Post Livre #89

Post livre no meio do feriado é para quem está de boas em casa e quer jogar conversa fora ou para quem está trabalhando olhando para o relógio à espera do final de semana? Vocês decidem e vocês mandam. Neste feriadão, eu (Emily) estarei com acesso bem limitado à internet, então se comportem nos comentários. Brincadeiras à parte, quem aí de fato consegue se desconectar sem precisar da ajuda da falta de rede?

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138 comentários

    1. Não diria propriamente “instagramizado”, mas acompanhando a moda dos ícones e signos produzidos com linhas simples e elementos arredondados — diria mais “appleficado” que “instagramizado”.

  1. Estou pensando em adquirir no começo do mês que vem um iPhone 7, andei lendo uns reviews e vendo alguns vídeos sobre o aparelho e seu ecossistema e me parece que será uma boa compra. Alguém tem alguma critíca a respeito do iPhone? Gostaria de saber de vocês, alguns amigos que tem ou tivem, disse que é um dinheiro bem investido (poderiamos abrir uma pauta aqui sobre isso, seria interessante saber o ponto de vista das pessoas do que é dinheiro bem investido em gadgets).

    1. Comprei meu primeiro iPhone mês passado.

      Em geral os aplicativos são melhores adaptados, mas, não significa que qualquer coisa vai funcionar bem (o app dos Correios é ruim, por exemplo).

      Não compraria um smartphone sem entrada para fone de ouvido.

      O teclado é péssimo. Mesmo os de terceiros são melhores, mas, limitados e inferiores ao Android.

      O brilho da tela é péssimo a noite, pois, mesmo no mínimo é muito forte e cansa a vista.

      Compartilhar internet é um tormento, pois muitas vezes o modo hotpot falha.

      Ele não tem um modo para gravar ligações (sempre usei no Android e era perfeito). O máximo que acontece são apps que simulam um modo com VOIP e precisam de internet. Enfim é vergonhoso.

      Tirando esses problemas, o sistema é muito mais otimizado que o Android.

      Nunca precisei reiniciar o Android. Nunca tive problemas com apps de streaming de música. Fazer ligações não tem travamentos ou espera.

      Enfim, estou muito feliz em estar com um iPhone e acho que essas limitações são pequenas em comparação ao ótimo sistema.

      O único adendo é o teclado. Ele é MUITO ruim e inferior ao do Android. É um vergonha ignorarem o português brasileiro e não disponibilizarem acesso rápido a símbolos, números e etc.

      1. Que bom que não estou sozinho no mundo dos que não gostam do teclado do IOS

      2. Achei o teclado bem inferior também, ele é no máximo mais bonito. Mas nao cheguei a testar outros, acabei me adaptando.

      3. Eu gosto bastante do teclado do iOS. Depois que você aprende alguns truques, como usar o 3D Touch para mover o cursor ou tocar e segurar o Shift ou botão de teclas especiais e, sem tirar o dedo, movê-lo para a tecla desejada, fica tudo bem rápido. Já testei outros teclados e vários no Android; não sinto que estou perdendo alguma coisa com o padrão do iOS.

        De resto, vai na fé. Hoje, é o melhor celular do mercado.

      4. Vou dar uma pesquisada sobre o teclado. Mas minha prioridade é ter um smartphone com um bom SO e aplicativos de uso cotidiano.

    1. Mochila, pasta só se vc só carregar a pasta (!), pois fica muito pesado de um lado e seu ombro pode ficar torto, a de um amigo ficou, e eu parei de usar depois que vi como o dele ficou.

      1. Eu uso uma faz uns anos, o que fiz pra remediar isso foi reduzir drasticamente o peso. Fazia bem mal para costas levar tanto peso num ombro só.

    2. Os dois, depende da ocasião. E comprei uma mochila de 10 litros de capacidade e é ótima pra levar só o essencial. Agora a parta carteiro eu uso pra determinadas ocasiões.

    3. Tenho os dois e depende muito. Exemplo: Se vou caminhar pouco e ir para um lugar mais social prefiro a pasta.
      Outra coisa, se sei que vou sair depois do trabalho/faculdade para uma social e terei que carregar as coisas comigo, prefiro a pasta também. Acho que fica menos feio que carregar uma mochila nas coisas. Também penso duas vezes antes de sair com a pasta se vou carregar o notebook e outras coisas. Pesa muito.
      Agora, se vou caminhar mais que o normal, se irei usar bike, se vou carregar bastante coisas prefiro usar a mochila. Fica muito, mas muito mais confortável mesmo.

      1. Pois é, tenho sentido a necessidade da pasta em algumas situações de trabalho… Problema é que eu me tornei praticamente um camelo de beduíno ao longo dos anos e levo a casa na mochila.

      1. QUANDO CONECTA (!!!) demora horrores para fazer o buffer e ainda engasga no meio das transmissões

        1. Confundi, pensei que estivesse falando do Google Now.

          E esse NOW não pega na casa da minha namorada, conseguimos alugar 2 filmes, e depois nunca mais conseguimos, e sempre ligamos pra net, até que desistimos e resolvemos baixar na internet, eles estão perdendo dinheiro…

          1. Em Porto Alegre funciona muito bem, tanto no telefone como pelo decoder. Minha mãe costuma usar ele pra ver filmes mais novos no final de semana.

  2. Eai pessoal!
    Quais blogs vocês geralmente acessam?

    Além do MdU, quero expandir meu portfólio hehe

      1. Olha, com aquela lista ali, bem possível que ele leia também.

        1. é q teve essa treta com ele, o pedido de demissão etc. apesar da soberba e desonestidade intelectual, ele tb tem direitos, q foram violados. e, ao mesmo tempo, revelou-se q ele tem lá suas preferências (pra quem ainda tinha alguma dúvida)…

        1. hahaha! eu vi. acompanhei essa questão. por ele ser uma figura detestável eu acompanhei a sua, digamos, queda. mas ele é uma figura ímpar dessa zorra toda. uma prova viva de q uma pessoa pode sistematicamente sabotar sua inteligência.

