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[Review] Redmi 2, a estreia da Mi no Brasil

Redmi 2 na mão.

Em 2015 o dólar chegou a valores históricos, a economia se desequilibrou e há um clima de tensão política e social no ar. Momento complicado para a indústria, mas não para uma empresa que vem do outro lado do mundo, a Xiaomi — ou Mi, como é conhecida fora da China. Liderada pelo brasileiro Hugo Barra, a Mi lançou em junho o seu primeiro smartphone brasileiro, também o primeiro fabricado e vendido no ocidente. É o Redmi 2, um mid-range com boas especificações e preço camarada.

Além do valor, de R$ 499, existem outros atrativos no intermediário Redmi 2? O que se perde ao pagar tão pouco num smartphone que se posiciona no nível de outros mais caros, alguns custando quase o dobro? É o que eu conto agora no review do Manual do Usuário.

Review em vídeo

Uma sucessão de gratas surpresas

É fácil traçar paralelos entre o Redmi 2 e o Moto G original, de 2013. Ambos apareceram com preços abaixo do que era praticado por concorrentes e sem dever muito a eles. O custo do Redmi 2 talvez seja ainda mais agressivo que o da Motorola, à época. Enquanto o momento político-econômico leva alguns concorrentes a subirem os preços dos seus aparelhos mais vendidos, aqueles na faixa entre R$ 500 e R$ 900, ele chega aqui por um Real abaixo desse piso.

Botões físicos na lateral do Redmi 2.

Olhando de longe, o Redmi 2 não é algo que chama a atenção. O projeto é sóbrio e enxuto, como todo bom smartphone deve ser. Ele é o clássico monolito negro (no caso da minha unidade, com tampa escura), sem invencionices, sem nada fora do lugar. Não me entenda mal: eu gosto de invencionices, mas só quando elas são positivas, como a tampa levemente curvada da família Moto, por exemplo. Na dúvida, porém, agrada-me a ideia de manter as coisas simples, de apostar no que é comprovadamente funcional.

O Redmi 2 tem tamanho e peso ideais.

O Redmi 2 caminha nessa direção mais conservadora e ela se paga com o aparelho na mão. Ergonomicamente ele é ótimo: o tamanho compacto, ajudado pela tela de 4,7 polegadas, combinado à sua leveza (133g), resulta num aparelho equilibrado, fácil de segurar e de manusear. Os botões estão nos lugares esperados (parte inferior frontal e borda à direita) e se limitam aos necessários. A entrada microUSB fica embaixo; a saída para fones de ouvido, em cima. Ele tem câmera frontal e sensor de luminosidade, um discreto LED abaixo da fileira de botões táteis e até um segundo microfone para cancelamento de ruído durante as chamadas, mimo inesperado nessa faixa de preço.

A sobriedade do conjunto é ajudada pela “limpeza” estética do produto. A única inscrição da Mi fica atrás, na tampa. Na frente não há nada do tipo. A tampa é de um plástico com textura agradável e sai fácil na hora em que é preciso trocar um SIM card ou inserir o cartão de memória, mas fica firme quando necessário. Só é fonte de lamento o fato dos botões táteis frontais não serem iluminados, um detalhe que ajudaria em ambientes mal iluminados. (A propósito, eles são vermelhos. Não é Redmi 2 à toa, né?)

Tela, desempenho e bateria

Detalhe da tela do Redmi 2.

A boa impressão se mantém na tela. Ela tem revestimento Dragontail e as já mencionadas 4,7 polegadas com resolução HD (1280×720), o que lhe confere uma densidade de 312 PPI. Fica acima do que considero o mínimo viável para telas de celular, 300 PPI, e na prática é uma tela bastante agradável aos olhos. As cores são vibrantes, o brilho, muito bom e, no geral, é difícil encontrar pontos a serem criticados. A MIUI permite, inclusive, mexer nas cores (mais quentes ou mais frias) e aumentar a saturação. Para mim, porém, a configuração original é a melhor.

