Post livre #64

Dezembro está aí e daqui até o Natal será um pulo. No post livre, você talvez já saiba, o post em si não tem nada além de um convite a você para que conversemos ali embaixo, nos comentários, até domingo à noite.

Podemos começar?

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156 comentários

  1. A newsletter desse sábado está excelente! Quem não assina está perdendo…

    1. Até vou responder contra as newsletters diárias.

      Engraçado que eu li a dessa semana no banheiro, antes de ir tomar banho. Levo comigo o telefone e uma caixinha blutooth para ouvir música. :)

      1. não sou contra, mas não conseguiria dar atenção diária a elas. eu já nao consigo ler mais a do nexo e sidebar como conseguia… tem a da kotaku tb… as diárias me deixam angustiado.

  2. Acho que está tarde para começar tópica, mas vamos tentar.

    Eu estava assistindo alguns reviews dos novos MacBooks Pro e, no geral, o pessoal está bem raivoso com a questão da mudança de portas. Há outras críticas como a Touch Bar ser caro e relativamente inútil, ao novo teclado e algumas coisas de hardware como limitações de memória e GPU da AMD.

    Concordo com a maioria das críticas, mas uma coisa me chamou a atenção na cobertura: qual será o real mercado dos MacBooks Pro nesse momento? Como até comentei no post de migração do @ghedin:disqus , acho que vários públicos influentes (blogueiros, programadores, designers, ricos em geral, etc…), mas qual a proporção atual?

    Pergunto porque todos os reviews pareciam focar no mercado criativo, enquanto as criticas focavam no cartão SD eu queria saber como a Touch Bar funciona para desenvolvimento Xcode ou Terminal haha,

    Meu maior problema, no final, é que eles ficaram muito caros mesmo para os padrões de Mac. Infelizmente gosto muito do OS X, mas talvez a próxima compra eu pense em um Windows como alternativa porque Ubuntu é bom para programar mas compromete em várias outras situações.

    1. Sei q o foco do seu comentário é Mac, mas qdo vc diz ao final q o Ubuntu compromete em várias outras situações, vc poderia dar uns exemplos?

      1. Você fica limitado a menos opções de aplicações, por exemplo, não dá para usar o Apple Music o 1Password (sem gambiarras), assim como outros serviços de nuvem como o Dropbox por exemplo. Além de, claro, o famoso Office e seus acessórios (Visio, Project, etc..). A maioria dá para contornar com serviços web, como a falta de um bom cliente de e-mail, mas não deixa de ser uma experiência limitante em comparação a um sistema bem suportado como OS X por exemplo.

        Tirando a questão da bateria que é bastante irritante, eu não tenho problemas no dia-a-dia com o Ubuntu mas ainda prefiro (de longe) a experiência do OS X.

        1. Usei muitos anos o Ubuntu pra tudo e o que sempre pegou mesmo de problema era não ter uma suíte office decente. OpenOffice não é decente, infelizmente.

          O resto tudo eu contornava relativamente bem – algumas opções são até melhores no mundo Linux, principalmente em termos de desenvolvimento.

          O Dropbox, até onde eu sei, porém, é nativo no Ubuntu e funciona muito bem – eu usava lá por 2010.

          Os serviços da Apple só funcionam em macOS, mesmo numa máquina Windows tu vai ter problemas com Apple Music, iTunes, iCloud, etc.

          1. Escrevi errado: outros serviços fora o Dropbox no caso, tipo Google Drive e One Drive da Microsoft. O Dropbox tem cliente para Linux e funciona bem, nunca tive problemas com isso inclusive.

            No geral, como eu disse, faço tudo normalmente…mas seria a experiência mesmo. Sei que sou muito fresco em relação a essas coisas, mas acho tudo muito precário na média apesar de contornável.

            Consegui fazer tudo que eu preciso quase, mas a Software Store é precária e fiz download tudo por fora. Muitas coisas eu tive que fazer o build (VMWare, Oracle SQL Developer e InteliJ). Aliás, o InteliJ e SQL Developer não integram a barra do menu com a barra do Ubuntu e isso é irritante quando você usa o programa o dia inteiro. Preciso usar o 1Password via Wine, abri mão de apps como Reeder, Tweetbot e Airmail. Spotify é meio beta, Evernote nem existe cliente oficial, e assim vai. Por fim, tive que desativar a GPU da nVidia para o PC entrar em estado de suspensão.

            Linux já vem mais pronto para desenvolvimento, mas nunca tive muitos problemas com OS X, o Homebrew me atende bem. Ou seja, nada a reclamar no geral.

            Windows preciso voltar a usar sério para avaliar, no trampo com Windows 7 é chato configurar as coisas e fazer funcionar. mas com o bash, docker, etc…pode ser uma melhor alternativa aos preços dos MacBooks e precariedade do Ubuntu.

          2. Aproveitando o embalo da conversa, vc e Gabriel Arruda indicam alguma linguagem básica (programação não é o meu forte) pra quem vai se aventurar com desenvolvimento de jogos?

          3. tentei usar o openoffice por um tempo, mas foi inviável: as planilhas q uso todo mês ficaram arruinadas na migração. os gráficos idem…

        2. Vou precisar de uma máquina pra desenvolvimento de jogos e ainda não sei muito bem por onde começar… Daí pensei no Ubuntu pra ter a vida facilitada, mas há esses poréns.

          1. Observe que eu sou bem fresco com esse negócio de “experiência”, acho que dá para dar um belo desconto nas minhas críticas para a maioria dos usuários, além disso as coisas ficam menos problemáticos se você pensar em usar um desktop ao invés de notebook por exemplo.

            Depois dos perrengues iniciais, consegui fazer tudo funcionar, só não acho que foi da melhor forma.

          2. não esquento tanto em ter a melhor das melhores experiências, pq cenários precários me interessam e me atraem, de certa forma, pq esse estado perfeição q apple almeja, no mundo q vislumbro, é insustentável. apesar dela ser bem mais popular nos eua e em outros países em q seus aparelhos são acessíveis, eu acho q o custo humano pra se conseguir isso é alto demais: desde a criação até a produção.

          3. Eu entendo quem goste de fazer as coisas na mão, até me divirto também, mas não tenho paciência quando isso não é opcional e atrapalha meu trabalho.

            Mas em relação aos custos “humanos” da Apple, que custos são esses que você acha que ela gera e outras empresas não?

          4. há um elevado custo humano em se conseguir produzir os belos aparelhos da apple. o ritmo alucinado das fábricas por conta da demanda e a incrível pressão q sofrem as equipes da apple por mais e mais novidades. é uma ciranda muito louca e, sinceramente, tirando tarados como steve jobs, não sei quem poderia sobreviver a isso numa ponta ou outra.

          5. Mas na parte de hardware, por que você acha que isso seria diferente em outras empresas? Principalmente considerando que a maioria das concorrentes são asiáticas, com alto apreço por jornadas extenuantes de trabalho, não imagino que isso seja diferente.

            Em relação ao software, não teria uma visão muito idílica de como ele é desenvolvido na comunidade open-source. O fato de não ser construído dentro de uma única empresa já é bem vantajoso, mas a cultura pode ser bem agressiva, basta ver os rages do Torvalds que o pessoal trata geralmente como “ele pode, quando você for f*da assim pode criticar”.

            Acho que falando de software é uma luta válida, mas em relação a hardware suspeito que seja apenas um viés de disponibilidade as críticas a Apple do que um fato ela ser mais agressiva ambientalmente ou nas condições de suas fábricas.

          6. mas a apple é uma referência (talvez “a” referência máxima) para outras empresas e qto mais longe e mais eficientes a apple for (sem nenhum tipo de freio por conta das questões ambientes e humanas), as outras vão no mesmo caminho… assim me parece.

            sobre o software, open-source, não há relação de dependência ali, como há na apple. em uma há liberdade para entrar e sair, na outra não, vc é funcionário, tem contrato (inclusive de confidencialidade).

            a apple, enqto estiver por cima, vai ser naturalmente a mais criticada, pq tb não sem tem tanta clareza assim da sua cadeia produtiva pra se mirar em algo, mas ainda assim ela é a responsável geral. da mesma forma com a nike q é alvo de forte pressão, diferentemente da asics ou mizuno, por exemplo…

          7. Estar no topo é estar suscetível a pressões e cobranças. Nada mais natural. E a Apple é, pelo menos desde 2011, cobrada pelo que ocorre em sua cadeia produtiva.

