Post livre #74

Post livre especial da folia! De hoje até a manhã da quarta-feira de cinzas, poderemos debater diversos assuntos nos comentários. Mas atenção: seja responsável; se beber, não comente!

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492 comentários

  1. Depois da notícia do Pocket ser adquirido pela Mozilla, dei uma refletida sobre aplicativos que realmente melhoraram minha vida e lembrei do Results da Runtastic que nunca cheguei a comentar aqui no Post Livre.

    Depois que entrei na faculdade, praticamente parei de fazer exercícios físicos e após formado não consegui conciliar o “futebol da galera” com meus horários no trabalho, acabei ficando sedentário. Como não fazia ideia de como começar, procurei algum app de exercícios em casa e achei o Results, estou usando há mais de um ano e acho muito bom: tem um programa de exercício de 12 semanas, você apenas escolhe quantas vezes você quer se exercitar na semana e ele te dá os treinos. Em geral, demora entre 40 minutos e 1 hora os treinos.

    Funcionou bem para mim, não chegou a dar os resultados tão rápido assim, mas estou bem satisfeito: um jeito fácil e barato de manter a forma nessa rotina corrida do dia-a-dia.

    1. Já tentou ver se rola integração com o MovaMais/heartbit?

      De melhorar minha vida eu consigo pensar no Simplenote, Instapaper, próprio pocket e o falecido Sunrise.

    2. Assinei o pocket por conta de um comentário que vcs fizeram. Fiz a assinatura anual.

      E esse app de exército parece bom. Vou tentar usá-lo na academia. Eu não tenho saco pra ir lá discutir série com professor.

      1. A ideia do Results é fazer exercícios apenas com o peso do corpo, o que para mim é interessante já que não preciso me deslocar para uma academia, então acho que não serve para o seu caso.

      2. A ideia do Results é fazer exercícios apenas com o peso do corpo, o que para mim é interessante já que não preciso me deslocar para uma academia, então acho que não serve para o seu caso.

        1. Vou espiar assim mesmo. Quem sabe não consigo me livrar da academia?

    3. Esse app faz alguma avaliação do usuário? Tipo, pergunta peso, altura, se tem algum problema físico…?
      E sobre o Pocket, eu uso também, através do Poki, excelente app pra Windows Phone 8.1 e 10 Mobile. Bem que Mozilla poderia comprar o Poki junto e oficializa-lo… Acho que estou pedindo demais rsrs

    1. Eu acho que pode dar mais tração ao serviço, tenho a sensação que é similar ao RSS: quem usa ama, mas poucos conhecem esse tipo de serviço. Diferente do Facebook, o Pocket mudou minha forma de consumir conteúdo, mas para melhor e não para pior haha

      1. Pelo uso das tags, o pocket virou para mim uma espécie de favoritos visual. Para consumir prefiro o Instapaper pela integração com o Kindle (se eu tivesse Kobo, certamente só haveria pocket na minha vida).

        Uma pena que o Save for Later do Facbook não se integra com nenhum desses serviços. Tenho muitos posts bons lá de gente que usa o fb como meio principal de publicação.

      2. Pelo uso das tags, o pocket virou para mim uma espécie de favoritos visual. Para consumir prefiro o Instapaper pela integração com o Kindle (se eu tivesse Kobo, certamente só haveria pocket na minha vida).

        Uma pena que o Save for Later do Facbook não se integra com nenhum desses serviços. Tenho muitos posts bons lá de gente que usa o fb como meio principal de publicação.

        1. Facebook quer monopolizar a internet (pelo menos essa é a sensação que passam algumas atitudes deles)

        2. Facebook quer monopolizar a internet (pelo menos essa é a sensação que passam algumas atitudes deles)

    2. Pensei que Mozilla ja tinha morrido, nem sabia que tinha dinheiro para isso.

  2. Há algum tempo procuro um fórum de discussão mais sério (e fora do facebook) para aprender mais sobre o Brasil. Hoje me toquei que existe o Reddit Brasil e que há algumas coisas interessantes por lá. Por exemplo, acabei de topar com esse tópico sobre CLT, que apresenta visões que eu não tinha antes: https://www.reddit.com/r/brasil/comments/5wctbz/discuss%C3%A3o_pessoas_que_odeiamdiscordam_das/

    Vocês tem sugestão de mais espaços assim na internet? O post livre é assim, mas em uma escala muito pequena e com uma dinâmica diferente.

    1. Acho que fora dos ambientes acadêmicos, o que você procura simplesmente não existe. O jeito é recorrer a alguns periódicos acadêmicos de mais ampla abrangência. Normalmente recomendo a revista Novos Estudos do CEBRAP, a revista Margem Esquerda, a revista do IEB, a revista do IEA, entre outras. Fora do mundo acadêmico: Piauí, Le Monde Diplomatique, Caros Amigos, entre outras, com os devidos cuidados. Curiosamente nada disso possui uma boa penetração na web (talvez, até certo ponto, a Piauí tenha).

      Mas fórum mesmo acho que não tem.

      1. Essa lista q vc passou é boa e o lance acadêmico tb, mas acho difícil achar algo pra entender o Brasil ou o brasileiro. É preciso diversificar bem e se ficar nesses dois pontos (Brasil e brasileiros) é algo muito genérico e isso a imprensa, ao seu modo, já o faz. Eu ficaria de olho em bons historiadores.

        1. isso a imprensa, ao seu modo, já o faz
          a imprensa brasileira é totalmente parcial e alinhada aos interesses mais reacionários e retrógrados que existem…a imprensa brasileira é feita para (formar) idiotas, e é extremamente bem sucedida nisso, especialmente a rede Globo

          1. Acho q não é por aí, José. Se vc pegar a Globo mesmo, eles têm bons profissionais. Caco Barcelos, por exemplo, faz um ótimo trabalho e ainda está literalmente formando bons jornalistas com seu programa.

            Todo mundo puxa a sardinha pro seu lado, não importa o jornal. Até a imprensa livre puxa.

            Mas achar q a TV forma idiotas é subestimar as pessoas e a capacidade q elas têm de resignificar as coisas q assistem. Mesmo o programa mais chulé tem alguma coisa que as pessoas tiram proveito.

            E outra, as pessoas se beneficiam muito pelo fato de terem informação por um custo tão baixo ou as vezes sem custo algum. Tá certo que isso resulta na exploração do profissional da informação, mas acho q não dá pra generalizar nesse aspecto.

    2. A grande maioria dos fóruns, comunidades e espaços de conversa (incluindo o MdU) no final acaba sendo uma panelinha. É difícil achar outro lugar para debate exceto se estiver livre mentalmente o suficiente para ler e conversar em outros lugares.

    3. r/brasil é dominado por uma panelinha, e se você “sair da linha” (na opinião de algum moderador) é banido inapelavelmente, sem mais nem menos

      reddit é praticamente a mesma coisa que as comunidades do orkut, com as mesmas qualidades e defeitos

      o maior defeito é o mesmo defeito da maioria dos fóruns e blogs: são sempre os mesmos que postam

  3. Há algum tempo procuro um fórum de discussão mais sério (e fora do facebook) para aprender mais sobre o Brasil. Hoje me toquei que existe o Reddit Brasil e que há algumas coisas interessantes por lá. Por exemplo, acabei de topar com esse tópico sobre CLT, que apresenta visões que eu não tinha antes: https://www.reddit.com/r/brasil/comments/5wctbz/discuss%C3%A3o_pessoas_que_odeiamdiscordam_das/

    Vocês tem sugestão de mais espaços assim na internet? O post livre é assim, mas em uma escala muito pequena e com uma dinâmica diferente.

  4. Amazon Prime Video já tá uns meses no Brasil, mas o serviço continua tão ruim quanto no lançamento aqui. A interface para Smartv (que imagino que deve ser a mesma da Apple TV, assim como no Netflix) é bem capenga e o catálogo é fraquíssimo. Alguém lembrar se o começo do Netflix no Brasil era assim mesmo?

    1. A Amazon simplesmente não disponibiliza aplicativo para apple tv. Só isso já me tira a vontade de assinar o serviço.

      1. Ah credo…
        Ihmo só valeria mesmo se você tivesse interesse nas séries da Amazon e na s01 de Mr Robot (tem a s02 também, mas não dá para assistir)

  5. Sábado testei um sistema de aluguel de carros diferente, o Zazcar. Deu tudo certo, com exceção do cartão de combustível. Eles usam a bandeira Good (q eu não conhecia) e pra achar um posto pra abastecer o carro foi osso. Mas achei legal a descomplicação pra pegar o carro: vc escolhe um pelo aplicativo, vai até o local do carro, o Bluetooth abre as portas e vc pega a chave lá dentro. Depois é só devolver no mesmo lugar. Muito prático. E fiquei com o carro só por 12 horas. Vc pode ficar até com menos se quiser. Só desconfio q quem não tem muita habilidade com o smartphone pode se enroscar um pouco. Meu pai, por exemplo, teria se enrolado.

    1. Interessante. Eu já uso a minha moto tão pouco que um carro seria desperdício de dinheiro. Mas as vezes precisaria de um veículo pra trazer compras ou equipamento. (Fazer compras de moto é uma logística absurda heheh).
      Um modelo de aluguel me seria muito útil de vez em quando…

      1. É justamente pra isso que alugo, pra fazer compras no mês e resolver outras coisas e, se der tempo, colocar as bikes no carro pra dar uma volta em alguma ciclovia com a esposa. Sai mil vezes mais barato que ter o carro e ainda consigo alugar a minha vaga de garagem, então compensa. Acho que esse formato seria o mais útil pra maioria.

      2. Zazcar já existe há uns 8 anos. Lembro-me de anunciarem no Gizmodo. :p

        Pena eu nunca ter condições de alugar um carro por lá.

    2. Só uma curiosidade. O tal cartão “Good” na verdade era Ecofrotas. Agora foi comprado pela Ticket, logo logo formando a Ticket Log.

    3. Só uma curiosidade. O tal cartão “Good” na verdade era Ecofrotas. Agora foi comprado pela Ticket, logo logo formando a Ticket Log.

      1. Parece q nos postos Ipiranga, por ironia do destino, aceita. Tanto q acabei indo perguntar no famigerado posto.

      2. Parece q nos postos Ipiranga, por ironia do destino, aceita. Tanto q acabei indo perguntar no famigerado posto.

      1. Mandei mais o vídeo para convidar para uma reflexão. Se diz muito sobre educação e tudo mais, mas você pega este exemplo, que é até antigo (2009) e vemos que não se é feito nada – seja do governo ou da própria sociedade – para mudar culturas que estão “travadas no tempo”.

        PS: detalhe que sei que há um “acordão” para não me responderem de alguns comentaristas, devido ao meu jeito de comentar e ao fato de apagar a conta de vez em quando.

    1. Lembro que eu namorava o S2 na época do S4 porque a câmera ainda parecia ser melhor que todos os outros concorrentes do momento exceto iPhone e o próprio S4.

      1. Comprei em uma promoção de um “Outlet de eletrônicos” por R$ 150,00, sem carregador e “no estado”. Com alguns trinquinhos ou raspadas.

        Tou pegando raiva dele. Ele come uma bateria pra caramba. Fui pesquisar e vi que teve uma época que a própria Samsung fornecia uma bateria de duração maior :

          1. Não duvido também, mas acho que ela dura pouco mesmo mesmo originalmente

  6. Vocês usam gerenciadores de senha e 2 steps verification? Cada vez mais se noticia vazamentos, até de serviços em que você não é o cliente final, mas algum outro serviço utilizado por você é, como foi o caso da Cloudflare.

    Dito isso, pensei em seguir um combo sugerido num comentário de post no tecnoblog: Authy + LastPass. Todavia, a prova: por que eu não deveria fazer isso? Quais opções melhores existem?

    1. Nos últimos dias fiquei bem preocupado com esses vazamentos constantes. Claro que quem precisa se preocupar com isto são pessoas publicamente expostas, mas mesmo nós meros mortais podemos eventualmente enfrentar um ataque de ódio de alguém ou uma ação criminosa…

      Sou bastante leigo e desconfiado com gerenciadores de senhas e autenticação em dois passos — e isso pode ser fruto mesmo de ignorância, pois nunca sentei com calma pra pesquisar o assunto. Seguem algumas duvidas bem leigas:

      1. Caso eu ative autenticação em duas etapas, passarei a precisar ou de um token (o que acho bem pouco seguro) ou de uma informação via SMS/aplicativo/chamada. Aí eu me pergunto:
      • e se eu perder o telefone ou ele for roubado? Até recuperar o número ou bloqueá-lo pode demorar.
      • O que faço se estiver em um local sem roaming ou sem acesso ao plano de dados e precisar acessar meu e-mail em um computador local, por exemplo?

      2. No cloudbleed parece que vazaram também dados do 1password… ou seja: será que o gerenciador que agrega TODAS as suas senhas é mais seguro que algum outro mecanismo?

      PS: o que mais me deixa preocupado são os milhares de sites em que logamos uma única vez na vida e, por completo descuido, acabamos usando uma senha similar à de um outro serviço… Tem lugares que eu nem lembro mais de ter login.

    2. Nos últimos dias fiquei bem preocupado com esses vazamentos constantes. Claro que quem precisa se preocupar com isto são pessoas publicamente expostas, mas mesmo nós meros mortais podemos eventualmente enfrentar um ataque de ódio de alguém ou uma ação criminosa…

      Sou bastante leigo e desconfiado com gerenciadores de senhas e autenticação em dois passos — e isso pode ser fruto mesmo de ignorância, pois nunca sentei com calma pra pesquisar o assunto. Seguem algumas duvidas bem leigas:

      1. Caso eu ative autenticação em duas etapas, passarei a precisar ou de um token (o que acho bem pouco seguro) ou de uma informação via SMS/aplicativo/chamada. Aí eu me pergunto:
      • e se eu perder o telefone ou ele for roubado? Até recuperar o número ou bloqueá-lo pode demorar.
      • O que faço se estiver em um local sem roaming ou sem acesso ao plano de dados e precisar acessar meu e-mail em um computador local, por exemplo?

      2. No cloudbleed parece que vazaram também dados do 1password… ou seja: será que o gerenciador que agrega TODAS as suas senhas é mais seguro que algum outro mecanismo?

      PS: o que mais me deixa preocupado são os milhares de sites em que logamos uma única vez na vida e, por completo descuido, acabamos usando uma senha similar à de um outro serviço… Tem lugares que eu nem lembro mais de ter login.

      1. Fico mais preocupado com meus dados bancários. Já tenho realmente dor de cabeça com uma dívida bizonha no BB, não quero algo similar nunca mais na vida.

      2. se eu perder o telefone ou ele for roubado
        não gosto de token no telefone, acho dor de cabeça…experimentei, não gostei e consegui voltar para o cartão de números (isso no Bradesco, não sei se dá para fazer em outros bancos)

      3. se eu perder o telefone ou ele for roubado
        não gosto de token no telefone, acho dor de cabeça…experimentei, não gostei e consegui voltar para o cartão de números (isso no Bradesco, não sei se dá para fazer em outros bancos)

    3. Tem horas que penso em apagar quase tudo que tenho na internet e só usar o basicão. Ladrões existem pois dão valor a coisas que não deveriam ter valor.

        1. É possível. Por exemplo, sei que comentários meus não são facilmente apagaveis, pois ficam registrados nos BDs dos sites (e não só no Disqus – mas depende da config). Hoje uso nick por causa disto.

          Facebook é de alguma forma apagável ou ao menos ocultavel.

          Foruns dependendo não são possíveis.

          Mas depende também da forma de uso das pessoas.

    4. não tenho muita preocupação com senhas, a maioria das coisas que a gente (“pessoas comuns”) faz na internet é descartável

      meu maior medo é fazer em algum fórum, blog, etc, algum comentário mais ácido sobre alguém poderoso (tipo, Gilmar Mendes, provavelmente o cara mais poderoso do Brasil), e o cara resolver processar, então procuro me controlar

      em matéria de compras, sempre procuro utilizar sites confiáveis e bem estabelecidos

  7. Vocês usam gerenciadores de senha e 2 steps verification? Cada vez mais se noticia vazamentos, até de serviços em que você não é o cliente final, mas algum outro serviço utilizado por você é, como foi o caso da Cloudflare.

    Dito isso, pensei em seguir um combo sugerido num comentário de post no tecnoblog: Authy + LastPass. Todavia, a prova: por que eu não deveria fazer isso? Quais opções melhores existem?

  8. Vocês já tiveram que lidar com colegas de trabalho que não conseguem fazer o mínimo, apesar de esforçados? A pessoa é interessada e estuda, mas parece que não engata, em desenvolvimento já trombei com alguns assim.

    Isso é uma situação no mercado de trabalho que eu me sinto mal para resolver, a pessoa mostra interesse e parece tentar aprender, mas simplesmente não consegue desempenhar o trabalho e eu não consigo confiar na pessoa por motivos óbvios. Claro que há pessoas melhores ou piores, mas pessoas que você não consegue deixar quase nenhuma tarefa com confiança.

    O que fazer nessa situação? É complicado ser honesto, provavelmente a pessoa já perdeu muito tempo no lugar errado e não posso exigir nada mais que esforço de alguém.

    1. Então, pra mim parece que quanto mais você adia em ser honesto, mais tempo a pessoa perde.

      1. Certamente, mas acho complicado porque sou colega de trabalho apenas, não fui nem eu que contratei. Tenho alguma aversão a conflitos, de parecer um escroto arrogante que fala “cara, você não serve para isso”.

      2. Certamente, mas acho complicado porque sou colega de trabalho apenas, não fui nem eu que contratei. Tenho alguma aversão a conflitos, de parecer um escroto arrogante que fala “cara, você não serve para isso”.

        1. Bom, se afeta diretamente a qualidade do seu trabalho, acho que você pode se aproximar e chamar para conversar.

          “Dev, podemos conversar em particular? Olha Dev, queria te dar um toque e preferi falar diretamente com você por acreditar que essa é a maneira mais honesta e franca de fazer isso e também é como eu gostaria que alguém procedesse comigo.(…)”

          1. No final, o cara achou outro emprego, a parte “engraçada” é que tum muitos caras assim que acabam empregados devido aos processos falhos de seleção.

            Vejamos da próxima vez, por hora, irei ser covarde e ir recusando funções de gestões que exijam lidar com essas situações haha

    2. isso existe, acho até que não é tão raro assim, já topei com isso algumas vezes…o melhor é procurar não se envolver pessoalmente, de um jeito de outro a situação acaba se resolvendo naturalmente

  9. Sou usuário do Twitter a bastante tempo. Fiz meu perfil antes do advento das tabs @ e #. Acompanhei várias mudanças da rede social: desde a possibilidade de postar fotos, passando pela “Facebookização” da página de perfil e a criação da aba dedicada às DM’s, até a morte da estrelinha e o surgimento do Moments – para mim uma das melhores funcionalidades adicionadas ao Twitter, por oferecer aos usuários um segundo feed separado em várias categorias, com assuntos relevantes e populares, com tweets de usuários não necessariamente seguidos por quem visualiza alguma novidade do Moments. Seus apps para Android, iOS e Windows são excelentes, carecendo apenas de alguns ajustes, como a inclusão de um identificador nativo de app de origem de tweets.
    Minha esposa sempre me perguntava em tom de crítica o que eu fazia tanto no Twitter… Até o dia que disse para ela criar um perfil no microblog. É engraçado ver que ela muitas vezes usa mais que eu. Seja para acompanhar algum evento televisionado (ou não), seja para se informar sobre os próximos lançamentos nos cinemas, seja para saber como estão o Metrô e a CPTM. Ela se inscreveu em duas de minhas listas, e segue alguns poucos perfis. Não está correndo atrás de arrebanhar montes de seguidores – um erro que muitos comentem. Ter legiões de seguidores no Twitter é para poucos.
    De fato, o Twitter é ótimo para seguir, e seguir o que interessa para cada um. Minha fonte primária de notícias, e de muitas gente também. Tirando a linguagem chula, esse é um excelente “guia” do Rapozão de como usar bem o Twitter como ferramenta de notícias https://t.co/04HK8CjgBG
    Alguns acontecimentos levaram o Twitter a atual situação deficitária. A principal delas foi certamente o IPO em novembro de 2013. Na época, a rede social “ainda não era lucrativa” (nunca foi), e o valor inicial das ações era de US$ 26, chegando aos US$ 50 no calor da empolgação. http://money.cnn.com/2013/11/07/technology/social/twitter-ipo-stock/index.html
    Passada a euforia, o valor das ações rapidamente decresceu, até chegar aos atuais cerca de US$ 15 http://m.nasdaq.com/symbol/twtr
    Ao meu ver, outros dois erros foram cometidos, atendendo por nomes geeks: Vine e Periscope. O primeiro foi comprado pelo Twitter em 2012 http://allthingsd.com/20121009/twitter-buys-vine-a-video-clip-company-that-never-launched/ e transformado em uma rede social a parte, satélite do Twitter. O objetivo claramente era forçar a criação de novos perfis na “nave-mãe”, uma vez que criar uma conta no Vine passava pela exigência de já ter uma conta no Twitter.
    Pode ter surtido algum efeito, mas não demorou muito para dar prejuízo – afinal, era mais uma rede social para consumir servidores e trabalho de engenheiros. Não a toa o Vine foi descontinuado e transformado em um app de câmera, e suas funcionalidades agora fazem parte do próprio Twitter, como sempre deveria ter sido.
    O Periscope, outra rede-satélite que surgiu com o mesmo objetivo de forçar a criação de perfis no Twitter, deverá seguir caminho semelhante brevemente, dada sua atual irrelevância.
    Se são necessárias mudanças para arrebanhar mais usuários, que sejam outras. A controversa edição de tweets poderia ser uma delas – não sou contra, desde que houvesse um histórico delas (diferente do que ocorre no meu também querido Disqus). Permitir textões de alguma forma também poderia ajudar. Talvez adicionando um botão “leia mais” e mantendo o limite de 140 caracteres para a primeiras palavras de textos sem limite. Ou quem sabe com uma fusão com o também zumbi Medium, que surgiu também como um satélite do Twitter mas sem nunca ter pertencido de fato ao microblog.
    Talvez nenhuma mudança mais radical seja necessária, apenas focar na própria natureza cronológica e instantânea – reafirmando, integrar o Periscope ao app principal seria ótimo nesse sentido. O Twitter pode crescer, e recuperar o tempo e o dinheiro perdido. E, diferente do Orkut, o Twitter tem um alcance considerável na América do Norte e na Europa. O ganho de audiência no Brasil https://tecnoblog.net/209522/twitter-crescimento-brasil/ evidencia que é possível.

    1. Olha discordo em uma coisa, que o app deles é bom no mobile, o bom app do Twitter foi matado, para um design igual ao o iPhone, o que acabou não fazendo sentido, dada a diferença em área útil de tela. O TweetDeck, oferece uma solução melhor em todas as plataformas. A versão web do Twitter é bem boa já, mas por uma consistência no design acabo usando o TD mesmo.

        1. Aonde que isso é bom? Não aproveitar o que tem de melhor na plataforma para ter um design igual em três plataformas que são excludentes, quem usa uma acaba usando a mesma. O Talon no Android funciona de jeito diferente do TweetDeck no iOS, só quem cada um acaba usando mais a própria plataforma para entregar meios diferentes para um mesmo fim.

          Citar Windows Mobile/Phone é piada né?

        2. Aonde que isso é bom? Não aproveitar o que tem de melhor na plataforma para ter um design igual em três plataformas que são excludentes, quem usa uma acaba usando a mesma. O Talon no Android funciona de jeito diferente do TweetDeck no iOS, só quem cada um acaba usando mais a própria plataforma para entregar meios diferentes para um mesmo fim.

          Citar Windows Mobile/Phone é piada né?

