Post Livre #91


30/6/17 às 15h58

Hoje é sexta-feira, último dia de junho e do primeiro semestre de 2017. Isso quer dizer, por exemplo, que o segundo semestre está aí e, curiosidade, que a Asus não cumpriu o que havia prometido no AsusOnBoard e não trouxe o Zenfone AR para o Brasil ainda. Ao que parece, Bradesco e NuBank também não chegaram ao Samsung Pay, conforme anunciado, então está tudo bem. Afora isso, sobre o que vocês querem conversar neste post livre?

Ah, chegaram poucos desafios… ninguém vai encarar esse, é?

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85 comentários

  1. Em relação a dead pixels em monitores, já passaram por isso? como lidaram?
    Meu monitor monitor samsung s19e310 está com alguns dead pixels (basicamente uma linha reta de dead pixels) pesquisei alguns métodos, porém nada pareceu muito confiável. O que vocês recomendam?

  2. Também me incomoda um pouco essa narrativa alternativa à “genialidade solitária” do jobs que teria eclipsado a do Wozniak. De todo modo, estamos ainda personalizando processos sociais e históricos bem mais complexos. É claro: do ponto de vista da programação e do estado da micro-informática nos anos 70, o trabalho feito pelo Woz para viabilizar o Apple 1 foi hercúleo é genial. Mas, se insistirmos nesse tipo de personalização, do ponto de vista de mercado, a narrativa da genialidade do jobs continuaria válida, já que a sensibilidade dele para o capitalismo teria sido essencial para viabilizar o produto (inclusive para, anos mais tarde, efetivar as estratégias de mercado agressivas, monopolistas e desumanas da Apple).

    Mais do que identificar o “verdadeiro” gênio, talvez o problema esteja na gente se perguntar do porquê precisarmos identificar esses gênios solitários — sobretudo quando falamos de uma empresa capitalista que mobiliza bilhões de pessoas no mundo.

    1. O Steve Jobs é um Jesus para os empreendedores, incrível como ele consegue representar bem a ideia do self-made-man, ainda mais considerando quão “acessível” é sua genialidade através de produtos bonitos e disponíveis em toda parte.

      1. Enquanto isso o Woz, o verdadeiro gênio por detrás da Apple, é relegado a círculos mais “hard nerd”.

        1. Também me incomoda um pouco essa narrativa alternativa à “genialidade solitária” do jobs que teria eclipsado a do Wozniak. De todo modo, estamos ainda personalizando processos sociais e históricos bem mais complexos. É claro: do ponto de vista da programação e do estado da micro-informática nos anos 70, o trabalho feito pelo Woz para viabilizar o Apple 1 foi hercúleo e genial. Mas, se insistirmos nesse tipo de personalização, do ponto de vista de mercado, a narrativa da genialidade do jobs continuaria válida, já que a sensibilidade dele para o capitalismo teria sido essencial para viabilizar o produto (inclusive para, anos mais tarde, efetivar as estratégias de mercado agressivas, monopolistas e desumanas da Apple).

          Mais do que identificar o “verdadeiro” gênio, talvez o problema esteja na gente se perguntar do porquê precisarmos identificar esses gênios solitários — sobretudo quando falamos de uma empresa capitalista que mobiliza bilhões de pessoas no mundo.

          1. Claro.

            Mas eu nem falei de gênio solitário, eu acho que ele é mais “gênio” numa concepção limitada da palavra por ter sido o grande responsável técnico pela Apple no início (eu li a biografia dele, iWoz, e é bem notória a marca dele nas placas e em como ele pensava um computador na época).

            O Jobs é mais um papa-empresário-enganador-vendedor que depois de dar um monte de furos voltou pra Apple com agressividade de transformar um produto bom em algo que transcendia a marca – ele vendia um estilo, que até hoje se reflete em quem compra a marca pela marca – isso também é ser gênio, de uma maneira diferente e muito mais voltada ao pragmatismo capitalista que a gente considera como sendo “bom” (quando uma pessoa consegue transformar toda a sua capacidade de vender em dinheiro consideramos, socialmente, quem ela é uma pessoa bem sucedida).

            E eu gosto, usualmente, das opiniões do Woz quando se trata de software e hardware porque ele não é um grande fanboy da Apple (e ele deveria ser o maior de todos hahaha) e consegue enxergar além de algumas coisas. O Jobs era muito mais um gênio-psicopata, como todo o grande CEO.

          2. Evito comparar habilidades diferentes, mas acho “engraçado” como esses gênios de determinadas áreas facilitam essa adulação por parecer acessível: parece que qualquer pessoa poderia ser um Steve Jobs, mas ninguém acha que poderia ser um Newton ou von Neumann.

            Não tem Bel Pesce falando que você pode inventar o touchscreen acordando cedo e pensando “fora da caixa”, mas tem um monte de gente falando que ter a ideia de colocar em um smartphone o touchscreen qualquer um poderia ter.