            A relação com a Foxconn na China foi bastante criticada e, pelo menos na superfície, deu-se mais atenção a ela — Tim Cook chegou a visitar as fábricas a fim de constatar as condições de trabalho. Sobre a extração de metais preciosos, naquela (sensacional) reportagem do Washington Post sobre o cobalto que vem do Congo, a empresa disse que 20% do cobalto usado em seus produtos vêm da empresa acusada de más condições de trabalho. (LG disse que não compra nada dela e a Samsung, que estava conduzindo uma investigação interna para entender a situação.) A matéria: https://www.washingtonpost.com/graphics/business/batteries/congo-cobalt-mining-for-lithium-ion-battery/

            Eu tendo a concordar com o Gabriel. Para essas empresas grandes, onde há maior exposição e, consequentemente, cobrança, há um rastreamento melhor das origens das matérias-primas e mais interesse por parte da imprensa em cobri-las. Agora, vai saber de onde vem a matéria-prima de um celular da Blu, ou da Huawei (aqui entra outra questão, uma política, por ser uma empresa chinesa) ou da Oppo/Vivo/OnePlus (entregam mais hardware cobrando menos que outras fabricantes).

            É especialmente complicado porque a conta não fecha se se decide fazer tudo da melhor forma possível. Temos, inclusive, um caso real disso, o Fairphone. No review do modelo mais recente no The Verge, os pontos fracos são decepcionantes:

            * Bulky compared to flagship smartphones
            * Bad camera and lackluster performances
            * Expensive based on specs alone

            Aqui: http://www.theverge.com/2016/4/13/11414936/fairphone-2-review

            De qualquer forma, é possível fazer melhor, e isso vale para todos os envolvidos. Cabe a nós cobrar e, sempre que possível, votar com a carteira pelas melhores práticas de mercado.

          8. Eu ia comentar do Fairphone, mas acho que talvez eles devessem focar em reciclagem mais do que em reparabilidade, isso talvez fosse torna-se o produto menos sacrificado em relação a experiência com o usuário.

            De resto, concordo com o geral, a melhor forma é continuar monitorando as gigantes e votando na carteira assim que possível.Com os preços tão achatados de smartphones, eu já estaria disposto a gastar uma grana a mais para garantir origem dos materiais, pensando que eles teriam fontes confiáveis.

          9. mas se o fairphone tirou 7.5… acho q vale, não? mas a wired disse em certo momento, acho q sobre o primeiro modelo, q ele não era tão fair assim – pq não tinha como fugir de certos fornecedores com prática condenáveis.

            a OMS, desconfio, deve passar longe dessas discussões e eles poderiam, talvez, dar uma força pra mudar certas práticas.

            mas empresas grandes tb têm elevado poder econômico e creio q sejam capazes de dar a aparência correta a algo não tão correto assim. mas isso é uma especulação minha. desconfio naturalmente q empresas tenham sempre em vista as boas práticas acima das possibilidades de lucro.

            e, veja só, “Tim Cook chegou a visitar as fábricas a fim de constatar as condições de trabalho”, vc diz… mas não te preocupa o cara ir lá só pq a coisa apertou? ele não devia ir lá com frequência e saber o q se passa? bom, ele não precisa ir, mas um chapa de confiança poderia dar a real pre ele tal… enfim, fica parecendo q o rei teve q ir à colônia, sabe?

          10. Sei lá se vale, hein… eu já fico com um pé atrás com a maioria dos smartphones à moda tradicional, um com mais comprometimentos deve ser ainda pior de usar. “Câmera ruim e desempenho decepcionante” e “volumoso comparado a smartphones topos de linha” são aspectos que pesariam muito para mim.

            Sobre Tim Cook, acho que é relativo. É o mesmo caso do Esporte Interativo que, no caso da queda do avião da Chapecoense, anunciou que não entrevistaria parentes das vítimas. Alguns questionaram se precisava anunciar isso, se não seria só o caso de ficar na dela e seguir essa orientação. Mas, quando todas as outras têm esse comportamento questionável, importa a declaração em sentido contrário. Para dar o exemplo.

            O que quero dizer é que desconheço outra empresa da qual o CEO faça visitas regulares (ou que tenha feito uma que seja) ao chão de fábrica da empresa chinesa na China para fabricar seus aparelhos. Nesse contexto, a visita teve um peso simbólico e prático no sentido de melhorar as condições de quem trabalha lá.

          11. sem falar no esforço pra extração das matérias-primas com as quais os componentes são feitos. o impacto ambiental da produção etc… não sei já foi aferido o impacto ambiental da produção dos principais produtos da apple. presumo q seja alto.

  3. Atualmente uso notebook em casa para escrever e trabalhar, mas, a ergonomia é péssima (e desempenho do Windows 10 é bem irregular).

    Alguém aí usa ou já utilizou um Mac Mini? Será que vale a pena adquirir um hoje dia para trabalhar (seria uso básico para escrever e utilizar software de cálculo)?

    1. Eu também tive essa iluminação recentemente. Mesmo usando um teclado meia boca e um mouse péssimo, as dores no meu ombro e coluna já diminuíram consideravelmente. Nem penso mais em aposentadoria :)

      Só que mantive o notebook. O que fiz foi elevá-lo à altura dos meus olhos, colocando ele sobre uma caixa, e conectar o teclado e mouse, usados numa mesa que os deixa na altura correta para que meus cotovelos fiquem dobrados em 90º. O próximo passo é comprar um combo mouse/trackpad+teclado decente; só falta decidir qual e ter a grana (não pretendo economizar nisso).

      1. Você não acha estranho ou desconfortável ficar olhando pro teclado do notebook à sua frente?

          1. Nunca testei pessoalmente, mas nas fotos que já vi acho bem estranho. Entendo também que comprar um monitor para solucionar esse “problema” é caro

      2. Também pesquisei sobre esses acessórios (além de um monitor). Já tenho um mouse sem fio (ganhei numa promoção de um loja ao adquirir um cartão da empresa), mas, por ser a pilha quase não utilizo.

        O pior que quando o assunto é tecnologia, tudo é excessivamente caro por aqui.

        1. Sim. Eu me conforto pensando que: 1) paga-se mais caro, mas dura mais tempo; e 2) paga-se mais caro por mais conforto. Ainda mais por trabalhar e lidar com esse tipo de equipamento uma boa parte do dia, todos os dias, é o tipo de gasto (investimento?) do qual nem reclamo muito.

          1. Nesse sentido Ghedin, você que é usuário do macOS Sierra, será que uma máquina com 4gb de ram dá conta de rodar bem o sistema ou é melhor partir para pelo menos 8gb?

          2. Eu não tenho parâmetro para falar de macOS com 4 GB. Com 8 GB, dá conta bem tranquilo do meu uso. A coisa mais pesada que rodo deve ser o Pixelmator e não tenho por hábito usar muitos apps ao mesmo tempo nem deixar muitas abas abertas simultaneamente.

            De qualquer forma, ainda que 4 GB dê conta, eu pegaria alguma coisa com 8 GB. Só por precaução.

      3. Ghedin, posta uma foto da sua mesa na configuração atual! Fiquei curioso.

        1. Agora está meio feio, com teclado e mouse zoados e umas caixas feias elevando o notebook. (Se bem que, nesse esquema, acho que não tem jeito de deixar bonito.) Quando estiver mais arrumado, compartilho!

    2. Faz muito tempo q não me deparo com um mac mini… nem sabia q ainda o produziam. Se for pelo custo e a necessidade de ter um apple, talvez valha, mas é um super palpite.

      1. Estava pensando em pegar o último modelo novo (late 2014) ou mesmo um usado (late 2012).

        Pelo que pesquisei, o late 2012 possui suporte para upgrade de ram e é mais poderoso por ser quadcore.

        Visualmente são idênticos, mas, o mais antigo tem um preço bom e encontrei por até R$ 2.000. ´

        Já o mais recente, no modelo mais pertinente sai por no mínimo R$ 3.100.

    3. Quando eu comprei meu Mac Mini ele custava R$1700 (i5) com 2GB de RAM. Hoje ele tem 16GB de RAM e funciona muito bem pro dia-a-dia de escrever no Word, navegar com o Chrome/Safari, user o Trados ou Wordfast e realizar tarefas mundanas como ver filmes e ouvir música. De quebra ainda rola uns jogos no mínimo como Path of Exile. Starcraft 2 e Diablo 3.

