Post Livre #88

Final de semana chegando, é hora de relaxar e de conversa sobre o que aconteceu na semana em tecnologia, mas também no Brasil e no mundo, e de trocar uma ideia. O post livre é um espaço aberto para a comunidade de Manual do Usuário bater um papo. Quem aí está se preparando para o Dia dos Namorados? Quem vai investir em um presente tech e quem acha isso tudo uma bobagem? Comente!

70 comentários

  1. Vai uma informação que não vai mudar a vida de ninguém, mas o video See You Again tá a 60 milhões de visualizações de superar Gangnam Style.

    1. Hoje tava pensando nisso, se Gangnam ainda era o mais visto ou alguma música de rap/pop americana passou na frente, tipo One Dance do Drake ou até mesmo essa tal de Despacito

  2. Semana passada, assisti a uma palestra do Richard Stallman. É lugar comum chamar o cara de maluco e desacreditar o discurso dele, mas, e não é de agora nem por causa da palestra, eu simpatizo com as ideias dele. Especialmente no que tange à vigilância e falta de privacidade da tecnologia moderna.

    Parece-me que o radicalismo do discurso e ações dele afasta pessoas que se preocupam com as mesmas causas. É uma pena. Mas, acho, existe um meio termo ali que, se não leva ao mundo ideal utópico do Stallman, nos colocaria numa situação menos ruim. Porque, sinceramente, está bem ruim.

    Eu já publico pouco no Facebook e pretendo diminuir mais o uso da rede e dos outros serviços. Tentarei migrar o grupo da minha família para o Signal e, para conteúdo público que eu produzo, centralizá-lo no meu site. Abordei melhor esse segundo ponto no Facebo… haha, brincadeira! No meu blog: https://blog.ghed.in/facebook-newsletter/

    1. Ghedin, como você faz para convencer a família a trocar de aplicativo, e amigos?
      Tentei fazer mudarem para o Telegram que pelo menos é mais parecido com o WhatsApp, mas não consigo.

      1. Ainda não iniciei esse trabalho, mas tentarei usar os argumentos de sempre — é quase igual, mas tem um apelo maior para privacidade etc. Semana que vem eu conto aqui se fui bem sucedido!

    2. Acho que o quixotesco tem lá o seu lugar no mundo… Pode ser um lugar pequeno, mas tem e isso tem relação também com a obra do Cervantes q é longeva o bastante pra chegar até aqui, mesmo q apenas como referência (como é caso de muitas obras). O Stallman inspira as almas mais ousadas (é preciso ousadia) a romper com o famigerado sistema. Isso envolve abnegação e ciência de q haverá uma certa rejeição das pessoas q podem não entender as razões dessas escolhas tão avessas. Reconhecer q a situação está ‘bem ruim’, por exemplo, já é nadar contra a maré. Vc não vê por aí, tirando os quixotescos, falando q a situação tá bem ruim, pq simplesmente não se fala muito na situação q é vista como incontornável etc. Depois q li aquele texto com o modo sui generis de vida do Stallman aqui no MdU mesmo, eu realmente parei pra pensar em como levava a minha vida. Ainda não consegui colocar em prática uma série de mudanças a q me propus, mas muitas avançaram.

    3. Eu já consigo me “livrar” do Facebook como rede. Apesar de não ter apagado minha conta eu estou não logado nela e nem entro mais.
      Eu gosto pessoalmente da rede do Instagram e do que acompanho lá, mas não estou vinculado a conta do Facebook.
      Queria muito utilizar um serviço de email pago para ter mais privacidade, mas é para convencer a esposa de que é interessante? Ser casado tem dessas coisas…
      Outro serviço que eu e queria me separar é o Google Fotos, mas se tivesse alguma coisa semelhante e de baixo custo pensaria, mas novamente, na situação econômica atual é difícil deslocar alguns gastos. ?