    1. Estes são os que eu leio com frequencia:
      meiobit.com
      tecnoblog.net
      contraditorium.com
      ceticismo.net

      1. Eu não diria que são bons blogs amigo. São bem reacionários e por vezes desonestos, principalmente os do Cardoso.

        1. “Amigo” já parou pra pensar que nem todo mundo compartilha das mesmas visões de mundo e políticas que você?

          1. Não se trata de opinião em alguns desses blogues, mas algo que beira o discurso de ódio (contra pobres, mulheres, gays e outras minorias).

          2. Qualidade é completamente diferente de visões ou opiniões. Falei de qualidade, no caso.

    2. Brasileiros de tecnologia, eu acompanho Canaltech (está passando por mudanças, na mão de uma nova editora-chefe), MeioBit e Tecnoblog. Também estou acompanhando alguns menores, tipo o Aparelho Elétrico.
      Em geral eu filtro o que verei pelo Twitter. O primeiro que falar sobre determinado assunto, eu abro e leio.

    3. alguns clássicos:
      kottke.org
      daring fireball
      building blog
      99% invisible
      catatau

      uns oito, nove ou dez anos atrás havia uma interessante cena brasileira de blogs meio amadores, meio autorais. Infelizmente isto acabou desaparecendo (hoje há os conhecidos portais/blogues com cara mais profissional e com múltiplas equipes, mas os “blogs de raiz” — sem qualquer saudosismo ingênuo — acabaram migrando para as redes sociais ou simplesmente desapareceram). Lembro principalmente do Hermeneuta, do Ao Mirante Nelson, do Mario Amaya, do LLL, do Pedro Doria, Na Prática a Teoria é Outra e até mesmo do Biscoito Fino e a Massa. Aliás, acho que o MdU é dos poucos blogues profissionais que mantém as qualidades da época dos blogs mais autorais.

  3. Conversando com um jovem motorista da 99 esses dias, ele me perguntou o q eu gostaria de ouvir assim que entrei no carro. Eu avisei q o q estava tocando estava ok. Aí emendei que se não for sertanejo tá legal… E ele sugeriu ouvir uma música. Era gospel… E para o meu total desespero, pq taí outro gênero q eu não gosto. Mas como o trânsito tava lento e tal, viemos conversando e aproveitei pra ele me esclarecer algumas coisas sobre o universo evangélico. Fiquei sabendo q os evangélicos ouvem música eletrônica! Existe um gospel eletrônico (e de alta qualidade em termos de produção musical). E tem balada gospel! Em dado momento ele disse que tinha até ‘pegação’ na balada. Mas eu me confundi e entendi q ele tinha dito era ‘pregação’ e não ‘pegação’! Fique espantado com o ‘pegação’ e pensei “nossa, como os evangélicos ficaram tão liberais em tão pouco tempo!?”. Não ficaram, mas o sincretismo religioso q é marca das igrejas neopentecostais dá sinais de que absorve tudo em termos culturais (seja com vias de levar a palavra e para fins comerciais tb; a linha é tênue aqui). Enfim, depois a conversa mudou de rumo, pois confessei meu ateísmo (o cara ficou nitidamente chateado com isso) e acabei falando sobre evolucionismo e como seria complicado ficar preso a determinadas crenças no meio acadêmico etc.

    Nesse sentido, fico pensando como os evangélicos lidam com os avanços tecnológicos. Digo, se eu questiono as AIs no futuro e o q elas podem vir a se tornar ou mesmo o lance de digitalizar a consciência se um dia isso for possível, como as pessoas andam conciliando isso com a fé? Alguém tem notícias desse mundo?

    1. Não sei como eles lidam com os avanços tecnológicos, provavelmente devem levar em consideração o que o pastor e o que os outros evangélicos fazem/consomem.

      Os neopentecostais tem um senso de comunidade e suporte muito avançado, principalmente nas periferias do país, exatamente nas brechas que a esquerda deveria ter feito o seu trabalho de base mas que deixou – por arrogância, medo ou burrice – esse povo todo a margem da sociedade.

      Hoje em dia a religião é quem detém respostas e quem determina os rumos dessas pessoas que, via de regra, são sempre esquecidas pelo Estado e pelas empresas. Bato nisso sempre porque acho que o mercado de inovação dentro desses meios é esquecido, principalmente em meio de TI como blogs e outros que preferem ficar na masturbação de especificações e papos entre iguais que não agregam nada. Existe um mundo além do top de linha, do meio de consumir que a gente vê no MdU, Tecnoblog e outros. E esse mundo se organiza e se consome, só que não aparece e, quando aparece, choca ou é chacotado. E isso me deixa muito puto do cara (como pessoa) porque eu sempre tento ter empatia com todo mundo e entender o que se passa na vida de cada pessoa e o que faz com que elas tomem determinadas decisões. Mas divaguei muito já.

      1. Ainda que as politicas publicas, o Estado esteja ausente em muitos lugarem desfavorecidos, os avanços tecnológicos estão muito disseminados nas mídias de massa, eu entendo a carência de informação de qualidade principalmente em periferias e zonas rurais, mas a própria TV mostra muitas coisas que põe o pensamento pentecostal a prova.

        Acho que mais do que nós, essas pessoas vivem em uma bolha e simplesmente ignoram os fatos a sua volta, pensamentos mais avançados, ideologias mais modernas. O mundo muda de forma constante e me parece um pensamento muito imutável/fechado por parte de alguns grupos.

        Mas de novo caímos na questão da estrutura educacional e a presença do Estado e blá blá blá…

        1. A questão é que quem poderia fomentar essa discussão prefere não fazer. Vide os blogs de TI do Brasil que se focam no deboche e escracho típico da classe média. É complicado você ter acesso ou saber como se molda o mundo quando você está fechado na sua sala se masturbando com os seus iguais sem olhar pela janela e rindo de tudo o que não se encaixa ali naquele espaço.