      Eu uso um teclado mecânico no Windows e o antigo teclado Apple sem fio no macOS. Idem pra mouse, use o Magic Mouse antigo no macOS e um mouse Razer no Windows (é complicado usar teclado Apple no Windows e vice-versa, por conta dos atalhos) e meu monitor é uma TV de 32′ da Philips que tem um painel excelente, o que me economiza espaço no quarto.

      Não sei se recomendaria hoje por conta do preço e do fator “upgrade”. O Mini é um notebook-desktop. Talvez um desktop PC equivalente em termos de qualidade de HW e potência saía por um preço semelhantes, mas, com o tempo você sempre poderá dar upgrades nele, ao passo que no Mac Mini não.

      1. Obrigado pela sua resposta. Estou pensando em comprar o modelo de 2012 (e não o mais recente), justamente pela possibilidade de upgrade.

        Minha intenção é ter uma máquina que ocupe pouco espaço, sem muito barulho e com boa ergonomia para trabalhar (esse último ponto de fato depende do mouse e teclado).

        1. O meu é mid-2011, upgrade nesses é só RAM e HD. O resto não tem como. Falei mais nesse sentido de upgrade (se você precisar trocar qualquer outra coisa não tem como).

          Ele ocupa pouco espaço mesmo e quase não faz barulho, só escuto ele trabalhando mesmo quando eu resolvo jogar (mas, convenhamos, ele não foi feito pra isso).

  4. Só pra dar continuidade do q comentei no post livre passado, troquei meu roteador por um dualband e um q aceitasse o DD-WRT. A conexão ficou BEM melhor na frequência 5Ghz e foi possível configurar o VPN direto no roteador. Como previa, agora não é possível mais usar o Netflix, q bloqueia todo e qualquer VPN. Pra usá-lo teria q acrescentar uma exceção ao ip do chromecast e, sinceramente, acho isso o fim da picada. Não seria mais fácil o Netflix confrontar os dados q tem (de cobrança) com aquele q fará a tentativa de acesso? Penso seriamente em cancelar a assinatura. Penso em reclamar no twitter, mas creio q o pessoal do Netflix q gerencia essa conta seja do marketing e não vá ter disposição pra encarar o assunto – e, claro, isso não seria uma demanda dos assinantes (a liberação por acesso com VPN).

    1. Isso ocorre justamente por causa dos assinantes, que usam VPN, não por querer sua conexão encriptada e sim pelo aspecto do Proxy do serviço, que permite que eles conectem em outros servidores em outras localidades. Mas se o Netflix fizer uma comparação entre da onde a conta foi originada e a localidade do acesso, isso acaba restringindo o acesso de que vá viajar por exemplo e tente acessar o NetFlix em outro país.

      1. Me parece q eles têm meios e recursos pra identificar quem é quem. Mas vale mais o bloqueio geral e enfiar goela abaixo um acervo ruim. Reparo cada vez mais q destrui o negócio das locadoras impediu o acesso das pessoas a muitos bons filmes…

        1. Acho que nem é tanto culpa da Netflix aí, mas dos estúdios. A Netflix se expandiu para o mundo todo no começo do ano (menos China) e, óbvio, apesar disso, os acervos em cada país são diferentes, devido aos contratos que eles têm com os estúdios. Nesse sentido, o investimento em produção própria ganha uma camada extra de importância — não está sujeito a essas restrições impostas por terceiros.

          O que vejo como problemática é a posição de dominação da Netflix. Direto lemos declarações em redes sociais ou ouvimos de amigos que eles passarão a noite “vendo Netflix”, e não “vendo um filme”. Essa restrição a um fornecedor limita bastante as opções e piora porque esse fornecedor trabalha com um algoritmo que direciona as escolhas. Temos alternativas (Crackle, MUBI, Oldflix, sem falar nas lojas de compra e aluguel de filmes), mas no momento em que os consumidores passam a ignorá-las, de que importa?

          Em nota relacionada, é bem impressionante a agressividade e qualidade técnica que a Netflix tem para barrar o uso de VPNs no acesso a acervos de fora: https://torrentfreak.com/tens-of-thousands-protest-netflixs-vpn-blockade-160226/ Os serviços de VPN e parte da imprensa duvidavam que isso seria eficaz (viam a iniciativa como uma briga de gato e rato), mas, surpresa, a investida da Netflix está funcionando. Vários serviços de VPN já meio que jogaram a toalha.

          1. VPN até podem barrar. Mas o pessoal contorna de outro jeito.

            Arranjam algum usuário com internet fodida (100Mbps garantidos) do país que tem o conteúdo desejado, gravam o arquivo na maior qualidade possível, jogam nos .torrent da vida e mandam uma banana para a Netflix.

          2. Sem dúvida os estúdios pressionam e podem ser até q sejam só por eles q a netflix tenha investido nisso e se não o fizessem, ao negócio poderia ter sido inviabilizado.

            Mas veja q isso é fazer o velho jogo da indústria q todos consideram decadentes (a da música, por exemplo) e se eles acharam um jeito eficaz, realmente se empenharam nisso… Acho decepcionante não ter um mecanismo de comprovação de localidade. Enfim, o q me resta é cancelar… Vi muitas queixas de americanos em fóruns por conta dessa restrição.

            E, querendo ou não, pagando a netflix, tb contribuo pra produção de séries boas e série as quais não tenho o menor interesse…

            Assinei o crunchy roll e funciona de boa com VPN… Provavelmente assine o MUBI, q tem mais a ver com o meu interesse. Enfim, queixumes q considero um tanto válidos, mas q não interessa à maioria dos usuários.

            Dá um desgosto danado essas restrições. Vejo com uma baita incentivo à pirataria q eles tanto querem combater.

          3. q doideira esse lance de uma tv global, diluindo ainda mais as referências culturais locais… sem falar na influência q uma empresa assim pode ter. mas se isso me trouxesse o cinema mundial (e não só o americano, ok), mas duvido q isso aconteça…

          4. Mas o MUBI é uma pegada completamente diferente da massificação da Netflix. Eu usei muito o MUBI pra ver filmes “cult” e esse é o nicho deles. O Crackle é uma pegada mais “TV” mesmo, tem muito pouca coisa relevante.

            O grande problema do aluguel de filmes é o preço: se paga 22,90 por mês na Netflix para ter acesso ilimitado ao catálogo que, ainda que seja antigo no Brasil e não tenha muitos lançamentos, é muito melhor do que se pagar R$6,90 (e mais nos lançamentos) num Now da NET ou pagar 15 dólares por um filme no iTunes (esse eu nem considero opção, mas, vá lá). É muito, muito mais caro.

            Anos atrás eu usava o Netmovies, era muito bom, eu podia pegar 4 filmes por mês pelo mesmo preço da Netflix, porém, com lançamentos e eles entregavam e buscavam em casa. Mas acho que faliu.

            A Netflix está numa posição de dominância porque a concorrência é inoperante. A HBO poderia bater de frente mas parece que, ao menos no Brasil, é gerenciada por senhores de 70 anos que acham que internet é um “tipo de TV”.

          5. Tudo depende de quantos e quais filmes você assiste por mês.

            A Netflix cobra R$ 22,90; se você só assiste a lançamentos “convencionais” no Google Play, dá para alugar três filmes por mês (R$ 6,90 cada) com esse valor e ainda sobra uns trocados.

            Se assistir a só um lançamento e usar o resto do “crédito” para filmes mais velhos (R$ 3,90), dá para ver cinco filmes no total.

            Eu vejo, em média (e considerando o cinema), quatro filmes por mês. Mantenho a assinatura por causa das séries (nisso o custo-benefício é imbatível), especialmente as exclusivas, e porque mais gente acessa pela minha conta (família), mas… sei lá. Fosse só eu, talvez já tivesse cancelado, voltando eventualmente para pegar novas temporadas de algumas séries.

          6. um trunfo a netflix tem e isso não tenho como negar: os dubladores de ‘hora a aventura’, ‘bojack horseman’ e ‘rick e morty’… são muito bons. mas para por aí, pq outras prefiro no original mesmo, tipo ‘bob’s burguer’ (q não tem no catálogo deles, diga-se). mas acabou assistindo BEM pouco do catálogo e acho q os 22,90 não são tão bem aproveitados assim. pra quem gosta de conteúdo dublado me parece uma boa (o q parece ser uma preferência inclusive de quem vai ao cinema, pro meu terror).

          7. Confesso que eu falo isso, mas, no dia-a-dia aproveito o fato de trabalhar em casa e vou no cinema na quarta-feira de tarde e pago R$6 para ver os lançamentos.

