Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Preservando o Android original

Os mais antigos neste mundinho de smartphones vão lembrar da primeira aparição do Android, em um protótipo que parecia um clone dos Blackberries que dominavam o mercado de smartphones dos EUA (ou dos Nokia E, já que Blackberries não eram tão populares fora dos EUA), com uma interface de usuário que parecia um Blackberry. O […]

Gnome para celulares avança com investimento da Alemanha

Celular PinePhone Pro, encostado em uma parede de madeira, com a tela exibindo a gaveta de ícones de aplicativo, aplicativos recentes e busca do Gnome Shell.
Gnome no celular! Foto: Gnome/Divulgação.

O sonho de um Linux puro sangue móvel ainda não se realizou, mas está avançando em projetos como o Phosh, que leva o Gnome Shell a celulares e tablets.

Jonas Dressler, desenvolvedor do projeto Gnome, compartilhou alguns avanços no trabalho de adaptação do Gnome Shell às telas pequenas e sensíveis a toques, resultado de um investimento do Ministério da Educação da Alemanha.

O escopo do projeto financiado pelos alemães, explica Jonas, não é finalizar os trabalhos, mas sim o básico da navegação, abertura de aplicativos, pesquisa, teclado virtual e outros recursos básicos.

Boa parte do trabalho até agora, por exemplo, foi destinada à navegação por gestos. O resultado, a julgar pelos vídeos compartilhados, em hardware real (o celular é um PinePhone Pro, da foto acima), é bem promissor.

“Há muito trabalho pela frente”, diz Jonas, “mas agora o progresso será mais rápido e mais visível porque será trabalho na interface de usuário em si, em vez de em APIs internas.” Isso implica, também, em mais testes e desenvolvimento em hardware real, o que é imprescindível para aperfeiçoar recursos como o teclado virtual. Via Gnome Shell & Mutter (em inglês).

Murena oferece celulares e serviços na nuvem livres do Google

A /e/ Foundation lança nesta terça (31) seu braço/marca comercial, Murena. A nova marca concentra a comercialização de celulares (modelos comerciais com o /e/OS pré-instalado e um original, o novo Murena One) e os serviços em nuvem, chamados Murena Cloud, baseado no NextCloud.

Idealizado por Gaël Duval em 2017, o objetivo da Murena é oferecer uma alternativa ao Google. O /e/OS é baseado no Android AOSP e vem livre de conexões diretas com o Google. É um sistema legal — testei um Galaxy S9+ com o /e/OS em dezembro. Infelizmente, a Murena ainda não atua no Brasil. Via Murena (2)  (em inglês).

O fim do celular pequeno

Quem vai às compras atrás de um celular se intimida com a variedade de modelos disponíveis. São muitos e, apesar do volume, quase nenhum pequeno. Eric Migicovsky, que fez fama na década passada com o relógio inteligente Pebble, quer um celular Android pequeno. Será que vai conseguir?

Qual celular comprar em 2022?

No programa de hoje, Jacqueline Lafloufa e Rodrigo Ghedin falam de um dilema que (quase) todos enfrentam quando precisam comprar um celular: qual? A analogia da geladeira — chega na loja, vê o modelo mais recente que cabe no orçamento e leva — só vale para as linhas premium. Para o grosso das vendas, a […]

O que chamou a atenção no Google I/O 2022

Em software: O Beta 2 já dá uma cara ao Android 13: depois das enormes mudanças do Android 12, uma versão que promete ser mais de refinamento e menos de mudanças (embora, ao que parece, vem aí mais uma tentativa de acabar com a surpresa do resultado do gesto de voltar), com uma exceção: o […]

Os ícones dos aplicativos no Android 13 estão esquisitos

O Android 13, oficializado pelo Google nesta quarta (10), será uma versão contida, sem grandes novidades, provavelmente para aparar as arestas que ficaram da anterior.

Entre essas poucas novidades está o suporte a aplicativos de terceiros nos ícones padronizados, uma opção que faz com que todos os ícones sigam o esquema de cores da interface “Material You”. Assim:

Foto de um celular com Android 13, usando um tela salmão, com todos os 12 ícones da tela inicial em formato redondo e com as mesmas cores de fundo e no contorno dos desenhos internos.
Imagem: Google/Divulgação.

Beleza é algo subjetivo, e não é no que gostaria de focar aqui. O que me chama a atenção é a usabilidade, ou falta dela. Ícones assim, idênticos, não são mais “difíceis de usar”?

A gente já havia perdido o contorno/formato dos ícones graças à influência do iOS.