Por dentro, temos um Snapdragon 410 com processador quad-core a 1,2 GHz. É o SoC padrão de mid-ranges — Moto E, o Moto G de 2015 e o Galaxy Gran Prime também fazem uso dele. Com exceção do Moto G, que ainda não testei, os demais funcionam bem, mas não totalmente livre de engasgos. É de se questionar se o Android e seus apps cresceram e ficaram mais exigentes, porque na época do primeiro Moto G, com o Snapdragon 400, tudo rodava mais liso. Não mais.

Marca da Mi na tampa do Redmi 2.

O desempenho do Redmi 2 é satisfatório, especialmente para um smartphone tão barato. No dia a dia, ele engasga menos e passa a sensação de ser mais rápido que o Moto E e, de longe, que o problemático Galaxy Gran Prime. Mas… não é perfeito. Com frequência encarei telas brancas enquanto apps sofriam para carregar ou testemunhei o teclado congelando por uns segundos e liberando todas as teclas apertadas nesse intervalo de uma só vez. Em algumas tentativas de abrir a câmera rapidamente para registrar um momento, tive que esperar mais do que o normal para ela carregar e se tornar usável e perdi a cena. Esses pequenos tropeços são frequentes, e embora não estraguem a experiência, chamam a atenção de um jeito não muito positivo.

Talvez com mais RAM o Redmi 2 sofresse menos para gerenciar apps e conseguisse rodá-los com mais suavidade. A versão nacional conta com apenas 1 GB de RAM. Na China e em alguns outros mercados é oferecida uma variante com 2 GB, além do dobro de espaço interno (16 contra 8 GB da brasileira). A MIUI mostra, na tela da multitarefa, quantos mega bytes estão livres, e quase sempre são poucos. Falta memória para aguentar a demanda.

Sobre o espaço interno, desses 8 GB o usuário conta, na prática, com 5,75 GB. É o limite do usável, e exige disciplina para não esgotar a memória — ou seja, nada de levar sua biblioteca inteira de músicas no celular, nem de baixar muitos jogos. Com poucos dias de uso e com apenas meus apps de sempre, três jogos simples e uma playlist com uma dúzia de músicas baixada do Spotify, o espaço livre da minha unidade já beirava os 2 GB. Eu sempre recomendo investir um pouco mais e pegar as versões com mais espaço. Como o Redmi 2 não dá essa opção, reserve uns trocados para comprar um (bom) cartão microSD. Será útil.

A bonita bateria laranjada do Redmi 2.

A energia para fazer tudo isso rodar vem de uma bateria de 2200 mAh. (Aliás, uma bateria bem bonita, toda alaranjada. E sim, é estranho achar uma bateria bonita.) Parece pouco em tempos onde 3000 mAh é o novo padrão para smartphones, mas, para o conjunto mais modesto do Redmi 2, ela aguenta bem. Comigo, que tenho um perfil conservador de uso, aguentou todos os dias sem muito susto.

Aliás, cabe um “porém” aqui: minha unidade não detectou automaticamente os dados do APN da rede móvel da operadora, então passei a maior parte do período de testes restrito ao Wi-Fi, sem acesso 3G. (Lembrando que o Redmi 2 suporta conexões 4G em ambos os SIM cards.) Os dados do APN não foram preenchidos automaticamente e só consegui resolver no fim dos testes.

Em outras palavras, só nos últimos dois dias consegui testar a autonomia do Redmi 2 com a rede de dados móveis ativa, que consome mais energia que o Wi-Fi — se não por outros fatores, simplesmente por ser mais lenta.

O impacto foi sentido, e, se antes, apenas com o Wi-Fi, chegava na hora de dormir com até 40% de bateria sobrando, depois, usando o 3G em intervalos pequenos ao longo do dia, a carga restante ao ir para a cama ficava quase que nas últimas. Em outras palavras, na média dos smartphones modernos.

Câmera difícil de domar

A câmera do Redmi 2 pronta para ser usada.

Apesar da Mi falar bastante bem da câmera que equipa o Redmi 2, a realidade é dura e, na prática, ela é bem mais ou menos. Às vezes surpreende, mas no geral sua inconsistência, problemas de foco e baixo alcance dinâmico deixarão suas fotos… ruins.

Não sei se a minha unidade estava defeituosa ou o quê, mas achei muito difícil focar direito. Seguramente, mais da metade das fotos que tirei saíram desfocadas, incluindo algumas tiradas com condições favoráveis, em ambientes bem iluminados pelo Sol e sem objetos complexos no enquadramento.

