Post livre #58

O post livre é um post sem conteúdo, publicado apenas para abrir o espaço de comentários para conversarmos sobre quaisquer assuntos. Começa agora e vai até domingo à noite. Valendo!

199 comentários

  1. https://uploads.disquscdn.com/images/f9e1655953ca9b336848f4fd1200ddcf119d579f3ab59498f0968c2134ed9f86.jpg

    Aberta a temporada de caça aos easter eggs do convite do próximo evento da Apple.

    Elementos mais óbvios:
    1. Apple mergulhou completamente na San Francisco como substituta da tradicional Myriad. Já havia substituído a Helvetica/Lucida nas interfaces ao longo dos últimos anos: só faltava a mudança identidade visual nas peças de divulgação.

    2. O “hello again” é, claro, referência direta à aura em torno dos macs, já que os primeiros macintoshes eram anunciados com aquele “hello” manuscrito na tela.

    3. Esta maçã está podre ou é referência ao dia das bruxas? :) (ou estariam anunciando novas cores para os MacBooks pro: dourado e rosé?)

    4. Apesar da qualidade e do refinamento das suas peças de design, a Apple dificilmente é muito ousada. Em geral, suas peças são “corretas” e até mesmo “conservadoras” (é só comparar elementos de tela centralizados nas interfaces do iOS/macOS com os elementos alinhados à esquerda do Android e do Windows). Neste sentido, ela SEMPRE inicia suas sentenças com letras em caixa alta — por mais que a marca apele ao público “descolado” e “xovem”, antenado na tal “economia criativa” (algo que a própria empresa cultivava, por exemplo, naqueles comerciais “I’m a Mac, I’m a PC”), ela raramente desafia certas convenções estilísticas. A expressão “hello again” em caixa baixa parece algo banal, mas rompe com uma velha tradição da empresa.

    1. Sobre o ponto quatro, não acho que a Apple seja conservadora, mas sim que ela acerta numa frequência mais alta que as outras e sabe administrar essas vitórias. Os MacBook com corpo unibody foram revolucionários na época, passaram apenas por um redesign em quase uma década e, ainda hoje, são referências e muito bons. Mais grossos e pesados que os rivais? Sim, mas equilibrados e competitivos. Às vezes a ousadia está em dizer “não” à mudança pela mudança, ou apenas pelo fator novidade.

      Sobre o evento, porém, dessa vez não tem jeito: vêm novos MacBooks por aí. Anteontem digitei no MacBook de 12″ pela primeira vez. Achei o teclado até ok, mas inferior ao dos outros modelos mais antigos. O feedback tátil é bastante sutil e o tamanho maior das teclas não compensa isso. Espero que, de todas as mudanças, conservem o teclado antigo — é mais confortável de digitar.

  2. Recentemente tenho procurado adotar um estilo de vida minimalista, onde penso e repenso antes de adquirir um produto ou qualquer tipo de bem material. Pelo que ando estudando sobre o assunto esse tipo de comportamento ajuda a criar uma perspectiva do que realmente é importante e a eliminar distrações. Uma das medidas que adotei foi desativar por completo o 3G do celular, lendo mensagens ou e-mails apenas quando estou em casa ou na faculdade, posso dizer que com isso aumentei em muito minha produtividade durante o dia. Ainda estou adaptando aos poucos outros aspectos. Qual a opinião de vocês sobre isso ? vale a pena se privar de algumas coisas ?

    1. Vale muito a pena. Tanto em mudanças sutis, quanto as coisas que permeiam no dia a dia. Livrar-se de bugigangas, papéis velhos, roupas que não cabem mais e outras coisas fazem muito bem e mostram como o tempo acaba sendo desperdiçado. Talvez o difícil seja encontrar algo que realmente valha a pena.

    1. pelos proximos anos eles vão manter. mas acho que o principal motivo é criar uma plataforma de TV via internet, um concorrente para o Netflix.
      os caras juntam a infraestrutura de dados da AT&T com os conteudos da Warner.
      a Time Warner já era dona de coisas que eu nem fazia ideia!

  3. Tirei esta foto e postei no Instagram, e resolvi também compartilhar aqui com vocês. (Contém frase estúpida irônica nela :p )https://uploads.disquscdn.com/images/7b2e3ef6c0d18e981b8eeadb1a94a48c5329b0ed6474f169d35f6621512292eb.png

  4. Tirei esta foto e postei no Instagram, e resolvi também compartilhar aqui com vocês. (Contém frase estúpida irônica nela :p )https://uploads.disquscdn.com/images/7b2e3ef6c0d18e981b8eeadb1a94a48c5329b0ed6474f169d35f6621512292eb.png

  5. Caros, alguém sabe como posso calcular, mesmo q seja estimativa, qual seria o consumo de internet, assinando um plano de 5Gb da Tim, para uma transmissão ao vivo pelo youtube. Tem uma calculadora pra isso? As informações q achei no youtube não me ajudaram muito… ou q não estou sabendo perceber a coisa.

    https://support.google.com/youtube/answer/2853702?hl=pt-BR

  6. Alguém acha que a falta de um terceiro S.O vai começar a atrasar novidades no android geral? digo isso porque agora com a google com seu pixel, já vi noticias de que ela removeu funcionalidades do android 7.0 para o 7.1 para deixar só no Pixel, além do google assistant que melhorias foram apenas para o pixel e do seu laucher novo.

    1. Bom, o google irá liberar o Google Assistant para outras fabricantes. E nenhuma novidade foi removida do Android para ser exclusiva do Pixel.

    2. Samsung e LG trouxeram há muitos anos as “novidades” do Nougat que está presente no Google Pixel. E a grande parte dessas novidades foram cópias de desenvolvedores independentes, logo, não creio que isso afetará o Android.

  7. Estive aqui pensando. Gosto tanto do Manual, como disse semana passada, cuido e guardo com carinho. Seria bem legal se tivesse um grupo daqui no Telegram, não?

    Acho que seria bom a proximidade das pessoas com o conteúdo e coisas do tipo. Mas assim, só uma sugestão.

    1. Eu tenho pensado nisso. Ao mesmo tempo, penso nos benefícios que nos traria um grupo. Ainda não sei. Um aspecto legal do post livre, por exemplo, é que ele é pontual e com início, meio e fim — vejo, dessa forma, que ele respeita aquele manifesto Slow Web e acho, pessoalmente, que essas discussões fechadas aqui são mais saudáveis para todos do que um grupo que nos jogue num fluxo constante de mensagens. Enfim, sigo pensando.

      1. E à @cibelly_aguiar:disqus também: é justamente o que você falou: o incentivo a participação em um grupo de mensageiro instantâneo também remete a um fluxo constante. Me lembro que participava de grupos de MSN, o que não é diferente de grupos no Whats ou comunidades no finado Orkut ou no Facebook.

      2. E à @cibelly_aguiar:disqus também: é justamente o que você falou: o incentivo a participação em um grupo de mensageiro instantâneo também remete a um fluxo constante. Me lembro que participava de grupos de MSN, o que não é diferente de grupos no Whats ou comunidades no finado Orkut ou no Facebook.

        1. essa semana eu e a minha muié estavamos recordando nossas primeiras conversas via MSN.
          poxa, a Microsoft tinha a faca e o queijo na mão e não soube transformar isso numa rede social.

          1. Na verdade não é que não soube, ela já era. O ponto é transformar a tecnologia para que ela vire “mutante”.

            Lembremos que o MSN Messenger morreu e deu lugar ao Skype para uma política nova de prioridade, já que o Skype tem funções pagas.

            No final, o Facebook e o Whatsapp comeram o espaço do Skype e outros comunicadores.

          2. Na verdade não é que não soube, ela já era. O ponto é transformar a tecnologia para que ela vire “mutante”.

            Lembremos que o MSN Messenger morreu e deu lugar ao Skype para uma política nova de prioridade, já que o Skype tem funções pagas.

            No final, o Facebook e o Whatsapp comeram o espaço do Skype e outros comunicadores.

      3. Ainda acho que isso acabaria trazendo a imediatividade há conversas, as vezes preciso pensar e refletir sobre alguns comentários, e num IM isso se perde, pois 15 minutos depois, o fluxo de mensagens é tão grande que afeta isso e acaba tornando uma discussão desconexa

    2. Tô fugindo de grupos. Tem o do trabalho q toma um tempo e nun curso q faço propuseram e eu me recusei… É muita conversa e pouco assunto.

