Post livre #43

O primeiro post livre de 2016 está no ar! Isto aqui é um post sem conteúdo, publicado apenas para conversarmos, nos comentários, de agora até domingo à noite.

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422 comentários

    1. Não creio q as coisas tenham mudado muito não, cara. Conteúdo inadequado tem em toda faixa de horário… Inclusive em programas de “família católica”.

      Procura a música original a qual esses sertanejos adaptaram e vc verá q a coisa val mal.

      https://www.youtube.com/watch?v=bLs2xtsqz84

    2. Nessa época tinha a Cia do pagode que as mulheres dançavam de topless.
      Mixed feelings

  1. Uma das frases interessantes do texto Evans no último post foi essa: “Quanto mais a TV mudar, mais ela muda de dispositivo”. Eu ando bastante decepcionado com a televisão nacional (canais abertos e fechado), a ponto de não suportá-los mais (especialmente o formato de dispor o conteúdo, q é do tempo da vovozinha). A produção de conteúdo parece mesmo fadada ao mesmo destino q o rádio teve: ser pano de fundo para outras atividades. E, pelo menos no Brasil, isso me parece muitíssimo válido, porque se se observar bem, a programação do rádio ainda é o modelo pra nossa TV nacional. Como eles pararam no tempo e as pessoas não, de certo modo, foi uma opção eles terem ficado tão para trás e perderem cada vez mais e mais audiência. Duvido q, apesar da grana, as pessoas deem preferência aos conteúdos de canais mesmo em smartphones…

    1. Acho que o rádio ainda é mais forte nesse papel de “pano de fundo” que a TV. O ritmo dos dois meios parecem, mas o da TV, por contar com a imagem, é acelerada assim por outro motivo — para não dar margem para a reflexão.

      Tem um artigo bem legal, embora passível de algumas críticas, do Derrick de Kerckhove sobre como a TV atua sobre nós e no que a Internet difere (é um texto de 2003, antes das da rolagem infinita e de redes sociais que lembram muito a TV na passividade com que são consumidas, tipo o Facebook, daí a minha ressalva). Dá para ler aqui: http://bit.ly/1JSHVOu

      1. Vou dar uma lida, valeu a dica. Mas é q qdo digo TV eu logo penso nos programas de mais audiência e eles são meio q uma derivação imagética dos programas de rádio – q, por sua vez, tem derivação de outras artes, como a literatura, ou do jornalismo impresso. Mas qdo o Orson Wells fez a transmissão q deixou as pessoas apavoradas pela possibilidade de uma invasão alienígena, já q ele se apropriou dos enunciados típicos da forma jornalística, eu só vi paralelo nisso, nessa “transformação do meio e do conteúdo”, meio q pra mostrar pra q afinal ele (o rádio) foi inventado, com os reality shows. pra mim, a TV foi inventada pra exibir reality show e isso só se descobriu faz pouco tempo, com a exploração desse formato até não poder mais. o resto, é só apropriação de outros formatos. a tv, claro, dá a eles imagens, mas o jornalismo policial existia no jornalismo impresso e ganhou outra dimensão na tv, mas ainda é a mesma coisa.

        não acho tb q uma coisa q é pano de fundo é menos importante q a atração principal ou àquilo q vc está fazendo. é um tipo de convívio com a mídia propriamente. a internet só faz isso qdo reproduz vídeos ou músicas (como a tv e o rádio) e, a internet, parece q foi inventada pra exibir notificações individualizadas :( todo o resto, parece uma cópia do q já existe transposta ao novo meio: enciclopédia = wikipedia, por exemplo.

        notadamente, é uma visão bem particular essa minha. mas dá uma espiada na grade de programação da rede globo da década de 80… dá pra reparar q não mudou muita coisa pros dias hj… quase 40 anos já se passaram!

      2. cara, bem legal esse livro. dei uma espiada no índice e tem muita coisa do meu interesse ali. :)

  2. Ano de olimpíadas, alguém vai acompanhar in loco?
    Tentei ingressos para tênis, natação, vôlei e atletismo, mas consegui nada bom e desisti. E acho que fiz bem.

    1. Eu que moro no RJ nem fui atras de absolutamente nada, mas acompanharei na tv

  3. E o Oscar, já fizeram as apostas ou são que nem eu que não viu nada e espera a lista pra ter um guia de filmes pro ano?

    1. Acho q provavelmente vi alguns filmes q estão na lista e, cara, geralmente o Oscar dá alguma mancada deixando de premiar um filme ou atores q foram muitíssimo bem pra premiar trabalhos e atuações bem duvidosos… Nunca considerei muito, na verdade, exceto a premiação de filme estrangeiro… Tb acho a premiação bem cafona, sem graça e super demorada.

      1. Uns anos atrás entrei numa grande discussão no Twitter sobre a validade, fora a valorização dos envolvidos e a tietagem (que, em si mesma, eu acho meio idiota) dos fãs. Premiações do tipo ajudam a formar o legado de grandes obras, mas, sei lá, acho que elas extrapolam isso, em muito, para afagos em egos e toda aquela história de “star system” e… bem, não acompanho. Preguiça disso.

      2. Uns anos atrás entrei numa grande discussão no Twitter sobre a validade, fora a valorização dos envolvidos e a tietagem (que, em si mesma, eu acho meio idiota) dos fãs. Premiações do tipo ajudam a formar o legado de grandes obras, mas, sei lá, acho que elas extrapolam isso, em muito, para afagos em egos e toda aquela história de “star system” e… bem, não acompanho. Preguiça disso.

        1. Pode até ser que haja alguma vantagem na premiação, além de celebrar a própria indústria de cinema e fazê-la ainda mais visível, mas há outras premiações pelo mundo q possuem juris que se alternam ao longo das edições e são compostos por cineastas e não por esses velhinhos q todo mundo diz q votam e eu nunca vi q sem são. Há filmes americanos muito bons, claro, mas me parece q mesmo esses qdo saem ganhadores, o são pelo motivo errado.

          Não posso mentir q reparo nas categorias de edição e edição de som tb, pq é uma área q me interessa diretamente, mas ainda assim… não se pode guiar a vida por isso.

          E pra não dizer q o Oscar é um fiasco total, eu diria q a lista de documentário e documentário curta-metragem tb é interessante, já q dá umas dicas preciosas. Como este, por exemplo: “Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah”, Adam Benzine.

          Mas aquela cerimônia é um cacete… Nossa. Quem aguenta?

        2. Pode até ser que haja alguma vantagem na premiação, além de celebrar a própria indústria de cinema e fazê-la ainda mais visível, mas há outras premiações pelo mundo q possuem juris que se alternam ao longo das edições e são compostos por cineastas e não por esses velhinhos q todo mundo diz q votam e eu nunca vi q sem são. Há filmes americanos muito bons, claro, mas me parece q mesmo esses qdo saem ganhadores, o são pelo motivo errado.

          Não posso mentir q reparo nas categorias de edição e edição de som tb, pq é uma área q me interessa diretamente, mas ainda assim… não se pode guiar a vida por isso.

          E pra não dizer q o Oscar é um fiasco total, eu diria q a lista de documentário e documentário curta-metragem tb é interessante, já q dá umas dicas preciosas. Como este, por exemplo: “Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah”, Adam Benzine.

          Mas aquela cerimônia é um cacete… Nossa. Quem aguenta?

          1. Em som original algumas coisas passam, mas com aquela tradução simultânea maldita não dá. Mas eu curtia o Rubens Ewald Filho, q deve ter visto todos os filmes americanos já produzidos, acertar com um pequeno delay quem e q filme apareciam naquelas homenagens e tributos aos q morreram sem reconhecimento e prêmios…

          2. Outro que não curto, o REF. Mas é só implicancia com a voz ou jeito dele falar

          3. O jeito de falar é daqueles caras q foram criados pela avó, com muito carinho, leite com pera e tal. Mas ele sabe tudo, cara. Impressionante.

  4. Alguém aqui sofre com problemas de internet utilizando um MacBook? É só eu ligar o notebook na casa dos meus pais que a internet vira uma desgraça, acho que tem alguma relação com conflito de IP ou sei lá mais o que.

    1. Há algum tempo tenho notado um problema estranho no macbook. Tive vários problemas com a Vivo nesse meio tempo, então achava que tivesse a ver com instabilidade de sinal, mas aparentemente é mesmo no computador: quando o sinal está OK, iPhone e iPad funcionam bem, mas o Macbook demora um tempo pra conseguir se conectar a sites e a serviços de streaming. Usando ping no terminal, por exemplo, ele retorna vários “request timeouts” para qualquer site.

    2. Tente pesquisar em inglês sobre isso. Tenho duas suspeitas em mente:

      – O “Bonjour” (um sistema da Apple para identificar outros equipamentos na internet)
      – Algum problema interno dos OSX (salvo engano, já tive problemas para configurar um Mac em uma rede também).

      1. Estranho. Qual é o SO? Dependendo é só atualizar (ou pegar uma versão anterior) do driver que resolve. Ou tirar algum aplicativo de controle da rede, ou mais simples ainda, ajustar as funções de energia para que não desligue o mesmo automaticamente (Gerenciador de Dispositivos > (driver) > Energia > desmarcar “Computador pode desligar automaticamente”.

    3. A minha única zica é o fato do Safari não se entender muito bem com o encurtador do Twitter. Achava que era algo geral, mas nem no iPhone, nem no Windows, ele é tão inconsistente. Por vezes os links t.co não abrem, ficam carregando; preciso esperar uns minutos até eles darem erro e, aí sim, basta um F5 na página que entram.

  5. Dessa vez vou eu fazer o famigerado pedido: indiquem notebooks hahahah

    Quero gastar entre 2000 e 2800 pila.
    Vou tentar explicar um pouco do meu perfil: gosto de coisas duráveis. Meu PC de mesa já dura 8 anos, claro que com algumas melhorias, mas já tá pedindo arrego de vez.
    Utilizo alguns programas pesados de simulação de circuitos eletrônicos, mas nada demais. A maioria do tempo é na base do surf na web mesmo. Apesar de que estou começando a cursar engenharia, então acho que durante o curso seria bom algo com um processamento um pouco melhor.
    No quesito jogos, gosto bastante de jogar, porém não me importo muito com gráficos e tal, ano após ano vou ir querendo jogar sempre, mas não me importo de jogar no mínimo, o importante é a diversão.

    Tentei resumir um pouco, não deu hsauhasuhas mas enfim, o mais importante é que prezo um pouco pela marca. Lenovo eu curto muito, Dell etc etc.

    Sei que nessa faixa de preço é complicado, mas se tiverem boas sugestões podem fugir um pouco dela hahahah

    1. Fique de olho em promoções da Asus no Submarino (qualidade no material e boas configurações).

    2. Eu indicaria, com a ressalva de que a experiência talvez não seja tão boa, um Dell (Inspiron 13?) no limite do seu orçamento. O desempenho não deve ser espetacular, em grande parte pela ausência de SSD, mas pelo conjunto da obra, parece ser a melhor pedida: http://oferta.vc/p0SP

      1. Até tava em busca de algo com driver de DVD pra fazer aquela troca marota assim que comprar. Nunca usei, mas imagino que SSD transforme o notebook em outro nível de velocidade. Ainda mais eu que me viro tranquilamente sem espaço de armazenamento grande(Netflix <3).

        Curti pra caramba esse aí, 2 em 1 é uma opção que pra mim se tornaria 3 em 1 usando como "desktop" quando em casa. Míope é fogo, notebook pra passar horas é muito desconfortável, preciso usar com monitor e teclado.

    1. Meio off: é só eu que tenho dificuldade com a redação dos textos da Vice?

      1. Cara, os textos são ótimo e com um estilo bem interessante. Às vezes forçam um pouco a barra nas gírias pra parecerem joviais, coisa q de fato são, mas tudo bem… Qual o estranhamento?

        1. Não sei dizer, eu sinto alguma dificuldade pra ler
          Parece que falta algo e de repente chegam numa conclusão animada

          Ou vai ver é a tradução mesmo, sei lá.

        2. Não sei dizer, eu sinto alguma dificuldade pra ler
          Parece que falta algo e de repente chegam numa conclusão animada

          Ou vai ver é a tradução mesmo, sei lá.

          1. pensei q vc tivesse falando da vice brasil. é… a tradução pode comprometer a coisa sim.

      1. Do Uber eu sempre impliquei, tipo dando um espaço para tolerar a entrada dele desde que o mesmo obedeça as regras do país. Ele teimou e conseguiu que pelo menos um governo fizesse leis para ele entrar – São Paulo.

        Sempre disse que achei o estilo do Uber esquisito. Transporte não é bolsa de valores – é um serviço essencial. E o Uber cai no transporte público, por mais contrário que digam. No máximo ele pode recair em fretamento.

        Uma coisa é tarifa por demanda de horário que o governo faz para readequar o fluxo de passageiros (como tarifas mais baixas fora do horário de pico). Outra é criar tarifas alteráveis de forma extrema, conforme número de veículos vs. oferta (o que provavelmente é o que está por trás do algorítimo do Uber).

        O que o Uber fez em relação a tarifa dinâmica não é diferente do que um perueiro ilegal faz quando o transporte público paralisa. Esse é o ponto.

        1. Falho em entender como o Uber pode ser ou deve ser considerado transporte público.

          1. Se:
            – Você anuncia algo como de acesso público
            – Para ajudar em algo para a sociedade (mobilidade pública)
            – Trabalhando de forma similar a algum outro serviço de mobilidade pública (táxi).

            Sim, Uber recaí em transporte público. Pelo que tenho visto, fretamentos também são passíveis de regras como transporte público.

            Em tempos, eu tinha falado de Bitcoin no começo, só botei o Uber como provocação mesmo. Aí o pessoal vai e implica no Uber também… >=p

          2. Ah, sei não essa definição de público.
            Bitcoin eu não acompanho, então nem me atrevo a comentar nada. Para falar a verdade, nem sei como funciona direito.

          3. Uber não é transporte público no mesmo sentido que os ônibus municipais. Não há qualquer relação entre o Uber e o governo e embora os serviços tenham o mesmo cliente em vista, esse critério é muito frágil para estender a definição — se for assim, toda empresa que vende ou presta serviço para pessoas físicas seriam “públicas”.

            O prefeito de Nova York, um ferrenho crítico do Uber, travou uma guerra contra o app lá. Atribuiu a ele o caos do trânsito da cidade, tanto que encomendou um estudo sobre o impacto do Uber. Resultado: ele não afetou negativamente — o que piora o trânsito são caminhões, obras e o aumento da população.

            Lá, também, cogitou-se frear o preço dinâmico do Uber. A proposta foi derrubada pelo equivalente à Câmara dos Vereadores: http://www.engadget.com/2016/01/15/nyc-uber-report/

            O preço dinâmico é transparente e não vejo nada de errado com ele. É uma empresa privada, oferecendo seus serviços e adequado o custo dele à demanda.

            O Uber pode (na real, tem) um punhado de problemas, mas esses dois aspectos aí, não são…

          4. A questão fundamental é o uso privado de infraestrutura pública. Tendemos a naturalizar o complexo rodoviário de uma cidade como algo dado, mas o conjunto de ruas, avenidas e obras viárias esconde uma sucessão de valores socialmente investidos que são — normalmente — o resultado de impostos pagos pelo conjunto da população (e, em uma situação ideal, extraídos de forma progressiva do meio social, o que infelizmente não é o caso brasileiro, em que os mais pobres arcam com a maior parte dos investimentos públicos).