      2. Não sei se eles estariam melhor com a esquerda política do q com evangélicos políticos. O q eu tenho ouvido da esquerda, de um modo geral pelas redes sociais, vindo dos seus expoentes, é vexatório (me referindo às pautas atuais). A capacidade da esquerda compartilhar seus principais valores (direitos humanos, principalmente) cheios de nuances não tem força ante ao discurso reacionários q é mais direto e fácil de ser assimilado pelos pastores (Malafaia, por exemplo). Mas vejo relatos aqui e ali de q os evangélicos não trombam com Felicianos e Bolsonaros da vida.

        De fato, são milhões de pessoas q ficam como um grupo em q não sabe o q fazem. E, veja, estive no sportify há alguns aqui em sp, e eles não fazem restrição nenhuma a gênero musical. O gospel tá lá em cima pra eles…

        Eu gostaria de ver canais sérios como o MdU e Tecnoblog fazendo sondagens por esses mundos (e tantos outros), pq mesmo havendo posicionamentos e preferências, teríamos uma leitura séria desses usos. Mas eu acho q paira um certo receio em relação a esses temas serem rechaçados por leitores q vão justamente nessa linha do deboche ou do preconceito puro. E é uma pena, pq isso impede pessoas de terem informações preciosas, inclusive, para possíveis investidas comerciais na área…

        1. Não digo nem que estariam melhores ou piores com a esquerda, mas, que esse vácuo da periferia é ocupado pela igreja neopentecostal com o seu trabalho de base, coisa que é secular e seminal na esquerda e explica, em parte, essa incapacidade que você mesmo nota da esquerda de defender e espalhar os seus valores progressistas nas periferias, deixando essa a cargo dos pastores e obreiros.

          Acho que temos espaço para ambos, até porque como você notou, nem todo o evangélico vai com a cara do Bolsonaro e afins, é uma coisa que eles tem receio e muitos deles tem ideias progressistas na cabeça, principalmente em relação ao Estado de Bem Estar Social que a gente precisa numa social-democracia moderna mas que, com o modo como a esquerda universitária opera, não ultrapassa os muros da universidade pública. A esquerda se encastela.

          1. Não só se encastela como inclusive tirou aquela porta que desce e permite o q está fora entrar e alguns saírem.

        2. E sobre os blog, duvido muito que algum dia algum faça isso. O filão de dinheiro deles é ser esse espaço de “minions” onde as opiniões que reverberam são sempre as mesmas e qualquer coisa que se desvie disso é atacada e/ou ridicularizado sem dó.

          Quem quiser sair dessa bolha precisa ir onde esse pessoal está de fato, onde a classe C está operando e criando, modificando a tecnologia, onde disruptivo não é um aplicativo de carona pra balada cara no final de semana.

        1. Muito bom cara. O Dinho é uma figura ímpar na internet BR, a lucidez dele pra falar da periferia é muito boa e serve bastante para mudar o discurso e aproximar quem não vive essa realidade.

          É muito perigoso o que ele fala, da reinvenção dos pastores para se tornarem mais palatáveis popularmente, menos “minions” e muito mais profissionais, políticos de escola-carreira mesmo. Acho isso deveras perigoso num futuro próximo, ainda mais num país conservador, pobre e burro como o Brasil.

          1. Sim, esse texto é muito lúcido e esclarecedor dessa questão. Mas só uma ressalva em relação a visão dele em relação ao lance de consumo de carne. Ele é bem insensível ao tema da ‘proteção animal’ e justificou o posicionamento dele com um possível ‘bem estar’ dos mais pobres ao consumirem carne num churrasco na laje… O q, em muito sentidos, não se sustenta, ao contrário, torna os pobres ainda mais pobres (mal alimentados, precisando de mais tratamento médico, com pessoas pobre precarizadas trabalhando na indústria da carne etc).

          2. Mas aí é a cadeira da carne que faz isso e não necessariamente o consumo. Não sei o seu nível de acesso a produtos veganos/vegetarianos, mas aqui em Porto Alegre eles são bastante caros e uma alimentação alternativa a que temos nos mercados ~e muito mais cara, principalmente na periferia (fiz essa experiência já, na Zona Norte de Porto Alegre, onde eu moro, um lugar que tem bolsões de acesso/miséria na mesma proporção e uma dieta vegetariana é quase 25% mais cara do que a equivalente “normal”).

            Lógico que ele poderia tomar outra atitude em relação a isso e ser mais sensível, ainda mais que ele mora no RJ, uma cidade que em termos de acesso dá de 10 x 0 em Porto Alegre, mas, apenas estou mostrando que nem sempre o acesso em capitais periféricas está no mesmo patamar que outras cidades. É bem complicado se alimentar decentemente em POA (carecem de feiras de produtores rurais, por exemplo, na imensa maioria dos bairros). O acesso do brasileiro a tudo é muito determinado pelo local geográfico (SP e RJ vivem num mundo que, muitas vezes, é desconectado do resto do país até para quem é de periferia).

          3. Acho q aí q está um ponto meio mal compreendido. Ao contrário do q parece, uma dieta vegana não é elitista. É claro q existem produtos caros, mas por serem minoria, há um número muito maior de produtos não veganos q podemos considerar caros, todos frutos da exploração animal, q produtos veganos (um hamburger congelado de falafel vendido em caixinha , por exemplo) de preço equivalente ou superior nas prateleiras. Mas o dieta vegana tem um super trunfo: pode ajudar as famílias q adeptas da agricultura ecológica ou mesmo estimular q as pessoas plantem sua própria comida. Verduras, legumes grãos e frutas não saem mais caro q iogurte, carne (processada ou não), queijos, frango assado etc… Com esse alimentos dá pra fazer uma variedade extraordinária de coisas: bolos, tortas, saladas etc. É claro q alguns ingredientes são caros, mas pra tudo há um equivalente mais barato e acessível. É q tem mudar a lógica mesmo e isso implica em ir menos ao supermercado e mais às feiras. Creio q maioria dos produtos alimentícios em um supermercado são fruto da exploração animal, daí além deles serem concetradores de renda, não ajudam as pessoas. Imagina um desabastecimento, as pessoas ficam sem saída, pq não produzem nada; ficam todas dependentes dos abastecimento vindo de regiões distantes… Daí eu acho q o consumo é parte desse problema. Mudando a lógica do consumo apoiando iniciativas como cooperativas q produzem alimentos orgânicos, o jogo pode virar. E isso beneficiaria, principalmente os mais pobres, q têm a pior alimentação vinda justamente da compra excessiva de alimentos processados…

