Duas fotos, lado a lado, da webcam Piranha Plant, da Hori, com a “boca” aberta e fechada.
Fotos: HORI/Divulgação.

A HORI anunciou uma webcam compatível com o GameChat do Switch 2 com o formato da Piranha Plant. Além de mais barata que o modelo oficial (e sem graça) da Nintendo, a da Hori pode ser “destacada” do vaso para ser conectada direto no video game e — o mais legal — “fecha a boca” para bloquear fisicamente a câmera quando não está em uso. Na Alemanha, sai por € 39,99.

PS: Hoje eu aprendi que o nome dessa personagem é “Piranha Plant”. Eu sequer imaginava que ela tivesse um nome.

Os números do Nintendo Switch são surpreendentes: as vendas cumulativas das três variantes do video game somam 146 milhões de unidades em 7,5 anos, com 127 milhões de jogadores ativos. O Venture Beat reuniu esses e outros números divulgados pela empresa. / venturebeat.com (em inglês)

A propósito, a Nintendo confirmou que o sucessor do Switch será compatível com toda a biblioteca de jogos dele. / videogameschronicle.com (em inglês)

Alarmo, o relógio-despertador da Nintendo

A Nintendo lançou o Alarmo, um relógio-despertador de cabeceira com sensor de movimentos e cinco temas baseados em suas franquias, como Mario e Zelda. (E a promessa de atualizações gratuitas no futuro.) O sensor funciona como uma espécie de “adiar” sem sair da cama, mas só funciona para quem dorme sozinho. Lá fora, por US$ 99,99 (~R$ 560). / nintendo.com, youtube.com (ambos em inglês)

Super Mario Run, o jogo mais subestimado da história da Nintendo?

por Fabio Bracht

Rosto do Mario, personagem da Nintendo, dentro de um ícone com fundo vermelho.

Eu sei, eu sei. Semana passada eu prometi que a Jogos integrais recomendaria jogos bacanas e saudáveis que talvez você não conhecesse. E agora eu estou aqui recomendando um jogo que basicamente todo mundo já ouviu falar.

O lance é que, apesar de ter tido um lançamento bastante popular em termos de mídia (foi, afinal, o primeiro jogo que a Nintendo lançou em uma plataforma de terceiros em toda a sua longa história), Super Mario Run passou batidíssimo por uma enorme parte das pessoas por uma questão controversa.

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Aplicativos de celular não serão o principal caminho para futuros jogos [da franquia] Mario.

— Shigeru Miyamoto, diretor e fellow da Nintendo.

A retirada da Nintendo diz muito do estado dos video games em celulares. Apesar de todos os seus defeitos, a Nintendo respeita a mídia enquanto atividade recreativa e entrevistas como essa de Miyamoto passam a impressão de que tem algo além do dinheiro em jogo.

Fora alguns redutos, como o Apple Arcade e títulos com uma pegada mais artística, o sucesso em celulares fica cada vez mais condicionado a dinâmicas exploradoras, microtransações desonestas e técnicas que estimulam o vício e a compulsão. Uma pena. Via Variety (em inglês).