            Ou seja: quando uma empresa como a Uber oferece um serviço com fins lucrativos utilizando-se da infraestrutura pública de transporte rodoviário (do asfalto à engenharia de tráfego, da sinalização aos grandes viadutos e túneis), ela está na prática privatizando o espaço público.

            Tendo isto em vista, creio que há duas possibilidades aí: criminalizar o serviço oferecido (que me parece algo impraticável no longo prazo) ou regulamentá-lo, extraindo dele os impostos e taxas correspondentes a este lucro sobre o espaço público. A questão, portanto, não é a tarifa dinâmica (que não é problemática, desde que o Estado ofereça alternativas, seja o táxi com tarifa fixa, seja o transporte de massas), mas o enriquecimento indevido utilizando-se de infraestrutura pública.

            Enfim: longa vida ao Uber e aos impostos que possamos extrair dele.

          5. (claro que não estou entrando no mérito de discutir a viabilidade, no longo prazo, de incentivarmos um sistema de transporte particular baseado em automóveis privados… todos sabemos que o melhor é sempre investir em ônibus, metrôs e bicicletas — e impostos vindos de coisas como Uber até poderiam colaborar com isto)

          6. Se nã ofosse o “vida longa ao Uber”, lhe dava um positivo e apoio ao comentário. Tirando este parágrafo, dele para trás está perfeito :)

          7. Opa, espera… O motorista do carro, q é parceiro do Uber, não “privatiza” as ruas e nem o Uber o faz. O motorista q é parceiro do uber paga IPVA, licenciamento, seguro obrigatório etc. Ele, dentro do seu carro particular, não passa incólume aos impostos. O uber empresa talvez esteja passando e isso não é certo, claro. Há aquele lance de falar q estacionar o carro na rua é se apropriar do espaço público. Eu concordo 100% com isso, mas discordo q rodar pela cidade, ou seja, estar em trânsito, seja uma apropriação das vias, mesmo porque ela não se dá por imobilidade total. Um veículo que circula por um quarteirão não está se apropriando do quarteirão. Um prédio construído nesse quarteirão é com certeza um problema, pq vai gerar um puta trânsito no quarteirão e isso é um problema de gestão urbana. Isso q vc me falou me lembra um pouco os restaurantes q colocam mesas nas calçadas e se apropriam do espaço público. Eu vejo nisso uma grande distinção, porque o fato de termos uma malha rodoviária facilita o uso do automóvel, motocicleta e ônibus… Se alguém compra um carro, paga caro por isso, e se quer compartilhá-lo, qual o problema? Eu diria q esse gesto é bem menos egoísta do q circular sozinho pela cidade…

          8. Se você compartilha o carro sem intenção financeira, bele. È uma coisa. Outra é fazer transporte ilegal. Cobrar um lucro para deixar as pessoas em um lugar. Isso é que nem perueiro ilegal.

          9. O carro não anda sozinho e nem é abastecido com ar… Há custos e me parece fazer todo sentido que alguém seja remunerado pelo tempo, habilidade e equipamento q dispõe a outrem. Os motoristas não conduzem o veículo de modo ilegal (sem habilitação ou sem pagar ipva)… Então, eles não podem ser punidos. E tb não se apropriam de nada, pq se é público, é do motorista tb, assim como do passageiro e todos os cidadãos da cidade. Se for assim, vão nos cobrar o ar q respiramos.

          10. Com o perdão da palavra, mas vocês estão cegos (e tenho minhas desconfianças pelo fato que o RP do Uber é conhecido entre vocês). Realmente cegos.

            O gabriel foi ótimo na questão, mas do uns pontos a mais aqui:

            – No Brasil, o princípio é que “transporte é de responsabilidade dos governos”. Se oferta-se qualquer serviço de transporte, ele deve de alguma forma responder ao governo, mesmo se for um serviço “privado” como fretamentos. Já falei, ou o Uber se encaixa como “táxi” (e ao meu ver ele opera como um, quem não vê isso é realmente cego) ou fretamento.

            – Se você oferta algo ao público, é de certa forma público.

            Quanto a tarifa dinâmica, já falei: TRANSPORTE NÃO É BOLSA DE VALORES! Pelamor. Tarifas por horário até que vai, mas não vi nada sobre essa mer** de tarifa dinâmica. Que transparência é essa que EU não vi?

            Depois vocês reclamam da corrupção aí…

          11. – Onde está esse princípio sobre o transporte no Brasil?

            – Não. Veja este site, por exemplo. O Manual é um serviço ao público — eu escrevo, outras pessoas chegam aqui, leem e comentam os meus textos. Mas não é público nesse sentido em que você quer encaixar o Uber. É um negócio meu, privado. É a mesma lógica, voltando àquele outro papo, de um estabelecimento comercial: o negócio é privado, mas aberto ao público. Há uma distinção entre isso e serviços genuinamente público, oferecidos pelo Estado ou permitidos por ele via permissões e licitações (caso dos táxis e ônibus). Não dá para colocar tudo no mesmo balaio, nem aplicar as mesmas regras aos dois grupos.

            Nesse sentido, o preço dinâmico é perfeitamente viável. O mercado funciona assim, economia básica, lei da oferta e da procura. Não é um serviço vital. Congelamento de preços é coisa de ditadura falida, não funciona, daí não termos nenhum caso de sucesso com estratégias do gênero empregadas.

            A transparência você vê se usar o app. Antes de contratar a corrida o multiplicador aparece, bem grandão, na tela. Aí você decide se chama o carro ou fecha o app ou, ainda, espera o preço cair para fazer isso. É bem simples, na real.

            Ah, e só para esclarecer, não conheço ninguém do Uber.

          12. Nem eu, e só usei 3 vezes.

            Quanto aos impostos da infra-estrutura pública, eu não sei. Nessa situação, o iFood deveria* pagar esse imposto extra por uso da infraestrutura pública, já que ele está lucrando a partir dela? E o 99 Taxi e o outro lá?

            *sei lá se paga

          13. 99 táxis é uma coisa. Ele sim é um aplicativo que conecta motoristas a passageiros. E paga os devidos impostos, e agora também tem que pagar taxas extras graças a nova lei pró-Uber.

            O Uber se diz que conecta passageiros a motoristas, mas na prática faz muito jogo de marketing e exigências para trabalho, além de jogar o risco na mão dos motoristas.

            PS: só não sou a favor de taxista idiota que quebra carro de motorista de Uber. Isso é idiotice demais.

          14. Curioso você dizer que taxistas “paga imposto”. Na real, taxistas têm uma série de isenções e abatimentos: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-04/receita-amplia-isencao-de-ipi-veiculos-de-taxistas-e-pessoas-com E os motoristas do Uber, como disse o @EPMnIvWTKTAD:disqus, pagam tudo integral.

            Mas eu encerro por aqui, Vagner, porque nossos posicionamentos são diametralmente opostos e o único resultado de estendermos o debate será desperdiçarmos nosso precioso tempo.

          15. O primeiro editor do Gizmodo Brasil (Fabio Sabba) é.

            Quanto ao público vs. privado uso das palavras do gabriel: se usa as vias públicas, pagas com o dinheiro dos impostos, para enriquecimento próprio, não vejo de forma legal.

            O Manual é seu, de acesso público, mas basta você “apertar um botão” e isso fica privado. É fácil de regular o acesso (pago ou não) disso aqui, mesmo que tentem hackear e tudo mais.

            Ruas e avenidas não. Já é uma m***a fiscalizar as ruas e impedir bbks de ficar empinando moto e tudo mais, vai mais gente e oferta serviços que por mais que um canto de sereia de marketing diga que é bom, de qualidade e muito mais, não se sabe na real o risco que terá. E não é todo mundo que presta atenção no multiplicador, senão não teria casos de pessoas que pagaram 600 reais em uma viagem de 20 km no ano novo. Pelamor!

            “Congelamento de preços é coisa de ditadura falida”
            e preço oscilando para cima é risco de inflação e mercado desvalorizado. Por favor também. Nem ao céu, nem a terra. Eu já falei: tarifas por horário, ok. Isso existe até em serviços de táxis e transporte público comum. Oscilação de preço por oferta e demanda é tratar transporte como bolsa de valores.

            Assim como o Bitcoin caiu, pois se pensou que ia ser uma “economia democrática”, mas como sabemos que as pessoas são egoístas e vão centralizar de alguma forma as coisas, centralizou e matou o valor da “moeda virtual”, o Uber vai cair por causa destas coisas que está fazendo. Anote que eu digo. Por mais errado que eu esteja, eu sinto que o Uber vai cair.

        2. Tb tenho dificuldade em ver como o Uber se encaixaria como transporte público. O fato é q a empresa UBER disponibiliza um aplicativo que vai intermediar uma operação financeira ao parceiro e ao usuário. Esse é o core do negócio deles, o pagamento, o resto é pretexto, pq, convenhamos, eles não inventaram a roda, só sacaram q existe uma grande e extraordinária demanda por locomoção e deslocamento pelas cidades (toda cidade tem essa demanda, do contrário, não seria uma cidade, seria uma necrópole). O carro pertence ao motorista ou pessoa vinculada e nunca cumpre horário, escala, nada… Eles rodam e ativam o celular buscando e levando pessoas. É nitidamente um compartilhamento do veículo e da habilidade e permissão de conduzir um carro e não um serviço público q está sendo prestado ao público. Não é possível apresentar demandas ao motorista nem nada… Ele não trabalha pra Uber (e isso, claro, tem implicâncias q o prejudicam se ele vive disso). Entendendo q eles tenham q pagar impostos por isso, por intermediarem operações de pagamento, claro, mas impedir as atividades é um tiro no pé – comparável a impedir o consumo de drogas. Eu nunca andei muito de taxi como ando de uber. Eu não estou tirando o serviço de taxista nenhum, não odeio taxistas nem nada… Qdo preciso pegar um táxi eu pego, qdo preciso pegar ônibus eu pego etc… O q eu noto é: usando o transporte público, qdo estou eu e minha esposa, gastamos mais do q com uber em determinados trajetos… Ontem mesmo foi o caso. O problema é: onde eu moro, não tem muito táxi, e os pontos de táxi nem sempre têm táxi e os taxistas q raramente encontramos na maioria das vezes já passam com passageiros. Qual a minha opção:? Comprar um carro?

          1. Nem… estamos bem assim. Eu alugo a minha vaga de garagem. É primeira vez na vida q carro ou coisas correlatas deixam de ser um gasto e passam a dar algum dinheiro.

          2. Onde eu moro o transporte público é uma m***a, os políticos e a população é uma mer** (eu conheço por dentro a política, só não denuncio pois posso me prejudicar e prejudicar familiares).

            O que eu faço? Ando a pé.

          3. É o mesmo q me acontece. Eu tenho ido de bike até o metrô, porque o ônibus q eu pego demora às vezes 2 minutos e outras 40 minutos… Além de estar economizando a grana da passagem, claro. Faço um caminho meio longo, mas é mais seguro. Não enfrento trânsito pesado. E não há uma mísera ciclovia no meu trajeto… Sobre os políticos eu tenho sérias dúvidas, mas sobre a população, não… É uma total falta de opção q os leva aos empregos q eles têm, tão distante de suas casas, além das faculdades, igualmente longínquas e tantos outros serviços q ficam distantes. A população usa o q tem ou fará as contas e verá q é melhor comprar uma motocicleta e, com isso, vai morrer ou se acidentar, achando q encontrou uma alternativa. Talvez eles percebam q a prefeitura não resolve o problema deles e comecem a se aborrecer pra valer.

    1. Interessante, deixei ticado a merd** do Uber pois não queria que ele fosse o assunto. Foi.

      Torço que da mesma forma que falei mal do Bitcoin e ele caiu, que caia o Uber. Ponto final. Assunto encerrado. Eu estou certo e vocês errados.

      1. Bitcoin foi uma experiência geek. Uber é business. Uber veio pra ficar, e já existe até o termo “uberização”, que se refere a uma possível mudança de paradigma em certos (ou muitos?) negócios

        1. Melhor eu apagar esta conta de comentários. Já vi que eu deveria ter parado de comentar faz tempo. Tou cansado desta merda de se sentir errado, mesmo vendo que eu estou certo. Fui. Como diz aquele cara do meme: vão todos se f***

  6. Galera que costuma a jogar games: Vocês tem problema com dores ou incômodos durante a jogatina? Eu tenho um pouco de dores no cotovelo e pulso, devido a eu jogar no PC.

    1. Sim. Isso aconteceu muito comigo nas férias.

      Lembro que quando fui desbloquear um jogo ano passado, os meus polegares ficaram quase inutilizáveis por um bom período.

      E isso também depende muito do controle.

      No Xbox, sempre utilizo KontrolFreek, pois, melhora consideravelmente a precisão e conforto.

      O controle do PS3 é complicado nos gatilhos e o controle em si é extremamente desconfortável (só gosto da altura dos analógicos).

      O controle do Wii U é bem confortável, mas a altura dos analógicos é muito baixa e prejudica um pouco a usabilidade. Entretanto, a qualidade do material se destaca.

      1. Eu já tive um ps3, o controle era muito ruim. Tenho um controle de xbox 360 que uso adaptado para computador, é bem mais confortável;
        porém maioria dos jogos que estou jogando atualmente são jogos que necessitam de teclado e mouse. Estava pensando em comprar uma cadeira com ajuste de regulagem de altura, eu acho que o motivo para minhas dores são que fico com cotovelo solto no ar e um pouco baixo com cadeira em relação a mesa.
        Tenho medo de comprar cadeira e meu problema não ficar resolvido. Hehe :)

        1. No final do ano passado tive que comprar um cadeira nova porque a anterior estava acabada.

          Recomendo que compre uma com apoio para a cabeça, pois a diferença é essencial.

        2. Estou com o mesmo problema. Meu mousepad não tem apoio pro pulso, ele fica na quina da mesa. Depois de um tempo fica doendo.

      2. Engraçado que o Gamepad é um trambolhão mas não me incomoda ficar jogando por tempos com ele. E o lance de jogar com a tela no próprio controle me agrada e muito

      3. Engraçado que o Gamepad é um trambolhão mas não me incomoda ficar jogando por tempos com ele. E o lance de jogar com a tela no próprio controle me agrada e muito

    2. Lesões por esforços repetitivos – LER.

      Cara, procure saber sobre isso. Só pegar o termo acima e pesquisar.

      Melhor coisa para evitar que uma hora uma bursite lhe ataque.

  7. Outra zica, agora com celular. Alguém sabe se há jeito de por fim nisso?

    Essa maldita mensagem aparece de tempos em tempos no celular da esposa…

          1. vou ligar e pedir pra falar com o dono, assim resolvo rápido.

    1. Cara isso é um saco. E só a Claro que faz isso, na Vivo e Tim nunca vi. No WP se tu não der ok ele fica notificando de tempo em tempo. Resolvi assim:

      1. As vezes a TIM já fez isso comigo. A Vivo é raramente, na verdade, ela não tem quase nenhuma função assim. Se notar, a Vivo não usa qualquer forma de MMI (quando se faz uma ligação para *1054# por exemplo)

        1. O *888# não conta como MMI?
          Seguidamente consulto o consumo de dados por esse menu.

          1. Conta, não sabia que ele existia. Obrigado. Mas fora ele, não tem outros serviços MMI da vivo, diferente da TIM e Claro, que permitem consulta gratuita do saldo por este método.

