Post livre #69


20/1/17 às 9h14

Assuntos aleatórios, sobre tecnologia ou não, têm espaço no post livre, um post semanal, sem conteúdo, apenas para abrir os comentários. Aí a gente propõe uns assuntos, comenta nos tópicos dos outros, enfim, conversamos.

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78 comentários

  1. Gostaria apenas de manifestar que odeio estar despreparado, e odeio a neve. Deixei meu carro destrancando, e caiu uma chuva congelante, a água bem próxima de congelar, e acabou congelando as portas do meu carro.

    Como queria que tivesse uma página que falassem com os cuidados

    1. Vc escapou das enchentes, mas pelo visto não escapa das nevascas…

  2. Alguém acompanhando o Australian Open? Federer, Nadal, Murray, Nishikori, Raonic? Algum francês? Alguma zebraça? Vai ter brasileiro ganhando duplas de novo? Feminino é da Kerber ou da Serena?

    1. Sem TV, sem esportes… Ontem o meu time tava jogando, passando na globo, com o mala do Galvão Bueno narrando, e eu só fiquei sabendo bem depois… Qdo tudo tinha terminado. E depois, só ouvindo pelos fogos, fiquei sabendo q dois times daqui de SP estavam na Florida jogando… Mas como o assunto et tennis, deixo uma linda imagem do nosso principal jogador. https://uploads.disquscdn.com/images/75dda905a3af97f55b913a36c9d726e2f1ab19da8706b887f9fa38d53ccd0ba6.jpg

    1. Acredito que sim, suporte pro Mi5 é bem maior. Bateria e câmera também são melhores.

      1. A bateria no caso não é maior que a do Zuk, mas ainda sim fiquei na dúvida, pois o Mi5s tem a bateria menor, 1 gb a menos de ram e uma câmera frontal inferior, so que tem uma câmera traseira melhor, construção melhor e som melhor. É uma balança bem equilibrada, so que no caso eu teria de desembolsar mais grana pelo Xiaomi.

  3. Confesso que estou empolgado com as possibilidades do carregamento sem fio.

    Em geral, sou bastante cético com inovações tecnológicas que prometem “revolucionar o mundo” — quando muito, novas mercadorias alteram aspectos do nosso cotidiano, mas raramente a estrutura social. Um exemplo bastante evidente para mim é o dos smartphones: as pessoas continuam a ir e vir de seus trabalhos para suas casas em trens e ônibus lotados, como faziam dez anos atrás, sem questionar essa estrutura social — mas agora com as caras voltadas para smartphones. Claro, agora elas consomem enquanto se movem… mas afinal consumir mais e mais não é o objetivo desta estrutura?

    Algo me diz, porém, que com o carregamento sem fio essa mudança de nossa interface com a eletricidade vai alterar mais do que apenas aspectos do cotidiano. Imagino que casas passem a ser construídas com a tecnologia embutida nas paredes. Se o poder dessa tecnologia realmente aumentar a ponto de carregar veículos, as ruas eventualmente podem podem embutir embaixo do asfalto e das calçadas carregadores lineares… Já imaginaram o metrô inteiro carregado dessa forma? Carros autônomos, então, seriam realmente autônomos e poderiam constituir uma rede pública de transporte barato dotado de alta capilaridade.

    Enfim… tudo para dizer que se a Apple não apresentar esse ano o tão falado iPhone com carregador sem fio de longa distância, a frustração será gigantesca.

    http://gadgets.ndtv.com/mobiles/news/iphone-8-long-range-wireless-charging-tipped-again-in-new-leak-1650850

    1. Certamente, mas ainda levará alguns bons anos para que a tecnologia chege nesse patamar. Ok que bons anos agora significa bem menos do que significava há alguns bons anos atrás

    1. Hoje leio muito menos do que quando era adolescente. Ainda tenho os poetas usuais na estante (fernando pessoa, drummond, leminski, concretos, etc), mas praticamente não conheço nada de poesia contemporânea

    2. os novos poetas nacionais te pareceram o q?
      muitos deles saíram pela cosac.

