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Post livre

Post livre #7 EXTENDED

Post livre é um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários aos leitores do Manual do Usuário. Vai ao ar toda sexta, e fica aberto durante o fim de semana. Neste, por conta do feriado de terça, ele durará mais, então usem bem o espaço (até porque, nesse período, o blog não terá posts). Eu também estarei nos comentários, acompanhando e jogando uns assuntos na roda.

202 comentários

  1. Um spin-off de um comentário anterior:

    Falei sobre a falta de sites de tecnologia falarem sobre alguns assuntos com profundidade, dentre eles o fim da TV Digital (E como brinde,poderiam mostrar vídeos sobre o desligamento de alguns países).

    Depois disso resolvi dar uma caçada na net, pelo termo “Analog Switch-Off” ou “Analog Television Shutdown”.

    É muito interessante ver como acontece os últimos segundos. Em muitos casos, a operadora de TV analógica faz um vídeo final explicando a migração e agradecendo a audiência. Alguns fazem até um vídeo com a história da TV até aquele momento. Outros, sincronizam o programa de notícias para falar sobre o momento do “Apertar o Botão” e desligar o emissor de tv analógico.

    Lá vai um comentário gigantesco por causa de vídeos:

    Desligamento no Japão:
    https://www.youtube.com/watch?v=qECRonXv7us

    Nova Iorque:
    https://www.youtube.com/watch?v=XoUmgxEGBAY

    Escócia (terra da BBC :)
    https://www.youtube.com/watch?v=kAi4ghrFNnE

    Canal de Sidney, Austrália (achei o mais bacana por causa da vinheta de encerramento =) )
    https://www.youtube.com/watch?v=aWk5SvvCeA8

    Cara, só fico imaginando no Brasil o SBT usando esta “tenebrosa” vinheta de encerramento na hora de desligar a TV Analógica :3
    https://www.youtube.com/watch?v=lePTHbNuTr4

  2. Ghedin, audiência como produto. Há tempos leio isso quando criticam google e afins, mas daí pergunto, isso já não era de certa forma assim nas dinâmicas jornais/leitores, canais abertos de televisão/telespectadores? Essa relação entre anunciantes e mídia é tão mais danosa hoje que no passado? O modelo anônimo e indireto (até diminuindo amarras com patrocinador) de entrega de anúncio não é uma forma razoável de sustentar um negócio? (Enquanto escrevia isso consegui ver melhor algumas situações problemáticas, mas gostaria de ler sua opinião sobre.)

  3. Coisas que nunca vi sites de tecnologia abordarem com profundidade sobre:

    – Adwares (aqueles instaladores de programas “suspeitos” automáticos e similares – Baidu incluso).

    – A questão da “venda casada internet + telefone” ou “internet + provedor” (comum em serviços de internet de operadoras de telefonia).

    – A relação profissional de tecnologia + usuário básico (só vejo mais é piadas e preconceitos de ambos os lados – principalmente dos técnicos)

    – Paraguai (seria interessante fazer algo sobre a relação contrabando e tecnologia – ainda existente)

    – Compras no exterior via sites chineses e similares (não vi alguma reportagem acompanhando como é com profundidade suficiente).

    – Suporte técnico de empresas de tecnologia (há muitos relatos de problemas com suporte técnico, desde falta de peças até mau atendimento.)

    – Tecnologias promissoras ou em estudo para se tornarem padrão (como o Digital Radio Mundiale – que quer transformas as transmissões em Ondas Curtas e Médias em formato digital). (Bonus: poderiam fazer também sobre tecnologias que já foram testadas no Brasil, como o Digital Audio Broadcast).

    Edit: Noruega está “matando” o FM analógico, transformando-o em DAB: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2015/04/noruega-desligara-radio-fm-partir-de-2017.html :)

    – A situação atual da TV Digital no Brasil (como está a abrangência, se a primeira cidade a receber está pronta para eliminar a tv analógica….) (Bonus: um vídeo com os últimos e agonizantes minutos de transmissão de TV analógica – existem vídeos sobre isso em outros países :) )

    Edit: uma pesquisa sobre “Analog Television Shutdown” mostra alguns vídeos capturados de emissões de TV analógicas em seu “leito de morte” :3 (agoniante… :p )

    https://www.youtube.com/watch?v=je0YRBKQRmY

    Edit 2: Acabei de achar um programa da EBC/TV Brasil, o Ver TV, com uma conversa sobre o fim da TV Analógica por aqui. Segue: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2015/04/20/copo-de-vidro-ou-de-plastico-sem-agua-nao-troque-um-problema-por-outro.htm :)

    – Uma matéria sem viés sobre os dois lados da pirataria de tv paga, mostrando tanto os porquês das tvs defenderem o direito de cobrar sua transmissão e o que faz para eliminar, quanto o lado dos usuários de tv pirata, sobre custos, comodidade e tudo o mais.

    Não, não é exatamente para o Ghedin fazer tudo isso, só era algo que queria comentar há um tempo e aproveitei a deixa de hoje. =)

    1. Todas as pautas são boas, e adoraria ver as pautas 1, 2, 6, 8 e 9 no MdU. Dos sites nacionais que acompanho, algumas já apareceram no Link (Estadão), Tecnoblog e Giz, mas há muito tempo. O problema que por esses veículos as vezes o texto é superficial e os comentários não servem para gerar debate ou agregar informação pertinente.

      1. Bingo. Em tempos, Giz e Tecnoblog deixei de ler há uns meses. Penso em reler ambos, mas fiquei traumatizado com duas coisas:

        – os comentários, que no caso do Giz pioraram (as vezes acho que é minha culpa. Comentava por lá e era alvo fácil de trolls. Pobre do Pedro Burgos, que aturava comentaristas chatos por lá… :)

        – Ver anúncio de empresa “suspeita” (como o Baidu) – foi o caso do Tecnoblog. Entendo perfeitamente que todo mundo merece ganhar dinheiro, mas é aquela coisa: se nos preocupamos com uma questão de ética, de códigos de conduta e respeito, ganhar dinheiro de alguém que a gente suspeita que tem atitudes ilícitas, automaticamente gera desconfiança.

        1. – O Giz ainda tem um ou outro comentário bom, mas que se perde no meio da “galera de lá”. O problema é que há um conflito entre as pautas do site, que ficaram mais amplas, e a expectativa dos leitores rotineiros.