          2. Por esse número não tem? Estranho… como sou cliente empresarial, ali tem todos os dados de consumo do plano. Não sei se no pré não tem como consultar os créditos. Mas deve ter algum, pelo que eu sei a Anatel obriga a ter uma forma de consultar o saldo de graça.

          3. Por esse número não tem? Estranho… como sou cliente empresarial, ali tem todos os dados de consumo do plano. Não sei se no pré não tem como consultar os créditos. Mas deve ter algum, pelo que eu sei a Anatel obriga a ter uma forma de consultar o saldo de graça.

          4. No pré eles falam para fazer via SMS ou online. Nunca vi uma forma oficial da Vivo de usar MMI. Sério. : Vou testar esse 888 depois ;)

  8. Uso um monitor extra ligado ao meu notebook Dell, mas acontece algo muito chato e talvez aconteça o mesmo com vcs: não uso os dois ligados o tempo todo, então quando um programa foi utilizado no monitor extra, o Windows simplesmente não entende que o monitor está desligado e manda a janela pra lá assim mesmo. Daí ou eu ligo o monitor e puxa a janela pro monitor do note de volta ou eu abaixo a tampa pra ele deligar e ligar pra “trazer” os programas de volta pra ficar todos no mesmo lugar. Alguém sabe se tem uma solução mais inteligente pra isso?

    Falar pra comprar um mac não vale.

      1. Não, fica tudo conectado. Quando eu desconecto o cabo isso tb resolve, fica tudo numa tela só, mas não é muito prático. Gostaria apenas q ele entendesse q o monitor está desligado, portanto, a janela abra no monitor ligado.

        Trabalho nesse esquema.

          1. Isso.

            Infelizmente o Windows tem este problema mesmo. Se tem um cabo conectado na saida de vídeo, ele vai entender que tem um monitor lá que pode ser usado a qualquer momento. Por isso ele mantém os programas ainda no monitor superior. Teria que sempre desativar o monitor secundário para isso.

            Tente em um atalho de teclado (Fn+ F3 a F5 dependendo do notebook)

    1. Na verdade num mac você teria esse problema também. Embora o monitor esteja desligado, ele está conectado ao computador, né? Com isso o sistema ainda enxerga o monitor.

  9. Além da Master of None, vocês tem indicações de filme/séries nessa vibe milenals/geração Y?

        1. Sem falar que, além de ter bastante coisas de tech (eu adorei as coisas de programação que tem lá, hahaha), fala sobre pontos interessantes de cidadania, democracia e como nos encaixamos em tudo isso.

          1. Sim, é uma crítica ao sistema, vindo do mainstream, mas com um roteiro muito bom. Tirando aquele aspecto q se revela no fim, não me surpreendeu muito, a trama e os lances hackers foi muito bom. Fiquei assombrado com a constatação q ele faz qdo finalmente encontra a vizinha naquela determinada condição q vc deve saber qual é… muito foda.

      1. Acabei de terminar de assistir ultimo capitulo da 1 temporada, Estou ansioso pela 2° temporada.

      1. É bem isso, e a série é light.
        Não ligo muito pro fato dele tirar dinheiro do blazer sem ver a nota. Não precisa ser tããão real

          1. A segunda é boa vai, acho que na terceira cai, e na quarta volta muito bem, sério.

    1. Não sei se chega a ser nessa vibe, mas uma que eu recomendo para todas as pessoas é Parks and Recreation, que tem no elenco o Aziz Ansari de Master of None.

    2. “Wet Hot Americam Summer: First Day of Camp” me surpreendeu… “Unbreakable Kimmy Schmidt”, na minha opiniao, supera “Master of None”, mas ambas sao eateticamente parecidas, eu acho.

      Agora, vc assistiu “The IT Crowd”?

      1. Vou procurar essa primeira no Netflix.

        UnKimmy eu gostei, mas achei muito caricata. It Crowd só vi uns 2epis e não empolguei, mas na época meu humor era outro.

    1. Vi algumas reportagens falando sobre os ponto positivos e negativos da gestão Obama, mas não vi ninguém fazendo um crítica contundente…

      1. Estou torcendo para uma disputa Sanders vs. Trump. Os debates serão melhores que os do Eduardo Jorge e Levy Fidelix.

    2. Só vendo as barbaridades do Trump e como ele está ganhando terreno com elas. Às vezes achamos que gente estúpida/comentarista de portal é exclusividade brasileira, mas tem em todo lugar…

      1. Mas existe um motivo para Trump ganhar e “comentaristas de portal” (a.k.a. população frustrada) ter voz.

      2. Cara, e não é só o Trump! Eles, tal como nós aqui, vão ter que descobrir o candidato “menos pior” e seja o que Deus quiser.

    3. Tenho acompanhando, e estou com certo medo, tanto Clinton quanto Trump tem ideais abomináveis, para meu ponto de vista. E realmente espero que não ganhem a eleições do partido para concorrer, não se esqueça, os EUA ainda tem muito poder e influência no mundo. Se um idiota desses assume, vai saber o que acontece. Trump teve discursos muito similares ao de Hitler, e isso me preocupa.

      1. Acho que Trump é simplesmente caricato e ~sincero~. Não o acho mais perigoso que um marco rubio, por exemplo. Clinton, por outro lado, é a cara do partido democrata: a direita envergonhada.

    4. Não muda nada, ganhe quem ganhe…vejam o Obama, ganhou o prêmio Nobel da Paz, mas Guantânamo continua aberto, os soldados americanos continuam no Afeganistão, e ele já destruiu mais dois países árabes/islâmicos (via terceirizados), Líbia e Síria. Ah sim, e subverteu a Primavera Árabe, que no Egitou conseguiu a proeza de derrubar o Mubarak, mas o Obama providenciou o retorno da ditadura militar via o al-Sisi…peraí, deve ter mais coisas que estou esquecendo…ah sim, ajudou o golpe de estado fascista na Ucrânia (imaginem só o que aconteceria se o Putin financiasse um golpe de estado no México…)…tem mais coisas ainda, mas acho que isso é o suficiente…
      ps. Hillary vai ser eleita, e na prática entre ela e o Trump na presidência não haveria muitas diferenças

      1. Eu não vejo totalmente como culpa dos Estados Unidos as situações que ocorrem por lá. Enquanto não sair um diplomata e “vomitar” tudo que sabe sobre aquilo (e correr riscos tanto quanto um Snowden), não saberemos o que ocorre por debaixo dos panos, a não ser as teorias óbvias.

      2. Também não acho que vá mudar qualquer coisa. Mas é inegável o caráter espetacular das eleições de lá — e as bizarrices que elas geram, como as cheerleaders do Trump.

        De todo modo, o crescimento de um autodeclarado socialista como o Sanders (ainda que o programa dele esteja MUITO longe da esquerda que me agrada — ele é, quando muito, um social-democrata economicamente moderado com algumas posições sociais progressistas) é impressionante — mais pelo efeito da palavra “socialista” no meio social americano que por qualquer outra coisa.

      3. Também não acho que vá mudar qualquer coisa. Mas é inegável o caráter espetacular das eleições de lá — e as bizarrices que elas geram, como as cheerleaders do Trump.

        De todo modo, o crescimento de um autodeclarado socialista como o Sanders (ainda que o programa dele esteja MUITO longe da esquerda que me agrada — ele é, quando muito, um social-democrata economicamente moderado com algumas posições sociais progressistas) é impressionante — mais pelo efeito da palavra “socialista” no meio social americano que por qualquer outra coisa.

      4. DE fato, não vi como esse prêmio Nobel ajudou em qualquer coisa relacionada a paz…
        mas discordo de ti qdo não haveria diferença em trump e hillary… cara, pelo q o trump anda falando, ele certamente faria muita merda na presidência.

    5. Estou, meio por cima.
      Dificilmente Hillary não será a candidata.
      Acho muito difícil os republicanos lançarem o Trump. Numa disputa com Hillary, seria derrota na certa. Rubio está mais próximo do pensamento comum do partido. É melhor um centrista do que um de extrema direita.

      1. é exatamente o que eu penso…Trump, não sei se de caso pensado, está servindo como boi de piranha

        Rubio e Cruz possuem ambos uma vantagem e uma desvantagem: são cubano-americanos, serviriam como vitrine da “America, the land of the free”, a terra das oportunidades, da meritocacia, onde qualquer um, até um filho de imigrante, pode ser presidente…a desvantagem é que numa disputa com uma wasp legítima como a Hillary eles com certeza seriam prejudicados pelo preconceito, além de que Hillary também é um “falcão”, ganharia eleitores republicanos limítrofes

  10. Aproveitando o gancho do clube de leitura do manual; como é o processo de leitura de vocês? vocês leem tudo em um dia? demoram 1 semana, 1 mês, ou mais?? fazem anotações mentais ou escrevem em algum lugar, como no próprio livro, etc?

    1. eu leio em média 60/70 páginas por hora (depende de formatação, espaçamento entre linhas, etc), não costumo fazer anotações. isso pra entretenimento. pra estudo, eu prefiro ler de madrugada, e quanto menos vezes eu precisar para concluir melhor. prefiro deixar pra mais tarde se isso significar cinco horas de leitura ininterrupta do que ler picado. anotações faço no pc mesmo. livro na mesa e bloco de notas no monitor, numa pasta devidamente sincronizada com o mega

        1. aprendi a ler com 4 anos, e pratico muito desde então. acabei ficando veloz nisso. HP e a ordem da fênix ( o maior da série) li em seis horas.mas essa média é pra livros de entretenimento, que são menores que os didáticos. esse últimos eu demoro mais, porque afinal de contas é mais conteúdo por página, e também paro pra fazer anotações

          1. É, cara, é bom ler rápido. Eu desisti de tentar. Fui alfabetizado antes de entrar na escola, mas só fui me interessar por literatura (séria) depois dos 20… Ou seja, muito tempo sem ler e isso deve ter tido seu impacto. Gostaria de ler mais rápido, mas, sei lá, dizem q vc tem q ‘calar’ aquela voz de leitura interior, saca? Acho isso complicado.

      1. poxa não precisa jogar na cara assim… hehehe
        70 páginas horas… muito bom.

        Eu leio rápido, mas acho que bem longe disso. hehehe

    2. Se o livro me pega, nao tem jeito. Vai tudo em uma madrugada, mas, normalmente, leio em uma semana

    3. Dependendo do livro, cada trecho me leva a pensar coisas um pouco distantes da leitura e isso atrasa um pouco o andamento. E tb tomo notas e faço algumas pesquisas q me afastam da leitura qdo cismo com algo q o autor escreveu. Depende muito da densidade do livro, cara… Há livros, de ficção mesmo, q são realmente embaçados de ler.

    4. Se a história me prende, eu leio rápido. Como eu leio no Kindle, então nem presto muita atenção se o livro já tá acabando ou não. Do começo do ano até hoje, já li 5 livros. Por eu estar de férias, é mais rápido. Mas quando volta faculdade+trabalho, leio pouco durante o dia, daí demoro mais.

    5. Se a história me prende, eu leio rápido. Como eu leio no Kindle, então nem presto muita atenção se o livro já tá acabando ou não. Do começo do ano até hoje, já li 5 livros. Por eu estar de férias, é mais rápido. Mas quando volta faculdade+trabalho, leio pouco durante o dia, daí demoro mais.

    6. Eu demoro muito pra começar um livro. Leio várias páginas ou até capítulos de vários que ainda estão na lista de leitura até achar o “Escolhido”. Em alguns casos não demoro mais que um dia nisso, em outros “perco” até uma semana. Mas, depois disso, percebo que aproveito mais aquilo que eu leio, presto mais atenção, acabo terminando ele em um tempo menor e, muito importante, evito abandonar pela metade.

      Agora uma perguntinha: quando vocês chegam na metade de um livro e já tem certeza que não gostaram do que está ali (comigo isso normalmente acontece em Romances), vocês abandonam ou terminam de uma vez?

  11. Como estão sendo as experiências de vocês com o Marshmallow ?

    Pessoalmente, ainda não tive coragem de atualizar. Meu Moto G funciona tão bem com o lollipop que tenho medo de estragar tudo haha…

    1. Fiquei impressionado com o trabalho da LG no G3. Certos fabricantes quando atualizam. deixam o smartphone lento e cheio de porcaria, mas não foi o caso da LG.

      A experiência está extremamente fluída e estável. Gostei também de como várias arestas foram aparadas (o knock on e off foram aprimorados e não falham nunca), os aplicativos do sistema foram atualizados e estão leves (mudança notável no discador – por sinal, bem melhor e mais leve que o do Android puro).

      O sistema de permissões agora existe na versão do Google e fabricantes parceiras (entretanto, é coisa antiga para quem usa versões AOSPs no Android).

      Agora está mais amigável mover aplicativos para o cartão sd, mas a LG não permitiu transformar o sd em memória interna nativa.

      O que mais me chamou a atenção até agora foi a fluidez e agilidade. Isso
      não compreende apenas o multitarefa, mas os aplicativos em si
      (antigamente alguns tinham um lag notável. As animações também estão bem
      visíveis e é bem legal vê-las e saber que não estão atrapalhando ou mal executadas.

      Algumas personalizações da LG foram bem úteis também, como a possibilidade de quando ir no multitarefa, ter a opção de fixar um aplicativo para que ele nunca feche. Fora que nessa área, também foi inclusa um opção em cada app aberto, para que possa facilmente ter a tela divida e ainda escolher quem fica em baixo ou em cima.

      Graças a isso, até agora estou gostando e satisfeito.

    2. No X 2014 ajudou basicamente o aparelho todo. Todo… é outra coisa, outros quinhentos!!

      NO G – 2014 da Patroa, meu problema é o oposto, o 5.0 dela está dando todo tipo de problema, fica MUITO lerdo se não reinicia uma vez por dia. Como li no Androidpit avaliações boas, não vejo a hora que chegue.

      1. Cara, no meu G 2014 isso acontecia. Pelo menos um reboot por dia ou lentidão insuportável. De uns meses pra cá notei que não tem acontecido mais. Cheguei a ficar dois meses sem reiniciar o aparelho. Vi, acho que no androidpit também, que os caras do XDA postaram a rom que está sendo distribuída no soak test. Será que vale a pena?

        1. Olha, o dela está um caco. E não tem nada estranho instalado.
          Até o som do Spotify pipoca. Sei lá.

          Sobre a Soak, está quase que pra sair. Vale esperar a oficial (ou ao menos o vazamento da final) e dar um reset depois

        2. Quando eu tinha um G 2014 também ficou assim. Daí coloquei uma Rom Cyanogen e melhorou bastante.

    3. Estou esperando a Sony mandar pro meu Z3 Compact. Vi algumas pessoas dizendo que a soak test tava boa, mas ainda não tive coragem de colocar.

    4. Notei que o desempenho da bateria do meu X 2014 piorou um pouco. Achei péssimo isso de desligar o aparelho com 10% de carga.

    1. Sensacional a história! O cara só se deu conta quando tava em Ijuí! Hahahaha
      Mas considerando a velocidade que esses argentinos andam, deve ter percorrido esses 100km em 15 min

    2. Sensacional a história! O cara só se deu conta quando tava em Ijuí! Hahahaha
      Mas considerando a velocidade que esses argentinos andam, deve ter percorrido esses 100km em 15 min

    3. “Su hijo estaba en el auto, pero dijo que no se dio cuenta de la falta de la mujer porque ella estaba jugando en el teléfono ”

      que fase.