            O problema aí dizer q a felicidade ou a única brecha pro sofrimento só é possível qdo se faz um churrasco com os amigos… Aí o sr. Dinho está errado, pq ignora os outros seres vivos q tb têm lá a sua medida de felicidade.

          4. A dieta é elitista em Porto Alegre. Não se tem quase nenhum acesso aqui e os preços são sim impraticáveis para uma família de periferia. Pode ser que em SP seja diferente – e acredito que seja, assim como no RJ, por isso cabe ainda a crítica ao Dinho – mas eu te afirmo com todas as letras que em Porto Alegre é muito mais caro manter uma dieta vegana do que uma dieta normal. Experiência própria, nos mercados da periferia não tem esse tipo de opção é sempre o mais processado possível pro preço ser o mais baixo possível. E muita gente aqui consome o que planta em casa, mesmo assim, o acesso é LIMITADO AO EXTREMO fora do eixo RJ-SP.

            Se eu quiser qualquer coisa que não seja de uma grande rede de mercados – ou mesmo uma pequena, mas que mantém os mesmos fornecedores da grande rede – eu estou 22 km longe disso daqui da minha casa em Porto Alegre. Não existe nenhuma feira livre na região e todos os mercado de hortifrutigranjeiros vendem dos mesmos fornecedores que eu tenho acesso na rede Zaffari, por exemplo. Não tem opção na zona norte de Porto Alegre para uma alimentação alternativa, por exemplo. E uma família que more no Ruben Berta – um bairro muito pobre e violento de POA – está ainda mais longe disso (+30 km) ou ficará à mercê de plantar a própria comida e dividir esse tempo com a lida diária pela sobrevivência.

            Como eu disse, a crítica a ele cabe sim, lógico, mas o acesso a uma dieta vegana não é assim como você pensa tão simples fora de alguns locais. Mudar tudo em prol de um estilo de vida é muito arriscado quando se tem dinheiro contato pro aluguel + contas. Desculpa, mas não é mesmo tão simples assim.

          5. Olha, Paulo, não tenho como te assegurar, mas eu posso afirmar com relativa segurança q uma dieta básica vegana, mesmo para uma pessoa pobre, é totalmente possível. É relativamente simples se esquivar da exploração animal. É claro q tentar achar soluções prontas num supermercado (pode ser supermercado de elite, diga-se), além de caras e poucas, não resolveriam o problema, mas se as pessoas fizerem receitas simples com alimentos básicos ela ficarão bem alimentadas e não vão comer as porcarias q a indústria coloca para as pessoas. Com certeza o abastecimento muda de região para região, mas é possível sim, cara. Tem q ter conhecimento nisso, claro, e escolas de gastronomia poderiam ajudar. Mas, infelizmente, a dependência da exploração animal é tão avassaladora, q todo os sistema se escora nela. Por isso, eu acho, q pra quem ainda se alimenta disso, é difícil ver alternativas. Mas qdo vc substitui a sua alimentação, a coisa muda de figura. Cara, tem gente q vive (e vive muito bem; completamente saudável) apenas comendo frutas (apenas frutas). Procure por “Eduardo Corassa”. Agora, é inegável q muito do q dito vegano é puro elitismo, mas vc acha elitismo em praticamente tudo. Eu não tenho como ser preciso nisso, pq teria q realmente fazer uma pesquisa, mas se pessoas com poucos recursos tirassem a grana do consumo de carne e derivados do leite, poderia ser destinada pra essa outra forma de se alimentar. Dá uma olhada nesse site e veja se esses ingredientes, com exceção de alguns q realmente seriam mais difíceis de achar, poderiam entrar na dieta de alguém com poucos recursos: http://www.escolhaveg.com.br/planosemanal

          6. Mas e cair fora da exploração animal para cair na indústria do agronegócio é uma boa?
            É salutar, será, para apenas de comer carne mas passar a comer vegetais que são fruto de grandes empresas do “agro é tech”? Porque é isso que ocorreria caso eu saísse da carna pra prateleira de vegetais do mercado daqui da minha volta. Claro, mudaria, mas mudaria tanto assim? Valeria a pena?

            Meus problemas na minha curta experiência não foram com receitas e sim com acesso a alternativas conduzidas de maneiras diferentes no dia-a-dia.

          7. Não seria um problema, ao contrário até, se fôssemos em direção da agricultura ecológica. Daí, claro, não teríamos esses alimentos envenenados q o agronegócio se orgulha tanto de nos entregar.

          8. Esse é o problema que me refiro do acesso: sair da exploração animal e cair no agronegócio. Eu não tenho muito acesso aqui em POA a agricultura orgânica/familiar por exemplo (as distâncias para feiras são bem grandes quando se fala de periferia) e teria de recair nas grandes redes de mercado, comprando do agronegócio. Mudaria de problema apenas, no meu ver.

            Mas é uma discussão complexa.

          9. Sim, bem complexa. Mas, a meu ver (e o de muita gente, claro), a prioridade é a libertação animal. Se o agronegócio ainda assim se beneficiar com a redução da exploração animal, é um outro problema. Mas como se trata tb de uma questão do consumo da carte ser um negócio insustentável, é provável q a exploração só diminua qdo esse sistema chegar ao seu limite. Mas se as pessoas se sensibilizassem, claro, essa exploração poderia diminuir, mas não é o caso. Nesse sentido, esquerda e direita estão de mãos dadas.