      1. semana passada o grupo dos meus amigos passou a fazer notificações. aí me dei conta: fez um ano que eu havia bloqueado! heheeh

  8. Oba!!! Agora não preciso mais trabalhar de sexta feira :D

  9. Oba!!! Agora não preciso mais trabalhar de sexta feira :D

  10. Ghedin, os botões das redes sociais ora renderizam corretamente ora não.

      1. Está zoado nos navegadores que usam o motor Blink (obrigado, Google). Já está na to-do list, em breve cairei em cima disso para corrigir o problema.

  11. Ghedin, os botões das redes sociais ora renderizam corretamente ora não.

  12. Li isso agora no G1 (e não é um comentário, é parte do texto mesmo):

    “O que os pais e as escolas podem fazer agora para evitar esse comportamento?
    Fabiana afirma que os pais precisam primeiro saber da existência desses desafios. Também é importante abrir um diálogo em casa para falar sobre brincadeiras perigosas. “Tenham acesso ao histórico de navegação de seus filhos na internet. Saibam com quem eles conversam. A privacidade do jovem em um aparelho eletrônico é de propriedade da família. O jovem não apenas precisa como quer esse monitoramento.”

    http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/10/o-que-sao-choking-games-leia-perguntas-e-respostas-sobre-o-tema.html

    Vcs acham q é isso mesmo? É preciso invadir a privacidade das crianças para protegê-las de coisas como jogos de asfixia?

    1. Cara acho que o diálogo aberto entre pais e filhos sempre tem que vir antes de invadir a privacidade das crianças.

      Sempre tenho a impressão de que a maioria dos pais não tem muita preocupação sobre como as crianças passam seu tempo na internet, principalmente quando são com “joguinhos”, não existe muita conversa sobre o porque daquilo ser tão interessante pros filhos e quando existe alguma conversa é algo do tipo: “sai desse jogo menino! ficou o dia inteiro nisso ae”.

      Se existir um diálogo é possível entender melhor o mundo dos filhos e até mesmo corrigir comportamentos tóxicos que a criança possa ter na internet, além de ir conscientizando do que pode ser perigoso (conversar com possíveis abusadores e afins).

      Enfim tem conteúdo demais na internet e crianças são facilmente manipuladas (vide o caso do youtuber de CS com o site de apostas), antes de ficar pulando pra medidas, na minha visão, drásticas como pegar o histórico e ler todas as conversas, é necessário educar os filhos e sempre que possível acompanhar o uso e comportamento dos pequenos.

      Acho que é uma maneira mais saudável de “proteger” as crianças na internet.

      1. Claro q vc pode ser “enrolado” num diálogo e achar q está tudo bem qdo na verdade não está, mas achei ir longe demais isso, de ir ver os históricos, pq nessa toada vc vai querer monitorar todos os passos da criança… Achei um conselho, no mínimo, ruim. Além de um disparate desse q sei lá de onde se tirou “a criança quer ser monitorada”. Quer nada…

        E, pior, contraria o q diz o ECA:

        “Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.”

        Esses dias questionei um grupo de hackers (no sentido mais normal da palavra e não o esteriótipo do mr. robot) sobre falar sobre privacidade online para crianças e um deles achou interessante. Vou me inteirar mais sobre o assunto, pq isso tende a ir mal.

      2. Claro q vc pode ser “enrolado” num diálogo e achar q está tudo bem qdo na verdade não está, mas achei ir longe demais isso, de ir ver os históricos, pq nessa toada vc vai querer monitorar todos os passos da criança… Achei um conselho, no mínimo, ruim. Além de um disparate desse q sei lá de onde se tirou “a criança quer ser monitorada”. Quer nada…

        E, pior, contraria o q diz o ECA:

        “Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.”

        Esses dias questionei um grupo de hackers (no sentido mais normal da palavra e não o esteriótipo do mr. robot) sobre falar sobre privacidade online para crianças e um deles achou interessante. Vou me inteirar mais sobre o assunto, pq isso tende a ir mal.

        1. Sem contar que, as crianças não são nada burras no que se trata de tecnologia (e tudo mais na real) hj em dia, e quebrar essa privacidade, pode além de tirar a confiança que ela tem em adultos, fazer com que ela fique rebelde e comece a se fechar.

          É realmente uma afirmação perigosa essa de que as crianças querem ser monitoradas, acho que uma consequência disso seriam pais cada vez mais super protetores/opressivos, sei lá.

          1. Fora isso…
            Bom esse discurso é velho, de querer invadir a privacidade pra proteger as pessoas.
            Só deram uma recauchutada.

          2. Não digo que discordo (não sei, ainda), mas consigo ver uma diferença entre os discursos de invadir para proteger adultos e crianças. Mesmo perante a lei há uma distinção — a criança e o adolescente não são plenamente responsáveis.

            A criança pode até manjar tudo dos compiuter, mas da vida, não. Parece-me preocupante na mesma medida ler todos os logs de conversas e dar o aval para que a criança não dê satisfação alguma ao responsável. O desafio é encontrar esse equilíbrio.

          3. Não digo que discordo (não sei, ainda), mas consigo ver uma diferença entre os discursos de invadir para proteger adultos e crianças. Mesmo perante a lei há uma distinção — a criança e o adolescente não são plenamente responsáveis.

            A criança pode até manjar tudo dos compiuter, mas da vida, não. Parece-me preocupante na mesma medida ler todos os logs de conversas e dar o aval para que a criança não dê satisfação alguma ao responsável. O desafio é encontrar esse equilíbrio.

          4. Ao @fmontarroios:disqus também: talvez o equilíbrio seja justamente ao menos saber o que o filho faz em alguns aspectos (saída com amigos, tipo de pessoas ao seu redor), porém só interferindo profundamente na sua liberdade apenas quando soa a sensação de o filho estar em algum risco social (amizade com uma pessoa de má índole por exemplo).

            Para quebrar fácil este dilema, é só pensar se o comportamento do filho permitiria a aproximação de pessoas com más intenções com ele. Seja um pedófilo, um criminoso digital, etc. Ou amigos com brincadeiras estúpidas também.

            De alguma forma, sempre a invasão de privacidade ocorre quando o alvo da quebra de privacidade está em algum risco para si ou para outro. Fora isso, um pai que se preocupa demais com o que o filho conversa ou não sabe conversar com ele ou é muito mandrião ou os dois.

            PS: vejo o Montarroios implicando com a “invasão de privacidade”, mas não duvido que ficou feliz quando a PF fez escutas no Senado :p

          5. Sou contra essas operações midiáticas da PF q são bem seletivas. Buscam atingir apenas alguns, por mais q denúncias com vários nomes de vários partidos apareçam, só um alvo… E a coisa das delações premiadas (curioso o nome: um prêmio para um criminoso pra uma sociedade punitivista me parece contraditório) seguem o mesmo caminho…

            Sobre as crianças, esse discurso me parece conservador. O universo infantil carece, sim, de privacidade. Como permitir isso com as diversas coisas q interfeririam nesse universo presentes na internet é um grande desafio. Creio q educar as crianças seria melhor pra fazer elas mesmas enfrentarem as ameaças.

          6. Não entendo porquê vê como seletiva. Se fosse fácil punir todo mundo, já estariam punidos. Aposto que se o Aécio perdesse o foro por exemplo, já estaria também na carceragem da PF, se é isso que quer dizer.

            Se na sua cabeça o ideal é que se prenda Fernando Henrique por exemplo, lembremos que 1) provavelmente prescreveu qualquer acusação contra ele. 2) diferente de Lula, ele soa-me muito mais discreto e menos desafiador. Desafie um ente da lei e o resultado será que a lei ficará no seu encalço o resto da vida.

            Sobre o discurso: prefiro ser conservador do que dar muita liberdade. O problema de dar muita privacidade a uma criança é que também o resultado é que ela acaba aprendendo que o melhor é agir em segredo do que de forma pública.

            Noto que comunidades onde há uma comunicação pública melhor tem segurança entre seus vizinhos. A consequência disto é uma privacidade menor. Mas o benefício é justamente evitar que a privacidade gere um muro que quando transposto, prejudique um dos lados.

            Outra: é estranho as pessoas defenderem a privacidade, e ao mesmo tempo defenderem que políticos sejam transparentes. Ou se é transparente, ou não.

            Só que como capitalismo que vivemos, as pessoas preferem a privacidade do quê a transparência.

          7. Na minha cabeça o ideal é ver menos gente indo pra prisão, principalmente os mais pobres, ponto.

            Independente da minha ou da sua opinião, a justiça É seletiva. Não só na Lava Jato, mas de modo corriqueiro em todas as instâncias, infelizmente. Trata-se de uma ideologia presente no judiciário…

            Felizmente privacidade é um direito constitucional, mas como andam rasgando a CF, inclusive no STF… Não tenho esperança de q isso perdure nos próximos anos.

