Post livre #42: Saideira de 2015

Post livre é um post sem conteúdo, publicado às sextas no Manual do Usuário, a fim de abrir o espaço de comentários para conversarmos durante o fim de semana. E este é o último do ano, então, aproveitem!

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621 comentários

  1. Alguém acompanhando as notícias primárias da CES? Cara, faltam dois dias para a abertura oficia e já tem tanta bizarrice!(e isso é bom)

  2. Aos fãs de “Death note” de plantão recomendo o filme “Asas do desejo”, do Win Wenders. Há uma bela intertextualidade aí.

    1. Parece que eles fizeram isso no mundo todo. Não é a primeira prática imoral que eles fazem. Eu não ponho minha mão no fogo por eles como empresa.

      Ainda assim, defendo que serviços similares não sejam proibidos e que haja competição nesse mercado.

        1. Mas pelo que tá na notícia, a cliente não teve noção alguma do valor:

          “O aplicativo dizia que a tarifa estava mais alta, mas não informou qual seria o valor da rota. É abusivo”, afirmou Daniela, de
          33 anos.

          Aí resta saber se o aplicativo falou que a viagem ia ficar absurdamente cara e a cliente não se atentou ou se o app não avisou de forma alguma. Não dá para descartar a segunda hipótese. E se for o primeiro caso, nada a fazer né.

          1. Provavelmente é o segundo caso. Quem usa o Uber sabe que o mesmo pratica o sistema de tarifa dinâmica (a pior coisa existente nisso aí).

            Em ambos os casos, há sim o que fazer. É preço abusivo. Uber não é pu**eiro onde se tu perder a comanda paga 500 reais.

          2. Bom, dizem que a tarifa dinâmica é só a lei da oferta e da procura aplicada na maneira mais objetiva.

            Se foi o primeiro caso, onde ficou evidenciado que a tarifa era tanto (520 – 560 reais por exemplo), o cliente concordou.
            Uma vez, quando estive no RJ, ocorreu de eu querer Uber e o preço estar em 2.2x. Só que na versão do aplicativo, falava-se a estimativa do preço.

          3. Não entendo vocês com este “liberalismo”. Ninguém saca que isso gera inflação, desigualdade social e tudo mais?

          4. O pessoal não nega que gera inflação ou desigualdade social. Eles acham que isso não é um problema em si. Pobreza extrema e miséria são, mas uma vez garantido o mínimo e oportunidade de crescimento/mudança, está tudo em ordem.

            Leio alguma coisa ou outra sobre liberalismo e me identifico com uma coisa ou outra, mas não sei se posso ser considerado um ou se eu me considero um. Mas esse detalhe é irrelevante.

          5. O pessoal não nega que gera inflação ou desigualdade social. Eles acham que isso não é um problema em si. Pobreza extrema e miséria são, mas uma vez garantido o mínimo e oportunidade de crescimento/mudança, está tudo em ordem.

            Leio alguma coisa ou outra sobre liberalismo e me identifico com uma coisa ou outra, mas não sei se posso ser considerado um ou se eu me considero um. Mas esse detalhe é irrelevante.

        2. É, pelo que vi de outras fontes não houve imoralidade de ser na surdinada. Foi como sempre foi feito: avisaram antes que sairia caro a corrida e ainda pediram confirmação.

          http://www.metropoles.com/distrito-federal/transporte-df/preco-dinamico-do-uber-faz-usuarios-reclamarem-dos-valores-abusivos-na-noite-de-ano-novo

          E alguns clientes que reclamaram pagarão menos:

          http://www.metropoles.com/distrito-federal/transporte-df/apos-reclamacao-de-consumidora-do-df-uber-abaixa-tarifa-cobrada-na-noite-de-reveillon

          Parece justo.

      1. Eu sinceramente defendo o seguinte:

        – Uber e similares cai no chamado “Fretamento”. É como fretar um ônibus ou um caminhão para que lhe atenda por uma rota determinada. Ou deveria ser considerado fretamento. Se é assim, que se estabeleça limites e regras para impedir abusos e proteger que presta serviço a empresa.

        – Se ele age como um táxi, automaticamente ele É um táxi. As regras então recaem como um táxi, não como fretamento.

      2. Ainda assim, defendo que serviços similares não sejam proibidos e que haja competição nesse mercado.

        fugindo um pouquinho do assunto, essa é uma premissa falsa do capitalismo, a de que a competição sempre regula os preços…isso não é uma coisa automática, em muitos casos, talvez a maioria, os competidores acabam formando oligopólios, cartéis e coisas parecidas…vide operadoras de comunicaçao, bancos, etc…

        em outras palavras, em muitos casos a regulação é necessária, senão o poder econômico acaba substituindo as supostas leis do capitalismo (tipo, lei da oferta e da procura) pela lei da selva

        1. Ah com certeza
          Não compro essa de o mercado sempre se regula sozinho etc. Meu ponto é que a pessoa tenha mais opções e que o estado não seja o único provedor porque sozinho não dá conta.

        2. Basta que o governo FISCALIZE quanto a formação de cartéis e oligopólios. Veja bem, FISCALIZAÇÃO e não regulamentação. Havendo fiscalização e penas rigorosas para quem for pego com a boca na botija, o capitalismo funciona perfeitamente, provendo um mercado livre, disputado, funcional e de qualidade. É diferente de anarquia, que prevê a extinção do Estado, aí sim a bagaça iria fugir do controle, pois a ganância do ser humano sempre fala mais alto. Mas havendo um Estado mínimo para fiscalizar e prover o básico (justiça, saneamento básico em parceria público-privada, fiscalização e segurança pública), todos os cidadãos de uma nação podem viver em dignidade, e mesmo os mais pobres ganham o suficiente para viver bem.

    2. uso quase semanalmente o uber e jamais paguei além do q pago comumente. fico atento nesse lance de tarifa dinâmica e qdo vejo aquele raiozinho azul…, eu espero ele desaparecer. e, sinceramente, deixar pra se locomover nesses horários críticos, é meio arriscado…

    1. Bem bom mesmo. Por muitas vezes vejo (e me pergunto o quanto isso me afeta negativamente) uma influência grande da cultura americana em minha vida e no meu modo de ser. Presumo que ela exista, e com força, por acompanhar e cobrir uma área que nasce e floresce lá (além de produtos culturais que recebemos pela conjuntura de diversos outros fatores).

      1. Dentro de certas fronteiras culturais (estou lendo um livro bacana sobre isso), a influência é inevitável e, certamente, deteriora um tanto das relações q já existem e das q vão começar por já estarem sobre essa insignia da superficialidade ou do interesse imediato desenhado pelas redes sociais. Mas, certamente, não é o fim da amizade! Essa continua existindo…, só leva mais tempo pra ser construída e não se encaixa muito nesses parâmetros q as redes mimetizam.

        Esse trecho é cabuloso:

        O fenômeno dos sitcons, por sua própria negação do individualismo que afasta o outro, é a prova de que ele existe como uma condição permanente. Na típica comédia de situação, o conflito é uma espécie de lubrificante da camaradagem, os egos não existem e todo mundo tem profundas e instantâneas afinidades com todo mundo. Somente nos Estados Unidos, onde a amizade frequentemente apresenta tensões e conflitos mais relativos ao antagonismo, seria possível criar uma prolongada série sensacional – atualmente encerrada – de sitcons intitulada Friends.

        Nunca curti “Friends” por isso (além das piadas ruins) e noto, pelo menos em vários lugares q trabalhei, esse clima de “Friends”, de afinidades instantâneas q, em parte não têm galho, já q se vive uma generalizada superficialidade em vários segmentos da vida e cada faz o q bem entende da própria vida, mas q denotam a precária relação com o Outro; q traveste o coleguismo raso de amizade antiquíssima. Às vezes calha de alguém ter uma playlist parecida no Spotify ou gostar de um mesmo autor ou filme pra uma amizade pronta-feita-e-acabada brotar de repente… Isso não existe e se existe é caso raríssimo de uma afinidade q desemboca em amizade.

        Agora, pensando bem, acho q era essa a “mensagem” de “500 dias com ela”…

    2. É uma coisa que venho pensando também, meio que inconscientemente.

      O termo “amizade” para muitos tem um peso. É uma pessoa próxima, de confiança, que tem uma relação afetuosa e de auxilio mútuo.

      O “amigos” do texto seria na verdade o que chamamos de colegas, as pessoas que existe algum nível de relacionamento mas este é superficial, não é afetuoso per si.

      De amigos pessoais mesmo, só tenho em contato 3, um apenas em contato pleno.

      De fato, o que sempre tem ocorrido comigo e gostei de ler neste texto é isso:

      O psicólogo define a tendência de amar as pessoas num determinado momento e de odiá-las no momento seguinte como splitting (ruptura). É a característica dos gângsteres. Agora, quase todo mundo age como um gângster em relação aos “amigos”.

      Em uma vida onde as relações são baseadas em custos de vida, no interesse relativo ao que a pessoa faz e tudo mais, vemos mais as pessoas como “objetos” que como “seres humanos”. Na verdade, tudo em si é mezzo objetificado, até mesmo animais de estimação.

      A namorada gostosa que amo, o amigo que conversamos sobre futebol, o cão que me recebe em casa com carinho… Vide que trabalhamos tudo isso via adjetivos. Meio que baseado em frases já lidas ou ouvidas em histórias, contos, publicidade, sermões religiosos, jornais, etc…

      Sei lá. Quanto mais pessoas vivem, mais o mundo fica impessoal. Quanto mais números, mais quantidades, mais difícil de lidar.

      Talvez por isso que “amizade” (coleguismo) é mais eficiente e utilizado que a amizade como sentimento. É muita gente para pouco sentimento.

      1. Tb tenho bem poucos amigos… E, pelo q parece, com o passar do tempo, há a tendência de se cada vez mais difícil fazer novos amigos. Depende da personalidade de cada um, claro, mas esse caminho para a amizade é longuíssimo e a quantidade de pessoas nele pode não ajudar muito mesmo. Eu não sou fã de redes sociais, mas as uso para contatos com amigos e colegas e tem lá sua eficiência, mas a proposta primária e essencial das redes não me atrai nem um pouco, pq não curto essa ciranda.

        1. Isso. Eu sinceramente tenho inveja de quem tem mais facilidade para aceitar amizades diferentes, falar “olha, este é meu amigo”… e tal. Diferente de você, eu gostaria mais de entrar em uma ciranda. Só que no meu caso, por entender o mundo em uma visão diferente das pessoas ao meu redor, mais atritando com elas, é mais difícil.

          Eu noto muito uma hipocrisia geral. As pessoas geralmente falam uma coisa baseada em alguém que tem repercussão, mas fazem outra. Não nego – também sou hipócrita.

          Uma coisa nesta de “coleguismo” é isso: no final também é uma máscara com um teco de hipocrisia. Melhor manter a “amizade” para evitar atritos. O próprio texto lá diz: há a política do “melhor ser amigo do meu inimigo” – algo bem comum nos textos sobre “A Arte da Guerra” :p

          Novamente: sei lá. Para mim é confuso descrever tudo isso. Ainda mais que estou em terapia, estou ainda aprendendo sobre minha pessoa.

          1. Eu fico um tanto reticente qto a um comportamento hipócrita visto de modo generalizado (se é q foi isso q vc quis dizer) nesse caso, pq eu penso q, às vezes, as pessoas não tem lá muita opção e aderem a um modo superficial de vida dado o contexto em q vivem. Sem falar q pode ser uma coisa como ou eu tenho uma relação superficial ou não tenho nenhuma, saca? Certamente há gente agindo de modo hipócrita por aí, mas não me parece ser, mesmo qdo é o caso, algo generalizado, ou pelo menos tão generalizado qto a superficialidade o é. Ser colega de alguém não é ser um falso amigo, portanto (presumo q vc não tenha dito isso, inclusive). Ao embarcar em um coleguismo travestido de amizade eu apenas posso estar me iludindo ou fantasiando/idealizando uma amizade verdadeira q, diga-se, pode surgir um dia. Eu acho q hipocrisia caberia em casos mais graves num comportamento reiteradamente dissimulado e consciente, saca? Desconfio q ainda não estejamos nessa situação no dia a dia. Claro q qdo passo pelos festejos natalinos e vejo a fúria das compras e o tão pouco q se pensa no sentido religioso da data pelos q se dizem católicos, por exemplo, eu penso primeiramente na hipocrisia disso tudo, pq, de uma data como essa, q mobiliza socialmente tanta gente e afeta distintas mentalidades, pode estar havendo sim um comportamento hipócrita de modo generalizado…

          2. Quando falo de hipocrisia, é da questão de defender publicamente uma coisa apenas em nome de uma paz, mas no fundo desejar outra, fazer de forma oculta ou fora do exposto com a outra parte. Não é só a questão de “pedir menos consumo, e ir depois no shopping passar o limite do cartão de crédito”.

            Como falei por exemplo de “manter a amizade com o inimigo”. Estar perto de alguém e falar que apoia, mas no fundo não quer apoiar, ou faz algo oculto para que tal apoio se dissolva sem este alguém perceber. Algo comum na politica em geral.

            Edit e complementando:

            Até entendo que manter um comportamento assim de fato ajuda a manter a paz. E a não manutenção deste tipo de comportamento resulta em situações como vemos nos países árabes: os conflitos de ideais geram as guerras internas por áreas e interesses.

          3. Isso q vc diz me faz lembrar os serviços diplomáticos, porque eles não operam dentro da hipocrisia, por mais q assim pareça em muitos casos. Eles estão mais ligados a retórica, aos jogos políticos e as nuances culturais… Os políticos, apesar de termos fartos exemplos deploráveis em solo nacional q invalidam qualquer fé na humanidade, tb agem dentro do jogo político partidário q é bem difícil de jogar…

            A pecha de hipócrita, eu noto, é raramente aplicada, pq é bem difícil saber qdo uma pessoa está sendo incoerente ou hipócrita, por exemplo. Aliás, é muito raro ver alguém confessando ser hipócrita. Dependendo do grau de cinismo de uma pessoa, a hipocrisia pode ser a última das acusações q pode recair sobre uma pessoa.

            Vou dar uma espiada num livro q tenho aqui, “Representação do eu na vida cotidiana, do Goffman pra ver o q encontro sobre isso, pq, de fato, é um ponto muito interessante.

    3. Quanto negativismo e pessimismo. To meio bêbado alto~ pra fazer um comentário mais elaborado. Amanhã releio.

    4. Quanto negativismo e pessimismo. To meio bêbado alto~ pra fazer um comentário mais elaborado. Amanhã releio.

      1. Pode ser visto assim tb… Amanhã, menos ébrio, veja o q acha.

        1. Reli e mantenho a opinião de que o texto é extremamente negativo. Não gostei. E fiquei pensando, bobamente, no que os amigos dessa pessoa achariam ao ler o texto.

  3. Esse
    Galaxy Tab S2 q está na promoção do manual parece ser muito bom, não? pelo q vi ele está sendo comparado com o ipad air 2e não fica atrás… pelo preço de um ipad air 2 64 gb, dá pra comprar dois desse modelo da samsung e ainda sobra uns trocos pro sorvete, pipoca, refrigerante e dez ingressos de cinema…

    1. Sim, é o rival direto do iPad Air 2, e parece muito bom. Acho que é o único tablet Android que compraria hoje. (E aproveitaria essa promoção se não tivesse acabado de comprar um celular; agora é hora de segurar um pouco as pontas!)

      1. estou pensando em comprar um desse pra esposa, q quer muito um ipad, mas talvez possa aceitar um desse principalmente levando em conta o valor.

      2. e será q vão vender o de 8″ no brasil? até agora só vi o de 9.7″ à venda…

      1. Nascido após os anos 80, suponho :)

        (Boa parte dos programas do SBT tinham esta música, salvo engano Passa ou Repassa era um deles).

        1. Assistia passa ou repassa na época do Celso. Era massa, considerando que eu era uma criança boba como quase todas as outras.

          1. Era mais na época do Gugu. Isso na verdade é o que chama “Eurodance”, que música eletrônica feita na Europa.

            Tava procurando umas músicas eletrônicas antigas que eu curtia aí achei essa :)

          2. Essa é das boas. Salvo engano, é 2000-2010 :) (bons tempos que a Energia 97 tinha músicas assim, agora tá tudo no energia na véia :p ) Se minha cabeça é boa para isso, sei que os grupos da época eram Áqua (a famosa “Barbie Girl”), Gigi di Agostino, Eifeel 65, Armand Van Helden, Magic Box (desta música) etc.

            Dos anos 80/90, é Corona, Snap!, Black Box, Bizzarre Inc., etc… enfim… a lista é grande.

            É que não uso Spotfy ou similar (tenho conta, mas nem uso), senão compartilhava a playlist :)

          3. q tosqueira (o apresentador, o programa, o ‘suuuuceeeesooo’ e o ‘é internacional’)…

  4. Um pensamento sobre políticamente correto, “Gultily Pleasure”, “o trabalho é legal, mas o autor é uma m***” e tudo mais.

    Hoje achei umas músicas que escutava quando mais jovem do Cypress Hill e House of Pain. Acho que na época eu tinha uns 16. Escutava pela batida, pelo ritmo. Não entendia a letra.

    Fazia tempo que queria relembrar estas músicas, aí achei hoje. Quando vou escutar e ir atrás da letra, me dá uma agonia… “poxa, eu escutava isso?”.

    Pior é pensar que eu gosto das batidas da música, mas a letra… argh! Violência, dominação, gansgta etc… Puxa, não tem a versão instrumental para eu ter pelo menos um peso mais leve na consciência?

    Antes disso, eu tinha pesquisado sobre uma música e descobri que era do Snoop Dogg. Ao ler sobre ele, também me deu raiva…

    Sei lá. Quando eramos mais jovens, será que aceitávamos mais facilmente estas coisas? Ou a questão moral ainda não era bem tratada e tudo mais?

    Parce que quando se muda a sensação de moral, muda-se também os conceitos que tinha antigamente. Sei lá explicar…

    1. Tenho isso com Bukowski. Acho a leitura divertidíssima, mas ao mesmo tempo percebo o que to lendo e fico meio num mato sem cachorro. Também fiquei assim quando fiquei sabendo sobre as acusações pro Woody Allen.

      Só parei de me incomodar quando com isso quando percebi que eu não saberia colocar sentimento ou razão numa balança coerente. Então as vezes sou pego pelo prazer, as vezes por dúvida moral e assim vou levando.

      1. Então, essas coisas que fico pensando. Me lembro de ter lido rapidamente o texto “O trabalho é legal, mas o autor é uma m***” no Papo de Homem, mas esqueci o contexto :p (Meu sistema de leitura dinâmica guarda as informações na memória temporária. As vezes esqueço de repassar a informação e perco :op )

        Fico pensando se a gente dá valor positivo para algo que consideramos prejudicial não é um incentivo para a manutenção do que é feito de prejudicial.

        Se bem que é difícil também entender, uma vez que se conflita com valores internos de liberdade plena, ou seja, sei que as pessoas tem consciência de serem livres para fazer o que quiser uma vez fora dos padrões morais vigentes.

        1. Ah, além da atitude foda-se vocês seus merdas, tem uns contos baita machistas
          Num ele meio que glorifica o sexo coercivo

          1. Ainda não li Bukowski, mas qual o problema disso na ficção? Lolita aborda uma relação muito mais condenável e não deixa de ser um baita livro, por exemplo.

          2. Nenhum quando é na ficção, mas a obra dele era (dizem os críticos) biografica. Assim como no caso do Woody Allen, não vou ter acesso a verdade

          3. Olha, de qualquer forma: Misto-Quente e Hollywood foram, na época pelo menos, sensacionais. Dá pra ler cada numa sentada.

            É bem menos humanamente triste que nos contos, mas ainda é meio triste.

    2. É que o mundo, a vida, tudo não se encaixa nessa regra de “8 ou 80”. Não fazemos só coisas que nos agradam, não lidamos só com pessoas de quem gostamos. Da mesma forma, ninguém é perfeito — se pudéssemos ter intimidade suficiente com todos, todos nos seriam reprováveis em alguma medida.

      Eu aceito muito melhor obras boas de gente ruim hoje do que quando eu era mais jovem — acho que aprendi a separar as coisas. Há exceções e, claro, sempre peso o fato de que gostar e suportar (num sentido de demonstrar interesse/apreço) pode ajudar alguém ruim a se dar muito bem, mas relativizo bastante coisa. Se o trabalho é legal e o autor, um babaca, geralmente limito a apreciação ao trabalho e bola pra frente. Afinal, mesmo sendo muito ruim, algo de bom esse alguém fez, logo, por que não apreciar?

      1. Trabalha sob nuances requer extrema tolerância as situações. Entendo isso tudo que tu fala, mas ao mesmo tempo me conflita.

        Tolerar atitudes prejudiciais de uma pessoa só porque esta pessoa fez outra coisa melhor não sei se ajuda em algo. Há pessoas que mudam a mentalidade após uma situação.

        Salvo engano, no Brasil o melhor exemplo é o Belo. Ficou anos em uma cadeia por posse de armas, além de outras atitudes menores dele. Parece que ele saiu da cadeia e mudou muito as suas atitudes. Não sou fã da arte dele (tenho trauma de uma das músicas dele), mas bem, é uma pessoa de relevância pública.

    1. Fiquei com Social Network mesmo porque queria era passar tempo no PC. Ia acabar não aproveitando filme densos.

      A netflix tá com poucos filmes bons de rabo de olho, isso é preocupante também.

      1. sim, cara… bem poucos filmes bons. nenhum filme q tenho na biblioteca q acesso via plex tem no netflix. apesar q hj assisti ao excelente ‘indie games: the movie’. mas, no geral, estou usando netflix pra ‘hora da aventura’, ‘arquivo x’ e algumas poucas outras coisas :(

        1. Tive azar que boa parte do catálogo de besteirol bom disponível eu já vi, seja na warner, sony, fox, globo, baixando…

          Os filmes mais antigos, 90, 80, 70 bons estão lá,mas ainda não to na vibe. E até as séries não estão mais descontraídas, são superproduções.

          Pena quenão tem 30 Rock ou Suits atualizado.

        2. Tive azar que boa parte do catálogo de besteirol bom disponível eu já vi, seja na warner, sony, fox, globo, baixando…

          Os filmes mais antigos, 90, 80, 70 bons estão lá,mas ainda não to na vibe. E até as séries não estão mais descontraídas, são superproduções.

          Pena quenão tem 30 Rock ou Suits atualizado.

          1. pena q não dá pra compartilhar a lista de filmes q fiz. pq achei umas coisas boas lá – poucas.

          2. acho q não… cara. mas não insisti muito nessa questão tb.

    2. Ajudar um amigo a transferir os dados para outro lugar. O note do mesmo soa-me que tem problemas no HD.

  5. Se o Disqus aceitar este código aqui, vocês verão o twitt de Dia das Bruxas com o cosplay mais real existente

    海外サイトに載ってたこの「赤ずきんちゃんとおばあちゃん」の仮装が…特におばあちゃんがwww pic.twitter.com/jaWf0WPAZr— メタル大吾郎 (@metallic_gorou) 1 novembro 2015

  6. “Aceita que dói menos” é uma frase dita por quem apoia violências. (Outras frases como “Chora mais” e similares idem) Conversem sobre isso.

    1. tb não curto essas frases de anulação do outro. mas certamente devo tê-las usado em algum contexto em algum momento :(

  7. Alguém aqui teria um “achado do ano” em termos de produto tecnológico? Digo, mesmo q não tenha comprado ou manipulado, mas q seja novidade.

      1. manda um link aí se tiver. ouvi alguns comentário sobre, mas não fio atrás… achou legal?