          – Entendo. Imagino que os próprios editores do site nem devam endossar alguns produtos anunciados… mas o anúncio tá lá. Não sei se há uma compra de um serviço/plataforma de publicidade e esta que vira responsável pelos anúncios com base num target, sem que os editores possam dar sim ou não (mas seria um cenário meio bizarro).

        2. No caso dos comentários, não seria apenas o caso de parar de lê-los? Eu faço esse questionamento para mim mesmo também, visto que a área de comentários acaba sendo uma parte que busco ler por curiosidade/interesse também, ainda que na minha cabeça o principal e suficiente devesse ser a matéria/artigo/notícia em questão… Acho fascinante pensar sobre o quanto esse espaço dos comentários pode ter peso na fidelização de leitores, algo único comparado a outras mídias.

          1. A ti e ao Frederico. Sim, seria mais fácil não ler os comentários. Tanto é que por um tempo, programei o Ad-Block (perdão, pessoal :) ) para bloquear áreas de comentários.

            É que não gosto de falar muito por aqui, mas de qualquer forma, não tem jeito. O que mais fiquei mordido é do Giz manter alguns comentaristas por lá que realmente já até humilharam seus autores. Já vi até alguns comentaristas se redimirem e pararem com comentários idiotas, mas mezzo sou da filosofia de “se fez muitas vezes errado, não dá para perdoar várias vezes”. Tem gente por lá que até hoje gostaria de ter o poder de descobrir quem é e mandar processa-lo por ofensa e qualquer outro crime.

            Para quem não sabe, já até ajudei nos comentários lá, tentando colaborar com um espaço razoável e até ajudei na manutenção do “Juca Awards” (uma brincadeira que o Burgos na época fez para tentar valorizar comentários bacanas, mas admito que desviei um pouco com mais espaço para piadas do pavê… :p ) Pensei que com isso ia ajudar a deixar um espaço leve nos comentários. Mas é aquela coisa: quanto maior a audiência, maior a aleatoriedade. Nisso chegou os “trolls profissionais/ semeadores da discórdia”, e aí acabou com o espaço de lá dos comentários.

            Digamos que eu tinha orgulho de tentar ajudar a fazer um espaço legal de comentários lá, mas tenho tristeza de ter visto os comentários virarem um antro de palavras tolas. Tem horas que tenho pena ou raiva do Voltaire (“Posso não concordar, mas tem o direito de dizer o que quiser”).

            Tem uma série de charges do Lucs (um artista brasilense que fez charges bacanas sobre games há um tempo atrás) que fala sobre este tipo de personagem antes mesmo da popularização (e quando ainda usava-se o termo em inglês e separando função – flammer, no caso, o pessoal que chega para semear discórdia.) E na época, redes sociais eram os fóruns e seus grupos dedicados a discussão sobre assuntos relacionados.

            https://sites.google.com/site/lucsdf/Flamer_parte01_127.jpg
            https://sites.google.com/site/lucsdf/Flamer_parte02_127.jpg

            Quanto ao Tecnoblog, depois refleti e até comecei a reacompanhar, mas sei lá, fiquei desgostoso de ler por lá. Não me lembro o ponto a mais que me fez parar de ler o site.

            Tenho um trauma também de “extreme techinics”, o pessoal que só fala tequiniques e fala mal de usuário comum de computadores – isso já me impede de ler o MeioBit ou qualquer artigo do Cardoso, por exemplo.

          2. Acredito no que eu disse: muitas vezes as matérias são superficiais (mais do que deveriam). Os comentários podem ajudar com informações pertinentes ou gerar debates. Acontece muito pouco.

          3. No Giz, geravam bons debates. Me lembro de ficar noites nos comentários ou lendo boas opiniões, ou até colocando opiniões na roda. Sério, era muito gostoso conversar lá.

            Hoje, as matérias realmente são mais superficiais na grande maioria das mídias. Matérias profundas em tecnologia, ou com jornalistas e blogueiros dedicados em canais independentes (Como o Manual do Usuário ou o ZTOP do Henrique e Nagano) ou em espaços com paywall.

  4. Coisas que nunca vi sites de tecnologia abordarem com profundidade sobre:

    – Adwares (aqueles instaladores de programas “suspeitos” automáticos e similares – Baidu incluso).

    – A questão da “venda casada internet + telefone” ou “internet + provedor” (comum em serviços de internet de operadoras de telefonia).

    – A relação profissional de tecnologia + usuário básico (só vejo mais é piadas e preconceitos de ambos os lados – principalmente dos técnicos)

    – Paraguai (seria interessante fazer algo sobre a relação contrabando e tecnologia – ainda existente)

    – Compras no exterior via sites chineses e similares (não vi alguma reportagem acompanhando como é com profundidade suficiente).

    – Suporte técnico de empresas de tecnologia (há muitos relatos de problemas com suporte técnico, desde falta de peças até mau atendimento.)

    – Tecnologias promissoras ou em estudo para se tornarem padrão (como o Digital Radio Mundiale – que quer transformas as transmissões em Ondas Curtas e Médias em formato digital). (Bonus: poderiam fazer também sobre tecnologias que já foram testadas no Brasil, como o Digital Audio Broadcast).

    Edit: Noruega está “matando” o FM analógico, transformando-o em DAB: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2015/04/noruega-desligara-radio-fm-partir-de-2017.html :)

    – A situação atual da TV Digital no Brasil (como está a abrangência, se a primeira cidade a receber está pronta para eliminar a tv analógica….) (Bonus: um vídeo com os últimos e agonizantes minutos de transmissão de TV analógica – existem vídeos sobre isso em outros países :) )

    Edit: uma pesquisa sobre “Analog Television Shutdown” mostra alguns vídeos capturados de emissões de TV analógicas em seu “leito de morte” :3 (agoniante… :p )

    https://www.youtube.com/watch?v=je0YRBKQRmY

    Edit 2: Acabei de achar um programa da EBC/TV Brasil, o Ver TV, com uma conversa sobre o fim da TV Analógica por aqui. Segue: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2015/04/20/copo-de-vidro-ou-de-plastico-sem-agua-nao-troque-um-problema-por-outro.htm :)

    – Uma matéria sem viés sobre os dois lados da pirataria de tv paga, mostrando tanto os porquês das tvs defenderem o direito de cobrar sua transmissão e o que faz para eliminar, quanto o lado dos usuários de tv pirata, sobre custos, comodidade e tudo o mais.