          3. O movimento de ter um tela de toque no telefone era antigo e vinha amadurecendo. Já existiam vários antes do iPhone. O mérito é na área de vendas (Jobs era ótimo vendedor) e um combo de hardware e software que na época funcionavam como nenhum outro (e o design e toda a aura da Apple que na época já vendia um “estilo” muito mais do que computadores, MP3 players e telefones, posteriormente).

          4. É, acho que a maior qualidade da Apple é justamente saber o que transformar em produto e como executar para o grande público, o que eu acho que muitas empresas não entendem e principalmente o público geek.

            Por exemplo, a abordagem com realidade aumentada da Apple e Microsoft eu acho que a Apple está em um caminho bem mais tranquilo do ponto de vista de mercado.

            A tecnologia da Microsoft é mais incrível e avançada, mas me parece vir do mesmo futuro das pessoas com roupa prateada. Não imagino que começar por um capacete grande para criar um objeto 3D é uma boa ideia, tanto o preço quanto a ideia de vestir um capacete não é algo que deve engrenar fácil. O Google Glass era bem menos estranho, mas mesmo assim falhou pelo fator creepy.

            A Apple tem uma ideia menos cool do ponto de vista geek, mas bem mais acessível para o usuário tanto no aspecto financeiro como prático. Depois talvez um hardware mais complexo seja menos estranho, como o Beats fez com os headphones na rua.

            Em resumo, se a Apple engrenar AR em sua plataforma, novamente teremos a vitória da execução e não do pioneirismo. E, considerando o cenário atual, acredito que ele tem mais chance que os demais de chegar lá.

  3. Vi essa notícia no G1, há pouco, e volto à reflexão sobre as inteligências artificiais e robôs substituírem as pessoas na forma de companhia. Me parece q essas coisas se delineiam e num futuro qualquer essas coisas apareçam. Mas uma coisa q parece muito provável é o fim da solidão. Ninguém mais teria, contanto q possa pagar ou ter acesso público, vida totalmente solitária se for possível dialogar razoavelmente com uma máquina. Mas um passo além seria o relacionamento íntimo e essa solidão mais cerceada. Esses caras, q compram as famigeradas bonecas de silicone, dão um pequeno vislumbre de como pode ser esse futuro em q comprar um relacionamento será provavelmente possível se as coisas forem combinadas (boneca + AI), já q fazer um robô não é algo tão simples e barato mesmo pensando eles no futuro. Sem falar nas possibilidades as mais diversas em termos de tratamento de casos graves de pessoas q cometeram crimes sexuais (isso, claro, tendo em vista um contexto em q, apesar dos crimes horrendos q essas pessoas cometeram, elas ainda são portadoras de direitos).
    O q acham?

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/japoneses-perdem-esposas-e-encontram-o-amor-em-bonecas-de-silicone.ghtml

    1. acho totalmente plausivel. e não duvido que criem tais bonecas que sugiram aos donos fazer compras dos mais diversos tipos. … algumas empresas ai têm muitos dados de usuarios para fornecer…

      1. combinando com as preferências das pessoas, q já são sabidas por todas as grandes empresas, vai ser fácil sugerir os mais variados bonecos e bonecas… a pior cagada dessa geração da qual fazemos parte foi ter entregue de mão beijada tanta informação pessoal assim. se as gerações futuras caírem na real vão pensar horrores da gente q fomentou essa indústria louca.

    2. Falando especificamente da notícia, eu não consigo pensar em outra coisa senão em decadência. O japoneses parecem fazer questão de ser livrar de tudo que é humano. Generalizando, eles não querem ter filhos e não querem casar, e arrumam essa soluções (estúpidas?) para não precisarem lidar como adultos com um cônjuge.
      É como se essa geração recente deles fosse inteira composta por crianças mimadas…

        1. Essa nossa conversa remete a um comentário que eu pretendia fazer aqui, sobre como em algumas culturas (notadamente as ocidentais e/ou tecnologicamente avançadas) a casa dos 20 anos e até a dos 30 anos estão se tornando extensões da adolescência – vintolescência e trintolescênecia respectivamente, se me permite neologizar um pouco. Falta maturidade para muitas pessoas nessa faixa de idade, e basta ver a selvageria de muitos jovens no trânsito, principalmente quando bebem sabendo que não deveriam antes de dirigir. No caso dos japoneses da notícia, comprar um hot toy de tamanho real pra não ter que lidar com um ser humano de verdade, por que ele uma hora vai te chatear de alguma forma, é no mínimo uma fuga infantil, semelhante a quando minha filha desvia o olhar de mim quando eu dou alguma bronca, só que numa escala de negligência bem mais ampla.
          Dá pra aprofundar bastante essa questão. É uma fuga da realidade o que os japoneses fazem? Me parece que sim. Pode ser algo a mais também, pode ser uma tentativa de ludibriar a própria natureza animal. Viver, no fim, não é muito mais do que comer, beber, dormir e copular, e tirando a tecnologia e a autoconsciência, o ser humano é um animal. Sob esse ponto de vista, os japoneses podem estar se negando a ter uma vida natural “por que sim”, já que dessa forma conseguem controlar seu meio e sabotar seus genes egoístas. A questão é que eu não vejo razão para nadar contra a correnteza dos genes, e mesmo que houvesse uma, a que custo isso seria possível? À própria maturidade e capacidade de lidar com pessoas de carne e osso? Me parece caro demais.