      1. Acho que o maior empecilho para quem quer se livrar desses serviços sem custo financeiro é, justamente, o gasto. Agora estou pagando uns dólares por mês para ter meu e-mail e as fotos, que guardo no iCloud, também geram um custo de armazenagem (embora baixo, só US$ 1/mês).

        Não poderia ser de outro jeito, porque, no fim, alguém tem que pagar a conta. No meu caso, prefiro gastar diretamente do que vender a minha privacidade. Porque, de verdade, iCloud e Fastmail não são muito diferentes do que o Google oferece — em alguns pontos, acho-os até melhores.

          1. olá Ghedin… fiquei curioso. se puder discorra um pouco mais do por que da tua confiança maior na Apple do que na Alphabet? []s livres,

          2. Isso daria uma longa resposta, mas, resumidamente, a Apple não lucra nem tem interesse em lucrar com dados pessoais. Já o Google existe em cima disso. Então, por posicionamento em relação ao cliente e modelo de negócio, a Apple é mais interessante do ponto de vista da privacidade.

        1. Exatamente, temos que nos propor a colocar o dinheiro para ter o serviço.
          Sou a favor disso, mas a internet “acostumou mal” as pessoas, as fazendo pensar que podem ter as coisas de forma “gratuita”.
          No momento em que você divide sua vida com alguém é preciso conversar sobre o destino dos “dinheiros” e muitas vezes temos que tentar convencer da importância das coisas.
          Esse tem sido meu trabalho.
          Não tá fácil, até por que não se conversa muito sobre a necessidade da privacidade e ficamos parecendo malucos e conspiracionistas.
          Mas o trabalho continua.

    4. Para mim seria fácil me livrar do facebook se alguns autores escrevessem em outros lugares, mas isso não acontece infelizmente. Por exemplo, teve uma época que só era possível de ler o Burgos por lá.

    5. Aproveitando a oportunidade: pô, Ghedin, não rola do podcast de vocês (Nova Economia) assumir um feed independente dos demais do jornal? É bem desagradável ter de receber Rodrigo Constantino e Leandro Narloch no celular… ;)

      1. Pessoalmente não assinei por ser de todo o grupo, acho que deveria separar, ou será o objetivo deles é ganhar na porrada?
        Veja não falo do canal de tech, mas empurrar tudo num pacote só me parece forçado…

  3. Precisamos falar sobre o Manual do Usuárido.
    Ando sentindo falta de conteúdo aqui no aprazível MdU. E não é do tipo: nossa, a semana inteira e só uma mesa do leitor. É mais abstinência do conteúdo que consagrou o site e que você não acha em outro lugar. Mesmo o Ghedin que já tem um blog novo e uma newsletters nova já está em outra pegada. Ou seja, não adianta ir atrás dele buscando o MdU. Também não quero aqui jogar minha ansiedade nas costas da Emily. Deve ser um puta grampo manter esse treco. Mas precisamos falar do Manual do Usuário. Principalmente pq o layout tem andado diferente do formato minimalista. Cheio de destaques e posts fora da ordem de publicação. Por exemplo eu só ia até o terceiro título, qdo muito, para ver se tinha coisa nova. Mas agora corre-se o risco de entrar e sair sem ver o que há de novo pq o novo post está lá embaixo. Depois de vários destaques e mais um post selecionado para parecer abaixo dos destaques que não é o post mais recente. O novo formato para as promoções também deu um nó na experiência. É tudo isso e a ausência do conteúdo. A newsletters porém continua show.

    1. Pois é. Concordo. Essa semana me passou pela cabeça que o MdU, assim como está, talvez não vá muito longe. Fiquei sem internet durante a semana e hoje abri antes do post livre, pra ver a mesma mesa de segunda no topo da página.

      E eu continuo não recebendo a newsletter.

