Um atalho para encontrar todas as fotos tiradas neste dia, em todos os anos, no Apple Fotos

Soube de um novo aplicativo para iOS chamado On This Day. Se o inglês lhe é familiar, o nome entrega o que ele faz: mostrar todas as fotos no seu dispositivo que foram tiradas neste dia (8 de abril, por exemplo), mas em todos os anos.

Esse app seria de grande ajuda na execução daquela dica de organizar fotos, que consiste em revisitar as “fotos do dia”, todos os dias, durante… um ano, e excluir as que você não quiser.

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O macOS 26.4, lançado nesta terça (24), trouxe de volta o leiaute de abas compactas ao Safari (print). Eu e as outras cinco pessoas que usamos esse leiaute — que havia sido removido no macOS 26.0 — agradecemos.

Apesar da tragédia do Liquid Glass no macOS, vez ou outra ainda me deparo com pequenos toques geniais no sistema operacional da Apple. Dia desses descobri que, para converter um arquivo *.mov (comum em várias aplicações da empresa) para *.mp4 (mais popular), basta alterar a extensão do arquivo.

Esse método passa a ocupar o nível mais alto na escala de facilidade, sucedida pelo app MagicBreak, perguntar o comando do ffmpeg a qualquer IA e, por fim, usando o Handbreak.

Para mim, o NetNewsWire é o aplicativo perfeito para macOS. O NetNewsWire 7.0, lançado nesta terça (27), reforça essa distinção. A implementação do Liquid Glass é tão boa que o app ficou mais bonito (prints), e sem perder a sua identidade. Pontos extras para os menus sem ícones, mitigando um problema dos mais bobos do macOS 26 Tahoe. Fica agora a expectativa pela versão do iOS.

Pessoas que usam um mouse da Logitech no macOS passaram algumas horas com as funcionalidades limitadas. Um certificado expirado dos apps Logitech Options+ e G HUB causou a confusão. A falha, ridícula, pelo menos serviu para as pessoas descobrirem utilitários alternativos melhores para este fim. (O melhor software, porém, é nenhum software; mouse bom se garante sem essas coisas, hehehe!)

No macOS 26 Tahoe, rode este comando para desativar o Liquid Glass:

defaults write -g com.apple.SwiftUI.DisableSolarium -bool YES

Meio chocado que isso seja possível. O Liquid Glass é só uma skin em cima da UI agora clássica do macOS? Isso explicaria muita coisa… (Dica do Capi Etheriel, via r/MacOS.)

Liquid Glass

Grandes reformulações de interfaces gráficas sempre geram estranheza e reclamações. Com o Liquid Glass, a nova linguagem visual da Apple, não é diferente.

A boa notícia é que por baixo dos novos botões, blocos de texto ilegíveis e efeitos modernizados, o jeito de usar sistemas como iOS e macOS não mudou. Quem estava acostumado às versões anteriores conseguirá se guiar nas novas.

Isso não significa que o Liquid Glass seja um acerto. Sob o risco de me contradizer no futuro, acho que a Apple errou.

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Apple esqueceu da existência do leiaute de abas “compacto” no Safari do macOS

Não estou com pressa para atualizar meus dispositivos Apple para a “safra” 26, mas o Safari do macOS… por que não?

Todo ano, a Apple libera a grande atualização do seu navegador para versões anteriores do macOS. É uma exceção à política de atualizar os aplicativos nativos do sistema com o próprio. A lista de novidades e alterações é sempre grande e a deste ano não é diferente.

Infelizmente, o Safari 26 está quebrado para as cinco pessoas que usam o leiaute de abas “compacto”. E, sim, eu sou (ou era) uma delas.

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Como remover abas do Safari “emperradas” no iCloud

As coisas na Apple funcionam até o dia em que deixam de funcionar. Um exemplo bobo, mas que me incomoda um bocado, são as abas do Safari “emperradas”, um defeito na sincronia de abas do iCloud — o recurso que me permite acessar as de um dispositivo em outros.

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Maestral: App alternativo para sincronizar arquivos com o Dropbox

Logo do Maestral: contorno branco de uma asa contra fundo verde escuro.

Lembra quando o Dropbox era um aplicativo pequeno, ágil e que só servia para sincronizar e guardar arquivos na nuvem? Saudades… Hoje, ele é um monstro pesado e cheio de funcionalidades corporativas. Talvez tenha sido necessário transformá-lo nisso, o que não consola quem só quer sincronizar arquivos e guardá-los na nuvem.