          1. Citar Windows é relevante, uma vez que o app UWP do Twitter também funciona no desktop.
            O uso de recursos nativos independe de design. O Talon é da hora no Android? Bacana. (Bom saber, já que migrarei para o Android brevemente). O Aeries também é ótimo no Windows 10, e aproveita melhor o design do sistema já que segue a risca a MDL2. https://uploads.disquscdn.com/images/83a171d192dba44a30c0909c51c2926a95fbf998e48254d06ebfa157b2ec9120.png
            Todavia, nenhum cliente de Twitter jamais será tão completo quanto o app oficial, pois não existe API para o Moments nem para as Notificações (apenas para citações via @ e para RT’s). Então, usar apps de terceiros resulta em uma experiência incompleta. Eu uso dois, o Aeries e o oficial, por que o oficial também carece de alguns recursos, como o identificador de app de origem de tweets e o suporte total ao modo paisagem, sem falar no acesso para sempre negado ao Twitter às API’s do Instagram.

          2. Citar Windows é relevante, uma vez que o app UWP do Twitter também funciona no desktop.
            O uso de recursos nativos independe de design. O Talon é da hora no Android? Bacana. (Bom saber, já que migrarei para o Android brevemente). O Aeries também é ótimo no Windows 10, e aproveita melhor o design do sistema já que segue a risca a MDL2. https://uploads.disquscdn.com/images/83a171d192dba44a30c0909c51c2926a95fbf998e48254d06ebfa157b2ec9120.png
            Todavia, nenhum cliente de Twitter jamais será tão completo quanto o app oficial, pois não existe API para o Moments nem para as Notificações (apenas para citações via @ e para RT’s). Então, usar apps de terceiros resulta em uma experiência incompleta. Eu uso dois, o Aeries e o oficial, por que o oficial também carece de alguns recursos, como o identificador de app de origem de tweets e o suporte total ao modo paisagem, sem falar no acesso para sempre negado ao Twitter às API’s do Instagram.

          3. Até hoje não consigo usar o Moments, então não faz falta, e sobre notificações, não sou o mais engajado, uso como um Feed, e para dar risada sobre discussões extremamente fúteis, mas que ficam mais acaloradas que o debate LulaXBolsonaro.

          4. Ok ?? você tem suas preferências, e certamente o Talon dá conta do recado. A propósito, o Talon tem tema escuro? Permite personalizar a posição das abas?

        3. O texto da última imagem mostra meu problema com Twitter – há uma falta de respeito de ambos os lados, sejam dos social medias, sejam dos membros.

          1. Mas é apenas uma cobrança sobre o serviço mal prestado da CPTM… E de qualquer forma, desrespeito ocorre em todo lugar (aqui no Disqus inclusive, mais do que no Twitter), dentro e fora da internet. Caso algum perfil especificamente incomode, basta bloquear.

          2. Cobrança sobre o serviço mal prestado da CPTM? Cara, a população não sabe ser cidadã e entender “o outro lado”. Nisso vai e joga suas frustrações nas redes sociais, ironizando, satirizando e ofendendo tudo e todos.

          3. Bem, eu sou voluntário do Grupo Diário, responsável por esse perfil aí fazendo a cobrança – e por outros. Nós nunca desrespeitamos a CPTM e nem o Metrô. Somos usuários do sistema mas também temos entre nossos colaboradores funcionários da CPTM, e participamos de reuniões com diretores das duas empresas para discutir assuntos relevantes, levando aos seguidores informações úteis sobre o transporte sobre trilhos. Então sim, compreendemos o outro lado. Temos um padrão para conversar com a CPTM e o Metrô via Twitter, de cobrar de forma direta mas não ofensiva, e seguimos a risca.
            CPTM e Metrô usavam seus perfis em redes sociais apenas para autopromoção. Só passaram a informar a situação das linhas após o advento de perfis mantidos por voluntários. São empresas publicas, que cobram caro por um serviço que muitas vezes deixa a desejar. Se eu for escrever todas as implicações econômicas, técnicas e políticas aqui acabarei dando origem a um livro. De forma resumida, não permitiremos que essas duas estatais tenham seus perfis usados apenas para fazer propaganda do PSDB (ou de qualquer outro partido). Elas tem obrigação é de prestar um serviço digno e de informar os usuários o que realmente acontece nas linhas.

          4. “Nós nunca desrespeitamos…”.

            Com o perdão, mas “O condutor tá passeando” é uma ironia. E ironia é ofensa.

            Ninguém tem obrigação de nada, na minha sincera opinião. A atuação e informação devem ser prestadas conforme possibilidade e educação de quem atua.

            Uma das coisas que me irrita no Twitter é justamente estes perfis que cobram como se fossem “pessoas comuns xingando meio mundo”. Não vira.

            O problema da CPTM é bem mais profundo e tem culpa da própria população também. Por mim, não adianta informar estado da linha e depois levar xingo nas redes sociais. Não vira. Tenho dó do profissional de comunicação por trás das redes sociais do Estado.

          5. Ironia ou não, a CPTM deveria informar a real situação naquele momento, coisa que sem cobrança simplesmente não ocorre. Os profissionais por trás do perfil estariam robotizando o trabalho e publicando frivolidades no Twitter sobre como o governo é bonzinho e o serviço é eficiente. E o Estado tem obrigação sim de prestar um bom serviço qualquer que seja a alçada atribuída a ele, e de informar o que realmente acontece.

          6. Se tivesse recursos financeiros suficientes, a CPTM seria ótima e seus funcionários (talvez) seriam motivados. Não tem.

            Em relação a 20 anos atrás, a CPTM é uma maravilha – provavelmente você não viveu a “era CBTU”, a falta de integração e os atrasos gigantescos.

            O problema é que a população hoje exige demais, mas não dá as devidas contrapartidas. Fora a ironia estúpida comum nas cobranças. Fora o governo que promete muito e esquece que é melhor ir passo a passo.

            Já conheci a CPTM por dentro e participei de grupos de fãs de transporte (até descobri que boa parte no final era tão egoísta ao ponto de entrar na empresa dos sonhos e depois virarem “mais um” lá dentro). Por isso acho estúpido cobrar algo que seria ideal se justamente fosse apenas um serviço educado e respeitoso ao público. Isso não é elogiar o governo – é ser cidadão.

            Não adianta cobrar ou ficar monitorando situação das ferrovias se nem a própria população sabe agir como se deve em situações onde é necessário antes de tudo resolver o problema e depois ver como corrigir.

          7. Ligeiro, sinto lhe dizer, mas essa utopia que você parece ansiar nos seus comentários jamais existirá — soa redundante falar em utopia que não existe, mas enfim. As relações entre pessoas e instituições é conflituosa e assim deve ser sob o risco de cairmos num autoritarismo (com o qual, novamente falando a partir dos seus comentários, você parecer flertar).

            Os usuários da CPTM devem sim cobrar um serviço melhor. Não existe “exigir demais” quando o serviço prestado está aquém e se trata de serviço básico, caso do transporte público. Em muitos casos, infelizmente, é só assim que a situação melhora. A maioria que usa a CPTM não está lá muito interessada em saber como é lá dentro (embora o interesse e o funcionamento sejam bem legais!); só quer ir de casa para o trabalho e voltar com rapidez, conforto e segurança.

            E fico curioso: como, nesse caso, a população deveria agir? E como resolver o problema (qual problema?) para só depois corrigir (o quê?)?

          8. Ligeiro, sinto lhe dizer, mas essa utopia que você parece ansiar nos seus comentários jamais existirá — soa redundante falar em utopia que não existe, mas enfim. As relações entre pessoas e instituições é conflituosa e assim deve ser sob o risco de cairmos num autoritarismo (com o qual, novamente falando a partir dos seus comentários, você parecer flertar).

            Os usuários da CPTM devem sim cobrar um serviço melhor. Não existe “exigir demais” quando o serviço prestado está aquém e se trata de serviço básico, caso do transporte público. Em muitos casos, infelizmente, é só assim que a situação melhora. A maioria que usa a CPTM não está lá muito interessada em saber como é lá dentro (embora o interesse e o funcionamento sejam bem legais!); só quer ir de casa para o trabalho e voltar com rapidez, conforto e segurança.

            E fico curioso: como, nesse caso, a população deveria agir? E como resolver o problema (qual problema?) para só depois corrigir (o quê?)?

          9. Ligeiro, sinto lhe dizer, mas essa utopia que você parece ansiar nos seus comentários jamais existirá — soa redundante falar em utopia que não existe, mas enfim. As relações entre pessoas e instituições é conflituosa e assim deve ser sob o risco de cairmos num autoritarismo (com o qual, novamente falando a partir dos seus comentários, você parecer flertar).

            Os usuários da CPTM devem sim cobrar um serviço melhor. Não existe “exigir demais” quando o serviço prestado está aquém e se trata de serviço básico, caso do transporte público. Em muitos casos, infelizmente, é só assim que a situação melhora. A maioria que usa a CPTM não está lá muito interessada em saber como é lá dentro (embora o interesse e o funcionamento sejam bem legais!); só quer ir de casa para o trabalho e voltar com rapidez, conforto e segurança.

            E fico curioso: como, nesse caso, a população deveria agir? E como resolver o problema (qual problema?) para só depois corrigir (o quê?)?

          10. Sem nenhuma hipocrisia, sinceramente tenho ultimamente pensado em ficar próximo ao autoritarismo, Ghedin. Minha experiência pessoal acaba remontando a ir para este lado. Mas divago aqui, um dia conversaremos sobre isso.

            No entanto, falo pelo que acompanho aqui: os serviços ferroviários em SP são razoáveis, mas no entanto ainda funcionam bem e atendem. Melhor assim do que ficar sem eles.

            Quando falo em não cobrar, é no sentido da hipocrisia comum: a própria empresa de serviços pede educação aos usuários, sem vandalismo, sem burlar a lei, sem fazer nada que cause prejuízo a mesma. Só tenho visto isso ultimamente.

            O sistema opera dentro do limite da sua capacidade hoje, principalmente em horários de pico. Exigir que o serviço seja “excelente” significa algo que por enquanto aqui em SP é difícil de atender. Comparando com outros sistemas de ferrovias pelo mundo, em qualidade o serviço da CPTM ainda supera alguns. Mas não chega próximo (e nunca vai chegar) a ser comparável com o sistema japones, por exemplo.

            Para exigir, antes de tudo – e aí chegamos ao último parágrafo – temos que entender um tequinho de o porque temos hoje ferrovias, como elas funcionam, quanto elas custam e assim resolver os problemas pendentes e entender o que pode se fazer para compensar.

            Os problemas atuais na verdade são na questão da mobilidade urbana – os trens estão sobrecarregados em horários de pico, e a demanda é difícil de atender pois apesar das pesquisas de origem e destino, temos problemas (em SP) para organizar os serviços de transporte. Seja por causa de problemas das empresas (a questão de empresários egoístas), políticos (a atenção dada a mobilidade), etc…

            Para a CPTM parar de dar problema (e olha que em uns dois anos até que não teve problemas graves como teve agora), tem que se refazer muita coisa. Detalhe que há uns 5 anos o sistema inteiro ficou em obras que causou bem mais morosidade em relação aos dias atuais.

            Cobrar falando que “o condutor tá passeando” é um teco ruim, pois ignora que o profissional a serviço provavelmente deve ter tido uma carga de estresse tamanha com algum problema no serviço do trem. É isso que fico p**o.

            Não estou sendo utópíco, mas sim sendo justo. Sei que há lugares que um cidadão educado critica educadamente uma empresa educada. :)

          11. A CPTM e o Metrô são empresas deficitárias, e isso não é culpa delas ou das diretorias. Reconhecemos isso, e criticamos os governos por essa situação. Tenho quase 35 anos, então sim, eu vivi a época da CBTU (embora eu não usasse trens pra trabalhar, por razões óbvias).
            Sobre cobrar, bem, eu já havia dito que os perfis em redes sociais tanto do Metrô quanto da CPTM eram usados apenas para autopromoção (e por consequência, promoção do PSDB). O fundador do Grupo Diário, o qual prefiro não revelar o nome, criou os perfis colaborativos no Twitter para informar a situação das linhas, pois nem o Metrô nem a CPTM tinham qualquer tipo de comunicação com os usuários, exceto os 0800, que só informavam que “não temos ocorrências registradas”. Ele (o fundador) foi inclusive ameaçado diversas vezes, por simplesmente fazer um serviço que era pra ser feito pelas estatais.
            Com o tempo, a direção de ambas as empresas entenderam que havia uma demanda por interatividade com os usuários, e foi quando resolveram lançar apps para smartphones e tablets.
            Convido você a acompanhar qualquer um dos perfis do Grupo Diário. Eu sou voluntário nos perfis que cobrem as linhas 3, 11 e 12, e assino os tweets com (JS) ao final.
            Qualquer voluntário que saia da linha é punido, podendo ser excluido do quadro de colaboradores do Grupo Diário. Não somos perfeitos, todavia procuramos ser civilizados e objetivos. Elogiamos boas ações da CPTM e do Metrô, e criticamos qualquer falha ou falta de informação quando ocorre. Nosso compromisso é com os usuários.

          12. A CPTM e o Metrô são empresas deficitárias, e isso não é culpa delas ou das diretorias. Reconhecemos isso, e criticamos os governos por essa situação. Tenho quase 35 anos, então sim, eu vivi a época da CBTU (embora eu não usasse trens pra trabalhar, por razões óbvias).
            Sobre cobrar, bem, eu já havia dito que os perfis em redes sociais tanto do Metrô quanto da CPTM eram usados apenas para autopromoção (e por consequência, promoção do PSDB). O fundador do Grupo Diário, o qual prefiro não revelar o nome, criou os perfis colaborativos no Twitter para informar a situação das linhas, pois nem o Metrô nem a CPTM tinham qualquer tipo de comunicação com os usuários, exceto os 0800, que só informavam que “não temos ocorrências registradas”. Ele (o fundador) foi inclusive ameaçado diversas vezes, por simplesmente fazer um serviço que era pra ser feito pelas estatais.
            Com o tempo, a direção de ambas as empresas entenderam que havia uma demanda por interatividade com os usuários, e foi quando resolveram lançar apps para smartphones e tablets.
            Convido você a acompanhar qualquer um dos perfis do Grupo Diário. Eu sou voluntário nos perfis que cobrem as linhas 3, 11 e 12, e assino os tweets com (JS) ao final.
            Qualquer voluntário que saia da linha é punido, podendo ser excluido do quadro de colaboradores do Grupo Diário. Não somos perfeitos, todavia procuramos ser civilizados e objetivos. Elogiamos boas ações da CPTM e do Metrô, e criticamos qualquer falha ou falta de informação quando ocorre. Nosso compromisso é com os usuários.

          13. Acompanhei um tequinho, mas depois preferir esperar os sistemas oficiais do governo para acompanhar. Mais limpo e funcional, apesar de ausente de mais informações.

            E estranho dizer que “foi ameaçado”. Por que este tipo de informação nunca foi à uma imprensa?

          14. Por que ele é avesso à imprensa e não gosta de vitimização. E envolvia questões judiciais… Enfim, nosso foco é com o usuário.
            Além disso, Metrô e CPTM louvavelmente mudaram de postura, e aplaudimos isso.
            Outro ponto: qualquer seguidor nosso pode denunciar os colaboradores, caso julguem os tweets de alguma forma inadequados (com ofensas, mentindo, linguagem chula…). Basta reportar para o próprio perfil (sempre há mais de um colaborador por perfil) ou para o twitter.com/grupo_diario

          15. Não gosta de imprensa, não gosta de vitimização, mas vitimiza o usuário e lidera um grupo que não é tão diferente de uma “Rádio Trânsito”… ok. vou deixar isso passar batido. Tenho minhas implicações sobre isso tudo. E interessante que o tom da conversa mudou quando me posicionei sobre as atividades, ficou bem mais formal e padronizado .

            Mas já que estendemos este assunto, explico minha posição sobre tudo isso.

            Noto que nas redes sociais, as pessoas perguntam sobre tudo, tal como um cara na loja perguntando sobre produtos ou serviços da loja. É um trabalho bem difícil, já que de de 100 pessoas perguntando, provavelmente só 10 vão se satisfazer com as respostas dadas.

            A manutenção do perfil de um serviço público deve ser feita de forma que a informação seja clara, mas ao mesmo tempo deve fazer o usuário se sentir incentivado a ir mais atrás das informações, o que é meio difícil mas possível. A “Prefeitura de Curitiba” foi um exemplo (louvável, diga-se de passagem) sobre isso. No entanto, criou-se um novo padrão que nem todas as empresas ou comunicadores sociais teriam a paciência ou trejeito de seguir.

            Noto por exemplo que a ANTT nas redes sociais só divulga o básico, tal como um sistema de release de informações. Quem dera poder ajudar um viajante via redes sociais, só que penso que se ele faz isso com um, vai ser exigido fazer isso com centenas, milhares de pessoas. A CPTM não sigo faz tempo pois enjooei de ver tanta gente xingando ela nos comentários… Idem ao Metrô. Por isso não falo sobre elas. Não sigo nenhum perfil do “grupo diário” pois pelo meu ponto de vista, não é tão válido. Tenho um trauma e implicância com isso, já falei e vou só me estender um pouco sobre isso nos últimos parágrafos.

            Esse é o problema: as pessoas esperam até demais das páginas relativas a serviços, como se quem falasse na rede social fosse o dono da empresa, e não uma pessoa à serviço que não pode fazer muita coisa para esta.

            Nisso criou o vácuo para que pessoas como as do seu grupo atuassem. Até eu pensei (e criei, mas não mexo – travei aqui) em uma comunidade para orientar pessoas sobre caminhos a seguir, mas o ponto é saber como lidar com isso tudo, e como principalmente fazer o cidadão, usuário do transporte público, usasse sua inteligência para saber usar o transporte com inteligência e cobrar devidamente sem abusos uma melhor qualidade.

            Sei que não existe uma fórmula exata – hoje usa-se a métrica da quantidade para saber se atingiu uma qualidade. Mas ao menos noto também que isso tudo está mal direcionado, focado apenas em amenizar as reclamações e cobrar sem focar onde deve ser focado (cobra-se menos lotação, mas esquece que para isso tem que se ter mais trem e mais pessoal ou mais tecnologia por exemplo).

            Aí as atitudes tomadas são bem mais subjetivas e baseadas em métricas próprias (não tão diferentes de quanto eu emito uma opinião). Sei lá, me soa assim.

            E os grupos relacionados a transporte hoje são totalmente pulverizados e não se misturam tanto. Não se unem. Tem implicâncias e picuinhas entre si. (admito: eu também tenho isso :p )

            Enfim, com isso tudo dito, espero que entenda melhor meu posicionamento sobre.

          16. Não vitimizamos ninguém… Somos usuários também. Tentamos ser tão realistas quanto for possível. E realmente, como informamos o que ocorre no momento em que estamos nas estações e trens, acabamos sendo algo próximo de uma “rádio trânsito”.
            Entendo que existe uma gritaria na internet (não só no Twitter). Há outros perfis semelhantes aos do Grupo Diário (Usuários Metrô, Diário da CPTM, etc), e alguns deles cobrem o assunto transporte público com muita rispidez.
            Ressalto que Metrô e CPTM atualmente fazem um trabalho interessante com seus apps, e recomendamos o uso deles. No Twitter eles também melhoraram bastante.

          17. Prefiro acompanhar o único cara que não é tão ríspido no trato sobre o transporte, que é o Adamo Bazani. Ele é na linha do Ghedin quando se fala em informação.

            O resto, para mim, só é um bando de gente que quer chamar atenção para si mesmo (não tão diferente de um youtuber) e alimentar sua “paixão por transporte”.

          18. Bacana. Confesso que não conheço o Adamo. Procurarei saber mais sobre o ele e seu trabalho

          19. Bacana. Confesso que não conheço o Adamo. Procurarei saber mais sobre o ele e seu trabalho

      1. Talvez por eu entender que o Twitter não é um lugar pra ser popular, e sim pra seguir o que interessa. Como eu disse, muitas pessoas criaram perfis lá achando que arrastariam uma legião de seguidores, e sabemos que isso raramente ocorre.

      1. Também prefiro Twitter. Tenho Facebook mais por obrigação, mas ele tem sim suas qualidades. Os grupos do Facebook são uma funcionalidade bacana, se forem bem gerenciadas pelos adms

    2. Ao meu ver, o Twitter é uma forma de “aviso em tempo real” das coisas. Não é a toa que faz um bom sucesso com quem está mais online e acompanha informações real-time, como os serviços de transporte ou finanças por exemplo.

      Fiquei no twitter por um tempo, mas vi que não se adéqua ao meu perfil de uso. Apesar de eu gostar do fato que empresa que sabe usar o twitter para informar suas condições tem pontos comigo, eu participava muito de discussões e tentava entrar em modinhas. Vi que não era comigo. Tem que ter cabeça meio que para tolerar o nível alto de ironia que rola por alguns dos grupos de conversa por lá.

      E ultimamente para mim também as informações do twitter estavam ficando irrelevantes. Algumas delas são facilmente replicadas em apps (como o do Metrô e CPTM), serviços (como Moovit ou Cittamobi) ou nas outras redes sociais, só que em menor frequência.

      Há uma falha no seu comentário – considerar a plataforma Medium como “zumbi”.

      De fato, o pessoal do Medium não está conseguindo fazer dinheiro, isso é um fato e eles mesmo admitem que estão buscando as formas para se remunerarem. No entanto, o ponto é que eles estão em um dilema: a forma mais tradicional de ganhar dinheiro com mídias é com venda de espaço publicitário. E eles querem evitar isso.

      O problema no Medium é meio que não que virou zumbi, mas sim uma plataforma “classista”. O estilo e os assuntos por lá estão meio que “fechados” como um grupinho organizado. É uma falha que eles deixaram acontecer justamente por defender uma liberdade que é difícil de praticar. Liberdade demais de um resulta em um controle irregular do outro.

      1. Sim, pode-se usar vários apps para cobrir certos interesses, ou um só (o Twitter). Cada usuário saberá o que melhor lhe atende. Imagino que os que escolhem o Twitter o façam pela interatividade.
        Sobre o Medium, bem, ele pode ser elitista e intelectualizado, mas financeiramente falando está anêmico. Praticamente um morto-vivo. Esse é um dilema da internet: muitos querem criar serviços gratuitos, mas tem que pagar as contas, e os ads geralmente são a resposta para gerar receita (o nosso querido Disqus pelo qual estamos conversando passa por problemas semelhantes, cortou parte da equipe, e seu app beta para Windows 10 já exibe anúncios por padrão). O Medium quer escapar desse caminho, mas duvido que consiga

        https://uploads.disquscdn.com/images/7e788dce7c3c1a9bff6abd9169c2be1c8e1cbf4660dff07873a289013e1cb3b6.png

      2. Sim, pode-se usar vários apps para cobrir certos interesses, ou um só (o Twitter). Cada usuário saberá o que melhor lhe atende. Imagino que os que escolhem o Twitter o façam pela interatividade.
        Sobre o Medium, bem, ele pode ser elitista e intelectualizado, mas financeiramente falando está anêmico. Praticamente um morto-vivo. Esse é um dilema da internet: muitos querem criar serviços gratuitos, mas tem que pagar as contas, e os ads geralmente são a resposta para gerar receita (o nosso querido Disqus pelo qual estamos conversando passa por problemas semelhantes, cortou parte da equipe, e seu app beta para Windows 10 já exibe anúncios por padrão). O Medium quer escapar desse caminho, mas duvido que consiga

        https://uploads.disquscdn.com/images/7e788dce7c3c1a9bff6abd9169c2be1c8e1cbf4660dff07873a289013e1cb3b6.png

  10. Bem, troquei meu Zuk faz um tempo e peguei um X Force, e ontem troquei meu 930 por um Nexus 5x (!), e após um bom tempo testando percebi que o Nexus, mesmo tendo menor processamento e menos RAM, se sai muito melhor que o Force, do tipo instabilidade geral e principalmente para manter apps carregados. Percebo que otimização faz muita diferença, o Marshmallow tanto no Force quanto no Play e X2 ficou ruim, deixou os aparelhos lentos, já o Nexus está no 7.1 e roda muito fluido. Espero que a atualização da Motorola resolva, pq o Maxx tá aí, esquecido, meu Play tive de trocar a ROM pq a stock tava horrível, e o mesmo vale para outros como Moto G2 e G3. Um Android puro de verdade faz muita diferença

    1. Vendi meu Moto X Style e comprei um Nexus 5X tem uns 4-5 meses. Achei que me arrependeria amargamente, mas tô bem satisfeito com o 5X!

