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Novo vazamento expõe mais de 100 milhões de contas de celular

A PSafe encontrou outro banco de dados enorme de brasileiros sendo comercializado na “dark web”. Desta vez, são pouco mais de 100 milhões de cadastros de celulares, das operadoras Claro e Vivo, com dados detalhados incluindo nome, telefone, endereço e o histórico de relacionamento com a operadora. Para comprovar a veracidade, o cibercriminoso enviou dados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e da apresentadora Fátima Bernardes. A PSafe enviará um relatório detalhado da descoberta à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Via Neofeed.

Experian diz que investiga se está envolvida em escândalo de vazamento de dados no Brasil

A sede da Experian negou nesta segunda (8), outra vez, que a Serasa seja a fonte do vazamento de dados de mais de 220 milhões de CPFs no Brasil. Em nota, a empresa disse que após “exaustivas investigações” não encontrou evidências do envolvimento da Serasa, sua subsidiária brasileira, e que alguns dados incluídos no banco de dados à venda, como fotos, detalhes de previdência social, registros de veículos e dados de login de mídia social, não são coletados nem mantidos pela Serasa. Via Uol Tilt.

STF bloqueia site Fui Vazado e manda Polícia Federal ouvir seu criador

O Fui Vazado está inacessível desde a manhã desta sexta-feira (5). O site retorna um erro 1020 da CloudFlare, o que indica violação a alguma regra de firewall.

Não parece ser coincidência o fato de o Fui Vazado constar em um despacho do dia 3 de fevereiro do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro do inquérito das fake news. No texto, ele é citado junto a outros endereços que “estariam comercializando, ilegalmente, dados pessoais de autoridades e dos Ministros desta CORTE” e que, por isso, deveriam ser bloqueados imediatamente — esses outros endereços também ficaram inacessíveis junto ao Fui Vazado, segundo o Estadão. O ministro Alexandre diz ainda que o Fui Vazado é o único cuja autoria é conhecida, e determinou que a Polícia Federal ouça Allan Fernando, o criador do site. Via STF, Estadão.

» Na entrevista que Allan Fernando me concedeu, ele afirmou categoricamente que não possui os bancos de dados detalhados do vazamento e que não vende nem tem intuito de lucrar com o Fui Vazado. Tentei novo contato com ele nesta sexta (5), sem sucesso.

Site permite consultar se seus dados estão no mega vazamento de janeiro

O desenvolvedor Allan Fernando Armelin da Silva Moraes criou o FuiVazado!, um site para que brasileiros consultem se seus dados (e quais deles) estão no mega vazamento de janeiro. Após alguns dias praticamente inacessível devido ao volume de acesso (quase meio milhão só no dia 29), na manhã desta segunda (1) ele não estava congestionado.

Especialistas divergem sobre a legalidade do site, porém. Para fazer a consulta, ele pede CPF e data de nascimento. Na tela seguinte, exige uma lista apontando quais dos 37 tipos de dados presentes no vazamento há os do usuário que fez a consulta. Via Uol Tilt.

Atualização (13h30): O Allan divulgou o código-fonte do site no GitHub.

Atualização (11h25): Muita gente levantou suspeitas da idoneidade do site FuiVazado!. Risco sempre existe, e se por um lado o fato do autor ter se identificado ajuda a mitigá-lo, por outro o código do site não ser aberto joga contra. Não me parece, porém, pelas declarações do Allan e seu histórico, que ele esteja por trás de algum plano mirabolante para coletar dados e/ou validar os do banco vazado. Em todo caso, o receio é compreensível e caso se sinta desconfortável com as circunstâncias do FuiVazado!, é aconselhável não fazer a consulta.

Seus dados pessoais vazaram; o que fazer agora?

A gravidade com que são tratados os vazamentos de dados pessoais tem uma justificativa muito simples: boa parte deles não é substituível. Um número de telefone ou endereço são do tipo de dado mais simples de trocar, e mesmo esses já dão dor de cabeça e, para muitos, são trocas inviáveis. Documentos ou o nome […]

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