    3. os novos poetas nacionais te pareceram o q?
      muitos deles saíram pela cosac.

      1. Conheço 0 de poesia na real, mas queria saber se o pessoal daqui curte
        pra falar a verdade, acho poesia uma parada dificil

        1. Tem uma edição q eu comprei esse filme de semana com todos o livros do Drummond. Acho que todos. Tava bem barato pela qualidade da edição. É da cia das letras. Vale a pena. E, de não me engano, tem um livro do Manuel Bandeira q trata dos poetas brasileiros. É da cosac. E tb da cosas tem “O arco e a lira” do Otávio Paz. Essas leituras podem te situar melhor no mundo da poesia.

  4. Acabei de receber uma msg de texto da Vivo que o STF decidiu que deve incidir ICMS sobre a assinatura do plano, e que na próxima fatura já vem o valor corrigido.

    Resultado: 12% de aumento na conta de celular.

    Se eu tivesse um plano de pré-pago, como iria funcionar? Os minutos ficariam mais caro? Pq só cita sobre assinatura

    Isso vai afetar também o Netflix (pois possui assinatura)?

    1. Olá, em tese era pra aumentar também os valores dos planos pré-pagos, pois também é um serviço de comunicação, e o ICMS é cobrado sobre esse tipo de serviço. Se o aumento ocorreu ou não eu não sei te dizer.
      Sobre a netflix, não se trata de um serviço de comunicação, logo, não deve pagar ICMS. Contudo, recentemente houve uma lei que alterou o ISS e incluiu os serviços de streaming como serviços tributáveis. Só que o ISS é baixo (de 2 a 5%), o que não resultará em uma grande alteração (ainda que, ao meu ver, é indevida a cobrança do ISS sobre esse tipo de serviço).

      1. Por que acha que não deve cobrar ISS de netflix e similares?

        (quero dizer: acho que a estrutura tributária toda é problemática, por focar mais na produção e no consumo de mercadorias e serviços e menos na renda e nas fortunas, mas já que uns serviços pagam, faz pouco sentido que outros não essenciais não paguem)

        1. Meu entendimento se baseia no fato de que os serviços prestados por Netflix e similares não se enquadra no conceito constitucional de serviços para fins de ISS, conceito esse definido pela doutrina e até pelo STF (serviço é uma obrigação de fazer, mediante esforço humano, remunerada, tendente á entrega de uma coisa material ou imaterial até então inexistente).
          Logo, penso eu que a coerência do entendimento deve ser mantida, já que o Netflix não se enquadra no conceito acima é, portanto, não é serviço.

          1. Mas a impressão que tenho é que se enquadra: a empresa está obrigada a me entregar uma coisa imaterial que é o acesso à experiência de assistir programas de tv e filmes, mediante trabalho desenvolvido pelos seus funcionários e remunerada pela minha assinatura. Por que acha que não se enquadra na definição?

          2. Exato, ocorre que o negócio envolvendo a Netflix e o usuário é uma cessão de direitos de uso. Isso não é uma obrigação de fazer. Por este motivo, por exemplo, o STF entende que o aluguel não paga ISS, porque é uma cessão de direitos de uso, não há serviço.
            Mas isso é uma discussão eminentemente jurídica e não existe resposta “certa”, já que não é uma ciência exata.

          3. Exato, ocorre que o negócio envolvendo a Netflix e o usuário é uma cessão de direitos de uso. Isso não é uma obrigação de fazer. Por este motivo, por exemplo, o STF entende que o aluguel não paga ISS, porque é uma cessão de direitos de uso, não há serviço.
            Mas isso é uma discussão eminentemente jurídica e não existe resposta “certa”, já que não é uma ciência exata.

          4. Mas é muito difícil sustentar esse argumento: há um trabalho efetivo na manutenção da infraestrutura por trás da cessão de direitos de uso dos filmes e programas.