      Tive um Nexus 5 antes e senti saudades :p

      1. Já tive a oportunidade de usar um Style por umas horas, diria que dele pro Nexus muda construção e tela, a tela do Moto X é linda, e a construção é incrível. Em câmera dá empate, em bateria também, o Nexus é mais rápido mas o Style tem mais RAM e entrada SD. O Style ainda tem som estéreo, o Nexus tem entrada USB C, entre ambos ficaria com o Nexus pela tela menor.

        1. Eu troquei pelo leitor biométrico, pelas atualizações e disponibilidade “infinita” de ROMs.

          Eu gostava do tamanho da tela do Moto X, mas achava ele extremamente pesado, a ponto de doer o pulso de vez em quando. 1GB de RAM a mais é ótimo, mas em termos práticos não tenho sentido tanta diferença assim.

          De qualquer forma são ótimos aparelhos!

          1. Sim, esqueci de comentar isso. Enquanto o Style tem as features da linha Moto X, flash frontal e entrada SD, o Nexus tem leitor de digitais, usb c e foco a laser. Vai do que mais lhe agrada. Mas admito, o Style é pesado e muito mais se comparado ao Nexus. O X Force é menos.

    2. Eu em breve farei caminho semelhante, migrando para o Android. Estou considerando o aparelho da Nokia, mas também penso em algum Xperia. Essa semana mesmo a matéria sobre promoções aqui do Manual trouxe uma oferta de um Xperia X, que chegou custando quase R$ 4000, por pouco mais de R$ 1700 à vista.
      Sobre o Android stock ser bom no Nexus, é o mínimo que se espera de um aparelho com hardware e software projetados pelo mesmo fabricante – que seja o melhor. Pena que o Google não produz os próprios processadores. Se o fizesse, não só o desempenho seria melhor como também o suporte seria mais longo.

  11. O novo Status do WhatsApp é mais um movimento do grupo (?) Facebook para destruição do “aplicativo do fantasma”, o Snap.
    As vantagens dos APPs do Facebook perante o Snap não são uniformes, como presença no Windows 10 — onde apenas Instagram universal funciona bem e WhatsApp agarrado ao Windows Phone 8.x (o qual eu uso pois o Windows 10 está indisponível para meu aparelho) e ao .exe, enquanto aplicativos “da matriz” (Facebook e Messenger) estão instáveis e largados — e melhor estabilidade — fato, pois o “fantasma” funciona bem só no iPhone, seguindo usuários, mas em contrapartida o aplicativo do Facebook apresenta problemas de performance em todos os sistemas operacionais em que está presente (“pesado e come bateria”) — , prejudicando o Face na briga, entre outros fatores.
    Vocês acham que o Snap realmente cai num buraco profundo devido ao embate a esse concorrente fortíssimo?

      1. A quantidade de usuários que foi ao Twitter reclamar da aproximação de vários APPs ao Snap em recursos e/ou se vangloriando pela “manutenção de características” da rede, até pedindo volta do MSN Messenger.

        1. Pois é… O Facebook quer matar o Snapchat. Talvez seja de uma forma indireta, mostrando como ele é “chato” ao entubar os usuários com funcionalidades-cópias do fantasma.
          Curiosamente, o Twitter o seu próprio Snapchat – o Periscope. Pois transmitir ao vivo é parecido com publicar vídeos fadados ao apagamento

        2. Pois é… O Facebook quer matar o Snapchat. Talvez seja de uma forma indireta, mostrando como ele é “chato” ao entubar os usuários com funcionalidades-cópias do fantasma.
          Curiosamente, o Twitter o seu próprio Snapchat – o Periscope. Pois transmitir ao vivo é parecido com publicar vídeos fadados ao apagamento

          1. Como eu disse, o Periscope lembra o Stories, mas obviamente não é igual. Os conceitos são semelhantes em sua efemeridade.

          2. Como eu disse, o Periscope lembra o Stories, mas obviamente não é igual. Os conceitos são semelhantes em sua efemeridade.

    1. A TIM é bem agressiva com promoções. Acabei priorizando ela, pois para mim o perfil mais básico (R$ 7,00 – 150 MB + 200 min) já é o suficiente para mim. Não sou executivo nem nada. :)

    1. Pelo que entendo, foi um Heartbleed em menores proporções. No meu caso, só troquei duas senhas por precaução.

  12. Nessas férias vi de cabo a rabo Sons of Anarchy (confesso que da 5ª temporada ao final pulei as partes que eram sobre Gemma, Tara e as crianças) e Westworld.

    Westworld foi uma grata surpresa porque foi bem melhor do que eu esperava, bem melhor mesmo. Estou ansioso por uma próxima temporada. Dá para fazer um paralelo da AI da série com o texto do Maciej.

    Sons of Anarchy foi divertido, apesar do rumo que a série tomou. Deve ter um nome para o fenômeno de se gostar dos foras-da-lei. Gostei também sobre as filosofias de se fazer parte de um grupo, qualquer que seja ele. E a trilha sonora…

    1. Frederico, não sei se você usa Reddit, mas seria bem legal você participar da comunidade de westworld lá. reddit.com/r/westworld

      Por quê digo isso? Pois a cada episódio, a galera jogava MUITA teoria. E o mais legal é quando algumas são verdades, outras não. Teve muita gente insana, mas foi incrível encontrar quem, no chute, falou como ele achava que ia terminar a primeira temporada. It’s a lot of fun.

      1. Gostei muito dos diálogos, principalmente envolvendo Ford, o homem de preto e o Bernard. Acho que isso me fazia ignorar as partes com o Logan, por exemplo.

        1. Eu achei muito não sei, muito peito como de costume na HBO, só que pouco acontece por muito tempo.

          1. Ah sim, veja como é série adulta temos peito ppk pinto sexo grupal

            Bom, talvez eu tenha dado a sorte de ter começado pelo episódio final, quando foi ao vivo. E só depois revi a série

    1. Ele sorri saindo de um lugar de sombras… acho q tem alguma mensagem sinistra aí.

  13. Curiosidade: Alguém conhece o trabalho do Oswaldo Oliveira? Sou entusiasta desse cara desde a Laboriosa89 (ou Lab89), quando frequentei o espaço para participar de um debate sobre Economia Compartilhada, e vi que agora ele tá com um novo projeto de redes auto-geridas com base em Blockchain chamada Organizações Prósperas.

    Aos que conhecem, o que acham? Conhecem outros projetos semelhantes?

  14. Ano passado fiz uma prova para tentar 20 vagas no curso de eletrônica oferecido pelo estado, mas nao consegui passar.
    Semana passada recebi um email avisando que havia 2 vagas e já encaminhei os documentos no colégio.
    Espero voltar a estudar em breve! =D

    1. Tb retomo os estudos esse ano. É bom estudar, né? Tentei ingresso na USP e fique, sinceramente, decepcionado com a forma como eles estão se arranjando por lá. No fim, acabei ficando satisfeito por não ter entrando. Acho q ia me aborrecer bastante por lá.

        1. Psicologia e educação… Psicologia foi treta… Tive que apartar lei de acesso a informação pra saber a minha nota e dos demais. Passei nos testes, todos, mas me barraram no curricula lattes. Em educação larguei mão, pq me barraram na prova. Era no mínimo 7 e me deram 6 inexplicável. Processos seletivos bem pouco transparentes, diga-se.

  15. Ano passado fiz uma prova para tentar 20 vagas no curso de eletrônica oferecido pelo estado, mas nao consegui passar.
    Semana passada recebi um email avisando que havia 2 vagas e já encaminhei os documentos no colégio.
    Espero voltar a estudar em breve! =D

  16. Tomo a liberdade de repostar aqui uma questão que coloquei semana passada e que acabou ofuscada pelas paixões pró-Uber por conta do episódio do processo trabalhista. Qual o futuro do trabalho no capitalismo do silício? (sobretudo levando em conta o caso da própria uber, que vem tentando implantar a toque de caixa os carros autônomos)

    Ainda sobre o Uber: em alguns anos a empresa não terá mais motoristas e não se preocupará mais em driblar legislação trabalhista, já que seremos todos guiados por carros autônomos.

    O caso do uber espelhará um processo alargado em todos os setores da economia. As duas questões básicas são:

    1. Já que todo valor é proveniente do trabalho humano, de onde os capitalistas conseguirão seus lucros?

    2. Sem trabalho, de onde nós — trabalhadores precários — tiraremos dinheiro para não só consumirmos os produtos do capitalismo do silício como para nos mantermos como trabalhadores precários?

    A pergunta 1 normalmente é respondida olhando para países periféricos: hoje a força de trabalho ultra-explorada da Ásia (manufatura) e da África (extração, mineração, etc) transfere seu excedente de valor para os países centrais. Mas em um cenário global de informatização do trabalho e substituição por robôs, qual será a periferia da periferia? Ou sempre haverá uma reserva de mais-valia em algum lugar miserável?

    A questão 2, por sua vez, costuma ser respondida pelos capitalistas com uma coisinha chamada renda básica universal de cidadania (sério, Elon Musk não é nenhum socialista). Justamente por isto ela é tão interessante e desejável quanto perigosa.

    E a resposta do Paulo Duarte, bem interessante:

    A força de trabalho da Ásia já está sendo migrada pra África – e existiram planos de migrar para águas internacionais, a Nike chegou a encomendar estudos jurídicos sobre o tema – por conta de uma “onda” de direitos trabalhistas que começou a se espalhar pelo continente. Chineses estão saindo da miséria absoluta e com isso a MdO está ficando mais cara (ainda assim, absurdamente barata) o que nos levará para a África, o último continente a ser sucateado com fábricas.

    A RBU começou a ser levada a sério esse ano apenas. Nome como o Elon Musk e o Bill Gates já se pronunciaram sobre o assunto. A Suíça já colocou na rua um plebiscito e alguns países da Escandinávia estão pensando sobre a possibilidade.

    Alemanha, França e Canadá tem programas que não exatamente de RBU mas se assemelham – exigem uma contrapartida do beneficiado – como forma de melhorar a MdO do país e dar uma manutenção mínima ao sistema capitalista.

    No Brasil, com essa onde libertária-conservadora, acho que não iremos discutir isso pelos próximos 40 anos – e só iremos nos dar conta da real necessidade quando for tarde demais – e o único político que até o momento falou sobre isso foi o Eduardo Suplicy – e foi execrado por nomes do PSDB como o Dória.

    Acho que a RBU é a única saída pro capitalismo, sem isso não tem como manter o crescimento que ele necessita. O próximo ponto, porém, onde o capitalismo esbarra é justamente o planeta. Não tem planeta suficiente pro capitalismo se manter. Mas essa é outra discussão.

    1. Tava lendo um texto interessante sobre AI, indicado pelo Roderico no post do MdU sobre o assunto, e o autor sugeria q determinados serviços feitos por humanos ainda terão valor pq são feitos por humanos. Pode ser q as pessoas optem por esse caminho mais ou menos como é hoje em relação a produtos industrializados q se come. Estou dando preferências a comprar direitos de produtores de alimentos orgânicos, por exemplo… Não sei, mas não me parece q se ficar interditado explorar as pessoas e q se passe a explorar tão somente às máquinas (quer dizer, nem considero isso exploração enqto elas não tiverem um nível sofisticado de ‘consciência’), isso vai ser bom e vai demandar coisas como uma renda mínima às pessoas. Pode ser bom se permitir as pessoas terem mais tempo livre pra criarem, ficarem à toa etc.

    2. Tava lendo um texto interessante sobre AI, indicado pelo Roderico no post do MdU sobre o assunto, e o autor sugeria q determinados serviços feitos por humanos ainda terão valor pq são feitos por humanos. Pode ser q as pessoas optem por esse caminho mais ou menos como é hoje em relação a produtos industrializados q se come. Estou dando preferências a comprar direitos de produtores de alimentos orgânicos, por exemplo… Não sei, mas não me parece q se ficar interditado explorar as pessoas e q se passe a explorar tão somente às máquinas (quer dizer, nem considero isso exploração enqto elas não tiverem um nível sofisticado de ‘consciência’), isso vai ser bom e vai demandar coisas como uma renda mínima às pessoas. Pode ser bom se permitir as pessoas terem mais tempo livre pra criarem, ficarem à toa etc.

    3. Tava lendo um texto interessante sobre AI, indicado pelo Roderico no post do MdU sobre o assunto, e o autor sugeria q determinados serviços feitos por humanos ainda terão valor pq são feitos por humanos. Pode ser q as pessoas optem por esse caminho mais ou menos como é hoje em relação a produtos industrializados q se come. Estou dando preferências a comprar direitos de produtores de alimentos orgânicos, por exemplo… Não sei, mas não me parece q se ficar interditado explorar as pessoas e q se passe a explorar tão somente às máquinas (quer dizer, nem considero isso exploração enqto elas não tiverem um nível sofisticado de ‘consciência’), isso vai ser bom e vai demandar coisas como uma renda mínima às pessoas. Pode ser bom se permitir as pessoas terem mais tempo livre pra criarem, ficarem à toa etc.

      1. “Não sei, mas não me parece q se ficar interditado explorar as pessoas e q se passe a explorar tão somente às máquinas (quer dizer, nem considero isso exploração enqto elas não tiverem um nível sofisticado de ‘consciência’), isso vai ser bom e vai demandar coisas como uma renda mínima às pessoas. Pode ser bom se permitir as pessoas terem mais tempo livre pra criarem, ficarem à toa etc.”

        Essa é a definição clássica de comunismo: uma sociedade sem estado e sem classes na qual todo o trabalho é mínimo e compartilhado por todos em um ambiente tão mecanizado/informatizado que permitirá ao ser humano se dedicar às suas “atividades mais nobres”.

        O problema é: no capitalismo não funciona, porque ele depende da extração de mais-valia humana por parte dos capitalistas no processo de produção de mercadorias. E é justamente esse o problema da robotização total: de onde vai sair a mais-valia?

        1. Eu, pessoalmente, não tenho nada contra a ideia do comunismo, mas assim como o anarquismo, não sei se há um único ser na Terra capaz de levá-lo adiante sem q isso nos afunde… Acho q muitas experiências foram sabotadas ao longo dos séculos e impediram q outras formas da arranjos sociais florescessem. Talvez, com as máquinas hiper desenvolvidas, haja ‘ilhas’ lutando novamente por independência em relação aos governos retrógrados ainda escorados no capitalismo. Me parece lógico q a humanidade, com suporte das máquinas, chegue à conclusão de q caminhamos pra autodestruição… Mas há um melancolia q não experimentamos, Gabriel, q vem desse ímpeto totalitário de controle da vida para, digamos, manter o comunismo funcionando. Vc já deve ter visto uma sequência de filmes chamada “Décalogo”, do Kieslowski. Sempre penso nela qdo penso em comunismo, saca? Desde o modo de vida tribal até ao super desenvolvidos finlandeses, tá muito no plano utópico uma forma de conciliar as aspirações das pessoas, seja por liberdade, seja por dominação.

          1. Sempre que começam a falar sobre AI e trabalho, me lembro do dois Animatrix “Second Renaissance”.

            O capitalismo per se não funciona e precisa de crises cíclicas para se manter. Ele só floresceu como sistema econômico-social porque é um sistema que privilegia as classes que sempre estiveram no poder. A necessidade de constante crescimento do capitalismo emperra, também, na falta de recursos do planeta. Não é possível que todos os países obtenham um nível de crescimento chinês, por exemplo.

            Os paraísos dos países desenvolvidos também depende da constante exploração dos países pobres – e da manutenção desses países pobres.

            Eu acho que seria quase impossível existir hoje os paraísos europeus como Suécia e Alemanha sem que existissem os guetos de trabalho análogo ao escravo na ásia e a produção de matérias-primas utilizando mão-de-obra também análoga a escravidão na América Latina.

            E se todo o mundo concorresse de perto em tecnologia e profissões altamente especializadas como ocorre na maior parte da Europa e EUA?

            Eu acho que é muito difícil imaginar como a social-democracia européia vai prosperar sem a miséria da AL, Ásia e África, mas posso estar redondamente enganado – me corrijam, por favor.

          2. Sempre que começam a falar sobre AI e trabalho, me lembro do dois Animatrix “Second Renaissance”.

            O capitalismo per se não funciona e precisa de crises cíclicas para se manter. Ele só floresceu como sistema econômico-social porque é um sistema que privilegia as classes que sempre estiveram no poder. A necessidade de constante crescimento do capitalismo emperra, também, na falta de recursos do planeta. Não é possível que todos os países obtenham um nível de crescimento chinês, por exemplo.

            Os paraísos dos países desenvolvidos também depende da constante exploração dos países pobres – e da manutenção desses países pobres.

            Eu acho que seria quase impossível existir hoje os paraísos europeus como Suécia e Alemanha sem que existissem os guetos de trabalho análogo ao escravo na ásia e a produção de matérias-primas utilizando mão-de-obra também análoga a escravidão na América Latina.

            E se todo o mundo concorresse de perto em tecnologia e profissões altamente especializadas como ocorre na maior parte da Europa e EUA?

            Eu acho que é muito difícil imaginar como a social-democracia européia vai prosperar sem a miséria da AL, Ásia e África, mas posso estar redondamente enganado – me corrijam, por favor.

          3. Também tendo a pensar por aí: a social-democracia europeia, me parece, tenderá a ser substituída pela renda básica de cidadania. Com cidadãos altamente qualificados ganhando um mínimo para sobreviver nos países centrais, eles constituirão um precariado alargado apto a ser explorado 24/7 em suas tarefas “intelectuais”.

            Mas a grande massa de mais-valia continuará mesmo a ser produzida nos países periféricos.

            Mas será que em algum momento haverá um ponto de inflexão? Será que em algum momento a robotização extrema substituirá mesmo essa massa em condições análogas à escravidão?

          4. Também tendo a pensar por aí: a social-democracia europeia, me parece, tenderá a ser substituída pela renda básica de cidadania. Com cidadãos altamente qualificados ganhando um mínimo para sobreviver nos países centrais, eles constituirão um precariado alargado apto a ser explorado 24/7 em suas tarefas “intelectuais”.

            Mas a grande massa de mais-valia continuará mesmo a ser produzida nos países periféricos.

            Mas será que em algum momento haverá um ponto de inflexão? Será que em algum momento a robotização extrema substituirá mesmo essa massa em condições análogas à escravidão?

          5. Eu duvido muito que exista, num horizonte próximo, a menor possibilidade de termos uma revolução popular, o capitalismo sempre foi pródigo em manter a base do seu trabalho bastante ocupada sobrevivendo, impedindo assim qualquer tipo de questionamento ou racionalização. Faz parte do modus operandi do sistema ter uma base larga e miserável que sustente um topo fino e bem alimentado. Se romper isso, termina o capitalismo.

            Acho que se caminharmo para uma mecanização dos trabalhos braçais a ponto de ser mais barato ter uma máquina colhendo cana do que um bóia-fria semi-escravo iremos ter um problema social ainda maior, afinal, tal qual ocorreu com os negros libertos e suas gerações posteriores, essas pessoas serão jogadas na rua, sem emprego e sem instrução para arrumar outros empregos. E isso se acentua mais ainda num futuro totalmente mecanizado, onde o trabalho humano se resumir a tarefas altamente especializadas.

            Acho que a tendência pessimista do futuro é termos países periférico altamente mecanizados, violentos e pobres; com uma massa de desempregados gigantesca e uma super-população quase impraticável do ponto de vista da gestão de pessoas. Sem falar no encarceramento que seria pregado pelas classes altas. Ao passo que, do outro lado da moeda, teremos países centrais vivendo em bolhas ainda mais fechadas, com trabalhos especializados e RBU implantada para que todos tenham um padrão de vida suficiente.

          6. Esses dias eu vi uma iniciativa de um cara, sobre aproveitar terrenos para q pessoas de áreas periféricas, pudessem plantar. E, cara, pelo depoimento dessas pessoas, elas se sentiam felizes em fazer algo, ganhar uma grana, comerem comida saudável, sem agrotóxicos. Acho q mensurar essa felicidade é algo q podemos fazer de modo muito limitado. O q vemos como exploração pode ser o sentido da vida de alguém e me parece cruel arrancar disso de uma pessoa. Dar meios pra ela achar seus caminhos me parece o ideal e, claro, impedir q certos valores de autodestruição sejam disseminados tb, mas acho q vale reavaliar as coisas se as pessoas, elas próprias, puderem ter algum controle e autonomia. E mesmo a sociedade mais reacionária não tem argumentos contra quem quer produzir…

          7. Esses dias eu vi uma iniciativa de um cara, sobre aproveitar terrenos para q pessoas de áreas periféricas, pudessem plantar. E, cara, pelo depoimento dessas pessoas, elas se sentiam felizes em fazer algo, ganhar uma grana, comerem comida saudável, sem agrotóxicos. Acho q mensurar essa felicidade é algo q podemos fazer de modo muito limitado. O q vemos como exploração pode ser o sentido da vida de alguém e me parece cruel arrancar disso de uma pessoa. Dar meios pra ela achar seus caminhos me parece o ideal e, claro, impedir q certos valores de autodestruição sejam disseminados tb, mas acho q vale reavaliar as coisas se as pessoas, elas próprias, puderem ter algum controle e autonomia. E mesmo a sociedade mais reacionária não tem argumentos contra quem quer produzir…

          8. Nossa… tinha esquecido do Animatrix. Quer dizer, está no meu inconsciente. Umas das melhores coisas do ‘Matrix’ foi justamente essa série de animações. São excelentes.

            Entendo q algum nível de exploração ainda vá existir, mas pode ser q alguma coisa seja atenuada aí. Noto um ímpeto das empresas de redesenharem as cidades (a Ford está fazendo isso) e, consequentemente, as formas de se viver. É claro q isso pode ser tão terrível qto um poder centralizado num regime comunista q pode pirar como já foi o caso. Mas, não sei… pode ser q aí tb haja uma iniciativa de conceber outras formas de organizar a sociedade e seja inevitável conter um certo desejo por mudança de viver de maneira menos predatória e destrutiva (talvez a exceção sejam os paulistanos q adoram se matar em seus carros). Movimentos parecidos aconteceram no início do século XX e depois da Primeira Guerra realmente teríamos uma paz infinita, mas como o século XX é marcado pela exploração pelo trabalho e bem próximo da exploração pela escravidão, q sustentou o século XIX, pode ser q o XXI seja sustentando tão somente pelo trabalho das máquinas. Pode ser. E se a renda mínima ganhar certos contornos vai ser difícil essa acentuada concentração de renda. Especialmente se os governos se apropriarem das patentes de tudo q já foi inventado. Daí de onde vão surgir novos ímpetos criadores eu não sei, mas certamente as novas gerações vão encontrar por onde especialmente se forem criadas nesse novo contexto. Há muitas distopias pela frente insinuando q tudo isso pode ser terrível, e pode mesmo, especialmente somando pobreza e tecnologia (aliás, vislumbro como mais provável esse cenário cyberpunk do q uma coisa linda e maravilhosa das cidades inteligentes q os marqueteiros propagam) e há muitos dados q mostram q a violência entre os humanos diminui (apesar do noticiário mostrar muitas provas do contrário e creio q fazem isso pela importância dos fatos e não por uma orquestração de dominação). Provavelmente vai ser uma decisão q as pessoas vão tomando aos poucos e, poxa, acho q cabe aí alguma esperança em termos de q as pessoas vão resistir a serem apenas um joguete nisso tudo. Daí eu acho q as ciências humanas, o humanismo, tem papel fundamental, pq seria apenas ele capaz de dar as bases q orientaram essas máquinas. Algo muito além dos testes A e B ou as leis da robótica… E tomara q os animais tb escapem dessa exploração sem fim.