        1. Achei que nem fosse encontrar, mas era essa aqui: http://giroptic.com/
          Acho a ideia de ter encaixe para soquete de lâmpadas genial. Porém é do ano passado.

          Então acho que desse ano não tenho nada.

    1. Mesmo que eu nao queira, que o fantasma do KINECT esteja presente, só me vem a cabeça o Hololens. Gostei do hoverboard, mas ai já é geek apeal

    2. Mesmo que eu nao queira, que o fantasma do KINECT esteja presente, só me vem a cabeça o Hololens. Gostei do hoverboard, mas ai já é geek apeal

      1. Vi um domingo na Avenida Paulista. Achei interessante, mas ao olhar como ele é operado, a única coisa que me passou pela cabeça seria um Segway sem barra de controle :p

      2. puts, tenho muita vontade de andar num desses, mas não manjo de skate e, pelo q parece, esse hoverboard funciona bem em ruas bem planas, o q não é o caso aqui de sp na maioria das ruas. o risco de levar um capote é grande, então. o casey neistat usa essa parada o tempo todo em ny e funciona bem.

      3. é bem como o fabio disso, o casey neistat usa em NYC direto, porem la parece não ter um quebra molinha sequer, aqui no RJ mesmo seria meio impossivel de usar creio eu, talvez role porem só no centrão, e ou num Aterro do Flamengo, ou Orla fechada em fins de semana etc.

        1. na minha bicicletinha aro 26 já passo perrengue, imagine com um desses.

      4. só como curiosidade (porque é praticamente desconhecido) eu já vi gente usando monociclo elétrico aqui em São Paulo

        1. Esse não vi ainda por aí. Bem, ando pouco por aí também…

  8. “Do you remember the carefree days when web development only required a browser, a text editor and an FTP client? Today you need Node.js, Gulp/Grunt, git, static HTML generators, Sass compilers, Autoprefixer, minifiers, uglifiers, linters, BrowserSync and a range of other build tools to create a basic“Hello World” page.”

    Vez ou outra leio alguma coisa de web design/web development e e realmente antes era mais fácil de entender as coisas (como leigo). Hoje tem muito conceito, nem a Wikipedia acompanha mais.

    1. nunca tive vocação pra programar nada. sou inapito na área… mas tento ficar atento às novidades e, de fato, ficou tudo mais complexo. mas eu vejo q isso se deu, principalmente, pq há um esforço bem maior em tornar a usabilidade melhor e a mobilidade tb trouxe consigo novos problemas.

    2. Sempre falei que para mim entendia HTML como linguagem de programação. O pessoal me batia falando que não era – era linguagem de sintaxe. Acho que o pessoal hoje queima a língua.

      Trabalhei acho que aos 18 anos com criação de sites. Fiquei um ano trabalhando e sinceramente me dava agonia. Trabalhava e aprendia ao mesmo tempo, e na época ganhava um salário mínimo (ou menos). Sem transporte, sem almoço, sem nada. Depois de um ano, sai fora. Eu queria era aprender a consertar computadores. Entre os 19 até os 22, fiquei entre manutenção de pcs e serviços eventuais em um ou outro site. E sempre ganhando pouco. Hoje só trabalho com manutenção e raramente faço sites.

      1. HTML realmente não é linguagem de programação porque não dá para resolver uma série de problemas com ela, HTML5, Javascript é uma linguagem de programação “Turing-complete”. Você não consegue, por exemplo, ordenar um vetor usando apenas HTML.

        Por que te dava agonia?

        1. Para mim, tinha HTML como linguagem de programação devido a fato que é necessário fazer a estrutura do código para depois este ser “compilado” em algum lugar (como os navegadores :) )

          A agonia é devido a trabalhar com arte, design (também fazia algumas artes para impressão também). Trabalhar com arte (webdesign idem) requer ou que a pessoa tenha tolerância total ao pedido do cliente (desligar o sentimento de ridículo), ou capacidade de converter o cliente a entender sua visão de arte e limitações. De qualquer forma, fui perdendo o gosto aos poucos de trabalhar com isso. Queria mesmo era consertar computadores, pensei que trabalhando com sites, ia conseguir dinheiro fácil para fazer um curso e tudo mais.

          No ano seguinte, fui trabalhar limpando trilho de trem.

          1. Eu concordo com o @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus e sempre me refiro ao HTML como linguagem de marcação. Não existe programação em HTML, nem mesmo coisas básicas de qualquer linguagem como laços de repetição, variáveis, conectivos lógicos e outras operações. É uma linguagem que entrega o que é escrito, na ordem em que foi escrito, sem qualquer alteração no meio do caminho (entre o que foi escrito e o que é exibido no navegador).

            O desenvolvimento web evoluiu muito e existem complementos poderosos que dão a linguagens de marcação algum “cérebro” (frameworks e coisas como o LESS, para CSS), mas a base mesmo, o HTML, evoluiu à sua maneira: teve o XHTML no meio do caminho e só hoje, com o HTML5, ele passou a fazer algumas coisas mais elaboradas, como armazenamento local (embora desconheça os detalhes).

          2. Eu concordo com o @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus e sempre me refiro ao HTML como linguagem de marcação. Não existe programação em HTML, nem mesmo coisas básicas de qualquer linguagem como laços de repetição, variáveis, conectivos lógicos e outras operações. É uma linguagem que entrega o que é escrito, na ordem em que foi escrito, sem qualquer alteração no meio do caminho (entre o que foi escrito e o que é exibido no navegador).

            O desenvolvimento web evoluiu muito e existem complementos poderosos que dão a linguagens de marcação algum “cérebro” (frameworks e coisas como o LESS, para CSS), mas a base mesmo, o HTML, evoluiu à sua maneira: teve o XHTML no meio do caminho e só hoje, com o HTML5, ele passou a fazer algumas coisas mais elaboradas, como armazenamento local (embora desconheça os detalhes).

          3. É, desenvolvimento front-end é realmente complicado nesse aspecto, até por isso prefiro desenvolvimento back-end…ai ninguém tem opinião sobre o seu trabalho apesar de ter outros lados negativos como erros serem mais críticos desse lado do desenvolvimento.

          4. Por isso que fui para manutenção também – erros não são tão críticos, já se resolve o problema trocando o que tem que se trocar e pronto.

            Sinceramente, hoje nem sei mais o que quero da vida. Acho que já falei nestes comentários: ou tentaria continuar em informática (mas precisaria me aprimorar ainda mais), ou ir para estudos em mobilidade urbana (uma área que gosto de procurar saber sobre) ou sociologia (para poder tentar entender melhor o comportamento das pessoas e pensar em ideias de eficiência em mudanças de culturas que possam ser prejudiciais).

          5. olá, ligeiro. me identifiquei muito com esse seu comentário (só o li agora). sinto até q eu mesmo poderia tê-lo escrito sobre mim mesmo, pois, até esse exato instante, passado quase 35 anos de vida, ainda não sei bem o q quero fazer ou seguir – apesar de já ter gostos e hábitos q, creio eu, dificilmente mudarão e indicam caminhos.

            (sei q o assunto era html…, mas um pequeno desvio não faz mal a ninguém.)

            de todo modo, notei algo: me parece q o fato de vc fazer ou ter feito manutenção em máquinas acaba q lhe serve (vendo de fora e sem te conhecer minimamente, claro) como metáfora pra sua vida. vc, me parece, quer fazer a manutenção não só das máquinas, mas do mundo de um modo geral e, não à toa, essa sua ajuda recaiu na área de informática e não, sei lá, na área da saúde, porque a interação entre homem e máquina se dá numa instância mais recente historicamente por assim dizer e a “novidade” tem lá o seu apelo.

            dos possíveis caminhos q vc aponta, todos são promissores, mas o q talvez lhe faça entender menos as pessoas seja justamente a sociologia. afinal, essa é uma ciência ambiciosa demais e q tenta entender a sociedade e não apenas os indivíduos – mesmo qdo parte de casos mais específicos como fez o jesse de souza e seus seguidores no ‘a ralé brasileira’, por exemplo. mas ainda assim, é algo válido pra uma aproximação. aliás, recomendo essa leitura, caso não tenha feito.

            todas essas áreas te permitiriam, tb, ser um profissional mais técnico e com menos contato direto com as pessoas, mas, pelo q noto na sua escrita aqui, isso não parece ser a sua vontade primária. o próprio gabriel arruda, diz preferir o back-end e isso me soa tb como metáfora pra vida dele (o q claro, é só uma impressão, pois tb não o conheço). pode ser, claro, um erro de leitura meu, mas como vcs prefiro sempre os bastidores, pq é uma parte do trabalho igualmente importante. e por ser introvertido e não extrovertido, me sinto mais à vontade desse lado da tarefa em qualquer área.

            estou tentando mudar um pouco isso, a meu modo, mas mesmo essa tentativa não me ajudou a saber o q quero exatamente da vida e talvez a metáfora q melhora me sirva seja justamente qualquer uma q refletir inconstância, incertezas e uma certa fé demasiada nas pessoas mesmo diante de cenários bem ruins…

            creio q se vc insistir em qualquer área q achar melhor, vai se sair bem, cara.

    3. O problema é que os objetivos dos sites mudaram radicalmente, o que antes era apenas exibição de conteúdo virou uma plataforma para desenvolvimento de sistemas. Não é como se Javascript, HTML e CSS tivessem sido criados já com a internet de hoje em mente…foi virando. Ser aberto também aumentou muito possibilidades e forks, bom para o desenvolvimento geral, mas que complica bastante para quem está chegando.

      É claro que, como tudo, poderia ter crescido de forma melhor…mas o desenvolvimento web virou o padrão do mundo atual de forma muito bem sucedida. Você está querendo fazer um site ou algo do gênero?

      1. Quero fazer meu CV/Portfolio usando web ao invés de folha de papel, livro ou um mero .pdf.
        Os sites de arquitetos ou escritórios de arquitetura são uma lástima, no mundo todo.

        Aqui vai uma historinha:
        Quando moleque eu mexia em alguma pequena coisa ou outra de PHP/MySQL/Apache porque virei moderador de um fórum abandonado que usava phpBB como sistema. Era massa, mas eu não sabia realmente o que eu tava fazendo. Cheguei até a comprar um domínio e pagar um host para ter meu próprio fórum, mas morreu depois de um mês. Lia bastante coisa de webdesign, mas de fontes nada técnicas. Layouts feitos no photoshop, passados pro Firework e depois pro Dreamweaver, sei lá.

        Daí na faculdade aprendi alguma merda ou outra de Fortran (!!!) e C e achava muito divertido, porque agora eu sabia o que eu tava fazendo. Aí comecei a ler uma ou outra coisa de programação junto das leituras webdesign. Até tentei ir pro curso de Desenho Industrial, mas sabe-se lá por qual razão fui parar na Arquitetura, onde as pessoas tem sérios problemas de lidar com computadores.

        1. Se tem pressa, use algo pronto. Pega algum CMS e use alguma ferramenta para deixar o site mais atrativo para ti e para os outros. Como é arquitetura, provavelmente vai lidar com imagens. Faça como um site de fotógrafo.

          Eis um exemplo: http://www.itapeviclick.com.br/

          1. Vou usar WordPress mesmo, já selecionei material para estudar e tudo mais. Falta sentar e aprender fazendo.

            E quanto ao design, tenho que pensar bastante. Essa mera exposição de imagens é algo que eu critico nos sites de arquitetura, falta mais informação.

            Aqui são exemplos de sites de grandes escritórios internacionais, e olha como são no mínimo questionáveis:

            http://www.dsrny.com/ (o pior de todos)
            http://www.fosterandpartners.com/projects/wembley-stadium/
            http://www.rpbw.com/
            http://oma.eu/
            http://www.zaha-hadid.com/
            http://big.dk/

            Os escritórios brasileiros estão bem melhor nesse aspecto, mas no final das contas tudo se resume a grid de imagens clicáveis. Não gosto disso, não há nada de novo ou atraente.

        1. poxa, qdo soube q ele morreu fiquei chateado. teria sido o mesmo se fosse contemporâneo de lewis caroll e me dissessem: o lewis morreu… vou revivê-lo aqui tb.

  9. “Do you remember the carefree days when web development only required a browser, a text editor and an FTP client? Today you need Node.js, Gulp/Grunt, git, static HTML generators, Sass compilers, Autoprefixer, minifiers, uglifiers, linters, BrowserSync and a range of other build tools to create a basic“Hello World” page.”

    Vez ou outra leio alguma coisa de web design/web development e e realmente antes era mais fácil de entender as coisas (como leigo). Hoje tem muito conceito, nem a Wikipedia acompanha mais.

  10. No twiiter — e facebook, disqus e outras redes –, quando se começa a escrever com @ aparece um menu dropdown com uma lista de pessoas para a gente escolher. E ao selecionar a pessoa, o username fica como um link.

    Alguém sabe se existe um nome técnico ou conceito para esse procedimento dentro do universo da programação?

      1. Autocompletion era o termo que eu queria, apareceu no artigo. Valeu!

        É que queria entender como funciona quando você aceito o Autocomplete e o terma acaba virando um link. Curiosidade boba que eu tive no momento

  11. E como o post é livre… Relato aqui a vcs a infâmia q é constatar q ao sair às compras de produtos de limpeza um pouco mais sofisticados para casa (afinal, eu faço a limpeza da casa e estou tentando fazer isso com mais frequência e de modo mais ágil), deparo-me apenas com propagandas voltadas às mulheres!

    Estou atrás de um esfregão tipo mop, daqueles com auto-torção ou baldinho para torção, e em todas as propagandas (de várias marcas diferentes), apenas mulheres fazem uso desses equipamentos. Uma das linhas de produtos foi batizada, sabe-se lá por que, com o nome de ‘Noviça’ (com propaganda toda decorada com florzinhas e uma mulher sorridente ilustrando, porque, como se sabe, fazer faxina é algo muito agradável e gostoso de fazer; melhor q jogar video-game, por exemplo, item destinado a garotos e homens, claro).

    E não para por aí: comprei, recentemente, uma luva pra limpeza mais pesada (na cor azul), além da embalagem ter uma comunicação voltada às mulheres (pelo menos no entendimento padrão que a indústria tem de como se comunicar com uma mulher, ou seja, por fontes delicadas, flores e cores suaves), a bagaça da luva não cabe na minha mão (colocá-la é um martírio e tirá-la outro, já q arranca todos os meus pelos e como faz muita pressão, deixa a minha mão doendo enqto a uso), mesmo comprando o tamanho G, daí que notadamente não é uma luva pra uma mão masculina…

    Reparem bem, toda a indústria de produtos de limpeza é voltada para as mulheres, pois, como se sabe, é esse o destinho delas conforme a mente dos empresários, dos políticos e de uma parcela substancial da sociedade q prefere as mulheres com uma vassoura na mão ao invés de ocupações outras.

    E, cacete, não tem um homem nesse mundo q limpe a própria casa!? Duvido… Então por que não há produtos de limpeza voltados pra homens? E não digo q quero usar uma luva de limpeza q tenha camuflagem do exército ou preta, sei lá… Não é isso. Trata-se de q a mulher é vista como aquela q limpa, q cuida da casa, q é provida e vive sob os auspícios de alguém…

    https://www.youtube.com/watch?v=NDODXUaZ6Bk

    “Um novo jeito de pensar em limpeza” o escambal!

      1. É isso que fico me perguntando. Se existisse uma propaganda de produto de limpeza focada em homens, seria também um machismo?

        1. Creio que não, embora não saiba dizer como seria a recepção. Há todo um contexto histórico e social que joga nos ombros das mulheres o “dever” de limpar e arrumar a casa, e a publicidade que reforça esse absurdo é mal vista justamente por isso.

          O ideal seria a indústria e os marqueteiros atacarem esse problema de forma neutra — todo mundo, homem e mulher, limpa a casa, logo, por que essa distinção?

          1. Acho que é daí que nasce os problemas de discriminação, por isso que falo que temos que combater todo o tipo de preconceito (e não só focando em preconceito x ou y).

            Se o tratamento tem que ser neutro, que seja.

            O ruim nessa história é que marqueteiros usam muito padrões psicológicos para anunciar. Na visão deles, se o foco é “mulher que limpa”, então sempre será uma propaganda ilustrando que “facilita a limpeza da dona de casa” com uma mulher narrando.

            fico imaginando uma propaganda masculina de produto de limpeza: um cara barbudo, com os produtos na mão, anunciando os mesmos com uma voz “máscula” – que “limpeza não é só coisa de mulherzinha”. corta para o mesmo fazendo um trabalho de limpeza e um narrador de voz mas máscula ainda falar “este produto tem muita força. e com sua força, a limpeza é rápida. produto: não é só para mulherzinha”

          2. as mulheres q trabalham em empresas de propaganda, por exemplo, reclamam muito do machismo dos caras q sempre fazem propaganda dentro dos esteriótipos mais escrotos da nossa sociedade… se vc virar o canal e der uma espiada nos produtos de limpeza para carros, a propaganda, embalagem etc é toda voltada para homens. e qdo há para mulheres, é algo muito tosco, mimetizando o universo da limpeza da casa, ou seja, é um imbróglio bem merda essa parada.

          3. Machismo implícito no termo ” mulherzinha”. Talvez sem intenção, não deixo de crer em sua índole, mas está piorando as coisas

          4. Fui ironico, como falei, é uma imaginação de alugém tentando fazer uma propaganda masculina. Não implicitei em uma propaganda neutra.

          5. Fui ironico, como falei, é uma imaginação de alugém tentando fazer uma propaganda masculina. Não implicitei em uma propaganda neutra.

        2. bastaria uma propaganda neutra. obviamente mulheres limpam suas casas, mas homens tb. o q me parece é q a indústria não concebe q um homem tb pode fazer a limpeza da casa em diversas circunstâncias, inclusive qdo ele convive com uma mulher – q pra indústria (genericamente falando) estaria fadada a limpar a casa, como se fosse tarefa apenas dela… daí q não é só a propaganda, mas produtos para homens tb. o lance das luvas é crítico…

    1. Eu sempre me indaguei sobre isso…
      Outro ponto: cabos de vassouras/rodos curtos demais. Às vezes tenho que me curvar para conseguir usá-los.

      1. alguns desses q estou procurando tem regulagem de altura… deve ser pra mulheres mais altas :(

    2. Bom, acho que existe um mercado aí no qual a propaganda desse produto seja mais balanceada e até com crianças inclusas.

      É um mercado consolidado há anos (séculos?), nunca houve um pensamento um pouquinho fora da caixa.

      1. E tem gente q tem a pachorra de se intitular ‘criativo’ no meio dessas propagandas, mas entendo q eles fazem o q os clientes querem, mas estou pra ver alguma quebra de esteriótipos nessa questão.
        Há algum tempo estava eu limpando a casa enqto a minha esposa se ocupava de outra coisa… Deixei a tv ligada (qdo ainda tínhamos tv a cabo), pq estava passando um jogo. Depois ela foi lá e se sentou pra ver um pouco desse jogo e nos demos conta q estávamos justamente fazendo o oposto q a sociedade costuma nos impor enqto homem e mulher…

        Às favas com essa mentalidade… mas acho difícil dela mudar mesmo a longo prazo.

    3. Pior que isso só propaganda de cerveja mesmo, em que a mulher só serve para segurar a cerveja em uma pose sexy usando um biquini, porem, esquecem que elas também estão presentes nas mesas dos bares com suas amigas e amigos bebendo…

      1. Não é possível que nenhum publicitário perceba mercado nisso. Ou nenhuma cervejaria tenha essa ousadia. Sem contar também as outras representatividades.

        1. Cara eu não quero nem imaginar como é uma reunião para aprovar essas propagandas, na real eu meio que quero, deve ser um ambiente deveras louco.

    4. ps; maneiro esse esfregão, bem pratico, to pensando em adquirir

      ps 2; cara, agora que eu percebi, fui na casa de um amigo e peguei as luvas que estavam em cima da pia para lavar a louça e senti elas bem apertadas, pra botar e tirar foi um sacrifício, agora você me abriu os olhos sobre elas serem feitas totalmente pro publico feminino, faz muito sentido mesmo.

      1. cara, a única vez q achei uma luva, dessas amarelas mesmo, foi numa c&c e da vida e não era na seção de limpeza. no supermercado devem ter luvas maiores, mas eu não as encontrei. essa q comprei era de limpeza pesada, pq as amarelas rasgam com muita facilidade… só q ela não cabe na mão (não especificar os ossos q ela comprime, pq, como se sabe, não mão tem uns 299 ossos com nomes diferentes).

        mas é isso mesmo: luvas para mãos femininas! um absurdo.

  12. Caríssimos, estou buscando formas de ajudar um pessoal a produzir um podcast e me deparei com isso: http://www.hipcast.com/. Vcs, por acaso, conhecem outras formas de colocar um podcast no ar?

    1. Pelo que entendi do site, ele só hospeda e espalha o podcast — é uma parte tecnicamente complexa, mas que, depois de feita, roda sozinha e quase dispensa manutenção. Aqui a gente usa o Buzzsprout, que é ligeiramente mais caro, mas bem bom (nada a reclamar após dois anos de uso): https://www.buzzsprout.com

      Se esse pessoal não manja nada de captura e edição de áudio, talvez valha a pena experimentar algo como o Cast, que engloba todas as etapas de um podcast, da captura à publicação: https://tryca.st/

      Ou… gastar um tempo aprendendo. Dá (bem mais) trabalho, mas geralmente é a única solução que resulta num trabalho menos amador.

    2. Pelo que entendi do site, ele só hospeda e espalha o podcast — é uma parte tecnicamente complexa, mas que, depois de feita, roda sozinha e quase dispensa manutenção. Aqui a gente usa o Buzzsprout, que é ligeiramente mais caro, mas bem bom (nada a reclamar após dois anos de uso): https://www.buzzsprout.com

      Se esse pessoal não manja nada de captura e edição de áudio, talvez valha a pena experimentar algo como o Cast, que engloba todas as etapas de um podcast, da captura à publicação: https://tryca.st/

      Ou… gastar um tempo aprendendo. Dá (bem mais) trabalho, mas geralmente é a única solução que resulta num trabalho menos amador.

      1. opa, valeu pelo retorno, ghedin. eles têm um estúdio pra gravar o áudio. caberá a mim montar a estrutura do podcast, mas, provavelmente, não vou ficar na manutenção e sempre imagino a coisa da mais maneira mais prática e fácil possível pro usuário – q geralmente não é muito afeito ao processo de publicar e difundir… vou dar uma olhada nesse q vc usa. o pessoal tem um bom servidor e tal, imaginei q seria possível conseguir manter tudo com a empresa deles, deixando, sei lá, um áudio no servidor e apenas ter um feed. mas imagino q no futuro eles vão querer incorporar esses áudios em algum lugar etc… daí seria melhor já ter algo mais flexível. acho q esse buzzspourt pode ser uma boa. vou dar uma olhada com calma nele.

        1. Em sites antigos cheguei a fazer a hospedagem no próprio servidor. Era ruim porque o plugin do WordPress que usava era bem ruim… Não estou muito por dentro, mas imagino que hoje, especialmente com a ascensão do podcast em 2015, deva existir soluções melhores, tanto para WordPress quanto standalone.

    3. Uma dica é usar também o soundcloud para hospedagem do Podcast. :)

    4. Uma dica é usar também o soundcloud para hospedagem do Podcast. :)

      1. o pessoal dessa empresa tem uma assinatura no soundcloud, mas parece q é cara… não tenho detalhes dessa assinatura especificamente, então vou pedir pra dar uma olhada sobre limites e tal… eu já notei q algumas pessoas usam (anticast, se não me engano). mas ele dá feed pra agregador?