          5. A cessão de direito não se sustenta do ponto de vista técnico, quando se assina o netflix, você aluga o direito de acesso ao conteúdo, mas é fornecido um serviço de Streaming, aonde o servidor armazena o conteúdo e faz o encoding do mesmo, e transmite até você, além de catalogar e fazer toda uma curadoria, aonde há esforço humano. Ainda que grande parte desta curadoria tenha sido feita por algorítimos, este fora criado por humanos para acelerar o trabalho. E o serviço se “materializa” na forma de vídeo. Além do próprio Netflix produzir conteúdo próprio.

            E está na própria Lei o que caracteriza um serviço, e a partir da data de divulgação no diário, o Netflix é caracterizado como serviço por lei.

            E caso o STF, ou órgão competente, ache inválido, irão recorrer, mas na crise atual, aonde cada vez mais, as cidades decretam calamidade financeira, os estados e o Estado numa crise de dar inveja, isso não está na lista de prioridades, ainda que o ISS seja municipal, e apenas as grandes cidades do Sul/Sudeste atraem tais empresas, não irá mudar a perspectiva de arrecadação da grande maioria dos municípios.

          6. Na verdade se sustenta, o que se tributa é o negócio envolvendo as partes, não importa se para ceder o direito houve algum serviço. Se fosse assim, na locação deveria incidir o imposto, já que para locar algo é necessário produzir.
            Como disse antes, o que é tributado pelo ISS é a obrigação de fazer, que é um negócio envolvendo duas pessoas onde uma contrata a outra para produzir algo (esse é o entendimento consolidado), como ocorre quando uma pessoa contrata uma construtora para fazer uma casa, por exemplo.
            Se analisar bem, você não contrata a Netflix para produzir nada, isso está claro até em seus termos de uso. Se ela contrata alguém para produzir conteúdo para ela, o ISS vai ser cobrado somente nessa relação envolvendo ela é a produtora.
            Vale ressaltar também, que o simples fato de o streaming estar na lei não autoriza a sua cobrança, é preciso também que se enquadre no conceito de serviço, sob pena de inconstitucionalidade.
            Em relação a uma possível decisão do STF não podemos esperar nada, em matéria tributária ele costuma tomar decisões políticas, tanto é que não me surpreenderia se ele dissesse que é serviço, sendo totalmente incoerentes com suas próprias decisões passadas (por exemplo, eles entendem que o serviço de transporte aéreo de passageiros não é tributável pelo ICMS, mas o terrestre é, é o aéreo de carga também é)

          7. Só que o Netflix, e qualquer serviço de streaming, não apenas disponibiliza o arquivo, há um trabalho contínuo para que o serviço seja entregue. O filme não está pronto para ti no momento em que você o seleciona.

            Se entregar um filme com o codec adequado, com qualidade adequada, aonde tudo isso requer poder de processamento, armazenamento.

            O netflix não produz algo palpável, ainda sim, como na corretagem de seguros, fornece meios para um fim, aonde o serviço existe, atentar-se demais em relação a uma pessoa faz atividade laboral, é inconsistente com o mundo em que vivemos atualmente.

            Assim como essa lei agora faz o SaaS um produto tributável, assim como os jogos na playstore.

    2. Se não me engano o ICMS só será cobrado em cima dos planos pós-pagos.
      E é 20~25% :P

  5. Acabei de receber uma msg de texto da Vivo que o STF decidiu que deve incidir ICMS sobre a assinatura do plano, e que na próxima fatura já vem o valor corrigido.

    Resultado: 12% de aumento na conta de celular.

    Se eu tivesse um plano de pré-pago, como iria funcionar? Os minutos ficariam mais caro? Pq só cita sobre assinatura

    Isso vai afetar também o Netflix (pois possui assinatura)?

  6. Galera, em pleno 2017, carro chinês ainda é bomba?

    Ontem me deparei com o Celer, da Chery, e o conjunto que ele oferece é muito mais completo que os outros carros na mesma categoria, e com um preço mais convidativo. O que eu vi estava 23k, ano 2013, 32.000km, mesmo preço de um polo 2009 pelado com 60.000km que também estava de olho.

    Como é meu primeiro carro, não estou muito preocupado com desvalorização. Até porque é pra trabalhar, então vai ser usado até fazer bico.

    E aí, será que vale a pena?

