Achados e perdidos #32

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

Campanha legal do iFixit (em inglês) para desestimular o consumo desenfreado de celulares. O lance é esse mesmo: usar onde der e pressionar a indústria a suportar esses aparelhos tanto quanto possível. Leia também: Como salvar o planeta, com um celular de cada vez (em inglês).

— Existe um padrão/firmware de código aberto para brinquedos sexuais(em inglês).

— Celular com a tela em preto e branco, sem navegador web e autobloqueada das suas próprias redes sociais. Se a Lorde fosse brasileira, seria leitora do Manual do Usuário (em inglês). Dica do Cab.

— O que acontece se você der o comando sudo rm -rf no Linux? (em inglês). O vídeo é fascinante — mostra o sistema se autodestruindo em tempo real. (Não faça isso em casa.)

— Olhando por fora não dá para perceber, mas a Sony mexeu no projeto do PlayStation 5 e o deixou mais leve. Motivo? Encolheram o dissipador de calor (em inglês).

— A Asus lançou um punhado de novos notebooks. Destaque para o ProArt StudioBook Pro 16, que traz um disco físico (em inglês) próximo ao teclado para ajustes em aplicativos criativos, como os da Adobe.

— “Você pode ganhar muito dinheiro no Facebook”, diz o título de uma deslumbrada matéria da IstoÉ de 2011, quando o Facebook destronou o Orkut no Brasil. Mal imaginávamos o desastre que viria na década seguinte. Dica do Rodrigo Dias.

— De alguma maneira, viemos parar aqui (em inglês).

— Após meses de testes, a versão final do Nova Launcher 7 foi enfim lançada. Android.

— O app ASolver analisa um cubo mágico e devolve os passos necessários para resolvê-lo. Android.

feh é um visualizador de imagens por linha de comando. *Unix.

— Uma interface para serviços de streaming que apresenta música clássica de um jeito que faz mais sentido. Para Apple Music e Spotify.

— Nesta semana, o destaque literário é A cilada da meritocracia [Amazon, Magalu, editora]1, de Daniel Markovits, publicado no Brasil pela Intrínseca. Daniel “destrincha como a meritocracia, no fim das contas, é prejudicial tanto para a elite quanto — e principalmente — para a classe média e os pobres. Isso porque, hoje, ela se transformou no que foi concebida para combater: um mecanismo de concentração e transmissão dinástica de riqueza e privilégios”.

— Debates legais que estão rolando no post livre:
– Shows holográficos, como o do Abba: legal ou nem?
– Como se informar do noticiário sem enlouquecer?
– Celulares bons e baratos compatíveis com LineageOS?
– Covid-19 após a primeira dose da vacina.
– Organização de fotos por palavras-chaves.
– Etiqueta de figurinhas do WhatsApp no trabalho.
– Plantas no home office.
– Serviços de e-mail com foco em privacidade.

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), Jacque trouxe a série Ordem na casa com Marie Kondo [Netflix], e Ghedin, o filme Saneamento básico, o filme [Globoplay], de Jorge Furtado.

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5 comentários

  1. Eu maratonei hoje a série da Marie Kondo porque sou muito fã dela!! Recomendo demais o método dela, o único problema é que eu sempre tenho vontade de me livrar de tudo depois de ler/assistir, hahaha. :D

    Eu aqui, lendo o primeiro link, com meu celular de segunda mão e que já está comigo há alguns anos: 😎
    (E espero que dure mais um tempo porque ando sem 💵 até pra trocar a bateria.)

  2. eu sou o tipo de gente que lê sobre o sudo rm -rf e fica imaginando se meu macOS tem ou não aquele gatilho de segurança previsto em algumas distribuições linux que retorna um it is dangerous to operate recursively on '/' quando solicitado

    e a vontade de testar? :)

    acho que nunca saberei

    1. Jå fiz essa cagada porque me distraí com alguem que me chamou na hora que estava dando manutenção no Linux.
      Emoção sem tamanho.

    2. Fiz isso no Linux em 1999, quando comecei a brincar com o sistema! Era uma instalação do Red Hat, nem lembro que versão, usando um CD que peguei emprestado com um colega de escola. Era minha distribuição mais redondinha até então e nunca mais consegui colocar as mãos naquele CD de novo! hahahahaha

      Tempos sombrios de internet discada, então baixar sem chance. Mesmo porque naquela época gravador de CD era pra poucos.

      Quanto ao Mac, quando sair a próxima versão, faço um teste! Sempre faço instalações limpas dele.

  3. Tem alguns artigos e vídeos sobre alguns comandos bem perigosos no Linux que requerem atenção/cuidado.

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