    Não, não é exatamente para o Ghedin fazer tudo isso, só era algo que queria comentar há um tempo e aproveitei a deixa de hoje. =)

  5. Alguem sabe indicar uma boa bateria portatil e barata? Estava pensando em pegar essa daqui pois ja vem com varios conectores universais etc http://www.submarino.com.br/produto/119434455/carregador-portatil-case-mix-power-bank-azul?epar=102414&utm_source=buscape&utm_medium=cpc&utm_campaign=bp&WT.mc_id=Buscape&WT.mc_ev=Click&opn=COMPARADORESSUB

    E alguem sabe algum doc bom e barata para android tambem? To querendo um a muito tempo mas não sei qual comprar

    1. Cara, dependendo onde mora, pode comprar um “chinês” qualquer que não é problema. Uma bateria portátil nada mais é que uma pilha recarregável gigante em um circuito elétrico.

      E tu fala “Dock”, é isso? Não tenho conhecimento, senão indicava. Mas caso não queira torrar dinheiro, uma dica: se for para apenas escutar suas músicas e deixar o aparelho em descanso, basta comprar um destes suportes que usam para expor celulares em lojas (uns 5 reais em média) e um sistema de som que lhe agrade (como os de computadores comuns :) ). Uma outra alternativa é comprar um “suporte de celular para tripés/monopés/’pau-de-selfie'” e colocar em um tripé. Faço isso em casa. :)

      1. Sim pensei em comprar uma bateria portatil qualquer mesmo, e quando ao dock, seria mais do tipo “suporte” mesmo, queria só para deixar o celular em descanso em pé na minha mesa e carregando tambem, nada demais, to pensando em comprar um suporte do tipo que você falou tambem, pois sai mais em conta, obrigado!

        1. Um stand simples mesmo, como falei, deve bastar. Isso acha em lojas de desconto (aqui chamamos de “loja a partir de um real”). Tem também tutoriais DYI por aí na internet para fazer um dock de descanso, desde papertoy até artesanato simples, e claro, coisas mais sofisticadas. :)

          Vê o que quer fazer, e aí mete bronca :)

    1. Não é tão limitado.

      Noto isso na verdade como padrão comum: nos segregamos baseados em conceitos que ajudam a nos definir socialmente (Como o próprio texto diz), muitos destes bem antigos. O cara “nerd” não conversa com a “turma do fundão” por exemplo. Hoje, a própria internet também ajudou a “unificar” ideais comuns. Basta ver a procura de grupos de nostalgia, grupos de pessoas que consomem marca X ou Y, pessoas que tem como hobby acompanhar uma profissão, rotina ou equipamentos, etc…

      O consumo de marcas tem um quê de segregação social sim. Senão não existiria o conceito de “alto luxo”, as fábricas dedicadas a produtos “exclusivos e limitados”, etc… Uma coisa que sempre me pergunto é: “Não seria mais fácil fazer tudo padronizado e todos terem a mesma coisa?”. Muitos vão me chamar de comunista, mas é uma questão válida.

      Vemos que muitas vezes o que tem dominância de mercado não é só o que tem bom marketing, mas sim que as pessoas se sentem bem atendidas e representadas pela marca. E como em uma sociedade com pessoas que são indivíduos únicos, como nós, muitas vezes, vamos nos rebelar contra este padrão e buscar algo melhor, como dizem.

      Não gosto de funk, mas acho bom lembrar que a letra de funk ostentação é um exemplo também de “segregação social por consumo”. Já mostra um pouco da nossa sociedade e sua forma de consumir as coisas, do valor à marca e da união por algo que eles consideram “top”, “único”, “exclusivo”.

      Isso vale para quase tudo. Quando nos enclausuramos em condomínios fechados de alta segurança, quando compramos um veículo, quando participamos de grupos de pessoas que achamos melhor que qualquer outra…

      De alguma forma, no fundo do nosso âmago, noto que sim, procuramos nos segregar. Mas bem, aí já não consigo dissertar mais nada pois não entendo disso =)

    2. Não é tão limitado.

      Noto isso na verdade como padrão comum: nos segregamos baseados em conceitos que ajudam a nos definir socialmente (Como o próprio texto diz), muitos destes bem antigos. O cara “nerd” não conversa com a “turma do fundão” por exemplo. Hoje, a própria internet também ajudou a “unificar” ideais comuns. Basta ver a procura de grupos de nostalgia, grupos de pessoas que consomem marca X ou Y, pessoas que tem como hobby acompanhar uma profissão, rotina ou equipamentos, etc…

      O consumo de marcas tem um quê de segregação social sim. Senão não existiria o conceito de “alto luxo”, as fábricas dedicadas a produtos “exclusivos e limitados”, etc… Uma coisa que sempre me pergunto é: “Não seria mais fácil fazer tudo padronizado e todos terem a mesma coisa?”. Muitos vão me chamar de comunista, mas é uma questão válida.

      Vemos que muitas vezes o que tem dominância de mercado não é só o que tem bom marketing, mas sim que as pessoas se sentem bem atendidas e representadas pela marca. E como em uma sociedade com pessoas que são indivíduos únicos, como nós, muitas vezes, vamos nos rebelar contra este padrão e buscar algo melhor, como dizem.

      Não gosto de funk, mas acho bom lembrar que a letra de funk ostentação é um exemplo também de “segregação social por consumo”. Já mostra um pouco da nossa sociedade e sua forma de consumir as coisas, do valor à marca e da união por algo que eles consideram “top”, “único”, “exclusivo”.

      Isso vale para quase tudo. Quando nos enclausuramos em condomínios fechados de alta segurança, quando compramos um veículo, quando participamos de grupos de pessoas que achamos melhor que qualquer outra…

      De alguma forma, no fundo do nosso âmago, noto que sim, procuramos nos segregar. Mas bem, aí já não consigo dissertar mais nada pois não entendo disso =)

      1. Eu concordo plenamente que haja essa motivação, o problema é restringir apenas a segregação social quando o consumo tem outros valores embutidos. A dicotomia pobre/risco sempre dominou esse discurso, é uma explicação fácil e que gera conforto a quem discursa (eu estou acima dessas bobagens), mas precisamos dar um passo além.

