Dizendo “não” aos pequenos abusos de privacidade / Pagando apps por fora das lojas de aplicativos

Neste Guia Prático, Jacqueline Lafloufa e Rodrigo Ghedin debatem as pequenas violações à nossa privacidade no dia a dia e como dizer “não” a elas. Tipo quando o condomínio decide usar reconhecimento facial para liberar a entrada no prédio, ou o atendente na farmácia pede seu CPF para conceder descontos. Como reagir? Vale a pena se tornar aquela pessoa “chata”, que questiona?

No segundo bloco, pegamos carona na decisão da Coreia do Sul de obrigar as plataformas donas de lojas de aplicativos, como Apple e Google, a abrirem-nas para sistemas de pagamentos alternativos. O potencial de mudança é gigantesco e, apesar do que dizem as grandes plataformas, os impactos negativos não seriam tão catastróficos — achamos nós. Como seria esse cenário?

Nas indicações culturais, Jacque trouxe a série Ordem na casa com Marie Kondo [Netflix], e Ghedin, o filme Saneamento básico, o filme [Globoplay], de Jorge Furtado.

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O Guia Prático é editado pelo estúdio Tumpats.

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5 comentários

  1. Uma vez eu recusei entregar meu CPF na farmácia e o atendente, sorrateiro, pôs o dele, retornei ao balcão, questionei o ato e pedi pra pôr o meu mesmo… 🤷‍♂️

  2. “…por um motivo, sei lá, nem sei se é importante a esta altura, PORQUE COMO VC MESMA DISSE A TRANSMISSÃO DA COVID POR TOQUE POR SUPERFÍCIE É UMA COISA EXTREMAMENTE RARA…”

    Esquerda antes: higienizem compras, não compartilhem objetos, usem tapetes higiênicos pq até no sapato a covid está, coloque plástico em maquininhas de cartão, no elevador, vidas importam, covid é perigosa!! quem diz o contrário é bolsominion antivaxxxx negacionista que não acredita na sienssia…

    Esquerda hoje: covid por superfície é extremamente rara.

    Ué.

    1. Antes a humanidade não tinha estudado e descoberto que a transmissão por toque em superfícies não é perigosa no caso do SARS-Cov-2. Hoje, sabe. É a base do conhecimento, um tal de método científico que existe faz alguns séculos, e também do conhecimento popular, que existe desde que o ser humano se entende como tal. Parece-me algo elementar.

    2. 1) “A esquerda” não é uma pessoa ou uma entidade para poder dizer algo. O mesmo vale para “a direita”. Isso é um reducionismo barato.

      2) Seguir as recomendações sanitárias da época não é ser “de esquerda”. Segui-las é um ato de autocuidado e de cidadania, para que não saiamos por aí passando vírus para os amiguinhos.

      3) Como o Ghedin já disse, na época achava-se que o vírus era bem mais contagioso por contato em superfícies do que ele realmente é. Todavia, aqui acho que é um ponto importante que as pessoas parecem estar se esquecendo. O fato de o contágio por contato ser “raro” não elimina o fato de o risco existir. Higienizar as mãos, superfícies e outros objetos é muito importante também. Digo, usar máscara não exclui isso. Nesse ponto em específico eu discordo do que foi dito no podcast.

      Usem máscara e limpem suas sacolas. =)

  3. Na farmácia passo um CPF gerado no site gerador de CPF ai obviamente eles dizem que não tem cadastro, ai simplesmente mando um José da Silva com um endereço qualquer para obter o desconto.

    Mas…. sempre tem um mas, se você você usar o seu cartão ainda sim será feito o cruzamento de dados, sei disto pois já usei do expediente acima mas paguei com cartão e poucas horas depois propagandas via SMS da famigerada farmácia começaram a chegar no meu celular.

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