          1. Não sei, Jack. Seu olhar pra essa questão parece resvalar numa forma de moralismo. Explico: essa nossa visão de maturidade, do q é ser maturo hj, muda conforme o tempo, daí o maduro de hj não é o maduro de ontem; e o mesmo vale para o jovem de hj e o de ontem. Tem um livro bacana, da Beatriz Sarlo, uma intelectual argentina, o ‘Cenas da vida pós-moderna’, em q ela diz num determinado momento: “a juventude não é uma idade e sim uma estética da vida cotidiana”. Faz todo sentido esse jovens (ou não tão jovens ao seu olhar) embarcarem nessa vida descolada do q seria o ‘normal’ e ‘natural’ a se fazer. Se levássemos uma vida natural, ela certamente não nos faria o q somos hoje, ou seja, a negação completa do natural (veja o q comemos, como nos remediamos, como nos entretemos e a total impossibilidade de qualquer chance de uma comunhão com o natural ou com a natureza). Nós fazemos parte da natureza, mas negamos isso a cada segundo através dos feitos do domínio relativo dessa natureza. Se isso ganhar corpo numa boneca ou mesmo no mundo virtual (combinado com algo q permita além de ver ter sensações físicas), isso está dentro desse mesmo esquema de negação. A partir do momento q o homem passou a se vestir com asseio e sem q isso tivesse vínculo com uma necessidade vital, as coisas já mudaram de figura. E certamente esse momento se perdeu na pré-história. E as pessoas q se relacionam com seus animais (e nem digo intimamente, pq há tb quem o faça e eu reprovo, já q o animal não tem escolha)? E as pessoas q vivem isoladas por opção? Acho q tem de tudo um pouco e talvez essa forma de relacionamento, com bonecas, não venha a ser predominante… Observando de longe os mais jovens, tipo pessoas com uns 20 anos, eles parecem tão patetas qto eu era nessa mesma idade.

          2. Pode ser que eu tenha esbarrado no moralismo sim. Conceber a idéia de um adulto se comportando como criança, incapaz de ouvir um não sem chorar e correr pra chupeta (ou pra boneca inflável…) é difícil pra mim. Perdoe-me se pareço ranzinza

          3. Ser moralista ainda é menos grave q ser um reaça. Tá de boas. E acabou sendo boa a cena (da vida pós-moderna) essa q vc listou: correr para a chupeta ou para a boneca inflável…

          4. Acho curioso como a palavra e o conceito de “natural” decorrem, com frequência, “do que acho certo”. Se for analisar friamente, como parece ser a tentativa aqui, pouquíssimo da vida contemporânea é “natural”.

            Eu entendo que suprir carências e necessidades afetivas com bonecas infláveis tenha implicações preocupantes, mas jamais condenaria quem faz isso. É meio como culpar a vítima…

      1. O homem da foto parece estar tentando alguma décadence avec élégance; uou, uou, uou, uou…

          1. Gosto das músicas. São realmente boas. E ele é inegavelmente muito inteligente. Acima da média mesmo. Mas esse caminho pelo qual ele se enveredou, puts, uma mancha na biografia. Fico pasmo como gente inteligente caiu nessa galhofada toda de um nacionalismo tão rastaquera qto esse q fez o q fez e q nos levou até aqui. Fico REALMENTE impressionamento. E, claro, não é pra lamber a esquerda q denuncia o golpe, claro q não, pq essa é outra q não ajudou e nem vai ajudar muito daqui pra diante, mas vendo da forma mais distanciada possível, ficou difícil ouvir o lobão sem pensar no ridículo q ele caiu.

          2. O Lobão as vezes me passa a ideia de que ele sempre será anti-governo. Foi petista, anti-petista, anti-Sarney …

          3. Ele não tinha um tio esquizofrênico? Não duvido que ele tenha alguns traços também.

  4. O novo inferno da navegação web são esses popups pedindo que se ative notificação para novas notícias. Gazeta tem, tecnoblog tem, facebook tem… puta merda.

      1. Ah, nesse 1 click ali, outro acolá…

        No caso do FB, vc não consegue acessar sem esse click para confirmar alguma ação (aceitar ou recusar). E o da Gazeta parece ser num JS meio porco.

        No UOL agora tem uns banners horríveis também. Surgem do nada, mudam o layout da página, é vídeo em autoplay…

        1. talvez seja melhor navegar em outras águas qdo a situação tá ruim assim.

