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O leitor do Manual do Usuário em 2016 é basicamente o mesmo de 2015 — e quer mais conteúdo

Multidão de costas.

Todo ano uma pequena pesquisa é feita no Manual do Usuário a fim de entender melhor quem o lê. Em 2016, as 16 perguntas da pesquisa foram respondidas por 661 pessoas. Abaixo, um resumo delas.

Antes, porém, acho válido revisitarmos a pesquisa do ano passado para ver como algumas questões foram tratadas. Encare como uma prestação de contas.

Os pedidos do ano passado

Em 2015, na pergunta aberta para críticas e sugestões, os pedidos mais recorrentes foram os seguintes:

  • Mais posts;
  • Regularidade no podcast;
  • Posts dos leitores; e
  • Mochilas dos leitores.

Desde janeiro, quando o Guia Prático, podcast do Manual do Usuário, voltou, temos mantido religiosamente a periodicidade semanal. Já são 14 semanas seguidas (!) sem falhas, e contando.

Outro pedido atendido foi o das mochilas dos leitores. Desde o começo do ano o site está aberto a elas. O mais estranho é que, apesar disso, quase não recebi mochilas dos leitores. Era um pedido tão frequente e sonoro que eu esperava me ver afogado em mochilas a essa altura. Se você quer mandar a sua, o caminho é este. (Este outro é para quem quiser mandar sua mesa de trabalho.)

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Quanto aos posts dos leitores, o Manual está sempre de portas abertas a eles. Se você tem alguma ideia legal de pauta, entre em contato. Só adianto que os nossos critérios são elevados e existe a possibilidade de rejeição — já aconteceu, aliás.

Por fim, sobre o primeiro pedido, por mais posts, ele se repetiu em 2016. Infelizmente a resposta da nossa parte continua a mesma: não vai rolar, pelo menos por enquanto.

A diferença é que agora há um motivo extra. O papel do Manual do Usuário tem evoluído. Estamos nos afastando de notícias e reviews para focar em matérias mais originais, contemplativas, abstratas até. Nessa proposta não faz muito sentido aumentar a produção porque quantidade e o padrão de qualidade que almejamos são incompatíveis — pelo menos nas condições atuais.

Existem, ainda, dois pontos relevantes que se relacionam a esse entrave. A primeira é que pensamos o Manual como algo que vai além do site. Temos uma newsletter (só para assinantes) que cobre, em parte, a área de notícias, e um podcast que tem uma linha editorial mais solta e descontraída. Disso podem surgir variações ou experimentações com novos formatos e entre essa possibilidade e ficar no feijão com arroz, você sabe o que preferimos.

O outro ponto é que, apesar dos pedidos por mais conteúdo, a maioria dos leitores está satisfeita com o volume atual. Uma das perguntas da pesquisa era justamente sobre isso:

Pergunta sobre frequência de posts no Manual do Usuário.
84% dos leitores acha que a frequência de posts está boa.

O perfil do leitor

O leitor do Manual continua jovem — 67% tem entre 18 e 30 anos. Ano passado essa porcentagem era de 64%:

Pergunta sobre a idade do leitor.
67% dos leitores tem entre 18 e 30 anos.

A maioria dos leitores é formada por homens (91%). Essa pergunta evidencia uma falha nesse tipo de pesquisa: o descompasso entre quem acompanha o site e quem o . Isso porque, segundo o Google Analytics, a disparidade entre os gêneros é menos acentuada — em abril, por exemplo, 52% dos visitantes foram homens e 48%, mulheres:

Pergunta sobre o gênero do leitor.
A maioria dos que acompanham o Manual é de homens.

75% dos leitores tem renda familiar superior a R$ 2.901:

Pergunta sobre a renda familiar dos leitores.
3/4 dos leitores tem renda familiar superior a R$ 2.901.

O leitor continua sendo alguém que investe em formação, ou seja, que faz ou já concluiu um curso superior (88%). Em 2015, a porcentagem era de 85%:

Pergunta sobre a formação do leitor.
88% dos leitores faz ou já concluiu um curso superior.

A quantidade de leitores que trabalha com TI ou engenharia aumentou. Hoje, eles são mais da metade (52%):

Pergunta sobre a área de atuação dos leitores.
Mais da metade dos leitores trabalha com TI ou engenharia.

Neste ano teve uma nova pergunta sobre a proficiência em inglês. Sempre recomendamos e referenciamos conteúdo em inglês, portanto era uma preocupação digna de ser investigada. A maioria (87%) diz se virar bem:

Pergunta sobre proficiência em inglês do leitor.
87% dos leitores lê em inglês.

O Manual do Usuário para o leitor

As outras perguntas diziam respeito ao próprio Manual do Usuário.