    1. Cara, falando sobre questão de segurança, na média, os carros chineses são os piores (chery, geely, lifan, etc)

      Dê uma olhada nessa tabela de resultados de crash test da latin ncap, veja como os chineses que foram avaliados são ruins

      http://www.latinncap.com/po/resultados

      Sei que o Chery QQ é outra proposta de carro, mas ele foi o pior carro avaliado de todos os carros, isso em 2015! Isso mostra um pouco do potencial da marca

      http://www.latinncap.com/po/resultado/57/chery-iq-sem-airbag

      Agora falando do polo “pelado” (unica é ressalva que este do teste tem airbag)

      http://www.latinncap.com/po/resultado/64/volkswagen-vento–polo-sedan-+-2-airbag

      Vejo que essa má qualidade na segurança deixa o preço mais barato. Fora que tenho conhecidos que relatam que quebram com mais facilidade, dificuldade em achar peças de reposição e muito barulho interno.

    2. já pensou num veiculo usado de uma marca mais tradicional como VW, Ford ou Chevrolet?
      Quer um carro pequeno? Ar condicionado? Direção hidraulica?

      1. Sim, tô pesquisando bastante. O obrigatório, pra mim, é hatch com ar e direção.

        Tem o Fiesta e o Fit que gostei bastante, só esbarrei mesmo na questão dos itens de série, porque os que encontro dentro do meu budget (23~27k) vem pelados e com km muito alta.

        O Celer que eu citei, por exemplo… Vem até com console, alarme e airbag de série:

        https://www.webmotors.com.br/C/18629591

        1. Ia te sugerir o Fiesta. Veio um aqui agora pra trocar uma chave de seta. Com ar e direção ele tá sendo vendido por 25 mil.

        2. Dá uma olhada no Idea. Tenho um e acho ótimo pra cidade e estrada, muito espaço interno, ótimo porta malas e um motor decente. Ando tanto na cidade como em estrada, tendo viagens como interior de SP – Blumenau, SC, 900km em um dia, Assis – Curitiba (500km), Minas Gerais (mais de 1000km em vários dias), etc etc.

          Como ele saiu de linha em 2016, o valor dele usado caiu muito – o meu é 1.4, com ar e direção e blá blá blá, 2012, e o valor caiu de 31mil no ano passado pra 25mil esse ano. Vejo ele com o melhor negócio para carros até 30k.

          Com 50mil km rodados, a manutenção dele até agora é apenas pneu, óleo, esses itens de desgaste. E o rádio que parou de tocar CD mas não me importei.

        3. Dá uma olhada no Idea. Tenho um e acho ótimo pra cidade e estrada, muito espaço interno, ótimo porta malas e um motor decente. Ando tanto na cidade como em estrada, tendo viagens como interior de SP – Blumenau, SC, 900km em um dia, Assis – Curitiba (500km), Minas Gerais (mais de 1000km em vários dias), etc etc.

          Como ele saiu de linha em 2016, o valor dele usado caiu muito – o meu é 1.4, com ar e direção e blá blá blá, 2012, e o valor caiu de 31mil no ano passado pra 25mil esse ano. Vejo ele com o melhor negócio para carros até 30k.

          Com 50mil km rodados, a manutenção dele até agora é apenas pneu, óleo, esses itens de desgaste. E o rádio que parou de tocar CD mas não me importei.

    3. veja um crash teste e depois reflita o quão importante são as suas pernas, braços e a sua vida.

    4. veja um crash teste e depois reflita o quão importante são as suas pernas, braços e a sua vida.

    5. Não sei muito sobre carros chineses, mas acompanho muito o mercado de motos nacionais e chinesas.
      No mercado de motos, normalmente as fábricas chinesas são consideradas uma “segunda linha” das japonesas, utilizando projetos com alguns anos de atraso – o que normalmente não atrapalha em nada.
      Alguns motores tem menos rendimento que os de motos fabricadas aqui, normalmente com potência inferior.