          1. é exatamente o que eu faço. se o site possui propagandas intrusivas eu não perco muito tempo nele e provavelmente não volto a visita-lo.

    1. Também acho um saco.
      O Ghedin falou no Twitter das barras fixas dos sites, acho ruim também, mas é um dos menores incômodos da web atual; agora essas notificações o tempo enchendo o saco são terríveis.

      1. Barras fixas tipo menus?
        Não sei como ainda não inventaram de ter publicidade em menus dropdown

    2. No Safari, abra as preferências, entre em “Notificações” e, no rodapé da janela, desmarque “Permitir que sites peçam permissão para enviar notificações por push”. No Chrome deve ter uma opção similar.

  5. Bastante off-topic: como a crise tem impactado vocês e seus conhecidos/familiares nesses anos?

    Eu não percebi nada demais, sei que meu caso é uma completa exceção e também vivo em uma bolha social, mas acho estranho como eu não percebi nada próximo a não ser as notícias recorrentes e efeitos colaterais como taxa de juros.

    1. No Post Livre nada é off-topic.

      Pra mim a coisa tá feia. Sair pra procurar emprego é praticamente um desperdício de dinheiro. Não a toa estou me dedicando ao estudo de programação.
      Sorte que me apareceu um freela de ilustração, mas depois que eu receber, volto pra penúria

        1. Designer gráfico, mas no momento eu me vejo muito mais como estudante do que como um profissional. O design gráfico não tem me rendido muita coisa – de fato, eu tenho a polêmica opinião de que o design grafico tende a sumir, ou a ser englobado como matéria de outras áreas, como o web design e o design de interfaces.

          1. Tem um cara q eu acompanho trabalho dele e é bem legal, o Daniel Trench. Ele é do desing gráfico e acho q é mais forte nisso q na web. Eu acho q ele se mantém bem com o trabalho dele. Talvez a coisa pro designer gráfico fique mais restrita mesmo, com alguns poucos operando no nível da arte… O q acha?

          2. Bem, lembra quando eu falei de budismo no Post Livre anterior? O design é como o budismo: existem dois círculos, um pequeno, no centro, no qual está apenas o design – o entendimento de cor, forma e branding – e outro externo e confuso, ondem estão as especializações – gráfico, interiores, moda, web, de produto… Então o que eu relatei sobre o design gráfico desaparecer é uma mera descrição de algo natural. Os meios mudam, e o entendimento de cor, forma e branding passa a ser aplicado sobre outros materiais. Se o gráfico lidava com papel, hoje ele lida com luz e pixels (e é aí que entra meu interesse por programação).
            O designer gráfico pode trabalhar além do papel, e é aí que ele aos poucos mata o gráfico e fortalece outras áreas, como a web. Um designer com nome pode ter sucesso sim, e muitos tem, todavia isso hoje é pra poucos. Criar uma marca famosa, que rende grana, como a de um banco por exemplo, está nas mãos de grandes estúdios. Eu, que criei sozinho a marca do Grupo Diário e do falecido Grupo Up, não sou “ninguém” no design gráfico.

          3. lembro!
            mas me entristece a ideia de q não se vai contar mais com a figura daquele q pensa o gráfico, o palpável, o tangível.
            http://pt.museuberardo.pt/colecao/artistas/493
            mas ainda há espaço enqto tudo não for digital.
            e tem o interesse das pessoas pelas obras imprensas ainda.
            eu mesmo estou pra distribuir uns panfletos sobre a causa animal e eles passam por um processo de reflexão sobre o design tb.
            seria legal saber dos jovens, o q eles pensam. mas essas discussões são asfixiadas aqui em sp. vc deve ter visto a celeuma q foi a questão com os pixadores aqui em sp.
            se design gráfico morrer um dia, isso se dará por conta de um certo discurso (reacionário, em grande medida).

          4. Não sei se um evento desse pode ser chamado de reacionário. A morte de uma profissão se dá muitas vezes por conta dos avanços e escolhas que fazemos. O design grafico foi extremamente importante no século XX, quando as pessoas assinavam revistas e jornais. Hoje as pessoas continuam assinando revistas e jornais, só que as recebem no iPad, no Kindle, nos híbridos Windows… Papel por pixel.
            Não é culpa de ninguém na minha opinião. São escolhas, se as pessoas tivessem continuado usando cavalos na época dos primeiros carros, provavelmente ainda estaríamos nos cavalos hoje.

    2. de um modo geral as coisas estão meio ruins. o pessoal não está mais “esbanjando” dinheiro como a uns anos atras…
      mas de um modo pessoal as coisas vão muito bem.
      hoje, se eu estivesse desempregado não seria dificil achar outra ocupação…., ainda mais agora que ganhei mais experiencia na parte administrativa e técnica em oficina elétrica.
      mas minha mulher está batalhando pra pegar um emprego….