Primeiro, perguntamos como o leitor costuma acessar o site. O resultado, surpreendente, apontou que a maioria (45%) acessa ele diretamente. Isso demonstra, mais uma vez, as diferenças entre acompanhar e ler o site. Segundo o Google Analytics apenas 24% dos acessos são feitos diretamente (a maioria esmagadora, 70%, vem do Google). Fiquei contente de ver como o leitor mais fiel não depende de redes sociais para chegar até aqui:

Pergunta sobre o meio de acesso aos novos posts do Manual.
45% dos leitores acessa diretamente o site.

A pergunta seguinte era sobre o Guia Prático. A maioria (34%) se declarou ouvinte, mas outra fatia grande, de 32%, disse não ter o hábito de ouvir podcasts. Precisamos mudar isso!

Pergunta sobre o que desmotiva o leitor a ouvir o nosso podcast.
1/3 dos leitores não tem o hábito de ouvir podcasts.

No que talvez tenha sido a pergunta mais polêmica, questionamos se a baixa dos reviews era ruim. A resposta intermediária, daqueles que gostam dos reviews, mas preferem reportagens mais originais, prevaleceu (50%):

Pergunta sobre a remoção de reviews e notícias.
110 leitores vinham ao site principalmente por notícias e reviews.

Também pedimos aos leitores para marcar as seções do site de que eles mais gostavam. Como não coube todas as respostas no print, segue abaixo em lista:

  • Reviews: 510 (77%);
  • Dicas: 450 (68%);
  • Notícias: 413 (62%);
  • Especiais: 380 (57%);
  • Mochilas: 360 (54%);
  • Apps: 357 (54%);
  • Estilo de vida: 338 (51%);
  • Mesas de trabalho: 338 (51%);
  • Podcast: 209 (32%);
  • Clube de Leitura: 139 (21%).

Achei curioso esse apreço por reviews. Eles pouco repercutem em acessos e, desses, a maioria ocorre posteriormente, via Google, por pessoas que não são leitores regulares do Manual. Pode até ser uma boa porta de entrada para formar novos leitores e seria, de fato, um grande serviço à comunidade, mas apenas se tivéssemos braços e estrutura para manter um padrão e volume de análises. É inviável, por isso a decisão por abdicar dessa área. O mesmo vale para notícias, com eventuais exceções — algo que mereça um olhar diferenciado (exemplo) ou uma exclusiva.

A pesquisa ainda contou com duas perguntas sobre assinaturas. Sobre isso, tem um post à parte.

Obrigado a todos que responderam a pesquisa! É muito importante e foi muito legal. Continuaremos trabalhando aqui para manter o Manual no ar.

Foto do topo: Zoi Koraki/Flickr.

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45 comentários

  1. É justamente esse olhar diferenciado das notícias que eu busco e sempre faço questão de ler por aqui! E sobre os reviews, acho que rola uma confiança e sinceridade maior também.

  2. Sei que devem existir outros do mesmo nível (e por favor, me indiquem) mas o Manual e o Tecnoblog são os únicos sites brasileiros de tecnologia que leio diariamente por conta da qualidade, de resto os outros são gringos. Além dos textos do Ghedin a comunidade que existe aqui, para mim, é o maior valor do site.

  3. Sobre reviews.
    Não é possível dar espaço para leitores fazerem isso ? Por exemplo: o fulano que comprou um iPhone SE / Moto G 4gen / etc, poderia fazer uma análise básica para ser exibida no site.

    1. Não funcionaria. Review é uma categoria que nunca abri para outras pessoas publicarem porque exige alguns pré-requisitos e uma consistência a fim de se formarem alguns parâmetros. Acho que os reviews do Manual conseguiram essa reputação porque tinham um norte (a minha opinião) e se balizavam por isso.

      Sem falar que o comentário do dono é sempre suspeito. Por mais imparcial que a gente se proponha a ser, tendemos a supervalorizar nossas decisões, incluindo as de consumo.

  4. Que interessante ver que estou num grupo, por enqto, minoritário. Já desconfiava que a maioria dos leitores do MdU seria mais jovem que eu e acho isso extremamente positivo, pq nos comentários é possível vislumbrar ótimas opiniões de pessoas q o senso comum diria: “vcs não sabem de nada ainda”. E tb acho legal q, mesmo com um público tão jovem, a linha editorial do MdU não apela para táticas juvenis (apesar q não seria desinteressante um gameplay de Minecraft do Ghedin um dia desses). E, esses números, de 67% de leitores abaixo dos 30 anos, parece ter constatação com a realidade. Como estou com tempo livre, fiz uma caminhada por um shopping aqui de SP, q estava vazio, e me deixava perceber q praticamente todos os jovens com quem trombávamos, carregavam o smartphone nas mãos e os usavam ouvindo música ou mandando mensagens. Pessoas mais velhas, com mais de 60 anos aparentemente, não ostentavam o celular em momento algum… Confesso q, parando num café, tive q sacar o aparelho pra não me sentir tão ultrapassado. É cada vez mais improvável ver jovens q não estejam com seus aparelhos e não à toa o interesse deles por tecnologia se reflete aqui.

