Achados e perdidos #30

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

Print do sistema operacional Haiku, com uma janela e menus abertos.
Imagem: Haiku/Divulgação.

— O sistema operacional Haiku, sucessor espiritual do finado BeOS, completou 20 anos (!) de vida (em inglês) no último dia 18. Detalhe: ainda não saiu a “versão 1.0”.

— Sistema operacional moderno, com cara de anos 1990 e que não tem nada a ver com Windows, macOS ou Linux? Tem também o SerenityOS (em inglês).

— A Oppo, fabricante chinesa de celulares, apresentou um sistema de lentes para celulares que permite zoom contínuo (em inglês). Sem previsão de chegar ao mercado.

— Uma coleção de jogos de tabuleiro simples, online e de código aberto. Dá para jogar contra o computador ou um(a) amigo(a) (via internet ou na rede local).

— Uma loja de carimbos que você não sabia que precisava (nota 10 para este sítio da web).

— Uma competição anual de fotos de batatas.

Mascar chiclete não é mais descolado (em inglês) e a indústria já sentiu o baque.

— Uma bela gambiarra para tornar PDFs mais legíveis no Kindle.

— De repente, você assume a tarefa de cuidar da experiência de usuário do Thunderbird, um software antigo, antiquado e com usuários super fiéis. Como lidar? Aconteceu com o Alessandro Castellani (em inglês).

— Até o Paint vai mudar no Windows 11.

— O Spotify é bem lento no computador, né? O Psst é uma interface alternativa que promete ser bem mais ágil que a oficial. Por ora, apenas para macOS. (Falei de interfaces alternativas no vídeo desta semana.)

ReadMark é um leitor de RSS que permite marcar trechos dos posts. Para Android e iOS.

— No Radiooooo, você ouve músicas de vários países divididas por décadas. (Essa veio direto do nosso arquivo.)

RetroBar traz as barras de tarefas de versões antigas do Windows às mais recentes.

Wakasaba é um serviço de videochamadas que você usa a ~2 metros de distância do computador.

— Inspirado em Settlers II, Widelands é um jogo de estratégia em tempo real gratuito e de código aberto.

— O lançamento literário da semana é As dez equações que regem o mundo [Amazon, editora]1, de David Sumpter, publicado no Brasil pela editora Bertrand: “Relacionando a temas do dia a dia, David Sumpter mostra como a matemática está presente em nossas vidas e nos dá uma perspectiva diferente para encará-la”.

— O pessoal do BaixaCultura está fazendo um financiamento coletivo para publicar Manifestos Cypherpunks, segunda publicação da coleção Tecnopolítica, que “reúne alguns dos primeiros alertas contra a vigilância massiva na era da internet”. Vai até 1º de setembro.

— Debates legais que estão rolando no post livre:
– O sumiço das bancas de jornais.
– De volta ao Linux após 10 anos.
– Pasta térmica: tudo igual? Precisa trocar?
– Apps para gerenciar fotos: quais?

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), Jacque indicou a série Grace & Frankie [Netflix], criada por Marta Kauffman e Howard J. Morris, e Ghedin, o filme São Paulo sociedade anônima [Globoplay], de Luís Sérgio Person.

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2 comentários

  1. Quando eu estou tomando os rumos pra mudar do macOS para Linux, vejo que BSD é melhor… puts é foda…

  2. 1. Pôôô… Valeu pela dica do carimbo. Vou dar um de presente para minha prima. Eles tem algumas sugestões como o carimbo “ex libris” e é esse mesmo que darei para ela.

    2. Sobre o Paint, parece estar ficando bem legal, cheio de recursos bacaninhas para uso em coisas simples. Parabéns para a M$.

    3.O Psst tem versão para Linux, também, Ghedin. Ao menos é o que diz o readme no Github. Vou testar aqui, pois, a aplicação oficial é ridícula de pesada.

    4. E para quem leu este meu comentário e não leu a postagem sobre o Thunderbird, leia! Eu já havia indicado aqui anteriormente. É bem interessante. ^^

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