Outro problema recorrente é o baixo alcance dinâmico, o que leva a estouros na foto e/ou áreas muito escuras onde há sombra. O modo HDR ameniza notavelmente a situação, só que ele inutiliza a câmera por uns poucos segundos enquanto processa a imagem em segundo plano. E, mesmo com esse reforço, as cores não saíram legais, pendendo para um tom excessivamente azulado.

Eventualmente essa câmera, que tem 8 megapixels e lente com abertura f/2,2, surpreende, mas fotos boas são exceção, não a regra. E é bom colocá-la em perspectiva: perto das câmeras de smartphones nessa faixa de preço, ela faz bonito. Mas intermediários um pouco mais caros e com câmeras não tão impressionantes, como Moto G e Zenfone 5, entregam resultados mais bonitos.

Alguns exemplos:

Boa foto.
f/2,2, 1/59s, ISO 100. Redimensionada para 742×557.
Bom nível de detalhes.
Detalhe. f/2,2, 1/664s, ISO 100. Crop de 100%.
Sem HDR: estouros e escuridão.
Sem HDR. f/2,2, 1/251s, ISO 100. Redimensionada para 742×557.
Com HDR. f/2,2, 1/559s, ISO 100. Redimensionada para 742x557.
Com HDR. f/2,2, 1/559s, ISO 100. Redimensionada para 742×557.
Foto noturna feita com o Redmi 2.
f/2,2, 1/10s, ISO 700. Redimensionada para 742×557.
Caixa do Redmi 2 sob luz artificial.
f/2,2, 1/30s, ISO 400. Redimensionada para 742×557.
Bom nível de detalhes nessa foto.
f/2,2, 1/30s, ISO 400. Crop de 100%.
Câmera frontal suaviza expressões.
Câmera frontal com ‘embelezador’ ativado.

Para ver essas e outras fotos em tamanho natural, clique aqui.

Android, digo, MIUI 6

Pessoas menos ligadas em tecnologia talvez nem reparariam, não fosse o ícone da Play Store, que o Redmi 2 vem equipado com o Android 4.4 “KitKat”. Isso porque a MIUI 6 só mantém a compatibilidade com apps do Android e as entranhas do sistema intocadas. Todo o resto é alterado e resulta em algo praticamente novo.

Tela inicial, cortina de notificações e sistema.
Tela inicial, cortina de notificações e sistema. Clique para ampliar.

Não é apenas o design que muda. A Mi mexe nas telas de configuração, na tela inicial, nos apps nativos. A tela de bloqueio preserva semelhanças à do Android atual, mas tem detalhes próprios, únicos. Ao desbloquear o aparelho são apresentadas telas iniciais, como no iOS; o conceito de gaveta de apps, que guarda um listão de todos os apps instalados no Android comum, não existe aqui. Outra diferença notável é a (falta da) barra de notificações, no topo. Por padrão ela só exibe a hora, ícones de conectividade e a barra da bateria — novamente, tudo muito parecido com o iPhone.

A MIUI se apresenta como algo novo e, para quem está acostumado ao Android do Google, impõe uma curva de aprendizado. Ela é, na maior parte, intuitiva, de modo que você não fica (tão) perdido nem gasta muito tempo para encontrar o que procura. Mas essa adaptação é necessária, em muito porque até detalhes mínimos foram alterados, como a disposição dos itens na tela de configurações.

Conta Mi, opções do LED e interface da câmera.
Conta Mi, opções do LED e interface da câmera (repare na idade). Clique para ampliar.
Atalhos rápidos na cortina, menu de desligamento e pasta de apps.
Atalhos rápidos na cortina, menu de desligamento e pasta de apps. Clique para ampliar.

O visual é agradável, com ícones e desenhos flat, cores fortes, ou seja, um design em sintonia com as tendências do momento. Os sons padrões chamaram a minha atenção, todos de bom gosto e muito melhores que os do Android comum. Em relação ao Android mais convencional, existem vantagens e desvantagens. Uma das piores mudanças é a tela de multitarefa, que troca as miniaturas dos apps em forma de cartões por ícones no rodapé, o que remete à época do Android 2.3 “Gingerbread”. Mas as coisas legais estão disponíveis aos montes, da troca fácil de tema à organização das telas iniciais, que permite mover ícones em lotes e é bem mais prática que no iOS. (Para ativá-la, faça o gesto de pinça em qualquer uma delas.)