    1. Tenho reparado nesse comportamento, de sacar o smartphone, não é de hoje. Embora seja mais recorrente entre os mais jovens, é cada vez mais frequente ver rodas de pessoas mais velhas repetindo-o. Em bares e restaurantes, locais onde a média de idade é maior, é quase impossível ver uma mesa sem que pelo menos uma pessoa esteja com o celular na mão. Tiram selfies, pedem ao garçom para tirar foto da galera, publicam na hora e compartilham (ao vivo) alguma coisa que acontece no celular. Por vezes o smartphone atua, como diz Benedict Evans, porém num sentido diferente aqui, o centro gravitacional do ambiente.

      Não que seja ruim (quem sou eu para julgar), é apenas… curioso.

      “(apesar q não seria desinteressante um gameplay de Minecraft do Ghedin um dia desses)

      Hahaha, acho que seria bem maluco isso!

      1. Ah, aqui não mesmo… o centro gravitacional ainda é a TV, pelo menos pra massa acima dos 30. Para os mais jovens é bem provável q seja o smartphone, mas ainda não de modo generalizado como deve ser em outros países apesar de vermos, o tempo todo, pessoas smartphone na mão. Eu não convivo com filhos jovens, por exemplo, então não sei, mas pelo q vejo da minha sobrinha, q tem um iPad, ele ainda não é o centro das atenções dela, tanto q ela joga um tempo lá, vê um pouco de tv, joga no meu notebook e se diverte bastante com brincadeiras de criança mesmo qdo a levamos a um parque.

        Talvez seja isso, estava reparando mais em pessoas em movimento, mas qdo paradas, elas acabam sacando o celular. Eu mesmo só fui pegar o meu qdo me sentei – como um velhote faria com um jornal, por exemplo.

        A propósito, vi pessoas lendo jornal em lobbys de hotel nas cidades q passei e achei aquilo tão… já deslocado no tempo. Eram, invariavelmente, pessoas mais velhas. Um cara, por outro lado, tinha um óculos de realidade virtual na bagagem e vejo aí já os primeiros sinais dos novos tempos q virão. E lá vou eu ficar por fora mais ou vez. Isso, claro, se eu mesmo não aderir e ficar feito um doido com esses óculos por aí, olhando para todos os lados sem ver nada do “real”.

        1. Pega um Google Cardboard, só para experimentar. Não é tão legal a ponto de eu me ver carregando para todo lado e usando em locais públicos, mas ajuda a entender a pira do povo que usa esses óculos no metrô. (É bem legal.)

          1. Até me animei de pegar um desses, mas acabei desistindo… Vou ver como anda a coisa ($) por aqui.

    2. “(apesar q não seria desinteressante um gameplay de Minecraft do Ghedin um dia desses)”
      QUERO
      MUITO
      uheuehueh

  5. Interessante a questão de genero. Sempre tive a impressão, por conta dos comentários – e pela participação dos leitores em outras áreas do site, que a esmagadora maioria de leitores fossem homens. Mesmo que eu, compondo o genero feminino, não raro, acabo sendo relacionada no genero masculino por algoritimos excusos.

    Supondo que a pesquisa foi respondida por quem acompanha o MdU. O 91% me parece mais plausível do que o equilibrio do analytics.

    Qual o impácto da questão de genero em você, escritor do MdU? Com elação ao numero de AssinantAs e AssinantOs, qual a porcentagem?

    1. Sou leigo na questão de gênero, então não tenho uma voz ativa ou tento equilibrar essa disparidade na linha editorial — adoto uma postura neutra. É uma falha do site que, aos poucos, espero reparar; tecnologia é um assunto que alcança a todos (e a porcentagem do Analytics mostra isso). Atentar às peculiaridades de cada parcela do público do Manual é, ou deveria, ser parte do trabalho.

      Quanto aos assinantes, 4,5% são mulheres.

  6. Legal essa pesquisa, respondi esses dias :) eu realmente não tenho o hábito de ouvir podcasts e não tenho a menor ideia do pq. Eu gosto de ver videos no youtube e muitos dele só escuto, então não faz muito sentido não ouvir podcasts haha. Vou começar a ouvir mais :)

    Abraços.