            Eu tenho Netflix desde que que chegaram no Brasil sem cancelar por conta das séries e dos filmes mais “sessão da tarde”. Hoje em dia eu vejo muito pouca coisa – quem vê mais é a minha mãe – mas mesmo assim eu acho mais interessante do que alugar/comprar filmes em Google Play, iTunes e Now.

          8. achava cara, mas tinha carinho por uma locadora aqui perto de casa… o dono estava lá todo santo dia. fechou e acabou… tinha um preço excelente e o cara trazia filmes cult. não eram os mais alugados, mas ele trazia assim mesmo… e tinha a 2001 q era super careira, mas tinha o melhor catálogo.

          9. acho que as coisas vão melhorar com a HBO agora com a compra da Warner pela At&T…, mas vai levar mais alguns anos…

        2. A dificuldade é em identificar quem de fato está em outro país, e quem não está. Já que com o VPN se torna extremamente difícil. Ainda mais quando a proporção entre quem usa VPN de fato e quem usa para burlar restrições geográficas é gritante. Some isso a dificuldade em licenciar conteúdo aonde eles cobram cada vez mais que o conteúdo seja protegido. Aonde cada país pode e tem o detentor para uma série, aonde existem N pessoas que precisa-se negociar para ter o conteúdo. Com a música ainda é mais fácil, são algumas poucas gravadoras. E para chegar naquele acervo de 30 milhões de música, pode-se negociar com 3 gravadoras e ter tudo isso a tua disposição.

          1. Pra ser sincero, já estava meio ressabiado com a netflix, por conta do conteúdo dele e por esse lance deles saberem tudo o q vc vê e usar isso de algum modo. Acho q vou acabar unindo o útil ao desagradável caindo fora…

          2. Enquanto o Netflix apenas coletar os dados que utilizo no site/app deles por mim, não vejo problema, e até entendo, é preciso alimentar o sistema para uma recomendação melhor. Mas quando escala me preocupa, o Uber por exemplo, coleta dados mesmo quando não se usa o app, continua coletando sua localização ativamente após que se saia do carro. Tudo isso em prol de um sistema mais inteligente. Raios, aqui já recebi uma Newsletter deles que foi colhida apenas com dados de usuários, recomendando tal restaurante pois vários usuários tem ido lá. Isso me preocupa, pois não é claro até aonde e o que é coletado.

            De fato, no caso do Uber o sistema fica mais inteligente, por exemplo, se tenho vários usuários que costumam utilizar o Uber com certa frequência num mesmo local, posso indicar para o motorista ir para lá pois é possível que ele tenha um corrida lá, posso pôr em prática o SurgePrice, antecipando que irão pedir um Uber. Para a empresa e para o sistema isso é ótimo, mas vem com o custo da tua privacidade.

            Sobre o catálogo do Netflix, ele não precisa ser pró-ativo, pois ele tem um monopólio na sua categoria. Não se tem outro concorrente. Para nichos pode até existir, mas nicho não faz o mercado todo girar.

          3. tento manter a localização do meu celular desligado. antes mantinha sempro ativo, mas larguei mão. e uso xprivacy q dá algum controle sobre o q os apps acessam. e ele tem um lance de identidade falsa q é bem interessante. então vc pode dar coordenadas diferentes da sua localização pro app.

    2. uma vez eu li sobre isso.
      o netflix possui acordos com as produtoras para a exibição em cada pais. se alguem do brasil usa VPN pra tentar ver o conteudo norte americano acaba infringindo esse acordo.
      pra evitar futuros problemas de licenciamento o netflix nivela por baixo cortando qualquer acesso via VPN.

      1. Tô ligado, mas acho q eles têm condições de identificar quem quer acessar da sua localidade. Irônico eles terem doc sobre o Snowden no acervo e fazerem isso…

  5. Viram a notícia que o Tecnoblog divulgou sobre o HBO GO chegar ao país sem necessidade de TV por assinatura, desde que seja um cliente da Oi e esteja na Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo ou Mato Grosso do Sul?

    Esse parece um tipo de brincadeira de 1º de abril, mas, é clara falta de visão de uma empresa de TV que quer competir com o Netflix (e a pirataria).

    1. Mais caro, restrito geograficamente e ainda tem que ter pacto assinado com Baal. Me pergunto se vale à pena fazer um lançamento desses ou se os caras tão só de sacanagem mesmo.

      1. HBO Now é nos EUA e outros países, aqui vai ser com o nome de HBO GO (“a la carte”) tá nas matérias explicado isso inclusive.

        E o serviço é bem ruim nos moldes que estão propondo atualmente, com trava geográfica, atrelado a assinatura de uma banda larga e com preço acima do mercado.

        1. Não se fala de trava geográfica, e sim, disponibilidade para vendas apenas para alguns estados.

          A HBO comercializa 2 produtos. o HBO Now, serviço de streaming idêntico ao Netflix. E o HBO Go, que é substituto do pacote da TV a cabo, ambos são iguais em funcinalidade, a diferença é como é entregue, um vem pela operadora outro vem pela internet, independente de quem assina.

          1. “disponibilidade para vendas apenas para alguns estados” > Belo eufemismo para trava geográfica.

            Pra mim é uma trava geográfica visto que i) isso não é algo imutável é apenas uma impossibilidade de se contratar um serviço via internet em determinados locais e ii) eu não posso contrata estando no RS.

            Eu sei que são produtos diferentes, o que disse é que é a HBO parece (inclusive no “Adoro Cinema” e outras fontes é dito isso, e eu disse o mesmo no meu post, tanto que é o HBO GO está saindo pela Oi pros estados em questão apenas]) estar comercializando o HBO GO no Brasil com a funcionalidade do HBO Now.

            É bom ler os releases/matérias aqui do Brasil (começaram falando de HBO NOW mas a intenção sempre foi ter apenas um nome pros dois serviços no Brasil, sendo esse o HBO GO):

            i) http://olhardigital.uol.com.br/noticia/hbo-vai-lancar-servico-de-streaming-hbo-now-no-brasil-neste-ano/55755

            ii) http://www.b9.com.br/67290/cultura/atualizacao-do-hbo-go-prepara-servico-para-opcao-de-assinatura-sem-tv-cabo/

            iii) http://gizmodo.uol.com.br/estreia-hbo-now-brasil/

            Com destaque para o dia 4/3/16: “[Atualização] De acordo com a assessoria de imprensa da HBO no Brasil, o serviço receberá o nome HBO Go por aqui, e não HBO Now: O serviço continuará existindo como valor agregado à assinatura do pacote HBO/MAX com as operadoras que já possuem HBO GO disponível (SKY, NET e Claro) e lançaremos a opção de assinatura à la carte.”

    2. Fico pensando o quão preso é o rabo da HBO brasileira com as operadoras de TV a cabo daqui. Caso o preço deste HBO Go fosse pouca coisa superior à netflix jé seria bem mais competitivo.

  6. Aos bebedores de cerveja e vinho: quais são os rótulos favoritos de vocês? Tanto aqueles para momentos especiais quanto aqueles para momentos corriqueiros

    1. Para cervejas, no dia a dia, eventos e tal, Heineken. Para eventos especiais, não tenho muita preferência por rótulos, vou em busca de artesanais de preços razoáveis, optando por Pale Ales ou IPAs.

      Em matéria de vinho depende da uva: Fico entre Carmenére da Santa Helena ou Concha y Toro – são normalmente os que compro – ou Malbec – qualquer argentino na faixa de R$ 20 a R$ 30. Para os exigentes, a marca não diz muito, mas a marca e a safra, mas eu não sou exigente assim.

      Se quiser gastar um valor razoável (acima de R$ 80) em uma garrafa de vinho, não perca o tempo no mercado, vá em casas especializadas, pois no mercado não tem o cuidado de armazamento e tal. Inclusive, na casa especializada você até pode reclamar se o vinho estiver ruim.

    2. Para consumos de cerveja em casa, fico com a Skol, num bar, vou de Original.

      E quando vou celebrar algo, tomo Whiskey

    3. Quando eu bebia eu adorava Heineken. Mas era cara é bebia uma por semana… De resto bebia Kaiser latão mesmo hahahah

    4. Agora que estourou a onda de cervejas artesanais, ficou mais complicado de eu indicar um rótulo que me agrade, eu costumo comprar marcas variadas no mercado e guardo uma grana para experimentar em feiras e semanas de cervejeiros – aqui em Porto Alegre tem muito disso ultimamente.