    2. Só suponho que alguns grupos podem demonizar e pregar contra e outros que vão enxergar apenas como mais uma benção do todo poderoso para ajudar na propagação dos ideais. Tal como tv, internet, etc. já experimentaram, tal como todos nós

      1. Eu perguntei pro motoristas se eles não viam conflito em gostar de rock (produto da contracultura e de uma postura mais questionadora e em muitos casos com nítida referência ao diabo com os dedos mínimo e indicador em riste enqto os outros estão abaixados) e ele disse q não. Os músicos são evangélicos e tal. Então acho q o estilo musical, mesmo associado com uma postura avessa a religiosa, é apropriado tb e vira isso, uma forma de propagação.

    3. Tenho um grande amigo evangélico e ele até que é moderado e aceita a ciência parcialmente, ele gosta muito de biologia e física então vive em conflito já a família dele (quase minha família são pessoas ótimas apesar de serem evangélicos) as vezes são um pouco hipócritas e ignoram a religião, é o que eu chamo de fé seletiva pegam o que querem da Bíblia pra si e ignoram o resto nos céticos não vemos sentido em atitudes desse tipo mas isso já começa dentro da igreja com o pastor fazendo cherry picking com as passagens bíblicas lêem o que interessa é interpretam da forma que é conveniente pra eles.

      1. Pois é… Qdo eu falei do evolucionismo, do elo perdido etc, o cara não botou muita fé, digamos. Ficou meio ressabiado. Mas se vc for ver, esse relativismo, me pare muito próprio das religiões neopetencostais, pq os novos tempos, de fato, apresentam questões incontornáveis e como vc as sustenta hj em dia apenas pela Bíblia? Não tem como se vc for ao pé da letra, mas daí vem essas interpretações q, de modo bem engenhoso, contornos os problemas e fazem as pessoas acreditarem numa coisa mesmo q outra coisa apareça no horizonte negando isso e tudo sem conflito. É por isso q parece ser um universo interessante a pesquisar e entender melhor.

      2. Cara, eu sou Cristão, o que chamam de evangélicos, mas fiz faculdade de processamento de dados (sim, sou velho) e trabalho na área de exatas.
        Sou um pouco como esse seu amigo. Tento mesclar o Criacionismo com o Evolucionismo. Pra mim, Deus criou a chama da vida, algumas coisas essenciais e a evolução se encarregou do resto.

    4. Nessas situações eu finjo que sou cristão. Já falei muito mal de igreja enquanto finjia ser cristão hahha

      1. Não penso muito sobre isso, caro Jack. Mesmo pq não fico contrapondo essa questão ao pensamento religioso ou mágico (místico) das pessoas. Mas não faço do ateísmo uma religião como anda se dando por aí. Mas o conflito anda explosivo especialmente na intervenção dos religiosos nas questões do Estado. Daí, o Estado moderno q se separou da igreja está sob constante ameaça e isso pode ser nocivo, a meu ver, para o futuro de todos… Mas é claro q as novas igrejas da tecnologia tb o são. Estamos cercados…

        1. Eu penso um pouco. As pessoas também costumam se frustrar comigo, pelo mesmo motivo que o motorista do 99 se frustrou com você. Como sou tolerante, não fico “pregando” o ateísmo feito o Richard Dawkins (minha esposa é católica), e entendo a fé das pessoas, que geralmente traduzo como esperança, boa vontade e caridade. De vez em quando é difícil ter essa postura, dado o radicalismo de algumas pessoas.
          Confesso também que vejo esses radicais como retrógrados. Quando vejo algum absurdo, tipo um pastor que se deixa picar por uma cobra venenosa e recusa atendimento médico, ou um terrorista decapitando quem no entendimento dele é infiel, minha mente ecoa o mantra “saímos do século XII, mas o século XII não saiu deles”. Isso tudo vai de encontro com aquele excelente artigo que você escreveu sobre a graphic novel V. I. S. H. N. U. Isso, somado às leituras que faço sobre sociologia, história e cultura, acabam me fazendo pensar que o ateísmo é um degrau acima na evolução do ser humano. E é claro que isso vira um conflito interno, devido ao valor dou à tolerância.
          Citando novamente o seu artigo, sim, o cérebro humano tem um problema. A “mágica” da tecnologia não está criando um deus-máquina. Ela já criou. Apenas, ainda, demonizamos essa nova divindade, toda vez que enquanto sociedade, tememos pela perda de empregos para os robôs, ou pelo inevitável advento de uma IA nos moldes do Hall, do Mestre dos Fantoches (Ghost in the Shell) ou da V. I. C. K. I. (Eu, Robô). Quando essas crises estiverem superadas, talvez o jogo vire a favor da tecnologia, e aí passemos a idolatrar de verdade caras como Albert Einstein, ou até à empresas como o Google. Tem até um filme que está pra sair, o Circle, que abordará levemente esse tema, de veneração de empresas. Atualmente, em geral a população mundial está atrasada no meu entendimento para lidar com tamanho avanço. As pessoas simplesmente não tem preparo para se adaptar a um mundo de altíssima tecnologia. Poderemos ter casas em Marte em 15 anos (se alguns dos malucos que propõem tal plano conseguirem leva-los adiante), mas meus parentes continuarão indo na igreja de algum pastor que tem grandes chances de ser um charlatão (falo isso por que conheço um pastor que se confessou ateu pra mim). Entendo que é muito difícil pra essas pessoas religiosas conceberem a idéia de que a mente humana é “apenas” uma máquina virtual rodando em um servidor dedicado, que é o cérebro, mas a neurociência está aí correndo atrás de tratamentos e cura pra doenças graves como o Alzheimer – e em meio a essa busca, vai desvendando os mecanismos cerebrais. Essa dificuldade de aceitar as provas indubitáveis certamente está ligada ao medo do desconhecido, bem como a necessidade de colocar alguma coisa “lá”, então imagino que sempre existirão religiões, mesmo que elas sejam tão bizarras quanto a cientologia. Pois ciência avançada não é sinônimo de povo ateu – que o digam EUA, Iran e Israel, três países que dominam tecnologia pra criar bombas nucleares cujos povos seguem religiões abraâmicas.