            Quem escolhe a vida pública já tem ciência q tem q dar publicidade aos atos públicos. Mas mesmo essas pessoas têm direito, sim, à privacidade, ora. Tanto q acho deplorável essas cenas de perseguição de pessoas públicas em restaurantes, hospitais, estacionamentos etc. Poderia ser o Bolsonaro, eu ainda acharia vergonhoso e errado. Até esse boçal tem direitos.

          8. Coisa triste de se ler:

            “…ideal é ver menos gente indo pra prisão, principalmente os mais pobre.”

            Na mente de alguns brasileiros, não ser pobre significa ter direito a tudo de ruim.

          9. Coisa triste de se ler:

            “…ideal é ver menos gente indo pra prisão, principalmente os mais pobre.”

            Na mente de alguns brasileiros, não ser pobre significa ter direito a tudo de ruim.

          10. Não, Louis… Hj os mais pobres e negros vão pra cadeia num estalinho. Não quero ver ricos na cadeia não. Não sou punitisvista. Acho q cadeia é medida extrema, coisa pra gente muitíssimo violenta… A maioria poderia pagar por seus erros de outras formas. Existe um negócio chamado justiça restaurativa, coisa q o nosso judiciário ignora. Ricos poderiam pagar mais impostos q os pobres? Sim e talvez isso pudesse diminuir a desigualdade social um pouco…

          11. É, parando para pensar, a justiça é seletiva, senão todos nós estaríamos presos :p

          12. Se depender deles será como no “O alienista”, do Machado.

          13. Existem dois níveis de privacidade.

            1) O pessoal. Se você é homo, bi ou hetero , se gosta de comer macarrão cru, se gosta de sadomasquismo, se gosta de filmes noir ou samba. Enfim, coisas relativas a sua vida e não interfere na sociedade.

            2) O social: o trabalho que você tem, as relações que você possui, seus preconceitos e permissividades, as ações que você comete com outros em sua volta. Algumas destas coisas você acaba exposto, outras é possível regular quem ver ou não.

            Se estamos em uma sociedade onde uma pessoa prejudica a outra, isso está no nível social. Por isso toda esta situação de quebra de privacidade, prisão e etc.

            Uma pessoa que prejudica outra de forma direta tem sua privacidade quebrada quase sempre. E isso também vira uma moeda de troca em uma sociedade onde tudo tem um valor.

          14. Mesmo uma pessoa prejudicando a outra ela ainda tem direito a privacidade. Pra isso, por exemplo, existe o segredo de justiça.

          15. Q adianta Cunha na cadeia? Nada… Melhor pegar o q ele roubou e deixá-lo trabalhar no setor privado. Deve, sim, sofrer sanções de todo tipo pra dificultar ele de fazer das suas…

            O mesmo deveria valer pra todos os corruptos. Mas não é assim… E muitos são reeleitos na primeira oportunidade.

          16. Hum… Sei q há adultos em canais infantis com intenções criminosas e realmente isso requer atenção, mas o q propõe o pessoal dessa ONG me parece ir além dessa preocupação…

    2. Bom, acho que é preciso separar uma criança de um adolescente, antes de entrar no mérito da questão. Ai vamos a minha opinião, acho que uma criança, até seus 10 ou 12 anos, dependendo de como ela é, tem que ter sua privacidade invadida, justamente para sua proteção, por não conseguir entender as consequências de seus atos. Já no caso do adolescente, o caso é mais complicado. Eu mexo as vezes no celular e notebook de meu filho, com e sem a autorização dele, não faço nenhuma varredura minuciosa nem nada do tipo, mas acho necessário, já que por melhor que seja nossa relação, ele pode não querer compartilhar tudo comigo, assim como eu fazia com meu pai. Só que esse é um novo mundo, na minha época, não se trocava cartas mais, como forma de comunicação. Eu saia para usar o orelhão, e essa era a única forma de contato não presencial. Então era impossível controlar, e quando ia nos bailes meu pai não ia atrás. Hoje existe toda uma rede passível de monitoramento, acho que é preciso ficar de olho, sim, mas monitorar ostensivamente é cansativo, e pode não valer a pena.

      1. Se não houvesse todos esses recursos não faríamos. A questão q mr parece clara é : vamos educar os jovens a fazerem isso no futuro. O estado de vigilância será imperativo e qualquervoisa fora disso vai marginalizar as pessoas… Vejo isso com muito pessimismo.

  13. Uma questão: com a volta dos posts livres, mata o canal no Disqus? Ou fica meio que uma “redundância”?

    1. Eles tem propósitos diferente, aqui é mais uma conversa de bar, creio eu, lá é mais para tirar dúvidas de alguma coisa, ou postar algo sem ser na sexta, hehe.

      1. Não discordo. O pessoal (ao que vejo) tem mais liberdade de conversa aqui do que no canal. O canal é como um fórum (seja um comum ou um estilo reddit), então o fluxo de conversas é bem diferente.

        Aqui é como uma sala de bate papo temporária, mas que dá para separar por assuntos.

        Bem, só tou enchendo o saco como sempre. Veja o que for melhor ;)

  14. Uma questão: com a volta dos posts livres, mata o canal no Disqus? Ou fica meio que uma “redundância”?

  15. Parece que a pareceria entre Apple e IBM para fornecimento de máquinas corporativas deu muito certo: https://macmagazine.com.br/2016/10/20/ibm-ja-e-a-empresa-com-maior-adocao-de-macs-do-mundo-com-mais-de-90-000-unidades-anuncia-seu-primeiro-app-educativo-para-ios/

    As reportagens têm mostrados números expressivos, mas acho que a maior explicação disso seja uma readaptação da própria área de infra da empresa que não pode mais “fazer o que sempre fazia, instalar o que sempre instalava” e acaba melhorando pela mudança. Não sei se é tanto a diferença entre OS X e Windows, já que provavelmente estamos falando dos famosos Thinkpads da Lenovo.

    Isso é bem coisa de “geração Y”, mas algumas vezes me impressiona como as empresas dão pouca importância a estação de trabalho dos seus funcionários. Via de regra, o preço de equipamento é uma fração do salário do funcionário, não me parece prudente economizar para grandes corporações (ainda mais pensando que é um ativo apesar da rápida depreciação).

    Sendo programador o desafio é maior, já que sentimos mais tolhidos que um usuário comum, mas acho que é um saco para todo mundo ter dificuldades em instalar programas, máquinas velhas, sistemas desatualizados, etc. Não vou me demitir por isso, mas trabalhando em banco eu realmente acho um ponto negativo precisar usar Windows 7 com monitor de 18 polegadas.

    1. se é dificil em empresas grandes imagine nas pequenas…. a informática sempre foi vista como despesa….

    2. se é dificil em empresas grandes imagine nas pequenas…. a informática sempre foi vista como despesa….

      1. Mas a dificuldade é cultural, não financeira, em uma startup você costuma ter equipamentos muito melhores que trabalhando em grandes empresas tradicionais. Aliás, quanto menor a empresa melhor é.

        No banco, uma política de permissões por perfil de usuário resolveria os problemas de limitações e um monitor de 22 polegadas não custa meio-dia de trabalho que eles pagam por um dev júnior dentro de uma consultoria. A questão é que isso não é visto como um problema, mas deveria ser quando a pessoa precisa tirar um “algo a mais” da máquina como é o caso do pessoal de desenvolvimento.

      2. Bifurcando a conversa um pouco, até porque como trabalho prestando serviço para empresas pequenas e pessoas que trabalham por conta, entendo onde quer chegar.

        O ponto é que a informática é vista como despesa pois há dois fatores: não se há uma educação voltada a entender que o trabalho de um programador ou técnico responsável é para justamente dar uma estabilidade ao serviço dele. Outro é que de alguma forma, há uma mítica dentro da informática do “faça você mesmo”, ou seja, que há coisas que quem quer trabalhar com um computador, que vá lá e faça por conta própria.

        Nós como “geeks” vemos um computador da mesma forma que uma pessoa que entende de caminhão vê um caminhão: um equipamento que dependendo de suas especificações, atende a nichos de serviço. Assim como um VUC atende um centro urbano, um computador com um Dual Core Intel e 2GB hoje atende o serviço de PDV de uma lojinha. Tal como um bitrem pegando uma rodovia é equivalente a um servidor de web e programas de serviço em uma fibra ótica.

        Para o cliente, ele não tem esta visão. Só quer um equipamento que solucione o problema dele. E só. Isso usando uma generalização burra como sempre.