Para aqueles que sempre tiveram curiosidade em saber como os apps do Android ficariam num sistema diferente, a MIUI dá esse gostinho. Mesmo as caixas de diálogo e outros elementos de interface se diferem entre sistema e apps, então fica a impressão de que são duas partes distintas que se completam, ainda que de forma coesa — não achei nada particularmente esquisito ou mesmo feio.

Vale a pena?

Redmi 2 em cima da sua caixa.

Ao longo do review citei vários pontos fracos do Redmi 2, que são reais e precisam ser lembrados tanto quanto as suas (boas e várias) virtudes. Afinal, essas fraquezas existem, ainda que não comprometam o conjunto. No todo, o Redmi 2 é um custo-benefício muito bom, capaz de brigar com modelos de outras marcas pelo posto de melhor smartphone de até R$ 500 vendido no Brasil.

O problema é que os concorrentes são muitos, e alguns são melhores em aspectos onde o celular de estreia da Mi derrapa. Temos os dois modelos intermediários da Motorola (Moto E e Moto G), Zenfone 5 da Asus, Galaxy Win 2 e Galaxy Gran Prime da Samsung, e mais dois da LG, L Prime e Volt. Com exceção do Moto G, os demais são encontrados facilmente por volta dos R$ 500. Todos oferecem versões com dois SIM cards, vêm com fones de ouvido na caixa (não é o caso do Redmi 2) e quase a metade tem 4G. Fiz a tabela comparativa para exemplificar melhor:

Tabela comparativa do Redmi 2 e concorrentes.
Clique para ampliar.

Pesa contra o Redmi 2, ainda, o fato de que é difícil comprá-lo. A Mi só vende seu smartphone através do site oficial e em eventos semanais com unidades limitadas e acessíveis mediante um cadastro prévio (ou como era; relaxaram essa exigência). Os demais, você entra em qualquer loja online, ou vai na da sua operadora, e compra.

Vale o esforço? Talvez sim. O Redmi 2 é um smartphone competente a um preço em conta, porém não sem falhas. Ele é bom, só não é “O Escolhido” que parte da imprensa, motivada por um marketing genial e uma base de fãs ensandecidos, parece acreditar. Provavelmente o preço de lançamento, já baixo e sem perspectivas de queda, também contribui para essa percepção errada. Desconsideram que, após poucos meses no mercado, smartphones Android sofrem cortes de preço e ganham descontos generosos.

A estreia da Mi no Brasil é ótima, mas, no fim, após uma análise mais apurada, não é um divisor de águas como foi o Moto G em 2013. Olhe ao redor. Nunca tivemos tantos smartphones legais a preços tão baixos disponíveis. O Redmi 2 chega para somar, não para rachar o mercado e fazer seus concorrentes correrem atrás de um possível prejuízo. No máximo, ele forçará uma antecipação dos já tradicionais descontos, que hoje levam dois meses para aparecerem, para as datas de lançamento. Ou nem isso; vide o caso do novo Moto G.

Revisão do texto por Guilherme Teixeira.

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53 comentários

  1. Boa tarde,
    Alguém pode me ajudar, Comprei um celular Redmi 2 Pro direto da china, e veio com o idioma em Chines e Inglês , Tem como passar para o idioma em Português?

  2. Alguém pode me ajudar com o redmi 2: não consigo usar o watsapp sem internet, os dados estão ativados, mas não consigo enviar nada

  3. Após algum tempo de uso do Redmi 2 percebi uma diferença sutíl mas que pra mim fez toda diferença em relação aos andriods convencionais, a autonomia. Se você é alguém que não se importa em pagar caro para ter um celular que venha exatamente como quer e com as funções que deseja, ainda com ressalvas, então não há problema em comprar um Android desses ditos “ponta de linha”. Já eu, prefiro ter a possibilidade de gastar menos pela minha autonomia. O redmi me possibilitou isso, tanto nas funções comuns, como de personalização, que são inúmeras (inclusive com uma interface sofisticada e super dinâmica), na administração da memória, dos arquivos, fora as melhorias semanais, coisa que muitos clientes de outros celulares se queixam, por “terem sido esquecidos”, não havendo atualizações. O redmi vem com um sistema próprio de manutenção de memória, de segurança e aceleração de ROM, fora a possibilidade de excluir qualquer aplicativo sem a necessidade de root, algo impossível nos androids em geral. Na minha opinião, realmente é um excelente celular, é o melhor que já tive, atende minhas necessidades diárias e não faz o tipo “celular descartável”. Palavra de uma usuária fixa do produto.