          1. Tem um livro legal, “religião das máquinas”, do erik felinto. O título é uma provocação, claro, mas da uma ideia do clima q podemos encarar no futuro. Infelizmente é um livro esgotado.

            Mas, se não estou enganado, não teve nenhuma civilização sem religião… E faz sentido, afinal, até hj não temos todas as repostas pra questões elementares. Veja uma entrevista do Marcelo Glaiser pro Mensageiro Sideral, ele fala, por exemplo, da partícula de Higs, de onde vem a massa dela… Sabe-se lá. Não é fácil ser ateu nesse mundo de incertezas… Então, pra mim, não ter fé é, digamos, um navegar sem uma bússola… Eu não sei se um dia alguém vai desvendar como a consciência se forma, então, até aí, não dá pra excluir aa religiões da jogada. E mesmo q um dia tenhamos uma boa explicação científica para o sentimento religioso, ele ainda terá seu lugar na forma de cultura…

            Nesse sentido a religião pode unir as pessoas num mundo de aceleração tecnológica orientada para produção, para o progresso, para a exclusão etc. A religião q difundi a compaixão, a caridade e a preservação da vida tem todo o meu respeito e apesar do ateísmo, não quer dizer q um dia, sei lá, me torne budista.

          2. Vou procurar esse livro, assim que minha situação melhorar (tá difícil…).
            Eu entendo que são justamente as incertezas que podem levar algumas pessoas ao ateísmo. Pois a divindade e o miraculoso são muitas vezes respostas fáceis para perguntas impossíveis de serem respondidas hoje, “claro, é por que Deus quer”.
            Considerando que ter um norte, uma bússola, seja um valor, então podemos concluir que você pode criar os seus – o que pode ser até algo perigoso, se pegarmos o exemplo fictício do Coringa do Ledger. Particularmente eu não me sinto à deriva. Tenho meus “pequenos” objetivos de vida, tipo cuidar dos meus filhos, aprender a programar, melhorar meu inglês, escrever sobre o que me interessa (inclusive estou preparando um texto que eu acho que você vai se interessar), e coisas afins, e isso vai guiando minha vida.
            Sobre esse mistério da mente, eu não sei se eu tô muito na frente ou se até alguma prepotência, mas eu simplesmente não consigo conceber o processo de formação da consciência senão como algo não lógico. Como não sou neurocientista, não posso por minha tese à prova.
            A religião sempre uniu pessoas, em todos os sistemas econômicos e produtivos, e sempre orientou a ética das sociedades, e esse é seu maior feito pela humanidade. No nosso mundo globalizado e muito antes também, a religião também separa pessoas, e vira justificativa pra discriminação e terrorismo – e isso vem de longa data. Basta estudar os ancestrais terroristas Cruzados. Sim, o que eles fizeram foi uma barbárie contra os mouros.
            Qualquer um pode virar um budista. Essa religião na verdade não é de fato uma religião. Há duas grandes vertentes, ou círculos, de budismo hoje, o mahayana, que é grande e confuso, cheio de vertentes místicas como a tibetana e o Nichiren Daishonin japonês, frutos do sincretismo do budismo com religiões locais como o hinduísmo e o xintoísmo, e o threravada, que é pequeno. E este círculo menor resumi-se a fazer o que o primeiro Buda fez: não há como provar, pois Sidarta Gautama não deixou textos, mas seus primeiros discípulos teriam registrado suas palavras, e não há nada místico nelas. Ele nunca pediu pra ser venerado por 350 milhões de pessoas, nunca citou uma divindade em seus discurso e nunca assumiu a própria divindade. O que ele criou foi um método de salvação pessoal que, se fosse aplicado hoje em escala global e fosse amplamente aceito e praticado, acabaria com o capitalismo e reduziria a população mundial em questão de anos. Esse é o “problema” do budismo – ele só funciona “100%” para os monjes. Encerrar os desejos no meu caso por exemplo, seria deixar de ter tesão pela minha mulher e deixar de amar meus filhos, e ambos os casos são coisas impossíveis hoje. Então eu não tenho como ser 100% budista, e imagino que 99% das pessoas que eu conheço também não tenham. Ainda assim, é uma filosofia interessante. Entender a Primeira Nobre Verdade foi uma das coisas que me ajudaram a sair da depressão, anos atrás.

          3. Opa, se quiser uma leitura antecipada do texto, pode mandar.
            De fato, uma entrega total a uma religião me parece impossível e impraticável.
            Mas ando desconfiando q as tecnologias, de algum modo, nos imponham alguma forma de religião, pq, como não seremos capazes de entendê-la em plenitude, só nos restará algum tipo de refúgio seja pelas drogas ou pela religião ou tudo isso combinado com a realidade virtual. Tipo uma matrix de ingresso voluntário. Isso no melhor dos cenários, claro. Eu não sei há algum estudo q identificou essa situação, mas me parece q qto mais incompreensível a tecnologia, mais forte pode ser o sentimento religioso. Não sei… só divago.
            Sobre o budismo, é só uma coisa q cogito há tempos. Como eles valorizam toda forma de vida faz muito sentido.
            Tem um livro bacana, q ainda não pude me debruçar, q é o do Antônio Damasio: “O mistério da consciência”…

          4. Tecnologias e empresas estão virando a nova matriz religiosa do homem.

    5. pois aconteceu ontem!
      numa janta de amigos da minha mulher uma das gurias começou um assunto dizendo que os hospitais matavam as pessoas para retirar orgaos.
      não bastasse esse absurdo uma outra garota falou que é contra a doação, pois nao quer orgão de “pessoas de bem” indo parar no corpo de marginal.
      aí eu pirei o cabeção, né Fabio!!!
      falei pra eles “ah é, o que Jesus acharia dessas atitudes? e o que voces fariam se precisassem de um órgão?”
      desconversaram e emendei “eu detesto igreja, mas ainda sou cristão e isso é bem o oposto que jesus ensinou”. (na cara deles! rá!)
      cara, eu estava tremendo de fúria! vontade imensa de ir embora de uma vez.
      todos eram cristãos e os donos da casa são devotos de nossa sra aparecida, mas são tremendamente ignorantes.