        Fora também o software, o que gera sempre as reclamações sobre pirataria e outros. Se houvesse uma cultura no Brasil de adesão ao Linux por exemplo, será que estaríamos em outras condições? Será que se houvesse um trabalho educacional mostrando que a adoção de programas pagos seria algo positivo?

    3. Segundo Previn, um cálculo preliminar da IBM estimou que o custo de
      manter 100.000 Macs por quatro anos é três vezes menor que o de manter a
      mesma quantidade de PCs no mesmo período.

      Carambola!!! hahaha

  16. Estou considerando comprar um moto g4 plus, porém notei muitas reclamações sobre o aparelho sobre super aquecimento e ghost touch, vi também algumas reclamações sobre a falta de um sensor magnético que atrapalha o uso do GPS e apps de bússola.

    Alguém aqui tem ou teve experiências muito ruins com esse aparelho?

    1. Eu tenho um e nunca tive esses problemas. Talvez isso aconteça com os primeiros ou com um pequeno lote apenas.
      Ele não esquenta, em comparação aos outros smartphones é normal. A tela não é uma belezura, mas em poucos dias você se acostuma e tem um ótima resolução. Ouço muita música e ele tem uma qualidade considerável no auto falante e na saída dos fones.
      Tem leitor rápido e é muito ágil. O tamanho é um pouco incômodo e ele é fácil ralar. Nunca travou e eu uso bastante o GPS e não existe problema no seu uso.
      Meu uso é navegação na web e ligações, ele já ficou 2 dias de bateria, normalmente você consegue ficar com umas 6:30 de tela ligada.

  17. Fala galera do manual! Queria saber de vocês, o próximo evento da Apple só vai dar Macs? E ainda dentro do assunto, tô pensando em comprar um macbook usado, qual seria a melhor opção custo/benefício (levando em conta as possíveis atualizações)?

    1. Se você tiver interesse num 13″ Late 2011 usado com bateria nova (porém com USBs inoperante), me avisa aí! Faço um preço legal. :P

    2. Depende do uso, um Air te atende, ou precisaria de algo mais parrudo como um MBP ?

  18. Galera, vou fazer uso do nome do blog e aproveitar o post livre para tirar uma dúvida com vocês que são chegados na área. =D

    Comprei uns componentes novos para aproveitar um gabinete velho e montar um desktop (bem old school, eu sei). Esse troço (foto abaixo) que vem no cooler do processador de fábrica já é pasta térmica, né? A princípio não preciso passar mais e tal? Tá tudo funcionando mas, desde que montei, tô morrendo de medo de fritar meu belo, pequenino e pobre processador.

    https://uploads.disquscdn.com/images/b75be2cabd0d6e532bfffdea142250d3d295bd2f7a1face979e759383267c8ac.jpg

    Agradeço desde já. =)

    1. Isso aí é um adesivo térmico. Eu recomendaria trocar toda vez que voce desmontar o cooler… mas caso não possa fazer isso, pode colocar assim como está. Não vai fritar seu processador.

      1. Levando em conta que é a primeira montagem, não tem necessidade! Eu pelo menos, não troco! Mas realmente, nas próximas é sempre recomendável!

      2. Levando em conta que é a primeira montagem, não tem necessidade! Eu pelo menos, não troco! Mas realmente, nas próximas é sempre recomendável!

      3. Valeu, já tô mais aliviado. Vocês recomendam algum tempo fixo pra passar? Já comprei a seringa com a pasta térmica pensando que precisaria passar de primeira também, então posso agendar uma manutenção no calendário do Google pra fazer essas coisas, pretendo que esse meu computador dure uns 8 anos que nem o meu antigo. =)

        1. recomendo trocar a pasta térmica a cada 6 meses e recomendo a pasta da implastec. ai nessa troca de pasta, também recomendo dar uma limpeza geral no pc.

        2. recomendo trocar a pasta térmica a cada 6 meses e recomendo a pasta da implastec. ai nessa troca de pasta, também recomendo dar uma limpeza geral no pc.

    2. isso já é a pasta termica q vem nos intel. não precisa se preocupar. vc só vai precisar trocar ano q vem ou quando vc ver que a temperatura está anormal. recomendo o ainda64 pra monitorar a temperatura.

      caso vc vá jogar no pc, use de vez em quando o msi afterburner pra monitorar a temperatura do cpu jogando.

      outra coisa, montar desktop não é old school, aliás, nunca esteve tão em alta. O negócio é que o pessoal q trabalha em sites de tecnologia não tem mais interesse nessa área.

    3. isso já é a pasta termica q vem nos intel. não precisa se preocupar. vc só vai precisar trocar ano q vem ou quando vc ver que a temperatura está anormal. recomendo o ainda64 pra monitorar a temperatura.

      caso vc vá jogar no pc, use de vez em quando o msi afterburner pra monitorar a temperatura do cpu jogando.

      outra coisa, montar desktop não é old school, aliás, nunca esteve tão em alta. O negócio é que o pessoal q trabalha em sites de tecnologia não tem mais interesse nessa área.

    4. Amigo, desculpe as palavras mas raspe essa porcaria e coloque uma pasta térmica rsrs mesmo que das piores

      Isso aí só é melhor que nada. Pode usar normalmente, não vai fritar seu pc mas eu recomendo colocar uma boa pasta termica (melhorando a refrigeração, aumenta durabilidade)

      Recentemente comprei uma seringa de pasta termica deepcool z5, paguei 30 reais no ML e é realmente muito grande a diferença dessas pastas top para as da implastec (branca que vem com os cooler box)

      Você disse que quer q seu pc dure bastante. Então vou mais além nas dicas

      Basicamente (além de usar peças e marcas de qualidade, logico) o que conta muito na estabilidade e durabilidade de um computador são dois fatores: temperatura e energia. Então sempre vale muito a pena você comprar uma fonte decente (certificação 80 plus) e um cooler melhor que o box original.

      Nos ultimos meses montei um pc gamer pra mim e tenho estudado bastante. Alem da performance, pensei principalmente na estabilidade e durabilidade.

      Se quiser, posso dar umas dicas de peças, até 300 reais vc já compra uma boa fonte e um cooler melhor.

      PS. Desculpe o textão, sempre me empolgo com esses assuntos

      1. Abusando da boa vontade, em casos de notebook, quando abro para fazer a manutenção, é bom verificar essa tal de pasta térmica também?

      2. Abusando da boa vontade, em casos de notebook, quando abro para fazer a manutenção, é bom verificar essa tal de pasta térmica também?

        1. Sim, mas em alguns casos, nos notebooks se usa uma espécie de “cola térmica”. Fora que notebooks são bem mais sensíveis que computadores no quesito “cuidado onde parafusa”.

      3. Obrigado pela resposta, Thagor. Comprei essa pasta térmica também e fui pego de surpresa quando vi que o cooler já vinha. Daqui a 6 meses como o amigo de cima sugeriu, troco e passo ela. Minha fonte é boa, uma da Corsair aí e tô só esperando o filtro de linha da Clamper chegar (todo mundo disse que dos baratinhos ele é o melhor). Qual cooler o senhor recomenda?

    5. não vai fritar, faz mais de uma década que os computadores desligam quando atingem temperaturas criticas.
      o colega Bruno recomendou o Aida64. eu recomendo tambem o “hardware info” para monitorar o hardware.

  19. A quantas anda aquela ideia absurda de limitar o tráfego da internet fixa? O assunto esfriou; não tenho lido nada novo sobre ele. Será que esqueceram?

    1. Pois é, o assunto morreu e meu medo é esse. As grandes operadoras já tão preparando o terreno e pondo a franquia em seus contratos e, enquanto ninguém mata o problema criando uma lei ou algo assim, devem tá fazendo aquele bom e velho lobby para não terem os seus interesses restringidos. =/

    2. Com os problemas q o governo tem e terá… não creio q esse assunto volte à pauta tão cedo.

    3. Com os problemas q o governo tem e terá… não creio q esse assunto volte à pauta tão cedo.

    4. João Rezende (Era esse o nome?), mentor da ideia, foi afastado da diretoria da Anatel, com isso o assunto ficou de lado. Mas não coloco minha mão no fogo não, acho que em breve isso volta a pautar

    5. O que posso dizer é que a GVT/Vivo me liga todos os dias para “atualizar” meu plano. Acho que a intenção real da empresa é atualizar meu contrato que não prevê o limite de tráfego.
      Com base nesse pensamento, deduzo que não houve mudança de planos.

      1. eu liguei pra tentar pagar menos, mas desisti por que a atendente me falou que passaria a ter franquia. poxa, não faz mal ter franquia, mas precisaria ter pelo menos 1TB de tráfego.