        1. Salvo engano, sim, o Soundcloud tem sistema de feed (Acho. Da turma aqui, sei que o Pedro usava no Oene, mas já vi muita gente botar o podcast no Soundcloud.).

          Se não quiser gastar e tentar uma experiência para ver a viabilidade do podcast, tente mandar os audios para o Youtube e hospede o audio puro em um sistema de cloud gratuito (como o Mega).

          1. nem… o pessoal tem uma gaita suficiente pra bancar algo q demande algum custo – não pode ser os olhos da cara, mas eles têm… vou dar uma espiada no soundclound, então. quero o mais prático, pq isso certamente vai ficar não mão de alguém pouco habilidoso pra enfrentar problemas caso eles ocorram.

          2. Então, o Soundcloud é o “popular”. E tem como deixar em exibição em páginas e tudo mais. Provavelmente deve ser o mais prático. Boa sorte.

            Estou pensando em fazer um vídeo aqui enquanto isso…

          3. farei uns testes depois. acho q eles já têm uns podcasts prontos até.

    1. Tava na dúvida sobre Gone Girl… Meu download é demorado e tenho interesse em diversos outros filmes. Vale a pena mesmo?

      1. O filme é 99% anjo e 1% vagabundo. Para algumas pessoas, esse 1% foi deveras negativo.

        Bom, acima de tudo: é um filme muito bem dirigido, muito bem atuado, com uma trilha sonora impecável.

          1. Peguei uma playlist de sertanejo universitário no Spotify. Che bello.

            PS: liguei na Wix e no Registro.br para sanar as dúvidas finais quanto ao domínio e tá tudo bem encaminhado. Valeu pela ajuda :)

          2. Que bom. resolvi o meu também. Liguei no servidor antigo do cliente e pedi cancelamento. Ao que tudo indica, os serviços no servidor antigo foram encerrados. :)

            Precisando, pode me procurar pessoalmente ;) :D (tou procurando freelas a propósito :p )

      2. vi o trailer agora, já q vcs estão comentando e achei bom. não sabia desse filme… o David Fincher Gillian Flynn é foda, cara.

      3. vi o trailer agora, já q vcs estão comentando e achei bom. não sabia desse filme… o David Fincher Gillian Flynn é foda, cara.

          1. gosto muito do ‘zodiac’. aquela cena dele no porão do cara, meio q se dando conta de onde poderia estar, é muito foda…

          2. pois é, não quis desmerecer a senhora gillian, mas me confundi nos nomes.

          3. vi o filme… vale ser visto, mas achei decepcionante de um modo geral. curiosamente me lembrou um outro filme, dirigido pelo ben affleck, mas protagonizado pelo irmão dele, o casey affleck. não sei vc já viu o ‘Gone Baby Gone’. se não, veja.

          4. acho que é um filme meio ame ou odeie né, eu gostei, apesar de ter dormido 2 vezes ao tentar ver primeiro, mas é uma história de plot twist deveras interessante vai…

          5. ah… muito rocambole e artimanhas sofisticadas demais para parecerem verossímeis num certo plano de aceitação de q, ok, é um filme e não precisa bater com a realidade, mas um filme q se propõe realista apelar pra certas coisas… é meio decepcionante. sem falar q ficou uma mistura meio doida de ‘instinto selvagem’ com ‘invasão de privacidade’, com…. com…. com… etc. me pareceu pouco original, no fim das contas.

          6. ah… muito rocambole e artimanhas sofisticadas demais para parecerem verossímeis num certo plano de aceitação de q, ok, é um filme e não precisa bater com a realidade, mas um filme q se propõe realista apelar pra certas coisas… é meio decepcionante. sem falar q ficou uma mistura meio doida de ‘instinto selvagem’ com ‘invasão de privacidade’, com…. com…. com… etc. me pareceu pouco original, no fim das contas.

          7. Então, vale ser visto mas decepcionante me parece uma confusão de opinião. E é assim que me sinto com o filme. Entende?

          8. não muito, pra se sincero :)

            mas tá valendo. e lembrei de outra referência no filme: ‘dormindo com o inimigo’ e até mesmo o ‘death note’. afinal, aquele caderninho dela antevia as ações do marido e parecia fazer q ele seguia o script.

            qdo um filme tenta se apropriar de outras partes de outros filmes, nem sempre o resultado é dos melhores. precisam assistir mais filmes do tarantino pra ver como é q se faz essas colagens.

          9. falando em Death Note eu comecei a ver semana passada, to no ep 16, bem interessante.

          10. muito bom. peguei a dica sobre ele num podcast de literatura. e fiquei bastante surpreso. acabou q não conseguia parar de ver.

  13. Necessitando de um Lumia 640 por menos de 500 reais. Recentemente, dia 21, ele esteve por 437 nas Americanas, acho. Desde então, o preço não cai pra menos de 525. A Lei do Bem acabando, vocês acham que o preço vai subir muito? Devo me apressar e comprar antes do dia primeiro de Janeiro mesmo que ele não baixe de R$500 porque depois vai ficar mais caro?

      1. Ele está por R$527 no Magazine Luiza(entrei na loja por um link no rodapé do MdU, mas não sei se, após a busca interna, continua havendo o bônu$ pra você, Ghedin). Acho que vou comprar mais tarde por esse preço, mesmo…
        E acabei de descobrir que esteve por R$396 dia 23/12… (Chorei rs, mas é a vida do brasileiro que deixa tudo pra última hora!).

        https://m.magazineluiza.com.br/smartphone-microsoft-lumia-640-dual-sim-dtv-8gb-dual-chip-3g-cam.-8mp-tela-5-proc.-quad-core/p/2120790/te/lu64/

        EDIT(28/12): Ainda não comprei… e hoje está mais caro(R$565l. Espero que isso reflita em um descontão amanhã, senão… :/

        EDIT 2(29/12): Ainda não comprei: hoje continua pelo mesmo preço de ontem… Estou começando a esfriar a barriga com medo de ir lá pros R$900 dia 1/1. Vou acabar boletando no preço que estiver dia 31, pra qualquer dos modos.

        EDIT 3(29/12): Boletei imediatamente no Ponto Frio(R$565) quando vi que os preços subiram ainda mais na B2W e outras lojas. Como vence só segunda que vem, dia 4/1, continuarei na vigília.

  14. Sobre jornalismo: vocês sentem falta de mais reportagens e menos textos opinativos da mídia brasileira? Por exemplo, nos protestos das escolas em SP, houve a esperada discussão em uma defesa de alunos lutando pelas escolas e outros questionando o eventual aliciamento por outras pessoas. Como esperado, pouca discussão sobre o conteúdo dessa reforma…apenas críticas a postura dos alunos e do governador.

    1. Mas tem como não ser opiniativo? Imagino que toda reportagem será enviesada porque quem escreveu tem uma visão de mundo, mesmo que ele não se atenha tanto a ela.

      Ou talvez eu tenha uma visão rasa sobre jornalismo.
      E falando em jornalismo, o Brasil tá com novas empresas nascidas no meio desse conjunto de crises. Há mais, mas por hora lembro do Nexo e do Risca Faca. O primeiro me parece ter bastante influencia da Vox e The Atlantic.

    2. Mas tem como não ser opiniativo? Imagino que toda reportagem será enviesada porque quem escreveu tem uma visão de mundo, mesmo que ele não se atenha tanto a ela.

      Ou talvez eu tenha uma visão rasa sobre jornalismo.
      E falando em jornalismo, o Brasil tá com novas empresas nascidas no meio desse conjunto de crises. Há mais, mas por hora lembro do Nexo e do Risca Faca. O primeiro me parece ter bastante influencia da Vox e The Atlantic.

      1. existe “jornalismo opinativo”, que são os artigos de opinião assinados por jornalistas (e não jornalistas) reconhecidos

        mas essencialmente o jornalismo seria a descrição dos fatos da maneira mais imparcial possível, ou seja, “jornalismo informativo”, através de “reportagens” nas quais seriam ouvidos todos os lados envolvidos, fornecendo um “contraponto” para o leitor avaliar os diversos ângulos de uma questão

        o que acontece é que o jornalismo da mídia tradicional brasileira é essencialmente opinativo, baseado na vontade dos donos dos meios de comunicação; ou será que alguém acredita que jornalistas na Globo (por exemplo) possuem autonomia de opinião ?

        para quem está interessado nesse assunto existe o Manchetômetro, que procura medir o viés dos pricipais meios de comunicação http://www.manchetometro.com.br/

        ps. opinião de leigo, não sou jornalista nem tenho formação na área

        1. Não que a imprensa é baseada na vontade dos donos, mas sim que os grupos jornalísticos tem ideais similares.

          Vejo mais pessoas falando que são felizes por recusar um convite da Globo do que pessoas que ficam chateadas de não ter um convite da emissora.

          Eu sinceramente acho que a imprensa brasileira também é facilmente corruptível. Tem tanta coisa errada por aí que daria jornais até dizer chega. Mas não é exposta pois a imprensa também ganha para não públicar.

          Quanto será que imprensa grande ou pequena ganha para acobertar erros?

          1. os “grupos jornalisticos” são em primeiro lugar empresas que possuem seus próprios interesses e que devem produzir lucros para os donos, só depois, muito depois, é que são “jornalísticos”…

            não é à toa que cada um dos irmãos Marinho vale por volta de 10 bilhões (não me lembro se em dólares ou em reais)

          2. os “grupos jornalisticos” são em primeiro lugar empresas que possuem seus próprios interesses e que devem produzir lucros para os donos, só depois, muito depois, é que são “jornalísticos”…

            não é à toa que cada um dos irmãos Marinho vale por volta de 10 bilhões (não me lembro se em dólares ou em reais)

          3. mas os marinhos não ganham dinheiro exclusivamente com jornalismo, aliás, presumo q o jornalismo não seja a melhor fonte de renda pra eles. a globo ganha grana com entretenimento (de baixíssimo nível como algumas novelas ou de altíssimo nível como algumas outras novelas)… entre mil outras coisas q globo produz. eles geralmente são alvo de todos os ataques por conta de muitas cagadas q fizeram, inclusive no jornalismo, mas me parece q eles tentam melhorar isso, apesar de terem um manual de jornalismo bem problemático, qdo, por exemplo, sempre q falam de um problema X, q tem a maior parte de responsabilidade do poder públicos, é tb pq as pessoas ‘não colaboram’. falta água? as pessoas tem q colaborar economizando etc. tem barata no ônibus? as pessoas não podem jogar lixo no ônibus… etc.

      2. Meu mestrado se baseia no princípio de que a mídia é enviesada, por uma variedade de motivos, não se limitando apenas a questão da opinião no texto. Tentei desenvolver uma metodologia para mitigar esse problema baseado na comparação de vários meios, já que entendo não haver um jornal neutro…mas eles podem ser comparados entre si em relação algumas métricas que certas técnicas de computação permitem extrair. :)

        Se quiser, posso te passar uma versão…mas o foco é na parte de computação desse processo. Vou dar uma olhada nesses nacionais, o Vox e The Atlantic eu já acompanho.

        1. Poxa, se puder me passar eu agradeço.

          Lembrei do Farol Jornalismo também, que na verdade não é agência de notícias mas sim meta discussões sobre o jornalismo em si: http://faroljornalismo.cc/blog/

          Na última newsletter, citaram o “Aos Fatos”. Parece ser recente. É uma mídia que… checa os fatos. http://faroljornalismo.cc/blog/2015/10/02/newsletter-farol-jornalismo-65-etica-e-apuracao-no-twitter-no-caso-de-oregon-ainda-a-centralizacao-da-distribuicao-de-conteudo-e-apps-para-jornalistas/

          1. Gostei da bibliografia dizer em qual página teve a citação e ter um link para tal. Você escreveu seu texto onde?

          2. É utilizando LaTeX, o Word para nerds utilizado pelo pessoal de exatas. Você usa uma linguagem de marcação e gera o texto em PDF, geralmente a faculdade fornece o modelo a ser utilizado.

          3. É utilizando LaTeX, o Word para nerds utilizado pelo pessoal de exatas. Você usa uma linguagem de marcação e gera o texto em PDF, geralmente a faculdade fornece o modelo a ser utilizado.

    3. Ao @fredmmtt:disqus também.

      Uma vez eu disse que penso que “imparcial é quando apenas se conta a história”, ou seja, quando apenas eu conto um acontecimento, se relata algo de forma direta e técnica.

      Por exemplo: “uma pessoa é atropelada na rua”. Ou “alunos protestam”. Isso falando de uma história simples.

      O viés acontece quando as informações colocadas criam uma visão polarizada. Por exemplo: “uma pessoa é atropelada por um motoqueiro irresponsável” ou “uma pessoa irresponsável é atropelada por um motoqueiro”. Ou seja, quando boto um adjetivo, a informação inserida fica parcial, enviesada.

      A informação se torna uma opinião quando cito qualificações com cunho pessoal, não com cunho técnico. Esse é o ponto.

      De fato, como dito pelo Fred, qualquer texto exposto nasce a partir da visão do autor, da experiência ou foco dele naquele tipo de assunto. Economia, política, transportes, cotidiano…

      O Pedro Burgos, no Facebook dele, fez um convite a reflexão nestes últimos dias. Questionou: por que há mais foco (compartilhamento) no “fla x flu” que ocorreu entre Chico Buarque e dois garotos “da alta roda”; sendo que há um assunto mais urgente a ser tratado, que é a saúde no Rio de Janeiro? Não que o assunto da briga de Chico e dos garotos não tenha sua relevância, mas esta é mínima perante os problemas da saúde estadual carioca.

      O problema aqui é que mais focamos (generalização burra) em coisas que, se parar para pensar, é inutilidade. Como tu colocou, Gabriel: houve mais críticas (inclusive da minha parte) em relação as atitudes tomadas de ambos os lados, do que conversas sobre como mudar esta situação de forma a atender ambos os lados. Qual solução funcionaria aqui? Como pegar e fazer o Alckimin sentar com as lideranças estudantis? Ou vice-versa? Como achar uma solução para isso? Por que o Estado insiste na mudança de uso dos prédios escolares centralizando ciclos? Isso realmente vai funcionar?

      Vemos muito a parte rasa das questões. Temos medo de nos aprofundar e se afogar. É por ai.

      1. “Jornalismo e salsicha: se todo mundo soubesse como são feitos, ninguém consumia”.

          1. Não sei porque me dei o trabalho de lhe responder, já prevendo que você costumeiramente usa o deboche nas respostas.

          2. Não me dei o trabalho de ver o vídeo. Estou fazendo uma resposta a outra pessoa. E paródias são deboche.

          3. O humor é um deboche. Paródias fazem deboche de algo e também da própria origem musical.

          4. Dá-se a entender que jornalismo (generalizando) é feito com retalhos baseados no sofrimento alheio. Tal como salsichas são feitos com retalhos de carne moídos e embutidos.

          5. É uma interpretação possível, mas acho que a frase se refere mais aos processos, nem sempre “bonitos”, fáceis ou agradáveis, pelos quais uma apuração passa antes de chegar ao produto final, empacotado e bonitinho para o leitor/espectador. Não consigo enxergar preconceito aí.

          6. Pelo estilo de escrita do Montarroios, já o vejo de forma enviesada.

          7. veja o vídeo, se quiser, claro, do debate q coloquei pro josé x. mesmo divergindo no plano das ideias, os dois debatedores, um da mídia tradicional e outro da mídia independente, dão um abraço no final deixando claro q, apesar das divergência, eles não precisam se odiar. e relaxa, cara, foi só uma frase espirituosa de, provavelmente, alguém q vivia a rotina duma redação q lançou essa sabe-se lá qdo e sabe-se lá em q condições. veja as frases do millôr fernandes sobre imprensa, por exemplo, q vc vai ver. ele trabalhava no pasquim, jornal de humor qdo operava a ditadura no brasil (tem comediante q se acha fodão por falar q a presidente parece uma vaca ou sei lá o q, mas queria ver se os humoristas fodões de hj teriam a manha de fazer isso com o risco de levar uma bala na cara)… li o texto q vc recomendou sobre humor, mas nesse texto há uma referência a um outro texto muito bom:

            http://www.cartacapital.com.br/cultura/o-humor-do-coronel-2

          8. olha, eu nem me acho detentor de um estilo de escrita… mas se o tenho, ele certamente não é enviesado. sugiro q vc use o rigor com o qual me avalia pra fazer uma auto-avaliação. veja o resultado, usando o mesmo rigor sempre, inclusive na avaliação do resultado, e veja o q tira disso. certamente vc verá q o resultado não reflete a forma como, por exemplo, boa parte das pessoas aqui veem vc como participante dos comentários.

            eu poderia responder as seus comentários da mesma forma, mas qual seria o sentido disso? ficar tretando? deixar vc puto? qual o sentido disso? não haveria sentido…

          9. Sim, ele é enviesado para seus ideais. Algumas vezes você escreve de forma a negativar o interlocutor. Principalmente quando não casa com seus ideais.

            A maioria das opiniões tem algum viés, o meu incluso. Hoje tento comentar menos, tanto é que só tenho mais dado dicas por aqui do que dado opiniões – erro que cometi quando comecei esta série de comentários.

            O mal de emitir opiniões é confronta-los. Odeio este tipo de confronto. Só quero ter a razão e ponto final. Meu ego diz que eu quero ser o dono da razão, mas minha racionalidade diz que tenho que ser um pouco mais equilibrado. O que é difícil perante minha personalidade. Odeio quando uma pessoa debocha de mim, e isso fica marcado. Você para mim é uma pessoa marcada, nunca vou agir da mesma maneira como antes, sempre lhe verei como alguém que possa me prejudicar no futuro de novo.

            Cada pessoa tem sua visão de vida baseado no que passou, no que teve de experiências. Eu sinceramente não tenho tanta experiência de vida. Dou mais baseada no que acho lógico do que acho justo. Só que há componentes socio-políticos, componentes relacionados com a “humanidade” que tiram a “lógica das coisas”.

            A lógica ideal é: “se é ruim, se prejudica, se desconforta, é errado e se elimina”. Mas hoje estas considerações são todas subjetivas. O que é errado? O que desconforta?

            Para você, qualquer coisa que não esteja a favor do social é desconfortável e deve ser retirada, eliminada. Isso é óbvio no seu discurso.

            Para mim, se a pessoa se sente desconfortável, é só eliminar o que desconforta. Simples. Só que se for para eliminar tudo que desconforta, melhor se eliminar…

          10. olha, ligeiro. não tem nada de errado em não querer ser alvo de deboche… especialmente se isso de dá de modo repetido. mas, veja, vc não é, pelo menos aqui, alvo de deboche de ninguém (nem de mim). ao contrário, vc mesmo testemunhou q várias pessoas, q não perceberam sua alternância de personas, indicavam a sua ausência como lastimável, pq conseguiam uma boa conversa com vc. eu, particularmente, desconfio q vc acha q eu lhe tirei algo q vc construiu aqui, q seja uma notoriedade entre os demais comentadores e, nessa toada, vc acha q consegui fazer isso através do deboche, destabilizando vc e fazendo com q vc saísse. lamento, cara, mas não é nada disso. a sua implicância é equivocada nesse sentido, pq não estou lhe tomando nada, ao contrário, sou daqueles q faz coro qto a sua importância qdo comenta.

            mas, veja, se isso é um empecilho pra vc seguir adiante e retomar a sua vida, talvez seja uma boa vc conversar com alguém realmente preparado pra levar essas questões adiante. trata-se de algo totalmente normal e, presumo, muitos dos q comentam aqui já apelaram pra esse tipo de ajuda em algum nível. ainda mais se vc pensa q a melhor solução é terminar com tudo. veja q isso, terminar com tudo, não é necessário, pq há muitas formas de lhe dar com vários problemas. como vc é um cara esperto, não tenho dúvida q, com a ajuda certa, encontraria uma forma de lhe dar numa boa com tudo aquilo q te aborrece a esse ponto de ter q marcar pessoas…

            e, porra!, isso não é um deboche.

        1. A internet já mostrou como salsicha e nuggets são feitos. A sensibilidade já morreu.

          1. hum… a internet não é como a tv, q mostra as coisas. vc tem q ir lá e pesquisar e encontrar – em meio a um amontoado de informação. e só procura quem tem dúvidas. e, sinceramente, a dúvida/curiosidade é algo pouco cultivado entre as pessoas, especialmente qdo elas usam a internet como se estivessem usando um aparelho de tv.

          2. Dá pra dizer que você também tem que pesquisar e encontrar na TV: achar o canal certo na hora correta. Dá na mesma, cada qual à sua maneira.

            A informação, quando existe, está em algum tipo de mídia. Só acha quem procura ou é alvo do acaso.

          3. a tv tem o limite daquilo q ela divulga num certo espaço de tempo. apesar da multiplicidade de canais, eu só acho algumas coisas na internet mesmo. por exemplo: a imprensa X fala de um encontro numa assembléia Y e extrai da li o trecho q lhe interessa. como eu posso ver o debate todo? posso esperar uma reprise no Z q transmitiu sim todo o debate ou, do contrário, já era… não tem como ter todo o contexto. isso, claro, levando em conta q essa assembleia Y tem sua programação transmitida… pq há assembleias q não têm.

            a tv é muito limitadora nesse aspecto, pq vc não pode escolher o q quer ver fora dos limites da programação atual… :(

          4. a tv tem o limite daquilo q ela divulga num certo espaço de tempo. apesar da multiplicidade de canais, eu só acho algumas coisas na internet mesmo. por exemplo: a imprensa X fala de um encontro numa assembléia Y e extrai da li o trecho q lhe interessa. como eu posso ver o debate todo? posso esperar uma reprise no Z q transmitiu sim todo o debate ou, do contrário, já era… não tem como ter todo o contexto. isso, claro, levando em conta q essa assembleia Y tem sua programação transmitida… pq há assembleias q não têm.

            a tv é muito limitadora nesse aspecto, pq vc não pode escolher o q quer ver fora dos limites da programação atual… :(

      2. Acho que nem é preciso usar adjetivos. A depender da quantidade de dados ou ordenação dele para relatar o fato, já posso de alguma forma enviesar a coisa toda. Lógico que não é tudo feito para o mal, conspiração ou coisa do gênero.

        Na verdade, talvez seja um enviesamento bem irrelevante. Ainda depende da interpretação do interlocutor. Enfim, to pensando de maneira abstrata e até exagerada.

        1. Tinha um termo que esqueci, que era relativo a informação de dados de forma absoluta. Era quando se dizia que não existia algo, mas uma hora se descobriu que existia sim. Acho que era “flamingo negro” ou algo assim.

          De fato, tem razão. Se eu faço uma pesquisa para saber quantas pessoas são honestas, a quantidade de pessoas que serão honestas em falar que não são honestas provavelmente será bem menor do que de pessoas que não serão honestas em falar que são honestas.

        2. Esse drama sobre “viés na mídia” é exagerado, não é maldade e sim um problema inerente. Mais que isso: as pessoas não conseguem analisar viés de forma objetiva, pessoas interessadas em política costumam julgar os mesmos textos de forma diferente das pessoas mais neutras em relação ao tópico.

          Ou seja, é um problema, mas complicado de lidar e as pessoas não estão “preparadas” para isso.

      3. O problema não é conter opinião ou não, a mídia sofre com vários filtros e tem um viés inerente, apesar das pessoas demonizarem o viés como algo “inadmissível” é inevitável. Mesmo que o autor evite colocar sua opinião no texto, o fato de ele selecionar aquele tópico para ser falado e não qualquer outro já é um viés, assim como quanto falar sobre o tópico. Aliás, viés na mídia foi o tema do meu mestrado.

