Combine bandeiras com seus respectivos países em “Flag Match”

Você manja de bandeiras de países? Em Flag Match, um joguinho na web, o seu objetivo é adivinhar a quais países correspondem suas bandeiras. (Não estou certo de que existam 236 países no mundo, mas é o que diz a descrição do jogo.)

O que acontece quando você tira seu site do Google?

Em junho, em caráter experimental, tirei o Manual do Usuário dos índices do Google e de outros buscadores web. Sumiu, desapareceu.

(mais…)

Pikimov

É impressionante o que dá para fazer na web hoje (ou no Chrome, neste caso): o Pikimov é uma espécie de After Effects que roda no Chrome ou Edge. Não precisa instalar nada nem se cadastrar; é só abrir e sair usando.

Monte um teclado “tunado” no Keyboard Simulator

O Keyboard Simulator é o que você está pensando: uma espécie de simular de “tuning” de teclados de computador. Dá para escolher tamanho, cores, teclas e até os switches usados e, depois, tirar uma foto do seu teclado personalizado e fazer um “teste” (aí usando o seu teclado de verdade mesmo).

Cursor e precursor do mouse

Existe o cursor do mouse, e agora existe também o precursor do mouse. A página oferece um bookmarklet que ativa o precursor em qualquer outro site.

Uma internet mais saudável depende da adoção de tecnologias abertas e livres

Escrevi este artigo de opinião para a revista ComCiência, publicada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Labjor da Unicamp. Fiquei lisonjeado (e muito contente!) com o convite, feito pelo professor Ricardo Whiteman Muniz.

Com a promessa de conectar pessoas no ambiente digital, empresas como a Meta e o X (antigo Twitter) nos tornaram prisioneiros em plataformas que trocam pequenas doses de dopamina por pares de olhos dispostos a consumirem anúncios pelo maior tempo possível.

Os efeitos nocivos — em indivíduos e no coletivo — causados por essas empresas, as chamadas big techs, já são bastante conhecidos, bem como a inércia — muitas vezes proposital — delas em corrigirem problemas urgentes, resultado do desalinhamento entre o que seria melhor para as pessoas e para os bolsos dos seus acionistas.

(mais…)

O Diário Popular, jornal que cobria a região Sul do Rio Grande do Sul, encerrou suas atividades no último dia 12, após 133 anos de história. No mesmo dia em que a última edição impressa circulou, o site do jornal saiu do ar, sumindo com ~20 anos de história e gerando indignação entre colaboradores e leitores. (Soube do caso pelo Luís Felipe dos Santos.)

A indisponibilidade do site não foi planejada pela direção do jornal, segundo uma fonte que pediu para não ser identificada. Ao saber do encerramento da edição impressa, a empresa responsável pela hospedagem tirou o site do Diário Popular do ar.

O site voltou ao ar cerca de quatro dias depois. Até quando ficará disponível, não se sabe — ainda que os custos de hospedagem de um site estático sejam irrisórios.

O episódio é um lembrete de que é preciso pensar formas de preservar as versões digitais de jornais brasileiros.

Hacker News ~minimalista e sem comentários

Um cliente do Hacker News ~minimalista — sem os comentários, apenas com os links postados no fórum em ordem cronológica inversa. Código no GitHub.

Mapa de cidades com tarifa zero universal para o transporte público

Elmo Neto pegou o índice de cidades brasileiras que implantaram a tarifa zero universal no transporte público, criado por Daniel Santini, e os “plotou” em um mapa.

Betula: gerenciador de favoritos no protocolo ActivityPub

Betula (não sei o que esse nome significa) é um gerenciador de favoritos online (parecido com o nosso Linkding) que conversa com o fediverso/ActivityPub. Ainda incipiente, mas curti a ideia e o visual espartano.

Dane-se o Google

Sexta passada (31/5), incluí uma sinalização no site do Manual para que buscadores, como Google e Bing, parem de indexar nossas páginas.

A ideia é remover o site desses locais. Fiz isso motivado pelo desrespeito que ambas as empresas, Google e Microsoft, têm demonstrado pela web aberta com suas iniciativas predatórias de inteligência artificial generativa.

Gosta do Manual? Considere inscrever-se na newsletter e/ou seguir os perfis em redes sociais. Todos os detalhes estão nesta página.

Até a tarde desta quinta (6/6), páginas do Manual ainda apareciam nos resultados dos buscadores. É como se nada tivesse mudado. Talvez leve algum tempo para a sinalização surtir efeito. Usei o método indicado pelo Google para remover páginas do seu índice.

O que esperar disso? Minha hipótese é a de que um site que não fatura diretamente com tráfego, como o Manual, consiga existir sem depender do Google.

Alguém pode dizer que é um ato extremo, afirmação com a qual concordo. Também foram extremos os atos de Google e companhia quando decidiram engolir a web sem autorização para treinar IAs que regurgitam plágios com base nesse conteúdo alheio. Aqui, na minha insignificância, gosto de pensar que estou nivelando o jogo.

Se você consegue ler isto, você não é uma máquina

Como um projeto acadêmico, a designer Gittit Szwarc criou uma fonte que humanos conseguem ler, mas máquinas não, e um zine (que usa a tal fonte) com textos curtos sobre sua relação com as máquinas.

TenBlueLinks: Traga de volta o Google das antigas

No mesmo dia em que avisou que a IA generativa havia chegado aos resultados do seu buscador, o Google anunciou com discrição um “filtro Web”, que retorna apenas os bons e velhos links azuis. Tonya Ugnich criou um site que facilita definir o filtro Web como padrão no Chrome e Firefox.

Outra dica, que acho até melhor, é usar um buscador web decente, tipo o DuckDuckGo.

ChatGPT inspirado em “Her” e IA generativa no Google: O futuro que nos espera

Google e OpenAI, as duas empresas à frente da corrida maluca da inteligência artificial, tiraram a semana para anunciar novos poderes que tentam humanizar a tecnologia ao mesmo tempo em que alienam humanos do processo.

(mais…)

Domando apps do tipo “para ler depois”

Quando os celulares modernos se popularizaram, surgiu uma categoria de aplicativos para conciliar o desconforto da tela pequena e a natureza móvel do dispositivo, que nos deixa em contato permanente com conteúdos interessantes.

Apps do tipo “para ler depois”, como Instapaper e Pocket, são repositórios privados de textos que catamos por aí e que, por qualquer motivo, não queremos ou não podemos ler no momento.

Eu sempre tive um desses instalado em meu celular, desde o primeiro capaz de lidar com tais apps. E, daquela época até hoje, jamais havia conseguido segurar o contador de leituras pendentes.

Alguém consegue? (mais…)