  20. Finalmente a Nintendo revelou o NX que será um híbrido de console de mesa e portátil. Eu gostei muito da ideia e do conceito apresentado, acho que o Nintendo Switch tem tudo para ser o segundo console dos gamers.
    O que vocês acharam da apresentação e do videogame?

    1. Eu só vi o vídeo de apresentação e, talvez seja o meu eu pessimista/não gamer falando, mas acho que não tem muito futuro. É portátil, mas é um trambolho e, nessa situação, concorre diretamente com o smartphone e com tablets. Difícil vingar.

      1. Já eu acho o contrário. É certo que ele não tem a mesma portabilidade que um Nintendo DS (por isso mesmo eu acho que não irá substituir diretamente). Mas achei fantástico as possibilidades de uso: levar pra jogar no avião, levar para uma festa pra divertir a galera, etc. Além disso, há a possibilidade de assistir Netflix, Youtube, vídeos e afins, tornando-o verdadeiramente um tablet gamer – particularmente eu acho que isso seria o principal diferencial.

        1. Tudo que você falou um smartphone, que é mais portátil e todo mundo se acostumou a carregar como se fosse um terceiro braço (o tempo todo, para todo lugar), faz.

          Não estou dizendo que não é legal, só que tem muito atrito. O único diferencial, aliás, os controles físicos, jogam contra a ideia de portabilidade.

          1. Ainda assim não se pode negar um aparelho que realiza sua função (de rodar games) melhor que qualquer smartphone, ainda por cima permitindo o multiplayer local, e custando metade do preço de um celular top de linha.

            Fazendo uma analogia bem grosseira, é como você questionar a utilidade de um e-reader, sendo que é possível ler livros na tela do celular, com a vantagem que é mais portátil e você leva pra qualquer canto.

          2. Ainda assim não se pode negar um aparelho que realiza sua função (de rodar games) melhor que qualquer smartphone, ainda por cima permitindo o multiplayer local, e custando metade do preço de um celular top de linha.

            Fazendo uma analogia bem grosseira, é como você questionar a utilidade de um e-reader, sendo que é possível ler livros na tela do celular, com a vantagem que é mais portátil e você leva pra qualquer canto.

          3. A sua analogia nos serve. Quantos players existem no mercado de e-readers? Saudáveis? Só a Amazon, que tem poder para subsidiar o Kindle. Barnes & Noble saiu do mercado, Sony saiu do mercado, outros tantos de quem nem chegamos a ouvir falar, também. O outro player relevante atualmente é o Kobo, que foi comprado por (adivinhe) uma gigante do varejo, a Rakuten.

          4. Apesar de haver uma situação parecida nos consoles portáteis (há somente um player expressivo no mercado, e a Sony desistiu do PSP), o mercado de e-books tem mais particularidades que o de games. Por exemplo: Não há motivo para uma pessoa possuir mais de um e-reader de marcas diferentes, geralmente e-books estão disponíveis em todas as plataformas, e-readers não são atualizados com frequência (não que motive o usuário a trocar), etc. Coisas que normalmente são comuns no mercado de consoles.

            Eu poderia lançar umas teorias aqui sobre porque o mercado de consoles portáteis é assim, mas deixa pra outra hora, preciso fazer umas coisas aqui :P

          5. só q o bixo não foi criado pra ser exclusivamente portátil né. a nintendo vende ele como hibrido. mas sei la, poderia ser apenas de mesa mesmo. já q o negócio fica nada amigável pra sair por ai usando.

          6. Desci tentando achar o comentário que mostrasse que ele não é um portátil. Eu vejo problemas de ergonomia com os mini-controles (os Joy Cons) e de bateria (quanto tempo vai durar a bateria daquela tela rodando um jogo pesado?) mas não vejo problemas com o produto em si.

            Não é problemático – o pessoal do Jogabilidade tem um vídeo onde eles falam quase 1h sobre o Switch – porque ele se propõe de forma bem clara a ser um console de mesa que PODE ser usado como portátil. Teoricamente o HW dele é bem parrudo – a Nintendo só vai falar disso ano que tem, mas, usa o chip Tegra da nVidia – porque deve rodar os jogos triple A – talvez com downscale e adaptações, como todos os jogos precisam atualmente – uma vez que as parcerias do anúncio contam com EA, Bathesda e outras e no trailler é mostrado o Skyrim Remaster.

            Provavelmente o modo portátil rode com downscale, mas isso é esperado.

            Não faz muito sentido comparar com um portátil e muito menos com smartphone (já faz pouco sentido comparar smartphone com portátil)

          7. Eu acho que faz todo sentido comparar com smartphones. A biblioteca de jogos de um iPhone pode não ter os jogos da Nintendo (ainda), inegavelmente únicos e muito bons, mas é respeitável. O tipo de joguinho descompromissado ou passatempo que antes se via em consoles da própria Nintendo hoje aparecem no mobile. Tanto não devemos ignorar esse mercado que nem a Nintendo ignora mais.

            Na outra ponta temos os consoles dedicados, provavelmente mais poderosos e com públicos mais “sérios” (comprometidos). Quantos desses largarão seu PS4 ou Xbox One por um Switch? Arrisco dizer que poucos.

            O Switch tem o mesmo problema do Wii U e de coisas como Ouya e esses tablets gamers: está espremido entre o casual/mobile e o video game serious business. Não por acaso, nenhum desses que citei vingou. É uma batalha meio perdida, acho, se você não traz nada realmente novo para a mesa — novo mesmo, no sentido de revolucionário, como foi o Wii original.

          8. i) Não faz sentido porque são públicos bem diversos, portáteis não são jogos casuais para se jogar em trânsito, por exemplo. A ideia de que portáteis são para “candy crush” é bem errada. A biblioteca de jogos do iPhone é boa, de fato, mas isso não faz dele um competidor de um 3DS, vou usar ele como exemplo, a distância entre os jogos de iPhone e os de 3DS ainda é bastante grande. Esse erro eu vejo muita gente cometer, não é só porque o iPhone tem um bom poder de processamento gráfico e uma boa biblioteca de jogos que ele, necessariamente, é um “concorrente” ou mesmo que ele está no mesmo nicho do 3DS. A jogabilidade muda, a maneira como se interage muda, o conceito do aparelho muda; tudo muda de um pro outro. O smartphone como plataforma de jogos é orgânico: está com as pessoas o dia inteiro, logo, é sensato que existam jogos pra ele e que esses jogos sejam simples (porque a interação em jogos é bastante simplificado por conta do touch, porque a bateria dura muito pouco tempo rodando jogos e porque o telefone faz N funções além de jogar).

            Isso não quer dizer, porém, que se deva ignorar o mercado, pelo contrário, dá dinheiro, muito dinheiro e tem um bom público, mas, repito (e arrisco ser chato) são coisas bem diferentes.

            ii) O erro é achar que esse público escolhe o VG. Normalmente quem pode tem os três desde o início – e uma imensa maioria acaba tendo os três em um determinado momento, nem que seja no final da geração, eu incluso – ou pelo menos os dois que prefere na geração (e daí depende de uma série de fatores, mas principalmente o que conta mais são as franquias exclusivas, coisa que nenhuma outra empresa compete com a Nintendo). Não é um telefone – usando a mesma analogia – que a pessoa escolha iOS ou Android e arca com todas as benesses e problemas da plataforma pelo ciclo do aparelho inteiro – sem falar que consoles tem ciclos de vida longos, o que facilita alguém ter mais de uma plataforma.

            iii) Isso é verdade. E eu acho um erro da Nintendo. o Wii foi focado no casual, na família. O Wii U ficou no meio do caminho – muita gente nem sabia que era outro console, por exemplo – e fracassou porque não tinha apelo pra nenhum dos lados – era fracos pros Triple A e não tinha nada de novo para quem queria jogar qualquer coisa casual. O Switch eu não sei como se portará – ninguém sabe, porque a Nintendo ainda não posicionou o seu console no mercado, ela apenas revelou o nome e o projeto (atrasado) de console dessa geração dela. O resto é especular ainda, mas, adianto que se ela for pela mesma linha do Wii U vai fracassar novamente (ainda que ela dê tímidas provas de que TALVEZ não faça isso ao não focar em família + crianças nas propagandas e mostrar que tem parcerias com estúdios Triple A).

            ***

            EDIT/UPDATE: Do Gizmodo:
            “Mas, ao Polygon, a Nintendo disse que o Switch é “acima de tudo um sistema caseiro”. Então o marketing – ao menos nos EUA – vai ser voltado para as suas capacidades domésticas, não tanto às capacidades portáteis. Um press release divulgado pela Nintendo ontem (20) chama o Switch de “sistema de jogos doméstico”. “A mobilidade de um portátil é adicionada à potência de um sistema de jogos doméstico para permitir novos estilos de jogo”, diz a empresa.”