        A Apple em específico eu não acredito que seja apenas isso, principalmente fora do Brasil, até porque os preços nem são tão altos e excludentes como grifes de luxo. Nos EUA, a Apple tem metade do market-share de smartphones. O único produto de luxo da Apple é o Apple Watch de ouro, o resto é apenas caro. A Vertu que tem essa proposta de realmente ser inacessível, tudo lá é um “Apple Watch de ouro”.

        A Apple propõe alguns valores, da mesma forma que quando adolescente ouve punk tem algo a dizer. Isso tem a ver com a questão de grupo, mas não com a questão financeira. E acho que devemos analisar: que estilo de vida a Apple vende?

        Para mim, é como escolher entre uma balada indie ou sertaneja. Não tem a ver com a grana que você está gastando, mas sim com sua personalidade e como quer se apresentar. Acho que a aura Apple está muito mais ligada com essa ideia de estilo musical do que com a questão financeira. Segregação e sentimento de grupo, mas bem mais complexo.

        1. Ah sim. Só que de alguma forma, também uma balada pode ser cara ou barata dependendo do estilo. (A piada machista idiota que não deveria ser publicada é: para mulheres, por ser VIP, não gastam nada =p ) Há baladas indie caríssimas como baladas sertanejas baratissimas. Assim como o inverso. Depende para quem no caso é feito a balada. Tem gente que vai em um “Villa Country” (espaço de eventos sertanejo em São Paulo, conhecido por ser “alta roda” e caro), tem gente que vai em festas de peão que paga 5 reais a entrada. Tem balada indie em barzinho de bairro, tem balada indie em um carissimo Loolapalooza.

          Como falei, dá para colocar a questão de condição financeira social sobre isso pois as pessoas de certa forma buscam isso. “Hoje posso comprar um Camaro”, diz uma música. Com que dinheiro, se pergunta? Acho que deve existir um estudo sobre justamente a música mostrando a ascensão financeiro social dos brasileiros. Não me lembro onde vi isso.

          A se pensar também que há a lógica de pessoas que justamente participam de grupos que “Não consomem nada produto do capitalismo”. Segregam quem está consumindo produtos “comuns”.

  6. Aproveitando que eu estava assistindo Vasco x Flamengo aqui, e como gosto bastante de futebol, queria saber se os leitores do MdU gostam e acompanham algum esporte ou praticam algum?

      1. Confesso que pouco sei sobre tênis, quase nada alem do que vejo na tv em programas de esporte na verdade, ja tentei jogar na brincadeira, fui péssimo AHAHAH, e tambem acompanho futebol (alias estou esperando meu FIFA 15 de PC chegar graças a promo da Saraiva que vc postou Ghedin, obrigado), na Inglaterra curto muito o Liverpool, peguei amor depois daquela Champions que ele ganhou contra o Milan, sofri junto e tudo, e eu até jogava futebol bem e pensava em ser jogador e aquilo tudo, até que veio o computador, internet etc na minha vida e me distanciei do futebol, eu era realmente viciado em ver/saber tudo sobre os principais campeonatos, dai fiquei anos sem me ligar muito. Até que tenho voltado a acompanhar melhor hoje em dia, porem bemmm menos do que a uns 3 anos atras.

        P.S 2: VASCOOOO AAHAAHAHA

    1. Dividi a resposta em 2.

      Já fui fanático por tênis e cheguei a praticar por 3 anos (1), mas agora só acompanho os Grand Slam e o Finals. Federer está em vias de se aposentar, então não tem porque assistir aos outros torneios. Até nutro simpatia pelos ~jovens (Raonic, Dogolpolov, Thiem, Potro sdds, Kyrgios, etc.), mas só vejo jogos deles se forem contra outros top 10 ou a partir das semis.

      (1) Melhor coisa que já fiz na vida. Recomendo com força. Jovens, joguem tênis.

    2. Dividi a resposta em 2.
      Meu vício é Premier League. Torcedor do United aqui, desde 2000 por causa do Fifa.
      Tudo conspirou com que eu sentisse mais prazer vendo futebol internacional do que o nacional.

      P.S.: Vascoooooo

    3. Deixando joinhas para os adoradores da Cruz de Malta

      P.S. 3: VAAAASSSCOOOO

        1. Isso é da época que não existia tanta preocupação com segurança e anti-virus. Via de fato, sim, era possível (e é, dependendo do computador) entrar em um site e ser alvo de malware.

          E para confirmar se é hoax ou não, basta só consultar o Google verdadeiro :3 E sim, foi real. http://en.wikipedia.org/wiki/SpySheriff

    1. vou colocar como aviso de mensagens no meu celular aqui. Obrigado :3

  7. Assunto extremamente aleatório: Sempre digitei com no máximo três dedos por mão no teclado, e esses dias fui meio que filmado digitando e percebi quão grotesca minha digitação parece. Eu diria que se encaixa na expressão “catar milhos”. Enfim, tendo percebido isso e também me dando conta de que não digito muito rápido resolvi tirar minha sexta-feira para tentar aprender a digitar do jeito certo (com todos os dedos). Encontrei esse site http://www.keybr.com/#!game que é muito bom por sinal. Mas ainda estou engatinhando no aprendizado e minha escrita é consideravelmente lerda.

    Gostaria de saber dos/das senhores/senhoras:
    Como vocês digitam?
    Vocês digitam com todos os dedos seguindo aquele famoso layout de digitação?
    Se sim, quando aprenderam? E como?
    É possível uma pessoa de 20 anos aprender a digitar corretamente?

    Sim, isto está me matando!

    1. Acho que eu digito com 3 dedos por mão em média também, mas consigo digitar rápido. Até porque acho que tenho mãos que se encaixam como grande, então meu alcance é bom e porque o teclado não se entende muito bem com meu mindinho.

      E claro que é possível, talvez só demore um pouco mais.

      EDIT 1: E nossa, to me sentindo um panaca nesse jogo porque to demorando muito a digitar a palavras. A falta de familiaridades com os termos atrapalha. Se fosse uma frase lógica digitaria muito mais rápido.

      EDIT 2: hmm, to começando a mudar de ideia.

