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Um pouco mais da nova Honor

Desde que a Honor foi separada da Huawei, muito pouca coisa se sabe do que realmente os novos donos esperam da empresa, agora que não tem mais a Huawei como marca-mãe. Com a semana dominada pelo Honor Magic V, esta entrevista do Xataka com Pablo Wang, VP da empresa para a Europa, ganha importância porque, […]

O que eu uso (2022)

O Manual do Usuário é reflexo da minha curiosidade e vivências. Por isso, os produtos e serviços de tecnologia que uso no dia a dia, para fazê-lo e para outros fins, têm um impacto considerável no site. Daí veio a ideia de fazer um raio-x anual do que estou usando, para dar mais contexto ao […]

Em 2021, brasileiro passou 5,4h por dia grudado em apps de celular — um recorde mundial

A App Annie, consultoria especializada no mercado de aplicativos, divulgou um relatório que apontou o Brasil como o país que mais usa apps do mundo. Em 2021, passamos em média 5,4 horas por dia grudados na tela do celular. O número é 12,5% maior que a média global do período (4,8h) e representa um salto de 31,7% em relação à nossa média em 2019 (4,1h), salto que provavelmente se explica pela pandemia — dos 17 países que lideram o ranking, apenas em dois o tempo gasto em apps diminuiu de 2020 para 2021 (Argentina e China).

O levantamento da App Annie traz outros dados curiosos e números enormes para 2021 (dados globais):

  • Baixamos 230 bilhões de aplicativos;
  • Gastamos US$ 170 bilhões com eles;
  • Dispensamos 3,8 trilhões de horas somadas.

Há ainda dados e insights separados por categorias — e o Brasil se destaca em várias delas, como finanças e games. Via App Annie (em inglês).

Os smartphones dos entregadores

Os smartphones dos entregadores, por Bruno Romani e Tiago Queiroz no Estadão: Esqueça o iPhone ou o Galaxy S: sob essa perspectiva, o negócio bilionário das plataformas de delivery está escorado num mar de modelos básicos, e quase nunca novos, de Motorola e Samsung — é um retrato mais fiel também do mercado brasileiro de […]

Celulares BlackBerry param de funcionar nesta terça (4)

Nesta terça (4), dispositivos BlackBerry rodando os sistemas BlackBerry 7.1 OS e anteriores, BlackBerry 10 e BlackBerry PlayBook OS 2.1 e anteriores pararam de funcionar. Não que eles não liguem mais; o que acontece é que recursos básicos como ligações, internet móvel, mensagens de texto e até ligações a serviços de emergência “não funcionam mais de maneira confiável”, segundo a empresa. Via BlackBerry (em inglês).

Anatel disponibiliza lista de celulares 5G homologados

A Anatel publicou em seu site uma tabela [PDF] com 55 celulares já homologados compatíveis com o 5G. A tabela é dominada por Apple, Motorola, Samsung e Xiaomi, e ainda tem modelos da Asus, Realme, TCL e HMD Global (Nokia). Segundo o cronograma da agência, o 5G deverá estar funcionando nas capitais brasileiras já no primeiro semestre deste ano. Resta saber se a Anatel manterá a tabela atualizada. Via Anatel.

O primeiro celular com tela dobrável interessante

Duas mãos segurando o Oppo Find N (esquerda) e o iPhone 13 Mini, lado a lado. Ao fundo, um escritório típico desfocado.
Imagem: MKBHD/Reprodução.

O Oppo Find N é o primeiro dobrável que chama a minha atenção. O formato é similar aos aparelhos da linha Galaxy Fold, da Samsung. O que torna ele atraente são suas dimensões diminutas.

Fechado, o Find N tem o mesmo tamanho (exceto espessura) de um iPhone 13 Mini: 132,6 x 73 mm (altura x largura, contra 131,5 x 64.2 do celular da Apple) e uma tela de 5,49 polegadas. A foto acima é do canal MKBHD. Ao abri-lo, o usuário se depara com outra tela maior, como era de se esperar, de 7,1 polegadas. O ganho em área visível ao passar da telinha externa para a interna grandona é de 29,3%.

O problema é a espessura, mais que o dobro de um iPhone 13 Mini (15,9 contra 7,7 mm), o preço (a partir de ~US$ 1,2 mil) e o fato de que o Find N só será vendido na China, com o Android chinês da Oppo/BBK.