  4. Tô atrasado no comments..
    Comprei o novo Pro: 2 Gb+ 16 Gb. Já c desconto. 600 meréis. baratinho…
    Usava um Razr D3. Minha base de comparação.
    Dá prá comparar ?! Claro que dá.
    O Moto dá uma lavada na câmera (os dois tem 8 mpx), fluidez nos apps e bateria.
    O Red é novinho, novidades (MIUI), tamanho ideal p manuseio..
    Mas com sua configuração, esperava muuuiito mais!! E tem os “senões”. Dentre eles, os botões sem iluminação. Me sinto um cego tateando no escuro.
    Tou me desfazendo desta “bucha”…

  5. Tô atrasado no comments..
    Comprei o novo Pro: 2 Gb+ 16 Gb. Já c desconto. 600 meréis. baratinho…
    Usava um Razr D3. Minha base de comparação.
    Dá prá comparar ?! Claro que dá.
    O Moto dá uma lavada na câmera (os dois tem 8 mpx), fluidez nos apps e bateria.
    O Red é novinho, novidades (MIUI), tamanho ideal p manuseio..
    Mas com sua configuração, esperava muuuiito mais!! E tem os “senões”. Dentre eles, os botões sem iluminação. Me sinto um cego tateando no escuro.
    Tou me desfazendo desta “bucha”…

  6. Ghedin, me explica uma coisa. Voltei recentemente ao Android e no meu smart instalei a Zero Launcher. Depois de ver vários reviews do Redmi, vejo que o visual, recursos e novidades da MIUI são as mesmas (ou idênticas) as da Zero Launcher. É isso mesmo? A Xiaomi usa esse Launcher ou alguém copiou alguém nessa história ??

  7. Esqueci de dizer no outro comment: Excelente review. Desmitificou a impressão geral de que “perfeição existe e se chama Redmi”. Depois de tanto auê que se viu desde seu lançamento, era essa a – falsa – impressão que ficou.

  8. Dragontrail seria um genérico (melhor ou pior?) de Gorilla Glass? E, como configurou a rede 3G?

    1. Dragontail é um concorrente do Gorilla Glass, fabricado por uma empresa japonesa, a Asahi Glass. Não sei dizer se é melhor ou pior que a oferta da Corning.

      Configurei a rede 3G manualmente. Tem diversos tutoriais espalhados por aí ensinando como — procure por “APN [nome da sua operadora]”.

  9. Ghedin, acabei de ver no Facebook, está rolando um mail marketing da Americanas, o Redmi 2 está chegando por lá :) , R$499. Se é real não sei, mas está chegando ;)

      1. Nada demais, era apenas uma propaganda da Mi em um email da Americanas.

        Vi no facebook em um grupo da Xiaomi :(

  10. Desculpa, é irresistível, preciso comentar: o texto começa com uma paráfrase do conceito “apesar da crise” :-D

  11. Ótimo review Rodrigo, parabéns! Quanto a multitarefa do aparelho, são ícones simples sim, mas experimente fazer um movimento de pinça abrindo na mesma tela e verá a mágica! Não sei no Redmi, mas no meu Nexus 4 faz, acho que não tem diferença nesse ponto. A MiUi esconde muitos segredos, sempre rs.

    1. Segundo a própria xiaomi, é possível expandir o tamanho dos ícones, inclusive em vídeo tutorial do canal da Mi Brasil no YouTube onde realmente se apresentam maiores. Nos comentários uma pessoa perguntou como faz e eles deram a mesma resposta dada por você. Porém ainda não consegui fazer no meu redmi 2 pro.

