A melhor maneira de transcrever áudios
Nigel Goodman usou o ditado do teclado de seu celular para escrever uma edição da sua newsletter, o que me lembrou de que nunca falei do Whisper neste Manual do Usuário.
Nigel Goodman usou o ditado do teclado de seu celular para escrever uma edição da sua newsletter, o que me lembrou de que nunca falei do Whisper neste Manual do Usuário.

Há anos uso um tipo de aplicativo no computador que poderia ser rotulado de “papelzinho de anotações”: mais simples que um app de notas, como Obsidian e Apple Notas, e sempre à mão — de preferência com um atalho no teclado global.
O que uso no macOS se chama FiveNotes. Nesta quinta (11), o aplicativo da Apptorium ganhou uma grande atualização. O FiveNotes 3 traz novos recursos e, pela primeira vez, está disponível no iOS/iPadOS, com sincronia de dados via iCloud.
No macOS, o FiveNotes 3 vem recheado de novidades, das quais destaco o suporte a temas, janela flexível (dá para mover, redimensionar livremente e fixá-la nos cantos da tela), novos atalhos no teclado, ações para o Atalhos e um sistema de backup local.
No iOS/iPadOS, o app preserva algumas características e, mais importante, sincroniza as cinco notas com o macOS.
Apesar do mesmo nome, a Apptorium vende o FiveNotes 3 como dois apps independentes, em compras únicas. No macOS, sai por R$ 29,90 na App Store. (Apesar de venderem-no por fora, sai mais barato na lojinha da Apple.) No iOS/iPadOS, R$ 14,90.
Ah, um app gratuito para macOS permite a criação de temas personalizados, compatíveis com ambas as versões.
Olá! Meu nome é Eduardo Souza. Moro em Taboão da Serra (SP). Moro com a Carol, minha companheira, que é analista de dados em uma multinacional. No momento apenas estudo, graças a um layoff que rolou em maio. Curso engenharia de software na modalidade de ensino à distância. Em paralelo, estudo pra minha primeira certificação AWS, além do foco em front-end através do FreeCodeCamp. No futuro, além de pagar os boletos, quero colaborar com projetos e iniciativas de software livre.
Vamos à mesa, então.

Curadoria das principais notícias de tecnologia da semana, algumas delas comentadas (🗣️).
Lembra do link legal do site “multiplayer” com 1 milhão de caixas de seleção? Alguém criou um site alternativo com 1 (sim, uma) caixa de seleção. Detalhe legal: um gráfico mostra a variação da caixa selecionada e não selecionada nas últimas horas.
one checkbox
onecheckbox.com
O Pixel Mirror, desenvolvido pelo designer de materiais japonês Hakusi Katei, é um cristal que “transforma” o que é visto através dele em arte pixelada.
Este fragmento de cristal transforma tudo o que você vê em arte pixelada de 8 bits
yankodesign.com
Você manja de bandeiras de países? Em Flag Match, um joguinho na web, o seu objetivo é adivinhar a quais países correspondem suas bandeiras. (Não estou certo de que existam 236 países no mundo, mas é o que diz a descrição do jogo.)
Flag Match
flagmatch.com
Em junho, em caráter experimental, tirei o Manual do Usuário dos índices do Google e de outros buscadores web. Sumiu, desapareceu.
O WhatsApp, aplicativo mais popular do Brasil, é inescapável. Os poucos que prefeririam não usá-lo, por qualquer motivo, se veem cada vez mais impossibilitados à medida que o app da Meta se transforma em uma espécie de utilitário, um pré-requisito para interações das mais diversas. Ao mesmo tempo, vem sendo desfigurado para abrigar novas funcionalidades que deixam seu uso mais difícil.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD) enfim mostrou os dentes e determinou que a Meta suspenda o tratamento de dados pessoais para treinar inteligências artificiais.
A proibição, determinada em caráter cautelar, baseia-se em quatro pilares: ausência de base legal para tratar os dados com essa finalidade; falta de informações sobre as mudanças na política de privacidade; dificuldade excessiva aos usuários para negarem o uso de seus dados; e tratamento de dados de menores de idade sem as devidas salvaguardas.
Vale mencionar o “timing” da determinação, como lembrou Carlos Affonso Souza em sua coluna no Uol: na semana em que estavam previstos o lançamento dos recursos de IA do WhatsApp no Brasil e em que o projeto de lei 2338/23, o PL da inteligência artificial, teve movimentações no Congresso.
A Meta se disse “desapontada” com a determinação. Os argumentos da ANPD me pareceram razoáveis — já viu o labirinto para negar o uso de dados pela Meta?
Carlos Affonso acredita que a determinação, ao focar em uma empresa (e das maiores), passe um recado a toda a indústria. Afinal, existem outras além da Meta fazendo o mesmo tipo de treinamento com dados, incluindo os pessoais.
O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional simplificaram a jornada de iniciação de pagamentos para permitir o uso do Pix em carteiras digitais, ou seja, em pagamentos por aproximação e pagamentos online facilitados. A previsão é de que a novidade chegue aos consumidores em 28/2/2025. Via Banco Central.
48%
As emissões de gases do efeito estufa pelo Google aumentaram 48% nos últimos cinco anos. Segundo a própria empresa, por causa da demanda por inteligência artificial. A meta do Google de tornar-se uma empresa neutra em emissões de poluentes até 2030 está posta em xeque. Via Folha de S.Paulo.
O app BananaBin coloca moscas na lixeira do macOS se ela fica cheia. Engraçadinho! Aliás, existe uma opção nos ajustes do Finder para eliminar arquivos da lixeira automaticamente após 30 dias. É uma boa mantê-la ativada e não ter que se preocupar com a lixeira cheia — com ou sem moscas.
[en] Bananabin
Leon Schrijvers e Rik Schennink
É impressionante o que dá para fazer na web hoje (ou no Chrome, neste caso): o Pikimov é uma espécie de After Effects que roda no Chrome ou Edge. Não precisa instalar nada nem se cadastrar; é só abrir e sair usando.
Pikimov
Editor online de vídeo e motion design