    3. Como disse o @gafernandes:disqus o poder de compra se deteriorou – você pode não perceber imediatamente ou por outros motivos, mas, o seu poder também está menor – e, ainda que atualmente esteja fácil de arrumar colocação em determinados setores como disse o @tunemanb:disqus, o prognóstico pior (pós reforma da CLT) vai piorar muito as relações de trabalho e provavelmente derreter os salários médios para ocupações com menor capacidade o que, no médio e longo prazo, vai criar pressão inflacionária (que será grande por conta da PEC de gastos que passou) e pode se juntar na “tempestade perfeita” caso a reforma da CLT seja aprovada junto com a reforma previdenciária.

      A crise per se é o de menos, o grande problema em um país absurdamente estratificado e desigual como o Brasil é o que vem junto da crise – austeridade para pobres, impostos maiores para pobres e reformas que derretem as classes baixas, jogando-as na pobreza novamente (falando das poucas que conseguiram tirar a cabeça).

      A crise não influenciou a mim pessoalmente porque eu sou autônomo e trabalho para empresas de fora do país, mas influenciou a minha mãe, funcionária pública, que recebe parcelado e é atacada no seu plano de carreira quase todo o mês (o que obriga a classe inteira a parar em greves que duram, as vezes, mais de 60 dias). Impactou também muito pouco na vida das pessoas que me rodeiam, mas muito mais porque como eu vim de uma federal as pessoas por lá tem um nível econômico muito maior do que a média.

      Mas, outra coisa que é perceptível e diretamente relacionada com a crise é exatamente o impacto na cidade e nos serviços. Hoje aqui em POA quase todas as ruas tem buracos porque o prefeito Marchezan (PSDB) não arruma as ruas (falta dinheiro). Ele também ficou mais de 8 meses sem limpar as ruas dos bairros mais afastados (por falta de dinheiro, ainda que os bairros ricos da cidade tenham sido limpos do mesmo modo) e isso impactou nos casos de dengue e gripe nas populações pobres. O mesmo prefeito cancelou contratos de manutenção nas casas de bomba da cidade (POA está abaixo do nível do mar, se não me engano, e precisa de estações de bombeamento para jogar a água das chuvas pra fora da cidade, sob pena de alagar completamente) as quais, sem a devida manutenção, acabaram deixando de funcionar e causando alagamentos por toda a cidade nos meses de chuva mais forte. Ainda tem as questões das obras paradas (fiquei com um morro de lodo na frente da minha casa por quase 4 meses porque o novo prefeito queria cancelar uma obra de infraestrutura que tinha sido assinada pelo prefeito anterior).

      Enfim, existem N maneiras da crise afetar, perder emprego ou não conseguir se (re)colocar no mercado é apenas uma delas. Assim como perda de poder aquisitivo.

      1. De fato, o poder de compra diminui bastante, mas os reajustes anuais de salário mitigam um pouco essa situação apesar de terem sido bem menos generosos do que costumavam ser em outras épocas.

        Eu também me preocupo mais com o longo prazo dessa situação como você comentou, várias reformas de arrocho estão sendo levadas para frente por um governo ilegítimo com a crise como justificativa para tudo. Mesmo com eventual recuperação da crise, o desenvolvimento social já está comprometido pela “austeridade” levada a toque de caixa de maneira absurda.

        1. Não existe reajuste, existe reposição salarial – baseada na inflação – que não ajuda em nada porque a maior parte dos serviços básicos e alimentos acaba subindo mais do que a inflação em 12 meses. Perde-se muito poder de compra com uma crise mesmo a falácia do empresário de “reajuste salarial”.

          E servidores públicos sequer isso tem. Aqui no RS (e no RJ, SP e outros estados) o dissídio foi ignorado e os reajustes e planos de carreira congelados. Ou seja, faz pelo menos 3 anos que o poder de compra de servidores está caindo gradativamente (além dos parcelamentos). E isso não será reposto no longo prazo (sequer no médio ou curto). Hoje a folha salarial do executivo do RS tem 66% dos servidores ganhando menos de R$3k mensais, por exemplo, tudo culpa direta dos governos do PMDB e da crise.

          Essa PEC do teto de gastos é a coisa mais absurda que um país sério já fez (se ainda considerarmos o Brasil como um país sério, ainda mais depois desse mês de junho) porque vai acabar com os programas sociais de assistencialismo e distribuição de renda (BTW, o Temer vetou o aumento prometido pro BF ontem) por décadas e vai jogar a renda toda pro 1% do Brasil, criando ainda mais concentração e tornando a assimetria de poder ainda mais acentuada, o que se somado com a reforma trabalhista, vai criar o cenário perfeito para uma semi-escravidão no Brasil: todo mundo “pejotizado” e se capacidade de negociação.

          Por sorte, acho que a reforma da previdência tem bastante chance de não passar, porque se passar é o decreto “medieval” do Brasil, voltaremos ao século XIX e talvez o Temer cumpra o papel que as elites esperam dele e jogue os pobres na miséria, deixando todo mundo morrer a míngua por umas 2/3 décadas.