        Meu problema é realmente conseguir informações novas sobre o que está sendo discutido: o Catarse, por exemplo, é claramente de esquerda mas o que gosto é ser uma reportagem e não uma crônica opinativa com “eu acho” apenas. Nos EUA, a Vox sempre faz isso por exemplo, tenta explicar o noticiário como coisas como “Como surgiu o conflito Israel x Palestina” ou “Por que a violência no EUA baixou nos últimos anos” com dados e pesquisa.

        A questão da saúde no Rio de Janeiro foi um ótimo exemplo que você colocou: por que está sendo dinheiro? O que o governo municipal e federal podem fazer para resolver?

        1. Eu não vejo a seleção de um tópico como um viés por um simples fato: não é possível adotar todos os assuntos do mundo ao mesmo tempo e em um mesmo lugar a não ser que tenha capacidade suficiente para tal.

          Por isso elimino este ponto de “viés”. Eu noticiar um acidente de trânsito não é viés. Eu noticiar um acidente de trânsito falando que um dos participantes é descrito com adjetivos, sim, aí sim.

          Escolher um assunto pode até conter um viés, mas não é o fim dele. A partir deste assunto eu discorrer com meu ponto de vista, sim. É o que acho.

          Quanto ao exemplo, já falei que foi o Burgos – agradeça a ele :) Sobre este assunto (saúde no Rio), vi que tinha umas manchetes com textos opiniativos no UOL sobre, principalmente relacionando o fato que o Estado do Rio de Janeiro é dependente dos Royalties do petróleo. Com a queda de produção, problemas da Petrobras e outros, reduziu a receita e com isso criou estes problemas.

          Bem, aí desfoca o assunto se continuar a discorrer sobre ele. :)

        2. Eu não vejo a seleção de um tópico como um viés por um simples fato: não é possível adotar todos os assuntos do mundo ao mesmo tempo e em um mesmo lugar a não ser que tenha capacidade suficiente para tal.

          Por isso elimino este ponto de “viés”. Eu noticiar um acidente de trânsito não é viés. Eu noticiar um acidente de trânsito falando que um dos participantes é descrito com adjetivos, sim, aí sim.

          Escolher um assunto pode até conter um viés, mas não é o fim dele. A partir deste assunto eu discorrer com meu ponto de vista, sim. É o que acho.

          Quanto ao exemplo, já falei que foi o Burgos – agradeça a ele :) Sobre este assunto (saúde no Rio), vi que tinha umas manchetes com textos opiniativos no UOL sobre, principalmente relacionando o fato que o Estado do Rio de Janeiro é dependente dos Royalties do petróleo. Com a queda de produção, problemas da Petrobras e outros, reduziu a receita e com isso criou estes problemas.

          Bem, aí desfoca o assunto se continuar a discorrer sobre ele. :)

        3. Uma coisa extra sobre viés é o que noto na literatura de textos e na formação de grupos. Vide que o MdU por exemplo tem seus “membros cativos” nos comentários, que circulam por outros sites e setores de comentários, mas a “casa” e a leitura favorita é aqui. Se for para outro site, vai achar outro grupo de “membros cativos” fãs do site, e por aí vai.

          Enfim, noto que também o “viés” que você coloca como foco na discussão parte também dos leitores.

    4. cara, acho q consegui boas informações no jornal ‘el pais’ sobre essa parada das escolas (a qual me entusiasmou muito, diga-se). os textos aos quais vc se refere costumam chegar um pouco depois – geralmente qdo a coisa esfria um pouco, até porque, no calor da hora, todo mundo se sente impelido a dar uma opinião, q consequentemente chega mais rapidamente as mãos do editor q uma reportagem complexa e bem escrita. a reportagem cuidadosa e q pega o contexto amplo, além de demandar um bom profissional (q são bem poucos), demanda tempo e paciência do editor. é muito raro um texto bacana sair numa sentada qdo o assunto é muito complexo. o caderno ‘aliás’, ‘ilustríssima’, a ‘revista piauí’ e a vice costumam mandar coisas interessantes nos assuntos mais complexos, mas nunca li nada deles de bate pronto… os textos da eliane brum, por exemplo, costumam ser bem interessantes. e eu acho q o leitor voraz, o mesmo q demanda esse tipo de análise mais complexa e longa (interessado em jornalismo literário), é, infelizmente, um tipo raro mesmo nas capitais abastada, daí q esse tipo de texto, pra esse tipo de leitor especificamente, ser escasso na mídia nacional, a meu ver. vez por outra, a ‘folha’ e o ‘estado’ fazem matérias especais em sites especiais e são reportagens de fôlego. talvez uma reportagem sobre essa questão das escolas ainda esteja no forno, mas elas certamente não sairão dos dois mencionados jornais, q eliminaram matérias de seus sites, críticas ao posicionamento do governo, depois q o governador visitou a redação de ambos.

      1. acho q consegui boas informações no jornal ‘el pais’ sobre essa parada das escolas

        se você se interessa pelo assunto veja esses 2 links, achei muito interessantes

        http://www.passapalavra.info/2015/11/106848
        https://concertosgerais.wordpress.com/2015/11/15/o-erro-do-mecanico-que-nao-leu-maslow/

        até mesmo o “papo de homem” escreveu algo interessante
        http://papodehomem.com.br/8-escolas-estao-ocupadas-pra-que-94-nao-sejam-fechadas/

        me admira nessa época de informação ubíqua que muita gente ainda se guie pela “imprensa”, especialmente a “imprensa” nacional

        com relação a essa imprensa acho que ainda vale uma citação de Malcolm X.:
        “se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo”

        1. “me admira nessa época de informação ubíqua que muita gente ainda se guie pela “imprensa”, especialmente a “imprensa” nacional”

          Particularmente eu não me sinto mais confiança quando é fora da “imprensa”. Não é que eu ache a imprensa o paladino da informação.

          1. A imprensa nacional é quase de graça, informa em português, e para muitos, tem o viés que lhe agrada.

        2. há bons profissionais em todos os meios de comunicação, mas às vezes esses caras bons têm muita dificuldade em levar uma informação melhor às pessoas por conta do ambiente em q estão. aquele ‘profissão repórter’, por exemplo, sobre as escolas ocupadas foi bem legal, apesar de não abarcar a complexidade toda.

          a presença de uma imprensa dita independente no meio jornalístico nacional ajudou bastante a melhorar o jogo, daí q a grande imprensa não pode mais ignorar uma série de coisas, seja por desatenção, seja por mau tratamento da informação mesmo.

          talvez vc tenha visto esse debate. ele foi quente e, no final, um abraço muito respeitoso entre aqueles q mais tretaram. muito bom! é um pouco longo, então reserva um tempinho.

          Edit: Desculpe, coloquei um vídeo em q cortaram justamente o abraço final. Agora achei o vídeo certo.

          https://www.youtube.com/watch?v=i7WVIJERmmo

          1. há bons profissionais em todos os meios de comunicação
            não é essa a questão, e sim que uma empresa jornalística é uma empresa, tem dono, e no Brasil, e maneira geral os jornalistas precisam seguir as vontades do dono, or else

          2. pois então, cara… mesmo qdo há um dono monitorando, como era o caso grotesco da editora abril, em q a esposa do dono era quem aprovava algumas revistas. nada contra a esposa do dono, mas os critérios dela não eram profissionais, saca? :(

            os jornalistas fodões conseguem, apesar dos filtros, levar a informação que querem pro ar… mas é difícil codificar essas informações q vêm disfarçadas ou encriptadas.

            os pintores de cenas históricas, q trabalhavam sobre encomenda de déspotas esclarecidos, tinham q rebolar pra colocar a visão dele nas coisas e, ao mesmo tempo, salvarem o próprio pescoço da ira tirânica do rei caso ele percebesse as artimanhas do artista…

      2. Eu gosto muito da Eliane Brum, comprei até um livro com as crônicas delas no tempo da Revista Época (A Menina Quebrada), recomendo se você não a acompanhava desde esse tempo: http://segundachuvosa.blogspot.com.br/2014/03/a-menina-quebrada.html

        Por mais que eu ame esses textos, ainda não é exatamente isso que procuro mas textos mais como “A Pública” que faz grandes reportagens sobre Direitos Humanos. A Piauí também, talvez até penso em assina-la…o Jornal Valor também acho bem razoável apesar de seu enfoque em Economia.

        Enfim, o que me deixa com preguiça e ver textos do Reinaldo Azevedo e Leonardo Sakamoto no qual nem preciso ler para saber os argumentos…porque é apenas um trabalho de atender aos seus próprios leitores.

        1. É verdade, a ‘agência pública’ faz reportagens longas e boas, tinha me esquecido deles e já recomendei dois textos deles aqui sobre a direita na rede e as novas forma da direita, especialmente entre os jovens.

          A Eliane Brum faz umas reportagens longas tb e eu noto q os textos de opinião dela são uma espécie de reportagem tb, pq ela sempre tem algo a exibir q ela mesmo investigou. Acho q tomei contato com ela nos textos da ‘Época’ tb, mas achando-os pelo google.

          O texto de opinião é importante, evidentemente. Trabalhei com vários colunistas da Folha por uns anos e gostava muito do q eles escreviam, apesar de discordar de algumas coisas. Mas o trabalho deles não era fácil, pq eram xingados de todos os lados, não importa o q escreviam… Ora eram acusados de petralhas, ora de coxinhas entre outras ofensas bem pesadas – coisa da vida pessoal deles (um deles foi alvo do Reinaldo Azevedo, inclusive, mas quem não é?).

          Eu acho q esse tipo de jornalismo q vc quer existe no Brasil, mas ele é meio disperso mesmo e o melhor exemplo q me vem à mente é mesmo a “Revista Piauí”. Comprei desde o número e assinei por uns anos, mas depois deixei pra ver só na internet mesmo. Continua boa, mas, pra mim, tá na hora de dar uma guinada, transforma-se, sei lá…

          Muitas publicações q traziam textos melhores não tiveram muito sucesso… Recordo-me da “Bravo”, da “Lola” e algumas outras… A “Bravo” era excelente, mas depois q passou pra Abril, caiu de qualidade, virou outra coisa. E tinha a “República”, q era muito boa tb (Editada pelo finado Reinaldo Azevedo, pq esse outro q aí está é irreconhecível).

          Duas q acompanho e gosto: A ZUM (sobre fotografia contemporânea) e a Serrote (mas essa é de ensaios e não de reportagens longas como os textos do “Atlantic”, por exemplo)…

          Tem a “Cult” q tem uma vida já bem longa, mas depois q o editor q a criou saiu, eu a abandonei, o Manual da Costa Pinto… A revista virou outra coisa, mas de um tempos pra cá deu uma retomada aos velhos tempos, apesar de ficar mais concentrada em debates atuais em diversos números.

  15. Alguém já assistiu o anime “Ghost in the Shell”? O que acharam?

    1. Assista a série Ghost in the Shell – The Standalone Complex, 1ª e 2ª temporadas. Eu acho que as outras séries e filmes são apenas complementos. Não que não sejam bons, mas são mais do mesmo. PS. Estão fazendo um filme live action, com Scarlett Johansson.

      1. opa, valeu, josé. estou bem interessado em cyberpunk e, pelo visto, esse parece um anime do gênero. vou seguir a mesma sequência q vc.

    2. Lembro-me vagamente de ter assitido o primeiro. Não é ruim, tem uma história bem densa (Uma detetive ciborgue vai atrás de um criminoso digital que entra em mentes alheias).

      1. parece bom. vou tentar ver na sequência q o josé x. indica pra não ficar perdido.

    1. FANTÁSTICO! E muito atual.

      Só pra lembrar também: vem pipocando nas redes sociais recentemente um vídeo em que trata da exposição do corpo na TV dos anos 80 e 90. Época em que a TV era mais, diria, “libertinosa”.

      Nessa piada tudo é estereótipo… contra os esteriótipos. E hoje em dia é diferente?

      Cada um dentro do seu perfil mais característico.

      Adorei a Regina de socióloga Unicamp, bem o perfil.

      Ao meu ver o debate em torno do estereótipo contra o próprio é realmente a piada pronta. Até a “falha” técnica justamente no momento dos palavrões do “Libório” foi bem pontual.

      De encher os olhos!

      1. Tinha uma crítica na Carta Capital que li e achei interessante. Segue: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-humor-nos-tempos-da-rebeliao

        Humor, ao meu ver, é uma arma de alta eficiência. A sátira, a ironia, o desdém e desprezo usados em uma piada, anedota ou similar, são altamente ácidos para os sentimentos humanos. Pode modificar sentimentos, dependendo de como o conto é contado.

        Dizem que humor é uma forma de unir pessoas. Sou contrário a esta ideia – noto que o humor pode facilmente segregar pessoas por esteriótipos e unir pessoas por similaridades, ideais similares. Não que “pune minorias”, na verdade o humor muitas vezes mostra o preconceito de todos em seus versos.

        É bem subjetivo: Uma pessoa que faz piada de um esteriótipo geralmente o faz por justamente achar aquele esteriótipo inadequado ao que pensa. Vai da ética daquela sociedade pensar se a piada é válida ou não. Se lhe causa incômodo ou não. Se aquela piada pode ajudar a mudar a sociedade ou não.

        No Brasil (e países latinos), o humor acaba também sendo usado como forma de amenizar situações, sentimentos. A acidez do humor, da comédia, elimina os sentimentos de frustração em relação ao desconforto de não conquistar algo para si, devido a inúmeros fatores – a concorrência, os sentimentos de posse, etc…

  16. Feliz natal, PostLivrenses! Foi otimo ter aqui um refugio pra conversar com tanta gente interessante e esperar avidamente a sexta feira para a abertura!

  17. Ghedin falou de LSD e piras orientais: assumindo que drogas fortes (LSD, cocaína, heroina, ópio, rivotril (?) etc.) não fossem ilegais ou não fossem banhadas por sangue ou qualquer imoralidade do gênero, vocês teriam vontade de experimentar ou usar com frequência? Se for o caso, também desconsiderem o efeito colateral de dependência química.

    1. ja uso crack não preciso de mais nadERROR

      nem tudo né, se desse a famosa ”onda” legal e etc, porque não? tem o alcool ai que é uma merda e a gente bebe né, se fosse algo feito da forma correta acho que não teria tanto problema, mas tudo depende do efeito que eu visse em terceiros, se eu achasse ok, beleza, se fosse algo que da uma ”bad” errada, passaria, ficaria com as coisas mais simples, como sei la, uma maconha legalizada que não vem com um monte de lixo junto.

    2. Há de se lembrar que muitas drogas nasceram na verdade sem regulação ou originadas de fármacos que ainda pesquisavam os efeitos das mesmas. Se pesquisar propagandas antigas, verá que era até anunciado as antigas drogas hoje ilícitas.

      Segue dois exemplos:

      https://catracalivre.com.br/geral/inusitado/indicacao/15-anuncios-antigos-que-promoviam-a-cocaina/

      http://hypescience.com/10-inacreditaveis-propagandas-antigas-de-cocaina-e-outras-drogas/

      Sinceramente me pergunto se uma droga como a maconha me ajudaria em algo. Já fui para a escola bêbado ( tinha bebido uns 2 litros ou mais de cachaça artesanal) com 15 anos de idade. Depois disso, raríssimas vezes bebi álcool no resto da minha vida. Se tomo cerveja, vomito em seguida. Se sinto o cheiro de maconha, me dá enjoo.

      Penso que certas regulações (como o das drogas) existem pois se nota os efeitos futuros. Se fosse permitido, será que estaríamos em uma situação melhor ou pior? Será que existiria todo este submundo de tráfico e consumo? Por quê ainda se consome drogas? Realmente faz um bem? Ajuda? No quê? No que uma “vibe” faz a pessoa melhor ou pior?

      PS: rivotril é remédio para estabilização de humor. É de uso regulado, mas muitos usam para evitar ansiedade/nervosismo. E isso infelizmente é viciante.

    3. Excelente indagacao, meu caro, Watson.

      E se considerarmos que a “vontade de experimentar” tivesse o vies do impulso social?

      Excelente dialogo seria esse o seu proposto.

      Mas paro por aqui. Não um quê por drogas.

    4. Experimentaria uma outra, apenas analisaria os efeitos colaterais antes: heroína provavelmente não correria o risco, mas LSD eu poderia assumir o risco.

      Usar com frequência seria um pergunta depois haha

      1. Sob quais condições usaria: festas para delirar mais, rotina comum para tornar suportável, estimulante para trabalho criativo ou de alta exigência intelectual?

        1. Bom, LSD acredito que seja mais recreativo mesmo, a julgar pelos efeitos descritos seria algo para usar em algum momento de lazer mesmo. Li há um tempo atrás que esse alucinógenos são úteis para doentes terminais pois ameniza a depressão e dores do período, então seria algo mais para um final de semana ou coisa assim com amigos.

          Nunca pensei em usar nada para dopping cognitivo ou aguentar mais tempo de trabalho, assim como meu tipo de produção acho que não se beneficia muito desse tipo de inspiração…mas não sei se se usaria para esses fins se fosse mais comumente usado.

      2. “apenas analisaria os efeitos colaterais”. Licença, mas isto me lembrou esta piada:

        Jesus muito preocupado com o elevado consumo de drogas na Terra, convoca uma junta de emergência os seus discípulos.
        Depois de muito pensarem, chegam à conclusão que o melhor para enfrentarem o problema, é eles próprios provarem a droga e depois tomarem as medidas pertinentes.
        Decidiram que uma comissão de discípulos baixaria à Terra para conseguirem as diferentes drogas.
        Dá-se início à operação secreta e dois dias depois começam a chegar os primeiros discípulos. Jesus espera à porta :
        – Quem é?
        – Sou Paulo.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes?
        – Trago Haxixe de Marrocos.
        – Entra meu filho.
        – Quem é?
        – Sou Marcos.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes, Marcos?
        – Trago Marijuana da Colômbia.
        – Entra meu filho.
        – Quem é?
        – Sou Mateus.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes, Mateus?
        – Trago Cocaína da Bolívia.
        – Entra meu filho.
        – Quem é?
        – Sou João.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes?
        – Trago Crack de Nova York.
        – Entra meu filho.
        – Quem é?
        – Sou Lucas.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes, Lucas?
        – Trago Speed de Amsterdão.
        – Entra meu filho.
        – Quem é?
        – Sou Judas.
        Jesus abre a porta.
        – Que trazes, Judas?
        – FBI, Todos encostados à parede!!!!

    5. a unica coisa que tenho vontade de experimentar é LSD. mas numa boa, pra curtir.
      passo mal com maconha e o resto é só coisa ruim.
      pra quem quer dar riasadas eu recomendo a biografia do Ozzy, mesmo se não forem fãs.
      o cara usou quase todas as drogas conhecidas e as histórias são engraçadíssimas.

    1. Acredita que nunca ouvi Beatles direito? Tipo, conheço as mais famosas, mas nunca ouvi disco por disco e tals…vou aproveitar a oportunidade agora.

      1. Galera mais cult pira no Revolver como melhor.
        Curto algumas deles mas não sou o maior fã. Acho que While My Guitar Gently Weeps é minha favorita

        1. Eu gosto mais da fase pré-Revolver, antes do LSD e das piras orientais. Não a fase pós seja ruim; tem várias sensacionais. Na real, todos os álbuns têm músicas muito boas.

        2. Vou dar uma ouvida na playlist deles do Spotify, While My Guitar Gently Weeps é linda demais…conhecia porque sou fanzaço do Clapton, principalmente nessa época de final dos 60 e começo dos 70.

          1. Ah os inúmeros covers de beatles… acho a maioria melhores que as originais até. Mas essa acho que prefiro a original.

          2. Mas não é cover, Clapton participou da composição e toucou o lendário solo da música…tanto que você nunca verá os Beatles ou George Harrison tocando essa música sem ele.

          3. Não sabia disso
            Por alguma razão bizarra, achava que Clapton era de outra época

  18. Vocês tem indicação de app de dicionários? Procuro para inglês, francês, espanhol e italiano. Precisa ter para android e funcionar offline. Fim.

    1. A Amazon BR vive dando dicionários pagos de graça pelo app Amazon App Store.

      Uso dois dicionários da Melhoramentos pagos que adquiri gratuitamente dessa forma, fora outros…

  19. Galera, é loucura trocar um Moto G 2º Geração 4G por um iPhone 4S 16gb?

    1. Complementando: pergunte-se:

      – Os apps que tem no MotoG tem no iPhone?
      – Já pegou em um iPhone 4S e testou para ver se o uso lhe agrada?
      – Está disposto a trocar de “ecosistema”? :)

      Como eles já falaram, vou junto: não, não vale a pena. Vai do perfil pessoal.

  20. Galera, é loucura trocar um Moto G 2º Geração 4G por um iPhone 4S 16gb?

  21. Tenho me decepcionado com a imprensa. Tem horas que noto dois pesos e duas medidas para lidar com certas informações ou situações.

    No final de semana, foi noticiado que dois Porsches baterem na Rodovia dos Bandeirantes (SP) e que quem testemunhou, viu que haviam mais de dez carros circulando em alta velocidade pela mesma rodovia durante tal situação. Além de um helicóptero que voava baixo, que parou em um heliponto da rodovia, foi abordado pelos policiais e os membros do helicóptero diziam que “era um evento de carros”.

    Cadê o nome dos donos dos carros? Do responsável pelo helicóptero? Quantos carros mais participavam? A concessionária não tem vídeos da situação, sendo que a rodovia é largamente monitorada por câmeras?

    Uma pesquisa na internet mostra pelo menos alguns detalhes:

    O helicóptero tinha prefixos PT-HNN. Jogar este prefixo no Google resulta neste resultado: http://glamurama.uol.com.br/francisco-abdalla-investe-em-empresa-de-taxi-aereo-com-frota-poderosa/ O nome do responsável do helicóptero é fácil de pegar.

    Os carros tiveram as placas cobertas. Medo de represálias? Porsches no Brasil são poucos, bastaria procurar em comunidades de “gearheads” (uma triste praga) sobre quem seriam os responsáveis por estes carros.

    A imprensa tem que pegar este tipo de gente. Tem horas que acho que a imprensa faz algo, depois espera uma propina para que não seja divulgadas mais informações. Sério.

    1. Esse tipo de coisa não é “trabalho da imprensa”, pois é já é caso de polícia.

      1. Sim e não.

        A imprensa é uma forma de transparecer como as ocorrências são tratadas. Isso funciona também como forma de pressão para mudar culturas e atitudes.

        Se deixar só como “caso de polícia”, isso significa também maior facilidade em transformar a situação em mais um caso de corrupção policial.

        “Pau que dá em chico, dá em francisco”. Um cara com um Fusca fazendo besteira no trânsito tem que ser multado. Mais multado ainda tem que ser “playboyzinho gearhead” correndo que nem louco pensando que a rua é locação de Velozes e Furiosos.

  22. Alguém recomenda um jogo legal (xbox 360) pra uma criança de dez anos? Com exceção de Katamari e Minecraft. E, de preferência, fugindo de disney e coisas do tipo. Algo pra estimular a criatividade e não pra reforçar a marca sei lá do q.

    1. Franquias lego estão em promo no X360, mas, particularmente recomendo Blue Dragon (exclusivo antigo RPG).

      1. Estou fugindo do lego, apesar de não ter nada contra… queria algo mais diferente mesmo. achei esses aqui:

        – Braid
        – Pac-Man Championship Edition DX
        – The Secret of Monkey Island: Special Edition
        – ilomilo
        – Peggle
        – Terraria
        – Carnival Games: Monkey See Monkey Do

        Vou dar uma olhada no Blue Dragon.