    2. O uso que faço dos dedos para digitar é um pouco estranho:

      * Mão esquerda: uso todos, mas alguns com funções específicas (mindinho para Ctrl e Shift, anelar para Q, A e Z e polegar apenas para barra de espaço). Os outros dois para tudo.

      * Mão direita: uso praticamente só dois dedos, indicador e médio, inclusive para barra de espaço (indicador).

      Fiz um curso de digitação na adolescência, que ensinava a usar os cinco dedos corretamente, mas, como disse acima, não sigo essas regras. Acabei desenvolvendo um método próprio e que funciona, já que consigo digitar relativamente rápido e com poucos erros.

      Fiz um teste de digitação que encontrei no Gogole agora e consegui 106 palavras por minuto, 90 palavras certas, uma errada. Para quem quiser fazer: http://10fastfingers.com/typing-test/portuguese

    3. Tenho que confessara que digito com apenas 3 dedos também. Pelo menos não sou lento.

    4. No smart não tem jeito…os 2 polegares.

      No teclado, eu uso 4 dedos de cada mão. O mindinho só pra shift/ctrl. Polegares na maioria das vezes pro botão do espaço e indicador, médio e anelares pras letras gerais.

      Eu não vou testar o site agora pois estou no smart…quando chegar em casa, testarei porque é algo muito interessante de se praticar. Tenho medo de estar totalmente equivocado no tocante a digitação. As vezes as mãos doem….pode ser sinal de que está tudo errado.

    5. Eu só deixo os polegares de fora da brincadeira mas o que mais me intriga é o fato de eu conseguir digitar bem mais rápido palavras em inglês. Sinto que o teclado fica mais, sei lá…intuitivo? Mistério.

    6. Eu só deixo os polegares de fora da brincadeira mas o que mais me intriga é o fato de eu conseguir digitar bem mais rápido palavras em inglês. Sinto que o teclado fica mais, sei lá…intuitivo? Mistério.

    7. Fiz um curso de datilografia em uma entidade filantrópica com uns 15 anos de idade, enquanto a informática ainda era restrita a grandes corporações. Detalhe que eu morava em região rural na época. Me lembro que a professora sempre dizia: “com o tempo, você aprimora, o importante é pegar o posicionamento dos dedos”. Na época, era muito usado o recurso de “tampar o teclado” para a pessoa aprender a posicionar sem precisar olhar no teclado. Porém minha professora não usava muito este método.

      Se não fosse a datilografia, acho que não seria tão bom em digitação quanto acho que sou :) Imagino que faço uns 100 cpm (caracteres por minuto) ou mais. Preciso me reavaliar.

      Se achar um livro de datilografia barato ou doação, pegue e leia. Isso é uma boa forma de saber até inclusive as diferenças entre o passado e o presente. Em máquinas de escrever comuns, não existe “Enter”, mas sim o famoso “Carriage Return” – “Retorno do Carro”, que era aquela alavanca junto ao rolo de papel, que faz descer um parágrafo por vez. :

  8. Só eu gosto muito dos comentários aqui no blog? Acho que a parte principal é que não tem aquelas brigas dos fanboys (iOS – Android – WD; AMD – Intel; AMD- Nvidia), e mesmo o pessoal que usa sistemas/apps/equipamentos diferentes dialoga de maneira “respeitosa”. Muito legal.

  9. Só passando pra deixar um elogio enorme ao trabalho que o Sr. anda fazendo com este espaço na internet, @ghedin:disqus. Tá sensacional o blog, e esses posts livres são uma ideia que eu gostaria muito de ter tido na época que eu tinha blog.

    Os comentários também são de qualidade incrível (eu acabei de sair de um post do IGN no qual os comentários eram o lixo da Terra em forma de letras), então todo mundo que tá comentando aqui merece parabéns igualmente.

    Enfim, muito amor all around. <3

    1. Uma vez no gatry, em alguma promoção desse estilo, um usuário recomendou os seguintes modelos (não lembro dos motivos):

      Roteador Wireless 300Mbps – L1-RW342 – Link One
      Roteador TP-Link TL-WR841N 300Mbps com 2 Antenas
      TP_Link Modelo WR941ND

      Esse Link One foi muito bem recomendado.

      1. Obrigado vou ver esses, tambem uso meu modem sozinho e tal, achei o preço bom desse da Asus Ghedin, e obrigado Frederico, vou pesquisar sobre suas indicações tambem!

      2. Obrigado vou ver esses, tambem uso meu modem sozinho e tal, achei o preço bom desse da Asus Ghedin, e obrigado Frederico, vou pesquisar sobre suas indicações tambem!

    2. Uso um Asus RT-N10+ e não tenho do que reclamar. Uso sozinho, com um PC cabeado e de quatro a cinco dispositivos conectados por Wi-Fi.

    3. Uso um Asus RT-N10+ e não tenho do que reclamar. Uso sozinho, com um PC cabeado e de quatro a cinco dispositivos conectados por Wi-Fi.

    1. Meu carro tem uma “coleção” de adesivos. Acho que um desse cairia bem.

      Pretende fazer pra vender?

  10. E aliás, quais são as Guilty Pleasures musicais da galera? Eu, por exemplo, curto muito o combo Babado Novo + CPM 22. Fazer o quê

    1. E qual é o problema de curtir algo “popular”, ou considerado “pecado”?

    2. E qual é o problema de curtir algo “popular”, ou considerado “pecado”?

      1. O único “problema” é que não dá pra curtir com a galera de sempre. Não curtem

        1. Cara, eu curto música eletrônica e rock clássico / soft. Música eletrônica, só um amigo meu escuta. Rock, outro amigo. O resto das pessoas que conheço escutam de tudo um pouco. Babado Novo, CPM22, Gaiola das Popozudas…

          Se for falar de “música que gera preconceito de nerd”, cara, eu gosto de escutar sertanejo clássico quando dá na telha (ou quando vou viajar de carro – herança do tempo que ia para Santa Catarina com meu pai :) ).

          Senão, meus gostos nada mais são que “música que gera preconceito do povão” (música putz-putz? argh! só fica putz-putz! :p )

          Gosto é algo individual. Difícil achar alguém com gosto parecido. :)

  11. O que a galera do MdU usa: Spotify, Rdio, Deezer, Grooveshark, outro (qual?) e por que?

    1. Tenho usado no pc uma extensão pro chrome chamada streamus. Funciona bem.

      No smart, spotify e tunein radio.