      1. @victorserro:disqus te respondi em outro post, mas de fato, não sei o que pode estar acontecendo…

    2. Oi, pessoal, tudo bem? Agradeço as críticas, e vou ficar mais de olho nessa questão dos destaques, pode deixar. Quanto ao conteúdo, é um período de transição, espero que entendam. Sendo bem sincera, ao contrário do Ghedin, que conseguia se dedicar inteiramente ao blog porque vivia dele, eu não consigo viver dele e por isso tenho um trabalho full time — que por vezes me consome. Vou tentar melhorar e estou sempre aberta a sugestões. :)

    3. Lembro-me de uma pessoa que dizia: “Se as pessoas dessem valor a um tipo de qualidade de cultura, a audiência da TV Cultura sempre estaria no topo.”

      O Manual do Usuário, ao que vejo, é um nicho. Não é um blog que alcança grandes audiências, até porque grandes audiências preferem coisas mais simplistas que as unem nesta audiência. Pessoas não querem pensar, querem ideias prontas. Por isso que muitos vão atrás de “formadores de opinião”. E quando tais ideias incomodam, elas saem da audiência e vão para outra.

      Os assuntos abordados aqui foram mais reflexivos do que opinativos. Não eram textos sobre uma coisa e feita de forma superficial. Seja Ghedin, Emily ou outro colaborador, os textos tentavam se aprofundar em assuntos sobre tecnologia e relações humanas (se bem que as vezes tinha texto que se afogava por si só de tanta reflexão que tinha dentro de si mesmo). Tais assuntos incomodam muitas vezes – as pessoas não estão afim de pensar sobre o impacto da tecnologia sobre a vida. Só querem curtir o assunto, entender um pouco e aproveitar o que tem nas mãos, ter prazer com aquilo, sentir-se útil e dentro do grupo social.

      Para mim, não tem mais relevância nem os assuntos, nem os comentários daqui. De vez em quando passo para dar uma olhada e ver se aparece algo que me soa relevante.

      Mas noto também que o pessoal nos comentários clamam por conteúdo, mas não ajudam tanto. Tem gente que escreve bem (muitas vezes melhor do que caras que se afogam no próprio texto), provavelmente tem assunto relevante para tratar e poderia colaborar com algum texto aqui, ou até trazer de algum blog que tinha antes.

  4. E o cartão pré-pago do Paypal, hein? Gostei por ser virtual, sem cobrança de confecção (como a maioria dos pré-pagos tem), mas a taxa de câmbio, achei assombrosa!, coisa de 30 a 40 centavos a mais no dólar em referência a casas de câmbio locais.

  5. O banco digital do Bradesco foi lançado (https://next.me) essa semana, estou trabalhando nele há pouco mais de um ano e…o que acharam no geral?

    Podem criticar a vontade, estou curioso para saber a opinião de vocês, estando envolvido no desenvolvimento acho que minha opinião acaba tendendo para o negativo.

    1. Pode mesmo?
      Ele parece velho querendo se enturmar com os novinhos… Aquele monte de giria é irritante e no site é muito difícil encontrar as coisas. É muita imagem, muito design e pouca informação. Dá até medo. Parece coisa de arquiteto ou de estilista que faz roupa que não serve pra usar no dia a dia.
      Sem falar nas taxas…
      Acho que o Bradesco pensa que o povão usa o Nubank pelas firulas em vez dos benefícios.
      Mesmo sendo correntista do Brad, ponto mesmo vai para o Santander e o Way deles. Aquilo sim é trabalho bem feito.

      1. Pois é, fiquei até constrangido com a linguagem quando vi o site, percebi que eles estavam exagerando nisso vendo o aplicativo e ficou pior do que imaginava esse desespero em tentar ser “cool”.

        Eu uso o Santander e gostei do Way, acho que o aplicativo não é muito bem feito mas os recursos são bem interessantes e o aplicativo do banco Santander tem evoluído bastante também.

      2. Santander Way é sensacional. O Meu Santander Free combinado ao Way humilha e oblitera o Nubank (que também tenho, mas é secundário).

        Tenho a iConta do Itaú e a Conta Digital do Bradesco e amo ambas, afinal são todas as conveniências sem custo algum!

