O Google quer tornar a humanidade obsoleta — e está conseguindo

Desde 2016, o Google é uma empresa que se pauta por inteligência artificial (IA). Na visão deles — e de boa parte da indústria —, IA é a pedra fundamental em cima da qual se constrói a próxima onda de tecnologia de consumo. Não por acaso, o Google está muito bem posicionado para essa nova corrida e, recorrentemente, demonstra essa vantagem com produtos inéditos, incríveis e que desafiam a nossa credulidade. Continue lendo “O Google quer tornar a humanidade obsoleta — e está conseguindo”

Google I/O, Kotlin e a fúria da Oracle

No I/O 2017, a Google fez o seu feijão com arroz de sempre: apresentou várias pequenas novidades para a próxima versão do Android, algumas coisas meio mirabolantes e uns números bem impressionantes.

Começando pelo que provavelmente mais interessa à maioria das pessoas que usam um smartphone hoje, o Android O (de Oreo?) e algumas novas funções. O Android O terá, por exemplo, uma nova forma de notificar o usuário que já é bem velha no iOS e até mesmo no Windows 10 Mobile: pontinhos nos ícones dos apps na tela inicial que indicam que há algo a ser checado. Bacana… Ano que vem a Google trará ao Android P o inovador counter dots, com números nos pontinhos ao melhor estilo iOS e Windows 10 Mobile (foi uma ironia). Continue lendo “Google I/O, Kotlin e a fúria da Oracle”

Guia Prático #80: O Google corre atrás da concorrência

No programa de hoje, eu (Rodrigo Ghedin), Emily Canto Nunes e Paulo Higa falamos bastante sobre a Google I/O, conferência anual do Google para desenvolvedores que rolou essa semana. Várias novidades foram anunciadas, mas nenhuma novidade de fato. O Google mostrou apps, tecnologias e produtos que suas rivais já têm em funcionamento e espera, com tudo o que sabe da gente e sua avançada inteligência artificial, dar a volta por cima.

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O futuro do Google depende de apps indexados e coisas como Now on Tap

Serviços na nuvem, ferramentas corporativas e invenções malucas (do Google Glass ao Project Loon) são quase startups autônomas dentro do Google se tomarmos o faturamento por referência. O que rende na empresa e paga o salário de todo mundo no fim do mês ainda são os anúncios contextuais, puxados em muito pela busca e a capacidade inigualável do Google em entender o que você está procurando na Internet.

Quando “Internet” era quase sinônimo de web (não confunda), antes da ascensão dos smartphones, o trabalho dos motores do Google era mais fácil. A natureza aberta da web permitiu a criação de robôs capazes de varrê-la e indexá-la. Com apps a história é diferente e, para se manter na liderança, o Google vem tentando saber mais sobre quais apps você tem no seu celular e como os usa. Continue lendo “O futuro do Google depende de apps indexados e coisas como Now on Tap”

O que chamou a atenção na Google I/O 2015

A apresentação de abertura da edição 2015 da Google I/O, a conferência anual do Google para desenvolvedores, repetiu a regra: demorou um bocado. Menos tempo que ano passado, e ainda que não tenha sido o caso, a sensação é de que mais coisas foram anunciadas.

Não farei um resumo como fiz em 2014. Em vez disso, colocarei aqui as coisas que mais me chamaram a atenção. Vamos lá? Continue lendo “O que chamou a atenção na Google I/O 2015”

Nem Material Design, nem iOS 7 são herdeiras da linguagem Metro

Toda vez que alguém mostra um retângulo de uma cor só ou uma tipografia grande na tela, em menos de três segundos alguém no fundo da sala grita “metro!” Com seu aspecto plano, bastante espaço para respirar e visual peculiar, a linguagem Metro (ou moderna, ou seja lá como chamam ela hoje) conseguiu um feito não intencional, não sei se desejável, mas digno de nota: ser atribuída como precursora de uma tendência da qual ela nem é parte.

Na Google I/O desse ano, a linguagem visual Material Design chamou a atenção. E com mérito: é uma proposta ousada, muito bonita e que consegue o feito raro de ser praticável na mesma medida em que é ambiciosa. É só ver as reações no Twitter e em blogs de tecnologia, incluindo aí a de muitos críticos contumazes do Google, para ver que o trabalho liderado por Mathias Duarte foi bem feito. Continue lendo “Nem Material Design, nem iOS 7 são herdeiras da linguagem Metro”

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