    2. Spotify. Usava o Rdio desde que ele chegou ao Brasil, mas nos últimos meses a qualidade dos apps e até do streaming, com travadas, caiu um bocado. Usei três meses gratuitos que consegui do Google Play Música (bom!) e acabei sossegando no Spotify pelo fator social mesmo. A única coisa de que sinto falta dos outros dois é o suporte ao Chromecast.

      1. Ghedin, existe alguma playlist sua no Spotify com as músicas que tocavam no saudoso podcast do Gemind? Sempre tinha coisa boa, então se existir eu sigo já !

          1. 10?! O Soundiiz por algum motivo não está reconhecendo minhas listas do rdio, mas acho que é questão de fuçar mais um pouco. Em último caso crio manualmente mesmo, agora que tem as músicas da playlist. Valeu!

    3. Spotify e ocasionalmente (para locais onde o Spotify é bloqueado) Google Play Música.

      Meu HD externo com 200 GB de músicas morreu. Fiquei com preguiça de caçar torrent com seed ou de ficar procurando link de download e hoje uso só streaming (tem 95% do que eu ouço).

    4. Radio Tunes / Di.fm. Gosto do “fator rádio”, ou seja, da aleatoriedade. Até eu montar uma playlist em um sistema de stream, ia ficar agoniado buscando músicas.

      Escutando a rádio online, aproveito e busco pelo nome da música quando é uma que me interessa, ou senti falta de escutar.

      Tempos atrás mesmo veio uma série de músicas que sempre me vinha a mente, mas nunca consegui escutar em outro lugar. Agora tenho o nome delas. E isso acaba salvo em uma playlist no YouTube :)

    5. Eu uso Spotify. Já usei rdio e Deezer, mas quando usei o Spotify gostei mais, talvez pela curadoria das listas, não sei. Ele me parece mais legal, por algum motivo que não sei explicar.

      Outra fonte de música boa é a rádio KEXP, dos EUA. Tem um podcast chamado KEXP Song Of The Day, com uma música nova por dia, e também performances ao vivo no Youtube. Eles tem uma curadoria que acho muito foda! É uma rádio que tem envolvimento do Paul Allen e da Universidade de Washington.

      Há alguns meses eu resolvi meio que abrir minha “mente musical”, deixando de ouvir só rock clássico e coisas dos anos 80/90, então essas duas fontes tem ajudado bastante.

      1. O único livro que li dele, era bom mas estranhamente não lembro de quase nada, entretanto tinha uma frase bem de rede social que destaquei no Kindle:

        “Então era isso que eles queriam: mentiras. Mentiras maravilhosas. Era disso que precisavam. As pessoas eram idiotas.”

      2. O único livro que li dele, era bom mas estranhamente não lembro de quase nada, entretanto tinha uma frase bem de rede social que destaquei no Kindle:

        “Então era isso que eles queriam: mentiras. Mentiras maravilhosas. Era disso que precisavam. As pessoas eram idiotas.”

      3. Confesso que gosto do livro e é um dos meus favoritos. Hollywood talvez seja meu livro favorito. Só que entro em conflito auto/obra, porque agora não consigo não pensar em Bukowski como uma pessoa escrota. Tenho mesmo dilema com Woody Allen…

          1. O que me alenta é que ao menos refletir e se questionar sobre qual postura adotar é um passo importante.

          2. Dependendo da “escrotice” ou consideração pelo autor, nem acompanho mais (ou uso raramente algo relacionado ao autor).

          3. É difícil mas tem que não pensar muito nisso ou vai ser impossível gostar da maioria das coisas publicadas.

          4. Inclusive eu talvez seja um babaca na vida e olha só, uma galera lendo o Manual.

            (Mentira, eu tento ser legal, embora inevitavelmente algumas pessoas me achem babaca.)

          5. Tu, babaca? Rodrigo, do pessoal de blogs de tecnologia, você é o que raramente ofende alguém (ofender é algo que considero babaca – logo, eu também posso dizer que sou babaca pois sei que tem horas que solto os cachorros em comentários), sempre procura equilibrar as opiniões colocadas, e ainda respeita todo mundo. Além disso, sempre opina com base.

            Babaca tu não é, com certeza. ;)

            (Tá, eu sei que é um pouco de puxa-saquismo, mas é sincero =) )

      4. Queria muito poder ler Cartas na Rua, (Post Office), que é basicamente a continuação desse livro aí:
        Spoiler não tão spóilico: Misto Quente não tem final. ;-)

    1. Ninguém perguntou, mas estou lendo Kokou no Hito (The Climber), mangá sobre montanhismo. Uma arte sensacional e história cativante.

    2. Já faz muito tempo que não leio nada, então pra pegar o ritmo de novo eu comecei algo bem leve, Teorema Katherine do John Green. Não se deixem levar pelos filmes e livros vibe “young adult”, o cara escreve bem demais.

    3. Eu não leio faz muuito tempo, o ultimo que li foi o Buraco da Beatriz, do Cardoso (não achei o link pra divulgar). Antes dele li “A Extraordinária Viagem do Faquir que Ficou Preso em um Armário Ikea” (pra quê um titulo tão grande?) do Romain Puértolas.

    4. De vez em quando levo no banheiro uma edição antiga do “Rede de Computadores” de Andrew Tanenbaum. Sempre ouvi falar dele (de Tanenbaum), e quando apareceu em um sebo essa edição do livro, fiquei namorando umas três semanas ele até o sebo abaixar o preço.

      Leio páginas aleatórias para depois tentar ler inteiro e com calma. Está bem desatualizado, mas dá para ter uma base de como é as tecnologias de rede de computadores.

    5. Tenho lido mais o conteúdo da disciplina de Atualidades, do meu curso de Arquitetura e Urbanismo. Muita coisa massa, porém o curso ainda está um pouco atrasado no que mais quero: a integração computador-arquitetura.

      Para relaxar, em HQ tem Saga, do Brian K. Vaughan e Batman. Estou com algumas de não super-heróis na lista, mas acho que só vou ter tempo nas férias.

      Meu eterno “24/7 – Capitalismo tardio e os fins do sono (http://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/2674/24/7—Capitalismo-tardio-e-os-fins-do-sono-%5BE-book%5D.aspx — meu deus, como insiro links de maneira boa aqui?) que pretendo recomeçar e terminar numa sentada; a fila segue com o Conceito de angústia do Kierkegaard (acho que nunca lerei, na real).