            E ainda:

            “Mas, considerando as investidas recentes da NVIdia no mundo mobile, dá para ter uma ideia do que esperar, mais ou menos. O NVidia Tegra X1, lançado há dois anos, tem potência semelhante a um PS3. Se a Nintendo não quiser usar um processador tão antigo, pode ser que ele venha com o X2. O X2 não foi formalmente anunciado, mas muitos especulam que ele tenha potência mais próxima de um Xbox One ou PS4.”

            Então, dá pra dizer que a Nintendo posicionou o Switch como console de mesa, caseiro, e que, especulando bastante, a potência dele pode ser próxima do XONE e do PS4, se usar o X2 da nVidia.

          9. O John Gruber usou uma analogia interessante: o NX taria mais para um DSLR. Há espaço ele, apesar dos smartphones terem matado as point n shot.

          10. É uma boa analogia. Quantos amigos teus têm e usam regularmente uma DSLR? Pois é. A única diferença, e uma importante, é que uma DSLR vive sozinha, já um console precisa de massa para vingar — para atrair a atenção dos desenvolvedores de jogos e o dinheiro dos consumidores.

          11. Acredito que a pergunta não é adequada porque ignora o contexto de mercado que estamos inseridos. Nos mercados europeu, japonês e norte americano, que são os mercados que a Nintendo realmente tem interesse, a história é outra.

            O ponto da analogia é que há um nicho que ainda é economicamente interessante. E na minha visão a DSLR também precisa de massa para vingar.

          12. Não sei se se referiu às DSLR ou video games ao falar dos mercados de fora/mais maduros. Se for sobre câmeras, deixo este gráfico: http://petapixel.com/2015/04/09/this-is-what-the-history-of-camera-sales-looks-like-with-smartphones-included/

            Quando falo sobre uma DSLR viver sozinha, é que o investimento nela não depende de fatores externos. Um fotógrafo precisa no máximo de boas lentes/acessórios, coisa que a própria fabricante se interessa em fazer (e faz, bem). Já um console, não.

            Eu nào consigo ver como a Nintendo lucrará significativamente oferecendo um console barato que não parece ser nem tão bom quanto um smartphone (versátil, portátil, jogos baratos) nem tão bom quanto um console rival (desempenho, comunidade, títulos AAA).

          13. Não sei se se referiu às DSLR ou video games ao falar dos mercados de fora/mais maduros. Se for sobre câmeras, deixo este gráfico: http://petapixel.com/2015/04/09/this-is-what-the-history-of-camera-sales-looks-like-with-smartphones-included/

            Quando falo sobre uma DSLR viver sozinha, é que o investimento nela não depende de fatores externos. Um fotógrafo precisa no máximo de boas lentes/acessórios, coisa que a própria fabricante se interessa em fazer (e faz, bem). Já um console, não.

            Eu nào consigo ver como a Nintendo lucrará significativamente oferecendo um console barato que não parece ser nem tão bom quanto um smartphone (versátil, portátil, jogos baratos) nem tão bom quanto um console rival (desempenho, comunidade, títulos AAA).

      2. Você não está levando em consideração as franquias fortíssimas da Nintendo, veja a loucura que foi Pokemon nos smartphones. Estar com um portátil em mãos e jogar Mario Kart com tela dividida e controles físicos por um amigo que encontrou no caminho é uma ideia bem bacana.

        1. Pokemon foi uma loucura justamente por estar no smartphone. Todo console da Nintendo sempre teve esses jogos; isso é dado e não garante sucesso.

          1. Mas Pokemon sempre foi uma loucura, em qualquer plataforma.

          2. Sim, de fato. A capilaridade das duas plataformas influenciou na capacidade de se ter o jogo em todos os locais, mas, seria um sucesso, arrisco dizer, em qualquer plataforma que fosse lançado.

          3. Sim, de fato. A capilaridade das duas plataformas influenciou na capacidade de se ter o jogo em todos os locais, mas, seria um sucesso, arrisco dizer, em qualquer plataforma que fosse lançado.

        2. Complementando o @ghedin:disqus , Pokémon foi uma loucura porque o smartphone possibilitou isso. Jogar usando GPS, RA, ampla movimentação e controles simples de toque na tela. É uma coisa que não dá pra transportar para um console dedicado.

        3. pokemon é jogo de nicho e um nicho bem pequeno. o jogo foi essa febre devido ao teor de rede social / competição social q tava embutido nele. 99% das pessoas que jogavam não entendiam PN de pokemon, apenas queria pegar os bichos pra fazer numero.

          Tanto é isso q o jogo não faz mais sucesso como no primeiro mês de vida.

          Fora q console da nintendo também é de nicho, haja vista que a maioria dos players hj em dia preferem ps4/xone ou até mesmo pc.

        4. pokemon é jogo de nicho e um nicho bem pequeno. o jogo foi essa febre devido ao teor de rede social / competição social q tava embutido nele. 99% das pessoas que jogavam não entendiam PN de pokemon, apenas queria pegar os bichos pra fazer numero.

          Tanto é isso q o jogo não faz mais sucesso como no primeiro mês de vida.

          Fora q console da nintendo também é de nicho, haja vista que a maioria dos players hj em dia preferem ps4/xone ou até mesmo pc.

      3. Smartphone não é mais opção para eu jogar fora de casa. É bateria que não dura, jogos que pedem conexão à internet, pouca oferta de jogos com profundidade, limitação de jogabilidade por falta de controles físicos… Aí você finalmente descobre um jogo legal e ele não roda direito no seu aparelho :( Desisti, comprei um DS e estou feliz da vida :)
        Mas faço parte da minoria. A maioria que só quer passar tempo não tá nem aí pra isso.
        Se vender o que 3DS vendeu é sucesso, mas acho que vai ser difícil.

        1. Estuo interessado em comprar um DS, mas em termos de jogabilidade, e da experiência com o jogo propriamente, indo no nível q vc parece indicar no seu comentário, de mais envolvimento com o jogo e não só por distração, vale a pena um desses? E tem um modelo q seja melhor q o outro? Vi q há uns 3 ou 4…

        2. Estuo interessado em comprar um DS, mas em termos de jogabilidade, e da experiência com o jogo propriamente, indo no nível q vc parece indicar no seu comentário, de mais envolvimento com o jogo e não só por distração, vale a pena um desses? E tem um modelo q seja melhor q o outro? Vi q há uns 3 ou 4…

          1. A biblioteca de jogos do DS é fantástica. Sem exageros. Tem 3 ótimos Castlevania na mesma pegada de Simphony of the Night, tem os RPGs da série Mario e Luigi, tem 999 completo (não a versão capada de smartphones), Metroid Prime Hunters… Tem muita coisa boa. Se você está, como disse, interessado nos jogos e não exatamente na tecnologia, que convenhamos já é datada, é uma ótima pedida, já que você consegue comprar um usado em boas condições bem barato.
            São 3 modelos: DS ‘fat’, DS Lite e DSi. Recomendo o Lite se você tiver também interesse em rodar jogos de GBA, como Metroid Fusion e Metroid Zero Mission, Senão vai de DSi mesmo.
            Você ainda pode optar pelo sucessor do DS, o 3DS. Também tem muita coisa boa (Monster Hunter <3) e aceita todos os jogos de DS, pois é retrocompatível.
            Se eu puder ajudar em mais alguma coisa é só falar :)

          2. A biblioteca de jogos do DS é fantástica. Sem exageros. Tem 3 ótimos Castlevania na mesma pegada de Simphony of the Night, tem os RPGs da série Mario e Luigi, tem 999 completo (não a versão capada de smartphones), Metroid Prime Hunters… Tem muita coisa boa. Se você está, como disse, interessado nos jogos e não exatamente na tecnologia, que convenhamos já é datada, é uma ótima pedida, já que você consegue comprar um usado em boas condições bem barato.
            São 3 modelos: DS ‘fat’, DS Lite e DSi. Recomendo o Lite se você tiver também interesse em rodar jogos de GBA, como Metroid Fusion e Metroid Zero Mission, Senão vai de DSi mesmo.
            Você ainda pode optar pelo sucessor do DS, o 3DS. Também tem muita coisa boa (Monster Hunter <3) e aceita todos os jogos de DS, pois é retrocompatível.
            Se eu puder ajudar em mais alguma coisa é só falar :)

          3. Valeu pelas dicas, Vagner! Estou interessado nos jogos mesmo. Na “atualidade deles” bem pouco, na verdade, mesmo pq tenho interesse em jogos q possam rodar tb em situações de maquinário precário. Mas creio q se possa aprender muito sobre jogos, daí ficar de fora dessa plataforma me parece um grande prejuízo… Vou espiar se acho algo bacana e ficar atento ao fato de ser retrocompatível.