      Uma marca boa pra se beber entre amigos, em casa, é essas novas da Brahma Extra (Weiss e Red) que são em conta (uns R$3 a long neck) e são boas.

      Eu só tomo cerveja e Gim Tônica, ou seja, sou um inútil para indicar qualquer coisa fora disso.

      EDIT: clareza e typos.

    5. não bebo cerveja, mas gosto muito de uma, q é a ouropretana. a escura com chocolate. tomei qdo estive na cidade e achei ótima!

    6. pra vinhos, tem o pão de açucar com um clube e eles trazem bons vinhos segundo um colega q entende do assunto. são BEM acessíveis.

    7. – Quando tá sobrando muita grana: gosto de cervejas da Brooklyn, mas são realmente uma facada haha então normalmente só no natal.
      – Quando é uma situação mais de boa: Heineken
      – Quando a crise bate: Brahma, Itaipava, Glacial, alcool de posto………..

      Sobre vinhos, não posso opinar, nunca me atraíram.

    1. Dizem que mais do que depressão, ansiedade é o grande mal do século.

      Um dos caminhos é utilizar os mecanismos bioquímicos do corpo humano, ou seja: alimentar-se bem, dormir bem, exercitar-se (corpo e mente).

    2. Paro imediatamente o que estou fazendo, vou pra um lugar aberto e faço uns exercícios de respiração pra controlar os batimentos cardíacos até o surto parar.
      Em ocasiões onde sei que vou ficar ansioso, tomo um comprimido de maracugina um pouco antes. E também evuto café e energéticos, pra não ficar mais agitado ainda.
      Não é muito a coisa certa a fazer (me auto medicar) e várias pessoas já me mandaram procurar um psicólogo, mas falta coragem e vergonha na cara.

    3. Desde quando me entendo por gente.

      Eu sempre respiro fundo e desvio meu foco pra outra atividade pra distrair a cabeça.
      Se as dicas daqui não funcionarem, é bom procurar assistência médica.

    4. Beba água, coloque uma roupa fresca/confortavel/velha e saia para caminhar. Leve apenas a chave da casa junto contigo. Aprecie a natureza ao seu redor e simplesmente não pense em nada.

      Comigo dá certo, e depois disso parece que dormi, tive um senhor descanso e acordei pronto para resolver tudo.

    5. falando sério: tem a meditação. não prático, mas ando lendo q é MUITO eficiente.

      1. Meditação é um ótimo recurso que aceitei pra acalmar os pensamentos. Recomendo.

        1. fiz yoga numa academia de ginástica algumas poucas vezes. e como havia muita ênfase na respiração, me fez muito bem, q sou muito nervoso. mas era muito penoso fisicamente… a meditação parece ser REALMENTE uma boa pelos efeitos q causa no corpo.

  7. Estou com um grave problema de (falta de) produtividade, às vésperas de entregar um TCC. E pior que eu acho que coloco a culpa em tudo, mas não sei o que de fato atrapalha e o que não, e até que ponto. Exemplo: falta de um espaço adequado, barulho, interupções, chegar cansado após um dia de trabalho, etc.

    Alguém já passou por isso, e como resolveu?

    1. Com certeza. A resolução é simples, embora possa não ser fácil: corrija o que parece estar errado/atrapalhando.

      O lance do espaço e barulho você ameniza encontrando outro local (muitas vezes adequar o que se tem não é opção). Uma biblioteca, por exemplo. O cansaço você mata com uma soneca. Programe o smartphone para despertar em meia hora e esqueça do mundo nesse tempo — deite e relaxe, você vai dormir e acordar bem renovado depois disso. Já escrevi a respeito: https://www.manualdousuario.net/dormir-produtividade-lifehack/

      Não adianta brigar com esses empecilhos, o caminho é acabar com eles.

    2. Tem biblioteca na sua universidade? Então produza lá.

      Passei meio que por uma crise existencial com meu TCC, comecei um pré-projeto, alterei o projeto em si e não entreguei.
      Depois fiz outro e conclui.
      Tem quer ter determinação, foco e muita força. Fiquei em cima da minha colega pra gente produzir, o que acabou me motivando também.
      Às vezes o tema não era aquilo que você imaginou. Eu desejei um para o meu, não me senti bem e acabei embarcando no projeto da minha colega, o que me encantou.

      Boa sorte!

      1. boa. aqui na UPF têm umas salas na biblioteca que isolam quem precisa de muita concentração.

  8. Eu desisto…

    Já vi que o melhor a se fazer é ficar em silêncio. Chega de comentários, chega de ver um monte de opinião que não bate com a minha e não saber lidar com isso. Tem horas que acho que todo mundo está errado, menos eu. Tem horas que acho que até eu estou errado no meio de tantos errados.

    Se quem disse que “viver feliz é viver por si mesmo e ligar o f***-se ao próximo”, é mais do que nunca hora de fazer isso.

      1. É o que vou tentar fazer agora. O perfil anterior acabei apagando e só criei este para entrar em uma discussão em outro site (me dá agonia ver gente dizendo ser liberal e contra o controle alheio, mas não cair a ficha que o dinheiro também é uma forma de controle…).

        Já fiz isso outras vezes no passado e no final até que ajudou mesmo. Só fiz o comentário aí para desabafar um pouco (e avisar a quem gosta de ler meus comentários que vou deixa-los de faze-los).

          1. Por incrível que pareça, este tipo de visão para mim não me funciona tanto.

        1. Apgar as contas das redes sociais e remover os app deles do celular ajuda a tornar a pessoa mais calma e/ou menos estressada ;)

      1. Não sei se já li isso em algum lugar, mas tenho esta filosofia em mente na verdade:

        “No mundo dos certos, todos estão errados.
        No mundo dos errados, todos estão certos.”

        Tem horas que me vejo assim (como certo) e sei que é mais errado ainda :p

    1. Ligeiro, ninguém está aqui para ser “certo”, para ganhar discussões. Na real, não existe certo ou errado, tudo depende de ponto de vista. Existem incontáveis gradações de “verdade” ou “certo”. A beleza da coisa está aí. Comentamos para descobrir pontos de vista diferentes, para crescermos com a experiência e ideias alheias. Se fosse só questão de querer estar certo, eu nem abriria os comentários.

      É por isso, aliás, que me incomoda a sua postura de apagar os comentários. Depois do último post livre, confesso que não tenho mais motivação de debater contigo aqui porque, dois dias depois, os seus argumentos sumirão e a conversa ficará totalmente quebrada, sem sentido. Acho meio chato, quase um desrespeito, até, com quem gasta minutos (horas!) do fim de semana debatendo contigo.

      A sugestão que já deram aí, de se desligar e dar uma espairecida, é válida. Espero que melhor :)

      1. Yep!

        Não vou pedir mais desculpas pois não adianta – como até falei da outra vez, sei que eu poderia fazer isso de novo (de apagar a conta). Apaguei da última vez depois que acabou o Post Livre a propósito – por isso apaguei depois que a conversa acabou.

        Aproveito, e talvez isso até lhe ajude, digo a sensação de apagar o post (não sei se eu já disse isso antes).

        Para ti é uma frustração, um desrespeito (e não nego e entendo). Afinal, truncou-se a conversa por capricho do outro (eu).

        Para mim, é uma sensação meio de que de “alivio”, meio de que “tou tirando minha bola do jogo, pois o pessoal não brinca como eu quero”. São palavras, e penso que se as minhas palavras foram “negadas”, se “perdi” na conversa, estas não deveriam estar expostas. Essa última vez que apaguei o fiz pois eu ia escrever a resposta ao Montarroios, e quando cliquei em enviar, havia-se bloqueado o Post Livre. Eu já estava meio encafifado, então fui lá no Apagar conta do Disqus e voilá!

        É “engraçado” (no sentido de esquisito) isso. Sério. Algo meio de “Sócrates”, ele que não tinha muita afeição a registrar seus pensamentos, né?

        Ajo como se a conversa aqui ou em qualquer outro espaço de comentários fosse um espaço de bar, de praça, de conversa. Não estamos gravando per si, estamos conversando. Vai ficar na mente, irrelevante se ficar gravada e exposta aqui na seção de comentários. (Ah, uma coisa! Salvo engano, apesar de no Disqus constar como “apagado”, imagino que fica salvo na base de dados de comentários do WordPress. ;) Dá uma olhada depois se tiver sossegado. ).

        Já tentei montar blog, página no Medium… e realmente vi que a minha maior falha nisso é essa: quando vejo que o jogo está contra mim, tiro a bola de campo. Talvez por isso não me dou bem para trabalhar como redator ou jornalista – não se espera isso de um profissional da área.