      Último livro que li sério foi a trilogia 1Q84, do Haruki Murakami. A escrita é elegante, diz muito com pouco. Mas como todo livro dele que li, o encerramento me decepciona.

    6. Livro: O Iluminado (livro curto e estou para terminar) e HQ: Preacher Vol. 3.

    7. Tô lendo Eu, Robô.

      Na verdade, tô enrolando pra ler Eu, Robô.

      Vou fechar o computador e ler um capítulo agora, bem lembrado.

    8. A faculdade tem um programa chamado Corpus Literário que “obriga” os alunos a lerem um livro por semestre. Acho que eles se basearam no português sofrível de muitos alunos, que infelizmente tem ingressado nas faculdades com uma base não muito boa.
      Alguns semestres tem livros legais mas no último, tive que encarar A Culpa é das Estrelas. Nesse vai ser O Fim, de Fernanda Torres. Livros bem de marmanjo mesmo.
      Que sacrifício a gente não faz por dois pontinhos…hahaha

      Fora isso, estou tentando terminar Novembro de 63, de Stephen King.

  12. Mano… The Witcher 3!! Peguei a versão completa pro XBO. Agora é só ansiedade!! *___*

      1. Carros não são o meu forte nos jogos, mas gosto também.

        Outros dois que não vejo a hora e, até o momento, se eu pegar esses acho que eu estou tranquilo, são, em ordem de importância pra mim: The Division e Final Fantasy XV. ??

  13. Mano… The Witcher 3!! Peguei a versão completa pro XBO. Agora é só ansiedade!! *___*

  14. Ghedin, tava lendo sobre o blog de reviews de máquinas de lavar e fui pesquisar coisas relacionadas….

    Achava que a interwebs não ia me surpreender mais naquele dia, MAS nunca duvide da interwebs…

    Achei um blog que faz reviews de banheiros! banheiros públicos!! hahahhaha

    Vejam: https://coconnoisseur.wordpress.com/

    1. eu achei um que fazia “review” de superheróis grávidos (no masculino mesmo). nunca mais na vida olho para o Stephen Amell do mesmo jeito.

    2. muito bom. já posso ter ideia de onde tem bons lugares para defecar em Porto Alegre…. hauhaha

    3. No meu curso de Arquitetura, há uma disciplina obrigatória chamada Ensáio Teórico. Nela, produzimos uma monografia sobre algum tema relacionado e pensei em fazer sobre a dicotomia entre banheiros. Por que banheiros públicos carregam estigmas tão hostis? É um reflexo social, estético, histórico e/ou projetual? Há alguma possibilidade do projeto arquitetônico oferecer solução ao problema, como? Como o usuário do banheiro público trata o banheiro particular? E assim vai…

  15. Alguém conhece um app para WP de edição de texto/notas com edição compartilhada/cooperativo/naoseionome em tempo real estilo google docs?

      1. Tipo em tempo real, varias pessoas editando ao mesmo tempo nao funcionou no Evernote.
        Wunderlist não conhecia, testarei :)

      2. Tipo em tempo real, varias pessoas editando ao mesmo tempo nao funcionou no Evernote.
        Wunderlist não conhecia, testarei :)

          1. Nope.
            Ele baixa o arquivo do skydrive e vc edita offline.
            Quando vc salva ele upa novamente mas se alguém estiver editando ele bloqueia o upload.
            O Word do wp aparentemente é o mesmo do 7.
            O word preview do win 10 é “quase” em tempo real.
            Comi será universal, como sempre, aguardemos o win 10 Mobile…

    1. O Onenote da própria MS faz isto no Android.
      Seria uma pena se a MS não atualizasse os aplicativos do seu OS e deixasse os dos outros sempre atulizadinhos e com muitas novidades bacanudas…

  16. O que vocês acham da linguagem de design “flat”? Lembro na época em que o Windows Vista foi lançado, com todos aqueles efeitos realísticos (skeuomorphism), achava que era o Windows mais bonito de todos os tempos. Agora eu vejo os gráficos pesados demais; mesma coisa para o iOS.

    Eu acho o flat bem interessante, ele realmente deixa você focar no conteúdo. O Material Design e a Modern UI são bons exemplos disso.

    1. Eu particularmente (como consumidor e pelo meu gosto) prefiro sempre o mais flat e simples possível. Não tenho problema nenhum com skeumorphism, também acho uma abordagem interessante, mas é questão de gosto. Gosto do foco no conteúdo e sem muitas distrações visuais. Com ícones também.

      Por isso que eu (e provavelmente só mais 3 pessoas no planeta) adoro a interface modern do Windows 8/Windows Phone.

    2. eu sempre detestei esse visual brilhante do vista e do OSX. ainda bem que as coisas melhoraram.

    3. Eu lembro que a primeira vez usando o Windows Vista foi mind-blowing: pqp, que negócio lindo!

      Hoje, realmente parece datado, mas acho normal as tendências irem mudando. Basta olhar a linha iMac, o primeiro pareceria um brinquedo hoje….

    4. É como o @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus comentou: essas questões estéticas dependem muito do momento histórico. Se um buraco no tempo se abrisse em 2006 e mostrasse um iOS 8 ou Windows 10 para as pessoas naquela época, geral acharia feio. Temos, aliás, exemplos mais próximos e práticos disso — lembra quando a Apple liberou o primeiro beta do iOS 7?

      1. Verdade.

        Quando a gente tem contato com um novo design, o nosso modo de ver pode mudar. Eu era relutante em usar o Windows 8, mas no 8.1 as coisas melhoraram muito (embora ainda não goste dos botões, checkboxes e das bordas das janelas, que são muito feias). Mas o simples ficou esteticamente muito mais agradável, como por exemplo o PC Settings.

      2. Isso é verdade. Não sou especialista no assunto, mas me parece que a coisa é cíclica, tem ciclos de excessos e ciclos de remoção desses excessos e uma onda de Back to The Basics. Isso acontece também em outras lugares, como na música (é só lembrar do rock progressivo e do punk).

        Talvez daqui a 10 anos, com a tecnologia mais avançada e realidade virtual, tenhamos uma volta do esqueumorfismo, imitação de couro e papel pra todo lado.