          4. Recomendo pegar um New 3DS. Grande biblioteca e dá para garimpar muitos jogos pelo ML e OLX.

          5. É no q eu estava de olho! E é isso mesmo: ir atrás dos usados no ML. Eu fiz isso pra um jogo de PS3 (Katamari) e compensou muito.

      4. Fiquei cabreiro com a cara meio basbaque-felicidade dos jogadores. Mano… quem joga contente desse jeito!?

        1. Quem acompanha esportes, sabe que em muitas casos os jogadores de futebol/basquete costumam jogar jogos dos seus respectivos esportes, logo, é possível mas sem tanta felicidade.

    2. Cresci com a Nintendo, estou envelhecendo com a Sony. Parei no GameCube e voltei no PS3. Não me vejo comprando o Switch pq sou da linha “heavy gamer/oldschool” que gosta de jogar na TV. Inevitavelmente você tem que abrir mão de algumas coisas ao permitir que o console seja portátil, então vamos esperar as avaliações.

    3. Cresci com a Nintendo, estou envelhecendo com a Sony. Parei no GameCube e voltei no PS3. Não me vejo comprando o Switch pq sou da linha “heavy gamer/oldschool” que gosta de jogar na TV. Inevitavelmente você tem que abrir mão de algumas coisas ao permitir que o console seja portátil, então vamos esperar as avaliações.

    4. Achei muito interessante a ideia de ter um console e um portátil em um único aparelho. Principalmente porque não tenho espaço para ter um console de mesa e tals ele me parece bem atraente.

      Só fico preocupado com a ergonomia dos controles e o peso que o switch vai ter.

    5. É um híbrido, mas eu o vi mais como um portátil do que como um console de mesa, não vi equilíbrio ali. Pra mim a Nintendo vai continuar na dela, fazendo Mario, Zelda e afins para os fãs. Acho que essa exclusividade não terá força mercadológica (de novo) para bater de frente com Xbox e Ps. E também por ele ser híbrido, vai ficar naquele limbo que ninguém vai saber ao certo qual o seu real concorrente.

      Mesmo que a experiência com controles físicos seja melhor para jogar games mais densos, se comparado a um smartphone, creio que um jogador casual não vai abandonar a praticidade deste. E do outro lado, também não vejo o heavy gamer abandonando as plataformas Xbox e Ps.

      A Nintendo e suas parceiras terão que acertar (e muito) nos games, pra conseguir cativar o público.

      1. Concordo contigo em quase tudo, Luis. Em termos de competitividade, a Nintendo parece estar perdendo o ponto. Essa pegada conceitual e de jogos exclusivos (apesar das possíveis parcerias e etc.) tem tudo pra culminar num segundo tiro no pé. Grandes títulos, que fazem as pessoas comprarem consoles, não estarão disponíveis no Switch, e convenhamos que a atualização do hardware não foi lá essas coisas. Li alguns jornalistas especularem que ele provavelmente virá mais barato que o PS4 ($300), console mais bem-vendido hoje, mas isso não importa. Não há exatamente uma competição direta aqui. Eu, particularmente, jamais pensaria nesses dois produtos como substitutos. Considerando três cenários, na perspectiva da Nintendo, o pior seria o de uma tentativa de medir forças com Sony e Microsoft, o que é bem improvável e eles falhariam miseravelmente; o melhor seria o de fortalecimento e, obviamente, expansão da fanbase da empresa (eles cultuam os fãs e os fãs os cultuam); e o que acho ser o mais provável (e interessante), que é o de tentativa de sair à frente nos “consoportables”, ou seja, um segmento dentro da indústria dos games completamente novo. Vi um monte de ponta solta aí, como todo mundo, mas confesso que entrei no hype ontem. Espero que eles estejam à frente desses questionamentos e nos surpreendam positivamente ano que vem.

    6. Sou muito fã da Nintendo para desgostar do NX/Switch. Provavelmente se ela voltar ao país, oficialmente, comprarei esse console (mas jamais no lançamento).

    7. Nem comprei e já perdi um ou mesmo os dois controles destacáveis.

      De resto: seria Nintendo Switch a salvação do iPad?

    8. Ela deixou claro que mudou o foco do seu público. Depois das vendas pífias do Wii U, que não considero um fracasso, vide que saíram jogos incríveis e alguns que exclusivos mesmo numa base instalada pequena, venderam muito mais que na concorrência. Ainda teve novas IPs de sucesso. O aparelho em si não é inovador e procura corrigir os erros do Wii U.

      A grande questão no meu ponto de vista é se ela vai mudar sua postura em relação aos consumidores e ao mercado. E isso nem sequer foi citado.

      Ninguém sabe se finalmente vão acabar com o bloqueio de região, se existirá ao menos um suporte aos jogadores brasileiros (tive um Wii U que os botões do controle estragaram e mesmo em contato a Nintendo não deu a mínima – vale lembrar que ela também não vende o gamepad separado), nem ao menos uma loja para comprar os jogos o Wii U teve no Brasil. Além disso, ela é a única fabricante de consoles que cobra uma porcentagem no YouTube se alguém quiser mostrar um jogo.

      Enfim, isso nem é tudo, existe outras questões como localização (idioma) e lançamentos de jogos (Xenoblade Chronicles X é um exemplo de um game espetacular que foi boicotado pela própria Nintendo e levou quase um ano para sair no ocidente) que justificam a falta de confiança dos consumidores nessa empresa.

      Espero de verdade que ela mude, pois, tem as melhores IPs da indústria de jogos, além de muita qualidade na maioria das suas próprias produções.

      Até agora o Nintendo Switch não respondeu as perguntas mais importantes. Pelo menos para mim.

  21. Ah, tem uma newsletter que acompanho chamada “Coxia de desconchavos” em que a autora fez um trato com os amigos, dentro de 3 meses eles irão se reunir para apresentar algo que criaram nesses 3 meses, o namorado dela vai tocar uma música que quer aprender a muito tempo, mas se deu esse prazo, ela vai escrever um conto, o encontro vai ser no final de janeiro em BH, e quem não puder participar vai poder enviar um vídeo falando o andamento do seu projeto também, o que vocês acham da ideia?

    1. Se ficar entre amigos, ótimo, mas, sei lá, pode ser rabugice minha, mas careceria colocar na internet de modo aberto!?

      1. Não entendi muito seu comentário, você está dizendo que não gostaria de expor ao público, é isso?

        Dependendo do que for eu não vejo problema, veja meu exemplo, eu não tenho coragem de mostrar o que escrevo para meus amigos, mas para desconhecidos não vejo problema nenhum, rs.

        1. Pelos exemplos do q eles farão, me pareceu coisas banais q se ficarem entre amigos, ok, mas não sei se perguntaram se vale a pena colocar isso na internet…

          E não deixa de ser curioso vc não querer mostrar para seus amigos – pessoas próximas – o q vc escreve, mas estar disposto a mostrar algo pra quem vc não conhece. Creio q o grau de interesses no q vc escreve tende a ser maior do q daqueles q não te conhecem.

          1. Eles colocaram prazo, e deram a cara tapa meio que para por pressão em si mesmo para se obrigarem a fazer aquilo que já queriam, mas não fizeram pq empurraram com a barriga…

            Alguns dos meus textos eu mandei como poema para minha namoradora, e sei que esse tipo de conteúdo não chamaria atenção dos meus amigos, daí fico, digamos, com vergonha, rs.

          2. Se eles não cumprirem o prazo não tem problema. Pelo menos não comigo.

          3. Será? Dizem q sim, mas tenho lá minhas dúvidas. Não carece se colocar toda essa pressão… me parece q isso tem mais a ver com fazer algo q não se quer fazer verdadeiramente…

  22. Já que o segundo vídeo do MdU foi sobre newsletter, eu os pergunto:

    Qual o tipo de newsletter vocês mais curtem, tipo contos, pessoais, algum assunto em específico? Ou preferem ler num blog? Pois eu estou pensando em escrever uma historinha, mas não sei se divulgo pelo meu blog ou faço uma newsletter (ou ambos?).

  23. Pessoal, vou aproveitar o post livre pra pedir ajuda.

    Meu celular morreu semana passada, e estou pensando em qual comprar. Acho que vou esperar a black friday, tenho esperanças de conseguir algo bom por um preço bem melhor.

