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Primeiras impressões do Gradiente Tegra Note

O pequeno Tegra Note, tablet com tela de 7 polegadas vendido aqui no Brasil pela Gradiente, chegou para mim hoje. E veio acompanhado da Slide Cover e de uma stylus extra. O principal, porém, é a promessa de ser o tablet para jogos a ser batido.

Atualização: Leia o review completo, com mais fotos e vídeos, aqui.

Tegra Note, da Gradiente.

Gostei: a primeira coisa que fiz foi entrar no TegraZone e procurar alguns jogos. O beta do novo Shadowgun, DeadZone, rodou liso e não chegou a esquentar o tablet. Reaper e Zen Pinball HD, idem. O Tegra Note vem com um SoC Tegra 4 e, aparentemente, não enfrenta dificuldades com gráficos intensivos. Os acessórios são legais, embora tenham lá suas esquisitices — a capa é “espetada” no corpo do tablet e a stylus usa uma tecnologia exclusiva, a DirectStylus, que fica entre a (ótima) ativa do Galaxy Note e as passivas de tablets mais baratos. A conferir se, na prática, isso funciona.

Não gostei: a tela não tem uma resolução muito alta, mas o que mais incomodou à primeira vista é o aspecto lavado. Em apps com fundo branco, como o Gmail, falta um contraste maior. O design é bem diferente do que estamos acostumados: tem mais de uma textura espalhada pelo corpo, e infelizmente captura digitais com facilidade.

Parte de trás do Tegra Note.

O que mais: o Tegra Note é um projeto da Nvidia que mais de uma fabricante se apropriou. No Brasil foi a Gradiente, lá fora, EVGA e Advent. O produto é rigorosamente o mesmo, só muda o logo na parte de trás. Outra diferença local, e essa ruim, é o preço. Nos EUA o Tegra Note sai por US$ 199; aqui, o preço sugerido e cobrado diretamente pela Gradiente é R$ 999. Ainda é cedo para dizer se vale tudo isso ou não. O tablet também vem com um cabo RCA (?) na caixa e uma porta micro HDMI (mas sem o cabo).

Como sempre, dúvidas podem ser deixadas nos comentários. Usarei esse Tegra Note por alguns dias e, em breve, sai o review completo.

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4 comentários

  1. Concordo com a inclusão do cabo RCA, pois o Tegra 4 é o 1º SoC honesto da nVidia e foi feito para equipar tablets pouco melhores que os xing lings.

    O grande mistério é a conta que a Gradiente fez para chegar nesse preço horroroso aí por um tablet que não deveria passar dos 600 reais.

  2. Bizarro esse cabo RCA. Acho que vou desembalar minha tv de tubo 14″ para fazer companhia em uns emuladores bacanas. rs

  3. Uso muito tablet para leitura de livros, deixa ele ligado para ver até quando aguenta.

    Ver se é real a história que ele desliga os núcleos e poupa energia quando pouco processamento.

    O medo da bateria esgotar foi um dos principais motivos de ter desistido de comprá-lo, optando pelo Gpad 8,3″

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