        Sei que acho que é a nésima vez que falo estas coisas, daqui a um mês ou mais volto a encher o saco. Sei lá. Diferente de muitos de vocês, minha vida social não é muito nem on, nem off. Boa parte do que hoje entendo socialmente vem justamente deste mix de relações – das conversas que tive seja aqui ou em outros lugares online, seja da minha interação com amigos, clientes e familiares off-line.

        Vamos ver se espaireço desa vez :)

    2. cara, na oficina que estou trabalhando só falam de iPhone, queda de avião, politica e futebol.
      é foda.
      fico quieto ou saio de perto pra nao me remoer.
      esses dias tinha um cara exaltando como tudo na europa era melhor e etc. tive que chamar minha colega pra interromper o assunto.

    3. Se você não consegue debater, não tem nenhum problema nisso, simplesmente não o faça. Pode ler os comentários e interagir de muitas outras formas – apontando links por exemplo – sem necessariamente debater algo.

      Eu tenho um problema oposto que é debater infinitamente, conversar, falar e escrever. Se me deixar eu dou minha opinião em quase tudo o que se passa. Talvez seja egocentrismo meu.

      Mas, a pior coisa é você apagar os comentários. Isso acaba com a vontade das pessoas de interagirem contigo e de exporem a opinião. Cada um tem uma opinião diferente sobre as coisas – as vezes elas batem e as vezes não, paciência – e ninguém será convencido do contrário via internet – e provavelmente, nem na vida real.

      Apagar os comentários é uma atitude bem antipática, desculpa.

      1. Eu tenho um problema oposto que é debater infinitamente, conversar,
        falar e escrever. Se me deixar eu dou minha opinião em quase tudo o que
        se passa. Talvez seja egocentrismo meu.

        Separei este trecho pois é o dilema que tenho. Gostar de conversar e aprender eu gosto. Não nego. Senão não estava há uns 15 anos online a trancos e barrancos (de internet na padaria – se alguém achar alguma matéria antiga sobre isso favor me avisar -, passando por madrugadas em casa de amigos que tinham internet, até finalmente internet em casa), e também não estaria ao menos aqui e agora :p

        Só que ao mesmo tempo, justamente o egocentrismo é que gera a trava que acaba não deixando eu “debater” direito. No fundo, eu quero estar do lado “certo”, confortável, que não encafifa a mente. Mas quando vou ver, recebo uma resposta negativa e o dependendo de como é colocado, acabo tomando uma atitude drástica, seja respostas evasivas (como as que foram feitas da última vez) ou “saindo de jogo”.

        É chato isso até para mim.

        Quanto a achar antipático o apagar dos comentários, não nego e entendo. Não desmereço este sentimento. Só que como sou eu que de alguma forma tenho a chave das palavras que estão comigo, de alguma forma o poder que tenho sobre estes acabo usando destrutivamente.

        A se saber: por essas que uma vez pedir ao responsável de um site apagar duas contribuições que fiz ao mesmo (tive desavenças “por capricho”), e até hoje fico encafifado de não poder ter apagado as participações do fórum Skyscrapercity – esta é a minha maior frustração. : Se eu tivesse o poder de processar para apagar – só por capricho mesmo, pela vontade de ver as palavras que escrevi sendo “demolidas” – os posts que vi por lá, eu acho que me sentiria ao menos aliviado.

        1. Mas você tem controle sobre as suas palavras até o momento em que as torna públicas, depois, elas passam a ser do mundo, digamos assim.

          Eu entendo o sentimento de receber uma negativa e querer apagar e desaparecer da discussão, mas, a moral é tentar contornar isso com tempo.

          Prego a “moral de cueca” aqui porque eu mesmo já abandonei o undo tecnológico uma vez – uns 3 anos atrás – apagando tudo que era conta e restringindo a minha pegada virtual ao mínimo. Voltei depois de um tempo, verdade, mas de maneira muito mais parcimoniosa do que antes. Prezo o debate e o confronto de ideias, principalmente, por isso hoje eu sou muito mais cuidadoso com o que eu escrevo exatamente para ser algo que possa ser lido daqui uns 10 anos sem que eu sinta vergonha. Se vai dar certo só o tempo dirá.

          1. Se jogo as palavras “ao mundo” (se bem que as palavras se originam deste mundo :p ), cabe ao mundo saber o que fazer com elas enquanto eu não decido o que fazer com elas. É nessas que fica esta coisa de debate sobre direito autoral, cópia e replicação, etc… Eu não duvido que alguns dos comentários que fiz hoje podem por exemplo estar povoando aquelas comunidades que apontam que o cara escreveu algo contra o ideal dele e isso é ridicularizado por exemplo. Ou sei lá, se foram impressos, se viraram piada, anedota, etc…

            Lembro-me de uma vez eu participar de um fórum de videogames (o Outer Space – não tenho boas lembranças de lá) e traduzi um gif de um cachorro rindo de uma piada. Acho que uns 8 anos depois vi este mesmo gif igualzinho no Jacaré Banguela.

            Nisso entendo até onde vai o limite da palavra exposta.

            Ao que noto, a sua volta hoje pode ser considerada melhor – difícil eu achar um texto seu ruim. Talvez justamente este efeito de “apagar tudo antes” é o que também dá o direito de escrever novas coisas e assim definir o futuro delas.

            Enfim, grato a todos pelas palavras.

    4. “Chega de comentários, chega de ver um monte de opinião que não bate com a minha e não saber lidar com isso”

      Olha — eu não te conheço, então desculpa qualquer coisa —, mas o nome disso é: vida.

  9. Por que meus comentários estão sendo apagados? Só pedi uma sugestão de relógio :/

    1. Salvo engano, é possível utilizar a tag link que deseja postar para burlar esse bloqueio.

      tag: code , feche com /code antes e depois da tag coloque

  10. Eai, pessoal!
    Vocês teriam alguma dica de App (Android) ou site, para um controle eficiente de porcentagem?
    Digo, um que me relate exatamente, quantos % aumentou ou diminuiu em relação a um valor X para Y.
    Exatas nunca foi o meu forte e quero ter um controle mais detalhado das minhas Economias em 2017! hehe
    Desde já agradeço e o espaço livre no site é demais, continuem sempre assim
    Abraço.

    1. Tá aí, nunca vi alguém falar que quer “controlar as porcentagens” rs

      Será que vc não precisa apenas de um controle de investimentos?

      Pode ser uma simples planilha de Excel. Atualmente eu uso essa aqui:
      http://meu1milhao.com/ferramentas-do-investidor/planilha-de-rentabilidade/

      Vc pode usar pra todas as contas. Só tem que informar, no mês em questão, quanto tem lá e quanto vc aportou (dinheiro novo) ou retirou da conta!

      Nessa planilha eu controlo tudo que eu tenho: Ações, FII, LCA, LCI, CDB, DEB e todas as outras siglas por aí…

      Dà uma olhada lá depois! :D

      Abraços!

      1. Isso é bom, se tu não viu é porque é diferente hehe
        É mais um controle geral de tudo, creio que quanto mais ferramentas e controle na economia, juntando um pouco de simplicidade sempre é bem vindo.

        Obrigado pelas dicas! Abraço

    2. Não é bem o que perguntou, mas para controle financeiro eu utilizo o Guia Bolso. Ele já cadastra as transações automaticamente à partir da sua conta e etc, evita minha preguiça de registrar as coisas haha

    3. [(X / Y) – 1] * 100

      Sendo X o valor atual e Y valor anterior.

      Se tem vários dados pra analisar, coloca em qualquer planilha eletrônica da seguinte forma:

      Resultado na célula C1: ((B1/A1)-1)*100

      Sendo B1 a célula do valor atual, A1 a célula do valor anterior.

      Exemplo: nesse mês você gastou 78 reais com refeições, quer saber a variação percentual em relação ao mês anterior, que foi 95:

      78/95 = 0,82 (arredondado)

      0,82 – 1 = -0,18 (repare no sinal de negativo, indicando uma variação negativa)

      -0,18 x 100 = – 18%

      Ou seja, o gasto com refeições neste mês foi 18% menor do que no mês anterior.

      Na planilha eletrônica, escreveria 78 na célula B1, 95 na célula A1 e a fórmula na célula C1.