    Não sou lá muito conhecedor de celulares, mas queria um de até uns R$1500, que fosse possível de durar 2 anos assim como meu falecido Moto X 1a geração.

    Os senhores possuem sugestões?

    1. Eu peguei um moto G4 plus esse mês e tenho essa visao do produto:
      Ele é mais fino porém mais “desengonçado” do que o G3
      A tela (full hd) é muito boa, mas poderia ser um pouco menor
      As cameras tem uma qualidade muito boa, mas devido ao processador dele algumas filmagens travam devido ao superaquecimento… Ele tem problemas quando se usa 2 SIMs ao mesmo tempo, mas espero que isso seja algo a ser reparado no proximo update…
      Ah, o leitor de digital é bem rápido. Mas se tiver com o dedo molhado ele acaba nao lendo

    2. Eu peguei um moto G4 plus esse mês e tenho essa visao do produto:
      Ele é mais fino porém mais “desengonçado” do que o G3
      A tela (full hd) é muito boa, mas poderia ser um pouco menor
      As cameras tem uma qualidade muito boa, mas devido ao processador dele algumas filmagens travam devido ao superaquecimento… Ele tem problemas quando se usa 2 SIMs ao mesmo tempo, mas espero que isso seja algo a ser reparado no proximo update…
      Ah, o leitor de digital é bem rápido. Mas se tiver com o dedo molhado ele acaba nao lendo

      1. R$ 2099 é meio pesado, mas talvez valha a pena se durar mais de 2 anos..

        O Zenfone 2 continua sendo um bom celular, ou será que vai ficar muito defasado?

        1. Olha, meu maior resquício quanto ao Zen 2 é o fato de ele usar processador Intel. Já tive um Zen 5 que esquentava demais e não tinha uma autonomia boa de bateria

        2. Sou um usuário feliz do Zenfone 2. Até agora, nada a reclamar.

    3. Cara, meus pêsames. Tenho um moto X da primeira geração e espero que ele dure ainda mais uns 3 anos. Minha sugestão é ir atrás de algum amigo cuidadoso e comprar um telefone bom de segunda mão (é o que costumo fazer, mas não sou lá heavy user de telefone). Os preços andam bem proibitivos, de repente é mais negócio do que comprar um mid-range nessa faixa de preço.

    4. Vou dizer que comprei um Lenovo Vibe k5. Não tenho do que reclamar. Foi bem mais barato que isso, mas me supre todas as necessidades, apesar de não ser um Top de linha super rápido.
      Nesse sentido, talvez o A7010 (ou 1070 ou algo assim), da mesma lenovo, seja mais interessante.
      O problema, como sempre, são atualizações, que nunca vem! :(
      Mas quanto a isso, eu estou instalando o Cyanogen 14 nele, Android Nougat, aqui vou eu!

    5. Já deu uma olhada no Quantum Fly? Parece ser um smartphone bastante interessante e com bom custo-benefício. É um que tenho vontade de comprar pra substituir meu Moto G segunda geração.

    6. Nessa faixa de preço recomendaria o quantum fly ou o moto g4 plus. Se pudesse esperar mais, recomendaria juntar o diferencial e dar preferência ao Zenfone 3 da Asus.

    7. Nessa faixa de preço recomendaria o quantum fly ou o moto g4 plus. Se pudesse esperar mais, recomendaria juntar o diferencial e dar preferência ao Zenfone 3 da Asus.

      1. Acho que vou seguir sua sugestão mesmo..

        O Fly me agradou, pelo que vi na internet, mas se tiver como pegar a diferença vou no zenfone 3

    8. se for optar pelo mercado nacional, o quantum fly parece bem interessante.

      se for optar por importar, recomendo o xiaomi mi5.

    9. S6 pode ser encontrado por esse preço atualmente. Também ficaria de olho no iPhone SE que está próximo a essa faixa de preço.

    10. S6 pode ser encontrado por esse preço atualmente. Também ficaria de olho no iPhone SE que está próximo a essa faixa de preço.

  24. Vou começar aqui hoje. Nessa semana, o Manual teve mais conteúdo que o normal, graças ao novo formato de notas. O que achou disso?

    1. Ghedin, pra ser sincero eu não notei muito rs

      Como falei no último post livre, acompanho o site basicamente pelo telegram, então vai surgindo link lá e eu clico sem pensar, quando percebo eu já li e nem lembro direito de qual site era o texto.

      Mas mesmo assim, achei bem interessantes as reflexões nas notas do Facebook, que queria que você postasse mais, e do preço que o nome Galaxy vai pagar pela falha grotesca da Samsung.

      Gosto desses pequenos textos, até porque a partir deles eu posso criar alguma conversa no meu círculo de amigos que gire em torno do assunto que você iniciou.

      Esse comentário tá mais parecendo um e-mail do que um comentário, então acho que vou parar por aqui ahuehue

    2. Eu gostei do fato de serem coisas curtas e que sempre trazem uma reflexão; porém não curti o fato dos comentários estarem desativados nesses posts!

      1. Pois é, fiquei com esse sentimento também! Senti que as notas são uma opinião rápida sobre um determinado assunto, mas que ainda assim poderiam instigar uma discussão nos comentários.

      2. Concordo! adoto uma politica de não ler se não posso comentar.

        Comentar e discutir o tópico se tornou parte da experiência. Se não posso comentar, não vale a pena.

        1. Muitas vezes o ideal é realmente não comentar. Como o Frederico colocou, talvez uma solução é trazer as conversas que o Ghedin inicia nas notas até o post livre ou canal do Disqus.

          No entanto, estranho dizer “se não pode comentar, não vale a pena”. Acho que temos que dar direito a quem escreve o direito também de ele limitar as opiniões.

    3. Gostei, principalmente por causa do caráter mais cotidiano e reflexivo delas.

      Acho que os comentários fizeram falta em algumas notas, mas se eles existissem o tempo dedicado à leitura aumentaria, fugindo um pouco do propósito. ¯_(ツ)_/¯

    4. Gostei, principalmente por causa do caráter mais cotidiano e reflexivo delas.

      Acho que os comentários fizeram falta em algumas notas, mas se eles existissem o tempo dedicado à leitura aumentaria, fugindo um pouco do propósito. ¯_(ツ)_/¯

    5. Concordo com o fato dos comentários desativados nas notas diminuírem a “vida útil” das notas, pois algumas tratam de assuntos que poderiam ter repercussão com os leitores. Inclusive consegui comentar em uma delas meio por acidente (acho que o sistema demorou a fechar), e quando retornei para ver se havia respostas me surpreendi ao ver que estava trancado.

      Também sinto falta da quantidade de comentários por post na página inicial, pois servia para acompanhar como andava a alimentação da discussão, se ainda gerava respostas, etc. Agora é preciso entrar no dito cujo, o que não me agrada.

      De resto, a qualidade de sempre :)

      P.S: estou tentando postar esse comentário pela segunda vez. Na primeira deu erro no Disqus. Falta de sorte ou problema no site?

    6. Concordo com o fato dos comentários desativados nas notas diminuírem a “vida útil” das notas, pois algumas tratam de assuntos que poderiam ter repercussão com os leitores. Inclusive consegui comentar em uma delas meio por acidente (acho que o sistema demorou a fechar), e quando retornei para ver se havia respostas me surpreendi ao ver que estava trancado.

      Também sinto falta da quantidade de comentários por post na página inicial, pois servia para acompanhar como andava a alimentação da discussão, se ainda gerava respostas, etc. Agora é preciso entrar no dito cujo, o que não me agrada.

      De resto, a qualidade de sempre :)

      P.S: estou tentando postar esse comentário pela segunda vez. Na primeira deu erro no Disqus. Falta de sorte ou problema no site?

      1. Deu erro aqui também quando fui comentar. Deve ser no Disqus.

      2. Deu erro aqui também quando fui comentar. Deve ser no Disqus.

    7. Isso aí não é justo!
      Você tinha que ser café com leite, era óbvio que você ia ser o primeiro a comentar! hehehe
      Eu particularmente to gostando desse formato com mais posts, sem perder o foco do Manual! Tá bem bacana!

    8. Sinceramente achei um pouco esquisito. Talvez porque sinto falta dos comentários abertos nas notas, pois talvez com isso abriria algum leque de discussão interessante. :)

    9. Sinto falta dos comentários, mas isso pode ser levado ao post livre ou ao disqus.

      Todavia, o que realmente me incomoda é a tipografia do título. É igual ou no mínimo muito parecida com o corpo de texto.

    10. Eu gostei bastante. Deu um ar mais de blog mesmo. Algo mais pessoal.

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