      1. Nessas horas eu acho q algo q pode ajudar é o famoso “Perdoai-vos, Senhor. Eles não sabem o que fazem”. Essa dos órgãos não ieem para marginais merece o prêmio de cristão do ano! Cara, q absurdo! Acho q já comentei em algum momento q fui ao batizado da minha sobrinha e não ouvi em nenhum momento as palavras compaixão e solidarierade sairem da boca do padre… Eu acho q as novas gerações de católicos ainda vão nos agraciar com muitas pérolas…

      1. 99,9% que não. O teclado é basicamente o Surface Keyboard, o qual não tinha. Na verdade é meio dificil achar um teclado com backlight sendo bluetooth e com essa linha estetica mais limpa aka não sendo G A M E R

          1. Sim, mas nem é um feature que me faça comprar um teclado na real. Tanto que no notebook mal ligo o backlight. Mas sim, por 130 dolares poderia ter uma luz ai.

            Nos teclados vendidos pela Apple pra Mac também não tem. Realmente não sei pq não colocam. Talvez pela luz do monitor ser o suficiente (?)

    1. só é dispensável esse tecladinho numérico. queria um substituto pro meu arc, mas esse q não vai ser. só se tiver uma versão menor.

        1. Não faz muita diferença até você pagar R$400 no teclado e alguma coisa ocorrer nele e você descobrir que não tem nem como abrir o dito cujo. Eu acho isso um problemão. Mas também creio que esse teclado não seja assim hahaha (e creio também que a MS não vai fazer outra monstruosidade como esse Surface com 0/10 de reparo).

  4. Estou querendo adquirir um serviço de VPN e tenho boas recomendações sobre o TunnelBear, porém, achei mais caro que os serviços PureVPN e Private Internet Access (PIA).
    Alguém usa um desses serviços ou recomenda algum outro serviço pago de qualidade?

    1. Cara, eu uso o Private Internet Access. Gosto muito, pq eles apoiam, entre outros, a EFF. Funciona bem e tem app pra android e mac. Mas eu uso combinado com app de proxy no android, o AFWall+. Assim eu forço os app o passarem pelo VPN. É claro q, nisso, alguns Apps não funcionam (Netflix, por exemplo).

      Eu gosto muito do PIA, mas existem muitos outros q podem ser mais adequados ao q vc quer. Eu me preocupo com privacidade e esse me pareceu o melhor VPN, mas tem outros q são melhores sei lá, em conseguir acesso a determinados sites etc.

    2. Acho que o Marco Gomes fez um post esses tempos com algumas recomendações

    3. O VPN do Opera é gratuito e ótimo. Simples de usar, funciona e dá até para escolher o país.

  5. Alguém tem a mi box 3? Estou pensando em investir seriamente em uma, tem a função chrome cast, play store, kodi/plex.

      1. Nem cheguei a procurar review, mas estou para acabar meu curso técnico em julho e ficarei ocioso até ano que vem, quando começarei a faculdade, então queria matar o tempo atualizando as séries, e apesar dessa mi box não ser a mais potente, é a mais completa que encontrei.

    1. Um Rpi não atende?
      o meu roda bem usando kodi, mas nunca tentei usar Netflix, acredito que só rode no navegador e olhe lá

  6. Sobre jogos de celular.
    A única coisa que jogava em console era jogo de futebol (principalmente o PES), mas com a falta de tempo na vida e perda de interesse, meu Xbox ficou de enfeite.
    Com o lançamento do PES Mobile voltei a jogar, gente não sou b jogador só gosto. ?
    Mas aqui fica o real assunto. O que acham desses controles para smartphone? No meu caso Android.
    Já usaram, gostam? Ou preferem usar controles na tela?
    Pessoalmente estava interessado, me incomoda um pouco ocupar a tela com controle, perde-se campo de visão, mesmo com tela grande como o Nexus 6P.

    1. Acho que isso depende muito do que vc pretende jogar, se for somente PES creio que vale a pena, mas vc tb tem que ver onde vai jogar, fila de banco? se for nem compensa, ônibus? aí eu acho que já vale a pena.

    2. Eu não gosto muito de jogos mais complexos no celular, que tentam trazer uma experiência de console ou PC. Gosto de games mais simples que tentam trazer uma experiência mais diferente.
      E o que acham dos freemium? Acabam gastando dinheiro neles? Eu pessoalmente, não. Até compro alguns apps e jogos, mas a ideia de pagar por algo que provavelmente vai ter que ser recorrente, não entra na minha cabeça (como as clássicas moedinhas).

      1. Freemium é complicado. Principalmente aqueles que te impedem de jogar por um tempo se você não comprar as moedinhas ou aqueles que impedem seu progresso. Estou jogando atualmente um jogo chamado Pocket Mortys e foi o único jogo free to play que já joguei onde a forma de monetização é bem justa. Você só gasta dinheiro se quiser e se não gastar não te atrapalha em nada. Fico pensando se eles fizeram assim mais pra divulgar a série (Rick and Morty) do que pra ganhar dinheiro com o jogo mesmo.

        1. Sim, gosto de games assim. Acho que é uma maneira mais justa mesmo. Acho engraçado que nunca gostei tanto de um game freemium que me fizesse gastar dinheiro neles. Mas já paguei até que caro em jogos “completos ” e que valeram totalmente a pena. Dois exemplos enormes são Monument Valey e Leo’s Fortune.