  12. Eu acho que a grande vantagem do Redmi 2 é a tela 720p, que só o Volt 4G (que é bem mais caro) tem. Daí fica meio complicado compará-lo ao Moto E (que tem 4G mas tela pior) ou ao Moto G 2014 (tela 720p mas 4G só no modelo mais caro).
    O mais próximo é o Zenfone, mas sem 4G…

    (Eu particularmente acho que um Redmi 2 com Android puro seria BEM interessante, mas não acho que o público alvo dele veja diferença ou mesmo faça questão disso)

    1. existe cyanogen pra ele. Eu testei no redmi 1s (que é o modelo anterior a este) e ficou uma bala. a mulher está usando atualmente e sempre diz que ficou mt rápido.

      Então nesse redmi 2 também deve ficar mt bom.

  13. Excelente.
    Acho um bom smart, mas não não tinha me atentado ao fato de o preço se à moda da Apple.
    Quem sabe se houver vendas no varejo, com algum desconto…

  14. Excelente review. Concordo que a chegada da Mi não foi revolucionária como muitos esperavam, mas foi uma boa adição ao mercado brasileiro. Vamos torcer para que apostem mais no Brasil e tragam aparelhos mais “parrudos”. Ghedin, qual o nome do jogo que aparece no video (das cestas de basquete)?

  15. Oi Ghedin, notou alguma “supersensibilidade”no touch? Eu comprei um modelo pra minha mãe no primeiro evento de vendas e as vezes ele seleciona itens de menu quando se está fazendo apenas scroll…

    1. É, sim, mas é algo recorrente em outros modelos também. Se ao tentar rolar a tela você acaba dando um toque muito rápido e curto, o sistema interpreta como toque, não deslizar do dedo.

  16. Oi Ghedin, notou alguma “supersensibilidade”no touch? Eu comprei um modelo pra minha mãe no primeiro evento de vendas e as vezes ele seleciona itens de menu quando se está fazendo apenas scroll…

  17. Android 4.4… bateu a curiosidade. Essa MIUI usa o Android Runtime? Se não, dá problema se habilitar?

    1. A segunda geração do Moto E bagunçou um pouco as coisas, mas não acho que o Redmi 2 fique muito atrás do Moto G. SoC basicamente igual, tela com a mesma resolução, tem 4G… enfim.

    2. Moto E não dá nem para a saída. Aquela tela com resolução baixa, câmera frontal VGA, sem 4G…

  18. Acho que ele impactaria mais o mercado se fosse vendido ao menos no varejo online. A forma de vendas da xiaomi vai atrapalhar a possibilidade dela vir um dia a se tornar líder no segmento dos aparelhos intermediários.

  19. Pra mim talvez as grandes perdas do Redmi – considerando a faixa de preço- são: ter 1 gb de RAM, pois se tivessem 2gb ai sim eu acho que ia melhorar muito mais o apelo do celular, e a outra coisa é não ter teclado iluminado (e alias teclados como os do moto E/G, que não são fixos, eu acho BEM mais convenientes).

  20. Rodrigo, existe um Moto G 2014 com 4G, mas é single sim card.
    E só vi pra vender na VIVO.

    Quanto ao Review, no modo clássico, muito bom. Era o que esperávamos. O problema é que pra fazer a concorrência se coçar ele precisa de volume de vendas e porque não, ponto de vendas.

    1. Sim, desde o primeiro Moto G existe a variante 4G, mas ela é sempre mais cara. Na tabela, usei o preço como critério de escolha, logo, peguei os modelos simples (1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento).

      1. Boa tarde,
        Rodrigo ,
        Talvez tu possa me ajudar, comprei um Redmi 2 Pro direto da china, e veio com o idioma em chines e inglês , tem como passar para português ou incluir o português?

        1. O Android normal, pelo menos, tem a opção de escolher qualquer idioma na configuração inicial ou, posteriormente, nas configurações. Não tenho um aparelho com a MIUI (variação do Android usada pela Xiaomi) aqui, mas acredito que o mesmo valha para ela. Se domina o inglês ou conhece alguém que saiba lê-lo, dê uma olhada nas configurações.

          1. Ok vou tentar configurar pelo android , porque pela configuração do aparelho não tem como, valeu a dica.
            Tenha um bom dia.

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