          9. i) Comunismo não condiz com estado totalitário; pelo contrário, o comunismo preconiza a ausência de estado em sua fase final.

            ii) O estado desde sempre é o maior fomentador de pesquisa mundial. Sem o Estado o iPhone seria muito mais caro, por exemplo, por conta das incontáveis patentes de pesquisa de base que ele fomenta – a iniciativa privada pouco fomente pesquisa que não tem aplicação direta no mercado, ela usa o conhecimento criado em centros universitários com verbas estatais e aplica o conhecimento de mercado. Para saber mais sobre isso eu recomendo o livro “O Estado Empreendedor” da Mariana Mazzucato.

            iii) A decisão das pessoas é irrelevante se não for organizada em comunidades/sociedades. Contra o capital exploratório, dificilmente iremos conseguir algum avanço sem que seja por meio de crise, guerra ou sindicato.

          10. Não acho q essa fase final seja desejável pelos operadores desse regime. Seria um desprendimento muito grande do poder q ele confere às pessoas (à elite q iria viabilizá-lo).

            _______________________

            Boa indicação!

            _______________________

            Mas aí q está: as pessoas estão se organizando de algum modo, mas não creio q o desejo delas, pelo menos não da maioria, seja o de uma guerra. E os sindicatos passam por uma aversão grande (q tem relação com o antipetismo, apesar dessa rejeição preceder esse movimento). Tem gente belicosa, claro, mas as pessoas me parecem mais preocupadas com uma certa ‘ordem’ e menos com o conflito. Se muitos desses debates turvados ganharem contorno claro para as pessoas (de q prender não resolve, de q matar não resolve, de q punir não resolve), é possível caminhar pra outras vias.

            Mesmo nos EUA há um forte florescimento de valorização do q é feito localmente (nada a ver com o q o Trump) quer. Tem relação com estimular a economia local em detrimento às grandes empresas (q empregam, mas pagam mal). Daí ir ao mercadinho ao invés de ir ao Walmart.

          11. Não acho q essa fase final seja desejável pelos operadores desse regime. Seria um desprendimento muito grande do poder q ele confere às pessoas (à elite q iria viabilizá-lo).

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            Boa indicação!

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            Mas aí q está: as pessoas estão se organizando de algum modo, mas não creio q o desejo delas, pelo menos não da maioria, seja o de uma guerra. E os sindicatos passam por uma aversão grande (q tem relação com o antipetismo, apesar dessa rejeição preceder esse movimento). Tem gente belicosa, claro, mas as pessoas me parecem mais preocupadas com uma certa ‘ordem’ e menos com o conflito. Se muitos desses debates turvados ganharem contorno claro para as pessoas (de q prender não resolve, de q matar não resolve, de q punir não resolve), é possível caminhar pra outras vias.

            Mesmo nos EUA há um forte florescimento de valorização do q é feito localmente (nada a ver com o q o Trump) quer. Tem relação com estimular a economia local em detrimento às grandes empresas (q empregam, mas pagam mal). Daí ir ao mercadinho ao invés de ir ao Walmart.

          12. Sim, quem toma o poder dificilmente o cede, mas esse é um problema do capitalismo, o mesmo salto de ingenuidade que precisamos dar para crer que as empresas/empresários não serão exploradores e escravizadores é o que temos que dar para crer que as pessoas que chegaram ao poder comunista o larguem em prol do outro. A diferença crucial é que o comunismo se dá por levante popular e o capitalismo por inércia popular.

            O sindicato pelego/aparelhado perdeu espaço, e perde cada vez mais, dentro da própria classe que não vê os seus anseios postos na mesa pelo líder, isso é de fato anterior ao PT/CUT. A ojeriza ao sindicato como meio de organização trabalhadora é vista com ojeriza pelos mesmos atores que creem cegamente no capitalismo na artificialidade da propriedade privada e na mentira de que o PT era comunista/bolivariano.

            Acho complicado que vinguem iniciativa locais frente a iniciativas globais. As iniciativas que você citou só dão certo ou existem porque elas não fazem cócegas na grandes redes de mercados, por exemplo. São nichos muito pontuais. O dia que começarem a comer fatias significativas do lucros das grandes multinacionais, aí poderemos ver se essa alternativa é viável e consegue se manter.

          13. O mercado de trabalho, informal, por exemplo é promissor a algumas pessoas. É claro q parte desse trabalho envolve algum tipo de crime (com esse código penal q temos tudo é crime, então não o levo totalmente em conta). Com certeza não faz nem cócegas. Vejo meu ativismo (contra a exploração animal, pelo pacifismo, pela não exploração do trabalho) como uma excentricidade ante a adesão maciça das pessoas a coisas q lhe são prejudiciais no curto, no médio e no longo prazo, mas especialmente no longo prazo. Eu vi nas escolas ocupadas uma grande possibilidade de mudança na forma de encarar o futuro por parte das novas gerações. Se os jovens questionarem o sistema de ensino, temos chances. E me parece q eles, ou parte deles, conseguiram um jeito de se organizarem. Depois, infelizmente, eles perderam a noção do valor simbólico q a escola tinha e resolveram fechar ruas numa estratégia fadada ao fracasso no terreno em q há tantos especialistas em repressão…

            Não espero q as empresas abram mão de poder, mas é curioso, bem curioso na verdade, ver o dono da Ford fazendo conseções (q podem ser dissimulações) q não veríamos há algumas décadas tamanho o poder q eles tinham. Acho q mesmo as grandes empresas sacaram q precisam encarar a coisa diferente, pq é insustentável o capitalismo e creio q essas elites ainda vão querer ter influência numa economia reestrutura, em parte, pelas pessoas se elas resolverem se articular não com desejo de ‘derrubar o sistema’, mas o de apenas se relacionarem de maneira mais produtiva, livre e, claro, vantajosa.

          14. O mercado de trabalho, informal, por exemplo é promissor a algumas pessoas. É claro q parte desse trabalho envolve algum tipo de crime (com esse código penal q temos tudo é crime, então não o levo totalmente em conta). Com certeza não faz nem cócegas. Vejo meu ativismo (contra a exploração animal, pelo pacifismo, pela não exploração do trabalho) como uma excentricidade ante a adesão maciça das pessoas a coisas q lhe são prejudiciais no curto, no médio e no longo prazo, mas especialmente no longo prazo. Eu vi nas escolas ocupadas uma grande possibilidade de mudança na forma de encarar o futuro por parte das novas gerações. Se os jovens questionarem o sistema de ensino, temos chances. E me parece q eles, ou parte deles, conseguiram um jeito de se organizarem. Depois, infelizmente, eles perderam a noção do valor simbólico q a escola tinha e resolveram fechar ruas numa estratégia fadada ao fracasso no terreno em q há tantos especialistas em repressão…

            Não espero q as empresas abram mão de poder, mas é curioso, bem curioso na verdade, ver o dono da Ford fazendo conseções (q podem ser dissimulações) q não veríamos há algumas décadas tamanho o poder q eles tinham. Acho q mesmo as grandes empresas sacaram q precisam encarar a coisa diferente, pq é insustentável o capitalismo e creio q essas elites ainda vão querer ter influência numa economia reestrutura, em parte, pelas pessoas se elas resolverem se articular não com desejo de ‘derrubar o sistema’, mas o de apenas se relacionarem de maneira mais produtiva, livre e, claro, vantajosa.

          15. Chuto dissimulação para angariar simpatia caso ocorra uma mudança.

          16. Chuto dissimulação para angariar simpatia caso ocorra uma mudança.

          17. Ten um outro livro, que o cara faz uma pesquisa histórica sobre a economia colonial e refutar um tanto da tese, se não me engano, do Caio Prado Jr. se não estou enganado. Se é achar a referência coloco aqui. Acho que ela ajuda a entender que mesmo em cenários precários e predatórios, como era o casa da colônia, havia alguma margem para as pessoas. Infelizmente não é o melhor exemplo, pq sabemos bem da dinâmica violenta das gerações q foram nascendo aqui.

          18. Esse diretor é foda e essa série é impressionante. Foi feita pra TV! Era pra tá Netflix…

          19. Esse diretor é foda e essa série é impressionante. Foi feita pra TV! Era pra tá Netflix…

        2. Talvez esse conceito tb não tenha mais lugar. E haja bem pouca definição do q é ser explorado, assim como há hj essa nessa indefinição entre trabalho/lazer q vivemos.

        3. Talvez esse conceito tb não tenha mais lugar. E haja bem pouca definição do q é ser explorado, assim como há hj essa nessa indefinição entre trabalho/lazer q vivemos.

        4. E quando isso acontecer, da máquina tirar tirar a mão de obra que não necessita de um conhecimento avançado, e até o avançado em certas funções, iremos ver que nem todos são capazes, que alguns dependem de serem mandados, a ilusão de que com uma RBU, o mundo será flores, é apenas mais uma falácia. o capitalismo não depende da mais-valia humana para se sustentar, ele precisa de consumo, hoje ainda precisa-se da mão de obra para poder financiar a máquina, num futuro próximo nem isso será necessário. Veja a FoxxCon tendo linhas de montagem totalmente autônomas. E a fábrica continua firme e forte.

          A questão é que o trabalho de fábrica é o mais fácil de ser substituído, só que os avanços em aprendizagem da máquina, tem feito outros empregos, antes inimagináveis sem ação humana, poderem ser realizados, veja a Amazon Go, ou as promessas de entregas via Drones. Ou ainda, a análise de exames de imagem. Direção autônoma, tudo isso, substitui o homem, e e isso não prejudica o capitalismo, prejudica a população, aonde grande parte do setor de serviços e de indústrias pode perder o emprego para um robo, ou um PC, pois essa é a maior camada da população, é a que sustenta todos os governos, em todos os países com o consumo.

          A RBU até pode ajudar a manter o sistema, mas da onde o dinheiro irá vir?

        5. E quando isso acontecer, da máquina tirar tirar a mão de obra que não necessita de um conhecimento avançado, e até o avançado em certas funções, iremos ver que nem todos são capazes, que alguns dependem de serem mandados, a ilusão de que com uma RBU, o mundo será flores, é apenas mais uma falácia. o capitalismo não depende da mais-valia humana para se sustentar, ele precisa de consumo, hoje ainda precisa-se da mão de obra para poder financiar a máquina, num futuro próximo nem isso será necessário. Veja a FoxxCon tendo linhas de montagem totalmente autônomas. E a fábrica continua firme e forte.

          A questão é que o trabalho de fábrica é o mais fácil de ser substituído, só que os avanços em aprendizagem da máquina, tem feito outros empregos, antes inimagináveis sem ação humana, poderem ser realizados, veja a Amazon Go, ou as promessas de entregas via Drones. Ou ainda, a análise de exames de imagem. Direção autônoma, tudo isso, substitui o homem, e e isso não prejudica o capitalismo, prejudica a população, aonde grande parte do setor de serviços e de indústrias pode perder o emprego para um robo, ou um PC, pois essa é a maior camada da população, é a que sustenta todos os governos, em todos os países com o consumo.

          A RBU até pode ajudar a manter o sistema, mas da onde o dinheiro irá vir?

          1. Não entendo esses argumentos que separam o capitalismo da população, como se fosse uma entidade autônoma — e não o que de fato é, uma mera construção imaginada por nós mesmos.

            “A RBU até pode ajudar a manter o sistema, mas da onde o dinheiro irá vir?”

            Talvez do dinheiro que os detentores dos meios de produção economizarão podendo dispensar a mão-de-obra humana? Se já há excedente hoje, imagine quando for tudo automatizado…

          2. O dinheiro que eles irão economizar se livrando da mão de obra humana será revertido em impostos? Porque migrar então? A solução precisa ser benéfica para ambos os lados.

          3. O “porco burguês capitalista, que só visa o lucro e quer escravizar seus funcionários” e o “pobre e coitado trabalhador renegado da sociedade, marginalizado, vivendo uma ilusão imposta por este capitalismo malvado.”

          4. O “porco burguês capitalista, que só visa o lucro e quer escravizar seus funcionários” e o “pobre e coitado trabalhador renegado da sociedade, marginalizado, vivendo uma ilusão imposta por este capitalismo malvado.”

          5. O capitalismo sempre foi benéfico para as elites (sejam elas proprietárias de meios de produção, sejam elas grupos rentistas e monopolistas) e péssimo para os trabalhadores. Não sei em que mundo de fantasia você vive em que trabalhadores estão em condições iguais de negociação e de qualidade de vida que os patrões…

          6. Assim como o comunismo beneficiou quem estava no poder. Pintar o capitalismo como o mal de tudo sem oferecer uma solução, ou ao menos um caminho.

            Ir contra a reforma da CLT é um ótimo exemplo. Não oferecer uma solução, porque a CLT precisa de uma reforma, só que entrar no debate para manter os direitos e tentar conquistar outros ninguém tem feito. Não há preparo nenhum na legislação para os novos empregos, ou formas de integrar os informais no mercado informal.

          7. Mas empresas geralmente repassam o imposto no preço. Acho q quem vai pagar a conta são os consumidores. Nesse cenário, a renda mínima me parece vai evitar inflação, do contrário a coisa explode. Mas veja, mesmo com 12 mi de desempregados a coisa não explode… Sem organização nada acontece. Usam muito o exemplo da revolução francesa, por conta do preço do pão… Mas sei lá. O mercado informal é tão grande no Brasil que desconfio e aposto que novos serviços e atividades vão surgir. As máquinas enqto forem impagáveis vão ser dos grandes capitalistas, mas qdo elas ficarem compraveis acho q o cenário mais próximo aí vai ser o do escravo de ganho. Na época da escravidão, da qual ainda ouvimos os ecos, os escravos das casas serviam ao seus proprietários vendendo alguma coisa no comércio em momentos de ócio. Acho que toda essa discussão está muito pautada com o que temos e não com as novas possibilidades. E, cara, as pessoas são muito inventivas. Aqui o mercado informal tem muita força e vai segurar a onda.

          8. Mas empresas geralmente repassam o imposto no preço. Acho q quem vai pagar a conta são os consumidores. Nesse cenário, a renda mínima me parece vai evitar inflação, do contrário a coisa explode. Mas veja, mesmo com 12 mi de desempregados a coisa não explode… Sem organização nada acontece. Usam muito o exemplo da revolução francesa, por conta do preço do pão… Mas sei lá. O mercado informal é tão grande no Brasil que desconfio e aposto que novos serviços e atividades vão surgir. As máquinas enqto forem impagáveis vão ser dos grandes capitalistas, mas qdo elas ficarem compraveis acho q o cenário mais próximo aí vai ser o do escravo de ganho. Na época da escravidão, da qual ainda ouvimos os ecos, os escravos das casas serviam ao seus proprietários vendendo alguma coisa no comércio em momentos de ócio. Acho que toda essa discussão está muito pautada com o que temos e não com as novas possibilidades. E, cara, as pessoas são muito inventivas. Aqui o mercado informal tem muita força e vai segurar a onda.

          9. Aqui iremos segurar a onde do jeito tradicional. Iremos botar uma lei e que se dane o progresso, viva os ascensoristas.

            Enquanto vários locais do mundo já iniciaram o debate, do que fazer para substituir a mão de obra atual. Aqui não há movimento, e a crise não é desculpa para isso. Veja o exemplo dos carros autônomos, os órgãos legisladores não mostraram nada de como pensam em proceder, não há incentivo para que realizem testes aqui, o que cá entre nós seria um enorme desafio, e qualquer carro que dirigisse aqui dirigia em qualquer lugar.

            Quando se fala em a máquina tomar o lugar, não é só a fábrica, há cada vez menos empregos no setor industrial, e sim no setor de serviços, Amazon Go prova isso.
            E antes algo que precisava de 10 pessoas todo turno para manter a loja funcionando, precisa de 2, são 8 pessoas sem emprego, e aquele conceito consegue ser aplicado as mais diversas lojas. E mesmo que o mercado informal seja grande aqui, ele só é grande, dada a legislação. Quem quer entrar na MEI precisa sambar se o expertise não estiver listado, vamos fazer o que? O dinheiro não fica na mão do grande capitalista, como é dito, nem tudo tem um grande porco malvado por trás.

            O mercado informal segura a onda até a segunda pagina, fora mercados bem carentes, aonde penetração de mercado é algo bem complexo e frágil. A população sempre que tem a opção prefere o mercado “legítimo”, quando o preço é competitivo. E sem mão de obra na equação, várias categorias de preço irão surgir.

            Até que ponto é valido proteger o trabalhador não instruído a custo da inovação. Esse protecionismo besta não entra na minha cabeça. Ainda mais com os diversos programas de incentivo a profissionalização, gratuita ou financiada a juros bem baixos. E citar o trabalhador pobre que passa 5 horas no transporte público e ganha um salário mínimo é o caso extremo.

          10. É preciso proteger as pessoas, Marcos. Os sistemas econômicos são forças grandes demais e se deixarmos eles livres, leves e soltos fica um rastro de destruição mesmo que resulta em inovação. É como a constante guerra por desregular mercados pra iniciativa privada agir livremente… A gente sabe no q isso resulta. O histórico não é necesariamente ruim, mas sem controle fica complicado. Um dia falei com uma ascensorista de um dos prédios mais altos da cidade, o edifício Itália. E ela tinha uma preocupação sincera com seu emprego. Eu me atrapalhei com elevador e ela me ajudou, aproveitei pra falar pra ela que estava naquele prédio justamente pra conversar com um cara sobre máquinas tomando o lugar das pessoas… Disse que tb poderia ser bom pra as pessoas poderem fazer coisas mais criativas. Mas ela não experimentava a situação do mesmo jeito e ficou receosa. E como não sabia da história da vida dela, como eu poderia dizer o que é melhor pra ela?

            Tem muita gente que não vai acompanhar a inovação, seja pela idade ou por falta de preparo mesmo (hj já estamos assim, veja que não vencemos o analfabetismo e nem demos os primeiros passos na inclusão na dita digital) e sem uma malha de proteção, que, sim, onerara quem quer empreender de algum modo, teríamos uma situação desumana (não muito diferente do que já experimentamos em escalas diferentes no Brasil e no rosto do mundo). Não são todos que têm a mesma capacidade individual pra seguir adiante… O Jesse de Souza fala bem sobre isso num livro chamado “A ralé brasileira”, mas antes ele desmonta alguns clássicos da historiografia e bate na questão da meritocracia.

          11. O Ascensorista já teve um papel importante, quando não era uma tarefa fácil mexer no elevador, hoje em dia, aonde é apertar um botão? Entrar numa carreira dessas e esperar um futuro é algo complicado, e mostra a defasagem na instrução do trabalhador brasileiro.

            Eu entendo a necessidade de proteção, mas até que ponto? Se hoje já se sabe que toda função operária numa fábrica pode ser automatizada, e muitos dos cargos gerenciais também, o único fator que ainda impede tal transição é o preço, mas tem caído vertiginosamente, o mesmo. E mesmo assim, as pessoas insistem em fazer planos de carreira baseados nisso.

            O que mais me incomoda no discurso irão ficar livres para realizarem trabalhos criativos, é um ponto que você tocou, que vai contra o que é berrado aos 4 ventos por certos grupos/movimentos, que é que nem todos são capazes, as pessoas tem limitações sérias, que demandam tempo e dinheiro para tentar lidar com elas. E mesmo assim, muitas falham.

            Sobre a meritocracia. Outro dia, numa discussão aqui no Manual mesmo, um falou que apoiava o incentivo financeiro a contratação de mulheres e minorias como forma de estimular a inclusão das mesmas na área tech. Só que o problema que eu tenho, é pegar alguém ruim só pq está na área por ser negro/mulçumano… não irá estimular a entrada na área, e sim ganhar a aprovação de grupos de internet que gritam preconceito/racismo/machismo a qualquer oportunidade. Enquanto não houver um estimulo de fato para plantar futuros talentos, pouco irá mudar.

            Veja o caso do futebol, hoje temos diversos talentos, somos exportadores de ótimos jogadores, pois a quantidade de pequenos clubes infantis é enorme, e assim a estatística joga a nosso favor, numa área de conhecimento, quando mais pessoas tiverem contato com a determinada matéria, maior nossas chances.

            Acho engraçado, por exemplo, as pessoas que tomaram por fazer engenharia petrolífera na época do pré-sal, aonde fora vendido o mercado vai explodir, irá haver uma enorme demanda, e aconteceu por a PetroBras ficar numa crise de dar inveja. E muito dos profissionais ficarem com um diploma a ver navios.

          12. Mas aí q está: diferente de outras épocas, em que havia escassez de recursos, cuidar das pessoas q não acompanham era complicado e, talvez, inviável, pq realmente não havia recursos. Mas hoje, em que há abundância, há um desequilíbrio inaceitável de distribuição dessa riqueza. Daí quando um Bill Gates diz q devemos cobrar impostos de quem optar pelas máquinas é pq, a meu ver, ele antevê uma cenário ainda mais desolados de desequilíbrio, com pessoas concentrando ainda mais riquezas. E creio q ele fale e pense isso do seu próprio ponto de vista, afinal, é um dos raros 8 mais ricos do planeta… Veja a crise de imigração: hoje temos condições de acolher os que fogem das guerras, temos recursos pra isso. E mesmo com refração das alas conservadoras, há espaço e há esse dever humanitário (ainda mais na Alemanha). Entendo a necessidade de inovação, mas corremos o risco de deixar toda essa inovação para as baratas e para as plantas que sobrarem.

          13. Mas aí q está: diferente de outras épocas, em que havia escassez de recursos, cuidar das pessoas q não acompanham era complicado e, talvez, inviável, pq realmente não havia recursos. Mas hoje, em que há abundância, há um desequilíbrio inaceitável de distribuição dessa riqueza. Daí quando um Bill Gates diz q devemos cobrar impostos de quem optar pelas máquinas é pq, a meu ver, ele antevê uma cenário ainda mais desolados de desequilíbrio, com pessoas concentrando ainda mais riquezas. E creio q ele fale e pense isso do seu próprio ponto de vista, afinal, é um dos raros 8 mais ricos do planeta… Veja a crise de imigração: hoje temos condições de acolher os que fogem das guerras, temos recursos pra isso. E mesmo com refração das alas conservadoras, há espaço e há esse dever humanitário (ainda mais na Alemanha). Entendo a necessidade de inovação, mas corremos o risco de deixar toda essa inovação para as baratas e para as plantas que sobrarem.

          14. A Alemanha nos últimos 5 anos, acolheu mais de 1 milhão de refugiados.

            Só que nem todos param para pensar que ainda mais na Europa, tanto o espaço quanto os recuros são pensados para um determinado número de pessoas, quando se coloca mais 500 mil habitantes num lugar que tinha 1 milhão, tudo virará muito caótico.

          15. A Alemanha nos últimos 5 anos, acolheu mais de 1 milhão de refugiados.

            Só que nem todos param para pensar que ainda mais na Europa, tanto o espaço quanto os recuros são pensados para um determinado número de pessoas, quando se coloca mais 500 mil habitantes num lugar que tinha 1 milhão, tudo virará muito caótico.

          16. Também acho q as pessoas deveriam ficar atentas em relação ao q escolhem estudar. Conversei com dois estudantes de engenharia há um tempo e eles observaram bem: os alunos desses cursos profissionalizantes do SESI, por exemplo, são formados para ocuparem cargos em fábricas e só… Quando essas fábricas mudarem para a automação completa, já era… Eles ficarão na mão. Mas como vencer esse discurso do ‘trabalhador honesto’?

          17. Na família da minha esposa, todos lá escolherem o curso técnico ao invés da faculdade, pois seguiram o pai para trabalhar nas fábricas automotivas no Grande ABC, agora meus sobrinhos estão próximos de terminar o técnico e irão buscar empregos lá, só que a realidade está se transformando, fora a crise, há planos de automatizarem setores da fábrica para corte de custos.

            Eles irão sair do técnico, totalmente focado para a industria automotiva, com possibilidade de não ter mais o emprego. Não sabem fazer mais nada, e hoje não tem mais condições de fazer qualquer outra coisa.

            Me criticaram ainda agora, dizendo que as 5 horas no transporte público é uma realidade brasileira, se esquecendo que quase nenhuma cidade no Brasil tem trânsito o bastante para isso, fora as 2 grandes metrópoles.

          18. “E citar o trabalhador pobre que passa 5 horas no transporte público e ganha um salário mínimo é o caso extremo.”

            Não é, definitivamente, o caso extremo. É a realidade da maior parte do país.