      O maior problema que a gente nota nas motos é o acabamento. Marcas como Dafra tem boa qualidade, outras como Kasinski tem como característica plásticos que perdem a cor facilmente com o tempo, com algumas rebarbas, adesivos que descolam.. porém de motor são decentes.

      Sei que não ajudou muito, mas dá pra investigar de onde a fabricante do carro que você quer “copiou” o projeto do carro. E não esperar muito do acabamento, algo que é mais visível em um carro que em uma moto.
      Como “vantagem”, carros como o Cherry QQ tem um baixíssimo índice de roubo, são bem pouco visados.

    6. Até onde sei, são extremamente perigosos em uma batida. Eu não teria coragem de ter um, por mais que tenham ótimos atrativos por um preço razoável.

    7. Se você mora próximo à uma concessionária, pode não ser tão ruim do ponto de vista mecânico, que um grande problema desses chineses, é a falta de mercado de peças para eles.

    8. Pode ser bom ou pode ser ruim.
      Tudo depende de como o dono anterior cuidou do carro.

  7. Derrubaram o avião do Teori !!!!!!!!!!!!!!!!!! Estou incrédulo ainda.

    As pessoas tendem a partir do princípio que tem que ser provado que não foi acidental antes de acusar culpados. Nesse caso sou o contrário, Teori tinha um baita alvo marcado nas costas e hoje ia começar a homologação da delação da Odebrecht, para mim deve ser provado que realmente foi acidental.

    1. Fique tranquilo, vc está alinhado com o q temos de mais moderno em termos de investigação: “vamos provar q fulano é culpado, pq acreditamos q ele é culpado e isso basta”. Vc vai longe, garoto!

  8. Vi um Gurgel outro dia parado numa rua… Lembrei que alguns (ou todos, não sei) eram feitos com fibra de banana.

    Outro dia estávamos reparando aqui em casa na resistência da casca do coco verde e como ele poderia ser reaproveitado em várias coidas… E tb pensando no caos q pode ser a vida com todo esse lixo que sistematicamente vamos produzindo.

    Li ontem uma entrevista do Eduardo Giannetti no “El País” e ele comentava q não precisamos viver como os americanos, q desejar o mesmo padrão e ritmo de vida deles não seria necessário…

    Acho cada vez mais verdadeiro isso, mas ainda tenho dificuldades em mudar algumas coisas na minha vida diária pra fugir do consumismo.

    Já falamos outras vezes aqui de uma vida mais simples, mas, no geral, não é tão simples alcançar esse simples.

    https://uploads.disquscdn.com/images/81108cf9fafe956fde80294edcec60b59d42ffb98ada4b0e1cfc141e62a6b20c.jpg

    1. Isso passa pela globalização e não acho que seja necessariamente ruim. O é porque o estilo de vida norte-americano é insustentável, mas não significa que abdicar de tudo que vem de lá (ou de qualquer outro lugar) seja uma boa. Somos todos humanos, afinal, e salvo por diferenças culturais compartilhamos um senso comum.

      Mas, de fato, há um descaso com o que é daqui. Na mesma medida em que o consumo é globalizado, também a mídia, a publicidade, os anseios que se fabricam para fazer a roda consumista girar alcança, hoje, uma escala global. Aí acontece esse desequilíbrio.

      1. Um carro feito com banana me parece representar bem o que negligênciamos por queremos importar compartimentos e toda sorte de mercsdorias. Nessa mesma entrevista o Gannetti tb fala q importamos comportamentos europeus. De fato, eu não me importo muito com nacionalidade e essa questão de identidade nacional perdeu força pra mim, especialmente depois de grandes eventos em q nos exibidos para o mundo…

      2. Um carro feito com banana me parece representar bem o que negligênciamos por queremos importar compartimentos e toda sorte de mercsdorias. Nessa mesma entrevista o Gannetti tb fala q importamos comportamentos europeus. De fato, eu não me importo muito com nacionalidade e essa questão de identidade nacional perdeu força pra mim, especialmente depois de grandes eventos em q nos exibidos para o mundo…

          1. Claro que dá, ola a diferença em qualidade de um produto da CCE e da Lenovo.

            Muito da indústria brasileira. de bens de consumo, é quase sempre muito pior do que um produto importado.