          1. Incomoda-me como as pessoas tratam a inflação do IPCA como se fosse algo uniforme e determinístico, quando na verdade cada pessoa tem uma inflação muito diferente, não tem sentido comparar a inflação de uma família com filhos e de um solteiro por exemplo. Inclusive, basta ver as bizarrices como segurar preço de produtos que o governo faz para tentar maquiar a inflação.

            Nesse cenário acho que, como sempre, os pobres sempre se ferram e os ricos menos ou até se beneficiem: se você consome pouco do seu salário com gastos fixos do dia-a-dia, o reajuste pode ser vantajoso.

            Meu caso é bem específico, já que nem aluguel eu pago e a diferença acaba sendo mercado e despesas da casa (condomínio, luz, água, etc…). Isso não representa tanto do meu consumo mensal, então o reajuste acaba ajudando mesmo nesse cenário, mas seria completamente diferente se eu tivesse filhos ou morasse sozinho de aluguel. Outro ponto é que tenho algumas reservas em renda fixa, a situação de crise aumentou muito os juros, não sei se tenho dinheiro suficiente para valer a pena…mas acredito para pessoas que tenham uma boa reserva levam vantagem nesse cenário.

          2. É complicado fatiar a inflação mais do que ela já é, o IPCA é a melhor medida diária porque pega os preços, algo que todo mundo tem igual. Concordo com o que tu diz de que é diferente pra um solteiro que mora com os pais, um solteiro que mora sozinho, que tem filhos, um casado, etc. Mas não temos como levar em consideração cada realidade – se tornaria impraticável – então o IPCA surge como norte dos preços e dos reajustes.

            Reposição salarial vai te manter, teoricamente, com o mesmo poder de compra. Teoricamente porque muitas coisas sobem acima desse índice (como transporte coletivo) e outra abaixo (ao menos aqui em POA o aluguel tem ficado abaixo do IPCA). Nesse contexto, é o mais objetivo que a gente tem antes de relativizar tudo.

            Quem tem uma boa reserva é quem tem COMO criar uma reserva. Quantas pessoas tem essa capacidade? Muito poucas. Lógico que cenário ideal é esse (e é o que pregam os economistas Miseanos que defendem o fim da previdência e de programas sociais, por exemplo) mas pra esse cenário ideal o mundo capitalista precisaria deixar de existir, principalmente na sua máquina de moer carne chamada “mercado de trabalho”.

          3. Ah sim, acho que IPCA é o que podemos usar, só pontuando mesmo que precisa ser olhado com cuidado.

            Como esquecer a sugestão da Globo News de ter 1 milhão de reais para se aposentar? Ainda bem que temos especialidades dando soluções para nossos problemas…

      2. As prefeituras entraram, pelo q notei, num modo de mendicância. Elas ficam pedindo dinheiro pra iniciativa privada e falam q acabou a grana. É curioso (e mentiroso) já q não houve queda tão expressiva assim na arrecadação e se houvesse fiscalização honesta, grandes sonegadores tapariam muitos buracos (do orçamento e consequentemente das ruas) com as multas q teriam q pagar. Li esses dias q o glorioso governo bandeirante torrou 30 milhões pra fazer o seu minority report particular, vulgo detecta, funcionar… Não deu em nada, claro, e os especialistas da microsoft, q venderam o equipamento, já disseram q ele não funciona sem os precogs (q se existirem já foram mortos pela rota numa ação de legítima defesa, evidente). Daí, acho q já disse isso outras vezes, fui pedir 20 milhões pra ajudar 116 mil crianças e professores de Guarulhos. Disseram q não têm grana… Curiosamente, dia desses, acompanhando a vida comezinha da cidade vizinha às minhas posses, soube q eles receberam uma linda doação da microsoft de licenças do office 365. Só fico curioso em saber como essas crianças vão usar o office e, desculpe se estou sendo rigoroso demais, mas eu desconfio q office não é necessariamente o conjunto ferramental mais adequado pra liberar o potencial criativo das crianças, mas se ideia for formar pequenos burocratas mirins (para serem já talvez síndicos mirins) deve funcionar q é uma beleza.

        E, claro, na prefeitura de igualmente gloriosa guarulhos, nunca devem ter ouvido falar num tal de libre office, q pelos meus cálculos custam o mesmo q a q dita doação da microsoft: nada. A diferença essencial era q não era preciso, desde 2011, mendigar pelo programa…

        1. As prefeituras e governos estaduais entraram no modo “desonestidade intelectual” nesse cenário pós-crise. Aqui no RS tem-se uma dívida astronômica de sonegadores (super ricos, grandes empresário do o Gerdau) que poderiam pagar a folha salarial do executivo por 6 meses (aliás, aqui no RS o executivo não teve 13 salário, recebem em 12 parcelas ao longo do ano) mas o governo do PMDB prefere ferrar, privatizar e sucatear do que cobrar dos amigos do Pato Amarelo.