    4. Hahahaha! Pior que eu fiz algo muito parecido com isso. Parei para abastecer num posto enquanto a namorada foi comprar algo pra comer. Paguei o frentista e cai fora kkkkk.

      Mas eu andei só uns 500 metros até perceber xD

      1. Por curiosidade (e também por questões didáticas): E a cara da namorada quando você (re)apareceu?

        1. Hahaha! Eu voltei bem na hora que ela estava saindo da conveniência, a principio ela pensou que eu fiz por zoeira, mas mesmo quando soube que era sério ela levou na esportiva (só um pouquinho chateada), para minha sorte :)

    5. HAHAHA ouvi na rádio esses dias, mijei de rir.
      pq até os radialistas estavam tirando uma.

  12. Ghedin, quando teremos review do lenovo vibe? é um smart que muito me interessou, por possuir uma excelente relação custo/benefício. e uma análise mais aprofundada dele pode inclusive mostrar os rumos que a motorola poderá tomar quanto à interface, porque pelo menos pra mim, moto voz e moto tela como únicos recursos durante três anos já deu o que tinha que dar. e pelo que tô acompanhando dele, a interface é bem enxuta, mas oferece diferenciais interessantes, como poder escolher outro estilo para o recentes, um discreto motor de temas, configurações avançadas da temperatura e saturação da tela, modo resize para mãos pequenas, knock on (deveria ser padrão do android a milênios) etc.

    1. Acho que o Ghedin não tem levado os últimos reviews tão a sério quanto antigamente.

      1. creio que não é levar a sério Louis, e sim que não é a prioridade numero 1 vide que os maiores sites recebem os gadgets bem antes dele então os reviews acabam ficando defasados e não vale tanto a pena fazer, assim ele pode focar em outras coisas mais importantes pra publicar no manual.

        1. Não sei se é isso, mas os reviews antigamente não eram assim. O sistema não parece ser “explorado”.

          1. Acho que o @EPMnIvWTKTAD:disqus resumiu bem. Mudei o estilo, não a seriedade. Em vez de detalhar, parto logo para a “conclusão” — daí que os reviews agora têm 1/5 do tamanho dos antigos. Não será assim para todos, mas para a maioria, para priorizar conteúdo original e mais diversificado — como disse o @rannerbarbosa:disqus.

      2. Tenho a impressão q ele mudou o estilo e não o grau de seriedade, Louis.

    1. Eu não, mas a galera do meu FEISSY ta falando muito bem, te desperta varios sentimentos enquanto você assiste.

      1. É isso mesmo, cara. É muito foda assistir essa série e passar batido… Não me lembro de ter visto nada tão perturbador (em termos de documentário seriado).

    2. estou achando fantástico: é impressionante o domínio das diretoras dos recursos cinematográficos para construir a narrativa (apesar de algumas escorregadas na direção de arte, de vez em quando, principalmente no uso de tipografia e infográficos).

      não há documentário melhor para discutir o quão ilusória é a divisão entre obras de “ficção” e documentários. A estrutura do documentário é praticamente o de uma série de TV americana: da vinheta no início de cada episódio (que lembra muito a vinheta das demais séries de ficção da Netflix, como House of Cards e Bloodline, com aqueles timelapses, etc), passando pelas ligações telefônicas e voice-overs ao longo de cada episódio até os ganchos deixados no final de cada um deles.

      O fenômeno ao redor da série também é fantástico, a ponto de fazer a Casa Branca se posicionar: há até quem se preocupe com spoilers sobre os acontecimentos da série (que se deram há quase dez anos!).

      É das melhores coisas que a Netflix já produziu.

      1. Tem um podcast desse programa. São as produtoras explicando as dificuldades da produção. Vale ouvir!

        Pois é, cara. Incrível a comoção q isso tá causando. Quem queria ficar nas sombras do julgamento, dançou. Aquelas cenas das salas vazias dos tribunais superiores são muito foda tb… Como se os juízes nunca estivessem lá.

      2. Tem um podcast desse programa. São as produtoras explicando as dificuldades da produção. Vale ouvir!

        Pois é, cara. Incrível a comoção q isso tá causando. Quem queria ficar nas sombras do julgamento, dançou. Aquelas cenas das salas vazias dos tribunais superiores são muito foda tb… Como se os juízes nunca estivessem lá.

    3. Assisti alguns episódios, ainda não terminei.

      Uma coisa que não dá pra esquecer: o documentário é feito exclusivamente do ponto de vista da “vítima do sistema”.
      Aparentemente, se pesquisarem, descobrirão que eles não incluíram diversas provas no documentário, etc. A coisa não é tão “preto e branco” como o documentário quer fazer parecer.

      Fonte:
      http://onmilwaukee.com/movies/articles/evidenceagainstavery.html

      1. Cara, não é possível… Acho q não assistimos ao mesmo seriado. Só pode.
        E se vc olhar a localidade do site q vc manda como referência… Eu ficaria com a pulga atrás da orelha, mas ok. Vou ler.

      2. 5. Pornography was recovered in Avery’s residence
        The Wisconsin State Journal reported on Nov. 12, 2005 that officers recovered “pornographic material, according to the search warrants.”

        Hahahahaha.

        1. Sim, esse item é risível. E alguns outros também. Mas isso, por si só, não retira o peso de outros pontos levantados!

    1. (Respondendo a mim mesmo…curioso para ver como os outros fazem também) :-)
      – Temos um email generico da familia no Google para compras, cadastros, etc;
      – Temos calendários individuais no Google, compartilhados entre eu e a esposa. Compromissos comuns ou das crianças vêm via convite no calendário. Minhas semanas críticas no trabalho eu envio convite para a esposa saber quando estou indisponível durante o horário comercial;
      – Usamos o Wunderlist e listas compartilhadas para tarefas da casa e coisas a fazer na rua;
      – A mesma conta genérica é usada para compras em AppStore, Kindle, Google Play;
      – Spotify, cada um usa o seu perfil (familia). Netflix com perfis separados e o Kids;
      – Laptop com um só perfil, OS X, uso pouco (fico mais no Dell da ‘firma’), esposa usa Chrome, eu uso Safari. Tablet com um perfil só (Android, Nexus 7/2013);
      – Migrando fotos do iCloud para o Google Photos. Backup em HD externo.

    2. Tô no time do Bruno Cavalcante! Não compartilho nada! Os meus gadgets e computadores são meus e pronto.

      1. É que é uma questão de custo também, né? Netflix dá para compartilhar com três pessoas, as contas familiares do Spotify e Apple Music são mais baratas do que duas individuais… Misturar tudo deve ser zoado, mas dá para manter a individualidade aproveitando as oportunidades (reais) que as empresas oferecem.

    3. É uma boa questão pra quem tem esposa etc, mas creio que eu não dividiria nada, até pra ter um pouco do ”meu espaço” e tal, a não ser lista de supermercado no google keep essas coisas, ai ok, ou conta na netflix ou spotify com os diversos planos que existem etc, porem, só isso.

    4. Tenho conta família no AppleMusic, e no Netflix, euso o FamilySharing no iTunes para os apps que eu comprei, ou que eles compraram para todos usufruirmos.

      Calendário uso o do Google mesmo, e vou compartilhando convites para compromissos via Any.DO.

      De resto é cada um por si.

    5. Evito isso, dá pau no ecossistema hahahah. Meu primo usa meu perfil no Netflix, é muito ruim chegar lá e ver uma série em andamento (que nem assisti) ou recomendações de animes.

    6. Aqui só a Netflix é compartilhada. Minha irmã quer compartilhar streaming de músicas, mas não vou voltar ao Spotify.

  13. Os smartphones android perdem o preço com o tempo, isso é fato, mas com a lei do bem eles voltaram a subir (chegando a valores perto do lançamento), será que voltará a baixar? Pois estava louco por um Sony Xperia Z3 Compact, vi por 1k, mas agora só acho por pelo menos 1,5k, a mesma coisa o Moto X Play 32gb, cheguei a ver por mil, mas agora só acho por 1,4k. Será que vai voltar a baixar em algum momento ou vai ficar flutuando nesse valor?

    1. deverá baixar, mas só dpois dos lançamentos desse ano da própria motorola. ou não, depende do preço inicial dos novos. se forem distantes demais dos atuais, eles ficam como estão.
      e sony é quase a apple do mundo android quanto à desvalorização. segura muito de preço

    2. Os comerciantes não são bobos, a lei do bem só não vale para aparelhos cuja nota foi emitida depois de 1 de janeiro, e vi celulares antigos aumentarem de preço mesmo sabendo que eles não são mais produzidos, portanto, a nota já foi emitida, e o desconto está lá. o Z3 Compact não sei dizer. Mas sei que os Motorolas comprados pela lojas deles, não é mais concedido o benefício pois a emissão da nota é na hora

    3. eu gasto no máximo 1 salário mínimo com smartphone…mais que isso, de jeito nenhum

    4. eu gasto no máximo 1 salário mínimo com smartphone…mais que isso, de jeito nenhum

      1. se vc ver q tem gente q tem q viver com essa merreca (sustentando a família toda)… é um luxo poder gastar essa soma num único aparelho.

  14. Então, parece que a ANATEL homologou o Nexus 6P. Ou vai, li algo do tipo. Eu estou de olho nele desde que foi lançado, porém, contudo, entretanto, tento não criar expectativas, deve vir com um preço absurdo. Mais alguém está “ansioso” pelo lançamento – atrasado – dele?

    1. Considerando que nem todo Nexus veio para o Brasil, eu já nem espero mais pelo lançamento. Se vier, ótimo! Mais uma opção de qualidade.

        1. qualcomm botou uma mordaça nele no segundo semestre. pode ver que todos de 2015.2 usando ele são frios. (fora o xperia z5, mas a sony tá na merda, deve ter pego o do primeiro semestre mesmo pra cortar custos)
          mas nexus 6p, one plus2 e outros lançados com ele no segundo semestre estão uma beleza.
          mas o que tô vendo sobre o nexus 6p aqui no brasil é que não terá uma boa recepção dos já compradores da linha nexus por ter a tela muito grande. acompanho várias comunidades de nexus no google plus, e é praticamente unanimidade, querem mesmo é que o 5x venha pra cá. baseado nisso, tenho esperanças que esse 6p tenha uma baixa rápida de preço, e eu possa pegar em novembro ou dezembro por uns 1000, 1200 reais. por mim a tela podia, e deveria, ser um pouco maior inclusive

    2. Estou e não estou.

      Estou! É um NEXUS!

      Não estou: A Huawei não é uma LG (Sdds, Nexus 4)… não sei se ela tem como trazer o N6P importado ou montando no Brasil a um preço que não fique absurdamente caro.

      ou em resumo…. chuto de 2.5k pra cima. E não sei se quero pagar isso num telefone, pq aumentam alguns custos… como ter seguro pro aparelho (moro em Sampa… não saio com 2.5k no bolso sem seguro)

  15. Parei de beber no ultimo dia 4.
    Fiquei apavorado com o gasto com bebida nas minhas férias. Se eu for ver pelo gasto no ano eu já poderia ter comprado um monte de coisa útil.
    Os primeiros dias foram complicados, tentadores. Mas no ultimo fim de semana fomos num festival de rock e passei muito bem.
    Agora pretendo continuar sóbrio por muito tempo.

    1. Nem todo gasto precisa ser “útil”. Aa gente gasta com coisas supérfluas, pequenos mimos, por conforto, enfim, gastos que não são utilitários, mas que nos fazem bem. Não rola dar uma controlada, beber menos e melhor, e continuar?

      1. Quem sabe futuramente, mas não vejo isso no horizonte tão cedo.. Até conversei com meus amigos sobre isso, pra eles não insistirem.
        Vou investir essa grana em outras coisas que me fazem bem e de forma mais saudável. E faz tempo que quero fazer academia ou um curso de espanhol…

        1. Se VC gastava a ponto de não poder gastar com outras coisas, acho extremamente válido. O ideal mesmo é dar uma maneira da. A bebida em doses moderadas chega a fazer bem.

          1. Pois é, eu dificilmente bebo, mas quando vou beber procuro beber pouco e algo de qualidade, pra apreciar a bebida mesmo, nada de Schin ou Skol da vida, ou vodca e uísque barato.
            Antes que me chamem de rico, gasto muito pouco com bebida, é que dificilmente bebo mesmo.

          2. Eu tbm prefiro gastar um pouco mais e beber algo de melhor qualidade

    2. Diminui a quantidade alcool também, mas pelo efeito oposto: eu gastava quase nada para me encher de cerveja ruim. É muito tentador.

      Com os mesmos 30 reais que pagaria pra beber quase 5 litros de budweiser na mesa de bar, posso comprar uma cerveja ou um drink mais interessante e uma água. E aí reduzir para sei lá, 1x na semana no máximo.

    3. Diminui a quantidade alcool também, mas pelo efeito oposto: eu gastava quase nada para me encher de cerveja ruim. É muito tentador.

      Com os mesmos 30 reais que pagaria pra beber quase 5 litros de budweiser na mesa de bar, posso comprar uma cerveja ou um drink mais interessante e uma água. E aí reduzir para sei lá, 1x na semana no máximo.

      1. suco de milho… que é o que boa parte das cervejas vendidas no Brasil é.

        Engordam e empapuçam

        Bud é bem boa, gosto muito dela em Churrascos. mas sou mais a Heineken ( a unica puro malte de massa que conheço, repare… não tem nem conservante e nem cereais não maltados, o milho)

        1. acho que as unicas cervejas “de verdade” eram a Heineken e Bavaria Premium.
          até lembro que criticaram o filme Interestelar por causa disso…, se não havia mais cevada e trigo como eles apareciam bebendo cerveja? milho oras!!!
          (a unica coisa de fato que me deixou insatisfeito foi ver as colheitadeiras no meio do milho verde)

        2. Tem Stella também puro malte. Eisenbah também tá com pilsem puro malte no.mesmo preço da Stella. Tem a Sul americana da Sant Gallen

    4. Eu não bebo e qdo saia mais com amigos q bebem muito, era meio triste vê-los perdendo o estado em q estavam qdo chegávamos num bar ou restaurante. Sei lá, nunca achei necessário q alguém bebesse tanto só pra curtir aquele momento específico. :(

    5. Concordo com o que o Ghedin disse, eu gosto de sair e beber, não fico bêbado nem nada do tipo, mas me deixa mais solto etc, não me prejudica em nada, e sim, acaba sendo uma graninha a mais por mês, mas eu procuro não gastar minha grana em coisas que supérfulas assim, dai equilibra um pouco…

    6. Concordo com o que o Ghedin disse, eu gosto de sair e beber, não fico bêbado nem nada do tipo, mas me deixa mais solto etc, não me prejudica em nada, e sim, acaba sendo uma graninha a mais por mês, mas eu procuro não gastar minha grana em coisas que supérfulas assim, dai equilibra um pouco…

    7. Eu acho que o impactante mesmo é cada saída na rua, independente de beber ou não.
      Por exemplo: um copo de suco aqui, nos bares, custa em média 5~6,50 , o mesmo valor que uma long neck popular.
      Então são vários vilões nessa história!