  11. HBO GO no “Brasil”, R$ 34,90.

    É impressão minha, ou, considerando que é só em alguns estados, é uma TV a cabo que tu assina somente a HBO através da OI? Além disso, é caro? Pela minha experiência os episódios de Game of Thrones, só eram liberados imediatamente após acabar na TV. Me disseram que agora tá simultâneo, mas não sei.

    E além disso, caralho, a qualidade nem chega perto da Netflix, sempre que assistia toda hora cheio de buffer, sempre caindo pra qualidade 480. Sendo que na Netflix roda tudo 1080 logo em seguida de eu ter dado play.

    1. Parece um caso de venda casada – tem que ter assinante Oi para assinar o HBO GO. Esse é o HBO Now, que aqui no Brasil é o HBO GO. Não sei como estão sendo liberados os episódios.

      O serviço melhorou bastante, mas ainda peca na falta de suporte ao Chromecast. Tenho que assistir com o notebook plugado no televisor, já que a conexão via Chromecast é ruim.

      1. Não, existem ambos os serviços, tanto o HBO Now quanto o GO, só que o GO só é vendido pelas operadores de TV/Internet. o Now é o Netflix-like

  12. Bom dia! Gostaria de algumas sugestões de relógios convencionais, com um design clean, semelhante ao Moto 360, que possam ser facilmente encontrados em sites brasileiros, e com um custo benefício legal.
    Nesse site eu encontrei muita coisa interessante (https://www.mvmtwatches.com). Mas queria encontrar algo semelhante aqui no Brasil mesmo.

    PS. Não quero um Smartwatch.

  13. Como a pauta é livre… queria registrar que essa semana foi muito triste
    Pra quem não curte futebol, foi triste. Pra quem curte futebol, temos a impressão de ter perdido um ente da família.

    Ao que cabe o assunto tecnologia: Vimos talvez alguns movimentos diferentes no Facebook. Pessoas e mais pessoas pedindo pra não compartilharem fotos dos corpos. Esse assunto foi tratado aqui. Achei importante notar isso… uma evolução da vida digital perante a uma tragédia? Uma antecipação? Não sei.. mas gostei de ver.

    Por outro lado, a internet potencializa a dor desse tipo de tragédia. Parece que todos as pessoas do voo já tem uma história a ser contada. As redes sociais produzem esse documentário da vida.. e ai você simplesmente tem tudo sobre a pessoa sem muita pesquisa. Fora imagens emocionantes de homenagem chegando a cada instante. Foi um dia pesado.

    1. Ser humano é curioso, mesmo para certas coisas desagradáveis aos olhos da maioria. Eu adorava ver essas fotos quando mais novo, mas hoje em dia não suporto, me sinto verdadeiramente mal, mas entendo quem procura por elas. E onde há demanda há oferta.

    2. Eu não costumo me comover muito com tragédias, até sou criticado por ser “sem coração”, mas essa eu fiquei mal o dia inteiro e triste toda vez que acompanhava as notícias e homenagens feitas.

      É muito estranho imaginar que todo aquele pessoal tinha morrido, estava vendo entrevista do Caio Júnior no Domingo após o jogo contra o Palmeiras e tinha vista um dos jogos contra o San Lorenzo. Além disso, eu gostava do time pela postura, era tão “leve” comparado aos demais…não se exigia que entrasse como favorito do campeonato brasileiro por exemplo. Sinto falta dessa postura razoável, já que todo time se acha importante demais para ser rebaixado (Internacional, é com você) e não admite menos que ser campeão.

      1. Fiquei meio assim também. Na verdade por mais duro que isso possa soar, as homenagens me comoveram mais do que a tragédia em si. Ver a movimentação das pessoas em torno do ocorrido, numa escala mundial, foi extremamente comovente.

    3. eu fiquei chocado na manhã do acidente. mas depois mais nada.
      (sim, acho que sou um fpd sem coração)

    4. Eu fiquei bem triste, pelo time e pelas pessoas, mas depois passou porque eu não sou próximo deles o suficiente. A homenagem da Fox Sports me emocionou bastante e era isso.

      Agora eu estou simplesmente enojado da imprensa, principalmente da ESPN. Os caras tão parecendo o Cidade Alerta dos esportes. Eu sou colorado e sócio, assinei a carta de repúdio a declaração do Fernando Carvalho – VP do Inter. Aliás, jogadores e torcida repudiaram a declaração dele. Ele nunca mais deve pisar no Inter dado o fato de que absolutamente ninguém lá dentro aguenta mais o grupo político que ele faz parte – que se elegeu em situações questionáveis, no mínimo – mas crucificaram na ESPN qualquer atitude do clube, sem falar em notícias falsas ou distorcidas.

      Me enoja também o modo como as pessoas agem para ganhar holofote. Não consigo crer que tanta gente se compadeça da situação, sinceramente. Ficar emocionado, achar a homenagem do Atlético Nacional linda e colocar o #ForçaChape por aí, tudo bem, agora querer cancelar a VIDA até o final do ano é meio demais e me soa forçado.

    5. Achei uma desgraça, ainda mais agora q se soube da falta de combustível. Mortes evitáveis são as quais eu creio q não cabe conformismo. Se foi isso mesmo q aconteceu, não foi um acidente e sim irresponsabilidade de várias pessoas, não só do piloto.

      Mas, ao mesmo tempo, sendo audiência antiga de jogos na América Latina, a violência dos torcedores me impede de embarcar na comoção geral. Tanto q toda a cerimônia me lembra uma trégua ente nações em guerra e não uma verdadeira comunhão (católica, já q boa parte dos times invoca o Deus cristão).

      Não dava muita atenção ao Chapecoense. Esse time, pra mim, era aquele q o Palmeiras ia conseguir os três pontos facilmente… Bem presunçoso, mas é assim é agora fica o vazio das homenagens. Quem não disse o q tinha q dizer aos q se foram vai lamentar pra sempre.

      Os jogadores eu entendo a comoção, assim como parte da imprensa (outra parte vê tudo como negócio e não sei se tem sentimentos pra expressar, o Galvão Bueno, por exemplo, q nunca se dignou a narrar um jogo da Chapecoense eu creio), pq era colegas e tinham proximidade. Algo q a torcida não percebe ou ignora, q os jogadores são colegas de trabalho e não necessariamente nutrem a mesma paixão q eles.

      Sobre as fotos dos mortos, acho q vai ser necessário um tempo ainda pra q elas sejam socialmente aceitas. Se não fosse esse véu de comoção, é provável q q imagem dos mortos não fosse um problema, a ponto do Ghedin ressuscitar um post… Recomendo muito um texto da revista Piauí sobre o trabalho de uma legista. Algumas pessoas lidam diretamente com corpos mortos e não creio q sejam pessoas especiais… Se a sociedade encara os nudes com naturalidade, os corpos mortos não estão tão longe assim da mesma fantasmagoria q é ver a imagem de alguém sem roupas… A imagem do bebê, filho de refugiados, numa praia foi muito forte e ajudou a mobilizar as pessoas (mas tb pq houve identificação com o bebê q era branco e usava roupas ocidentais).

      Um dos mortos me marcou bastante, o narrador Deva Pascovicht, da CBN… Ouvi muitos jogos narrados por ele no rádio. Acho q depois só Osmar Santos, ele vai fazer falta….

  14. Para aqueles que acham que estão na carreira certa: o que vocês fazem, e o que levou vocês a fazer o que fazem?
    E para aqueles que (como eu) ainda não estão: o que está no caminho de vocês? E como vocês se decidiram que querem isso? Ou ainda, já se decidiram sobre o que querem?

    1. Eu ainda não comecei a facul, mas sempre gostei de tecnologia, amo o mundo mobile e fico antenado a tudo, juntei isso com o fato de que sempre fui bom em matemática e lógica e escolhi fazer Ciências da Computação. Porém amo mais ainda teatro, melhorou 100% a maneira de me expressar, pensei que iria fazer mais conhecidos e talvez alguns amigos mas acabei ganhando uma família, sempre fui ótimo em trabalhos de apresentação e na escola é praticamente obrigatório improvisar quando você ou seu colega esquecem algo, então escolhi Artes Cênicas. Porém não tenho grana pra duas faculdades, ia fazer ciências da computação e depois trocar só pra ver se eu me sairia melhor no teatro, acabei conseguindo bolsa em duas, dando pra fazer duas cadeiras em cada, então é possível fazer durante a semana os dois cursos. Agora só me falta um meio de locomoção, tô me batendo pra comprar uma moto até fevereiro, trabalhando de domingo a domingo, mas quando se gosta vale a pena cada noite mal dormida. Às vezes não vale a pena ficar escolhendo entre um e outro, se perde muito tempo, é sempre bom experimentar e ver qual você mais gosta e se sente melhor, mesmo que no escolhido você não seja o melhor possível, mas dá para tentar ser o melhor que você conseguir.