          A PMPA anunciou que vai parcelar salários – mesmo depois de ter aprovado a acumulação de salários para secretários e a contratação de uma ONG de MG (ligada ao Aécio, dizem) sem licitação e sem passar pelos trâmites (e deram livre acesso a dados de cidadãos e a todos os dados dos funcionários para o técnicos dessa consultoria). Também não existe dinheiro para tocar obras de infraestrutura, limpar ruas e fazer manutenção de bombas, iluminação pública e outras coisas; mas só nos bairros pobres, nos bairros de maior IPTU, onde o prefeito mora inclusive, tudo continue limpo, iluminado e bem seguro.

          A crise foi a desculpa perfeita para esse político canalha ganhar a eleição com um discurso anti-PT e anti-esquerda e bater na tecla da austeridade (para os pobres). Enquanto isso em Brasília, tudo segue o grande acordo e o arroxo à população parece cada vez mais próximo.

          Os efeitos desse crise econômico, política e de representatividade das periferias (que levaram a eleições de Dórias e Marchezans) ainda vai ser sentido por décadas para aqueles que não nasceram na classe média pra cima.

    4. Quanto à influência na minha família, houve apenas uma diminuição de receitas mas ninguém chegou a perder emprego até porque a maioria trabalha em empresa própria ou é autônomo. Mas eu vejo um grande problema em relação aos meus colegas de faculdade, estamos no último ano de graduação e a maioria não encontra estágio para concluir o curso. Muitos deles estão recorrendo à fazer estágios em laboratórios da faculdade pra pelo menos garantir a formatura.

      Lembro que quando eu fui atrás de estágio, há uns 2 anos, havia bastante oferta de estágios remunerados e não remunerados havia mais ainda.

    5. Diminuição do poder de compra de imediato, mas também diminuiu muito as oportunidades no campo da construção civil, que é um dos termômetros. No pré-copa, tudo mundo nas grandes construtoras… agora para Arqs Urbs tá mais complicado no DF. Engenheiros percebo bem menos dificuldades.

    6. O poder de compra diminuiu muito mesmo… Ainda compro coisas q comprava antes desse caos (especialmente alimentos), mas sigo no limite. Mudando a alimentação, pude me livrar do gastos com carne, leite e derivados; e isso abriu espaço para compra de produtos orgânicos (um pouco mais caros). Mas para aí. Eu já não consigo, por exemplo, se quiser tocar um projeto q envolva um gasto mais elevado, comprar o equipamento q preciso (tava querendo um drone, por exemplo). Isso já era… Alguns parentes próximos não perderam emprego, mas ganham relativamente pouco e ficaram numa situação pior. Um tio perdeu a cabeça e pediu demissão ano passado e agora não consegue emprego (ele é contador)… Acho q depende muito da área de cada um. A minha, a de ‘agente promotor da cultura’ é bem frágil tendo em vista q a cultura é vista como supérfluo ou totalmente desnecessária a depender do poleiro ideológico de quem analisa esse segmento – q nos bons tempos já foi visto como parte fundamental da ‘economia criativa’… No meu município, no estado e no federal houve um desmonte dessa área. Algo similar é visto na área educacional, da qual sou muito próximo e afeito…

    7. De quatro amigos, três estão desempregados.

      O país está sem concursos.

      E o governo está jogando os problemas para as pessoas mais pobres pagarem.

      Também viajei para alguns estados e várias capitais tem sinais claros de abandono.

    8. @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus provavelmente afetou boa parte de meus familiares, porém quem trabalha por conta (autônomo)consegue ir se virando dependendo da área em que atua.

      Eu penso que quando trabalhamos registrado somos limitados a receber somente aquilo e mesmo fazendo horas extras não aumenta tanto assim.Agora quando trabalhamos por conta só depende de nós termos jogo de cintura para que ganhemos cada vez mais.

      Um exemplo seria um pintor ou pedreiro que geralmente tem clientes fixos que confiam no seu trabalho, e se o seu cliente está passando por dificuldades no seu trabalho/empresa ai que vem o jogo de cintura em cobrar um pouco menos para agrada-lo e fidelizar ainda mais.

      Acredito que tudo seja relativo, pois quando vou comprar algo no mercado e gasto R$ 100,00 ou mais não trago quase nada, porém tem conhecidos com o mesmo valor conseguem fazer mais.

      Agora essas coisas do passaporte,PIS/abono, seguro desemprego e auxilio doença vai afetar bastante gente :(

      Abraço!

      1. Uma pena.
        Isso me faz temer a adaptação para cinema do mangá GUNNM (Alita: Battle Angel nos States), um dos melhores que eu já li na minha vida

        1. não sei se é uma tendência, mas se o filme não ganhar vida própria, ele não tem chance. sempre penso, como êxito de adaptação literária, em ‘o leopardo’. livro e filme falam da mesma coisa, mas são autônomos. acho q qualquer um q se aventura em adaptar livros deveria entender de literatura e de cinema. mas tem q entender muito.