  7. acho que essa procura mas pouco acesso nas reviews é por geralmente procurarmos reviews quando existe certo interesse em compra de algum produto.
    mas no mais, gostei da pesquisa e é legal saber o perfil da galera que está acompanhando o site!!

    abraços!

  8. eu fui um que achou o site por causa de busca de reviews na época um microsoft lumia, achei tão legal a linguagem que acabei ficando lendo bastante e ouvindo os podcast, mas como já falaram um review legal foi do seu uso com o notebook da Samsung e depois a sua adaptação com o macbook, mas o Ghedin tem autonomia para achar o que for melhor para o site, de forma a deixá-lo diferenciado no mercado.

  9. Sobre os reviews como a seção do site com mais votos:
    O que gosto dos reviews do MdU são reviews mais difíceis de se ver em outros sites, como o do MacBook por alguém que sempre usou Windows, a caixa de som Aquarius e outros produtos que frequentemente aparecem em promoções, um headphone da Samsung de uns anos atrás, etc

      1. Os reviews diferentões que o Prcl citou são bacanas.
        Mas outro que vc fez e eu achei sensacional que era de um notebook que tu tinhas há tempos e como ele estava depois de certo uso.

  10. Eu penso que o apreço por reviews é ter uma fonte confiável para decidir num momento de compra que as vezes não ocorre no momento de escrita do post.

    Se eu leio um review do Ghedin tem um peso diferente sobre a forma como eu vou decidir comprar se um produto é bom ou não.
    Talvez seja por isso que a galera se agarre aos reviews.

  11. Parabéns pela regularidade do Podcast :)

    Esse mês farei a assinatura trimestral, vale muito a pena a newsletter de assinantes.

  12. Ghedin, acho que a única coisa que faltou nesse questionário foi a opinião sobre o fim do post livre no formato antigo!

    Não sei o resto, acho que apesar do grande número de inscrições, me parece que a participação e a diversidade que tínhamos no Post Livre diminuiu ao passar para o Canal Disqus? É só impressão minha, ou tem alguma verdade?

    1. Acho que é impressão, Gustavo. Uma coisa que o formato do Post livre “mascarava” era o número de participantes. Devido ao formato de comentários e ao grande volume concentrado em cada edição, dava a impressão de que muita gente participava. Mas não era o caso; a quantidade de pessoas interagindo era sempre baixa — ou seja, eram poucas pessoas escrevendo muito comentários.

      O canal no Disqus tem tido uma boa regularidade e os debates estão no mesmo nível, se não melhores — este, sobre spoilers, é um dos meus favoritos recentes: https://disqus.com/home/channel/manualdousuario/discussion/channel-manualdousuario/alerta_de_spoiler/

      1. Putz, é verdade, eu tinha até esquecido do Disqus, tem mais de semana que não vou lá.

        Não quero ser chato, mas esqueci mesmo.

        E acompanho o site todo dia, venho aqui todo dia. Fiquei todo dia apertando f5 para ver os comentários nos posts da Mi/Xiaomi e em momento algum me passou na cabeça ir no Disqus para ler algo sobre.

        Esqueci.

        Fui ver o debate sobre spoilers e está fechado, o que houve?

  13. Gosto do Manual do Usuário principalmente pelo que ele não tem. Aqui não tem: “rumores apontam para iPhone com 3 telas” por exemplo. E também não tem: ” 10 recursos matadores que vão explodir sua imaginação”.

    1. Acredito que seja pela conta Google. Você cadastra no celular certo? E navega pelo Chrome e assim vai… Tem todas informações

      1. É por aí mesmo. Coloque na mistura cookies e anúncios programáticos, e é impressionante o tanto de coisas que esses provedores de publicidade sabem da gente — às vezes, detalhes que nem nós mesmos sabemos.

        1. Sabe demais. É muito bom trabalhar com SEO, organizar tudo, pegar informações de quem passou no seu site e focar nisso.

          É aquilo, se o objetivo for X faz isso, se for Y aquilo.

    1. Esse fato é interessante até para cruzar com a questão das assinaturas. E aí tentar entender por que pessoas de maior renda não assinam, como/o que fazer para que assinem.

      1. @ghedin qual o critério para as faixas de renda familiar? Achei as faixas muito largas isso não dificulta a percepção de como é seu leitor?
        Pergunto por que entender essa questão num época de recessão é importante.

        1. Pois é. Essa divisão eu fiz em 2013, salvo engano de acordo com as faixas de renda estabelecidas pelo IBGE para o Censo. Não vi se isso mudou nesse período, acabei só repetindo a pergunta dos anos anteriores (nesse sentido a consistência com os anos passados ajuda a observar se houve variações no poder aquisitivo do leitor).

          De qualquer forma, é um ponto a melhorar em 2017.

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