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A ABNT lançou uma nova norma para acessibilidade digital. A ABNT NBR 17225 traz 146 diretrizes em 79 páginas, alinhadas às Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.2, principal documento internacional do tipo. Indispensável para qualquer pessoa que trabalhe com o desenvolvimento de sites. Download aqui.
O Governo Federal lançou, nesta terça (11), o Crianças, adolescentes e telas: Guia sobre usos de dispositivos digitais:
O Guia é um documento oficial com análises e recomendações sobre o tema, baseado em evidências científicas e nas melhores práticas internacionais, inteiramente comprometido com a construção de um ambiente digital mais saudável. Aqui você encontra orientações e ferramentas para lidar com a complexa relação das infâncias e adolescências com o mundo digital. Além disso, o Guia serve de base às políticas públicas nas áreas de saúde, educação, assistência social e proteção.
O guia completo (164 páginas) e um resumo executivo (24) estão disponíveis nesta página, sem custo.
Via Mobile Time.
No domingo (9), o Chromecast 2, modelo que foi lançado no Brasil, parou de funcionar e segue sem dar sinal de vida. O Google orienta os consumidores afetados que não tentem restaurar o dispositivo e que está trabalhando numa correção.
O problema parece ser em um certificado digital expirado, o tipo de coisa que dificilmente ocorreria em um produto ainda em linha. (O Chromecast foi descontinuado em agosto de 2024.) No Reddit, há tutoriais de gambiarras para contornar o problema. Aplique-as por sua conta e risco!
Surpreendendo absolutamente ninguém, o Pinterest é a última plataforma social comercial a alterar sua política de privacidade a fim de usar conteúdo dos usuários para treinar inteligências artificiais generativas.
Ao site Futurism, um porta-voz do Pinterest disse que nada mudou (eles treinavam IAs sem aviso prévio?) e que quem tiver insatisfeito tem a opção de “opt-out” (é sempre a mesma história).
Eu achava que o Pinterest era um agregador de conteúdo de fontes alheias, ou seja, sem conteúdo original, do tipo que os usuários detêm os direitos. Não que respeitar direitos autorais seja prática comum entre empresas de IA. Ainda assim, a cara de pau impressiona.
A atualização de março do Android trouxe suporte a Linux nos celulares Pixel 9, do Google. Trata-se do Debian, por ora apenas em linha de comando, virtualizado. A expectativa é de que o Android 16 dê suporte a interface gráfica e expanda o acesso ao Linux a qualquer celular capaz de executá-lo.
Não se sabe ao certo as intenções do Google com esse movimento. Transformar o Android em um sistema para computadores, na linha do Samsung DeX? Ou dar acesso a aplicativos Linux em celulares? Ou ambos? Curioso, de qualquer forma. Segundo o Android Authority, a Samsung não inclui em seus celulares as APIs de virtualização (Android Virtualization Framework) usadas nesta implementação do Linux pelo Google.
Após quatro meses desempregado e algumas candidaturas frustradas a um novo emprego, Gildásio Filho, criador do deck.blue, um cliente para Bluesky que lembra o finado Tweetdeck, vai tentar viver da sua criação.
Os quase 1 mil usuários pagantes já sustentam “aluguel e comida”, mas o valor não se equipara ao salário que recebia no emprego anterior. Gildásio mexeu nos planos pagos do deck.blue e nos recursos oferecidos em cada um deles. A assinatura é feita via Patreon.
A mediana de vídeos hospedados no YouTube tem 41 visualizações — sim, quarenta e uma. Esse e outros dados, expostos em vários gráficos neste site, vêm de uma amostragem aleatória e representativa obtida pela Iniciativa para Infraestrutura Pública Digital, Universidade de Massachusetts Amherst. Esta matéria da BBC (em inglês) conta mais do “mundo invisível sob a sombra do algoritmo do YouTube”.
O texto original mencionava “média”, quando na real o dado se refere à mediana. Obrigado pelo toque, Gabriel!
A Tapbots informou que está desenvolvendo o Phoenix, um app de iOS e macOS para acessar o Bluesky — nos mesmos moldes do que o Ivory é para o Mastodon e o Tweetbot foi para o finado Twitter. Deve ser lançado em meados de 2025.
Fala-se muito da incapacidade do Google em acertar a mão com apps de mensagens. O que falar da Microsoft? O fim do Skype (em 5 de maio) é só o último capítulo da lenta deterioração de um bom serviço muito querido até a Microsoft comprá-lo por US$ 8,5 bilhões, em 2011. E nem vou falar dos equívocos com o MSN Messenger, ou do fato de que o Teams só tem usuários porque as empresas obrigam os funcionários a usá-lo.
Este commit, no repositório do site da Mozilla, remove todas as referências ao compromisso em não vender dados pessoais no Firefox. No arquivo structured-data-firefox-faq.html, da sessão de perguntas e respostas, a pergunta (removida) “O Firefox vende seus dados pessoais?” terminava dizendo que “Isto é uma promessa”. A pergunta e a promessa já não constam no site.
Relacionado: Por que agora, Mozilla?
Em julho, em Salvador (BA), será realizada a segunda edição da WikiCon Brasil, conferência para a comunidade brasileira da Wikipédia, organizada pelo Wiki Movimento Brasil. Desta vez, o evento terá “uma direção mais propositiva, alinhada ao crescente interesse da comunidade pela governança digital”. Parece-me uma ótima direção! Mais detalhes na Wikipédia.
A Microsoft estava testando uma versão gratuita com anúncios (incluindo em vídeo) de Excel, PowerPoint e Word, com vários recursos básicos bloqueados e que só salvava arquivos no OneDrive.
Após a repercussão negativa, a empresa enviou um posicionamento a alguns sites afirmando que não tem a intenção de lançar esse Office zoado. É curioso tanto esforço para desenvolver algo e colocar esse algo para testes públicos sem ter a intenção de comercializá-lo… não?
Em momentos assim, é sempre bom lembrar de alternativas abertas e gratuitas, em especial o LibreOffice.
Depois de subir o preço do Google Workspace, chegou a vez do Google One, a assinatura para pessoas físicas que concede mais espaço na nuvem e alguns recursos exclusivos. Os reajustes variam entre 25% e 28,2% e, ao contrário do Workspace, não trazem o Gemini. (Só o plano AI Premium, que mantém o mesmo preço.)
O plano Lite (R$ 4,50/mês por 30 GB de espaço, sem recursos adicionais), lançado no final de 2024, não aumentou.
Via Tecnoblog.
O sucessor do querido iPhone SE, o recém-anunciado iPhone 16e, tem preço sugerido no Brasil começando em R$ 5,8 mil.
O novo celular da Apple junta a carcaça do iPhone 14, especificações do iPhone 16 e limitações da finada linha SE (a câmera solitária na parte de trás, ausência de MagSafe), além de marcar a estreia do modem “da casa”, o Apple C1, no lugar dos fornecidos pela Qualcomm.