    1. Tem um webdesigner famosinho, cujo nome esqueci, que tem sido contratado por grandes veículos de mídia para repaginar sites numa estética 90’s mas zoada. É maravilhoso e ruim ao mesmo tempo

  6. Estive pensando, os intermediários de hoje em dia estão excelentes, mas será que não vale a pena olhar para aparelhos mais antigos? O Xperia X, por exemplo, tá R$1500, o Z5 R$1600, abaixo do valor do Moto Z2 Play e Zenfone 3 Zoom. A questão é, o que recomendar?

    1. Rapaz, analisando aparelhos como o Moto C4, conclui que vale muito mais apena pegar um top da geração passada, tipo esses Xperias, que vem sendo atualizados pela Sony

      1. Só uma pena o X não ter IP68, se bem que, exceto a linha Ada Sammy, os outros também não tem

      2. Eu adoro os aparelhos da Sony. O X me interessa muito, até por saber que o Snapdragon 650 é um ótimo SoC.

        Mas eu tenho um Mi 5, e o X seria um downgrade.

        1. Seria mesmo, paguei 1.5k num Mi5s 128gb, tinha interesse no X ou Z5 mas não vi um real porquê de pegar o Sony e não o Xiaomi. Fiz uma excelente compra, testei um Z5 esses dias e nem em câmera pegaria ele, fora desempenho. Mas se levar em consideração os intermediários daqui, super vale o X

        2. Eu já gostei mais da Sony. Duas coisas me incomodam: A customização, que tem incoerências no design, e as bordas. As superiores passam da conta no tamanho, e as inferiores são praticamente inúteis.

          Os designers e engenheiros da Sony deveriam pensar em aproveitar essas bordas, se fazem tanta questão delas. A linha Xperia claramente segue uma linha contemporânea de design minimalista chamada nude, e talvez esse seja o empecilho. Se for, posso afirmar: que falta de criatividade.

          A borda inferior poderia ser ela toda um segundo sensor de digitais. Isso manteria o design nude. Outro uso para a borda inferior seria colocar alí a barra de navegação, mas não com botões capacitivos, que arruinariam o design nude, criando um forte ruído de incoerência. A forma ideal de colocar uma barra de navegação na borda inferior seria por meio de gestos, exatamente como fez a Lenovo nos sensores de digitais frontais dos Moto: imaginando o aparelho em posição retrato na mão (a mais natural), em qualquer ponto da borda inferior arraste para ⬅ = ◀, arraste para ⬇ = ⏺, arraste para ➡ = ⏹, arraste para ⬆ = app drawer. Isso eliminaria a barra de navegação virtual, que poderia passar a ser opcional, e daria uma utilidade real para a borda inferior sem estragar o design do aparelho

    2. falando em celular…, meu chefe tava precisando substituir o caterpillar dele que não tinha mais armazenamento… aí ele me fala que comprou um “4s por 400 reais” e eu pensei “poxa, um galaxy desses ainda têm um bom gás”.
      aí me chega o cara entregar um iphone 4s! putz, é mesmo! 4s! nessas alturas do campeonato o cara vai cair de cabeça num aparelho defasado e com uma tela de 3,5″!!!
      não deu outra…, aí por umas 10h da manhã o aparelho trava e não reinicia até plugar na tomada.

      1. Se analisar o aparelho em si, 350-400 não é tão ruim, apesar da péssima bateria e tela minúscula. Minha prima queria um aparelho até 550 e nisso só tinha LG K8 e Moto G3 usados, consegui um iPhone 5 pra ela, sei que não tem a melhor câmera nem bateria, mas numa coisa ele não fica devendo, desempenho. Já quando se trata de aparelhos mais caros, tipo 5s por 900 e i6 por 1600, indico qualquer coisa, menos iPhone.

        1. rapaz, foi uma novela.
          ele tinha um Cat B15. um negócio muito resistente, mas pior do que um Moto D1.
          queria comprar um novo CAT, mas o preço no mercado livre parte dos 3 mil reais.
          aí sugeriram de importar um ulefone pelo gearbest…., aí ele ficou com medo de roubarem os dados do cartão de crédito…, aí inventou de pegar esse iphone que já travou no primeiro dia…

          eu pensei em sugerir um moto x force, mas se desse algo errado a culpa seria minha. então foda-se.
          pensei novamente em sugerir um LG x power. se estragasse bastava comprar um novo. (a saraiva estava até vendendo o K4 por 300 reais! ainda é um desempenho muito melhor por um preço muito baixo).

          mas como a marca fala mais alto sobrou pro iphone….

          1. Tem disso. Já recomendei muitos aparelhos e na mão da pessoa deu problema, ela fica olhando como se o cara fosse culpado.
            Sugere o AGM X1, barato, bom e muito resistente, sai relativamente barato.

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