        Enfim, só mais uma viagem minha.

    5. Não considero o material design flat. Ele já é além disso. O Flat já está envelhecido.

    1. É, acho que o Feedly não se encaixa muito bem num relógio… Mas é um exercício válido. Toda experimentação numa nova plataforma é válida.

    2. É, acho que o Feedly não se encaixa muito bem num relógio… Mas é um exercício válido. Toda experimentação numa nova plataforma é válida.

  17. Alguem curte star wars? saiu um novo teaser e no jogo comander para android também fizeram propaganda do jogo. Esse caso da Sony, creio que será mesmo o maior vazamento da historia na era da tecnologia…

    1. Até anteontem o Moto X de 2ª geração estava R$ 1.170… É um pouco acima, mas acho que a diferença vale os ganhos. Se for para mais abaixo, tinha o Moto G por ~R$ 720 também.

        1. Como o Ghedin comentou, se der, Moto X é mais negócio.
          Se não, Moto G ainda acho que é a melhor opção. Ou talvez um Zenfone.

      1. Haha, é a vida. Tava bonzão ainda, e os specs dele estão na mesma faixa dos atuais mid-range (16gb, 1GB RAM, 8mp traseira e 1,9 mp frontal, tela 720p AMOLED). To achando difícil encontrar um com essas especificações hoje pelo mesmo preço que paguei na época (R$ 790)

    2. Rapaz, se você ainda quiser ficar no Windows Phone, tem os lumias 730/830 (mid-ends) e o 930 que com um esforço você encontra por uns R$900.

    3. Rapaz, se você ainda quiser ficar no Windows Phone, tem os lumias 730/830 (mid-ends) e o 930 que com um esforço você encontra por uns R$900.

      1. Acho que vou pular fora do barco WP. Já passei quase uns 3 anos nessa plataforma, já deu o que tinha que dar (infelizmente, o sistema em si é ótimo mas a questão de apps não melhora nunca).
        Acho Android entediante, mas é o que temos no momento.

        1. No começo realmente é bem chato de mexer, mas com o passar do tempo você vai se acostumado com os recursos do sistema.
          Foi o que percebi quando saí do iOS

          1. O Lollipop tá bem legal :D Meu Nexus 4 atualizou ontem pro 5.1, o sistema ficou bem mais rápido e sem bugs.

        2. Mesmo problema: adoro a usabilidade do WP (gosto mais do que do IOS), porém os apps em sua maioria são um completo lixo. E no quesito câmera, pelo menos o meu Lumia 820 deixa a desejar. Se não fosse pelo preço astronômico, comprava um iPhone 6 Plus…

    4. da uma olhada em sites de promoções como o gatry e o promobit, da pra comprar uns celulares bons nesta faixa de preço

    5. É uma ótima hora para comprar smartphones de gerações anteriores por R$800 ou menos, como S4, LG G2 e etc.

  18. Acho que o assunto do dia será o Wikileaks e os emails da Sony envolvendo a internet brasileira. Dei uma olhada por cima e não achei nada muito desabonador. Mas, o tom do post do Cardoso no MeioBit aponta para alguma informação grande e, aparentemente, vexatória. Alguém conseguiu pescar alguma coisa?

          1. E esses ainda são valores “baixos”. Compara com o custo de propagranda na Glogo. Como o Cardoso disse, os “blogueiros” ainda ficam com a “mixaria”…

          2. Mas são baixos mesmo! Eles tem uma base imensa de fãs/curtidores/assinantes que se comparam ao tamanho da de um canal de TV pequeno como a RedeTV.

            Em relação a Globo é insignificante, já que é “eterno”. Até bem pouco tempo o preço de tabela para 30segundos no JN era de 300.000.

          3. Mas há também de entender a diferença de audiência entre uma Globo e um “blogueiro simples”. São milhões de pessoas de diferença. Não é mixaria, é justiça.

          4. Não sei se “justiça” explica bem a diferença. Ela existe, caso contrário, ou seja, se mídia online fosse tão melhor os anunciantes já teriam abandonado a TV, ou nivelado os preços. Em alguns aspectos propriedades online são melhores: a medição é mais precisa, a segmentação, mais fácil de conseguir.

            O lance é que a TV é muito mais forte na hora de espalhar a palavra, pela audiência/disseminação que tem e a força cultural. Basta ver como os trending topics do Twitter, que é um negócio relativamente focado na Internet, são afetados pelo que passa nas emissoras abertas, e até em algumas fechadas.

            E tem outra coisa que pesa contra sites segmentados: o custo e players grandes, leia-se Facebook e Google. Quem viu as planilhas da Sony Pictures reparou que todas as ações digitais têm uma parte generosa do bolo, +50%, reservada para essas duas plataformas. Nesse sentido Facebook e Google unem o melhor dos dois mundos: a audiência de massa da TV com a segmentação do online. Não é fácil publicar na Internet, menos ainda se você for independente. Eu que o diga.

          5. Quando falo “justiça”, é o”equilíbrio da balança”, como colocado por você. Se a audiência de um canal tem relevância para tal anunciante, ele coloca o valor que justifica tal audiência (e retorno).

    1. É verdade, achei o post dele muito misterioso…. Como se ele tivesse visto algo bombástico mas não pudesse comentar explicitamente. Então deixou uma mensagem do tipo “tem coisa lá mas não vou falar, procura que você acha”. Acho que não vai demorar muito pra pipocar por aí não, na hora que alguém sem muito compromisso ou contratos descobrir…

    2. É verdade, achei o post dele muito misterioso. Como se tivesse visto uma bomba mas não pudesse publicar assim abertamente. E terminou com uma mensagem do tipo “não vou falar, mas procura que tá lá”. Acho que não demora muito pra pipocar por aí…

    3. Caraca, dê uma olhada nos arquivos de senhas.. Com certeza já devem ter alterado tudo, mas tem umas bem hilárias, kkkk

      “Log In”,”cromberg”
      “Password”,”password”

      Segurança pra que, né.

      1. Tem arquivo pra car@lho.. Não tinha noção do tamanho do rombo, mas tem até telefone e e-mails pessoais :O

      1. Idem. To até pensando em juntar pra ver 3D (até dezembro é capaz do ingresso ficar uns 40 reais).

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