O conceito “telinha pequena por fora e telão ao desdobrá-lo” tem apelo; já o do “telão externo e telão ainda maior dentro”, o único disponível até agora pelos proponentes dos dobráveis, em especial a Samsung, não muito. Talvez daqui a uma década, quando a indústria resolver problemas críticos do modelo, como a fragilidade das telas que dobram e a espessura desses aparelhos quando fechados, um celular assim se torne interessante. Via MKBHD/YouTube (em inglês).

Android Go: 200 milhões de usuários e nova versão a caminho

O Google revelou que o Android Go, versão do sistema destinada a celulares mais simples, é usado por 200 milhões de pessoas. Em 2022, a empresa lançará o Android Go 12 com algumas melhorias exclusivas em relação ao Android convencional. A maior delas é velocidade, com a promessa de que os apps abrirão até 30% mais rápido que no Android Go 11. É uma novidade bem-vinda: quando testei o sistema, no final de 2018, a lentidão generalizada foi o destaque negativo. Via Google (em inglês).

O experimento do celular Android “degoogled”

Galaxy S9 com o /e/OS na tela inicial. Ao fundo, uma colcha colorida desfocada.
Foto: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

O pessoal da e Foundation, da França, gentilmente emprestou um celular com o /e/OS instalado para eu testar até o fim do ano. O /e/OS é uma versão do Android “degoogled” ou “degooglado”, ou seja, sem software nem serviços do Google.

Faz uns seis anos que não uso o Android, e uns bons anos que não uso o sistema, então será um experimento… curioso. E com a sua ajuda, ainda mais! Meu principal objetivo é descobrir se dá para usar numa boa um celular que não tenha vínculos com o Google ou com a Apple. Você pode ajudar de duas formas: 1) tirando dúvidas e fazendo questionamentos, e; 2) me ajudando — afinal, tem um bocado de coisas que não sei. Os comentários estão aí para isso.

Positivo se une à Transsion para brigar com a Xiaomi no Brasil

A Positivo anunciou uma parceria com a Transsion, fabricante chinesa de celulares, para trazer aparelho com a marca Infinix ao Brasil. Os planos são ambiciosos: a Positivo vislumbra abocanhar 10% do mercado brasileiro de smartphones em até cinco anos. Hoje, detém 2% dele. O primeiro aparelho, fabricado no Brasil e já à venda em site próprio e nas lojas da Via, é o Infinix Note 10 Pro, com preços sugeridos de R$ 1,5 mil (128 GB) R$ 1,7 mil (256 GB).

A Transsion é uma famosa desconhecida no Brasil, mas em alguns lugares do mundo é sinônimo de celular. Detém, por exemplo, praticamente metade do mercado do continente africano. A Infinix, uma das três marcas com que a Transsion trabalha, contempla celulares intermediários, quase premium. A Positivo manterá sua marca em aparelhos abaixo de R$ 1 mil e nos features phones, e tentará ocupar a lacuna deixada pela LG no segmento imediatamente superior, de R$ 1 a 4 mil.

O arranjo com a Transsion é similar aos que a fabricante paranaense tem com Vaio e Compaq em computadores, e ao que DL e Multilaser têm com Xiaomi e HMD Global/Nokia, respectivamente, em celulares e acessórios. Via Neofeed.

Fairphone 4 5G

Imagem do Fairphone 4 5G de frente e de costas, na cor cinza.
Imagem: Fairphone/Divulgação.

A Fairphone, fabricante de celulares modulares e sustentáveis sediada na Holanda, anunciou nesta quinta (30) o Fairphone 4 5G, primeiro celular 5G modular do mundo. O aparelho começa a ser vendido no dia 25 de outubro, apenas na Europa, em duas configurações (6 GB/128 GB e 8 GB/256 GB de RAM/espaço), ambas equipadas com um chip Snapdragon 750G, e sai de fábrica com o Android 11 e a promessa de no mínimo receber atualizações até 2025, talvez até 2027 “apesar do fim do suporte do fornecedor do chipset”. O Fairphone 4 5G custará € 579 ou € 649 — cerca de R$ 3,6 mil e R$ 4 mil. Via Fairphone (em inglês).

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