        1. Braid é doido, mas talvez fruste a criança porque começa a ficar bem complexo

          1. um colega de trabalho comentou comigo q é excelente! aliás, ele me deu umas dicas depois e recomendou o ‘papers, please’ e o ‘valiant hearts’. parecem bons tb. o primeiro pela paranoia burocrática e o segundo por ser um jogo francês.

      2. desisti dos jogos qdo vi o q estão cobrando por eles. havia um outro, q inclui depois na lista, o único q encontrei numa loja, o ‘ryman legends’, dei meia-volta com aquelas desculpas típicas: ‘depois eu volto’. cento e cinquenta mangos! ia ser um jogo e dois livros (‘pequeno príncipe’ e o ‘diário de anne frank’). agora será esses dois livros e algum outra coisa mais simples…

        em compensação, pro tio aqui, comprei alguns jogos ótimos na promoção q a steam tá fazendo!

        1. Tá menos de R$ 10 os jogos do X360, não tem essa desculpa de estar caro. Fora que são jogos legais.

          E tem jogos grátis no X360, como Aegis Wing, Happy Wars ou o ótimo plataforma Crash Course.

          Fora que vários outros mais “adultos” são gratuitos também como Defiance, World of Tanks, RE Revelations 2 – EP1 e etc.

          1. menos de 10!? mas em mídia física (o bom e velho dvd na caixinha)?

  23. Alguém recomenda um jogo legal (xbox 360) pra uma criança de dez anos? Com exceção de Katamari e Minecraft. E, de preferência, fugindo de disney e coisas do tipo. Algo pra estimular a criatividade e não pra reforçar a marca sei lá do q.

    1. Rayman Legends é fantástico. Zerei umas quatro vezes já! Há o Origins também, tão bom quanto.

          1. tá melhor sim, mas o tio aqui comprou o jogo pra jogar no pc por uns seis reais eu acho… não sabia q custavam tão caro assim sendo q o 360 já tá ultrapassado.

    2. Eu que sou xarope, recomendo Love Actually. É um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, então é fácil o melhor filme natalino que já vi.

  24. Quais foram os filmes favoritos de vocês no ano?
    Podem responder de duas formas: filmes lançados no Brasil (ou onde você mora) em 2015 e filmes que você assistiu em 2015 mas que foram lançado em outro ano.

    1. vou tentar responder sem me preocupar muito com a data dos filmes. e tb vou misturar com séries, pq elas roubaram um bom naco do tempo. bom, lá vai:

      1. ‘sem pena’. documentário sobre o sistema prisional brasileiro q é muito foda e montado de um jeito bastante atípico. é altamente recomendável pra saber se situar sobre essa questão.

      2. ‘orestes’. filme q anda entre o documental e o ficcional com liberdade e mostra um embate bem atual da nossa sociedade.

      3. ‘black mirror’, mas mais especialmente o s02e02. é um futuro bastante crível aquele de torturar diretamente a memória e de fazer com isso um espetáculo.

      4. ‘fargo’, a série é muito boa. as duas temporadas são excelentes.

      5. um documentário q vi no netflix sobre o advogado sobral pinto… não o encontrei lá, acho q tiraram. mas pelas referências q vi, se chama ‘sr. justiça’. vou deixar um vídeo dele com uma mensagem aos jovens. ele é um exemplo (com todas suas qualidades e defeitos/contradições) de defensor da democracia.

      6. ‘mr. robot’. curti muito essa série.

      7. ‘selma’. filme muito inspirador tb igualmente válido pra nossa realidade terrível.

      8. ‘P’tit Quinquin’. é uma mini-série. com certeza é o melhor do humor non sense que vi na vida. mas pra quem não tá habituado com filmes estrangeiros além dos americanos… vai causar um baita estranhamento. só q vale muito a pena.

      9. ‘Olive Kitteridge’. outra mini-série excelente q vi esse ano. altíssima qualidade de drama familiar…

      10. ‘rectify’. a última temporada, a terceira, foi melhor q a segunda, mas a primeira ainda continua insuperável. é a história de um cara q foi condenado à morte, mas conseguiu sair da cadeia.

      11. ‘branco sai, preto fica’. outro filmão nacional que questiona o caos do dias atuais, mas, curiosamente pra um filme nacional, imaginando uma distopia brazuca. tb não é um filme convencional (mistura documental, ficção e ficção científica), então pode causar estranhamento. mas esse tipo de estranhamento ao qual me refiro é extremamente positivo.

      12. ‘bojack horseman’. série de animação excelente. ótimas piadas, muito ágil e totalmente adulta.

      13. ‘hora da aventura’. é o oposto do ‘bojack horseman’, porque tem como base a felicidade e o amadurecimento, diferentemente do personagem homem/cavalo. é, com certeza, apesar das referências claras ao melhor do universo de animação americano de épocas diferentes, o desenho mais inventivo e criativo q vi na vida. antes achava q isso era exclusivo dos desenhos japoneses, mas não… o personagem ‘rei gelado’ é incrível. apesar da complexidade, dá pra ver com as crianças numa boa.

      Depois acrescento mais se lembrar de algo.

      https://www.youtube.com/watch?v=21A16Vf9Ju8

      1. Jobs e Star Wars. Não é filme, mas não da pra deixar de mencionar House of Cards e Demolidor

        1. Não vi nenhum desses dois, mas com certeza vou ver. ‘House of cards’ é muito foda, fala ae? Apesar da competição com o ‘House of Cunha’ ser páreo duro pra ficção… ‘Demolidor’ eu assisti e achei decepcionante, apesar de muito bem feita. Vamos ver o ‘Jéssica Jones’ agora.

          1. House of Cards é fora de série(hahaha). Poderia nos explicar as causas da sua decepção?

          2. ah… mais do mesmo. um tanto previsível em alguns pontos e tal. como ‘narcos’ q estava vendo e vi q o padilha não se esforçou muito pra fazer algo diferente do ‘tropa de elite’. ainda bem, pq assim pude ver ‘fargo’. agora vou ver a última temporada do ‘homeland’.

          3. ah, cara, um seriado bacana q estou vendo tb é o ‘luther’. esse eu vi o primeiro episódio há um bom tempo, mas acabei não continuando. retomei agora. tem uns rocamboles no roteiro, mas é boa assim mesmo.

          4. certamente é uma alusão, mas nesse caso é só ‘luther’ mesmo. o protagonista é negro: um policial em crise existencial investigando casos escabrosos. bem interessante.

      2. Esse do Sobral Pinto é fantástico! Muito importante para que nós, brasileiros, aprendamos que temos personagens importantíssimos na história do nosso país. É triste que qualquer brasileiro na rua sabe quem é (ou já ouviu falar) de Malcom X, um cara insignificante para a nossa realidade, mas já Sobral Pinto, o verdadeiro baluarte do que é democracia e correção (defender o justo, independentemente da posição pessoal – vide seu relacionamento com Luis Carlos Prestes), passa quase que desapercebido pelo público em geral.

        1. luciano, confesso minha total ignorância, pq nunca tinha ouvido falar do sobral pinto e não é q ele é uma dessas figuras pra entrar naquelas listas (as quais diga-se, não dou muito valor, mas elas ajudam a pautar muitas discussões) de brasileiros mais importantes q geralmente são “ganhas” pelo senna ou pelo pelé? bom, minha ignorância, q constato todos os dias, não tem limites, mas as tiradas desse velhote são incríveis! fico feliz q tenham sobrado tantos registros dessa espirituosidade dele. os advogados ativistas de hj (vc deve ter notado a atividade deles especialmente nas manifestações de junho de 2013), q são importantes, certamente beberam dessa fonte, apesar dos de hj terem uma preocupação maior com o espetáculo…

          só faria uma ressalva qto ao malcom x. ele tem importância sim, cara, pelo menos no imaginário daqueles q lutam por direitos dos negros no brasil e pelo reconhecimento mesmo da causa negra. mas eu não sei muito sobre o malcon x propriamente, com exceção do q vi no filme do spike lee, mas ele é, sim, uma figura importante ou a ser levada em conta – apesar dos métodos q ele usava. é difícil desligar essa chave da influência q essas figuras exercem por aqui, mas é curioso q a chave das coisas q deveriam influenciar por aqui esteja sempre desligada…

          eu desconfio q a postura do sobral pinto desagrada muita gente q tem o controle da produção cultural nos dias de hj, pq na cabeça desse pessoal, afeito a simplificação e ao reducionismo, como seria possível posicionar alguém como o sobral pinto? é um sinal dos tempos q vivemos.

          1. Pois é. Sobral é conhecido ou por quem é advogado, ou pelo pessoal que tem mais de 60 anos de idade hoje. Fora isso, é um anônimo. E não deveria. Esse cara deveria estar nos curriculums de colégios e deveríamos ter algum filme feito sobre a história de vida do cidadão (o documentário é bom, mas algo para atingir as grandes massas).

            Sobre o Malcom X, eu discordo. O movimento negro nos EUA é muito diferente do que ocorre aqui. A própria segregação que ocorria lá de forma expressa é prova (e os atuais conflitos raciais, idem). A diferença com a situação no Brasil é que o preconceito por aqui é velado. O que é pior, mas que torna ainda mais difícil fazer uma distinção. As políticas de cotas… Nem quero entrar nesse assunto, pois aí o debate vai. Sumarizando: a meu ver a política de cotas (não a para ingresso em universidades, mas sim a que garante vagas no serviço público), ao inves de ser algo positivo, é negativo, pois gera mais preconceito. Não geraria tal preconceito se na sua lei fosse temporariamente limitada, como ferramenta para corrigir uma injustiça. Mas, conhecendo o Brasil, a coisa ficará assim eternamente. Pequeno exemplo: concurso ocorrido esse final de semana, no RS. 3.500 pessoas concorrendo para 5 vagas. Uma vaga para deficientes. Uma vaga para negros. Resultado: 3.200 pessoas disputando três vagas, 40 deficientes disputando uma vaga, e 120 negros disputando outra vaga. Onde isso é correto!?!?!?!?!?

            De qualquer forma, fica a dica a todos os demais que porventura vierem a ler esse comentário: coloquem como prioridade de Janeiro assistir esse documentário sobre o Sobral Pinto. O título é “Sobral – O Homem que Não Tinha Preço”.

          2. isso mesmo. é esse o título certo! é… sobre as cotas temos divergências, então, talvez é melhor deixar isso pra outra hora, pq mesmo no exemplo q vc dá, q parece algo extremo, pra mim ainda é um número insuficiente de vagas reservadas ao sistema de cotas, pois eles, os negros, ficaram quantos anos aguardando essa possibilidade ao longo da nossa história? e qual o grau de sofrimento psíquico e físico q eles passaram até hj para q qualquer tipo de reparação seja vista como injusta qdo é só insuficiente? como não há negros em diversos cargos de decisão, relevância e expressividade, eu acho q eles, os negros, não estão tendo a sua vida facilitada não. na verdade, é justamente o contrário, porque se há cotas é porque há uma gravíssima injustiça acontecendo na sociedade orientada basicamente pelo mercado e por grupos de interesses poderosos que, coincidentemente, são ocupados por homens brancos…

            mas estamos de acordo com sobre o sobral pinto. figuraça e que não tem o devido o reconhecimento por justamente ser o avesso do que temos hoje no nosso triste horizonte.

          3. Sobre as cotas, o meu pressuposto é simples: serviço público busca o maior interesse da sociedade, e tem dentre seus pilares o princípio da supremacia do interesse público. O interesse público, neste contexto, busca dar à sociedade o melhor serviço público possível, dentro das melhores condições, com o melhor pessoal.

            A política de cotas, assim, quebra essa visão, no serviço público. E isso, a meu ver, é contrário à sociedade.

            Sou amplamente favorável à política de cotas para acesso a ensino de qualidade. Isso coloca os menos favorecidos em condições de igualdade com os demais. Cotas para entrada no serviço público? Sabe o que isso produz? Preconceito. O público em geral vai pensar (e com razão) que o Juiz negro que está sentado à sua frente só é juiz por causa das cotas (mesmo que não o seja). Vai pedir ou vai reclamar por alguém mais “capacitado”.

            Sobre o tema, recomendo a leitura de dois artigos do professor William Douglas, juiz federal e um dos mais respeitados palestrantes no país, hoje.

            Texto sobre as cotas em geral: https://www.pciconcursos.com.br/comopassar/as-cotas-para-negros-por-que-mudei-de-opiniao

            Texto sobre as cotas em concursos: http://economia.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/william-douglas/2014/04/17/cotas-nos-concursos-publicos.htm

          4. o problema dos argumentos do WD é q ele é parte interessada na coisa. ele vende livros e faz palestras a concurseiros, daí que ele tem interesse financeiro na coisa em si. pra ele, as cotas, diminuem as vagas para os compradores de seus livros e, pra mim, ele não pode dar uma fórmula mágica ou mística pra reverter já q enfrenta a realidade e não o imponderável (q tem a ver com o fato de vc conseguiu ou não uma vaga, pois por mais preparado q vc esteja, pode ser q tenha alguém mais preparado q vc). de todo modo, não vejo relação no fato de alguém ter entrado no serviço por cotas, porque eu sei q se não fossem as cotas, o acesso ao homem ou mulher negra seria bastante restrito ou totalmente restrito. enqto houver disparidades sociais, as cotas se justificam por si mesmas. ser atendido por um juiz negro q entrou pelas cotas seria ótimo, pq, apesar dele enfrentar concorrências menor, ele enfrentou alguma. ser atendido por um médico negro q estudou medicina graças as cotas dá no mesmo q ser atendido por um médico branco q nunca precisou delas. ambos estão passíveis de erros e acertos (nos erros presumo q o corporativismo protegeria os dois, mas vai saber).

            esse lance do concurso público pegar o melhor é totalmente equivocado, por que o concurso aprova aquele com melhor memória e não aquele q é vocacionado ou q tem o desejo de servir ao público. no judiciário, pelo menos, isso fica evidente em todos os níveis. tanto q tem aqueles caras q se gabam de serem aprovados por terem estudado unicamente por resumos! vc quer ser atendido por um cara q estudou por resumos? eu não… mas ele está lá. vc quer ser atendido por alguém q ingressou por cotas, mas q se dedicou aos estudos e tem vocação? eu sim… mas isso não significa q todos q usam as cotas sejam perfeitos, claro. afinal, o sistema de seleção é o mesmo, igualmente falho.

      3. Bacana vc citar Olive Kitteridge… Espetacular! A HBO confirmou a 2a temporada.

        Acompanho um bom número de séries. Gosto muito.

    2. Acho que esse ano não cheguei a assistir nem 5 filmes.

      Só lembro de ter visto Ex Machina.

      1. Sobre séries, assisti a 1st season de Hellfjord e acompanho sempre Game of Thrones.

        1. essa primeira eu não conheço e ‘game…’ eu vi os primeiros episódios e parei. talvez em outro momento… qdo passar o hype.

          1. Hellfjord assisti gratuitamente a primeira temporada no Crackle.

            É uma ótima série britânica, com muito humor negro sobre um policial que depois de um sério problema de estresse é mandato para uma cidade isolada para ser demitido e descobre um grande esquema.

          2. parece boa. curto humor negro. e as série britânicas mandam bem nesse sentido.

      2. achei ‘ex machina’ excelente apesar de umas críticas negativas q vi.

    3. Ex Machina, fácil. Também vi e gostei muito de O Lobo de Wall Street e Para Sempre Alice. Entre as animações, Divertidamente.

      Vi pouco filmes lançados no Brasil em 2015… dos que me recordo, o melhor foi o novo Mad Max.

      Pior filme: A Batalha de LA.

      1. ‘Divertidamente’ foi legal sim. Vi um pessoal criticando q aquilo não refletia a realidade de como a coisa se dá na mente, mas eu acho q esse povo não teve infância.

        Se vc curtiu o ‘Para sempre Alice’, talvez goste do ‘Longe dela’. É canadense e já um pouco antigo, mas é a mesma temática e, a meu ver, melhor q o americano ao falar da doença. Já o lance da Alice com a família dela foi a melhor parte.

        ‘Mad Max’, cara… tinha esquecido desse. Fiz questão de ver no cinema, pq esse é “o” filme pra se ver no cinema. Eu vi todos os com o Mel Gibson qdo era garoto (na TV mesmo) e esse não ficou devendo em nada. Espero que deem sequência. Além da questão da personagem feminina ter equilibrado as coisas dessa vez.

        1. Outro que vacilei de não ter ido no cinema ver. To agora chupando dedo.

          1. perdi vários filmes nacionais esse ano. e agora sem a 2001… lascou de vez. tem aquelas mostras no cinesesc, q são excelentes. e o preço é super camarada, qdo não as sessões são gratuitas.

      2. Assisti ontem Divertidamente. A raiva <3
        E os gatos <3. Acho que nunca alguém traduziu tão bem porque um gato é um gato.

        Lobo de Wall Street foi show também, a cena da dopagem é uma das coisas mais engraçadas que já vi.

    4. Que horas ela volta, apesar do hype: esperava por um sergio bianchi mediano e fui presenteado com uma excelente anna muylaert.

      1. Vacilei, adiei tanto que deixei passar. É esperar aparecer no Netflix. Fiz a mesma besteira com o Som ao redor e Hoje quero voltar sozinho

        1. tb deixei passar o ‘que horas ele volta’. e ‘hoje quero voltar sozinho’ tb perdi. mas o ‘som ao redor’ vi no cinema mesmo e foi foda. ah, teve o ‘casa grande’, e foi excelente tb.

      2. cara, os filmes do bianchi são muito foda. o primeiro grande filme q vi na vida, depois de tantos lixos, foi justamente o ‘cronicamente inviável’. despertei para o cinema autoral aí.

    5. Minha lista abaixo.

      De animações, curti todas as três que vi: Big Hero 6, Inside Out, The Wind Rises. Essa última um tanto mais pesada do que eu imaginava.

      Filmes: The Perks of Being a Wallflower, Ant-Man, Cidade de Deus (é, eu sei), Good Will Hunting, Whiplash, Nightcrawler.

      Na moral, que tirando as comédias românticas de sempre, foram esses os filmes que assisti e todos eles foram do caralho. O ponto fora da curva é Ant-Man. Dado os filmes de heróis da Marvel, foi de longe o melhor que vi. Ah, tem Cidade de Deus e Good Will Hunting porque vou deixando passar, passar, passar até o ponto que não passa mais.

      1. Não importa quantas vezes eu veja a cena antológica do ” Its not your fault”… Lágrimas insistem em rolar. Já insideout, fui a contra gosto ao cinema e sai diferente. Aquele filme não pode ser chamado de ” pra crianca”, por nada nesse mundo! Super profundo, inteligente e… Tocante

    6. Posso fazer uma lista com alguns dos que mais e menos gostei e com alguns dos que pretendo ver? ;)

      Que curti pacaralho:
      Birdman
      Mad Max
      Nightcrawler
      Que horas ela volta?
      Spy
      The Interview

      Que desejei não ter visto e quis cortar meus pulsos:
      Ex Machina
      The Avengers
      Entourage
      Still Alice
      Jupiter Ascending
      Terminator
      Taken 3

      Quero ver:
      The Walk
      Spectre
      Tangerine
      Timbuktu
      Inside Out
      It Follows
      The Martian

      1. SPECTRE padece que decepciona, ainda não vi também. The Avengers é ruinxao mesmo.

        1. Eu sou fã do personagem, entao é aquela coisa, pode ser ruim etc, mas tem que ver. Hahahaaaaa

    7. assisti star wars na ultima quarta…, foi legal…
      poxa…não adianta filmar em 70mm e depois converter pra 3D. não dá pra enxergar quase nada =P…
      mas o favorito do ano ainda é Mad Max

    1. Nintendo é uma empresa tão difícil.

      Tem de longe os melhores jogos, com qualidade de sobra, mas com políticas do séc. XIX.

  25. Vocês costumam a jogar games? eu estou em dúvida , vou começar curso de engenharia 2016, e fico em dúvida se esse tipo de hobby pode me distrair do meu objetivo.

    1. no meu caso, eu sempre precisei me afastar do video game, pq o vício era total.

      1. Pois entao, eu sempre gostei de games , nunca fui viciado a chegar ao ponto de não tomar banho ou comer, Mas ano que vem pretendo trabalhar e estudar e estou pensando seriamente em começar praticar outros hobbies como livros, filmes, começar a sair mais de casa..

        1. dependendo da sua cidade, tem muito lugar bom pra ver filmes q vão fazer vc refletir e tal. em sp, recomendo fortemente o centro cultural sp. eles têm ótimas mostras lá e por preço bom. se tiver biblioteca, idem… eu ia muito a duas: uma no meu bairro e outra na paulista, mas como há um amor enorme por livros e leitura por parte do governo e empresários, ambas fecharam. tem a fotografia tb, é um bom hobbie e vc não precisa gastar muito com isso tb se não entrar na piração de querer o melhor aparato.

          1. Hehe, me recomenda um livro que seja bom para leitores iniciantes e que seja em conta $$ kk

          2. qual a sua principal área de interesse genericamente falando?

          3. certo. e tem algum gênero q vc curta mais, pq dentro do universo ficcional tem coisa pra caramba. vc pode ler uma HQ ou clássico do século XIX… ou mesmo um assunto q vc curta mais, aí fica mais fácil de indicar.

          4. q doideira, cara… ia te recomendar esse! bom, digamos q vc curtiu um puta clássico. se vc gosta dessas aventuras eu sugeriria o ’20 mil léguas submarinas’. eu acho q vc o encontra em bibliotecas, mas sempre tem umas promos desse livro. tem uma edição mais barata dele por 28 mangos da zahar na amazon brasil.

          5. OFF: o CCSP é de longe o edifício mais maneiro de São Paulo (apesar daquele do SESI (?) na Paulista ser bacana também, assim como o MASP).

          6. pois é, cara… é um dos meu lugares preferidos da cidade. guardo ótimas lembranças de lá, pq fiz praticamente toda a minha educação sobre filmes assistindo as mostras q eles programavam e no antigo espaço unibanco (q antes tinha uma referência ao extinto banco ‘nacional’ e q agora se chama espaço itaú). o ccsp tem uma biblioteca e uma gibiteca fabulosa. além daqueles espaços pra show e leitura. é realmente um dos melhores lugares da cidade.

          7. Sim, como espaço de permanência é maravilhoso. E a estação de metro, se me lembro bem, já dá nele.

            Eu curto toda a complexidade de espaços que tem lá. É um sobe e desce legal, suave, com a estrutura de aço aparente azul. Aço <3

          8. é show de bola aquele lugar! um dos melhores espaços públicos da cidade. mas eu acho q precisa modernizar ali.

    1. puts… mais uma “boa” notícia. mas uma coisa eu notei… se o museu estivesse sob os auspícios da prefeitura, a repercussão teria sido outra. como é uma parceria fundação roberto marinho e governo do estado, o tom é bem brando – mesmo envolvendo a morte de uma pessoa.

      tb teve o fechamento da 2001. não sei se vc a frequentava, mas aluguei muito filme lá… especialmente aquelas versões restauradas da versátil. uma pena. eis uma coisa q marcou parte da minha vida: as locadoras de vídeo. tá aí uma coisa q a molecada nem vai saber mais o q é. :(

      1. Quando criança fiquei broder de uma família que tinha uma locadora de video. Eles eram meio que meus vizinhos, então muita coisa acontecia na informalidade, até porque eles não eram franqueados e nem eram grandes empresários.

        Passa a tarde jogando SNES lá.

      2. Quando criança fiquei broder de uma família que tinha uma locadora de video. Eles eram meio que meus vizinhos, então muita coisa acontecia na informalidade, até porque eles não eram franqueados e nem eram grandes empresários.