      1. Isso é um fato cara. E mesmo quando não sai necessariamente pra ir a um restaurante, isto é, fugindo deles, vc acaba gastando uma bela gaita qdo vai se alimentar. Da última vez q saímos, pra ir ao cinema, q por sorte não preciso pagar, se não nem iria, levamos frutas secas, um pouco de chocolate, e o compramos pra comer pegamos de um mercado q tem próximo ao cinema. Uma simples garrafinha de água no mercado custa R$ 1,29, mas no cinema sai por R$ 5 (e de 300 ml e não de 500 ml como no mercado). Como não sou milionário, adoto essas estratégias. Dá mais trabalho, mas me deixa menos pobre.

      2. Isso é um fato cara. E mesmo quando não sai necessariamente pra ir a um restaurante, isto é, fugindo deles, vc acaba gastando uma bela gaita qdo vai se alimentar. Da última vez q saímos, pra ir ao cinema, q por sorte não preciso pagar, se não nem iria, levamos frutas secas, um pouco de chocolate, e o compramos pra comer pegamos de um mercado q tem próximo ao cinema. Uma simples garrafinha de água no mercado custa R$ 1,29, mas no cinema sai por R$ 5 (e de 300 ml e não de 500 ml como no mercado). Como não sou milionário, adoto essas estratégias. Dá mais trabalho, mas me deixa menos pobre.

          1. Ah… eu não escondo não. Dou uma de farofeiro mesmo e não ligo. É um cinema meio enjoado esse q eu vou e realmente não me importo. Qdo era moloque, ia em um cinema em Santana, e lá era proibido (veja q arbitrário) entrar com comida, pq eles forçavam vc comprar lá dentro (tudo mais caro, claro). Como era moleque, eu escondia na mochila, mas se fosse hj, gostaria de ver como eles fariam valer tal proibição.

          2. Aqui eles colocaram um aviso enorme “proibindo” as pesoas de entrarem com lanche de fora.
            Deu vontade de comprar um Mc Donalds e entrar lá para ver

          3. puts… totalmente ilegal. pode entrar e pode entrar mordendo o lanche q não poderão fazer absolutamente nada.

          4. Pra vc ver, ele toma um senhor cacete por ser pobre. Em seu sonho, a passarinha é sexy, rica e ele passa a usar um símbolo de poder, a cartola em sonho de felicidade… Depois ele demonstra ter ojeriza a uma fêmea obesa, apesar da grana q ela tem, prefere ser pobre a viver com ela. Prefere morrer numa ilha a ter q viver com ela. Dureza.

          5. Ontem assisti “Monty Pyhton e o Calice Sagrado” e lembrei-me de ti em uma cena.

            O “Rei Arthur” passava por uma “comunidade autocrática” e o mesmo perguntou a dois residentes sobre um castelo próximo. A mulher ficou explicando sobre sua comunidade, enquanto que o marido ficou ofendendo o rei, provocando até o mesmo pegar o cara pelo pescoço, e o cara falar “olha aí a violência das elites”, sendo que no final o cara que começou ofendendo só porque o outro era rei…

            https://www.youtube.com/watch?v=Cym_tNLQAu4

          6. Se você zomba baseado em seus conceitos pessoais, está sendo ditatorial também.

          7. Não criterize, simplesmente se não lhe acolhe, se recolhe.

            Se você age contra alguém com qualquer nível de violência, será igual a este alguém que você julga violento. Seja humor ou tiro na cabeça.

            Na piada vi dois errados:

            – O Rei Arthur, que usa seus ideias repassados de geração em geração para se proclamar rei e exigir respeito de seus cidadãos.
            – Os anarquistas, que ridicularizam quem está fora de seus padrões e se sentem injustiçados com o “sistema”.

          8. ligeiro, um ditador é um ser submerso em violência, ponto. o ditador não é qualquer pessoa, saca? eis um ponto. zombar do ditador confere riscos, dependendo da ditadura. na coréia do norte, zombar do obama deve ser lei, mas zombar do fanfarão q vai à disney, não. ao contrário, a pessoa q zomba do ditador lá é passada no moedor de carne.

            na piada, o rei não usa ideais, ele usa o seu poder real, de realeza, de membro da família real, de poder monárquico. a monarquia era um poder, como se sabe, antes dos estados modernos surgirem.

            o q vc chama de anarquistas, implantaram um outro regime, de modo anacrônico pra reforçar a piada, ao qual o rei, na época do rei, jamais se depararia, pq aquelas ideia, não existiam ainda. é essa a piada. reforça o choque de coisas q ainda não coexistiam.

            seria o mesmo q fazer uma piada ao contrário, colocar um rei pra discutir com um cidadão dos tempos de hj, saca?

            e, cara, uma piada não é e nunca foi um tiro. pode ser uma ameaça aos ditadores, com certeza, mas jamais se equivaleria a um tiro.

            um tiro cessa, uma piada não. percebe a diferença?

          9. Existem ditaduras que são respeitadas e usadas de forma benéfica pela população, e não são violentas, mas sim uma penca de leis plenamente respeitadas ou punidas. Salvo engano, Cingapura é assim. Pesquise sobre.

            A piada aqui, diferente do que você viu em um aspecto, vejo como o seguinte:

            – O rei usa sua pompa para poder decidir sobre a população. Como condição, usa formalidades para se comunicar com qualquer pessoa. Porém se desrespeita-se esta formalidade, ele vai agir com raiva contra quem desrespeitou.

            – O anarquista vive reclamando pois tem suas regras internas a serem seguidas, e tudo que ele quer é isso: que se siga as regras colocadas pela comunidade, para não sair das condições desta comunidade. No entanto, para ele não é necessário formalidade plena na comunicação, e caso ele encontre uma condição que o desagrade, ele se sente que tem a liberdade de criticar de forma ofensiva. A ofensa aqui é a violência.

            Já falei mil vezes: humor pode ser uma violência, depende de como se usa ela. Uma piada pode cessar: basta humilhar o suficiente uma pessoa para a mesma se deprimir e se suicidar, ou ela ser alvo de outras pessoas devido ao humor. Ou ela rir até morrer.

            A cada dia que passa, vejo o humor próximo a violência. Todo humor é uma provocação, não que todo humor seja uma violência, mas que se o humor é usado para corroer algo, ele se torna uma violência dependendo de como é aplicado.

          10. cara, concordo q piadas podem ser usadas nesse sentido, de humilhar, envergonhar e embaraçar alguém a ponto de uma pessoa se suicidar.

            mas veja, se eu paro diante de ti e lhe dou um tiro, vc morre. se eu paro diante de ti e lhe conto uma piada, vc continua vivo. certo?

            pra vc se matar por ser alvo de chacota isso não se dá depois de uma piada. isso se dá, provavelmente, num contexto maior de violência, seja doméstica (um pai q humilha a filha por ser obesa) ou assédio moral (gerentes q humilham funcionários). o segundo caso, o da piada, ou das piadas, vc tem chance de se defender ou denunciar a situação. diante de uma arma vc só pode se render…

            há um abismo entre essa comparação q vc usa. posso discordar do charlie hebdo qdo fazem piadas de mulçumanos, pq conheço pouco sobre essa religião e não sou mulçumano. agora qdo eram piadas sobre a igreja católica, é claro q eu ria, eu não sou católico, mas vivo num ambiente católico… não soube de ninguém se matando por conta dessas piadas. talvez tenha ocorrido, mas o q é mais grave: uma piada contra igreja ou um padre pedófilo sendo acobertado pela igreja? percebe?

          11. Mas ambas são formas de violência, uma é imediata e encerra a vida da forma mais “covarde” possível. Outra é lenta e corrosiva, e acaba com a alma da pessoa aos poucos até a hora que ela pode cometer algo que pode lhe atentar a própria vida ou a vida alheia.

            Esse é o ponto. Dependendo da piada, ela é uma arma que segrega.

            A diferença entre uma piada que muda condições sociais e uma piada que aumenta as segregações está nos esteriótipos colocados. Uma piada sobre um padre pedófilo tem que ser inteligente o suficiente para mudar a cabeça do padre pedófilo, da população que não aceita pedofilia ou de toda a sociedade. Fora isso, é uma corrosão moral.

          12. dificilmente a piada sobre o padre pedófilo vai mudar o padre. talvez a piada sirva apenas pra, desculpe o trocadilho, naquela audiência a qual a piada se destina, se exorcize a situação. ninguém quer q padres sejam pedófilos pra poder fazer piada, claro. e ninguém quer q pedófilos cometam crimes (ser pedófilo não é crime). e a piada contra o padre pedófilo tb pode mexer com a vítima do padre q é pedófilo e cometeu um crime de abuso ou estupro. ou seja, é um assunto delicado e o humor pode não ser a melhor abordagem num caso assim, mas mesmo q seja, ela não é tão danosa qto uma arma.

            a arma só tem uma finalidade: matar. a piada tem múltiplos sentidos e pode ser interpretada de várias formas. um tiro não tem interpretação qdo ele é letal. no máximo se foi pra se defender ou pra atacar…

          13. Se você usar uma piada contra uma pessoa que tenha algum nível de psicopatia, ela também serve como arma.

            pare de pensar que uma coisa que “não prejudica” tem menos peso que uma coisa que prejudica.

          14. É assim que funciona ;) Se um pode exceder e prejudicar o resto…

          15. Do primeiro link:

            “Uma das consequências dessa mentalidade é que Cingapura é hoje um estado que pratica a tortura de presos, que limita a liberdade de expressão e de imprensa, que mantém um serviço militar obrigatório e que proíbe as relações homossexuais. A ordem pública é mantida rigidamente. Há punições severas para pichações. É proibido até mesmo mascar chicletes (só são permitidos chicletes terapêuticos com receita médica). O governo pode encarcerar criminosos por tempo indefinido e sem julgamento.”

            Parece mesmo um ótimo lugar para se viver.

          16. Pois é, mas no final ela chega de submarino na ilha, com um padre a bordo! Depois do casamento o padre salta na ilha ou na água (não lembro mais) e o submarino, amarelo diga-se, zarpa com as tradicionais latinhas amarradas na popa e a plaquinha de Just Married. Cara, isso que era desenho!

          17. Ai já é cárcere privado. Estou espantando por não ser um mestre do crime depois de tanto desenho desse tipo…

          18. hahahaha! Não era um restaurante fino. Ele viu o anúncio de “jovem solteira rica e bonita procura rapaz para casamento” ao ser chutado para uma lata de lixo, faminto, e se candidatou! Sempre lembro desse episódio porque as vezes vejo algumas senhoras na região onde trabalho que são parecidíssimas a “jovem solteira rica e bonita” hahahahhaha

          19. hahahaha! Não era um restaurante fino. Ele viu o anúncio de “jovem solteira rica e bonita procura rapaz para casamento” ao ser chutado para uma lata de lixo, faminto, e se candidatou! Sempre lembro desse episódio porque as vezes vejo algumas senhoras na região onde trabalho que são parecidíssimas a “jovem solteira rica e bonita” hahahahhaha

          20. É os primeiros minutos do episódio, antes dele achar o anúncio.

            Ele entra em um restaurante, vê os preços do cardápio, pede um café e abre a lancheira.

          21. Já vi isso em alguns lugares e fiquei curioso agora: Isso é legalmente permitido?

          22. normas de estabelecimentos, mesmo de estabelecimentos públicos, não tem valor de lei, ou seja, vc não é obrigado a fazer nada q não tenha uma lei falando de tal obrigação. tipo: “vc não pode sentar no chão de tal lugar”. tem lei pra isso? se não tem, vc pode. etc… e, qualquer coisa, tem o código do consumidor. vc tá indo ver o filme, certo, se eles te obrigam a comprar coisa lá impedindo vc de entrar com seus alimentos, é venda casada.

          23. Isso não é verdade. Os estabelecimentos podem sim vedar a entrada de pessoas trajando determinado tipo de vestimenta, sem qualquer problema – desde que não seja algum veto de cunho religioso (proibida a entrada de burcas, por exemplo).

            Os fóruns, através de portarias (regulamentos internos, com força somente para determinado forum em específico), vetam a entrada de pessoas utilizando chinelos, bermudas, bonés, etc. E não há ilegalidade alguma – o próprio Conselho Nacional de Justiça já chancelou essa medida.

            Uma coisa é vetar a entrada com alimentos (o que, de fato, configura venda casada). Outra coisa completamente diferente é o estabelecimento, público ou particular, ter uma norma de conduta e vestimenta, que deve ser seguida e tem validade.

          24. Lamento, cara, isso acata quem quer, porque é flagrantemente ilegal. Havia aquela norma q questionar funcionário público em repartição pública configurava em desacato. Puta absurdo q muitos tinham como lei. O que houve? Caiu… Já vi um homem no João Mendes ser barrado pelos seguranças, porque estava de touca, e ele dizia q aquilo era vestimenta religiosa dele, e mesmo assim foi barrado. Notadamente o cara da foto não se encaixa no formato e padrão social… Isso é discriminação, é ilegal, é absurdo. Norma não tem peso de lei. Se o cara não tem dinheiro pra comprar um sapato e ou uma determinada roupa, ele não vai ter acesso à justiça? Se liga, mano…

          25. Lamento, mas tu estás equivocado! Uma coisa é haver proibição devido a motivos religiosos – isso, sim, é ilegal e enseja dano moral. O mero cumprimento a regimento interno de estabelecimento é legal, e isso já foi decidido inúmeras vezes por tribunais brasileiros.

            Ainda: o fato de ser lei, por si só, não significa que há legalidade na ação. A lei pode ser contrária à Constituição.

            Como advogado, te mostro aqui, inclusive, algumas jurisprudências. Recomendo que tu leia, ao menos, a primeira decisão que colo abaixo.

            APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO DE INDENIZAÇÃO – PROIBIÇÃO DE ENTRADA EM SHOPPING – DANOS MORAIS – NÃO CONFIGURAÇÃO – ATO DISCRIMINATÓRIO NÃO DEMONSTRADO – RECURSO DESPROVIDO.
            Para que se condene alguém ao pagamento de indenização por dano moral, é preciso que se configurem os pressupostos ou requisitos da responsabilidade civil, que são o dano, a culpa do agente, em caso de responsabilização subjetiva, e o nexo de causalidade entre a atuação deste e o prejuízo.
            Não há, nos autos, qualquer elemento capaz de demonstrar que o requerente tenha sido vítima de discriminação, em virtude de ser homossexual. Ao revés, a prova dos autos, sobretudo o depoimento das testemunhas arroladas pelo próprio autor, deixa claro que os seguranças foram enfáticos em afirmar que impediram o seu ingresso no Shopping devido apenas às suas vestimentas.
            É importante consignar que o simples fato do requerido disciplinar a utilização de suas dependências pelo público em geral, com a finalidade de possibilitar maior segurança e tranquilidade a lojistas e clientes, não constitui, por si só, qualquer ato discriminatório ou mesmo contrário à legislação.
            Bem de ver-se que a observância de padrões mínimos de vestimenta é exigida em vários ambientes, sejam públicos ou privados, não decorrendo desse fato, de per si, qualquer discriminação ou afronta à dignidade das pessoas.
            Portanto, tendo o segurança agido de acordo com o regimento interno do Shopping e não estando evidenciado nos autos que o requerente foi vítima de discriminação, não há como imputar ao requerido a prática de qualquer conduta ilícita, o que afasta a pretensão indenizatória deduzida na inicial.
            (TJMG – Apelação Cível 1.0024.08.232153-0/001, Relator(a): Des.(a) Eduardo Mariné da Cunha , 17ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 07/04/2011, publicação da súmula em 29/04/2011)

            AÇÃO DE INDENIZAÇÃO – DANOS MORAIS – PROIBIÇÃO DE ENTRADA EM SHOPPING – TRAJES IMPRÓPRIOS – REGIMENTO INTERNO – DISCRIMINAÇÃO – NÃO COMPROVAÇÃO.
            O fato de ter sido impedido de entrar no estabelecimento da apelada se deu em razão de estar fantasiado e sendo o shopping um estabelecimento particular e regido por normas internas, as mesmas devem ser respeitadas, tendo o funcionário agido de acordo com as regras estabelecidas.
            A alegação do autor de ter sofrido discriminação em razão de sua opção sexual não se encontra comprovada nos autos, e como cediço, cumpre a quem alega a prova dos fatos constitutivos de seu direito. (art. 333, I do CPC)
            Assim, não estando configurados nos autos os pressupostos ensejadores para a responsabilidade civil, não há falar-se em indenização. (TJMG – Apelação Cível 2.0000.00.457166-4/000, Relator(a): Des.(a) Domingos Coelho , Relator(a) para o acórdão: Des.(a) , julgamento em 22/12/2004, publicação da súmula em 05/02/2005)

          26. Cara, os juízes estavam impedindo os jovens de entrarem em shoppings… nos casos do rolezinhos. Puta abusrdo… Claro q leis podem ser questionadas e o são o tempo todo. E é mais que sabido as decisões absurdas q o juízes tomam. Se vc é advogado, algo q não sou, vc deve estar infinitamente mais a par disso do q eu. Os dois itens q vc colou aqui me soaram completamente absurdos e inaceitáveis, ainda mais partindo das tais ‘normas internas’.