O Maestral é um cliente alternativo para Dropbox, de código aberto, escrito em Python e que promete ser leve. Segundo o site oficial, “ele fornece ferramentas poderosas de linha de comando, suporta padrões gitignore para excluir arquivos locais da sincronização e permite a sincronização de várias contas do Dropbox”. Bom demais!

Aos entendedores, além da linha de comando, o Maestral oferece apps com interfaces gráficas nativas (Cocoa no macOS, Qt no Linux). Com isso, os desenvolvedores conseguem chegar a um aplicativo ~90% menor que o oficial e que consome, em média, 80% menos memória do dispositivo. (Esse último dado, porém, varia muito de acordo com o espaço que seus arquivos ocupam no Dropbox.)

Dois alertas importantes para quem quiser dar uma chance ao Maestral:

  • Recursos avançados do Dropbox — a saber: Paper, gerenciamento de equipes e configurações de diretórios/pastas compartilhadas — não são suportados.
  • O Maestral usa a API pública do Dropbox, que não suporta transferências parciais de arquivos (“binary diff”). Isso acarreta em um uso mais intenso de dados.

E, claro, tenha em mente que é um app extraoficial.

Quem usa macOS pode baixar um instalador, contendo a interface gráfica (GUI) do Maestral. No Linux, existem dois caminhos menos amigáveis: via PyPI (GUI opcional) e imagem Docker (somente linha de comando). Todas as informações estão nesta página (em inglês).

Logo do Firefox. Silhueta de uma raposa de fogo envolta em um círculo azul.

O Firefox 138, lançado nesta terça (29), traz o aguardado gerenciador de perfis. A documentação oficial (em inglês) explica que “criar vários perfis permite que você mantenha dados de navegação, temas ou configurações separados para diferentes propósitos, como trabalho e uso pessoal”.

Há, também, novas opções de contraste com foco em acessibilidade e, no Windows 11, menus de contexto passam a ter aquele aspecto translúcido, padrão no sistema. Notas de lançamento e download.

MusicBrainz Picard identifica músicas de arquivos *.mp3 e corrige metadados automaticamente

Ícone/logo do Picard.

Na minha primeira tentativa de trocar o streaming por arquivos *.mp3, um dos problemas com que me deparei foi o de organização: como padronizar os metadados das músicas?

A solução que me era conhecida à época, editar manualmente cada canção, era impraticável. Quem tem tempo para isso?

Na segunda (e, desta vez, bem sucedida) tentativa, em 2024, topei com um aplicativo gratuito que é quase bom demais para ser real, o MusicBrainz Picard (Linux, macOS, Windows).

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O aplicativo gratuito Kwack (macOS) emite um “quac!” cada vez que uma tecla é pressionada

Print do site do Kwack, com a frase “Satisfatório ‘quac’ a cada tecla pressionada”.

Se você acha que teclados mecânicos com switches azuis incomodam, prepare-se porque tudo sempre pode piorar: o aplicativo gratuito Kwack (macOS) emite um “quac!” toda vez que uma tecla é pressionada.

Pinta 3.0

Logo do Pinta: pincel inclinado ao lado de uma bisnaga de tinta.

Saiu o Pinta 3.0, nova versão do editor de imagens levinho, tendo como destaque a migração para o GTK 4 e a Libadwaita — em outras palavras, a bem-vinda modernização do aplicativo para o Gnome.

Embora isso, por si só, já traga uma série de melhorias “de graça” ao Pinta, não é a única. Há novidades visíveis (novos ícones, menu, seletor de cores e camadas inteligentes) e por baixo dos panos (ajustes dinâmicos para diferentes tamanhos de e orientações de tela, suporte a gestos, mais velocidade e, espera-se, menos falhas).

O suporte a add-ins, que havia sido removido temporariamente na série 2.x, está de volta. Por ora, apenas dois fizeram a “passagem”, mas os desenvolvedores dizem que “é provável que mais sejam portados para esta versão e lançamentos futuros”.

A origem do Pinta remonta ao Paint.NET do Windows, ou seja, a proposta é ser um editor de imagens simples, mas nem tanto; o elo perdido entre o Paint e o Photoshop. O código é aberto e o app é compilado para Linux, macOS (agora com suporte a chips Apple), OpenBSD e Windows.