… nem me lembre. Minha lista da Cosac tá enorme já, aos poucos vou reduzindo, mas o medo de ficar na mão é enorme!

          6. Cara, se vc tiver recursos, compre… Já dei uma espiada no Estante Virtual e o pessoal pirou. Tem vários livros da Cosac sendo vendidos por mais de 500 mangos (e nem estão esgotados ainda)!!! Acho difícil ter comprador pra isso, mas certamente alguns ficaram por esse valor qdo tudo acabar. Alguns já estão passando de mil reais.

          7. Vou fazer isso.. Sobrou alguma coisa do 13º! Esse povo da estante virtual é complicado! Rsrsrs.

          8. Já vendi um livro bem caro lá, mas porque era raridade mesmo… Esses ainda não são, por assim dizer, uma raridade, já q dá pra encontrá-los em várias lojas ainda…

            O lance é aproveitar agora, pq depois, já era mesmo, infelizmente.

        2. Quão melhor o livro O Homem Do Castelo Alto é em relação à série? Estou no penúltimo episódio é achando a série um saco. Os dois primeiros episódios foram sensacionais, mas logo ficou um porre.

  13. Aproveitando o ensejo, alguém sabe se existe um app pra Android ao estilo Vivino (de vinhos), só que de livros? A pessoa escaneia o código de barras ou o ISBN do livro e o aplicativo mostra a avaliação dos usuários sobre ele.

    1. Tem o goodreads, ele tem essa função, não sei se funciona, pois os meus livros são todos digitais!

      1. O GoodReads pra Android tem função de scanner pra código de barras. O que pode acontecer é o livro não estar cadastrado na base deles (raro, mas possível, especialmente para publicações brasileiras).

  14. Adorei a ideia e vou tentar encaixar nas minhas leituras do mês, visto que já estou lendo dois livros. Como não é tão grande, talvez dê pra comentar dia 28 :)

  15. ótima ideia, eu realmente preciso ler muitos mais livros esse ano, então esse vai ser o empurrão que falta pra mim, eu espero…

    E maneiro o Fabio encabeçar com você esse clube, e gostei da ótima sugestão de primeiro livro, a premissa parece ser muito boa, vida longa a esse projeto.

  16. Seria interessante já deixar avisados os próximos livros. Assim, os interessados teriam mais tempo para comprar e ler!
    Vou ver se compro o meu, mas a demora na entrega pode me complicar bastante!

    Ps: Preço do frete em R$6 e uns quebrados e tempo de entrega de até 7 dias úteis na Amazon.
    Pps: apenas 2 livros disponíveis. O pessoal do MdU está comprando o livro como se não houvesse amanhã, pelo visto!

  17. Aí sim ghedin!!! Acompanhando.
    Infelizmente este passarei (já estou lendo três em simultâneo :S) mas no próximo quem sabe…

  18. Aproveitando que o post é sobre livros:

    Vocês conhecem algum blog / site / aplicativo que informa os novos livros lançados? Pois é chato ficar vendo de tempos em tempos quando a sequência do seu livro será lançado, seria interessante se tivesse algo automático.

    1. Cara, nunca vi… eu geralmente acompanho sites especializados, blog, colunistas, jornais, programas de TV, youtubers, a bibliografia de trabalhos acadêmicos etc… Pelo que eu saiba, as editoras são obrigadas a registrar o livro na Biblioteca Nacional quando lançam algum livro pra conseguir o ISBN. Se a Biblioteca Nacional tiver uma API com esses dados, aí sim seria possível saber de todos os lançamento de todos as editoras através de algum app voltado pra isso, contanto, claro que não sejam aquelas auto-publicações ou produções caseias, por assim dizer. Mas mesmo assim, vc ainda precisaria garimpar.

        1. Cara, todos os jornais grandes tem um caderno de cultura, então eu fico de olho neles. E alguns jornais grandes, como a Folha e o Estado, têm colunistas q falam de livros. Achei dois canais de youtubers do ano passado q me agradaram. Um deles é o ‘Livrada!’, o cara fala de livros, basicamente literatura ficcional, sem frescura. E um outro, q é uma guria bem esperta, falando de livros de ficção tb, o ‘Pipoca musical’. Tb pesco muita coisa no ‘Anticast’ e no ‘Filosofia: narrativas, ficções’. Os blogs das editoras são bons tb e algumas editoras tem blogs parceiros, como o “Livros abertos”… Mas não tenho sites específicos. Muita coisa é fruto de pescaria mesmo, de sorte e de ficar ligado em algumas conversas… Desculpe não ajudar muito :(

    1. É muito louco isso né? O Kindle! Podia ser o celular (velho motivo de brigas) mas o pobre Kindle. Aquele gadget que menos tentar ser um Gadget.

      =(

  19. Que ótimo, adorei a ideia e o livro parece bem interessante e fora do comum para as minhas leituras. É bom sair do padrão. Parabéns pela iniciativa e dia 28 provavelmente estarei comentando.

    Só tive uma dúvida: o post-discussão será fechado ao fim do dia ou permanecerá durante o fim de semana?

      1. Por mim, pode deixar a discussão rolando, porque alguns podem chegar atrasados e alguns comentários podem surgir só depois de um certo tempo de reflexão.

      2. Rodrigo, desculpe perguntar, mas percebi que todos os links dos sites para comprar o livro tem referência ao site do ManualDoUsuário, não critico isso.

        É um projeto similar ao do Mark Zuckerberg com o A Year of Books, porém com a diferença de quê os links levam à ganhos de comissões à vocês do site.