        Passa a tarde jogando SNES lá.

        1. show de bola! tb alugava muito os jogos ou comprava nesses lugares q tinham pra vender usados. eu tb curtia muito as locadoras pequenas, de bairro… não tinha grande apreço pelo cinema, claro, e via muita porcaria, mas ainda assim era uma experiência legal. depois a 2001 virou “a” referência – só q era muito cara. depois passei a frequentar uma no bairro, bem mais barata, e o cara trazia uns filmes cults… deve ser pq ali ia bastante professor e tal.

          acho q foi vc q colocou outra vez sobre gente fazendo consórcio sobre iphones… e isso me fez lembrar q como meus pais não tinham grana, eles tiveram q fazer um consórcio pra comprar um vídeo cassete qdo eu ainda era pequeno e foi foda, pq era uma coisa cara e muito legal de se ter pra quem curtia filmes! meu pai, coitado…, antes disso arranjou dinheiro sei lá onde e me deu um atari…

          então, pensando bem, não devo censurar quem quer o iphone ou q quer q seja da vez, pq, sei lá, cada atribui significado diferente às coisas e o quão penoso é conseguir as coisas por aqui é algo difícil de mensurar.

  26. Sr. Adm do site. Já que você vai pegar umas férias, deixa o post aberto até sua volta.

  27. Tá na hora de começar a prender gearhead.

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/12/20/porsches-batem-durante-suposto-racha-na-rodovia-bandeirantes.htm

    Alguns fatos:

    – Pesquisei vídeos sobre “911 turbo brasil” e achei alguns com disputa de racha.

    – O helicóptero que aparece em algumas fotos de matérias relacionadas tem o prefixo PT-HNN, jogando isso no google achei esta página: http://glamurama.uol.com.br/francisco-abdalla-investe-em-empresa-de-taxi-aereo-com-frota-poderosa/

    Tenho uma desconfiança para onde iria os vídeos. Provavelmente é algum grupo “gearhead” que possui entre razoável e boa audiência no Youtube.

  28. Tá na hora de começar a prender gearhead.

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/12/20/porsches-batem-durante-suposto-racha-na-rodovia-bandeirantes.htm

    Alguns fatos:

    – Pesquisei vídeos sobre “911 turbo brasil” e achei alguns com disputa de racha.
    – O helicóptero que aparece em algumas fotos de matérias relacionadas tem o prefixo PT-HNN, jogando isso no google achei esta página: http://glamurama.uol.com.br/francisco-abdalla-investe-em-empresa-de-taxi-aereo-com-frota-poderosa/

    Tenho uma desconfiança de quem pode ter feito os vídeos no helicóptero. Provavelmente é algum grupo “gearhead” que possui entre razoável e boa audiência no Youtube.

      1. É…

        (só uma explicação – o gif, não sei se conhece, é da animação “Battle Programmer Shirase”, um animê que conta a história de um programador e suas estripulias para salvar a vida de algumas empresas. É bem esteriotipado, e tem até uma cena quase igual a essa do NCIS. :) )

    1. Sakamoto tem horas que exagera demais (ele é muito polarizador de debate), mas este post dele é muito bom mesmo.

      Fico muito nesta dúvida de seguir uma carreira (tenho dúvida entre informática, mobilidade urbana e sociologia) via faculdade ou ter “a bagagem da vida”.

      Mas ir pela “bagagem da vida” requer coragem suficiente para encarar o mundo. Não é apenas “sair e fazer a vida”. Mesmo para sair e fazer a vida, tem que ter alguma renda, procurar um meio de viver em algum lugar. Tudo isso tem seus valores – financeiros, sociais. Não é todo lugar que a pessoa lhe recebe como amigo – depende o quão a pessoa está disposta a se ceder, seja ti ou o alheio.

      1. Tenho o Sakamoto como um Haddad: tenho lá minhas divergências, mas acho ambos sujeitos bem intencionados acima de tudo.

        E mobilidade urbana? Que curioso. Na FAUUnB, todos os alunos acham que são peritos em mobilidade urbana, basta bradar fim aos carros e vias exclusivas para bikes e ônibus… mas o mundo é maior que isso. Se for estudar esse tema, fuja desses clichês

        1. Haddad é um gestor. Ele tenta organizar as coisas conforme a necessidade da população. Admiro por fazer as ciclovias e insistir na mudança do sistema paulista de ônibus. Mas sei que ele tem muita falha por trás. Deixou rolar muita falha em outras coisas (educação e infraestrutura), só deixando de vitrine a parte da mobilidade. É um erro dele. Se eu morasse em SP, votaria em outra pessoa, porém tentaria falar para esta pessoa nova: “olha, mantenha os bons projetos do Haddad, e principalmente, mude a mobilidade paulistana”.

          Sakamoto é um jornalista, mas peca numa coisa: ele polariza demais o debate, busca enfrentamento e força inclusive preconceitos. É o pior defeito dele. Ele tem muitas boas intenções, mas peca nos excessos.

          Quanto a mim, se eu entrar na área de mobilidade, sinceramente sou mezzo simpatizante do discurso anti-automóvel. Porém sei dos perigos que ele carrega. Primeiro, assim como falei do Sakamoto, é uma forma de polarização do debate.

          Ser “contra automóvel” não deveria ser uma forma de partidarização política. Mas sim um foco futuro de mudança de paradigmas – diminuir o uso do automóvel particular em cidades. Vilanizar quem usa carros não colabora, apenas cria rixas, estas que viram birra (vou usar carro porque quero e pronto, acabou).

          Vide: acompanhei por um tempo grupo de fãs automotivos e conforme o discurso pró-ciclismo/mobilidade e anti-automóvel crescia, muitos destes “gearheads” começaram a fazer um discurso anti-ciclismo e pró-automóvel. Claro, são fãs de automóveis, seu sentimento por automóveis é enraizado. Não se muda da noite para o dia.

          Porém, quando começou a movimentação para mudar o trânsito de forma a amenizar o excesso de carros, de distração e de violência no trânsito, “gearheads” começaram a atacar quem era a favor disto. Polarizou, politizou. “Se é a favor da redução de velocidade, é petista, é ciclista, é blá blá.”.

          Tem que tentar botar um peso na balança e na cabeça de “gearheads” que o trânsito é feito de pessoas, e que o principio básico é a segurança destas pessoas, sejam em um veículo ou a pé (este último, principalmente). Vira uma discussão longa.

        2. Haddad é um gestor. Ele tenta organizar as coisas conforme a necessidade da população. Admiro por fazer as ciclovias e insistir na mudança do sistema paulista de ônibus. Mas sei que ele tem muita falha por trás. Deixou rolar muita falha em outras coisas (educação e infraestrutura), só deixando de vitrine a parte da mobilidade. É um erro dele. Se eu morasse em SP, votaria em outra pessoa, porém tentaria falar para esta pessoa nova: “olha, mantenha os bons projetos do Haddad, e principalmente, mude a mobilidade paulistana”.

          Sakamoto é um jornalista, mas peca numa coisa: ele polariza demais o debate, busca enfrentamento e força inclusive preconceitos. É o pior defeito dele. Ele tem muitas boas intenções, mas peca nos excessos.

          Quanto a mim, se eu entrar na área de mobilidade, sinceramente sou mezzo simpatizante do discurso anti-automóvel. Porém sei dos perigos que ele carrega. Primeiro, assim como falei do Sakamoto, é uma forma de polarização do debate.

          Ser “contra automóvel” não deveria ser uma forma de partidarização política. Mas sim um foco futuro de mudança de paradigmas – diminuir o uso do automóvel particular em cidades. Vilanizar quem usa carros não colabora, apenas cria rixas, estas que viram birra (vou usar carro porque quero e pronto, acabou).

          Vide: acompanhei por um tempo grupo de fãs automotivos e conforme o discurso pró-ciclismo/mobilidade e anti-automóvel crescia, muitos destes “gearheads” começaram a fazer um discurso anti-ciclismo e pró-automóvel. Claro, são fãs de automóveis, seu sentimento por automóveis é enraizado. Não se muda da noite para o dia.

          Porém, quando começou a movimentação para mudar o trânsito de forma a amenizar o excesso de carros, de distração e de violência no trânsito, “gearheads” começaram a atacar quem era a favor disto. Polarizou, politizou. “Se é a favor da redução de velocidade, é petista, é ciclista, é blá blá.”.

          Tem que tentar botar um peso na balança e na cabeça de “gearheads” que o trânsito é feito de pessoas, e que o principio básico é a segurança destas pessoas, sejam em um veículo ou a pé (este último, principalmente). Vira uma discussão longa.

          1. Conheci agora, mas achei esquisito e enviesado. Prefiro o outracidade.com.br – que por ser jornalistico, vê mais os dois lados de uma história. :)

            Esse caos planejado me parece um bando de elitistas querendo fazer um “urbanismo almofadinha” (sim, soa preconceituoso esquerdista que nem o estilo de um comentarista daqui… :p )

          2. Sim, é enviesado pro liberalismo. Talvez eu goste porque eu também esteja enviesado para esse lado. De qualquer forma, é um site muito mais embasado em planejamento urbano, urbanismo, plano diretor, ou o nome que for.

            Bom, se a ideia é jornalismo prefiro então o Cidade para Pessoas. Provavelmente desse você já sabe, se não sabe, ta perdendo!

            Outra dica, essa talvez underground: minha professora de Urbanismo publicou esse livro que é referência quando se fala de ciclovias: https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.solucoesparacidades.com.br/wp-content/uploads/2010/01/24%2520-%2520BRASIL_Caderno%2520de%2520Desenho_Ciclovias.pdf&ved=0ahUKEwidn73I4-vJAhXMF5AKHW3DD-MQFggaMAA&usg=AFQjCNFQjMW4XeirSUipV_qxkIKUMqH9Cw&sig2=Xp8NHSVQeio48MIjtrzwAg

          3. Sim, é enviesado pro liberalismo. Talvez eu goste porque eu também esteja enviesado para esse lado. De qualquer forma, é um site muito mais embasado em planejamento urbano, urbanismo, plano diretor, ou o nome que for.

            Bom, se a ideia é jornalismo prefiro então o Cidade para Pessoas. Provavelmente desse você já sabe, se não sabe, ta perdendo!

            Outra dica, essa talvez underground: minha professora de Urbanismo publicou esse livro que é referência quando se fala de ciclovias: https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.solucoesparacidades.com.br/wp-content/uploads/2010/01/24%2520-%2520BRASIL_Caderno%2520de%2520Desenho_Ciclovias.pdf&ved=0ahUKEwidn73I4-vJAhXMF5AKHW3DD-MQFggaMAA&usg=AFQjCNFQjMW4XeirSUipV_qxkIKUMqH9Cw&sig2=Xp8NHSVQeio48MIjtrzwAg

          4. Tou meio “basicão”, então o que entendo é pouco ainda do assunto.

            Do caso do “Caos Planejado”, o ponto é que eles não exatamente “liberais”, mas sim “meritocráticos” demais. É um site voltado mais a defesa de uma urbanização gentrificada, elitizada. De fato, alguns pontos deles eu possa concordar, mas o princípio, não.

            Antigamente eu participava do Skyscrapercity, e lá rolava muita discussão interessante sobre urbanismo. O mal lá é o ego. Sai de lá pois a moderação era muito mal feita e tinha dois pesos e duas medidas por lá. Procurei comunidades de mobilidade, e fui vendo que neste meio tempo, muita gente que era destas comunidades acabou entrando no mercado, estudando e trabalhando na área.

            Lia o Via Trólebus, mas o problema é que ele também é muito enviesado e muitas vezes ataca motoristas (o que não gosto). Idem a um grupo chamado Commu (que tem uma página no Medium). Apesar de dizerem que “não tratam o motorista como vilão”, as vezes eles aparentam escrever assim.

            Ambos tem textos interessantes para a leitura, mas pecam por isso.

            Agora tou fora de qualquer página ou comunidade sobre mobilidade (ia participar do Outra Cidade, mas faço isso nos comentários de forma eventual e apenas no Facebook). Sei lá…

          5. boa discussão dos dois. ótimas dicas de sites. vou dar uma olhada em todos mais tarde. alguns eu já conheço, mas acabo visitando pouco.

        3. Se alguém como o Sakamoto tivesse qualquer boa intenção, o inferno não seria lugar do demônio.

          1. Intenções todo ser humano tem. Bom ou mal, isso é subjetivo… :p

          2. Não são boas, mas intencionalmente ideológicas e partidárias com o sentido de atacar quem estiver no caminho, com mentiras e além disso, o tipo de pessoa que se acha dona da razão e não admite diálogo.

            Um extremista que se faz necessário ter muito cuidado.

          3. De fato, concordo em partes com seu argumento. Sakamoto é exagerado. Quanto a mentiras, não posso comprovar se ele realmente mente ou não. Uma coisa que noto no jornalismo em si é que é rodeado de mentiras e ocultações, e muitos jornalistas não fazem muita coisa para mudar estes cenário. Até porque isso é benéfico para os mesmos, pois pode ser usado como arma de intimidação ou instigação social (usar a mentira ou ocultação para provocar humores na população).

            Não o vejo tanto como extremista, dependendo de como considera o termo extremista. Se for como alguém “cego ideológicamente”, nem tanto. Se for como partidário, sim, ele é.

            Sakamoto pelo menos é um jornalista social. Corre atrás de informações sobre maus tratos às pessoas. E este tipo de informação muitas vezes tem por trás alguma pessoa mais extremista ainda, que usa seu poder caudilho ou de fogo para atacar pessoas que retiram seu poder. Talvez por isso o jeito do jornalista de lidar com as situações – como a população brasileira é “inerte”, ele prefere esta atenção para si para poder tentar chamar para estas causas que ele defende.

          4. lembro-me de um monstrinho q ajudei a criar q atacou duramente o sakamoto pq ele usava um mac numa palestra sobre problemas sociais… expondo no aparato uma aberração: ‘como pode um cara de esquerda usar um mac’. por aí se via q pouco se prestava atenção no q ele dizia e mais em como ele agia. daí q assim não se chega a lugar algum.

    2. eu, como não me encaixo no mundo idealizado pelo sakamoto, li o ‘a regra do jogo’, claudio abramo, qdo estudava jornalismo e vi q o negocio não era pra mim. ia estudar arquitetura ou cinema, mas acabei na história mesmo. rodei (bem pouco) o mundo lendo. a recomendação q ele dá aos jovens é oportuna, mas não só aos jovens, a qualquer um. mas isso implica em vencer o espírito provinciano e entregar-se ao cosmopolitismo. pelo menos nessas cercanias chamada são paulo, no horizonte há apenas um lugar no imaginário dos citadinos: miami…

    3. eu, como não me encaixo no mundo idealizado pelo sakamoto, li o ‘a regra do jogo’, claudio abramo, qdo estudava jornalismo e vi q o negocio não era pra mim. ia estudar arquitetura ou cinema, mas acabei na história mesmo. rodei (bem pouco) o mundo lendo. a recomendação q ele dá aos jovens é oportuna, mas não só aos jovens, a qualquer um. mas isso implica em vencer o espírito provinciano e entregar-se ao cosmopolitismo. pelo menos nessas cercanias chamada são paulo, no horizonte há apenas um lugar no imaginário dos citadinos: miami…

    4. acho engraçado chamarem o sakamoto de extremista, não leio porque acho justamente o contrário, água com açúcar

      1. Tem horas que ele tem uma posição 8 ou 80 (se você se omite, você é complacente com os erros alheios, por exemplo).

  29. O comentário oficial da “bagunça política brasileira” está aberto. Dêem seus pitacos sobre o destino dos gestores públicos e seus jogos legislativos para se manterem no poder.

  30. Pessoal, vejam se podem me ajudar com uma questão envolvendo domínios .com.br.

    A empresa junior da qual faço parte tem um site muito ruim (www.concretaconsultoria.com.br) e estamos criando outro usando o Wix*.

    Só que aí tem uma treta aparentemente grave: o Wix não aceita que vinculemos domínios .com.br já existentes. Só podemos usar .com.br se registrarmos o domínio através do Wix, no momento da assinatura do serviço. Então, o que me parece que teremos que fazer para manter o domínio é esperar ele vencer no host atual e aí imediatamente fazer o registro. Porém as grandes dúvidas:

    – se cancelarmos o host atual ou ele vencer, quanto tempo leva para o domínio ficar disponível para possamos registrá-lo novamente? Ou isso não compete ao host e sim a outro mecanismo?

    -há chances de perdemos o domínio para esses bots ou pessoas que registram tudo quanto é tipo de domínio para revender depois?

    *O mais interessante era que pagássemos alguém né, mas não rolou e daí optou-se pelo Wix, que dá pra criar usando só GUI, sem linha de código.

    1. Não use o Wix, procure outros sistemas de criação fácil de HTML ou CMS. Tem o da Hostnet também, este permite usar dominios .com.br. Sinceramente, acho um dos melhores no Brasil em hospedagem (em criação própria não, pois é padronizado. Todas as pessoas que já prestei serviço, sempre indiquei a Hostnet. Ontem mesmo transferi a conta de um cara para lá. Ele tava em um sistema de criação fácil de sites, mas o custo estava caro.

      Se cancelar o host ou vencer, depende da época. Geralmente demora de três meses a um ano. Uma opção extra é redirecionar, salvo engano, no próprio registro.br permite redirecionamentos.

      Caso cancele, um “Loteador de domínio” pode até pegar seu domínio, mas depende se ele tem valor para este loteador. Geralmente loteadores de domínio pegam domínios de nomes conhecidos, nomes comuns (Ghedin deu sorte ao achar o Manual do Usuário) ou de grandes empresas.

      Vi o site lá. Se for em Joomla, tente achar um template mais agradável e troca. Acho que sai mais em conta do que ficar trocando de servidor ;)

      1. Infelizmente não tenho o poder de decidir isso, Vagner. A ideia era ser wordpress e a gente ir mexendo no código a partir de algum template, mas nem fazer rodar offline eu consegui… :) ( :( )

        A opção do redirecionamento parece uma boa. Talvez fique mais cara do que o planejado inicialmente, mas parece ser mais seguro. Verei mais a respeito.

        E é em Joomla sim, mas acho que não vai rolar a troca. Temos 0 conhecimento. Como disse, o ideal seria a gente ter pagado por um profissional competente (EJ de design ou computação tiraria isso de letra fácil fácil).

        1. Trabalhei um tempo com sites, mas hoje raramente faço algo relacionado.

          Joomla basicamente você instala e pronto. Ele é complexo em comandos mas não tão complicado quanto parece.

          Para redirecionamento, você pode pensar nas seguintes opções:

          – Do próprio servidor .com.br, com uma página de redirecionamento. Isso é bom para manter o servidor .com.br. Tem os custos do servidor e do registro

          – Do Registro.br, mas pelo que testei uma vez, é passível de falha. só paga o registro anual.

          1. Acho que o site não foi registrado diretamente no registro.br e sim no host atual (softhost.com.br)
            Vou me informar sobre isso, mas você já ajudou bastante

          2. as ordens. Mas pode pedir para o pessoal do softhost transferir direto para a empresa. Na verdade lhe recomendo imensamente que faça isso. Se o nome é da empresa, o registro deve ser dela, não de um terceiro.

          3. Verifiquei no Whois e o registro está registrado sob o CNPJ da nossa empresa mesmo. O vencimento é 30/05/16, então acho que a alternativa será o de redirecionamento mesmo.

            Então provavelmente no Wix criaremos a versão .com do nosso site e faremos o .com.br redirecionar. Quando o domínio vencer, cadastraremos de novo pelo Wix, acho. Ou talvez paguemos alguém para fazer a coisa direito.

            E verifiquei sobre cancelar por agora e registrar pelo Wix imediatamente, mas é horrivelmente burocrático. Requer documentos scanneados, janela de cancelamento, etc.

          4. É meio porre mesmo. Depois estudo para ver como é. Já falei que posso dar uma mãozinha se quiser. Pode ser que tenha procedimentos mais simples.

            Eu mesmo tenho que ver um site que transferi dias atrás, e tenho que cancelar o servidor anterior, para não sujar o nome do dono da empresa.

          5. PS: Se eu puder ajudar em algo, pode me procurar pessoalmente também.

  31. Vou aproveitar esse ultimo post livre do ano para ver se alguém pode me ajudar em umas questões;

    1 – Alguem aqui costuma jogar bastante no PC (fps de preferência)? Pois depois de alguns anos comprei o CS:GO e meu mouse já tava ruim, então quero comprar um bom e que sirva legal para jogar jogos desse tipo, o que eu devo levar em consideração? e alguem indica algum que seja no máximo até 100 cunhas?

    2 – então, meu pai usava o pc dele (windows xp) numa TV Philips de 24 polegadas, até ai tudo certo, só que agora eu que uso essa TV como monitor, porem o meu pc roda o Windows 10, e é ai (eu acho) que ta o problema: sempre que eu reinicio ele, desligo/ligo, ou mudo da opção tv para a conexão VGA, ele vem com a resolução certa, 1080p no caso, porém a tela aparece deslocada para a esquerda, coisa que só consigo acertar na opção “deslocamento de imagem”, no controle a tv, e detalhe que o meu pai não sofria desse problema no windows XP, enfim, algum dica/ajuda? alguém tem sofrido com um problema semelhante no windows 10?

    1. Do mouse não vou poder lhe ajudar pois não conheço mouses com esta configuração. Mas lhe sugiro ver algum no OLX ou ML. As vezes tu pode se surpreender com os preços e qualidade :)

      Do Windows 10 e a tela deslocada, veja se nas configurações de vídeo, está trabalhando com uma frequencia maior ou menor (50, 60hz ou mais). Pode ser por isso que a tela se desloca – a frequencia emitida da placa de video gera isso. Ve o manual da tv para saber também as resoluções suportadas e a frequencia.

  32. Quem aqui foi afetado $financeiramente$ pelo bloqueio do Whatsapp?

    1. Putz… Vi alguns relatos no UOL. Na maioria profissionais autônomos, como vendedores, consultores… Complicado. Bem complicado.

    2. $ diretamente não, mas atrapalhou demais a comunicação de trabalho, porque tudo era com wpp.

    1. O Google Reader era adorado, em parte, por isso. Só tenho dúvidas quanto ao apelo do Pocket — não sei se é geral, mas eu costumo usá-lo só para leituras de fôlego, o que acaba diminuindo a relevância dessa ferramenta de compartilhamento se a ideia for recomendar leituras em geral.

      Acho que essa novidade tem a ver com o This. E, na prática, é bem mais cômodo indicar algo ali no Pocket, onde eu já li, do que em outro app.

      1. Acho que esse perfil do Pocket combina com as recomendações da newsletter, textos um pouco maiores mesmo né? Não conhecia o This, parece interessante.

        Coisas menores, geralmente vai no Twitter ou Facebook mesmo…lugares em que “textões” perdem um pouco da força a recomendação já que se mistura rapidamente com as novidades e afins. Acho que falta um espaço para esse tipo de conteúdo que não combina muito com as redes sociais atuais.

    2. uso o pocket diariamente (nele, inclusive, incluo muitas das suas recomendações no grupo, q são ótima., e se vc não achar impertinente da minha parte, acho q vc deveria estendê-las ao post-livre, mas é só uma sugestão). vi as recomendações e, sinceramente, eu já forro o pocket com coisas suficientes pra ler… mas o pocket tem uma função crucial pra mim: eu armazeno tudo aquilo q me interessa pra servir de referência depois em algum momento, porque é muito complicado achar textos importas, às vezes lidos enqto estou no metrô, e depois caçar o tal texto num buscador. só fico com preguiça de colocar tags em tudo… mas o pocket, eu acho, é o app principal no meu celular.