        Vou tentar abrir uma no Next pelo pacote de serviços essenciais, pra usar a parte de conta corrente e ver se os objetivos e o flow valem a pena mesmo.

        Outra conta digital impecável (e talvez a única disponível hoje em dia) é a do Banco Intermedium – agora Inter. Posso gerar boletos sem custos pow!

        Pra mim foi ótimo ter várias contas correntes gratuitas, por isso vou entrar na onda do Next pra ver se otimizo ainda mais minhas finanças.

    2. Bom, falar do elefante na sala: a taxa.

      O maior atrativo do Nubank e similares é a taxa zero, não a “pegada” e nem o design (na realidade, são todos juntos, mas de nada adiantaria se não fosse a taxa zero). Até mesmo o infame Tim Beta oferece algo do tipo (não é assinatura, nem pós-pago, a ideia do Beta a princípio era você pagar só o que consumir).

      Enquanto não oferecerem algo do tipo (mesmo que seja através de convites limitados), o Next não vai cair no boca a boca, principalmente dos jovens, que são antenados nessas coisas (e que é o público alvo de vocês, aparentemente).

      1. Até onde eu tinha entendido eram pessoas jovens e com pouco dinheiro, realmente não entendi muito bem cobrar taxas caras. Apesar de de ser possível entrar no banco sem taxas pelo pacote “Na Medida”.

        Eu não participo da estratégia do produto, na verdade sou um peão de luxo haha, trabalho na parte de analytics do aplicativo (sugerir redução de gastos, categorizar as compras, recomenda investir, etc…). Faço o que o pessoal pede, tenho pouca visão do negócio sendo um terceiro.

        1. Entendo… pra ser advogado do diabo, poderia dizer que essa taxa num primeiro momento seria pra “limitar” a quantidade de pessoas entrando no serviço (embora que ao custo da propaganda negativa). Talvez no futuro isso mude, quem sabe…

          1. O que chegou ao meu ouvido é que as pessoas usariam se o produto fosse bom e cobrar depois seria pior do que já começar com isso claro.

            Se foi essa a lógica mesmo, discordo da hipótese, mas não sei dizer se essa é a estratégia real ou só foi algo que saiu na rádio “peão”.

    3. Para ser sincero o cartão parece uma conta comum maquiado de digital, tem taxa de uso mas precisa de convite e não tem agencia, melhor ter uma conta no bradesco mesmo.
      Em relação ao site, parece que estavam querendo re-inventar a roda, a matéria de IHC diz que se deve seguir as diretrizes de design, não? Eu fiquei uns 2 minutos perdido no site quando entrei no dia que lançou e desisti, é realmente complicado de usar ele.

      1. O aplicativo também tem uma interface estranha, não senti tanta dificuldade quanto no site mas não gostei muito também. É bem feito em termos técnicos, mas é diferente…o que não significa melhor.

        Sei lá, parece uma tentativa de emular startups em algumas partes menos importantes, que seria atenção design e “descontração”. Só que ambos ficaram bem artificial como comentaram.

      2. 2 minutos? Eu não durei 30s por que não entendi como navegar naquilo.

      3. Não é exagero: eu não consegui navegar pelo site. Há uma série de CRIMES contra a usabilidade, principalmente o assalto ao comportamento da rolagem de página. Enquanto editava a matéria sobre o banco, tentei procurar algumas informações no site e desisti. A abordagem moderna-jovem-meme é ruim também, mas até relevaria se o site cumprisse o seu papel.

        Já o app, pelas imagens, pelo menos, parece bem mais interessante, e tem alguns recursos agregados que são úteis num mercado tão carente de educação financeira — a “vaquinha” e o estabelecimento de metas.

        Em relação ao banco, é difícil competir com a antiga conta digital do Bradesco. Bom para quem aproveitou enquanto teve, né?