          19. “E citar o trabalhador pobre que passa 5 horas no transporte público e ganha um salário mínimo é o caso extremo.”

            Não é, definitivamente, o caso extremo. É a realidade da maior parte do país.

          20. Tirando a metrópole de São Paulo, e a do Rio, salvo algum acidente, não tem como passar 5 horas no transporte público. Não tem como passar 5 horas no trânsito para ir trabalhar, de novo, salvo algum acidente.

          21. com base em que você afirma que o fundamento do capitalismo é o consumo e não a mais-valia? Isto é a coisa mais fácil de refutar.

      2. Eu vejo o Manual do Usuário um pouco assim, sabe? A maioria dos sites disparam newsletters automatizadas, por exemplo; a nossa, é totalmente manual. Existe um zilhão de sistemas e técnicas de automação para criar e gerenciar sites, mas aqui acabo fazendo tudo meio que na mão. E o próprio conteúdo é mais autoral — vários leitores reconhecem o estilo do Manual e saberiam ser um texto daqui mesmo se não tivesse o logo e a URL do site ali em cima. Também acho saudável e tento fomentar coisas parecidas.

      3. Eu vejo o Manual do Usuário um pouco assim, sabe? A maioria dos sites disparam newsletters automatizadas, por exemplo; a nossa, é totalmente manual. Existe um zilhão de sistemas e técnicas de automação para criar e gerenciar sites, mas aqui acabo fazendo tudo meio que na mão. E o próprio conteúdo é mais autoral — vários leitores reconhecem o estilo do Manual e saberiam ser um texto daqui mesmo se não tivesse o logo e a URL do site ali em cima. Também acho saudável e tento fomentar coisas parecidas.

        1. Vi alguém, em algum momento, cantando a bola de q não haveria muito espaço pra sites assim e eu, particularmente, acho justamente o contrário. As pessoas, me parece, estão saturadas dessas respostas sem uma certa perspectiva pessoal e q só é possível se tiver tempo. É algo q, convenhamos, a academia deveria fazer intensamente, mas não faz, já q é incapaz de dialogar com a sociedade produzindo conteúdo hermético e descompassado. É compreensível o ritmo da academia, mas não é aceitável q eles não popularizem o conhecimento. Fora isso, a visão pessoal e a possibilidade de se debruçar sobre questões q estão pairando é fundamental. É uma atividade fundamental… pq sem isso não se vai muito longe. E, pior, aceita-se qualquer coisa.

    4. Uber tá queimando o filme, né? Sendo sexista e atropelando seus parceiros com imposições… Mas, felizmente, o Brasil não é uma terra totalmente sem lei como apregoam.

      1. Sem falar nos episódios mais sinistros — eles ainda são residuais, mas vai que… — como mortes de motoristas devido ao uso do aplicativo por criminosos e sequestro de passageiros por quadrilhas. Nesses casos a empresa simplesmente tem se omitido.

        1. Totalmente e isso é bem crítico. Os motoristas disseram, em uníssono, serem contrários ao pagamento com dinheiro e eles nem deram bola… Mas qto a isso, é algo q os taxistas sempre sofreram, esse tipo de violência enqto eles trabalham e tal.

        2. Totalmente e isso é bem crítico. Os motoristas disseram, em uníssono, serem contrários ao pagamento com dinheiro e eles nem deram bola… Mas qto a isso, é algo q os taxistas sempre sofreram, esse tipo de violência enqto eles trabalham e tal.

        3. Ontem ainda vi uma matéria na RBS (filiada da Globo no RS) sobre uma mulher que foi assaltada quando pediu um UberX. Os assaltantes se esconderam no banco de trás do carro e renderam ela quando ela entrou, fizeram ela sacar todo o dinheiro da conta e do cartão de crédito.

          A empresa disse que não se responsabiliza por esses acontecimentos porque eles não são patrões, são parceiros.

          Essa é a tal precarização das relações de trabalho.

        4. Uma coisa que passou batida nacionalmente (muito porque é algo que afeta mulheres, usualmente de periferia, e não se enquadra em “empreendimentos disruptivos”) é que se criou jurisprudência – e não sei nem se não virou PEC ou algo assim – é no caso de manicures passarem e serem prestadoras de serviços aos salões de beleza – nos moldes do Uber com os motoristas – rechaçando assim o vínculo empregatício.

          Ano retrasado já tinha tido uma decisão nesse sentido: http://www.conjur.com.br/2015-mar-08/manicure-parceira-salao-beleza-nao-vinculo-reconhecido

        5. Uma coisa que passou batida nacionalmente (muito porque é algo que afeta mulheres, usualmente de periferia, e não se enquadra em “empreendimentos disruptivos”) é que se criou jurisprudência – e não sei nem se não virou PEC ou algo assim – é no caso de manicures passarem e serem prestadoras de serviços aos salões de beleza – nos moldes do Uber com os motoristas – rechaçando assim o vínculo empregatício.

          Ano retrasado já tinha tido uma decisão nesse sentido: http://www.conjur.com.br/2015-mar-08/manicure-parceira-salao-beleza-nao-vinculo-reconhecido

          1. Sim, é bastante preocupante essa decisão. Abre caminho para uma “lei natura”, “lei jequiti” ou “lei uber”.

          2. Sim, é bastante preocupante essa decisão. Abre caminho para uma “lei natura”, “lei jequiti” ou “lei uber”.

          3. Pode ser a “uberização” do trabalho. Isso sim seria uma merda.

          4. Realmente acho que não seria de todo mal. Principalmente para trabalhos que tendiam a ser informais, o caso da manicure. Exigir CLT de empreendimentos assim é forçar muita burocracia para quem não tem condições.

          5. Trabalhos que tendem a ser informais precisam ser regularizados e não precarizados.
            Isso só é bom pra quem tem dinheiro, pra quem não tem não muda nada em relação a informalidade.

    5. A questão do capitalismo é bem simples: Vai quebrar. Em muitas aspectos, lembra uma dessas pirâmides que jogam as pessoas num esquema de exploração umas das outras, e quem explora mais ganha mais.
      RBU me parece apenas um paliativo para aliviar uma infecção fatal causada pela busca segue da eficiência robótica. Pois máquinas não pagam impostos (boa Bill), e não compram produtos. Alguma massa tem que comprar de alguma elite.
      O paradoxal e irônico é que o evento civilizatório visava tirar a humanidade da selvageria da lei dos mais forte, e o capitalismo nos jogou justamente em um ambiente de competição e meritocracia tão exigente quanto qualquer selva, criando bolsões de pobreza vexatórios e dando origem aos novos dinossauros topo de cadeia, os bilionários. Também é paradoxal observar que mesmo no ambiente brutal da lei do mais forte que vemos na natureza, sistemas horizontais existem e funcionam perfeitamente bem. É o caso de estruturas eusocias de muitos insetos como as abelhas e as formigas, e também é o caso das células do seu corpo.

      1. Apenas tome cuidado em tomar de uma idealizada condição natural não-humana exemplos para relações sociais. Estes fatos científicos tendem mais a ser representações humanas que o contrário…

        1. Bem, eu imagino que esse tipo de sociedade, no contexto humano de inteligência e autoconsciência, é uma utopia. Pois numa sociedade horizontalmente eficiente pressupõe-se que todos os individuos estejam cientes de que precisam ser 100% honestos e solidários, cumprindo sua função-propósito com máxima dedicação e aceitando sem reclamar os recursos que recebe em troca – como numa colméia de abelhas (ou numa colônia de aliens…).
          Talvez sejamos inteligentes demais pra sonhar com uma sociedade horizontal

  17. Tomo a liberdade de repostar aqui uma questão que coloquei semana passada e que acabou ofuscada pelas paixões pró-Uber por conta do episódio do processo trabalhista. Qual o futuro do trabalho no capitalismo do silício? (sobretudo levando em conta o caso da própria uber, que vem tentando implantar a toque de caixa os carros autônomos)

    Ainda sobre o Uber: em alguns anos a empresa não terá mais motoristas e não se preocupará mais em driblar legislação trabalhista, já que seremos todos guiados por carros autônomos.

    O caso do uber espelhará um processo alargado em todos os setores da economia. As duas questões básicas são:

    1. Já que todo valor é proveniente do trabalho humano, de onde os capitalistas conseguirão seus lucros?

    2. Sem trabalho, de onde nós — trabalhadores precários — tiraremos dinheiro para não só consumirmos os produtos do capitalismo do silício como para nos mantermos como trabalhadores precários?

    A pergunta 1 normalmente é respondida olhando para países periféricos: hoje a força de trabalho ultra-explorada da Ásia (manufatura) e da África (extração, mineração, etc) transfere seu excedente de valor para os países centrais. Mas em um cenário global de informatização do trabalho e substituição por robôs, qual será a periferia da periferia? Ou sempre haverá uma reserva de mais-valia em algum lugar miserável?

    A questão 2, por sua vez, costuma ser respondida pelos capitalistas com uma coisinha chamada renda básica universal de cidadania (sério, Elon Musk não é nenhum socialista). Justamente por isto ela é tão interessante e desejável quanto perigosa.

    E a resposta do Paulo Duarte, bem interessante:

    A força de trabalho da Ásia já está sendo migrada pra África – e existiram planos de migrar para águas internacionais, a Nike chegou a encomendar estudos jurídicos sobre o tema – por conta de uma “onda” de direitos trabalhistas que começou a se espalhar pelo continente. Chineses estão saindo da miséria absoluta e com isso a MdO está ficando mais cara (ainda assim, absurdamente barata) o que nos levará para a África, o último continente a ser sucateado com fábricas.

    A RBU começou a ser levada a sério esse ano apenas. Nome como o Elon Musk e o Bill Gates já se pronunciaram sobre o assunto. A Suíça já colocou na rua um plebiscito e alguns países da Escandinávia estão pensando sobre a possibilidade.

    Alemanha, França e Canadá tem programas que não exatamente de RBU mas se assemelham – exigem uma contrapartida do beneficiado – como forma de melhorar a MdO do país e dar uma manutenção mínima ao sistema capitalista.

    No Brasil, com essa onde libertária-conservadora, acho que não iremos discutir isso pelos próximos 40 anos – e só iremos nos dar conta da real necessidade quando for tarde demais – e o único político que até o momento falou sobre isso foi o Eduardo Suplicy – e foi execrado por nomes do PSDB como o Dória.

    Acho que a RBU é a única saída pro capitalismo, sem isso não tem como manter o crescimento que ele necessita. O próximo ponto, porém, onde o capitalismo esbarra é justamente o planeta. Não tem planeta suficiente pro capitalismo se manter. Mas essa é outra discussão.

  18. Tomo a liberdade de repostar aqui uma questão que coloquei semana passada e que acabou ofuscada pelas paixões pró-Uber por conta do episódio do processo trabalhista. Qual o futuro do trabalho no capitalismo do silício? (sobretudo levando em conta o caso da própria uber, que vem tentando implantar a toque de caixa os carros autônomos)

    Ainda sobre o Uber: em alguns anos a empresa não terá mais motoristas e não se preocupará mais em driblar legislação trabalhista, já que seremos todos guiados por carros autônomos.

    O caso do uber espelhará um processo alargado em todos os setores da economia. As duas questões básicas são:

    1. Já que todo valor é proveniente do trabalho humano, de onde os capitalistas conseguirão seus lucros?

    2. Sem trabalho, de onde nós — trabalhadores precários — tiraremos dinheiro para não só consumirmos os produtos do capitalismo do silício como para nos mantermos como trabalhadores precários?

    A pergunta 1 normalmente é respondida olhando para países periféricos: hoje a força de trabalho ultra-explorada da Ásia (manufatura) e da África (extração, mineração, etc) transfere seu excedente de valor para os países centrais. Mas em um cenário global de informatização do trabalho e substituição por robôs, qual será a periferia da periferia? Ou sempre haverá uma reserva de mais-valia em algum lugar miserável?

    A questão 2, por sua vez, costuma ser respondida pelos capitalistas com uma coisinha chamada renda básica universal de cidadania (sério, Elon Musk não é nenhum socialista). Justamente por isto ela é tão interessante e desejável quanto perigosa.

    E a resposta do Paulo Duarte, bem interessante:

    A força de trabalho da Ásia já está sendo migrada pra África – e existiram planos de migrar para águas internacionais, a Nike chegou a encomendar estudos jurídicos sobre o tema – por conta de uma “onda” de direitos trabalhistas que começou a se espalhar pelo continente. Chineses estão saindo da miséria absoluta e com isso a MdO está ficando mais cara (ainda assim, absurdamente barata) o que nos levará para a África, o último continente a ser sucateado com fábricas.

    A RBU começou a ser levada a sério esse ano apenas. Nome como o Elon Musk e o Bill Gates já se pronunciaram sobre o assunto. A Suíça já colocou na rua um plebiscito e alguns países da Escandinávia estão pensando sobre a possibilidade.

    Alemanha, França e Canadá tem programas que não exatamente de RBU mas se assemelham – exigem uma contrapartida do beneficiado – como forma de melhorar a MdO do país e dar uma manutenção mínima ao sistema capitalista.

    No Brasil, com essa onde libertária-conservadora, acho que não iremos discutir isso pelos próximos 40 anos – e só iremos nos dar conta da real necessidade quando for tarde demais – e o único político que até o momento falou sobre isso foi o Eduardo Suplicy – e foi execrado por nomes do PSDB como o Dória.

    Acho que a RBU é a única saída pro capitalismo, sem isso não tem como manter o crescimento que ele necessita. O próximo ponto, porém, onde o capitalismo esbarra é justamente o planeta. Não tem planeta suficiente pro capitalismo se manter. Mas essa é outra discussão.

  19. Tomo a liberdade de repostar aqui uma questão que coloquei semana passada e que acabou ofuscada pelas paixões pró-Uber por conta do episódio do processo trabalhista. Qual o futuro do trabalho no capitalismo do silício? (sobretudo levando em conta o caso da própria uber, que vem tentando implantar a toque de caixa os carros autônomos)

    Ainda sobre o Uber: em alguns anos a empresa não terá mais motoristas e não se preocupará mais em driblar legislação trabalhista, já que seremos todos guiados por carros autônomos.

    O caso do uber espelhará um processo alargado em todos os setores da economia. As duas questões básicas são:

    1. Já que todo valor é proveniente do trabalho humano, de onde os capitalistas conseguirão seus lucros?

    2. Sem trabalho, de onde nós — trabalhadores precários — tiraremos dinheiro para não só consumirmos os produtos do capitalismo do silício como para nos mantermos como trabalhadores precários?

    A pergunta 1 normalmente é respondida olhando para países periféricos: hoje a força de trabalho ultra-explorada da Ásia (manufatura) e da África (extração, mineração, etc) transfere seu excedente de valor para os países centrais. Mas em um cenário global de informatização do trabalho e substituição por robôs, qual será a periferia da periferia? Ou sempre haverá uma reserva de mais-valia em algum lugar miserável?

    A questão 2, por sua vez, costuma ser respondida pelos capitalistas com uma coisinha chamada renda básica universal de cidadania (sério, Elon Musk não é nenhum socialista). Justamente por isto ela é tão interessante e desejável quanto perigosa.

    E a resposta do Paulo Duarte, bem interessante:

    A força de trabalho da Ásia já está sendo migrada pra África – e existiram planos de migrar para águas internacionais, a Nike chegou a encomendar estudos jurídicos sobre o tema – por conta de uma “onda” de direitos trabalhistas que começou a se espalhar pelo continente. Chineses estão saindo da miséria absoluta e com isso a MdO está ficando mais cara (ainda assim, absurdamente barata) o que nos levará para a África, o último continente a ser sucateado com fábricas.

    A RBU começou a ser levada a sério esse ano apenas. Nome como o Elon Musk e o Bill Gates já se pronunciaram sobre o assunto. A Suíça já colocou na rua um plebiscito e alguns países da Escandinávia estão pensando sobre a possibilidade.

    Alemanha, França e Canadá tem programas que não exatamente de RBU mas se assemelham – exigem uma contrapartida do beneficiado – como forma de melhorar a MdO do país e dar uma manutenção mínima ao sistema capitalista.

    No Brasil, com essa onde libertária-conservadora, acho que não iremos discutir isso pelos próximos 40 anos – e só iremos nos dar conta da real necessidade quando for tarde demais – e o único político que até o momento falou sobre isso foi o Eduardo Suplicy – e foi execrado por nomes do PSDB como o Dória.

    Acho que a RBU é a única saída pro capitalismo, sem isso não tem como manter o crescimento que ele necessita. O próximo ponto, porém, onde o capitalismo esbarra é justamente o planeta. Não tem planeta suficiente pro capitalismo se manter. Mas essa é outra discussão.

    1. No pré-carnaval fui ao cinema ver o excelente “Eu não sou o seu negro”. Nesse provavelmente farei tarefas da casa (tenho q pintar o quarto, trocar uns interruptores etc) e dar um gás num projeto ultra-secreto q propus ao chefão do MdU ano passado.

    2. Ah, e jogar, claro. Tenho uma porrada de jogo aqui. Queria avançar no ‘Fire wacht’ e no ‘Life is strange’.

      1. Já deu uma olhada no the witness?

        E to pensando em passar o domingo jogando skyrim, mas medo de viciar pesado
        Tem Braid tb que to empacado

        1. Vi. Ia comprar, mas vacilei… E tb parece difícil. Acho q vou deixar pra jogá-lo num momento de paz.

        2. The Witness é um dos melhores jogos de puzzle de 2016, pra mim foi até GOTY. É muito bom. Boas 50 horas gastas. Mas você pode jogar no seu passo, o jogo é bem aberto quanto a isso.

        3. The Witness é um dos melhores jogos de puzzle de 2016, pra mim foi até GOTY. É muito bom. Boas 50 horas gastas. Mas você pode jogar no seu passo, o jogo é bem aberto quanto a isso.

      2. Se te interessar, a Nuuvem tá com vários descontos bons pra jogos de PC.

          1. não é concorrente. ele apenas tem uma parceria com a steam e a liberdade de fazer promoções com preços diferenciados. a loja, além de parceira da steam, também é da socialclub, origin e uplay.

          2. depende do jogo. a maioria sim, esse por ex: https://www.nuuvem.com/item/sid-meiers-civilization-vi

            Logo abaixo do botão “comprar” tem falando “ativação: steam”. ou seja, quando vc comprar o jogo pela nuuvem e eles detectarem o pagamento, o jogo vai pra biblioteca do seu perfil na nuuvem e lá tem a chave de ativação. com ela vc vai na steam e ativa o jogo. então ele aparecerá na sua bibiloteca steam.

            O mesmo vale pra quando o jogo é ativação origin ou uplay.

          3. Obrigado pela dica, Bruno. Estava passando batido justamente, pq não queria q as coisas ficassem de fora do steam. Agora tá resolvido :)

      3. Da uma olhada no This War of Mine, um belo game, que tem uma pegada fascinante sobre a guerra.

      4. Da uma olhada no This War of Mine, um belo game, que tem uma pegada fascinante sobre a guerra.

        1. Eu tenho! Preciso jogar. É realmente muito bom (já joguei um pouco) e um sucesso de crítica!

        2. Eu tenho! Preciso jogar. É realmente muito bom (já joguei um pouco) e um sucesso de crítica!

    3. Viagem de moto para Nova Roma do Sul pra fazer rafting na CiaAventura. :D

    4. Viagem de moto para Nova Roma do Sul pra fazer rafting na CiaAventura. :D

  20. Pessoal, tô montando um setup e tava querendo umas dicas de vocês! Comprarei monitor, teclado, mouse e caixas de som pra ligar em um notebook que já tenho.

    Sobre as caixas de som, já escolhi esse monitor da Edifier:
    http://www.kabum.com.br/produto/50542/caixa-de-som-edifier-2-0-24w-rms-bivolt-r1000t4-preto/?tag=edifier

    Sobre o monitor, tava querendo um ultrawide, mas tenho dúvidas se pego o LG de 25′ ou o de 29′ (já ouvi falar que o de 25′ é pequeno com relação a altura, quem tiver ele me diz aí!) ou mesmo um Dell de 23′
    (25) http://www.kabum.com.br/produto/77902/monitor-lg-led-25-class-219-ultrawide-ips-fhd-25um58-p
    (29) http://www.kabum.com.br/cgi-local/site/produtos/descricao_ofertas.cgi?codigo=78761&origem=52
    (Dell) http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=859-BBED

    Sobre teclado e mouse eu realmente tô perdido, queria um teclado menor, sem os números na lateral, mas não achei nada satisfatório até agora. Queria também um mouse com uma pegada bacana tipo uns da Logitech que custam um rim. O que me recomendam custando até uns 350?

    1. Tenho esse monitores da Edifier ligados na Tv. São fraquinhos, mas quebram o galho. Na semana passada vi a fnac fazendo uma promoção de um versão um pouco melhor da Edifier. Acho q vale vc conferir.

    2. Tenho esse monitores da Edifier ligados na Tv. São fraquinhos, mas quebram o galho. Na semana passada vi a fnac fazendo uma promoção de um versão um pouco melhor da Edifier. Acho q vale vc conferir.

      1. Poxa, ouvi dizer que pra um quarto eles são altos pra caramba :/
        Vou dar uma olhada nesse que tu disse.

        1. É nada… é fraco. Para os meus padrões é fraco. Tenho audição muito sensível, então não preciso ouvir nada muito alto. Mas pra ouvir bem determinados tipo de música, é melhor um fone de ouvido… Se vc receia o barulho… é melhor o fone. Agora se vc pode fazer um barulhinho… Vale umas caixas mais parrudas.

    3. Amigo, to numa saga de teclado e mouse a 6 meses, e

      depois de muuuuita pesquisa, cheguei a dois resultados:

      Esse mouse é muito recomendado, eu já estou utilizando, é muuuuito confortável para o meu tipo de pegada e não custa um rim

      http://www.kabum.com.br/produto/71737/mouse-gamer-coolermaster-optico-xornet-ii-3500-dpi-sgm-2002-klon1-/?tag=mouse%20xornet

      Agora teclado, pensou em um mecanico? É o melhor tipo existente. É caro? Sim e muito, porém a durabilidade e conforto dele é incomparável

      Um muito recomendado em reviews sem as teclas numericas é esse

      http://www.kabum.com.br/produto/77838/teclado-mecanico-gamer-redragon-kumara-com-led-k552/?tag=teclado%20mecanico%20kumara

      Comprei um teclado com o mesmo switch desse mas pela china, estou esperando chegar. Se também interessar nesse da china, procura o Motospeed CK104 (uns 170 reais isso se não for taxado).

      Com um kit desses, espere usar no minimo uns 8 anos sem problemas.

    4. Amigo, to numa saga de teclado e mouse a 6 meses, e

      depois de muuuuita pesquisa, cheguei a dois resultados:

      Esse mouse é muito recomendado, eu já estou utilizando, é muuuuito confortável para o meu tipo de pegada e não custa um rim

      http://www.kabum.com.br/produto/71737/mouse-gamer-coolermaster-optico-xornet-ii-3500-dpi-sgm-2002-klon1-/?tag=mouse%20xornet

      Agora teclado, pensou em um mecanico? É o melhor tipo existente. É caro? Sim e muito, porém a durabilidade e conforto dele é incomparável

      Um muito recomendado em reviews sem as teclas numericas é esse

      http://www.kabum.com.br/produto/77838/teclado-mecanico-gamer-redragon-kumara-com-led-k552/?tag=teclado%20mecanico%20kumara

      Comprei um teclado com o mesmo switch desse mas pela china, estou esperando chegar. Se também interessar nesse da china, procura o Motospeed CK104 (uns 170 reais isso se não for taxado).

      Com um kit desses, espere usar no minimo uns 8 anos sem problemas.

        1. Tb prefiro os de mais baixo, acho q esses, pra digitar podem cansar…

        2. Tb prefiro os de mais baixo, acho q esses, pra digitar podem cansar…

        3. Creio que seja questão de costume ou preferencia, talvez um apoio para o pulso na frente dele possa ficar melhor. Em casa tenho um teclado com perfil muito mais alto que este que estou usando no serviço, e prefiro muito mais o meu de casa (apesar de digitar muito mais aqui).