  33. Cheguei esses dias pelo MdU. Pra participar do Post Livre tem que trazer alguma coisa? Uma cerveja, carvão, carne?

  34. O facebook está com comentários bugados? Em páginas de empresas, por exemplo, há indicativo de 8 comentários, mas só 1 visível. Clico em view more e apenas um leve refresh acontece, não aparecem novos comentários. Mesmo mudando as configurações (top coments unfiltereds) nada acontece. Estariam os social midias das empresas deletando mensagens de clientes indignados?

    1. Há a possibilidade também de serem pessoas que lhe bloquearam também.

    2. Sim, sim!!! Também percebo aqui e parece que são os comentários que o administrador da página deixa ocultos. A pág. de um Shopping por aqui está totalmente dedetizada de reclamações e em todos os posts há essa discrepância numérica. Faz sentido.

      1. Ao Frederico também.

        Todo sistema de comentários terceirizado (como este e o do Facebook), eles trabalham também em conjunto com o sistema de comentários do CMS. Se eu apago um comentário pelo FB, pode ser que o comentário apagado fique no banco de dados do CMS.

        Toda vez que eu apagava minha conta, notava que em alguns sites existia uma pré-carga de comentários e aparecia os comentários da conta que eu tinha apagado.

  35. Alguém que tenha assistido BLACK MIRROR pode recomendar a série, ou não?

      1. Essas séries inglesas em geral são sempre muito boas, ne? Na lista ja alguns títulos na minha lista. E essa será a próxima então. Valew!

    1. é muito boa, e aproveite que agora que a Netflix vai produzir mais eps e tal, creio que isso só agregue a série.

      1. No meu caso, tou tentando parar de acessar a internet. É um costume que me irrita. prometi para mim mesmo que ia parar de comentar, mas não parei. Enfim.

        1. eu adquiri um nokia 2108 que estava sobrando la na empresa. passei a usa-lo em algumas ocasioes, até por que o smartphone é grande e caro demais pra perder ou quebrar em algumas situaçoes.
          e olha…, não sinto falta do mesmo. o velho nokia acaba fazendo eu manter o foco.

          só um outro problemas que tenho que “largar”: a internet.
          eu tinha dores na mão direita, devido ao uso excessivo de mouse no trabalho e em casa. estou de ferias e durante a visita aos meus pais as dores pararam, mas hoje já voltaram. preciso focar e usar o notebook para o que realmente me interessa: tirar musicas.
          facebook e feedly é uma distração enorme, hahaha

          1. No meu caso, o problema são as participações online. Toda vez que participo de uma comunidade para conversar ou debater, acabo tendo problemas nela, ou melhor, “vendo” problemas nela.

            Aqui mesmo: quantas vezes não apaguei e refiz uma conta no Disqus? Toda vez que eu tive problemas ao conversar, vilanizei alguém (como fiz com o Montarroios ou o Malcriado) ou entrei em algum entrave, apagava a conta. De fato, uma vantagem nisso é que não me preocupava mais com as palavras escritas da minha parte ou da outra.

            Conversar é legal, e ultimamente, algumas das conversas mais produtivas são online. Mas ao mesmo tempo, meu problema em lidar com as conversas online acabam me deixando irritado, criando um ciclo de conversa – conversa crítica – apaga conta.

            Tenho aprendido que as pessoas acabam realmente pesando sua opinião mais online (devido a sensação de facilidade de opinar) do que pessoalmente, já que aqui não lidamos com expressões faciais ou situações que nos façam pensar antes de colocar uma opinião.

            Um ponto extra também é que na verdade acaba um pouco com minha produtividade. Parte dos problemas que tenho online também é parte dos problemas offline. Isso é reflexo da minha personalidade, e isso venho tratando em terapia já faz uns 4 anos aproximadamente. Não é fácil. Não sou como muitos aqui – não tenho renda fixa, nem morada própria, nem veículo próprio (tive, mas fiz uma besteira e bem, depois deixo um link com a reflexão que fiz).

            Se online sou péssimo de lidar com opiniões contrárias, offline não é tão diferente. Os dois empregos fixos que tive, sai depois de algum superior falar mal do meu serviço ou eu falhar e ele me chamar a atenção.

            Provavelmente as próximas respostas (se tiver) sobre isso, será na linha “não é assim que deveria ver a vida” ou qualquer outra forma de “auto ajuda”. Não funciona comigo. Tou deixando a vida me levar para ver se uma hora a consciência muda. Não é tão fácil lidar com a própria teimosia do ego.

          2. não sei se pode ajudar, mas faz anos que eu vi no lifehacker uma dica que me fez deixar de me importar tanto com assuntos online.
            antes de escrever realmente alguma réplica eu escrevo-a no notepad (ou gedit).
            assim dá tempo de ler, esfriar o sangue e refletir se vale mesmo a pena ‘comprar a briga’.
            larguei de mão de foruns e hoje acompanho apenas alguns blogs

          3. Na verdade tenho feito menos comentários. Isso tem me ajudado. O problema não é só os comentários, é a vida em si…

            Há um problema nisso: cria-se uma bolha e não se compreende “outros lados”.

    1. Tinha lido o review sobre ele. Sinceramente não sou fã de Digimon e similares… (trauma de infância, talvez).

      Tenho acompanhado One Punch Man (delicioso de assistir e acompanhar o mangá também – vem no Brasil ano que vem), DB Super (por causa do Goku brincando com um gato :p ) e Lupin III – A aventura italiana (cara, sempre ouvi falar desta série, e se as anteriores tiverem a mesma alma deste, digo que é uma série excelente de assistir. E um ladrão para gostar :p ) :)

      1. One Punch Man é sensacional! Comecei a acompanhar quando saiu o mangá lá em 2011/12, mas paarei porque o ritmo era meio lento para o meu gosto.

        1. Não é que o ritmo é lento – os 12 episódios cobriram 35 capítulos do mangá.

          O ponto é que o Murata faz a história de forma lenta. E outra: ele é bem detalhista, principalmente na parte de movimentos. As vezes é 5 páginas que são sequencias uma da outra, como uma animação quadro-a-quadro.

          A propósito, de vez em quando ele faz streaming de quando ele começa algum trabalho que ele vê uma relevância, como OPM. Nos últimos capítulos do mangá, antes de sair oficialmente, ele fazia um streaming mostrando a finalização dos trabalhos dele.

          Um trabalho divertido dele é o Gokiburi Busters.

        2. Não é que o ritmo é lento – os 12 episódios cobriram 35 capítulos do mangá.

          O ponto é que o Murata faz a história de forma lenta. E outra: ele é bem detalhista, principalmente na parte de movimentos. As vezes é 5 páginas que são sequencias uma da outra, como uma animação quadro-a-quadro.

          A propósito, de vez em quando ele faz streaming de quando ele começa algum trabalho que ele vê uma relevância, como OPM. Nos últimos capítulos do mangá, antes de sair oficialmente, ele fazia um streaming mostrando a finalização dos trabalhos dele.

          Um trabalho divertido dele é o Gokiburi Busters.

          1. Sim, sim. Mas me referia ao ritmo de lançamento mensal. Eu costumo ler muita coisa semanal/quinzenal, acabava por esquecer de ler e por aí vai.

          2. Normal. Quando conheci, foi neste ano quando anunciaram que ia sair oficialmente para assistir no Brasil via Daisuki. Nisso fui atrás das duas versões da história e achei o reddit e uma wikia sobre :)

            Cometi um erro: se ler o mangá (do Murata), se decepciona um pouco com o animê. A história é legal demais no mangá e tu espera muito mais no animê. O ideal é ver um dos dois, dar um tempo e depois ver o outro que ficou para trás. Vale para Death Note também.

            Muito hilário também é as easter eggs as vezes bem expostas :3

            http://i.imgur.com/pvbB2NQ.gif

          3. Aproveitando a deixa, só para não ficar em um outro comentário perdido, hoje acaba de sair o último episódio (da provavel primeira temporada) de OPM.

            Louco e rápido demais. Pelamor. :) Se todo herói fosse como Saitama, não tinha história :D haha.

            Em comparação com o(s) mangá(s), a estrutura da história é basicamente a mesma. Ganha só um ou outro detalhe exclusivo.

            Porém na animação realmente as lutas ficaram boas. Só que quem fica muito no “hype” do remake do Murata, se decepciona. A arte de Murata é show demais e é meio que um storyboard que pode se imaginar as cenas com ele.

            Na animação, as histórias ficam com outros pontos de vista para compensar isso.

            A luta contra o “vilão final” é muito bacana. E as ações de cada personagem ficaram bacanas também.

            Tou na espera da segunda temporada (se tiver). Tem agora os OVAs de OPM para sair, e o autor original (ONE) tem outro projeto em mente (o “100 Psyko Mob”) que já vai sair direto das webcomics dele para uma animação :)

    2. Falando em animes, segui a dica de vários e assisti Death Note. Achei que perde a mão quando tem a menina loira, mas ao todo valeu a pena.

          1. A Misa é personagem-chave da história em um ponto dela. Ela é meio “chatinha”, mas compensa pela importância. Sem ela, a história não teria uma das melhores jogadas feitas. :)

            Sugiro assistir o Drama (live action), tem no Crunchyroll. A história fica mais humana lá e a Misa fica morena. =)

  36. Palavras de Barack Obama, agora, em sua última entrevista do ano, sobre privacidade (tradução livre):

    “Se você tem comunicações privadas entre dois indivíduos, é mais difícil discernir, por definição. Uma das coisas que faremos é nos envolver com a comunidade high tech para descobrir como podemos, de forma apropriada, fazer um melhor trabalho, se tivermos uma pista, termos a possibilidade de pegar suspeitos de terrorismo. Mas temos que reconhecer que nenhum governo terá passagem livre para ler todas os textos, email ou mídias sociais, se não postadas publicamente, de um indivíduo”.

    E é exatamente aí que ocorre a colisão entre direitos fundamentais e o balanço, através do Poder Judiciário, oitiva do Ministério Público após o pedido do governo (através de seus braços investigativos – Polícias Civil, Federal e ABIN), sobre a possibilidade de quebra da privacidade em favor da sociedade, quando houver justo motivo para tal.

    Edit: este pronunciamento está disponível para assistir no twitter oficial da CNN.

  37. Palavras de Barack Obama, agora, em sua última entrevista do ano, sobre privacidade (tradução livre):

    “Se você tem comunicações privadas entre dois indivíduos, é mais difícil discernir, por definição. Uma das coisas que faremos é nos envolver com a comunidade high tech para descobrir como podemos, de forma apropriada, fazer um melhor trabalho, se tivermos uma pista, termos a possibilidade de pegar suspeitos de terrorismo. Mas temos que reconhecer que nenhum governo terá passagem livre para ler todas os textos, email ou mídias sociais, se não postadas publicamente, de um indivíduo”.

    E é exatamente aí que ocorre a colisão entre direitos fundamentais e o balanço, através do Poder Judiciário, oitiva do Ministério Público após o pedido do governo (através de seus braços investigativos – Polícias Civil, Federal e ABIN), sobre a possibilidade de quebra da privacidade em favor da sociedade, quando houver justo motivo para tal.

    Edit: este pronunciamento está disponível para assistir no twitter oficial da CNN.

  38. A black friday causou dor de cabeça para vocês? Fiz uns pedidos na Lema21 e até agora só decepção com todo o andamento da coisa. :/

    1. Fiz um pedido no submarino, um monitor cardíaco, e chegou ONTEM. Cerca de 20 dias entre pedido e entrega.

      No mesmo dia fiz a compra de um Kindle (naquele precinho camarada de R$ 169, e na semana seguinte ele chegou.

      É a mesma transportadora, não sei se os contratos fazem essa diferença ou se a agilidade da loja em entregar para a transportadora faz a diferença.

      O grupo B2W tem decepcionado recentemente. Havia comprado uma caixa de som da americanas tempos atrás e demorou mais de 1 mês para chegar (acho que eles importaram, só pode).

      Enfim, evitarei de comprar desses sites. Comprei recentemente do walmart e chegou rapidinho também.

      1. aconteceu algo similar comigo e minha colega. eu comprei livros 1 semana antes dela e chegaram no nosso escritorio exatamente no mesmo momento. parece que meus livros ficaram aguardando algum outro item pra fechar a carga, hehe

        1. Bastante possível. Especialmente se você não está num grande centro! As vezes os pedidos demoram para sair do armazém das empresas, pois não vale a pena mandar caminhões diários ou coisa parecida!

    2. Comprei não na Black Friday, mas sim segunda-feira agora. O Ponto Frio já tinha dado um prazo dilatado (13 dias úteis) e, hoje pela manhã, recebi o seguinte e-mail:

      “Informamos que o seu pedido, XXXXXX, passou por um atraso operacional dentro do nosso Centro de Distribuição. Mas fique tranquilo porque a agilização do envio já foi providenciada. Nós estamos fazendo o possível para que o produto chegue rápido até você.

      Em breve você receberá um novo prazo de entrega.”

      Dureza.

      1. Ao menos eles te comunicaram. A Lema21 deixou todos os consumidores no escuro. já já explico o causo

    3. Não comprei nada na Black Friday, mas sempre uns dias antes e depois (por sinal, estava mais barato) e tudo já chegou.

      Entretanto, um amigo meu foi receber um pedido da BF ontem.

    4. A Kabum me surpreendeu positivamente. Apesar do processo manual de confirmacao de pagamento, que levou 2 dias. A entrega foi feita pela DHL e antes do prazo previsto.

    5. Comprei em 5 lojas. Uma demorou mais que o normal (Submarino) e uma outra ainda nem enviou o pedido. Com as outras 3 tudo ok.

    6. Já havia feito uma compra antes na Lema21 e gostei bastante. Tanto que no Post Livre seguinte recomendei minha experiência aqui. Agora na black friday foi uma tristeza tremenda. A promoção era muito boa: 60% de desconto na armação, 40% na lente, então aproximadamente 70% de desconto do valor final.

      O prazo de entrega era de 11 dias úteis. Já se passaram e meu produto ainda nem está pronto. Quando se faz o pedido, é preciso enviar a receita das lentes por e-mail. Se tudo certo (normalmente 3 dias úteis), eles mandam um e-mail com o update do pedido. O SAC fala em resposta de e-mail em 24 horas para o @ajuda deles. Para ter qualquer iluminação a respeito do status, tive que apelar pro ReclameAqui.

      Creio que meu pedido só chegará em janeiro, com um mês de atraso. Apesar do valor pago baixo, assim fica difícil de defender a empresa e não fazer propaganda negativa (o que de certa forma é o que fiz aqui).

    1. Já passou o ano… isso sim…

      “like a rolling stone”

  39. Peguei um Galaxy A5 para testar e me surpreendi. Instalei o Google Now Laucher, desabilitei alguns aplicativos. A bateria durou mais de 1 dia, e ainda com 34% de carga, coloquei pra carregar de novo. 2h30min de tela. Claro, não fiz uso intensivo e não instalei o Facebook.

    Mas em comparação com meu Moto X (1a. geração), a bateria dura umas 12h – o A5 possui uma bateria de 2300 mAh e o X de 2200 mAh. Claro que já tem 2 anos de uso e a bateria perdeu boa parte da capacidade. Mas mesmo quando era novo, raramente passa de 24h.

    Isso me faz pensar em um trade off entre desempenho e bateria. O A5 tem o mesmo SoC do Moto G (3a. geração) (edit: eu tinha colocado moto X!!! perdoem), 2GB de RAM e rodou legal os apps. Claro que em jogos engasga. A tela é 720p, super amoled, 5 polegadas. A densidade de pixels fica em 294 ppi, acho. Números bastante aceitáveis.

    Nesses casos me parece mais interessante pegar um mid-end do que um highend com pouca bateria. Fora o custo que será menor. Ao preço de 1 High end que durará 2 anos, pode-se pegar um mid end e trocar a cada ano.

    1. Ele é o melhor da sua faixa de preço? Pois estou namorando há algum tempo Sony Xperia Z3 Compact, só estou esperando liberar o cartão para comprar, mas o preço dele está variando bastante, e pretendo ficar com um próximo celular por pelo menos 2 anos, e como não faço uso pesado o Z3C é ótimo, pequeno, bateria boa e da pra ficar até mais de 2 anos (isso se não ligar para atualizar o android)

    2. Ele é o melhor da sua faixa de preço? Pois estou namorando há algum tempo Sony Xperia Z3 Compact, só estou esperando liberar o cartão para comprar, mas o preço dele está variando bastante, e pretendo ficar com um próximo celular por pelo menos 2 anos, e como não faço uso pesado o Z3C é ótimo, pequeno, bateria boa e da pra ficar até mais de 2 anos (isso se não ligar para atualizar o android)

      1. Cara, o Z3C já recomendei para 2 irmãos meus. O hardware é semelhante ao do Moto X de 2a. geração. O Galaxy A5 é inferior ao Z3C.

        E um dos meus irmãos que comprou, a bateria do Z3C dura horrores. A Sony fez um bom trabalho no gerenciamento de energia.

        Por ter uma ela 720p, acho que ele economiza bastante energia, principalmente no processamento de gráficos, e utiliza o SoC decente ( Snapdragon 801, acho)

        Eu acho uma ótima compra, custa em torno de R$ 1.200, já vi por quase R$ 1.000

        Só não compro pois estou esperando o meu Moto X 1 morrer hahahah.

        O único porém, para alguns, é que o SoC dele é 32 bits. Pra mim não faz diferença.

    3. Intermediários estão ficando muito bons. O Moto X Play é outro que bate um bolão — bateria sensacional, câmera bem decente, desempenho bom (não é muito, mas não te faz passar raiva). Eu concordo contigo; hoje, dá para passar muito bem com um mid-range. Só não sei se ele durará tanto… provável que sim, já que os saltos em desempenho estão menores ultimamente entre gerações de SoC, mas aí entra a estratégia de trocar de ano em ano, em vez de pegar um high-end e casar com ele por dois ou três.

    4. Um amigo meu tem um A3 e o Android é extremamente leve e o smartmphone possui ótimo acabamento.

    1. na real eu evitei falar sobre pois ainda não vi e não quero nenhum engraçadinho dando um spoiler

        1. eu acho muito loco pois parece que vai cair a ”cabeça” mas nunca cai, é bizarro

        2. É uma Sphero! http://www.sphero.com

          Vi uma na BUILD em 2013 e é bem divertido, mesmo sem a roupagem Star Wars (e os US$ 20 extras que vão para o bolso da Disney). A única coisa que achei é que precisa de lugares com bastante espaço para brincar; em apartamento pequeno, deve ser frustrante.

          (Mas eu jamais compraria, haha! Foi o tipo de coisa que vi, brinquei por uns cinco minutos e meh, legal, tenha um bom dia.)

          1. Da uma procurada no youtube pelo canal: Loop Infinito, eles fizeram um unboxing / review desse brinquedo, não vou por o link aqui pois estou no trabalho e o youtube é bloqueado, hehe

    2. ainda não tive chance de ver :(

      mas me desanima um tanto toda esse hype (um pouco parecido com 1999) em cima do filme. vou postegar ao máximo a ida ao cinema. já fico me imaginando sentado no meio daquele povo todo fantasiado e tal. não tenho todo esse entusiamo.

  40. Meu moto maxx começou, subitamente, a esquentar muito e ficar bastante lento :(
    Não preciso nem estar usando. Posso deixar ele num canto por horas, pegar, e tá lá ele fervendo e lento.

      1. Certa vez olhei no detalhamento da bateria que o consumo maior no Sistema operac. Android.

        Agora que vi que ao tocar, exibe mais detalhes do uso de CPU e tal. To bem longe de entender tudo do Android.

    1. Uma boa alternativa é reiniciar em modo de segurança. Assim dá pra ter uma ideia se o problema é no sistema ou algum aplicativo instalado.

    2. Pode ser pura coincidência, mas no meu Moto X 2, depois que instalei o Telegram ele ficou BEM esquentado e a autonomia caiu drasticamente. Verifiquei nas configurações do Android, mas ele não apontava nada de errado com o Telegram, mesmo assim, desinstalei e voltou ao normal.

    3. Pode ser pura coincidência, mas no meu Moto X 2, depois que instalei o Telegram ele ficou BEM esquentado e a autonomia caiu drasticamente. Verifiquei nas configurações do Android, mas ele não apontava nada de errado com o Telegram, mesmo assim, desinstalei e voltou ao normal.

    1. Sem querer ser chato e estraga piadas mas já sendo, o Brasil já possui um acelerador de partículas :-P

  41. Vocês ouviram falar do caso da Fabíola? O marido flagrou ela e o melhor amigo num motel, uma outra pessoa filmou tudo e jogou no YouTube. O que mais choca são os comentários em defesa do marido, que destruiu o carro do amigo, agrediu a moça e ameaçou chamar a polícia (alguém tem que avisar esse neandertal que adultério deixou de ser crime no Brasil faz uns bons anos). Isso sem falar nas “piadas” e na exposição gigantesca da vida dela que estão fazendo.

    A gente acha que as coisas estão evoluindo, mas é porque acabamos moldando nosso círculo de amizades/pessoas com quem interagimos online. O Brasil ainda é absurdamente retrógrado.

    1. Particularmente não acho que esse comportamento seja exclusividade do Brasil. O mesmo ocorre no mundo todo – vide o crescimento global do feminismo.

      1. Eu realmente não tenho dados para rebater isso e devo ter me limitado ao que tenho conhecimento — ou seja, ao Brasil. Será que tem alguma forma de saber, analiticamente, como é esse comportamento em outros países?

        1. Automaticamente, não. Também não tenho dados concretos (esses inclusive não existem no país – estamos aqui falando sobre percepções empíricas).
          Mas basta ler o reddit todos os dias para verificar que o comportamento machista/xenofóbico/reacionário não é exclusividade de brasileiros, e é algo bastante disseminado.

          1. Países onde a educação permite uma liberdade de opinião sem punição a discriminações, acontece muito disto.

      2. também tenho essa impressão, especialmente pelo quantidade de coisas que a gente consome da indústria cultural americana: no geral, no quesito comportamento, não somos muito diferentes deles…por isso achei uma bobagem aquele link do estadão ali em cima com generalizações gratuitas enveredando pela crítica ao Estado, como se poderia esperar do estadão, obviamente :)

    2. Eu vi e foi extremamente triste, e o pior é pensar que isso acontece muito ainda, alias, a famigerada pagina “Orgulho de ser hétero” foi uma das que mais fez piada e propagou o video etc. E sim, é bem como você disse, as vezes acho tudo tão de boa pois meu circulo de amizades é o mais tranquilo possivel, mas sempre aparece um caso ou outro que se torna publico pra mostrar que o machismo, racismo, etc, ainda estão bem presentes na sociedade…

    3. Um ponto que corroba esse fato: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,para-brasileiro–reclamar-de-deus-e-mais-graves-do-que-pequenas-corrupcoes,10000005164

      “A consciência popular não aceita que certas contravenções ou infrações à lei devem ser reprovadas. Existe uma grande flexibilidade na cultura brasileira em relação ao que é certo e errado, o que anda de mãos dadas com a enorme criminalidade, corrupção e desrespeito aos direitos mais básicos dos cidadão por parte de todas as esferas do Estado”, aponta o estudo.

    4. É triste tambem ver uns videos como um que eu vi, de uma mulher, sim, mulher, defendendo o cara, chamando a mulher de ”vagabunda” etc e tal, fico triste principalmente pelo meio que ela possivelmente foi criada e pela falta de informação que mulheres como ela tem, então nem a culpo muito e tal, mas não deixa de ser nojento ver coisas do tipo.