        1. Em relação a abordagem extremamente informal, acho que há poucas vantagens e muitas possíveis desvantagens.

          Posso estar errado, mas não acredito que alguém vá abrir conta só porque o banco usa uma linguagem muito informal que outro. Talvez eu esteja perdendo algum público mais novo que valorize muito isso, mas se pessoas de 25 anos já tem reservas (para dizer o mínimo) a essa abordagem…é válido focar o banco em um mercado tão pequeno e geralmente de “quebrados”?

          Sei que sou rabugento, mas achei até meio constrangedor essa abordagem, parece que estão fazendo uma caricatura de jovem. Não me lembro de uma abordagem tão informal de nenhuma empresa, mesmo as super bem sucedidas entre os jovens.

          Em resumo, não existe nada mais uncool do que se esforçar muito para ser cool.

          OBS: espero que ninguém do projeto esteja no Post Livre hahaha

          1. Não estou tão certo se essa abordagem é negativa perante o grande público. As pessoas adoram quando marcas são engraçadas, ganham personalidade (vide Pontofrio) ou “ativistas” (Netflix). Uma hipótese que tenho é de que somos tão carentes que até um arremedo de atenção e pessoalidade vindo de entidades desincorporadas, como empresas, supre essa lacuna.

            E o jovem quebrado de hoje é o gerente, o profissional bem sucedido de amanhã. É mais uma aposta para o futuro — e, por ter a chancela de um grande banco, o Next pode se dar a esse luxo.

          2. E provavelmente na hora de definirem essa abordagem se levantou muitos dados que comprovassem que ela oferece retorno esperado. Para nós talvez seja estranho, mas os números podem apontar outro caminho

          3. Concordo que essa personalidade ajuda, principalmente entre pessoas como nós que tem menos contato com publicidade tradicional. Acho que o problema é essa linguagem ser pervasiva em toda a comunicação, incluindo os textos do aplicativo e o site institucional. Mesmo as empresas descoladas tipo Netflix, NuBank e afins me parecem restringir isso às redes sociais e nos apps manter uma postura mais neutra: https://twitter.com/konther/status/873350261233901568

            Em um podcast sobre mídia sociais com o pessoal do NuBank, eles comentaram que é importante abordar o cliente de forma recíproca, muitas situações não cabem essa linguagem descontraída…principalmente banco que é um serviço crítico para a pessoa.

            Em relação ao jovem quebrado, entendo o potencial mas acho que as taxas elevadas tornam a proposta contraditória com a linguagem. Contas universitárias fazem muito mais sentido para esse mercado, TED/DOC ilimitado é até contraditório com a ideia de ter uma renda de até 1K (boa parte do público pelo que me informaram). Em resumo, pessoas que gostam muito dessa linguagem talvez não tenham cacife para o produto.

            Reiterando: minha preocupação exagerada com essa linguagem é porque, de fato, esse projeto é um tiozão querendo se passar de jovem. Estando lá dentro, é fácil ver as limitações dessa história de “equipe separada” dentro de uma grande empresa, acharia bem interessante discorrer sobre mas por motivos óbvios acho melhor não.

    4. Minha maior crítica mesmo é à taxa. Fica evidente, ao menos ao consumidor, que a taxa se deve mesmo à anuidade do cartão, tendo em vista que os benefícios da conta corrente são os mesmos em cada modalidade. Mas mesmo considerando a pontuação existem cartões tradicionais nas mesmas modalidades mais baratos e que ainda pontuam melhor. E a maioria dos cartões, se não são pedidos por apps, mas dá pra pedir pela internet.

      Ou seja, poderiam ter colocado a opção sem cartão de crédito ou sem programa de pontos e sem taxas também. Como era a antiga conta digital do Bradesco, enfim, para o lado do cliente, fizeram algo pra “melhorar”, mas cagaram, ao meu ver.

      A forma antiga não era sustentável? Então fecha, mas não tenta abrir outra, apostando nessa linguagem moderninha, como criticou o Petronio. Soa falso. Tiozão tentando se enturmar.

      Vi que parece que incluíram mais categorias, desde o anúncio ontem pra hoje. Mas, ainda, não consegui achar as informações de quanto custa cada pacote etc. Site confuso demais.