      2. Eu não compro dentro de jogo. Espero o tempo passar, vejo vídeo, mas ficar pagando recorrentemente não me agrada. Cobre mais caro, eu economizo e compro.

      1. Estou vendo pela sua foto agora, achei muito foda, me lembrou o XPeria Play.

      2. Parece meio trambolho porque smartphones tão gigantes
        Mas deve melhorar muito a jogabilidade. Isso vem com bateria tb?

      3. O Moto Z2 passou a fazer sentido agora. Já saiu esse snap aqui em Banânia?

      4. Achei muito interessante, não sei se vai fazer vender o aparelho, mas é interessante.
        Tivemos o Xperia Play, ao era esse o nome? O problema era ter um hardware péssimo para jogos…

    3. Eu tenho um controle que uso no celular pra jogar alguns emuladores, funciona bem mas a pegada do controle não é muito boa e com 30 minutos a mão ja fica doendo.

    4. O controle é a melhor forma de jogar, o problema é q nem todo jogo aceita controle… Pelo visto não é tão simples fazê-los funcionar no dev do jogo… Daí, os caras deixam sem isso. Exemplo: Horizon Chase. Diz q tem como jogar com o controle, mas não funciona…

      1. Horizon Chase funciona bem no controle, mas, sinceramente os controles em tela dele são bem bons. É o melhor estilo de corrida hoje. Recomendo deixar a aceleração automática e colocar as setas de movimento de cada lado com o turbo/nitro logo acima, melhor sensivelmente a experiência de jogo.

        É quase impossível sem muita tentativa e erro conseguir fazer um jogo funcionar com os controles do telefone em tela, eu tenho um jogo de Box Shooter (que caem uma caixas do céu de cores diferentes que soma pontos, tempo e diminuem pontos) que é quase impossível de jogar no Android, mas, se você tentar jogar no desktop funciona bem até (não está nada refinado, foi o primeiro jogo mais esperto que eu fiz sozinho e faz quase 1 ano, depois disso eu entrei no modo “estudo do mestrado” e só voltei ao mundo ontem).

      2. Não ter uma solução padronizada mata a experiência. O Android já devia ter essa solução implantada para ajudar os desenvolvedores.

  7. Respondendo ao post: acho mais fácil ficar desconectado em dias de semana do que em feriados e finais de semana. Nos dias de semana é quando realmente consigo maior contato humano e não o oposto.

    1. Já sou o contrário, com filho pequeno e esposa sempre por perto aos finais de semana e feriado fico desconectado total.

      É bom pra relaxar também eu me frustro muito com a internet, muita notícia negativa, rede sociais chata, acho que estou meio velho já.

    2. Eu não tenho muito problema em desconectar.
      Claro que fico na rede e gosto, mas caso seja necessário ou encontre algo interessante no “mundo real” me desconecto sem problemas. ?
      Até por que não uso o Facebook, o Twitter é mais para chorar de tristes pelo mundo (pela minha visão de mundo) e o Instagram, rede que hoje me agrada mais, sigo até que pouca gente…
      Notícias acompanho aos por feed e podcast fica mais fácil acabar o conteúdo da rede e largar… ?

    3. Para mim é fácil, até pq não sou um consumidor ávido, fico somente em feed, podcast e whatsapp, além do que minha namorada me marca no facebook;

      Além de estar ocupado desde o início da manhã ao final da noite, e nos fds sempre estou com minha namorada, e não gosto de mexer no celular quando estou com ela.

    1. Acompanhei boa parte da E3, como apresentação gostei mais da Microsoft, agora em termos de novidades e exclusividades, gostei do que foi apresentado pela Sony.

      1. Mas a Sony foi basicamente 0 novidades hahaha Quase todos os jogos ela ja tinha mostrado antes. Provavelmente guardou coisa para o PS Experience

    2. Gostei de ter sido surpreendido com Metroid no Switch e 3DS. Apesar que gostaria muito de uma continuação do Metroid Fusion em 2D.
      E o remake do Shadow of Colossus me deixa com um pé atrás. Um jogo tão autoral sendo feito por outro estúdio. Além que seria a terceira versão do jogo em pouco tempo. Ficaria calado se fosse ao menos um port da versão HD em 4K para o PS4, mas um remake achei desnecessário agora.
      Sony poderia ter usado o recurso para fazer um remake de algum outro jogo esquecido. Dava um tempo pro Shadow of Colossus, um remake ao menos para uma próxima geração.

      1. Aproveitando qhe você falou de Metroid, acho que empolguei demais com a Nintendo. Quero muito um switch e mais urgentemente um 2DS

        1. To com pé atrás do Metroid do 3DS por ser feito pela Mercury. E ainda acho que ela poderia já começar a lançar os jogos do 3DS pro Switch também hahaha. Mesmo com pé atrás queria jogar um Metroid com a vista 2D. Não vejo mais sentido pro 3DS existir por muito tempo.

          Sei que tem fator preço etc, mas pra mim se a Nintendo focar seus esforços somente num console, oq me parecia a proposta do Switch, ela conseguiria popular seu console com mais jogos 1st Party, consequentemente aumentando suas vendas e atraindo atenção das 3rd Party.

        1. O remaster do primeiro AoE, era o único que faltava ser relançado, com este todos vão estar disponíveis na Steam.

          1. Achei que já tivesse o AoE original naquele último remaster
            Bom, ainda sou da opinião que o II é o grande AoE mesmo

    3. Teve Metroid, né. Dois anunciados e um sai esse ano ainda. De resto teve uma ou outra coisa que criou algum interesse passageiro e eu já esqueci. Ah, e a conf da Ubi foi legal também.

    4. Ubisoft e Nintendo mandaram muito bem.

      Sony foi decepcionante. Agora que ela lidera com folga, parece que se acomodou.

    5. Assisti uns vídeos no YouTube, do The Verge e do Engadget. Não sou gamer, mas fiquei bem impressionado com o Xbox One X e com jogo do Homem-Aranha exclusivo pra PlayStation

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