          A questão do conforto me refiro ao apertar as teclas.

          Tem uma postagem muito elucidativa sobre teclados mecanicos feito pelo maior especialista na area que conheço (o Wetto)

          https://adrenaline.uol.com.br/forum/threads/guia-do-teclado-mecanico-v3-pergunte-aqui-antes-de-criar-um-novo-topico-3g-warning.530173/

        4. Usualmente eles são mais confortáveis que os de perfil baixo tal qual os teclado Apple. Teclados mecânicos são melhores no dia-a-dia se você não tem problema com barulhos – o tec-tec deles é bastante alto – porque tem uma sensibilidade muito maior.

          Para quem fica longos períodos digitando – meu caso, sou tradutor e frequentemente tenho 3 dias pra traduzir 18k palavras – com o tempo o teclado de perfil alto, mecânico, melhora a LER oriunda dos longos períodos digitando.

          1. Meu primeríssimo teclado foi mecânico. Não lembro mais da sensação de digitar nele, sinceramente, mas saudades do barulho das teclas eu tenho!

          2. Meu primeríssimo teclado foi mecânico. Não lembro mais da sensação de digitar nele, sinceramente, mas saudades do barulho das teclas eu tenho!

          3. Eu digito muito rápido e a esposa já olha torto aqui com esse teclado de perfil baixo, se fosse com um desses então, ela me tacava algo.

          4. Hahahaha! Eu também digito rápido e faço barulho. Esse meu primeiro teclado era da época do meu XT. Costumava ficar escrevendo programas em BASIC até tarde da noite nele, e adorava o jeito com que o som das teclas era abafado pelas cortinas fechadas no quarto. Saudades do teclado! Só não tenho saudades daquela porcaria de monitor de fósforo verde! kkkkk

          5. Hahahaha! Eu também digito rápido e faço barulho. Esse meu primeiro teclado era da época do meu XT. Costumava ficar escrevendo programas em BASIC até tarde da noite nele, e adorava o jeito com que o som das teclas era abafado pelas cortinas fechadas no quarto. Saudades do teclado! Só não tenho saudades daquela porcaria de monitor de fósforo verde! kkkkk

          6. É bem por aí! Foi meu primeiro computador, aos 12 anos. Um amigo meu ia jogá-lo fora e eu ofereci a lixeira lá de casa! Como a máquina era limitadíssima e, em 1995 internet era algo distante da minha realidade, a única coisa que tinha pra fazer era rodar os parcos joguinhos que eu consegui pra ele e, como eu sempre fui fascinado por esse tipo de coisa, arranjei um livro de BASIC e fui aprender a programar.

          7. Cara pior que não! Na época em que fotografia custava caro (filme e revelação) não tinha como fotografar o velho XT. Pior é que já tentei achar foto dele na internet, e nunca consegui. Era um Cisco. Eu quis mantê-lo funcionando. Uma das controladoras dele deu pau e acabei conseguindo uma máquina menos velha depois, mas tava tentando restaurar o XT, até o dia em que cheguei em casa e meu pai tinha mandado pro ferro velho. Tenho um aborrecimento com ele até hoje por conta disso.

            Pra compensar, depois de adulto, comecei uma coleçãozinha. Prioritariamente de Macs. O mais antigo deles, um Plus fabricado em 1986, eu restaurei pacientemente. Funciona até hoje.

          8. Ele não sacava o valor da coisa… Acho compreensível. Isso é inerente aos pais. Minha mãe vivia jogando umas coisas fora q eram minhas sem consultar. Acho q ela impediu de mais um acumulador vir ao mundo.

      1. Boa! Dicas valiosas! Cheguei a olhar esse Redragon Kumara, li em algum lugar que eles lançariam com o layout brasileiro aqui devido ao sucesso nas vendas, mas acabaram não lançando e eu meio que deixei ele de lado. Ressucitarei ele entre as opções e vou dar uma olhada no mouse também!

    5. Estou nessa também, então vou compartilhar contigo o que já providenciei e quais os meus próximos passos.

      Teclado e mouse, como não jogo, peguei um de perfil fino e que fosse confortável no digitar. Minha primeira opção era o teclado e trackpad da Apple, porém caríssimos. Acabei fechando com o kit Bluetooth Designer, da Microsoft. Custou metade e embora o mouse seja meio ruim, adaptei-me muito bem ao teclado.

      Para caixas de som, aproveitei o pedido do monitor na Dell e pedi estas caixinhas aqui, que já conhecia do PC da minha irmã: http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&l=pt&s=dhs&cs=brdhs1&sku=313-7392 São bem simples, nada de outro mundo, mas representam um belo upgrade em relação aos alto-falantes do notebook.

      (Ah sim: usarei o notebook como estação de trabalho, ligado ao monitor.)

      E o monitor que pedi foi o P2415Q, da Dell: http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGNK Para mim, resolução é mais importante do que espaço de tela real. Estou me virando relativamente bem com 13,3 polegadas do MacBook Pro; quase dobrar isso será legal e esse modelo tem várias articulações.

      De resto, só ficará faltando uma cadeira… estou praticamente fechado com a Ergohuman, da Raynor. O único problema será ir buscá-la em outra cidade (na minha, não tem).

      1. Eu vi esse kit Bluetooth Designer no seu Twitter se não me engano. Achei o teclado maravilhoso, mas o mouse não me convenceu mesmo hahaha

        Curti a forma como a Dell implementou essa sound bar junto aos monitores. De início tive a impressão que eles eram bons, mas não tinham um grande custo benefício. Verei alguns reviews pra saber melhor (sou viciado em reviews com muito orgulho!).

        O monitor tá sendo difícil escolher mesmo, o Dell P2416D também entrou na lista de opções (http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGQY).

        Gostaria muito de comprar uma cadeira, mas vou ter que esperar um pouco dessa vez :)

      2. Eu vi esse kit Bluetooth Designer no seu Twitter se não me engano. Achei o teclado maravilhoso, mas o mouse não me convenceu mesmo hahaha

        Curti a forma como a Dell implementou essa sound bar junto aos monitores. De início tive a impressão que eles eram bons, mas não tinham um grande custo benefício. Verei alguns reviews pra saber melhor (sou viciado em reviews com muito orgulho!).

        O monitor tá sendo difícil escolher mesmo, o Dell P2416D também entrou na lista de opções (http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGQY).

        Gostaria muito de comprar uma cadeira, mas vou ter que esperar um pouco dessa vez :)

      3. Eu vi esse kit Bluetooth Designer no seu Twitter se não me engano. Achei o teclado maravilhoso, mas o mouse não me convenceu mesmo hahaha

        Curti a forma como a Dell implementou essa sound bar junto aos monitores. De início tive a impressão que eles eram bons, mas não tinham um grande custo benefício. Verei alguns reviews pra saber melhor (sou viciado em reviews com muito orgulho!).

        O monitor tá sendo difícil escolher mesmo, o Dell P2416D também entrou na lista de opções (http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGQY).

        Gostaria muito de comprar uma cadeira, mas vou ter que esperar um pouco dessa vez :)

      4. Eu vi esse kit Bluetooth Designer no seu Twitter se não me engano. Achei o teclado maravilhoso, mas o mouse não me convenceu mesmo hahaha

        Curti a forma como a Dell implementou essa sound bar junto aos monitores. De início tive a impressão que eles eram bons, mas não tinham um grande custo benefício. Verei alguns reviews pra saber melhor (sou viciado em reviews com muito orgulho!).

        O monitor tá sendo difícil escolher mesmo, o Dell P2416D também entrou na lista de opções (http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGQY).

        Gostaria muito de comprar uma cadeira, mas vou ter que esperar um pouco dessa vez :)

  21. Pessoal, tô montando um setup e tava querendo umas dicas de vocês! Comprarei monitor, teclado, mouse e caixas de som pra ligar em um notebook que já tenho.

    Sobre as caixas de som, já escolhi esse monitor da Edifier:
    http://www.kabum.com.br/produto/50542/caixa-de-som-edifier-2-0-24w-rms-bivolt-r1000t4-preto/?tag=edifier

    Sobre o monitor, tava querendo um ultrawide, mas tenho dúvidas se pego o LG de 25′ ou o de 29′ (já ouvi falar que o de 25′ é pequeno com relação a altura, quem tiver ele me diz aí!) ou mesmo um Dell de 23′
    (25) http://www.kabum.com.br/produto/77902/monitor-lg-led-25-class-219-ultrawide-ips-fhd-25um58-p
    (29) http://www.kabum.com.br/cgi-local/site/produtos/descricao_ofertas.cgi?codigo=78761&origem=52
    (Dell) http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=859-BBED

    Sobre teclado e mouse eu realmente tô perdido, queria um teclado menor, sem os números na lateral, mas não achei nada satisfatório até agora. Queria também um mouse com uma pegada bacana tipo uns da Logitech que custam um rim. O que me recomendam custando até uns 350?

    1. Eu nem acompanhei muito o outro post, mas acabaram falando sobre política, né? Política sempre dá vários comentários.

      1. Política rende e veja só mesmo um bilionário pode ser um analfabeto político. Ainda com a quela carta do Zuckerberg em mente, fico pensando em quão problemática ela é. E, claro, faz sentido dentro do contexto maluco em q estamos.

      2. Política rende e veja só mesmo um bilionário pode ser um analfabeto político. Ainda com a quela carta do Zuckerberg em mente, fico pensando em quão problemática ela é. E, claro, faz sentido dentro do contexto maluco em q estamos.

        1. Eu ainda acho que o Mark Zuckenberg tá numa bolha do Vale do Silício. É um sentimento que percebo em alguns posts mais felizes (pois quem não é feliz com milhões de venture capital?) do Hacker News. Por outro lado, tem bastante gente no mesmo site que percebe que o Vale do Silício é uma bolha, no sentido social.

          É bem estranho a vida daquele pessoal, totalmente fora da minha realidade.

        2. Eu ainda acho que o Mark Zuckenberg tá numa bolha do Vale do Silício. É um sentimento que percebo em alguns posts mais felizes (pois quem não é feliz com milhões de venture capital?) do Hacker News. Por outro lado, tem bastante gente no mesmo site que percebe que o Vale do Silício é uma bolha, no sentido social.

          É bem estranho a vida daquele pessoal, totalmente fora da minha realidade.

          1. O livro do Frederic MArtel dá uma medida desse mundo, o ‘Smart’. Vale a leitura.

          2. Todo o Vale vive numa bolha.

            Recomendo muito a série “Silicon Valley” que satiriza essa bolha.

          3. Todo o Vale vive numa bolha.

            Recomendo muito a série “Silicon Valley” que satiriza essa bolha.

          4. Haha, estou esperando a volta da 4º temporada! Realmente, é muito engraçado. Sempre gosto de referências a algumas discussões que nunca entendi (vim vs emacs), mas conhecia, da internet. É um seriado muito bom.

    2. Estou adorando estes post livres. Posso publicar meus comentários/textos sem medo de ve-los serem deletados arbitrariamente ou de ser bloqueado (Tecnoblog é você?), e o conteúdo compartilhado pela galera costuma ser bem interessante. Melhor que muito site geek por aí

    3. Estou adorando estes post livres. Posso publicar meus comentários/textos sem medo de ve-los serem deletados arbitrariamente ou de ser bloqueado (Tecnoblog é você?), e o conteúdo compartilhado pela galera costuma ser bem interessante. Melhor que muito site geek por aí

      1. Que bom! :)

        É só uma percepção minha (a dos leitores pode variar), mas não encaro nem apresento o Manual como site “geek” ou “nerd”. Esses termos têm um estigma muito forte com o qual não me identifico e, na real, acho até meio nocivo.

        1. Entendo. Infelizmente (no meu entendimento) não é possível escapar dos rótulos. Qualquer qualidade que o Manual tenha invariavelmente estará atrelada a algum conceito.
          Considero que preocupar-se com isso seja desgastante, então é melhor simplesmente ignorar o que não lhe parece positivo e seguir em frente com serenidade

      2. Olha, no grupo do facebook do Tecnoblog, há um tempo, tive um comentário deletado e tb fui banido… Depois, o mal entendido foi desfeito. E até compreendo q no grupo eles tenham q ter um controle maior, pq é pra evitar muito ruído e tentar manter uma certa temática ali. Mas nos comentários dos posts, vejo toda sorte de opinião. E concordo com o Ghedin, o rótulo de geek ou nerd não se aplica ao MdU. Na verdade, o MdU é de difícil classificação e se vc acompanhar as newsletters dá pra perceber q há ali uma espécie de embate com esse rótulos já q se experimentam novos formatos e há a pegada dos textos mais reflexivos. E, infelizmente, a pecha de geek e nerd ficou meio q vinculada com temas complicados como o machismo, um certo comportamento reacionário e juvenil, preconceito contra determinados grupos etc… Se vc pegar uma série de postagens sobre feminismo e informática no Gizmodo, q eles fizeram faz um tempo, vc notará uma série de comentários idiotas de gente q certamente se acha geek ou nerd (pelo menos eles fazem referência ao universo geek pelos avatares q usam)… Isso felizmente não escoa aqui e nem no Tecnoblog, pq tanto o Ghedin qto o time do Tecnoblog, q por serem um grupo, mesmo tendo opiniões divergentes, convergem contra esse tipo de lixo preconceituoso.

        1. Bacana.
          No caso específico do Tecnoblog, os critérios são meio nebulosos. Eles permitem publicação de links nos comentários, e ao mesmo tempo parece que não permitem. Eles permitem textos longos, mas ao mesmo tempo não permitem.
          Sei disso por que já tive comentários dos dois tipos, com links e com textos longos, deletados lá, e sinceramente não entendi por que, pois o que eu escrevi era relevante. Enfim, isso me chateia na hora, mas eu imagino que seja melhor não discutir algo que é subjetivo

          1. Por acaso estava lendo os comentários do Post Livre e vi o seu. :-)

            Não lembro de ter deletado algum comentário seu, então fui ver no spam do Disqus e BINGO — tinha dois, um no post do crescimento do Twitter no Brasil e outro no de market share de sistemas operacionais móveis. Já foram aprovados.

            De vez em quando o Disqus marca como spam comentários que não são spam (já tivemos problemas semelhantes com outros leitores). Qualquer coisa, só dar um toque que a gente vê o que aconteceu.

          2. Por acaso estava lendo os comentários do Post Livre e vi o seu. :-)

            Não lembro de ter deletado algum comentário seu, então fui ver no spam do Disqus e BINGO — tinha dois, um no post do crescimento do Twitter no Brasil e outro no de market share de sistemas operacionais móveis. Já foram aprovados.

            De vez em quando o Disqus marca como spam comentários que não são spam (já tivemos problemas semelhantes com outros leitores). Qualquer coisa, só dar um toque que a gente vê o que aconteceu.

          3. Agradeço por ter respondido. Sinceramente não esperava, pois eu já havia entrado em contato antes pra falar do assunto, mas não me responderam (imagino que o dia de vocês seja bem corrido)

  22. Então pessoal, antes de tudo, obrigado pelas várias respostas lá no post de segunda (que aliás roubou o tema principal :p). Eu pensei bastante o que colocar aqui pois, como disse, achava que um post aqui seria melhor. Mas algumas respostas que recebi lá já me fizeram repensar muito sobre esse assunto.

    Acho mais justo um background meu, dos últimos anos: 18 anos, aquela pressa e ansiedade de passar no vestibular. Eu na verdade nem estava indo fundo, visto que eu queria História, mas minha família não deixou. (acho que hoje deixariam, estão bem mais cabeça aberta por uns motivos; eu que não ia querer) De qualquer forma, passei na primeira fase de ambos, então minha família ficou surpresa e, mesmo não tendo passado, foi como consegui uma ajuda de parentes para pagar um cursinho. Tudo ok até aí, né? Só que desde que comecei o cursinho, eu sentia uma fatiga e umas dores. Descobri que tinha outra doença! Doença de Crohn. Tive que sair do cursinho na época e tratar. Na época percebi que estava meio isolado de todo mundo, então adotei um gato. Mesmo assim, eu não estava muito animado. Fiz o vestibular pro curso que faço hoje meio relutante, fiquei até surpreso de ter passado. Agora 2016, conheço novas pessoas, não sinto muitas dores, tá tudo indo ótimo, certo? Ai vem Agosto. Nessa época eu já estava tomando 2 copos de café em 2 horas, ansiedade lá em cima, e eu ainda tinha fatiga nas aulas. Comecei a ter ataques de pânico e dores, então não conseguia terminar trabalhos em grupo (o pessoal entendia, mas eu me punia por isso). Nessa época também, meu gato teve que ficar na minha vó e sumiu. Nessa época que fiquei depressivo mesmo, suicida até. Tranquei a faculdade e fui me tratar. Os meses de Outubro-Novembro foram os piores para mim, e de onde vem esse pensamento que eu comentei no tópico passado.

    Esse ano já estou bem melhor, estou tomando vários remédios e conciliando minha vida com o Crohn’s. Mas alguns pensamentos persistiram, e devo explicar melhor. Essa ideia, de que pessoas mais jovens estão muito à minha frente começou quando percebi que iria demorar muito mais para me formar na faculdade do que alguns amigos, que já estão no 5º semestre. Também fui sempre muito ambicioso e até perfeccionista. Além disso, são poucos os que realmente estudam na minha cidade atualmente, a maioria conseguiu entrar na USP, Unicamp, Unesp, ou fora do estado. Eu sei que a faculdade não é assim e que depende mais do aluno, mas mesmo assim, imagino que a vida lá seja bem diferente, “mais jovem”, do que minha vida na FATEC.

    Mas o post do Ghedin e de outros me fizeram refletir. E realmente, eu sempre soube que tive uma base familiar… diferente.

    Mesmo assim, eu percebo que tenho muita sorte de ter essa base familiar extensa, onde um pode ajudar o outro. E, acho que parte do amadurecimento até, comecei a conversar mais com a família. Enfim, acho que esse post é mais uma reflexão, mas seria interessante saber a opinião de vocês. Obrigado novamente pelas respostas lá no post de Segunda =)

    EDIT: depois que o Ghedin marcou como spam, percebi que tinha muita coisa pessoal.

    1. Com relação à faculdade: relaxa, eu, por exemplo, terminei a minha em oito anos. Pessoas diferentes possuem ritmos diferentes.

      1. Bem, de qualquer forma, o curso de tecnólogo é bem curto. Eu mesmo decidi fazer Estatística no próximo semestre. Fico com boa parte da semana liberado pra voltar mais cedo e simplesmente relaxar. Tá sendo bem positivo essa falta de pressão escolar.

      2. Quase surtei quando tomei pau em Cálculo II. Meu cabelo e sombrancelhas chegaram a cair no decorrer do semestre e tive que fazer acompanhamento psicológico por um tempo.

        Fui aprendendo que a faculdade não é nem um pouco parecida com o Ensino Médio e que não devia colocar tanta pressão assim.

      3. Quase surtei quando tomei pau em Cálculo II. Meu cabelo e sombrancelhas chegaram a cair no decorrer do semestre e tive que fazer acompanhamento psicológico por um tempo.

        Fui aprendendo que a faculdade não é nem um pouco parecida com o Ensino Médio e que não devia colocar tanta pressão assim.

    2. Q bom q vc melhorou o relacionamento com a família. A relação com a minha já foi mais, aborrecida, por assim dizer, mas depois me liguei q era melhor ficar de boa. Sou filho único e ficar tretando com meus pais não ia levar a lugar algum.

      E cara, acho q vale vc procurar formas de controlar sua ansiedade. Acho q existem muitas técnicas pra isso Mas sobre o lance da doença, q tipo de alimentação vc faz?

      1. A dieta é bem restritiva. Eu acabo comendo a mesma coisa, com uma pequena variedade de legumes ou carne (peixe/frango). De qualquer forma, é uma dieta bem baixa em fibra alimentar, os legumes são cozidos. Frango ou Peixe, depende do dia. Arroz, sopa de feijão e batata cozida/ovo cozido.

        Sobre ansiedade, só ter tirado o café ajudou muito. Eu sempre tive isso (Síndrome do Pânico) e tomo remédio pra isso. Mas como disse, ter tirado o café ajudou muito. Não mencionei no texto principal, mas estou tomando uma solução do meu médico que ajuda com a fatiga que eu tinha.

        1. Sobre a alimentação recomendo vc ler ou ver algo sobre ‘alimentação viva’ (crua). Ela exclui as carnes, ovos, leite e derivados. Depois q passei pra alimentação vegana me senti MUITO melhor. O próximo passo é implementar aqui em casa a alimentação viva. Deu uma bruta diferença só mudando pra vegana. Mas, sério, procure ler sobre alimentação saudável. Tem uma ótima referências aqui:

          http://www.travessa.com.br/detox-ja/artigo/022e6fb2-3300-4413-9462-d899e45e1d00

        2. Conheci uma pessoa q tinha essa síndrome e ela fazia terapia. Ajuda muito.

        3. Conheci uma pessoa q tinha essa síndrome e ela fazia terapia. Ajuda muito.

        4. @williantetsuoshiratori:disqus não consegui responder no tópico porque está marcado como “esperando pela moderação” mas deixo aqui um jabá de um texto que eu escrevi sobre depressão (minha) e como eu me sentia:

          https://medium.com/brasil/programadores-e-depressao-30043d2972b5#.8nvjumz5o

          O texto fala mais de programadores porque eu conheci muito mais gente de TI com esse problema do que nos outros locais. Muitas das coisas que você tem na sua fala, tanto hoje como segunda, eu identifico na minha de anos atrás.

          Eu acho que faculdade, estudos, dinheiro e felicidade não estão ligados. A sua felicidade pode vir de coisas muito distintas, o grande problema é que nos é vendida a ideia de que felicidade = sucesso financeiro. Esquecer isso é romper com alguns laços sociais muito bem enraizados no nosso pais mas que, quase sempre, se faz necessário, ainda mais quando a situação econômica que nos encontramos não é a mesma a qual o padrão de consumo parte e toma como padrão social.

        5. @williantetsuoshiratori:disqus não consegui responder no tópico porque está marcado como “esperando pela moderação” mas deixo aqui um jabá de um texto que eu escrevi sobre depressão (minha) e como eu me sentia:

          https://medium.com/brasil/programadores-e-depressao-30043d2972b5#.8nvjumz5o

          O texto fala mais de programadores porque eu conheci muito mais gente de TI com esse problema do que nos outros locais. Muitas das coisas que você tem na sua fala, tanto hoje como segunda, eu identifico na minha de anos atrás.

          Eu acho que faculdade, estudos, dinheiro e felicidade não estão ligados. A sua felicidade pode vir de coisas muito distintas, o grande problema é que nos é vendida a ideia de que felicidade = sucesso financeiro. Esquecer isso é romper com alguns laços sociais muito bem enraizados no nosso pais mas que, quase sempre, se faz necessário, ainda mais quando a situação econômica que nos encontramos não é a mesma a qual o padrão de consumo parte e toma como padrão social.

          1. Obrigado por compartilhar o texto. Rapaz, a parte descrevendo a depressão é exatamente o que eu senti entre Outubro~Novembro. Realmente serve como um conselho para mim, muito obrigado.

            Eu percebi também que lá fora há bastante conversa sobre depressão em TI, bem mais que o Brasil, como você comentou no seu texto.

          2. Obrigado por compartilhar o texto. Rapaz, a parte descrevendo a depressão é exatamente o que eu senti entre Outubro~Novembro. Realmente serve como um conselho para mim, muito obrigado.

            Eu percebi também que lá fora há bastante conversa sobre depressão em TI, bem mais que o Brasil, como você comentou no seu texto.

    3. Legal sua coragem de se expor assim e isso me lembrou de um ponto importante que talvez não tenha sido comentado: em geral, a gente só enxerga os sucessos dos outros e acaba ignorando outros aspectos que ninguém gosta de expor.

      Profissionalmente e financeiramente, acho que sou bem sucedido dentro dos meus critérios, mas houveram sacrifícios em outros aspectos que não são expostos: nunca tive namorada depois do ensino médio, apenas uns 2 encontros fracassados e ficadas em festas/baladas (2 também, nem conta). Também tenho um círculo reduzido de amigos, até evito férias por causa da pressão dos outros em ter que viajar/sair para “aproveitar” as férias.