    5. O app me chamou a atenção mas não é o suficiente pra mim sair do Banco Inter.

  6. Quais sites ou canais vocês indicam cujo o foco dos reviews de smartphone seja a câmera?

    1. gsmarena.com
      O foco dos reviews não é a câmera, mas ainda assim acho esta parte é bem analisada, principalmente nos telefones top de linha.

      1. Típico post do Cardoso. 3 toneladas de besteira até chegar no que interessa (isso quando o post inteiro não é besteira).
        Quanto ao cat nany, ele vai falhar. É algo muito complexo e estão pedindo muita grana.
        Estava pensando em algo assim essa semana, precisa ser apenas um borrifador de água com sensor de movimento.
        Vou construir um quando melhorar minhas habilidades em eletrônica.

  7. Escrevi um texto que fala um pouco sobre a Amazon, e confesso que eu não tinha noção do tamanho dela e do quanto é otimizada. O colossal galpão, com milhares de prateleiras que se rearranjam automaticamente movidas por mini robôs, é chocante de tão impressionante https://youtu.be/khAbNV87bmA

      1. mas então não sou o unico! não sou adepto de videos ou podcasts. não tenho paciencia!

        1. Vídeo e podcast eu só acompanho quando não posso parar pra ler algo, tipo quando tô fazendo o rango das crianças, ou quando estou arrumando a casa, ou quando tô no trem lotado, em pé

        2. Vídeo eu parei de ver desde que terminei o ensino médio, podcast eu curto bastante, mas nada como ler.

  8. Alguém aí já comprou o presente “tech” pra namorada? Vou apostar em algo mais “tradicional” e feito a mão =)

    1. Só smartphone hehehe. A minha gosta de ganhar objetos pra uso e não aceita troca por esse tipo de presente. Na verdade, ela quer algo “tradicional”, representando o romantismo, e algo que possa ser útil…
      Mas isso vai de pessoa pra pessoa, tenho uma amiga que até fica brava com o namorado se ele dá presente assim comprado, prefere mil vezes coisas feitas à mão

    2. A única coisa “tech” que eu consigo fazer provocar algum interesse na minha mulher é smartphone.

      Ainda não sei qual vai ser o presente do dia 12…

      1. A minha é + ou – tech. Não chega a ser geek mas gosta de tecnologias. Mas pro primeiro dia dos namorados penso que tem que ser algo mais, vamos dizer… marcante.

    3. Já que estão comentando aí?; que tal dar um cartão Nubank pra ela????

    4. acho que vou comprar uma touca.
      (tem uma touca do Inter aqui, mas ela sente vergonha de usar, hahaha)

    5. Para a minha ex, uma vez dei uma licença do Windows 7. Acho que ela gostou — ou disfarçou muito bem, haha!

      Fizemos uma lista de sugestões de presentes tech para o Dia dos Namorados na Gazeta, com o preço médio de R$ 150 (é quanto a maioria dos entrevistados pela Fecomércio de vários estados pretende gastar). Não é fácil, viu, mas tem algumas opções legais que acho que agradam muitos perfis. Caixinha de som Bluetooth, por exemplo.

      1. Caixinha Bluetooth foi o melhor presente que me dei nos últimos anos.

      2. A Emily deu ótimos exemplos. Além de caixinha bluetooth, fones e e-readers são boas opções. Vão pra minha lista para presente de aniversário.

    6. aproveitando a deixa, vocês já pensaram em trocar uma ideia com elas sobre o que pode ser tech? tem até escova de cabelo tech hoje, gente. sem contar que acho que toda mulher gosta de coisas que funcionem bem, de smartphones até caixinhas, fones, e-reader…

      1. O que é uma escova de cabelo tech? Fiquei imaginando aquelas coisas bizarras tipo forno microondas com bluetooth

    7. Caixinha de som Bluetooth da JBL foi a opção aqui. Pequena, prática e com boa bateria. Cabe facil na mochila.

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