          27. O ponto fundamental nessas decisões é exatamente o que é, a meu ver, plenamente aceitável (o que tu inicialmente disse não ser):

            “Bem de ver-se que a observância de padrões mínimos de vestimenta é exigida em vários ambientes, sejam públicos ou privados, não decorrendo desse fato, de per si, qualquer discriminação ou afronta à dignidade das pessoas.”

            Veja bem, discriminação é ilegal. Mas impedir que alguém entre na sua casa noturna de boné, não é. Impedir que alguém entre no seu restaurante sem camiseta, não é. Isso faz parte das regras internas do estabelecimento, e é plenamente legal.

          28. Cara, desculpe, nada pessoal contra ti, mesmo pq não o conheço, mas nessa toada, vc seria um ótimo promotor, mas eu não o contrataria como advogado caso eu estivesse enrascado com algo. Não me parece q vc ficaria do meu lado…

          29. Sem problemas! Mas acredito que gostaria de me contratar caso fosse dono do estabelecimento em questão! hehehehe =p

            Tenho um viés um pouco “diferente”. Eu não esperneio. Eu me nego a “ganhar tempo”. Se eu entendo, com embasamento jurídico, racional e jurisprudencial, que meu cliente está equivocado, eu afirmo isso para ele – e não entro com a ação.

            Agora, obviamente, ilegalidades e injustiças existem todos os dias. E é nessas situações que o poder judiciário deve ser acionado.
            Ex.: o caso que você citou, do rapaz que foi barrado por usar uma touca por motivos religiosos, é de flagrante ilegalidade.

          30. Claro, o dono do estabelecimento vai querer se defender e tem esse direito, felizmente, mas não há nada, constitucionalmente falando, pelo menos não q eu saiba, q me impeça de entrar num estabelecimento de boné ou q permita o dono do estabelecimento impedir a entrada de pessoas com boné. Nada… Tinha, ou ainda tem, um grande evento de música aqui em SP, q todos precisam ir de branco. Eu nunca fui, não tenho gaita pra isso, mas presumindo q eles estivessem impedindo pessoas q não estão usando branco de entrar; é claramente ilegal. A obrigação do Fasano, de q só entra quem está de paletó, não sei se ainda é válida, ou se foi válida mesmo, pode ser boato, não tenho dinheiro nem pra passar na porta do Fasano, mas veja q absurdo… Todas são imposições ou restrições: aqui não se usa boné, aqui se usa branco, aqui se usa paletó etc. Isso não é só absurdo, mas tb ilegal. Se os juízes decidem em favor dos estabelecimentos, eu tenho dúvidas sobre esse tipo de decisão, sério, porque, ainda mais vc como adv, deve ter notado q as excelências não usaram nenhuma lei pra embasar o q dizem… Por que será?

          31. Em qual lei você se baseia que é ilegal proibir o acesso de alguém em um local particular devido a discriminação por tipo de vestimenta?

          32. A lei das leis, rapa.

            CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

            Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

            II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

            XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

          33. Da mesma constituição:

            XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;

            O Luciano ou outro legislador deve entender melhor e até me corrigir pode pode ser não esta legislação que manda, mas outra, mas ao que entendo, se você está em um local particular, de responsabilidade de uma pessoa e não de um governo, onde mesmo que tenha um acesso “público”, ele é controlado e pode ser fechado conforme condições. Enfim, onde há uma propriedade particular, a definição de acesso é definida por quem é proprietário.

            Um comércio também é uma residência, é um imóvel, é um local particular.

          34. Me metendo aqui só para fazer a distinção entre casa/residência e estabelecimentos públicos — um restaurante, ainda que particular, admite a entrada de desconhecidos e, portanto, não recai nesse inciso XI da Constituição.

            Daí que na tua casa você pode impedir qualquer um de entrar, independentemente do motivo, mas em estabelecimentos comerciais com o trânsito de pessoas, não é bem assim — como o @luciano986532:disqus explicou, com exemplos, ali em cima.

          35. Ghedin, o Luciano não me respondeu, então suspeito que minha premissa está certa: um local particular é particular, privado, e merece respeito pela lei tal como uma casa. Que eu saiba, não se entra em qualquer lugar particular, mesmo uma loja aberta, sem um mandado (quando se fala em ações policiais, por exemplo).

            Tempos atrás um fiscal do Procon tinha entrado sem mandado em uma loja.

            De qualquer forma, sou da premissa que se há regras em um lugar particular, que se obedeça. Mesmo se for um restaurante.

          36. Estabelecimentos comerciais e residências têm regras diferentes. O flagrante, aliás, é uma das exceções que permitem à polícia entrar sem mandado numa residência. Não é nem lógico estabelecer as mesmas regras; qual o interesse de alguém em entrar numa residência alheia? Nenhum. Já numa loja, num restaurante ou coisa do tipo, existe a premissa de que qualquer um, salvo casos específicos (os que o Luciano ilustrou), possa entrar.

            O fiscal do Procon foi criticado por ter entrado numa área restrita da loja da Apple, filmado tudo, feito um circo ali, não pela sua ação. E é importante notar, ainda, o seu papel nesse ato. Estivesse ele ali na condição de cliente, o que o impediria de entrar nas áreas públicas da loja? Nada.

          37. Novamente tu te equivocas! ehehehehe

            O pilar para a exigência de vestimentas é o princípio da igualdade, disposto na Constituição. É legal exigir determinada vestimenta, desde que realizada a todos os frequentadores. No caso do Fasano, eles emprestavam paletó (não sei como ocorre hoje). No caso da Sensation White, não tenho informações.

            Mais uma jurisprudência sobre o tema. Nesse caso, foi configurado o dano, pois HOUVE discriminação. A pessoa foi impedida de entrar por trajar sapatênis, mas outros com o mesmo traje puderam entrar. O ponto: se todos tivessem sido barrados, não há ilegalidade.

            INDENIZAÇÃO. DANO MORAL. Autor impedido de ingressar em baile promovido pela ré por estar calçando sapatênis. Comprovação de que outras pessoas usando o mesmo tipo de calçado puderam entrar no local por serem sócios da ré. É possível a fixação de critérios com o intuito de selecionar os frequentadores do baile e a limitação de ingresso em virtude das vestimentas não viola qualquer dispositivo legal, no entanto, a norma deve se aplicar a todos indistintamente. Ato ilícito caracterizado, ante a violação ao princípio da igualdade. Dano moral, todavia, não configurado. O fato de ser impedido de ingressar no baile constitui mero aborrecimento e não enseja abalo à honra ou situação de dor, sofrimento psicológico ou humilhação. Alegação que o autor foi submetido à situação vexatória não comprovada. Ônus da prova que lhe incumbia (CPC, art. 333, I). Inexistência do dever de indenizar. Sentença reformada. Recurso provido.

            (Relator(a): Milton Carvalho; Comarca: Taubaté; Órgão julgador: 4ª Câmara de Direito Privado; Data do julgamento: 18/07/2013; Data de registro: 29/07/2013)

          38. Desculpe, Luciano, mas q lei diz isso: “se todos tivessem sido barrados, não há ilegalidade.”?

            Ps: reformulando: q lei permite isso?

          39. Desculpe, Luciano, mas q lei diz isso: “se todos tivessem sido barrados, não há ilegalidade.”?

            Ps: reformulando: q lei permite isso?

          40. Essa é uma interpretação do Princípio da Igualdade, previsto na Constituição Federal, e utilizado como balizador para decisões do tipo.

            O princípio da igualdade não tem como cerne o fato de “pode tudo”, mas simplesmente que não pode haver diferenciação entre as pessoas. A partir do momento que existe um critério, e este não tem cunho discriminatório racial/religioso, ele pode ser utilizado e tem validade jurídica, pois não viola a Constituição.

            p.s.: não me refiro aqui à igualdade tributária, que permite cobrança de critérios distintos de acordo com a capacidade contributiva de cada contribuinte.

            Segue aqui um trecho do inteiro teor do acórdão, centrado no princípio da igualdade, com exemplificação para o caso concreto:

            “Em virtude de tais fatos entendeu a Magistrada a quo
            que o comportamento da apelante consistiria em violação ao princípio
            constitucional da igualdade, uma vez que revela diferenciação entre os
            frequentadores, e que as normas do estabelecimento, como a de uso de
            traje específico, devem ser impostas a todos indistintamente.

            Com efeito, uma vez que a apelante estabeleceu a
            regra de que os frequentadores dos bailes dançantes realizados às
            sextas-feiras devem vestir traje específico, determinando que não será
            permitida a entrada de frequentadores sem camisa, ou trajando camiseta
            regata; bermuda; boné; chinelo ou sandália; tênis ou sapatênis (fls. 67), a
            norma deve ser aplicada a todos, independentemente de serem seus
            associados ou não os frequentadores dos eventos.

            Vale dizer, a associação pode fixar critérios visando
            selecionar os frequentadores de seus bailes e a limitação de ingresso em
            virtude das vestimentas não viola qualquer dispositivo legal, mas desde
            que ela seja aplicável a todos os interessados em frequentar o evento.”

          41. Em resumo, se na terra dos sapos você tem que ser um deles, não pode ser rã ou perereca. =p =)

          42. Cara, desculpe outra vez, mas não faz muito sentido vc barrar um, dois ou mil pessoas de boné, pq em tal lugar não pode entrar de boné. A ilegalidade é a mesma, não importa a quantidade de pessoas… A questão é: fulano pode entrar de boné. Isso não é ilegal em lugar nenhum. Impedir fulano ou fulanos de entrar de boné é.

          43. Aqui é balizar no seguinte: não é proibir a pessoa de entrar de boné, e sim a pessoa pode ser proibida de entrar com ou sem boné dependendo da regra colocada. A regra deve ser a mesma a todos – isso é o princípio da igualdade.

            Se em um lugar todos são obrigados a entrar de boné, então uma pessoa que não estiver de boné será proibida de entrar. É uma norma de uniformidade – todos devem estar de forma similar para adentrar em um local.

          44. Cara, a discussão não é o boné, mas sim a pessoa de boné. Eu e vc somos iguais com ou sem boné, saca? Usar boné não é o ponto. O ponte é vc me barrar por estar de boné. Vc não está barrando o boné, está me barrando. Se somos todos iguais, cacete, porque vc está me barrando? O boné não anda sozinho por aí. Se andasse, aí sim, eu o barraria! Sai pra lá, capeta.

          45. Eu não tou falando da pessoa mas da condição. O boné em um evento, o paletó no Fasano, o sapatenis no evento… o ponto aqui não é a pessoa, mas o uniforme que indica que a pessoa faz parte do grupo onde vai se adentrar.

          46. Bom, acredito ter provado por A + B que sim, é legal impedir determinada pessoa de entrar em determinado estabelecimento por não cumprir com as regras dos mesmos, desde que as regras se apliquem a todos.

            Se você ainda acredita que há ilegalidade nisso, mesmo com o lastro de decisões dos Tribunais de Justiça de MG e SP, embasadas em interpretação do princípio realizada pelo STF, está no seu direito, mas invariavelmente vai perder eventual ação judicial, ou vai “espernear” indevidamente caso algum dia venha a ser barrado em algum estabelecimento por esse critério!

            Tuas afirmações de “isso não é ilegal em lugar nenhum” certamente carecem de qualquer base, seja legal ou fática! Exatamente pelo fato do procedimento ser legal.

          47. cara, eu não sou adv, então tenha paciência, mas q lei especificamente sustenta isso (talvez vc já tenha dito, mas não percebi):

            “Vale dizer, a associação pode fixar critérios visando selecionar os frequentadores de seus bailes e a limitação de ingresso em virtude das vestimentas não viola qualquer dispositivo legal, mas desde que ela seja aplicável a todos os interessados em frequentar o evento.”

            queria saber q lei diz q qdo há “critérios visando selecionar os frequentadores” é aplicável a todos, isso deixa de ser discriminação?

          48. Nenhuma! A questão é: somente na legislação penal é necessária previsão específica para haver punição.

            Na legislação civil, tudo que a lei não proíbe, é permitido.

            O que embasa essa determinação, como eu disse antes, é a Constituição Federal, que tem como uma de suas bases o princípio da igualdade. E, tendo por fundamento esse princípio, é legal e razoável que se faça uma exigência para frequentar determinado estabelecimento (desde que feita a todos, e não tenha conotação religiosa ou racial).

            Por isso que clubes podem negar a admissão de determinados sócios, um restaurante pode exigir que ninguém entre de chinelos ou sem camisa ou de boné, o edital de um concurso pode prever que ninguém poderá fazer as provas utilizando bonés, gorros ou óculos escuros, etc.

          49. Luciano, desculpe pela nona vez, mas isto está errado… Disso só posso presumir q vc está consultando a mesma edição especial da Constituição Federal q o secretário Alexandre de Moraes usa aqui em SP, diga-se… Essa interpretação do princípio de igualmente favorece empresas, estabelecimentos e talvez os clubes q os juízes frequentam, afinal, eles não são deuses (tirando aquele q condenou a agente de trânsito, já ficou determinado q ele é deus) e vivem a vida como os outros. Essa, desse juiz, é uma típica decisão estapafúrdia e sem lógica… Distribuir discriminação igualmente não é discriminação!? Puts…

            Bom, espero q as pessoas não acatem, pq estatuto de clube não é lei.

          50. Fabio, eis a questão: se existe um regulamento interno, e fica provado que não há discriminação, não há distribuição de discriminação!

            Afirmar que ninguém sem camiseta pode entrar em um estabelecimento e, portanto, negar a entrada de todos sem camiseta, não representa discriminação, mas somente o seguimento das regras estipuladas em determinado estabelecimento!

            Quem diz isso não é “um” juiz. Mas dois tribunais de justiça distintos, onde cada decisão deve ser tomada por no mínimo 3 desembargadores. Tenho certeza que, se procurasse, encontraria mais decisões de outros tribunais de justiça!