      Acho que me preocupo mais com isso por causa da sociedade do que por realmente estar realmente incomodado, não me sinto infeliz, mas mesmo assim isso facilita bastante a vida profissional em comparação aos demais com mais obrigações sociais. Fora isso eu sempre tive uma vida privilegiada até a adolescência e nenhum problema de saúde, “engraçado” como o pessoal de SP releva as vantagens de morar no centro expandido da cidade por exemplo.

      1. Gosto de ter opinião independente, então, busco não me filiar a grupos q demandam uma posição fechada de todos seus participantes. Gosto de divergir e buscar chances pra divergir inclusive (e talvez principalmente) com pessoas com quem tenho afinidade. E, claro, não me envergonho das minhas contradições, q são várias. Então, curtia viajar sozinho (pra fazer trilhas) e tal. Ia muito ao cinema sozinho tb, pq como sempre gostei de cinema, via muitos filmes seguidamente e isso exige fôlego, paciência etc. Agora eu curto viajar com a minha esposa, q eu conheci num curso de francês. E viagens em grupo de desconhecidos e mesmo cursos são formas de se conhecer pessoas. Acho q faz mais sentido pra encontrar alguém legal, pq já há aí algum interesse comum.

    4. Não fui eu que marquei, não! E o comentário nem recebeu flags de outros leitores… O Disqus deve ter achado que é spam. Já dei sinal verde a ele aqui.

    5. então, eu entendo um pouco do que você passa, vou falar um pouco de mim pra você entender. Vou fazer 23 anos mês que vem, faço Estudos de Midia (aka comunicação social com mais vertentes) na Universidade Federal Fluminense – RJ e sinto muito isso que você sente. O background de cada um pesa MUITO nos rumos que a vida de cada um leva, mas não é facil ignorar os sentimentos em relação a isso, então eu entendo você.
      Eu e meu irmão fomos as primeiras pessoas da familia a entrar numa faculdade, somos de uma família bem pobre (isso engloba todos parentes também, não tenho aquele famoso “tio(a)” bem de vida AHAHAHAHA), então tudo é bem difícil. Estudei em escolas publicas bem ruins no quesito ensino, mas felizmente fiz ENEM (sem expectativa nenhuma), e na segunda tentativa passei, sem estudar e/ou fazer pré vestibular (pois nem tinha condições de pagar o mais barato que fosse). É sim de fato estranho ver uma galera mais nova ou mais jovem que você mais bem sucessida (aqui falamos de sucesso em relação financeira/trabalho) e tal, enquanto você esta de certa forma estagnado pelo simples fato de que lhe faltam oportunidades, assim ficando dificil não deixar isso afetar seu psicologico. Pelo menos acho que o primeiro passo pra lidar com essas coisas bem pesadas é bem isso mesmo, procurar ajuda, ir num psicologo, psiquiatra, enfim, pra conseguir ter uma base emocional pra aguentar essa carga bem maior de responsabilidade que quem não tem um caminho tão facil na vida tem de lidar. Mas é óbvio que sempre as coisas vão te afetar, eu mesmo to indo pro 6º semestre da faculdade, sem conseguir um estagio até hoje e as pessoas que estudam comigo que precisam muito menos estão conseguindo, como você não deixa coisas como essa te afetar? como você não fica “desesperado” vendo que a faculdade é (de alguma forma, no caso) a via mais “rapida” de você ter alguma estabilidade financeira e nem assim as coisas darem certo? você ve o tempo passando e nada indo pra frente enquanto você precisa muito e quem não precisa consegue as coisas por, como ja citado aqui, moram “Melhor”, tem contatos, tem uma situação financeira confortavel etc. É muito complicado lidar com essa carga e as comparações só dificultam esse processo. Isso quando as comparações não vem até da familia, que querem ajudar mas so acabam piorando a situação. Mas enfim, depois de falar tanto a solução simples e direta (que nem é tao simples assim), seria isso mesmo: tentar não se comparar e fazer o seu que uma hora as coisas podem da certo, se ficarmos nos comparando a pessoas de outras realidades acho que nunca conseguiremos ir pra frente, pois de certa forma jã nascemos bem atras e recuperar essa “vantagem” não é tão simples, é difícil, mas temos que tentar o famigerado “viver um dia de cada vez.”

    6. Vendo os comentários e respostas só tenho uma coisa a dizer:

      A comunidade MdU é foda pra caramba! Fico extremamente feliz que em algum lugar da Internet existam pessoas como vocês! <3

  23. Sou contribuinte mensal da Anistia Internacional e gosto MUITO do trabalho deles. É uma organização dedicada às questões de direitos humanos no mundo todo. E, recentemente, eles divulgaram relatório externalizando preocupação com o fomento do ódio (por instituições, governos e por cidadãos) traduzido pelo ‘nós contra eles’ e que esse comportamento só foi notado lá pelos anos 30 do século passado – justamente culminado na ascensão do nazismo.

    http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,anistia-internacional-diz-que-discurso-de-odio-ameaca-direitos-humanos-em-todo-o-mundo,70001675199

    Como no último Post-livre houve muita repercussão com um tweet do filho do Bolsonaro, tentando saber quem teria mais votos em 2018, se Bolsonaro pai ou Lula, alguns notaram q aqui tb, nos participantes dessa área de comentário, há esse ódio e q em 2018 teremos problemas.

    Eu não sei, mas desconfio um pouco desse discurso, pq grupos extremistas (a ultra direita, por exemplo) estão por aí há tempos e eles não seduzem tanta gente como parece ser o caso… Pelo menos não aqui no Brasil. Mas uma coisa eu notei, nesses anos de PT, q estimulou o crescimento artificial de uma classe média baixa, q ameaçou o status da classe média q se consolidava e irritou as classes mais abastadas pelos gastos q isso implicou (especialmente nos direitos trabalhistas dados aos empregados domésticos), eu acho q como essa nova classe média, por assim dizer, surgiu por conta do estímulo ao consumo, a falta de uma educação de qualidade e bons serviços sociais, preparou o terreno dessa maldita polarização, mas q ainda não é o suficiente pra instaurar um situação mais crítica.

    A situação verdadeiramente crítica aqui tem mais relação com o governo e suas políticas de eliminação e controle social q ainda são muito enrustidas e disfarçadas e não ganharam os contornos de uma Filipinas ou uma verborragia de um EUA sob Trump.

    1. Fomentação de ódio existe pois quem defende o não ódio muitas vezes é muito mais hipócrita do que aquele que expõe seu ódio. Sério.

      Os discursos de inclusão e respeito a outros muitas vezes vem acoplados à um ódio e preconceito embutido às pessoas e seus status, e não a cultura e o que ela causou. Como se toda a pessoa que tem um status diferente do colocado pela pessoa que defende a questão social fosse culpada pela situação atual das coisas.

      No final, quem é acusado pelos “defensores sociais” de algo que eles não cometeram, no final ficam com ódio tanto de quem defende quanto de quem está sendo atacado. Fica um novo ciclo de violência, não tão diferente da exclusão social > criação de criminosos > prisão > volta a criminalidade.

      Não vejo movimentos suaves ou inteligentes para mudança de cultura – o caso do turbante usado pela menina com câncer é um ícone disto.

      Todos ganham dinheiro com isso no final. Todos acabam “aceitando sua situação” e vivendo como este personagem (o dilema do prisioneiro).

      Enquanto não se combater a cultura e não as pessoas, a situação de amplificação de ódio, polarização e desrespeito vão continuar. Se um trata o outro como errado, o resultado é guerra por um território – neste caso, a “razão”, esta que nunca teve dono e nunca terá.

    2. Fomentação de ódio existe pois quem defende o não ódio muitas vezes é muito mais hipócrita do que aquele que expõe seu ódio. Sério.

      Os discursos de inclusão e respeito a outros muitas vezes vem acoplados à um ódio e preconceito embutido às pessoas e seus status, e não a cultura e o que ela causou. Como se toda a pessoa que tem um status diferente do colocado pela pessoa que defende a questão social fosse culpada pela situação atual das coisas.

      No final, quem é acusado pelos “defensores sociais” de algo que eles não cometeram, no final ficam com ódio tanto de quem defende quanto de quem está sendo atacado. Fica um novo ciclo de violência, não tão diferente da exclusão social > criação de criminosos > prisão > volta a criminalidade.

      Não vejo movimentos suaves ou inteligentes para mudança de cultura – o caso do turbante usado pela menina com câncer é um ícone disto.

      Todos ganham dinheiro com isso no final. Todos acabam “aceitando sua situação” e vivendo como este personagem (o dilema do prisioneiro).

      Enquanto não se combater a cultura e não as pessoas, a situação de amplificação de ódio, polarização e desrespeito vão continuar. Se um trata o outro como errado, o resultado é guerra por um território – neste caso, a “razão”, esta que nunca teve dono e nunca terá.

      1. Apenas tome cuidado para não abstrair o problema: no caso brasileiro, não é possível falar disso sem destacar a profunda desigualdade. É fundamentalmente um problema de classe, ainda que tenha outras nuances.

      2. Apenas tome cuidado para não abstrair o problema: no caso brasileiro, não é possível falar disso sem destacar a profunda desigualdade. É fundamentalmente um problema de classe, ainda que tenha outras nuances.

        1. Poizé. O pessoal gosta de tentar despersonalizar o ódio culpando alguma entidade etérea como “a cultura” ou ainda fala que falta “educação de qualidade” como se isso por si só resolvesse o problema social do país e da amplitude das nossas quase-castas.

          A maior parte da elite é elite por privilégios, quase sempre estendidos por 100 (até 500) anos.

        2. Poizé. O pessoal gosta de tentar despersonalizar o ódio culpando alguma entidade etérea como “a cultura” ou ainda fala que falta “educação de qualidade” como se isso por si só resolvesse o problema social do país e da amplitude das nossas quase-castas.

          A maior parte da elite é elite por privilégios, quase sempre estendidos por 100 (até 500) anos.

          1. Fica a questão: o que é a elite? E como lidar com uma sociedade que apesar de se dizer diversa, vive a buscar padrões para sobreviver?

          2. Você pode ter uma elite social/econômica – o 1% da pirâmide econômica do Brasil – mas você pode ter uma elite intelectual também, mas essa, provavelmente, também terá boa parte do seu conjunto contido dentro da primeira.

            Economicamente, elite é bem fácil de delimitar: é quem está nas classes mais altas, quem tem “dinheiro velho” como o Dória, por exemplo. Quem tem capacidade de influenciar atores políticos diretamente (com lobby) também pode fazer parte da elite. O pequeno burguês e o detentor dos meios de produção é parte da elite. Quem pode viver de renda – os rentistas que o Ciro Gomes tanto fala – também são uma parte da elite.

            Podemos criar vários segmentos da elite, mas, ela sempre será o topo da pirâmide de desenvolvimento do país. São as pessoas que tem acesso a oportunidades.

            O que não podemos é despersonalizar a elite e insinuar que ela talvez não exista ou que ela seja maleável a depender do ponto de vista.

            ~~

            Padrões são necessários para a sobrevivência da sociedade capitalista que precisa constantemente do crescimento dos mercados; precisa vender, criar necessidades, segmentar e diferenciar (criar padrões de consumo e padrões de vida/sucesso/felicidade, o que se intersecciona com a conversa que ocorreu segunda com o William).

            A sociedade é diversa, porém compartimentada. Fechada em si nas suas diversas castas econômicas (novos ricos, rentistas, empresários, classe média) e nem sempre (eu diria quase nunca) existe o livre acesso da parte mais baixa para a parte de cima.

            Lidar com isso exige que superemos os valores que servem hoje para balizar a vida (sucesso, felicidade, capacidade) de forma que ele abranja mais as pessoas e menos os mercados.

          3. Acho que esse é um dos problemas nesta discussão – o valor dado as coisas.

            Não é a “elite” que se dá valor – são as pessoas em uma sociedade que definem que “aquilo é algo de valor”.

            Se as pessoas falam que “tal pessoa tem valor pois tem dinheiro” ou “a pessoa é inteligente”, ela vai dar o parâmetro que “aquela pessoa é uma elite, é o topo”.

            Já pensou se as pessoas renegassem isso tudo? Tipo, se as pessoas abandonassem os valores atuais – o dinheiro atual, o valor dado a tal “elite”, como seria?

            Porque as pessoas seguem os caminhos que tem parâmetros, mas se deixar a pessoa seguir o caminho que quiser, ela não precisa estar alinhada com o padrão “economia – trabalho – sociedade”

            Só renegar. Só isso.

          4. Acho que esse é um dos problemas nesta discussão – o valor dado as coisas.

            Não é a “elite” que se dá valor – são as pessoas em uma sociedade que definem que “aquilo é algo de valor”.

            Se as pessoas falam que “tal pessoa tem valor pois tem dinheiro” ou “a pessoa é inteligente”, ela vai dar o parâmetro que “aquela pessoa é uma elite, é o topo”.

            Já pensou se as pessoas renegassem isso tudo? Tipo, se as pessoas abandonassem os valores atuais – o dinheiro atual, o valor dado a tal “elite”, como seria?

            Porque as pessoas seguem os caminhos que tem parâmetros, mas se deixar a pessoa seguir o caminho que quiser, ela não precisa estar alinhada com o padrão “economia – trabalho – sociedade”

            Só renegar. Só isso.

          5. Sim e não.
            O que determina o valor do dinheiro é a sociedade que o usa.
            A elite apenas detém o poder que esse dinheiro armazena em si.

            Ser inteligente é um valor subjetivo e ideológico e tem várias métricas e várias formas de ser mensurado, depende da régua que você pega, mas, via de regram, elites não são mensuradas desse modo (você pode dizer que faz parte de uma elite, mas, isso é vazio de sentido se o resto da sociedade não valida essa sua visão, lhe faltará afinal pertencimento).

            Sobre o resto, você distorce conceitos para que eles se encaixem na sua lógica. Sua lógica não é errada, porém, mas sai do escopo da discussão essencialmente social que estamos tendo aqui. Podemos sim discutir uma nova sociedade, um novo molde de padrões ou não-padrões, onde cada pessoa dê valor a coisas diversas e que sigam outros estilos de vida, descentralizados de valores sociais como sucesso, felicidade atrelada a esse sucesso, etc.

            Mas, como eu disse, é uma outra discussão que não se encaixa no que foi proposto inicialmente aqui e foge do entendimento do que é elite no contexto indicado – é relativizar o peso da palavra elite, despersonalizar ela como classe social e esvaziá-la de significado.

            Na atual sociedade, elite é algo bem definido e desconstruir esse conceito serve apenas para que continuemos mantendo os privilégios dessa elite.

          6. Sim e não.
            O que determina o valor do dinheiro é a sociedade que o usa.
            A elite apenas detém o poder que esse dinheiro armazena em si.

            Ser inteligente é um valor subjetivo e ideológico e tem várias métricas e várias formas de ser mensurado, depende da régua que você pega, mas, via de regram, elites não são mensuradas desse modo (você pode dizer que faz parte de uma elite, mas, isso é vazio de sentido se o resto da sociedade não valida essa sua visão, lhe faltará afinal pertencimento).

            Sobre o resto, você distorce conceitos para que eles se encaixem na sua lógica. Sua lógica não é errada, porém, mas sai do escopo da discussão essencialmente social que estamos tendo aqui. Podemos sim discutir uma nova sociedade, um novo molde de padrões ou não-padrões, onde cada pessoa dê valor a coisas diversas e que sigam outros estilos de vida, descentralizados de valores sociais como sucesso, felicidade atrelada a esse sucesso, etc.

            Mas, como eu disse, é uma outra discussão que não se encaixa no que foi proposto inicialmente aqui e foge do entendimento do que é elite no contexto indicado – é relativizar o peso da palavra elite, despersonalizar ela como classe social e esvaziá-la de significado.

            Na atual sociedade, elite é algo bem definido e desconstruir esse conceito serve apenas para que continuemos mantendo os privilégios dessa elite.

        3. Cara, enquanto eu ver cara que era pobre virar rico e renegar a pobreza depois, não vou conseguir colocar este ponto da “desigualdade”. Em um sistema social como o que temos, infelizmente tudo vai ser desigual. A inteligência, a riqueza, as regras. No dia que as pessoas aceitarem que “precisa equalizar tudo”, e aí todo mundo ficar igual, quero esperar o resultado e ver no que vai dar.

          1. “precisa equalizar tudo” na mão de alguém que não tenha boas intenções, irão gritar comunismo. Basta dizer isso, que até Hitler teve carta branca por um tempo para poder agir. E muita gente teme o Comunismo, e quem sugere maior igualdade é taxado de comunista.

          2. Pronto, chegamos naquele ponto em que alguém, cita Hitler.

          3. Pronto, chegamos no momento que alguém cita Hitler.
            Acho que isso não faz bem pra nenhum debate.

          4. Pronto, chegamos no momento que alguém cita Hitler.
            Acho que isso não faz bem pra nenhum debate.

          5. Aí que está. Não naturalize a desigualdade econômica devido a uma suposta correlação com uma desigualdade de subjetividades.

          6. Aí que está. Não naturalize a desigualdade econômica devido a uma suposta correlação com uma desigualdade de subjetividades.

          7. Cara, tudo é desigual. Para chegar a uma “igualdade”, tudo teria que ser igual. É meio que um nilismo – e como falei ao Pilotti, não tenho tempo nem condições de estudar melhor Ciências Sociais para ter outras medições.

          8. É IMPOSSÍVEL debater contigo enquanto tu ficar tomando tuas experiências como padrão de comportamento ou como régua social.

          9. Eu não tenho acesso a livros (nem tempo para isso – tenho que pagar contas – e esfriar um pouco a cabeça com assuntos que não esquentam a cabeça). Não tenho como conversar pessoalmente com quem estuda sobre Ciências Sociais ou assuntos correlatos.

            Como você quer que eu siga uma outra “régua”?

          10. Mas nem precisa estudar ciências sociais, aqui mesmo já foi falado hoje e na semana passada muito sobre o assunto.

            Desigualdade não é quando uma pobre vira rico e se esquece de olhar pra baixo; desigualdade é um cara ter um banheiro folheado a ouro enquanto uma família come come de cactus ensopada.

            Se o cara que superou a pobreza ignorou-a depois é outro problema. Se um cara compra briga do patrão e de outras classes acima da sua, ignorando a própria situação sócio-econômica isso é falta de consciência de classe. E nisso, nessa falta de consciência, o capitalismo é muito eficiente porque mantém toda a classe trabalhadora refém do sistema quando a deixa mais preocupada em sobreviver e pagar as contas do que pensar sobre a sua situação. Por isso que uma revolução popular não ocorre mesmo com toda desigualdade e concentração de renda.

            Sem falar que o capitalismo sempre vende a ideia, com exemplos pontuais e anedóticos como os teus, que um pobre pode muito bem sair da pobreza para a riqueza apenas trabalhando (se esquecendo de dizer que isso ocorre a cada 1 milhão de pessoas (sendo generoso)).

            Mude a sua régua para olhar ao redor e se perguntar porque a sociedade é assim, porque temos pessoas miseráveis enquanto temos pessoas milionárias, a quem interessa manter a classe trabalhadora esmagada nas contas diárias, porque não existem mais pessoas capazes de ascender socialmente, etc.

          11. Vamos ver se estou bom de argumentos.

            Quando você usa uma referência anedótica (e olha que você critica as minhas), tipo diferenciando “O cara do banheiro à ouro” do “cara que come cacto como sopa”, você está indo meio que nos extremos.

            Não é o capitalismo que “vendeu a ideia” de que um pobre pode sair da pobreza. Antes do que hoje se chama “capitalismo”, havia outras situações sociais onde alguém era refém de outro alguém. “Súditos” vs. “Reis e Lordes” é um exemplo.

            O que implico nesta visão de “desigualdade” é que sempre a gente vê alguém “por baixo” e alguém “por cima” de diversas formas, caça e caçador. E isso não vem do capitalismo. Vem da manutenção desta consciência social de existir dependentes e mantenedores , algo que vem bem anterior a situação hoje denominada capitalismo.

            Queria saber em qual momento da criação deste universo que estamos, alguém que se julgou “superior” começou a usar as palavras e as relações sociais para controlar as outras pessoas, assim se auto definindo como deus, como rei, como dono do mundo, etc… Ou talvez quando começamos a ter raciocínio e conversar, em algum momento alguém que tinha mais capacidade de raciocínio começou a repassar à outras seus conhecimentos e assim foi definido uma liderança, que talvez subiu a cabeça dele e nisso o resultado é o que temos hoje.

            Por isso que falo que eu deveria ler mais e conversar com quem estuda Ciências Sociais, Filosofia, Sociologia, etc… Noto que empacamos nesta coisa de “a culpa é do capitalismo” ou “a culpa é do comunismo”. Sinto que há algo bem além deste papo, pois ficar só focando que “situação social A ou B vai resolver o problema” só vai deixar nessa espiral de polarização social.

            Noto que para validar (ou dispensar) o que penso, preciso antes falar com alguém “superior” a mim, que tenha tudo “documentado e aceito como verdade”.

            E isso também é uma desigualdade – afinal, para eu validar meu raciocínio como certo, preciso falar com alguém que já foi validado antes o raciocínio dele.

            Para mim, o que noto observando é que se a gente só vê esta métrica do “valor do dinheiro e economia”, vamos ficar neste ciclo. Sinto que as pessoas estão atrás de uma questão que nem tem nome ou foco ainda – como todos podem ser felizes sem todos sofrerem?

            Como sempre digo quando fico frustrado nestas conversas: “Feliz o cara que planta e colhe seu alimento e não tá nem aí para o resto da sociedade”.

          12. “Quando você usa uma referência anedótica (e olha que você critica as minhas), tipo diferenciando “O cara do banheiro à ouro” do “cara que come cacto como sopa”, você está indo meio que nos extremos.”

            Isso não é evidência anedótica é uma hipérbole para comparação, talvez.
            Sim eu estou indo nos extremos porque é pra ir nos extremos quando se fala de desigualdade.

            O resto do comentário, eu acho que já discuti isso contigo aqui mesmo um tempo atrás. É meio que chove no molhado porque tu acredita numa coisa que nega todo o contexto social, basicamente (pode aceitar algo aqui e ali) e que eu diria que se encontra no limite do anarcoprimitivismo.

            É infrutífera qualquer discussão porque tu sequer acredita nas mesmas coisas que eu – socialmente falando – então não tem como chegar em lugar nenhum, nem em opiniões diferentes.

    3. A tal “nova classe média” surgida nos anos Lula/Dilma é, de fato, apenas a expressão de um alargamento do proletariado clássico composto por amplas fatias que até os anos 90 conviviam com informalidade e miséria. Ou seja: nada mais é que uma classe necessária ao desenvolvimento capitalista justamente porque cumpre duas funções: 1. é explorada; 2. consome muito, ainda que pouco individualmente.

      O acesso ao status de “nova classe média” desse proletariado (e, lembre-se: está longe de ser uma classe que de fato teve acesso a uma fatia mais generosa de redistribuição da renda nacional…) se deu justamente pelos novos hábitos de consumo. Não há nada mais capitalista que isto.

      Este fator, entre outros (como a curiosa e nada esquerdista aliança entre setor produtivo e massa trabalhadora simbolizada pelo ex-vice-presidente, a política monetária que privilegiou instituições financeiras, o estímulo aos “campeões nacionais” e sobretudo a manutenção de uma política fiscal regressiva) fez do governo do PT um dos que promoveu um dos mais intensos ajustes CAPITALISTAS no desenvolvimento do país.

      É esquizofrênico pensar como ainda tem gente que chama o governo petista de “comunista” — e ainda mais doido pensar como isso ajuda numa polarização maluca dos dois lados.

    4. A tal “nova classe média” surgida nos anos Lula/Dilma é, de fato, apenas a expressão de um alargamento do proletariado clássico composto por amplas fatias que até os anos 90 conviviam com informalidade e miséria. Ou seja: nada mais é que uma classe necessária ao desenvolvimento capitalista justamente porque cumpre duas funções: 1. é explorada; 2. consome muito, ainda que pouco individualmente.