      3. Sim, é um problema esse padrão de vida consumista e absurdamente individualista que nos é imposto como sendo bom e que vem dos EUA.

        O grande desequilíbrio é que o padrão de consumo é globalizado mas os ganhos – salários e outros – não são.

        A mídia e a propaganda vende um padrão de vida norte-americano como sendo o ideal mas se esquece que a realidade miserável de 70% do povo brasileiro. Depois, quem vê esse tipo de propaganda se acha fracassado porque não conseguiu alcançar o padrão de vida de um norte-americano médio.

    2. “desejar o mesmo padrão e ritmo de vida deles não seria necessário…”
      Nossa, mil vezes isso! A gente não precisa de uma Harley Davidson para ir na padaria, a CG 150 cumpre essa função com maestria.

      Mudamos MUITO nosso padrão de vida com o plano real, ele melhorou bastante, o que é ótimo porque a gente ainda vivia em 1960. Mas ficar bitolado em seguir o padrão de vida que, sei lá, os rappers apresentam para o mundo, posso afirmar que nem o americano médio consegue seguir o padrão de vida americano (LoL).

      Michael Moore tem um documentário legal que apresenta um tanto disso, “Capitalism: A Love Story” – que não tem no Netflix, mas se encontra facil no Youtube. Ele apresenta que nem o americano está conseguindo seguir isso. Vale uma horinha ali pra ter noção disso.
      Tem alguns outros que parecem seguir na mesma linha, mas ainda não assisti. Vários apresentando o poder do marketing.

      E bonito Gurgel hahah pena não ter sido possível aperfeiçoar. A ideia era ótima, só o produto ainda era limitado, mas tinha como avançar.

      1. Gurgel não era bonito. E era um carro extremamente limitado.
        Bonito, por exemplo, era o Santa Matilda, produzido na Serra do rio de janeiro na mesma época.
        A indústria automobilística brasileira nunca se desenvolveu. Não se sabe bem a razão.
        Quanto a ir na padaria, convenhamos, melhor ir a pé.
        Já comparar Harley com Honda… :-)

      2. Tava reparando nas músicas mais ouvidas de 2016 no Spotify e notei que muitas delas são de caras que cantando que já tem tudo em termos materiais, mas não tem outras coisas mais básicas relacionadas a sentimentos… A música reflete bem o estado das coisas.

        1. Tem certeza que não era fibra de vidro? Na época, me lembro bem, era usada muita fibra de vidro para se fazer carros réplica e de baixo volume de produção..

          1. sim. é coisa bem antiga e, se não estou enganado, era apenas uma modelo q tinha isso. só não lembro se chegou a ser comercializado, se eles faziam em caráter de teste.

    3. Pensava que os Gurgel fossem de fibra de vidro.
      Eduardo Giannetti é um cara de conteúdo. Alguns são tratados e difíceis de ler (auto-engano, por exemplo) mas extremamente pertinentes..

    4. Cara, comecei a aderir ao minimalismo, depois de perceber a quantidade de porcaria que eu tinha.

      Hoje, depois da mudança, desapeguei de muita coisa, o preço de uma mudança é extremamente caro, então acabei por levar o que realmente é essencial. Mas com a Amazon entregando quase tudo em até 24 horas, o fardo de comprar online é quase inexistente. O que facilita o consumismo. Além do valor do frete quase inexistente, a velocidade e os preços irrisórios de produtos que agreguem pouco e atraem bastante dificulta quem não quer comprar muito.

      1. Pois é, essa facilidade de consumir é bem preocupante, pq pode levar mesmo vc a comprar mais e mais. Se vc há pode ser compulsivo comprando por aí, quem dirá de casa. Esses especialistas falam assim: qdo sair, não leve o cartão de crédito. Mas a questão nem é mais só essas… Se mesmo em casa é possível comprar, coisa que só era possível antes com o vendedor que passava de porta em porta, o consumismo invadiu todos os espaços. Não tem como fugir, exceto uma postura de vida mesmo, como o minimalismo.

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