No macOS da Apple, que sempre teve ícones em formatos variados, a versão Big Sur, de 2020, impôs (ou passou a recomendar) que eles adotassem o mesmo formato quadrado com bordas arredondadas do iOS.

Gosto é subjetivo, repito, mas compare um antes (Catalina) e depois (Monterey):

Duas fileiras de ícones na Dock do macOS, a de cima do Catalina, com ícones de formatos variados, a de baixo do Monterey, com todos os ícones quadrados.
Imagem: Apple/Divulgação.

Talvez o Google tenha ido longe demais?

Google anuncia novos gadgets e recursos de inteligência artificial no Google I/O 2022

Nesta quarta (11), aconteceu a abertura do Google I/O 2022, a conferência anual para desenvolvedores do Google, que a empresa aproveita para anunciar novidades.

Novo Android 13, um monte de celulares e outros gadgets que não chegam ao Brasil e vende pouquíssimo lá fora, recursos de inteligência artificial cada vez mais complexos e, paradoxalmente, cada vez menos impressionantes (e com aplicação limitada e/ou duvidosa), uma ou outra coisa realmente legal, mas… né, acaba diluída em meio a tanta coisa.

Destaques para o relógio inteligente (bonitão, mas será que vende?), um tablet que parece saído de 2014 e uma versão menos esquisita e capaz do Google Glass.

Além do vídeo acima, que condensa +2 horas de evento em 12 minutos, o blog do Google tem um espaço dedicado a todas as novidades anunciadas. Via Blog do Google (em inglês).

A nova OnePlus

A chegada da OnePlus no mundo Android foi um grande surto coletivo, com o “never settle” e todo o hype de Carl Pei e Pete Lau. Carl Pei saiu (e levou a hype machine pra Nothing), a BBK uniu a Oppo e a OnePlus debaixo da asa de Pete Lau e, bom, a OnePlus queridinha […]

Samsung anuncia Galaxy A53 no Brasil com 5G e preço promocional

A Samsung anunciou nesta quinta (17) novas versões dos seus celulares de volume para o mercado brasileiro, Galaxy A53 e Galaxy A33.

É interessante a diferença com que Apple e Samsung tratam suas linhas inferiores. O iPhone SE mais recente recicla um visual de oito anos atrás e apenas atualiza componentes-chaves, como o processador e antenas (5G). O Galaxy A53, por outro lado, tem cara de 2022, com tela grande quase sem bordas e de 120 Hz, 5G e múltiplas câmeras atrás. É um conjunto atraente.

Nesta nova safra de Galaxy A, a Samsung estendeu a longevidade das atualizações prometidas: os dois aparelhos terão quatro do Android e cinco anos das de segurança.

O preço sugerido do Galaxy A53 é de R$ 3,5 mil, mas entre 17 de março (lançamento) e 8 de maio, será vendido por um preço promocional de R$ 2,7 mil — e vai de brinde um par de fones de ouvido Galaxy Buds Live. Será surpresa se a Samsung vender uma unidade que seja desse Galaxy A53 a preço cheio, visto que em dois meses a tendência é o preço de celulares Android despencar no varejo.

O Galaxy A33 chega dia 19 de abril, ainda sem preço definido. Via Samsung.

Apple atualiza o melhor iPhone com chip do iPhone 13 e 5G

A Apple anunciou a esperada atualização do iPhone SE nesta terça (8). A nova versão, terceira geração do modelo, mantém o corpo do antigo iPhone 8, mas traz o mesmo chip da linha iPhone 13 (A15 Bionic) e conectividade 5G. Além disso, o vidro da tela e das costas é outro, mais resistente (o mesmo usado no iPhone 13) e a bateria ganhou melhorias tangenciais que, combinadas à eficiência maior do A15, deverão aumentar a autonomia do aparelho. Há também uma nova opção de memória de armazenamento, com 512 GB.

O iPhone SE de terceira geração ficou mais caro nos Estados Unidos (a partir de US$ 399 para US$ 429, aumento de 7,5%) e no Brasil, onde o modelo base, com 64 GB de memória, custará R$ 4.199 — a versão anterior saía por R$ 3.699, ou seja, aumento de 13,5%. Ainda não há data de lançamento para o Brasil. Via Apple (em inglês) (2).

Fabricantes de celulares, não tentem enganar o consumidor

Em dezembro de 2017, os desenvolvedores do aplicativo Geekbench revelaram que a Apple diminuía o desempenho de modelos velhos do iPhone 6 caso a bateria do mesmo estivesse degradada, uma medida tomada preventivamente para evitar desligamentos aleatórios do celular. Ainda que a motivação fosse válida e a solução, adequada, a falta de transparência causou alvoroço […]

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