      O acesso ao status de “nova classe média” desse proletariado (e, lembre-se: está longe de ser uma classe que de fato teve acesso a uma fatia mais generosa de redistribuição da renda nacional…) se deu justamente pelos novos hábitos de consumo. Não há nada mais capitalista que isto.

      Este fator, entre outros (como a curiosa e nada esquerdista aliança entre setor produtivo e massa trabalhadora simbolizada pelo ex-vice-presidente, a política monetária que privilegiou instituições financeiras, o estímulo aos “campeões nacionais” e sobretudo a manutenção de uma política fiscal regressiva) fez do governo do PT um dos que promoveu um dos mais intensos ajustes CAPITALISTAS no desenvolvimento do país.

      É esquizofrênico pensar como ainda tem gente que chama o governo petista de “comunista” — e ainda mais doido pensar como isso ajuda numa polarização maluca dos dois lados.

      1. Curiosamente, foi justamente quando o governo Dilma Rousseff, de forma mais agressiva, tentou forçar uma queda abrupta de juros (lá por volta de 2012), rompendo com a política “mezzo desenvolvimentista mezzo rentista”, que começou uma debandada de seus aliados entre alguns dos setores da elite industrial e financeira do país.

      2. Curiosamente, foi justamente quando o governo Dilma Rousseff, de forma mais agressiva, tentou forçar uma queda abrupta de juros (lá por volta de 2012), rompendo com a política “mezzo desenvolvimentista mezzo rentista”, que começou uma debandada de seus aliados entre alguns dos setores da elite industrial e financeira do país.

      3. Tb noto muita loucara nisso, de classificar o PT de governos de esquerda, pq é bem pouco razoável. Mas serviu bem de esteio pra fomentar o golpe e estimular o antipetismo. Mas o q eu não vejo é o antipetismo e mesmo diversos grupos q se identificam como sendo de direita, transbordando num ódio q nos leve às vias de fato. Vislumbrava o contrário há não muito tempo, mas vendo agora, no carnaval, por exemplo, qdo muita gente diferente se encontra, não há conflito descambando em pancadaria como poderia ter. E não vejo grupos extremados se reunindo em praça pública q querendo tocar o terror. As manifestações levaram muita gente às ruas por conta do antipetismo, mas mesmo ali, onde havia uma espécie de discurso reacionário correndo solto, não me pareceu q ele ganharia contornos violentos. Claro, há muita violência simbólica com gente apoiando apoiando o ‘bandido bom é bandido morto’, mas ainda é um apoio a algo levado a adiante pelo governo de forma sorrateira e não declarada como em outros casos extremos listados pela Anistia Internacional. Agora, eu não sei se já é suficiente pra nos preocuparmos ou não. Pode ser q um Bolsonaro ganho em 2018, mas ele seria um estorno pro grande acordo q conseguiram agora, por exemplo, com o PMDB abrindo o caminho para o q há de pior no empresariado e na classe política q preferem discrição.

    5. O fomento ao ódio é 90% da mídia e de como a cobertura diária dos jornais é feita e apenas 10% relativo a problemas de classe de fato – como você apontou.

      Eu peguei uns 4 gráficos da Globo mostrando como ela “sutilmente” apresenta dados verdadeiros de forma que eles passem uma ideia bastante diversa ou, que numa primeira olhada, sejam vistos com outro filtro.

      É importante ter-se liberdade de imprensa e mais importante ainda é ser critico a imprensa. E óbvio, não é apenas a Globo que faz isso – o jornalismo conservadores religioso do SBT com os editoriais são um exemplo disso.

      Abaixo as imagens. https://uploads.disquscdn.com/images/1c2b5a67cf7ec45a608ef27bc3635e78c5dbccc910c38fec8b0dca3bc6615e70.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/a5ccbd672bbfc2d5928cd1ace66db98aa4306d3ede38c652664ec1bc9b760d82.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/37c84a97e60163e5dfd9caecfc8feabaa379b6a312888d3b6e190d1ec87b6d8d.jpg

      https://uploads.disquscdn.com/images/c4e8a8d79c6b0d18e078b6e08682ee9dd2cf5a6e4046d342ef871b85c5e76c90.jpg

      1. Eu sinto dificuldade em identificar a origem desse ódio. Pq o ódio sempre me pareceu ser algo bem pouco sutil… Se pensarmos nos linchamentos, fomentado inclusive pela jornalista do SBT, eu veria como algo q precede a imprensa (q ainda, mesmo q toscamente, carrega valores do iluminismo). Tb não tem como creditar tudo à ignorância ou mesmo ao medo. Eu não sei se aqui a gente reúne os elementos necessários pra estimular uma política de ódio francamente aberta… Sim, há a matança da polícia, mas ela é velada e não dá às caras. E, sim, tem muita gente perdendo a vergonha de expor o ódio, mas ainda parece ser em número insuficiente… Isso q a Globo faz me parece uma comunicação mais orientada, pq é na GloboNews, q tem um público um pouco mais instruído… Não sei até q ponto eles conseguem manipular as pessoas nesse nível de sutileza.

      2. Eu sinto dificuldade em identificar a origem desse ódio. Pq o ódio sempre me pareceu ser algo bem pouco sutil… Se pensarmos nos linchamentos, fomentado inclusive pela jornalista do SBT, eu veria como algo q precede a imprensa (q ainda, mesmo q toscamente, carrega valores do iluminismo). Tb não tem como creditar tudo à ignorância ou mesmo ao medo. Eu não sei se aqui a gente reúne os elementos necessários pra estimular uma política de ódio francamente aberta… Sim, há a matança da polícia, mas ela é velada e não dá às caras. E, sim, tem muita gente perdendo a vergonha de expor o ódio, mas ainda parece ser em número insuficiente… Isso q a Globo faz me parece uma comunicação mais orientada, pq é na GloboNews, q tem um público um pouco mais instruído… Não sei até q ponto eles conseguem manipular as pessoas nesse nível de sutileza.

        1. 3 são da Globo News e dos juros é do Bom Dia Brasil.

          Mas é bem fácil perceber esse viés dentro da emissora quando chama o Sardenberg para falar sobre a economia do país e ele elogia medidas tampão do Temer. Ou a Mara Luquet para dar dicas de investimento que partem sempre de uma realidade bovina de exploração. Porém, enquanto o viés é apenas ideológicos em apresentações enviesadas, ainda que sirva de propaganda governamental bem paga, não podemos fazer nada porque é uma empresa privada – ainda que opere sob concessão do governo – fazendo o que acha melhor, o problema surge quando gráficos como esse são apresentados e disseminados pela internet sem a devida crítica – e acredite, a maior parte das pessoas vai ler aquilo e ter apenas a percepção visual das barras – aprofundando a corrente de ódio que temos hoje.

          A polarização do Brasil é reflexo de outras polarizações no resto do mundo – França, EUA, Alemanha passam por isso – mas é inegável que a mídia brasileira, travestida sempre pela imparcialidade seletiva, tem grande papel no aprofundamento do discurso de ódio.

          Aquele brasileiro que sempre teve raiva do Lula e o atacava como “cachaceiro”, “ladrão” e “anbalfabeto” que ficou quieto e engoliu a politica de austeridade do PT pós “Carta ao povo brasileiro” agora tem o ferramental necessário para solidificar o argumento de que “o PT quebrou o país” ou “a Dilma é uma agente do bolivarianismo” porque a mídia deu pra ele essa possibilidade.

          A mídia não criou o ódio, ela aprofundou (e o grande motivo dela ter feito isso, além a verba do governo Temer, é que ódio vende).

  24. Sou contribuinte mensal da Anistia Internacional e gosto MUITO do trabalho deles. É uma organização dedicada às questões de direitos humanos no mundo todo. E, recentemente, eles divulgaram relatório externalizando preocupação com o fomento do ódio (por instituições, governos e por cidadãos) traduzido pelo ‘nós contra eles’ e que esse comportamento só foi notado lá pelos anos 30 do século passado – justamente culminado na ascensão do nazismo.

    http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,anistia-internacional-diz-que-discurso-de-odio-ameaca-direitos-humanos-em-todo-o-mundo,70001675199

    Como no último Post-livre houve muita repercussão com um tweet do filho do Bolsonaro, tentando saber quem teria mais votos em 2018, se Bolsonaro pai ou Lula, alguns notaram q aqui tb, nos participantes dessa área de comentário, há esse ódio e q em 2018 teremos problemas.

    Eu não sei, mas desconfio um pouco desse discurso, pq grupos extremistas (a ultra direita, por exemplo) estão por aí há tempos e eles não seduzem tanta gente como parece ser o caso… Pelo menos não aqui no Brasil. Mas uma coisa eu notei, nesses anos de PT, q estimulou o crescimento artificial de uma classe média baixa, q ameaçou o status da classe média q se consolidava e irritou as classes mais abastadas pelos gastos q isso implicou (especialmente nos direitos trabalhistas dados aos empregados domésticos), eu acho q como essa nova classe média, por assim dizer, surgiu por conta do estímulo ao consumo, a falta de uma educação de qualidade e bons serviços sociais, preparou o terreno dessa maldita polarização, mas q ainda não é o suficiente pra instaurar um situação mais crítica.

    A situação verdadeiramente crítica aqui tem mais relação com o governo e suas políticas de eliminação e controle social q ainda são muito enrustidas e disfarçadas e não ganharam os contornos de uma Filipinas ou uma verborragia de um EUA sob Trump.

  25. Tô curtindo a Newsletter diária, Ghedin! E tb gostei da dica q vc deu do ‘Meio’. Somada ao ‘Nexo’, estou me sentindo bem informado. Mas vc não deveria batizar a news com um nome específico?

    1. Eu também estou gostando do formato da nova newsletter. Não é comprida, mas bem completa. Ideal para se manter informado antes de começar o expediente.

    2. Ainda acho que newsletter diária e slow web soa conflitante.

      Aliás, esses dias na ej que trabalho, fiquei refletindo sobre esses esquemas de visão, missão, valores etc. e se eles realmente servem para algo.

      1. Mas a news é algo q pode interessar às pessoas de um modo geral e não foge ao espírito da slow web, pq evita o acúmulo de referências no sábado, sendo q há brecha para leitura todos os dias.

        Sobre as missões e tal… com certeza. Acho q só empresas pequenas e médias conseguem se fixar nelas, mas ainda assim, haverá aquelas pisarão no tomate.

        Compramos produtos de uma empresa chamada Mr. Veggie. E eles são uma empresa média… mas q já adotam o expediente das grandes: mudaram o peso do produto pra baixo colocando aquele aviso quase invisível.

    1. Um novo smart da LG que irá mudar o mercado, até o lançamento do S8 e tudo será como antes, S8 irá vender muito bem, competindo com o iPhone, ai lançaram um novo iPhone em setembro, as vendas da Samsung caem, e o ciclo se repete.

      1. Esse círculo vicioso está terminando com as demais opções de escolhas que o mercado deve ter. Acredito que isso irá acabar. E precisamos de escolhas diferenciadas.

      2. Esse círculo vicioso está terminando com as demais opções de escolhas que o mercado deve ter. Acredito que isso irá acabar. E precisamos de escolhas diferenciadas.

        1. Não é o ciclo, e sim o que é apresentado, não tem nada novo, ou algo que realmente irá fazer uma diferença, e acaba se sobressaindo quem já tem uma boa marca no mercado. Samsung e Apple, no final é um retângulo com um OS. E com um Martket Share de 99.6% entre iOS e Android, é um belo duopólio.

          Sei que você acredita que a Microsoft irá mudar extremamente o mercado. Quem sabe, mais é um belo moonshot, pois produtos para tentar mudar completamente o mercado são lançados todos os dias, é questão de se o mercado irá comprar a ideia. E se o produto estará devidamente finalizado.

          1. Quase todos os recursos de telefones são commodities já.
            Minha expectativa com qualquer evento de tecnologia, ultimamente, tem sido nula.

    1. Interessante vc comentar isso, pq estava justamente pensando q temos muitas piadas e aceitação é relação ao álcool e uma baita frescura em relação a outras drogas… Acho muito hipocrisia esse lance. E, claro, não é de vc q falo.

    2. Interessante vc comentar isso, pq estava justamente pensando q temos muitas piadas e aceitação é relação ao álcool e uma baita frescura em relação a outras drogas… Acho muito hipocrisia esse lance. E, claro, não é de vc q falo.

      1. Cara vivemos hipócrita,agora nosso país viverá alguns dias ‘alegres’ mas não somos felizes.

        1. Eu acho q rola uma felicidade sincera de quem vai ao carnaval, especialmente nos blocos de rua. Mas confesso q fico chocado, de verdade, com a quantidade de bebida. Fui ao cinema, no domingo, na Augusta, e fui comprar água e alguma coisa pra comer numa dessas docerias. Tinha muito jovem ali (acho q todos com mais de 18) comprando bebida. Mas muita bebida… Acho q eu era o único da fila sem uma bebida. Não uso nenhum tipo de droga e fico sinceramente preocupado com esse uso excessivo.

        2. Eu acho q rola uma felicidade sincera de quem vai ao carnaval, especialmente nos blocos de rua. Mas confesso q fico chocado, de verdade, com a quantidade de bebida. Fui ao cinema, no domingo, na Augusta, e fui comprar água e alguma coisa pra comer numa dessas docerias. Tinha muito jovem ali (acho q todos com mais de 18) comprando bebida. Mas muita bebida… Acho q eu era o único da fila sem uma bebida. Não uso nenhum tipo de droga e fico sinceramente preocupado com esse uso excessivo.

          1. Bastante e nessa época muito mais ainda,sinônimo de alegria é praticamente beber na nossa cultura atualmente é veja bem,eu bebo “socialmente ” também

          2. E é bem preocupante, pq com o cérebro em formação até os 25 anos… Esse álcool todo faz um puta estrago.

          3. Só olhar o carnaval, as festas de faculdade, compram milhares de litros das mais variadas bebidas num estilo open bar. Mas depois, vai amenizando, ninguém mais bebe tanto quanto na época da faculdade, acho*

          4. Cara, é mais uma questão de pensamento retrógrado.
            Eu não sou usuário de Maconha e nem Cigarro, pois tenho um problema com fumaça, passo mal.
            Mas tenho a noção que o Álcool é tão nocivo quanto essas drogas.
            Proibir só indaga as pessoas a irem atrás. O exemplo disso é a lei seca dos EUA em 1920.
            Aí porque ao invés de simplesmente proibir, não libera controlando a produção e quantidade.

          5. Pois é, sem proibição conseguiu-se, através de muitas e muitas campanhas educativas, diminuir o consumo de cigarro. Acho q, em grande maioria, os jovens não fumam. Mas ele tá lá pra quem quiser comprar q quiser arruinar a sua saúde. Proibiram de fumar em lugar fechado e isso foi a melhor coisa q poderia acontecer pra quem não fuma. Os fumantes se sentem perseguidos, mas é mais um resmungo do q uma crítica de verdade. Nunca vi ninguém levar um tiro por estar com um cigarro na mão.

          6. Eu odiei a proibição de fumar em ambientes fechados. Só me dava dor de cabeça, no final acabei me acostumando.

          7. Eu odiei a proibição de fumar em ambientes fechados. Só me dava dor de cabeça, no final acabei me acostumando.

          8. Cara, é muito ruim pro fumante aguentar toda aquela fumaça…

          9. Cara, é muito ruim pro fumante aguentar toda aquela fumaça…

          10. Ah, aqui em SP ia rolar uma campanha nos ônibus da EMTU dizendo q a guerra às drogas mata mais q as drogas. O governo barrou a campanha… À época o secretário de segurança era o Alexandre de Moraes.

      2. Exatamente!
        Pessoal julga e evita a discussão do consumo da Maconha, que nada mais é uma planta que é consumível e possui alterações, assim como o tabaco. Mas adora falar sobre o Álcool.

      3. Exatamente!
        Pessoal julga e evita a discussão do consumo da Maconha, que nada mais é uma planta que é consumível e possui alterações, assim como o tabaco. Mas adora falar sobre o Álcool.

        1. E, pelo q eu noto, a maconha não deixa as pessoas agressivas como o álcool, mas com certeza rola abuso tb. A discussão sobre esse assunto até poderia passar por filtros puritanos e moralistas (afinal essas coisas existem em todas as sociedades), mas barrar essas discussões e formas de resolver e de se procurar um consumo seguro é devastador. Não há nada impedindo as pessoas de beberem muito e se acabarem por isso e, por outro lado, há uma guerra contra a venda de outras drogas. Ou seja, tá tudo errado aí.

        2. E, pelo q eu noto, a maconha não deixa as pessoas agressivas como o álcool, mas com certeza rola abuso tb. A discussão sobre esse assunto até poderia passar por filtros puritanos e moralistas (afinal essas coisas existem em todas as sociedades), mas barrar essas discussões e formas de resolver e de se procurar um consumo seguro é devastador. Não há nada impedindo as pessoas de beberem muito e se acabarem por isso e, por outro lado, há uma guerra contra a venda de outras drogas. Ou seja, tá tudo errado aí.

        3. Tem aquela expressão tb, q os americanos conseguem transformar qualquer coisa em um negócio. Pois bem, é o q estão fazendo com a maconha. Aqui, por outro lado, temos o Alexandre de Moraes com um facão em plantações no seu esforço ridículo de erradicar a maconha no… CONTINENTE. Ainda bem q colocaram esse homem modesto no STF.

        4. Tem aquela expressão tb, q os americanos conseguem transformar qualquer coisa em um negócio. Pois bem, é o q estão fazendo com a maconha. Aqui, por outro lado, temos o Alexandre de Moraes com um facão em plantações no seu esforço ridículo de erradicar a maconha no… CONTINENTE. Ainda bem q colocaram esse homem modesto no STF.

  26. Estou com uma dúvida aqui: até que ponto o Disqus é importante? Se tirasse ele e voltasse com o sistema de comentários nativo do WordPress, você acharia ruim?

    1. Curto o Disqus pela onipresença dele haha.

      Falando sério, não vejo nada de errado no Disqus para trocá-lo. Quais são seus motivos para cogitar essa mudança?

      1. O Disqus faz muitas requisições e baixa muita coisa para ser renderizado. Em março (ou abril), passará a exibir anúncios por padrão. No mais, seria para termos mais controle sobre a experiência de vocês aqui no site.

      2. O Disqus faz muitas requisições e baixa muita coisa para ser renderizado. Em março (ou abril), passará a exibir anúncios por padrão. No mais, seria para termos mais controle sobre a experiência de vocês aqui no site.

        1. O q me incomoda no Disqus é a pessoa acumular pontos e isso dar uma certa notoriedade à ela – algo q inclusive precede o comentário dela e o respaldo da ‘comunidade’ em q ela comenta. E não se exibe o seu oposto, a quantidade de avaliações negativas q um comentário pode ter. Não apoio a censura, claro, mas há um site, o Vá de Bike, em q eu acompanho discussões e o post com muitas avaliações negativas aparecem fechados, vc tem q ir lá e clicar pare abri-los e lê-los. Acho q isso funciona como uma forma de combater os sabotadores de discussões q ficam turvando debates. Quem quiser ler e responder vai lá sem restrições. E confesso q é bem incomodo pra mim que muitas das minhas opiniões fiquem nas mãos de uma empresa que, se vacilar, pode ser comprada por um Facebook ou Google. Eu apoio a mudança!

          1. O app Beta pra Windows 10 exibe um contador pra ambos, votos positivos e negativos, ainda que só nas discussões e não na página de perfil
            https://uploads.disquscdn.com/images/fa9d34a339c0e6e46311dfcc7320c965e9bb558ab8b96a351d47cd93cd4a72ac.png
            Talvez essa funcionalidade chegue à versão web e ao app para iOS. Todavia, pode demorar, pois o Disqus em termos de design é muito incoerente, cada app tem uma linguagem que em pouco ou nada lembra as das versões web, diferente do que ocorre com Twitter.

            Aliás, seria bacana se o Twitter comprasse o Disqus, dada as semelhanças que pelo menos eu vejo entre ambas as redes

        2. Ah, e usando o Tor eu não consigo abrir o Disqus… Isso é bem chato tb.

        3. Ah, e usando o Tor eu não consigo abrir o Disqus… Isso é bem chato tb.

        4. Ghedin, acredito que o Disqus ofereça uma melhor experiência de uso pra todos, o que pode ser seriamente comprometido pelos anúncios. Enfim, é um dilema…

          Acredito que seja legal fazer um teste, nesse caso o empirismo vai falar mais alto!

          Não sei se é possível, mas talvez redirecionar o Post Livre #75 pra outro site com o sistema do WP e ver o que o pessoal vai achar (se for viável, é claro!).

          1. Eu já vi o Disqus dar umas travadas. Não lembro de ter perdido o q escrevi… Mas, sei lá, qual é a do Disqus, afinal? O q eles pretendem?

          2. Eu já vi o Disqus dar umas travadas. Não lembro de ter perdido o q escrevi… Mas, sei lá, qual é a do Disqus, afinal? O q eles pretendem?

          3. Ganhar dinheiro, tem uma puta plataforma, que foi adotada por muita gente, mas não havia conseguido monetizar sua plataforma.

          4. Ganhar dinheiro, tem uma puta plataforma, que foi adotada por muita gente, mas não havia conseguido monetizar sua plataforma.

          5. Disqus se descreve como uma rede social – e de fato é. Falta apenas um mensageiro interno e pronto, temos um novo Twitter em termos cronológicos (ainda que o feed não se atualize automaticamente)

      3. REdirecionamento dos links postado no diqus (sem usar a tag code) está uma autentica merda.

    2. Ele tem notificações de novas respostas e novos comentários, acho que o padrão do WP não tem.

    3. Ele tem notificações de novas respostas e novos comentários, acho que o padrão do WP não tem.

          1. Tem como fazer um post experimental só com o WP? É o melhor jeito de descobrir

          2. Tem como fazer um post experimental só com o WP? É o melhor jeito de descobrir

    4. Pessoalmente eu achava menos prático o default do WordPress, entendo que é pesado (eu mesmo comentei contigo sobre isso), mas os comentários me parece uma parte muito relevante do site para ter uma experiência menos que ótima.

      De qualquer forma, acho que vale refazer um experimento e ver como fica.

    5. Por mim, que deixe os comentários em alguma rede social também. Tou falando: vocês que defendem muito a liberdade de sair de sistemas mais “fechados” ficam em um dilema: “vamos para onde, sendo que todas as outras opções são ‘piores’?”

      As vezes acho que buscamos uma utopia difícil demais. :

      1. Não existe solução perfeita — essa, de fato, é utópica. Eu busco a que melhor se adequa ao que acho necessário para a coisa funcionar aqui no Manual :)

      2. Não existe solução perfeita — essa, de fato, é utópica. Eu busco a que melhor se adequa ao que acho necessário para a coisa funcionar aqui no Manual :)

    6. Nem lembro do sistema do wordpress, mas como no disqs eu clico no ícone do twitter e já comento, acho prático hahah

      Enfim, sendo simples de logar + comentar, tanto faz.

    7. Nem lembro do sistema do wordpress, mas como no disqs eu clico no ícone do twitter e já comento, acho prático hahah

      Enfim, sendo simples de logar + comentar, tanto faz.

    8. Faz tempo que eu não vejo a caixa nativa do WordPress, mas ela era razoável.
      A do Blogspot é que deixava muito a desejar. E a da Facebook é horrível de pesada.

      Pra mim, sinceramente, não faria a menor diferença.

    9. Sim. Caixa muito simples e limitada.
      Não há nada que ofereça a mesma liberdade ao comentarista que o DISQUS. Se bem que a coisa ficou um pouco estranha e/ou confusa com as novas políticas.
      Mudar a caixa de comentários prejudicaria atividades aqui, como o post livre.

    10. Eu acharia péssimo.
      Mas já que perguntou, pergunto de volta: Por que considerar a possibilidade?

    11. Eu acharia péssimo.
      Mas já que perguntou, pergunto de volta: Por que considerar a possibilidade?

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