          51. andar sem camisa (deveria ser permitido às mulheres, mas só aos homens isso é permitido) é ilegal? não. então tá.

            no meu estabelecimento, mulher não entra. no meu estabelecimento, negro não entra. no meu estabelecimento, mulher de cabelo crespo, não entra. no meu estabelecimento, homem sem grava não entra. no meu estabelecimento, homem vestido de mulher não entra. no meu estabelecimento, mulher vestida de homem não entra. no meu estabelecimento, homem que lê poesia, não entra. no meu estabelecimento, homem que não dirige opala não entra. no meu estabelecimento, mulher que fala palavrão não entra. no meu estabelecimento, mulher de saia não entra (todos sabem que a mulher é um demônio de saia). no meu estabelecimento, mulher sem salto alto, não entra. no meu estabelecimento, astronauta não entra. no meu estabelecimento, só entra quem chega de carro. no meu estabelecimento, só entra quem tem carro vermelho. no meu estabelecimento, só entrar quem tem plano de saúde sulamérica. no meu estabelecimento, só entra quem tem cachorro. no meu estabelecimento, só entra quem tem gato. no meu estabelecimento, só entra quem tem diploma…

            olha, até q é legal criar regras. curti. sou brasileiro. não sou racista ;)

          52. Tu está confundindo discriminação com uma regra de vestimenta/conduta específica, não relacionada a raça/religião.

            Mulher não entra: discriminação na maioria dos casos.
            Negro não entra: discriminação, ilegal.
            Mulher de cabelo crespo: discriminação
            Homem sem gravata: regra de conduta. Legal.
            Mulher vestida de homem: discriminação, ilegal (e até porque mulheres se vestem de calça e camisa…)
            Só entra quem tem plano de saúde sul américa: permitido, visto que pode ser interpretado como benefício exclusivo a associados – vide salas VIP em aeroportos.
            etc etc etc etc

          53. Luciano, se vc ainda tiver interesse na discussão, depois veja isso. É bem recente, tem conflito de interesse na parada, e, claro, é uma puta discriminação…

            “Babás de branco: promotora vê conflito de interesse e pede anulação de decisão favorável a clubes”

            http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160113_baba_promotora_mdb

            Veja os argumentos dos clubes: as babás precisam usar branco por motivos de “segurança”!?

            A sócia do clube diz q isso é uma “discriminação revoltante”. E é isso mesmo.

          54. Isso aí é uma condição de discriminação, mas ao mesmo tempo fica no limiar entre as regras de conduta em um espaço privado. É até compreensível, se analisar que falamos de pessoa que cuidam de crianças. Mas obviamente, não é um uniforme que faz um caráter.

            Mas não tem nada a haver com outras condições. Se existe uma regra em um lugar privado, ou se obedece aquela regra ou não frequente aquele lugar. Ninguém é obrigado a entrar em um lugar privado onde há algum nível de discriminação, legalizada ou não.

          55. Pô, ligeiro, tem tudo a ver. A começar pelo conflito de interesse… E, depois, o lance de obrigar a babá a usar um uniforme. A sócia não passa pelo mesmo rigor, mas a funcionária da sócia, sim. Bastaria dar um crachá pra babá identificando-a como visitante ou funcionária da sócia X, mas não, ela tem q estar com uma determinada vestimenta. O clube é privado, mas, outra vez, não tem um portal mágico ali q suspende as leis dos pobres mortais q ali atravessem. É um exemplo ótimo o do clube. É praticamente uma síntese do caos q é a nossa sociedade perversa. Qdo vc lê as manifestações do promotor, então, eu não sei se é um promotor q está falando ou se é o Danilo Gentili fazendo uma piada…

          56. Novamente: Ninguém é obrigado a entrar em um lugar privado onde há algum nível de discriminação, legalizada ou não.

            Se as condições do regimento interno de um estabelecimento estão erradas, e a justiça ficou a favor deste estabelecimento, o melhor critério para resolver isso seria boicotar o estabelecimento.

            Esta é a verdadeira liberdade: você pode impor uma lei dentro do lugar onde você está. Se ninguém o acata, só você sofrerá as consequências da aplicação desta lei.

          57. Mas esse boicote q vc propõe é a pessoa declinando de um direito q é o de entrar lá sem uniforme. Não há lei q a obrigue a entrar uniformizada no clube, saca? Se ela dá as costas e vai embora, além de perder o emprego, pq ela precisa entrar pra cuidar dos filhos da empregadora, ela está deixando de ter sua liberdade individual e seus direitos individuais garantidos. Boicote tem sua finalidade, mas não nesse caso. Esse boicote não serve muito a ela… A sócia poderia boicotar o clube, mas a baba vai boicotar o que se ela nem paga mensalidade?

          58. Se ela está em um emprego que a “escraviza” e obriga a situações constrangedoras por um valor irrisório, isso não é pior?

            Ter um direito em um espaço público não significa ter o mesmo direito em espaço privado. E um espaço privado que restringe, não entendo porque as pessoas vão lá acessa-la ou insistir o acesso.

            Parta desta premissa: Não é porque na loja é escrito proibido que automaticamente vou lá e corrompo a lei pois ela me “oprime”. Não é assim que funciona.

            Um espaço privado é privado, mesmo com acesso livre (shoppings e galerias). Por natureza, será oprimível, restritivo. Acessa quem tem condições de acessar. Isso podemos dizer que é psicológico também.

            Se existem regras neste espaço privado que condiciona o acesso, por mais ilegal e opressor que seja, deixe ele lá. Para quê o interesse em um lugar como este afinal? Sendo que há outras formas de compensar isso? Para quê corromper as regras deste local? Só para provar que você está certo?

            Não estamos falando do Parque do Ibirapuera ou qualquer parque público. Estamos falando de um clube particular.

            Se tal clube tiver alguma condição que o torne parte de um serviço público (como ser um terreno concedido pela prefeitura), beleza, você aqui já estaria certo, pois qualquer condição de atendimento público/governamental não deve ser discriminatório.

            Se a condição é que o terreno é particular, de donos particulares, aí não tem jeito. Deixa a lei lá e as babás levem para o Parque Cidade Jardim por exemplo.Deixa o clube entrar em declínio, falir e pronto.

            Eu não duvido que muitos sócios do clube também querem mudança na regra interna. E quem tem condições, trocou de clube ou deixou a babá levar a criança no Cidade Jardim ou outro parque público próximo.

          59. Opa Fábio! Mas esse caso é de fato um exemplo de “discriminação”, ilegal. Isso porque somente um grupo específico é obrigado a usar uma vestimenta (babás, branco).

            Agora, voltando aos exemplos utilizados anteriormente, o mesmo clube pode ter uma regra específica afirmando que, para acesso às dependências do restaurante, todos os sócios deverão estar utilizando camisetas ou regatas. E aí não haveria ilegalidade.

          60. luciano, qdo vc entra dentro (entra dentro mesmo) de um estabelecimento, aquilo não é um portal mágico q suspende as leis e ficam valendo as leis locais. as leis q valem na rua, valem lá dentro tb. se não posso ser discriminado na rua, tb não posso ser discriminado num estabelecimento. a coisa é tão filha da puta, q foi preciso colocar esse aviso em elevadores, porque havia pessoas sendo discriminadas qdo entravam num elevador. no fórum joão mendes tem elevador só pra juízes e promotores. por quê? não são todos iguais perante a lei? por eles usam elevadores separados? vc acha q esses privilégios não transbordam para decisões? claro q transbordam. o juíz, q legalizou a discriminação, certamente não quer ver nada destoando no pinheiros qdo for jogar tênis com os trutas.

          61. Ontem, aqui em SP, revistaram pessoas saindo do Metrô de modo totalmente ilegal. Quer dizer q se eles tivessem revistado um outro seria ilegal, mas revistar todo mundo é legal? Aumentar a abrangência da ilegalidade não torna o ato legal. Esse seu raciocínio numérico me parece equivocado…

          62. Por que ilegal? Umas mil pessoas do MPL, sendo que pelo menos umas 100 pessoas estavam mascaradas (ilegal), com esteriótipo suspeito (mochila, máscara, roupa preta, gritos de convocação para provocação). Sendo que também tais pessoas poderiam ter outras vestimentas dentro das mochilas (ou em outros locais) para serem trocadas e assim não manterem o mesmo visual que estavam durante o evento.

            Usando um clichê velho: “não existe ‘honesto’ e ‘desonesto” estampado na cara de cada um para a polícia ir lá e revistar ou prender conforme isso”. Se há revista, motivo há. Quem mandam apoiar violência em manifestações?

          63. ligeiro, por mais q pairasse uma ameça, q não existia, eles não poderiam fazer isso sem decretar um estado de exceção, saca? temos nós, eu, vc, o blackblock, o policial, o coxinha, o petralha, o ricaço ladrão, o facínora q matou um bebê etc, temos direitos e eles não pode ser violados.

            temos um negócio chamado liberdades individuais. não se pode pairar sobre grupos uma suspeita infundada baseadas em esteriótipos (olha a discriminação aí).

            leia isso, pq vai ficar parecendo q eu quero lhe convencer de algo, mas não quero, pq isso independe de mim e de vc.

            leia, pode ser útil.

            [SÓ RECOMENDO NÃO INSISTIR, PORQUE UM POLICIAL AGINDO DE MODO ILEGAL, PODE TE MACHUCAR.]

            http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/Repositorio/31/Documentos/DIREITO%20DAS%20PESSOAS%20DURANTE%20A%20ABORDAGEM%20POLICIAL.pdf

          64. Eu não discordo que tem que se mudar a postura de policiais, mas isso tem dois problemas: demanda tempo para mudar uma cultura já consolidada, e também deve partir de toda a população, não só de parte dela.

            As entidades policiais só vão mudar sua atitude quando acontecer duas coisas:

            – Ou a população começar a exigir uma polícia mais “humana” (o que acho difícil, pois parte da população tem em mente que é melhor o uso do medo para evitar crimes do que o respeito)

            – Ou partir da própria polícia a mudança de comportamento ( o que é bem mais difícil ainda, pois dentro da polícia, as pessoa tem em mente que qualquer pessoa pode ser alguém prejudicial em potencial, que pode esconder uma arma ou pode ter alguma forma de enfrentar ou fugir das autoridades.)

            Quem não comete atitudes consideradas criminosas ou de risco não se incomoda com as atitudes da polícia, pois não é alvo de uma revista com violência. Não “dói” no “cidadão comum” isso, entende?

            Para algumas pessoas, não há empatia em quem o prejudica direta ou indiretamente, para muitos, que os manifestantes sejam presos e parem de atrapalhar o trânsito. “‘Todos’ sabem que a polícia vai agir com raiva, para quê insistir em fazer algo que pode ser alvo desta raiva policial”?

            Entende?

          65. Há uma recomendação da ONU pedindo pra acabar com as PMs de todos estados. Por que não fazer isso? Não é q não se quer polícia, o q não se quer é uma polícia militarizada na cidade, porque, como se vê, dá merda. Os governos poderiam fazer isso, mas eles preferem ter seu exército particular… Infelizmente os policiais não se dão conta disso e a população tb. Veja as policias americanas, com o fim das operações de guerra no oriente médio, estão recebendo muitos equipamentos usados na guerra q seriam excedentes pro exército americano. O q vc acha q eles estão fazendo com esses “brinquedos”? Usando nas cidades… Veio de Israel seis carros de guerra para SP. Com qual objetivo? O comandante disse q, entre outras cosias, seria pra combater incêndio (o carro carrega tropa q pode atirar de lá de dentro e água só se for na garrafinha de cada soldado). Então, tá bom…

          66. Se existe uma polícia desmilitarizada, o resultado é um aumento ainda maior de criminosos organizados.

          67. Não sou especialista em segurança pública, mas dos debates q acompanhei, não me lembro de ter visto menção a esse tipo de tendência. Mesmo porque, não são todos os países do mundo que possuem polícia militarizada. O que andei lendo é que crimes estão ficando mais sofisticados em muitos países e o uso da violência é cada vez menos desnecessário, porque os crimes ficaram menos violentos.

            Eu tenho certeza que se a polícia de SP for desmilitarizada (como desejam os policiais, inclusive) e a unificação das polícias for feita, com plano de carreira, treinamento adequado e outro tipo de direcionamento, os abusos tendem a diminuir. Agora se o crime organizado se fortalecer, não será por conta disso, e sim por outros motivos.

            Unidades especiais da polícia poderiam continuar existindo, pra combater, sei lá, um crime organizado q usa armamento pesado, por exemplo, mas isso seria pouco comum e ainda assim não iria requerer treinamento militar.

          68. Posso aproveitar a discussão pra tirar uma dúvida sobre algo que aconteceu comigo?

            Dia desses eu fui com duas amigas na Assembleia Legislativa aqui do Ceará, pra colocar algumas encomendas na agência dos Correios que fica nas dependências do prédio. Na entrada, o policial educadamente disse que eu não podia entrar, pois estava de bermuda (mais ou menos na altura do joelho). Não questionei, respeitei e fiquei calado, mas juro que não entendi o que veio em seguida.
            “Elas aí podem entrar, mas homem não pode entrar de bermuda”. As duas estavam de shorts (uma delas, por sinal com menos da metade do tamanho do meu).

            Eu realmente entendo o código de conduta ao entrar no plenário, ou nos auditórios… mas precisa disso pra se entrar numa agência dos Correios ou num banco que fique no mesmo prédio? E no mais: homem não pode mostrar as pernas, mas mulher pode. Um pouquinho machista, não? :V

          69. Para você soa inaceitável pois em sua mentalidade, tudo é possível desde que não discrimine socialmente um grupo na qual você é adepto ou simpatizante.

            O que deve ser entendido é um fato bem simples: a norma de um local particular (de pessoa jurídica que não é ou está associada a órgão público) se diz respeito àquele local. Se você discorda ou a norma não condiz com sua filosofia de vida, basta não acessa-la. Simples assim. A lei não o protege de acessar um local simplesmente porque você quer acessar este local, com vestimenta X ou Y.

            O fator “rolezinho” por exemplo tinha um ponto extra: a proibição não era por causa das vestimentas – as vestimentas serviram como esteriótipo de “suspeito em potencial” – mas sim de prováveis atitudes que um grupo de jovens com aparência de certo esteriótipo poderia causar. Ou seja, devido as atitudes de pessoas que se vestiam de forma X, qualquer pessoa com estilo X similar era barrada no shopping.

            Antes mesmos dos rolezinhos e jovens “ostentação”, analise outras pessoas com esteriótipos mais “expostos”, como pessoal estilo “punk” por exemplo e veja se existem este tipo de grupo social circulando em algumas áreas. Caso circulem, muitas vezes pode se notar que pode ter uma segurança (interna ou pública) acompanhando.

            Todo preconceito nasce justamente de atitudes que uma pessoa com esteriótipo X ou Y fez, e com isso criou-se um trauma que se estendeu para qualquer pessoa com esteriótipo similar. Se tem em mente que uma pessoa que tenha aquela descrição pode cometer um ato similar a pessoa que tinha uma descrição similar.

            Quanto a prédios públicos (justiça incluso), concordo que a norma de vestimenta é prejudicial. Um serviço público é de acesso a qualquer tipo de pessoa que está sob o manto da lei. Não importa se nua, maltrapilha ou de estilo veranista. Um prédio público não deveria ter normas de vestimenta.