    2. Segunda faço 21 e acho (ACHO) que finalmente decidi o que quero fazer!

      Quando terminei o ensino médio comecei um técnico em contabilidade, me formei e decidi que não queria aquilo pra mim (apesar de ser bom), fiquei um ano e meio sem estudar, e no meio do ano comecei um técnico em adm, e quando me deparo em algo relacionado a contabilidade meus olhos brilham, fico mais estimulado a fazer / reaprender, acho que finalmente escolhi o que quero fazer, então irei começar o ensino superior no meio do ano que vem, e se no meio do caminho decidi que não quero, paciência.

    3. Sabe, estou com 36 anos e ainda me questiono se estou no ramo certo. Epa! Não estou infeliz não… posso dizer que como trabalho com tecnologia, eu acabo trabalhando com o que eu gosto.

      Mas… depois de anos, isso se torna.. diferente. E acho muito bom questionar sempre se vc está fazendo mesmo o que gosta.

      EU poderia ter seguido 3 caminhos… Jornalismo, Publicidade e Tecnologia… optei pelo terceiro, mas tenho um carinho imenso pelos dois primeiros. Como decidi? Eu estava trabalhando com isso e aparentemente, isso ajuda um pouco (ou atrapalha, dependendo do ponto de vista).

      Minha sugestão? Faça um BOM teste vocacional. Isso pode ajudar.. mas existe bons testes e testes bem ruins (matei a lógica de uns 3). E fale com quem trabalha na area a algum tempo, do que vc já tem interesse. Pode ajudar.

    4. trabalhei 5 anos com suporte, treinamento e desenvolvimento de ferramentas.
      não deu mais. EU estava insuportável. fazia o trabalho de forma excelente, mas nao suportava a negligência do meu colega desenvolvedor.

      agora comecei numa auto elétrica. na parte gerencial, mas tambem quebro uns galhos trocando lampada e bateria.
      estou adorando.

      agora pretendo fazer um curso de eletrônica. é gratuito pelo governo estadual.
      no fim, acho que era isso que eu sempre quis.

    5. Dei sorte que para mim foi bem natural, fiz técnico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e já emendei na faculdade logo após o Ensino Médio. Nem pensei muito sobre o que eu desejava fazer, sempre me pareceu natural. :)

      Eu errei um pouco no direcionamento que eu tentei dar para minha carreira no início, hoje descobri que não tenho interesse em área gerencial e sim na parte de desenvolvimento e experimentação. Nesse sentido, procurei me especializar em áreas mais técnicas e estou bem satisfeito.

    6. Eu bati cabeça até achar algo que eu realmente gostasse: tradução e pesquisa linguística.
      Antes disso eu passei 4 anos cursando matemática e mais 3 cursando física. Não foram anos perdidos porque eu amadureci muito com as pancadas que eu tomei por lá – e conseguir entender o que viria depois com mais clareza, o assédio moral dos cursos de exatas puras nas universidades é uma atitude quer deve ser combatida, BTW.

      Nesse meio tempo tive uma empresa de TI incubada na UFRGS e trabalhei em 2 multinacionais – Dell e HP – e foi onde eu tive a certeza absoluta que eu não quero trabalhar com essa área de desenvolvimento “fábrica de software” que se tem no Brasil.

      Porém, ainda que eu goste de ser tradutor e poder escrever diariamente, a minha grande paixão é aeronáutica, sempre foi. Não tenho condições de ser piloto privado – a formação é cara – mas acho que esse ano poderei, no meio de um pessoas de 18 anos, ingressar na carreira de mecânico aeronáutico – que também é cara, mas, com ajuda talvez eu consiga fazer. Não tenho certeza se é o que eu quero, mas, passei 2 anos – os finais de graduação – pegando informações sobre a carreira e sobre os cursos.

      Você nunca vai ter certeza de nada, nem quando está feliz numa profissão. O que você precisa buscar é sempre algo que você consiga fazer diariamente – o que é bastante diferente de algo que você ame/goste – sem maiores problemas.

    7. Eu sou estudante de eng. elétrica e meu estágio é com sistemas embarcados. Caí nessa área de paraquedas, sempre quis fazer engenharia mas nunca soube qual. Durante o ensino médio, meus pais me colocaram em um curso técnico de eletrotécnica e foi amor a primeira vista, decidi que queria trabalhar com isto.

      A dica que eu dou é: experimente coisas novas, só assim vai saber do que gosta ou não. Eu mesmo planejava trabalhar em outra área dentro da elétrica, mas agora tô num lugar totalmente diferente e realmente curtindo. Deixei de seguir outra área porque não queria programar haha mas no fim acabei gostando.

    8. No meu caso, foi mais ou menos inesperado.

      Acabei me demitindo para estudar (terminar a universidade) e surgiu uma oportunidade de emprego em uma área que sempre quis trabalhar. Aceitei sem nem ao menos perguntar o salário e conheci muitas pessoas que valem a pena (já outras, me mostraram como o ser humano pode ser completamente desprezível). Mas, se surgisse uma boa oportunidade (nem precisa ser tão boa assim, se for em um bom país) largaria tudo. Não acho que é tanto sobre o “querer”, mas, sobre aprender e encarar desafios que poderão mudar sua decisão.

    9. A minha história é a seguinte: saí do ensino médio direto para a universidade, e fiz um curso criado pelo REUNI, curso novo, pioneiro, blá blá blá. O curso foi muito bom para o meu conhecimento de mundo, moldar um comportamento mais maduro, mas em termos mercadológicos dá pra dizer que ele foi um fracasso. Me formei em 2015 e não atuo na área. Humanas é foda.

      Acabei tornando professor de inglês e tradutor sem querer: sempre fui excelente com a língua, e ao terminar o curso na escola onde estudei, fiz uma prova de certificação e fui chamado para trabalhar lá. Isso foi em 2012. Durante toda a faculdade eu alternei entre estágios e a função de professor.

      Agora que estamos quase em ’17, me sinto estagnado, chateado por não estar em uma área que gosto, por estar em uma área que remunera mal, e pensando em como sair dessa. Os fatos de que minha irmã se casou no ano passado e existe pressão para eu sair da casa dos meus pais só faz a angústia aumentar. Tenho pouca experiência no mercado e ele parece estar muito fechado – vejo por diversos amigos meus que conseguir emprego está uma luta sangrenta e ingrata.

      Pra ajudar tudo isso, não faço a menor ideia do que fazer. Penso em fazer uma graduação tecnológica, mais curta e mais focada no mercado, mas resta o medo de gastar muito dinheiro com algo cujo retorno será menor do que o esperado. Enfim, só estava precisando desabafar, além de, é claro, pensar em alguma coisa que me faça criar um norte para a minha vida.

    10. Eu sou jornalista, e acabei entrando na profissão por acaso. Sempre tive boa redação na escola, e vários professores diziam que eu deveria cursar Jornalismo – até então, queria Psicologia. No ProUni, cheguei a optar primeiramente por Biblioteconomia (!), mas fui aprovado para o tão indicado curso.

      Comecei sem saber ao certo se era o que eu queria, e só tive certeza durante meu primeiro estágio. A maior parte da minha curtíssima carreira foi no jornalismo online, mas me descobri no impresso (!).

      Ainda quero trabalhar fora do país como correspondente, não importa o país.
      Sim, tem dias que dá vontade de jogar tudo pro alto. A remuneração é ruim, a pressão é enorme (tanto do público como da empresa), mas eu gosto dessa adrenalina louca.

  15. Galera, gostaria de indicação de bolsas carteiro, tenho uma em vista, sempre tem um cara por aqui que comenta sobre, rs, mas vi bastante comentários negativos sobre ela, então queria outras dicas, só que ela tem que ser pequena, pois uso fichário pequeno e não carrego muita coisa, obrigado e bom dia :D

    1. Eu tenho uma da Herschel. O material é de boa qualidade, ela tem bolsos bem distribuídos e o espaço para notebook é acolchoado, mas só serve para carregar pouca coisa — com muito peso ela “incha” e fica incômodo carregá-la. Bônus: acho-a bonitona! O único problema é comprá-la. Não vende no Brasil (um amigo trouxe dos EUA) e, vendo o site oficial aqui, parece que saiu de linha.

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