        Minha dúvida é: se eu e muitas pessoas comprarem pelo próprio Kindle ou de outras formas que por ventura não gere comissões à vocês e o lucro esperado, o ManualDoUsuário se compromete à manter o Clube do Livro até o final do ano? Todos os 12 meses?

        Pergunto, pois não sei se quando você diz ” Vamos sentir o clima” temo que esteja esperando o lucro que os links darão ao site, se for baixo ou quase zero, suspeito que acabe com o projeto.

        É só uma dúvida. Parabéns pelo site.

        1. Não se preocupe, os links com referência não estão ligados diretamente a esse projeto, mas sim ao sustendo do site como um todo. Então, tenho certeza que a quantidade de vendas/comissão não será um termômetro para a continuidade do projeto.
          O “Vamos sentir o clima”, nesse caso, se refere ao engajamento do pessoal nos comentários, se a discussão está andando bem e o post pode ficar aberto por mais dias ou se deve ter um prazo.

          1. Complementando: É igual aos links do rodapé no site, servem para dar um “up” na renda do site.

        2. O @mateusazevedo:disqus meio que respondeu. É isso mesmo, os links são “acessórios”, não a razão de ser da iniciativa. Mesmo que todo mundo consiga o livro por outros meios que não os links com referência, continuaremos com o projeto.

        3. cara…. se eu te disser que eu já fiz algumas compras aleatórias, entrando por aqui e clicando no link do MdU só pra ajudar?

          Comprando com o link daqui vc não está ajudando os investidores do The Verge a comprar a terceira casa na praia… vai ajudar o Rodrigo a manter o site, pagar o link de internet, etc.

          =)

          1. É… fora q dá pra fazer marcações a anotações. Faço uso do app para tablet e não no aparelho Kindle propriamente, daí tem aqueles marca textos coloridos, saca? Acho bem prático pra separar as coisas em grau de importância. Mas isso nos de não-ficção principalmente… Cara, espaço pra livro é um problema. E quando chega a hora da mudança, então… Putz.

          2. Engraçado, tenho a impressão de já ter lido esse seu review há um bom tempo, qdo estava pesquisando sobre o aparelho. Veja só, eis q aparece o autor!

          3. e detalhe…. é o MESMO Kindle que tenho até hoje…. a unica atualização que faria no texto foi que figuras, como no livro “E se” ficam especialmente ruins nos kindles de baixa resolução. outra coisa que faz falta é a luz…ainda que isso faça falta para livros tbm

            Tenho ele a tempos e ando torturando ele. Nem capinha ele tem mais (a que eu tinha dissolveu) e ele…. continua firme e forte mesmo jogado na mochila ou no bolso.

            Ah! o fato dele não ter touch continua sendo o melhor recurso que ele não tem

          4. uso um tablet, de segunda mão, q o comprei justamente pra usá-lo com o kindle + pocket + alguma navegação. no fim acabo fazendo um uso maior dele, mas eu não compraria o kindle justamente por essa limitação… pra mim não acho uma boa :(

          5. uso um tablet, de segunda mão, q o comprei justamente pra usá-lo com o kindle + pocket + alguma navegação. no fim acabo fazendo um uso maior dele, mas eu não compraria o kindle justamente por essa limitação… pra mim não acho uma boa :(

  20. Ideia muito melhor elaborada do que a que sugeri, heheh.

    Só fiquei triste por não ter no Kindle Unlimited, mas mesmo assim irei comprar para acompanhar com o pessoal, é bom que não leio só Assassin’s Creed (estou muito empolgado com o livro, não curto mais jogos, mas achei o livro bem interessante, comecei a leitura do segundo recentemente :p )

    1. Opa, Weller. Tentei priorizar ao máximo livros q tinham versão imprensa e digital e, claro, que ainda não esgotaram… Acabei não reparando muito no Kindle Unlimited, porque, sinceramente, não tem tanta coisa que considero bacana lá. Acho que da lista de livros desse ano, não tem nenhum :(

  21. Excelente iniciativa!!! Não consigo entender a lógica de quase sempre a versão digital ser mais cara que a impressa… :S

  22. muito legal, eu tbm quero ler mais este ano, vou entrar nessa. Quanto aos livros digitais, pelo menos no que noto, o normal tem sido isto: o preço entre as versões não muda muito, o digital oscila uns 10% pra baixo e muitas vezes pra cima… isso quando os autores e editoras expressamente não disponibilizam digital falando do problema da pirataria.

    1. Boa parte dos livros, apesar de estar dando preferência aos digitais, comprei na versão impressa, pq o preço, em alguns casos, era bem inferior da versão digital :( As editoras brasileiras ainda não entraram nesse negócio pra valer, infelizmente.

    1. Eu estava com esse pensamento no início do ano passado, daí comprei um kindle paperwhite, mas li apenas um livro e parei, mas comecei a namorar e minha namorada é fã de Harry Potter, mas também não lia, daí dei o box pra ela de aniversário, começou a devorar os livros e acabou me empolgando, comecei a ler na segunda semana de dezembro e já estou no segundo livro :D

    2. Olha, eu não tinha o mínimo hábito de leitura de livros literários até o ano passado em… Daí comprei um e-reader, reprovei em umas disciplinas da faculdade (kkkkk) e li uns 40 livros em um ano, foi um verdadeiro recorde… Enfim, recomendo queimar seu PC acidentalmente, como eu fiz, foi ótimo, ficava horas lendo pro tempo passar!

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