            Porém, normas em prédios da Justiça existem pois na mentalidade jurídica, se exige uma formalidade para que se centre as discussões sempre nos assuntos jurídicos. O uso de uniformes, provavelmente em teoria, mantém o foco das pessoas sempre nos assuntos nas quais elas estão designadas. O uso de uma vestimenta diferente de um uniforme causa desvio de assunto, de atenção.

            Antes de achar absurdo algo, melhor analisar a fundo o porquê. Descriminações existem por vários motivos, e provavelmente até você tem contra certos tipos de pessoa, mantendo distância de pessoas que não lhe condizem com o que pensa.

          70. Pelo que lembro, hoje já se teve vários casos de pessoas contra cinemas que obrigavam a consumação, e proibiam a entrada de produtos de fora. Hoje não conseguem mais proibir, ACHO

        1. lembrei, por causa da agua, do consumo do frigobar em hotéis

          CLARO, o custo da conveniência de ter uma geladeira no quarto é considerado. Mas o estupro de cada item da pequena geladeira é abusivo.

          Por isso é quase que CERTO que passo em um mercado, e uso o Frigobar do hotel, apenas para gelar o que comprei. E sinto muito.. se o preço fosse só um pouco acima, não iria me deslocar até o mercado… mas aqui se quer lucro máximo com vendas minimas.

          1. sempre faço isso em viagens. e nem ligo se ma acham o pobretão. mesmo pq, não tenho grana pra hotel cinco estrelas.

          2. e nem precisa ser 5 estrelas. Mesmo hoteis mais simples abusam no preço do Frigobar.

          3. sim sim. eu nunca consumi nada de frigobar de hotel por isso. eu vou ao mercado mesmo. hehehe. e, pra ser sincero, acho q até hoje, só me hospedei numa hotel melhorzinho uma vez. qdo viajo procuro acomodações baratas já próximas a mercados :)

      3. Luis… não raro, SUCO… veja bem, suco.. aquela coisa que sai de uma fruta espremida em uma maquina, por 10 reais… 11…..

        é de espancar o dono do bar com um saco de bagaço de laranja.

        POR OUTRO LADO

        Isso gerou um movimento interessante em São Paulo. Mesmo a galera com bom poder aquisitivo está fazendo piqueniques em praças e parques públicos aos domingos. Isso é um ótimo efeito colateral da crise.

        Além disso, entre amigos, vamos na casa de um ou outro… mais seguro, mais barato, diversão garantida e sofá quando a cadeira da mesa cansar.

        1. Eu to nessa também. Além disso, se embebedar pode pedir asilo e dormir.
          Quanto ao suco, sempre peço o de laranja puro, pois terei certeza que eles não colocaram metade de água no copo. Já tô pagando caro mesmo…

    8. Eu gosto de beber….e algumas bebidas, se tomadas moderadamente até fazem bem pra saúde, vide vinho ou pesquisas com cervejas (CERVEJAS, não suco de milho popular que vendem no BR)

      Embora…. eu ache que…. esses pesquisadores gostam de vinho e cerveja. risos.

      Mas é muito da turma. É dificil não beber com alguns amigos…. é porque é gostoso tbm,

    9. eu raramente bebo cerveja, hoje no máximo uma ice de vez em raramente. Desde um carnaval em mariana (tinha uns 16 anos acho) em que tomamos um engradado de cerva, e depois inventei de tomar o tal de “cu de burro” (pinga+limão+sal), te falar, me deu uns lapsos de memoria. Então decidi que não beberia mais. Vim a colocar um copo de cerveja na boca novamente, a 9 anos atras enquanto estávamos construindo a minha casa… meu cunhado insistiu muito e estava calor. Acho que foi uma kaiser inclusive, e desceu igual água. Mas hoje te falo seguramente, não faz falta alguma, tenho uns Whisky aqui em casa que ficam de enfeite praticamente. A única coisa que vou te falar, parabéns e siga esse ideal, não por poder gastar grana com outras coisas, mas sim pela sua saúde mesmo!!!

  16. Quando vocês acham que a Xiaomi vai tomar vergonha na cara e lançar aparelhos melhores no Brasil? Seria viável um lançamento mantendo o custo/benefício nesse ano em plena crise e dólar a R$4?

      1. Ficou muito bonito. Bem melhor que o Redmi 2 a la Samsung Galaxy Core Duo Gran Plus Ace 2.

    1. Eu peguei na mão um Red Mi 2, e sinceramente fiquei impressionado. Não se esqueçam: estamos conversando sobre aparelhos de R$ 400,00.

      Imagina se a Xiaomi faz que nem a Lenovo, e mete no mercado apenas aparelhos top de linha ? Com essa crise que estamos você os compraria ? Não seria uma estratégia muito arriscada ?

      1. Exceto que o Redmi 2 há tempos custa bem mais do que isso, R$ 729 (é o Pro, mas é o único, já que a versão normal esgotou e não repuseram o estoque).

      2. Exceto que o Redmi 2 há tempos custa bem mais do que isso, R$ 729 (é o Pro, mas é o único, já que a versão normal esgotou e não repuseram o estoque).

        1. E nem vão colocar. Eles deveriam ter trazido primeiro o Pro, seria bem mais interessante.

        2. Desculpe por descordar contigo , mas, verdade, repuseram o estoque no domingo passado mas já acabaram novamente (fonte @MiBrasil). Tem razão o valor ofertado era de R$ 499,00 não 400,00 como havia dito.
          E sim, eles vão repor o estoque. Há varios twitters de pergutas lá. =D

      3. Eu ‘gostei’ do Redmi 2, tirando o design de Galaxy dele. Achei a MIUI muito bonita, fluída e a tela é muito boa. Visto que o Redmi 3 teria um valor convertido de menos de 500 reais, eu pegaria ele por até uns 800 reais. Acho que os tops da Xiaomi não devem passar de 1.200 aqui no Brasil, mesmo com o dólar alto. Ela diz na página no Facebook que opera na ‘lei do preço justo’, então acho que ela não seria tão mercenária.

        1. O meu medo é que quando uma empresa entra no Brasil, sofre de ‘avalanche de impostos e adicionas o qual quem vai pagar por isso somos nós usuários finais’.

  17. A Lenovo ‘matou’ a Motorola e consequentemente irá matar a série Moto. A pergunta que não se quer calar: Isso foi um tiro no pé ?

        1. Particularmente eu não acredito que a Lenovo irá manter o Android puro na linha Moto. O diferencial da linha Moto, para mim, será um design premium com preços e especificações de aparelhos high end.

          1. pior né.
            eu achei a maior cagada.
            pensa: entre um Motorola e um Lenovo com preço e specs similares…, qual você optaria?
            Pra mim seria um Motorola sem dúvidas.

        2. Complementando a resposta do Marcos Queiroz, ele vai customizar a interface do seus aparelhos tal como a Samsung faz, e diminuirá os produtos de low/middle high.

        3. Complementando a resposta do Marcos Queiroz, ele vai customizar a interface do seus aparelhos tal como a Samsung faz, e diminuirá os produtos de low/middle high.

    1. Foi. Só de ‘mesclar’ o Android puro com a interface horrível da Lenovo já me faz chorar. E outra, o povo já está acostumado com a linha Moto, é impressionante o número de X Play, G2 e Moto E que eu vejo onde eu moro. Vai ser muito difícil fazer as pessoas entenderem que tal aparelho da Lenovo é a nova geração de tal produto da Motorola. Vamos esperar a linha de 2016. É aquele ditado: ‘vamo fazer o quê?’.

      1. A Motorola já afirmou que a serie Moto terá sua versão 2016 e a mesma possuirá leitor biométrico, mas até que ponto a Lenovo está disposta a sacrificar a sua série nativa (Vibe) ? É algo que provavelmente que não durará mais de um ou dois anos.

        Sobre a interface do android da Lenovo, não posso opinar, pois não o conheço.

        1. Acabei de ler falando que a linha G e E não terão sensor biométrico: bit.ly/1UU0yC8
          Falando no Vibe, eu achei ele bem legalzinho. Parece promissor, ainda mais que o X Play aumentou de preço. Vai ter review dele aqui?

          1. Ai o @ghedin:disqus tem que tirar o escorpião do bolso e/ou tentar adquir um via empréstimo ^^

          2. (Há uma infestação de escorpiões aqui em SP, então, essa metáfora pode ganhar vida em algum momento!)

    2. Os rumores foram exagerados:

      “A respeito da entrevista de Xudong sobre as linhas Moto G e Moto E, a Motorola, por meio de sua assessoria no Brasil, diz que o ‘comentário de Xudong à imprensa chinesa foi mal interpretado’. Segundo a fabricante, o Moto G e o Moto E fazem parte do portfólio global de 2016 da Mobile Business Group (MBG), a divisão que cuida dos dispositivos móveis da empresa. Ou seja, por enquanto, não há motivos para acreditar que a Lenovo vai matar os smartphones Moto da Motorola. Muito menos no Brasil, onde o Moto G fez história e foi o aparelho mais vendido de 2014 conforme o The Wall Street Journal.”

      Daqui: http://tecnologia.ig.com.br/2016-01-14/entenda-o-caso-lenovo-e-motorola-moto-g-e-moto-e-continuam-existindo.html

      1. Sim, eu li isso. Mas convenhamos: será que foi só para colocar ‘panos quentes’ na história ? Não sei, só 2017 dirá. =D

        1. Não acho que se trata de panos quentes, mas sim de manter o time que está ganhando no momento. O Moto G, apesar da subida assustadora de preço, ainda tem um nome de prestígio aqui. No final de 2016, quem sabe?

    3. Só espero que a Lenovo não mude o maior diferencial da linha Moto, que é o sistema pouquíssimo modificado.
      Mantendo isso, acho que a Lenovo consegue o mesmo reconhecimento, independente do nome.

    4. Um pouco fora, mas um questionamento relacionado: por mais que eu goste da estratégia de produtos da Motorola, assim como várias outras pessoas interessadas em tecnologia, os indícios não são favoráveis a ela. A Lenovo não tem uma empresa lucrativa em mãos, por que manter tudo igual?

      O primeiro Moto X, que era o produto com a cara do Google, foi um fracasso devido às suas especificações e preço similar a concorrentes com melhores números de hardware. O discurso de otimização e hardware funcional não colou.

      Os sucessores foram entrando mais na lógica dos concorrentes de números maiores, mas mantiveram o Android sem personalizações. Todo geek gosta, mas considerando que os Nexus nunca venderam muito bem e o programa Google Play Edition foi descontinuado, não parece que seja um fator tão relevante para o usuário final.

      Por fim, critica-se essa maior variedade de aparelhos porque isso confunde o usuário. Talvez sim, mas tirando a Motorola dos últimos dois anos, só a HTC tem essa estratégia de linha reduzida e está indo pior a cada ano.

      A Samsung pode não estar em seus melhores dias, mas indo contra todas as recomendações dos geeks para o sucesso no mundo Android, ela continua sendo a campeã de vendas. Nem o nome do Google atrás da Motorola fez com que essa estratégia, inspirada no modelo da Apple, desse certo. Talvez, esse não seja o caminho para o lucro com as massas, apesar da maioria de nós apoia-la.

      1. Na real a estratégia da Motorola funciona, mas em países onde o lucro é menor. Ser líder de venda no Brasil é bem menos lucrativo do que… sei lá, ser a segunda nos EUA. (E, pior, líder de vendas com um mid-range que não deve ter uma margem muito grande.)

        Eu ainda acho que, mesmo comercialmente, uma linha mais enxuta dá mais resultado. Mas é preciso que o trabalho de base seja bem feito, ou seja, que os aparelhos sejam bons, competitivos e precificados corretamente. Não sei como é a realidade de uma empresa global como a Motorola/Lenovo, mas deve ser difícil, porque ninguém faz assim. (Ou, e aí meu raciocínio estaria totalmente equivocado, pior financeiramente do que a estratégia-Gremnlins da Samsung.)

        1. Ghedin, isso me lembrou um ótimo podcast que você fez com o Higa. Na época, se não me engano, foi comentado sobre o preço do Nexus 4/Moto G e como isso seria inviável financeiramente.

          Confesso que quando ouvi, pensei ser um bobagem chegar a esse tipo de conclusão, entretanto, você estava certo.

          Ótima análise.

    5. A única coisa que a Motorola trouxe para a Lenovo até agora foi prejuízo, logo, ou ela tomava uma atitude ou seria engolida por tantas perdas.

      Mais que isso, fica evidente como utilizar Android puro não é e nunca foi salvação para nenhuma fabricante.

    1. Faz tempo q não jogo nd. Meu vídeo game tá encostado coitado.

      1. Eu tb… no Máximo tenho jogado um Football Manager no PC. Mas o tempo de jogo tem sido cada vez mais escasso.

          1. Mobile joguei LEGO Batman. Comprei por módicos R$ 0,99 em promoção na play store :)

    2. Provávelmente um lol, mas estou meio de saco cheio, estou procurando um novo MMO para começar.

    3. Life is Strange. O jogo está MUITO interessante, estou começando o último capítulo.

      1. Estou com um jogo deste tipo, The Walking Dead 2nd Sesson, mas nao tive saco de inicia-lo.

      2. Estou com um jogo deste tipo, The Walking Dead 2nd Sesson, mas nao tive saco de inicia-lo.

        1. se não jogou a primeira temporada, eu recomendo fortemente. os jogos da Telltale, nesse estilo de contar uma história enquanto você toma as decisões, são muito bons!

          1. Sim, sim, terminei a primeira temporada e suei pelos olhos na cena final. :D

          2. Joguei a primeira temporada e estou me segurando pra não comprar a segunda pois tenho muitos jogos parados pra jogar, mas com certeza os jogos da Telltale são excelentes.

          3. Joguei a primeira temporada e estou me segurando pra não comprar a segunda pois tenho muitos jogos parados pra jogar, mas com certeza os jogos da Telltale são excelentes.

    4. Se pá vou comprar Portal 1 ou um jogo de estratégia a lá Advance Wars que vi no Steam e jogar isso.

    5. saudades ter um videogames da ”geração” nova ou um pc potente viu? por hora só jogo CS GO, ou um joguinho da Telltale ali ou aqui…

    6. Cara, comprei muitos jogos nessa promoção da steam e nem sei por onde começar. Na verdade comecei alguns e estou curtindo. Quero jogar ‘Left 4 Dead 2’ pra poder jogar com amigo q disse q seria legal e tal.

      1. Se conseguir juntar quatro pessoas e todas tiverem disposição para encarar uma campanha (leva em torno de uma hora), Left 4 Dead é muito divertido!

        1. um dia q o pessoal daqui se animar, podemos combinar uma jogatina.

        2. um dia q o pessoal daqui se animar, podemos combinar uma jogatina.

    7. Heroes of the Storm e Assassin’s Creed Syndicate :)
      Peguei também aquele AC Chronicles China pra ver qual é.

        1. Muito bom, estilo walking dead porém cenário é uma guerra civil

    8. Dúvida entre tentar engrenar em Massive Chalice ou terminar Steam World Dig.
      Edit: Saiu o beta de Plants vs. Zombies: Garden Warfare 2. Vou ver como está.

    9. Rocket League. Único jogo que me diverte no PS4 hoje em dia.

    10. Rocket League. Único jogo que me diverte no PS4 hoje em dia.

    11. Preciso terminar FEZ, que está há muito tempo na lista de espera, e queria começar a jogar Mass Effect 3

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