    5. eu tava na roça, sem internets, mas deu até na TV, acho que num balanço geral da vida…

      1. O que me irrita nesse negócio todo é esse lixo todo passando de tarde.
        Eu costumo chamar esse programa de Barraco Geral.

        1. esse balanço geral ainda dá pra suportar, mas aquele cidade alerta não tem. eita programa tendencioso.
          mas é o que eles vendem né!? eles não mostram a solução para os problemas. quanto mais caótico melhor.

          1. esse programa é apresentado por um cara q até faz um gingado com o corpo qdo diz ‘balança brasil’?

          2. hahaha. pode ser. eu mal prestei atenção. em casa eu não assisto TV. se minha mulher assiste eu fecho a porta pois não quero nem ouvir.
            acho que esse cara que voce fala é o Geraldo luis.
            o cara chegou a ganhar um programa proprio, mas o nivel das reportagens conseguiu piorar.

          3. tb não tenho mais tv em casa, mas qdo tinha eu vi. ou vi algo na internet… não lembro mais. detesto esses programas.

    6. O cara fez um baita papelão. Destemperado. Agressivo. Não entendo isso das pessoas brigarem, chorarem, quererem morrer, por causa de adultério, mano, a vida segue. A pessoa achou outra pessoa interessante. A única falha aí é não avisar.

      Mas mesmo assim, não avisando que tá ficando com outra pessoa, qual o prejuízo pro “adulterado”? Se ele não soubesse de nada mesmo, o que a traição traz de ruim pra ele? Se ele realmente achasse que ela foi à manicure e tal, isso mudaria a relação deles? Se mudasse, independente de adultério ou não, é uma relação fadada ao fracasso.

      As únicas coisas que vejo de ruim são a possibilidade de contrair DSTs e uma gravidez indesejada por outra pessoa. Mesmo com o uso de preservativo podem acontecer situações imprevisíveis.

      EDIT: Esse negócio de ciúme tem muito a ver com o sentimento de posse e com nossa autoestima, tanto de um lado quanto de outro. Quando uma pessoa que tá conosco acha outra interessante, nos sentimos diminuídos, piores do que a outra pessoa, sendo que somos só diferentes.

      1. É insegurança e sentimento de posse total. E concordo contigo: foi traído? Ok, bola pra frente. Mas vejo um outro problema além do risco de DST. Um relacionamento demanda cumplicidade e confiança, e ao trair você quebra esse acordo — que, sei lá, para mim é meio como fundamental. Ou faz direito e bem escondido, ou avisa antes e termina.

        Enfim, nada disso importa muito no caso. Traição alguma justifica destemperamento, agressão e coisas do tipo.

        1. Quanto a questão da confiança, concordo contigo, se as bases do relacionamento são essas, ok. Isso vale para outras questões dentro do relacionamento, como não assistir a novos capítulos de “House of Cards” sozinho, hahaha.

          Mas vamos fazer suposições: casal A e B. A se sente atraído por C, mas não fica com C por respeito a B, mas tem vontade. Mas e se A fica com C, muda algo em relação ao que A sente por B? Talvez, talvez o sentimento de A por B não seja tão grande quanto se A reprimisse seus desejos, talvez A ame tanto B que reprima seus desejos e essa seja uma prova de amor. Talvez tanto sentindo desejo ou realizando o fato não faça diferença nenhuma no que A sente por B.

          E se A conta pra B que se sentiu atraída por C? B ficará furioso(a)? E se A não contar e não fizer nada? B não vai ficar furioso(a), mas mudará o que A sente por B e C? São detalhes tão finos mas que fazem bastante diferença.

          Concordo que é uma coisa complicada e nesse caso cada relação é uma relação. Só acho que as pessoas seriam mais felizes se não se preocupassem com isso e gastassem mais energia com outra coisa, inclusive em como fazer o relacionamento evoluir.

          1. Ah sim, cada relacionamento tem seus parâmetros próprios. Se o casal é feliz com um aberto, tudo bem — nesse contexto não existe a traição nos moldes tradicionais, já que há um acordo prévio acerca da situação.

            A traição transcende o sexo. Ia elaborar, mas você já tratou disso no começo do seu comentário :)

      2. Não acho que é tão preto no branco assim. Há muito prejuízo emocional.Não que seja justificativa para qualquer coisa que se siga.

        1. Mas esse prejuízo emocional existe de nossas crenças e nossa cultura diante de relacionamentos. A gente relacionou muito a nudez ao sexo e o sexo ao relacionamento. Mas muitas vezes o sexo é despersonalizado. Muitas vezes atos “menores” são indicadores de mais intimidade que o sexo.

          Também entendo que a gente sempre impõe limites, entendo, mesmo em relações de amizade “nossa, fulano, meu amigaço, é racista, nunca mais saio com ele”, só dando um exemplo bem superficial. Talvez seja o fato da pessoa ter uma atitude que a gente não imaginasse, não sei.

          Mas são coisas que se a gente pensa a fundo e racionalmente, não faz muita diferença assim ou assado.

          E tem, como o Ghedin falou abaixo, da quebra de confiança, do contrato. Mas disso vou comentar no post dele, hahaha.

          1. “Mas esse prejuízo emocional existe de nossas crenças e nossa cultura diante de relacionamentos”

            Sim, então. Existe. E essas crenças e culturas estão embutidas na gente. Não é simples desvincular.

            E de certo modo, concordo contigo aqui:

            “Só acho que as pessoas seriam mais felizes se não se preocupassem com isso e gastassem mais energia com outra coisa, inclusive em como fazer o relacionamento evoluir.”

            Só que é um processo longo. A amostragem total de pessoas que fazem isso é de sei lá, 1 em 100 mil se pa.

          2. Ah, sim, claro. Não é fácil não. Também acho que não seja simples, demora bastante para desconstruir.

          3. O que o @zeppeling:disqus está dizendo (corrija-me se não) é que essa cultura existe por omissão e/ou desinteresse, porque “é assim”. É a mesma coisa de ver TV, saca, só para ter um barulho de fundo, ou buzinar no trânsito porque todo mundo faz isso e é um jeito de “educar” motorista barbeiro. São comportamentos que muitas vezes reproduzimos não porque fazem sentido, mas porque esperamos que seja assim.

    7. eu vi e fiquei abismado… pra mim me pareceu o preâmbulo de um linchamento – quase tão horrível qto aquela mulher q foi linchada no guarujá hã não muito tempo. minha esposa observou q o cara tirava satisfação com o homem e não com a mulher, com quem ele convivia e era casado, ou seja, não deu a mínima pra ela. a presença da polícia ali, pra mim, seria uma nova fonte de ameça pra mulher, pq muitas mulheres se queixam q são desrespeitadas até mesmo na delegacia da mulher! uma aluna q foi estuprada na usp esse ano teve q ouvir a pergunta de um policial na delegacia: “vc estava de saia”?

      esse evento tomou tal proporção q se assemelhou aos testes de fidelidade do joão kebler – creio q ele educou as pessoas imageticamente nesse sentido, pq ao filmar o amigo do agressor agia como um câmera q interage e faz as perguntas pela platéia. mas como todo o desenlace não foi um engodo ou embuste, as consequências, principalmente para a mulher, são terríveis. é mesmo tipo de vingança q expõe as mulheres em tantos outros contextos.

      eis os presságios de balckmirror tomando sua forma no mundo real. :(

      1. Mas consequências para a mulher (exceto as físicas, se aconteceram), são reflexos da nossa sociedade retrograda, não?!

        1. difícil, andré, avaliar toda uma sociedade em único ato. me parece q esse cara age como aqueles q partiam em defesa da honra, daí tinham q matar mulher e amante (isso ainda acontece nos dias de hj). este optou por expô-los. pesquisando o assunto, vi um outro vídeo em q um cara fez a mulher e o amante correrem nus pelas ruas da cidade enqto os acossava, de carro, provavelmente amardo…

          há vários códigos de honra por aí. no meu, um homem honrado jamais faria o q esse cara fez. a agressão contra a esposa dele é abjeta. ele batia no veículo, cercou os dois, fez uma grande exposição disso… não creio q toda a sociedade agisse da mesma forma. parte dela sim – incluindo mulheres q incentivam a ação do agressor.

          se entendi a sua pergunta, vc sugere q estamos num ambiente muito propício a esse tipo de evento, certo? se sim, eu acho q criamos (parte da sociedade pelo menos) condições pra esse clima. pelo q acompanho há anos, vendo milhares de mulheres sendo mortas, agredidas, me inclino a pensar asssim…

          1. Minha frase ficou mal elaborada, foi mal. A pergunta é se você assiste/assistiu a serie Black Mirror. É muito boa.

          2. sim, acompanho! e qdo falei da série pensei naquele terrível segundo episódio, da segunda temporada, saca?

    8. Poxa, cara. Tbm penso assim como vc.

      Sobre o caso em si, prefiro nao opinar diretamente, primeiro pq é uma situacao muito delicada que envolve intimidade etc. Uma pena essa exposicao toda. Penso na crianca do casal. Enfim… Segundo porque eu nao acredito que contrato de casamento “assegura” a relacao monogamica. Na verdade eu sequer acredito em monogamia. Terceiro: a violencia fisica NUNCA se justifica.

      Por essas razoes prefiro nao opinar diretamente.

      1. Eu não vou dizer que concordo com você quando você diz que não acredita em monagamia. Eu também não vou dizer que acho isso coisa que a religião/igreja/whatever colocou na cabeça das pessoas. EDIT: (mas eu concordo)
        Acredito, porém, que a partir do momento que você diz que será monogâmico para alguém, você tem OBRIGAÇÃO DE SER!
        Mas de qualquer maneira, não concordo com a agressão à saveiro, e não vi nenhuma agressão à Fabiola nem ao gordinho da saveiro. Mas se aconteceram, é apenas e tão somente uma estupidez sem tamanho!

        1. Ah, sim… claramente. Mas eu não diria “obrigação”, diria que o casal deveria tentar ao máximo, juntos, manter o “contrato” em dia.

          1. Eu diria obrigação. Se não quer mais, basta desfazer o “contrato”.

    9. A violência física realmente é injustificável e intolerável. Já a difamação tem mais relação com o comportamento moral do povo em questão. Nesse caso, nós ainda reprovamos o adultério(e realmente a deslealdade é ruim ao próximo). E acho que esse caso específico não tem a ver com o povo ser retrógrado ou não, pois cada cultura tem seus comportamentos condenáveis.

      Se os descobertos da “lava jato” fossem japoneses, talvez ficassem bastante envergonhados e arrependidos(ou até cometessem suicídio).

      Acho que analisar friamente de fora é muito fácil, tipo consultores de segurança que avaliam a ação policial que ocorreu em milésimos de segundo sob altíssima tensão.

      Acrescentando: acabam pessoas sofrendo por terem cometidos erros que são condenáveis naquela cultura. nesse caso não concordo com os difamadores, mas é algo que acabamos tendo que nos moldar se não quisermos maiores problemas. Quase impossível lutar contra isso na prática.

      1. Se os descobertos da “lava jato” fossem japoneses, talvez ficassem
        bastante envergonhados e arrependidos(ou até cometessem suicídio).

        não acredito nisso…pelo menos, não ouvi falar de ninguém que tenha cometido suicídio por causa de Fukushima, que tem uma história de corrupção por baixo (falsificação de relatórios de inspeção, pra começar)

        isso aí é a mitologia que se vende do Japão, de país de samurais honrados, yakuza com código de ética bla bla bla….

          1. Lá eles dão valor a honra, ou seja, a valores repassados pela índole e pela moral/ética da sociedade. Salvo engano, boa parte das sociedades orientais são muito voltados a questão de honra, de ter honra de ser uma pessoa baseada em princípios que a sociedade aceita. Em expor e trabalhar sempre nesta linha de “tenho honra do que faço”.

            Um erro e uma pessoa entra em depressão, nisso indo para o suicídio. Um simples erro mancha a honra. A honra para eles é como uma espécie de “boletim escolar”, usando-me de uma analogia. Uma mancha vermelha neste boletim nunca vai se apagar. por isso melhor “se” apagar do que continuar vivendo com este peso.

            Tipo, basta uma coisa negativa para se larmuriar e ficar na memória, sendo de uso recorrente para desvalorizar a pessoa na sociedade.

            A diferença entre os orientais e os ocidentais (acho, estou usando de simplificação aqui), é que nós aqui no oeste entendemos que o ser humano é imperfeito e por isso um erro não significa novos erros no futuro (isso baseado em humanistas). Enfim.

          2. eu não acredito nisso…

            com exceção de casos específicos eu diria que não existe muita diferença entre ocidente e oriente no quesito corrupção…e eu digo isso como admirador da cultura japonesa, que eu acho super-valorizada e mitificada no Ocidente

          3. É só uma teoria minha. Digo pelo que foi me repassado. Não sei se o Japão teria muita corrupção por trás, mas pelo que vejo, suicídios acontecem justamente por “questão de honra”.

          4. esperando passar o frenesi do ‘star wars’, fui ao cinema e assisti ‘sabor da vida’ (leva um lencinho ou encontre variantes para ‘caiu um cisco no meu olho’). eu, como já deixei evidente aqui, admiro muito a cultura japonesa, mas ela tb é fonte de injustiças e crueldades. esse filme trata da forma como a sociedade japonesa trata vítimas da hanseníase, isolando-as da sociedade (até há pouquíssimo tempo, 1996, elas tinham, por lei, q viverem isoladas). recomendo tb o filme ‘ninguém pode saber’ – esse é mais antigo e já fala de crianças abandonadas pelos pais e da indiferença social qto a isso. tem um outro tb, aí sobre o desemprego, q se chama ‘tokyo sonata’. todos tratam do assunto de maneira delicada e poética – o último tem mais toques de comicidade. valem muito a pena.

            https://www.youtube.com/watch?v=gVXi0vB7H-M

          5. esperando passar o frenesi do ‘star wars’, fui ao cinema e assisti ‘sabor da vida’ (leva um lencinho ou encontre variantes para ‘caiu um cisco no meu olho’). eu, como já deixei evidente aqui, admiro muito a cultura japonesa, mas ela tb é fonte de injustiças e crueldades. esse filme trata da forma como a sociedade japonesa trata vítimas da hanseníase, isolando-as da sociedade (até há pouquíssimo tempo, 1996, elas tinham, por lei, q viverem isoladas). recomendo tb o filme ‘ninguém pode saber’ – esse é mais antigo e já fala de crianças abandonadas pelos pais e da indiferença social qto a isso. tem um outro tb, aí sobre o desemprego, q se chama ‘tokyo sonata’. todos tratam do assunto de maneira delicada e poética – o último tem mais toques de comicidade. valem muito a pena.

            https://www.youtube.com/watch?v=gVXi0vB7H-M

          6. Não tenho paciência para filmes. Desculpe.

            De fato, já tinha lido também que a polidez japonesa esconde uma segregação moral gigante no país. Sei lá. Sei que é um país que parece pacífico, mas ao mesmo tempo tem uma certa frieza das pessoas, dado costumes antigos repassados.

            Lembremos que o Japão é a “casa” da Yakuza, uma das piores máfias existentes no mundo. Tolerar criminosos e ao mesmo tempo defender a não corrupção é meio que uma contradição. Normal, mas não deveria ser.

          7. ah, uma pena… vi um filme japonês, qdo ainda era jovem, e ele tinha quase quatro horas de duração! o filme foi tão longo q esqueci o nome dele… esses três q indiquei devem ter duas horas cada.

        1. não sabia que era mitologia. mas ainda acredito que eles tenham um censo de responsabilidade e moralidade muito maior que o nosso.

    10. o que acho estranho nisso aí é que um terceiro tenha subido o vídeo para o youtube (me corrijam se estiver errado, só sei do caso geral, não dos detalhes)

      independentemente de qualquer outra coisa, se foi realmente um terceiro que subiu um vídeo isso não seria quebra da privacidade dela ?

      eu sei que no Brasil esse tipo de coisa é diferente dos EUA, mas não seria o caso dela processar o sujeito e pedir uma indenização por danos morais ?

      eu sei também que na situação emocional dela provavelmente, não, com certeza ela não está em condições de tomar decisões racionais e frias, que envolvam judiciário, dinheiro, etc, mas o problema de adultério e quebra de confiança etc é algo estritamente da vida pessoal dos envolvidos, e não deveria ser colocado em público para milhões de pessoas assistirem como um programa de televisão

      se foi realmente um terceiro que colocou o vídeo, na minha opinião ele é o maior canalha da história

      edit: esse tipo de coisa me lembra um livro de ficção científica chamado “Earth” de um autor de FC bastante famoso chamado David Brin…nesse livro ele erra certas coisas mas acerta outras de maneira impressionante, como a ascensão econômica da China, e a ubiquidade da rede e de situações como essas que aconteceram, de fatos da vida real que viram hits na rede…nem estou recomendando o livro, é um calhamaço, e como ficção científica provavelmente vai estar datado em muitas coisas (como comentei de Neuromancer outro dia)…mesmo considerando que o objetivo da ficção científica não é fazer previsões, é interessante ver o futuro se desenrolando ao vivo aos nossos olhos

    11. o que acho estranho nisso aí é que um terceiro tenha subido o vídeo para o youtube (me corrijam se estiver errado, só sei do caso geral, não dos detalhes)

      independentemente de qualquer outra coisa, se foi realmente um terceiro que subiu um vídeo isso não seria quebra da privacidade dela ?

      eu sei que no Brasil esse tipo de coisa é diferente dos EUA, mas não seria o caso dela processar o sujeito e pedir uma indenização por danos morais ?

      eu sei também que na situação emocional dela provavelmente, não, com certeza ela não está em condições de tomar decisões racionais e frias, que envolvam judiciário, dinheiro, etc, mas o problema de adultério e quebra de confiança etc é algo estritamente da vida pessoal dos envolvidos, e não deveria ser colocado em público para milhões de pessoas assistirem como um programa de televisão

      se foi realmente um terceiro que colocou o vídeo, na minha opinião ele é o maior canalha da história

      edit: esse tipo de coisa me lembra um livro de ficção científica chamado “Earth” de um autor de FC bastante famoso chamado David Brin…nesse livro ele erra certas coisas mas acerta outras de maneira impressionante, como a ascensão econômica da China, e a ubiquidade da rede e de situações como essas que aconteceram, de fatos da vida real que viram hits na rede…nem estou recomendando o livro, é um calhamaço, e como ficção científica provavelmente vai estar datado em muitas coisas (como comentei de Neuromancer outro dia)…mesmo considerando que o objetivo da ficção científica não é fazer previsões, é interessante ver o futuro se desenrolando ao vivo aos nossos olhos

      1. Acho que cabe um processo sim por danos morais e até criminal, por injúria. Juristas dos comentários (@lucianofalkowski:disqus) podem dizer melhor.

  42. Acompanhando de longe a repercussão da QUEDA do WhatsApp, eu tive a seguinte impressão:

    Os brasileiros se importam menos com a privacidade que outros povos, ou mesmo com que eles mesmos dizem se importar. Digo isso porque uma possível defesa do WhatsApp é justamente que é difícil entregar informações à justiça de conversas realizadas ali. A plataforma é construída com encriptação bem alto nas prioridades. Essa escolha tecnológica é vista com muito bons olhos aqui nos EUA, especialmente depois de todo o escândalo da NSA, os abusos do Patriot Act e tal. Mas ontem li matérias dizendo que “a Lava-Jato seria impossível com o WhatsApp”, que o Facebook tinha que ser mais rápido em fornecer os nomes em investigações e que deveria ser punido se não o fizesse.

    Enfim, acho que o brasileiro é no discurso e “no abstrato” bastante favorável a mais privacidade. Mas na prática, quando confrontados com exemplos reais de qual é a barganha que estamos fazendo, ele não se importa tanto. Tipo “ó, a gente tira um pouco de privacidade mas te dá coisa de graça e prende criminoso mais fácil”.

    Obviamente essa é uma generalização tremenda – e um pedaço da defesa da ação da justiça pode ter a ver também com o anti-americanismo/anti-grandes empresas – mas eu tive essa impressão, de longe.

    O discurso pró-privacidade, anti-espionagem de grandes empresas/governos é mais comum à esquerda (a direita costuma dizer que ‘quem não deve não teme’), mas foram justamente essas pessoas quem mais disseram que o Facebook tinha que ser mais rápido e desenvolver melhores ferramentas para atender a justiça. Fiquei confuso.

    1. De perto também fiquei com essa impressão. E um pouco assustado e decepcionado. Toda decisão tem prós e contras, cabe a nós pesar quais comprometimentos valem mais a pena. E… sei lá, talvez estejamos errados, mas a privacidade deveria prevalecer, especialmente quando as autoridades, não raro, deixam passar coisas totalmente desprotegidas, ou seja, sem qualquer relação com criptografia — vide os atentados de Paris, tratados por SMS, tecnologia notoriamente frágil.

      Não sei se já leu, mas: http://www.nytimes.com/2015/11/17/world/europe/encrypted-messaging-apps-face-new-scrutiny-over-possible-role-in-paris-attacks.html?smid=tw-share&referer&_r=1 (com algumas adaptações, vale para cá também.)

      1. não fica triste ghedin, afinal, todos temos direito, em última instância, ao jus sperniandi.

      2. privacidade deveria prevalecer

        tudo depende da lei, tanto aqui como nos EUA, e os “guardiões” da lei são os juízes….na prática o judiciário tem poder desmesurado, e não responde a ninguém mais…acho isso tremendamente anti-democrático, mas é assim que são as coisas….pra mudar isso seria necessário uma nova constituinte (nos EUA isso nunca vai mudar, imagino)

    2. Aí entro no debate que travei há pouco com o Ghedin, no post do WhastsApp: Não existem direitos absolutos. Inclusive, na decisão do STF sobre a lei de imprensa e a liberdade de expressão, há uma citação bastante interessante em um dos votos. É a seguinte:

      “Fala-se, hoje, não mais em direitos individuais, mas em direitos do homem inserido na sociedade, de tal modo que não é mais exclusivamentecom relação ao indivíduo, mas com enfoque de sua inserção na sociedade, que se justificam, no Estado Social de Direito, tanto os direitos como as suas limitações.”

    3. pedro, não sei exatamente quais foram suas referências nesse assunto, mas, na minha visão, uma esquerda moderna deveria adotar posicionamentos diferentes para questões diferentes e não mais seguir o partidão e a voz dissonante ser mandada para sibéria para trabalhos forçados e depois fuzilamento… falando por mim e não por essa coisa igualmente abstrata chamada esquerda, digo q a privacidade é um valor essencial pra vida livre do cidadão (tipo o voto secreto nas eleições, q se for espionado ou conferido ferrou), mas… em se tratando de investigações criminais tem q haver, sim, a possibilidade de se chegar aos criminosos. quando, por exemplo, policiais usam o whatsapp pra mandar fotos de pessoas q eles executam para os familiares dos executados para debochar e ameaçá-los, eu entendo q o whatsapp deva cooperar com a investigação pra achar esses policiais q, como se constata, são assassinos. daí a esquerda dizer: ‘tem q acabar com a polícia, com o zap-zap, com os eua etc etc’ é misturar as estações.

      espionagem é uma coisa, uma investigação criminal é bem outra e se estiver dentro da lei, me parece q direitos estão sendo garantidos. (leis ruins devem ser questionadas, observo, como o patrioct act!) se estou sendo espionado por motivos obscuros, aí não. se as esquerdas não veem investigações criminais com bons olhos, há um problema moral com a dita esquerda. agora se investigações criminais perseguem políticos de esquerda… há uma distorção das leis e violação de direitos.

      eu acho q a confusão se dá nesses termos q vc colocou, pq há a impressão de q a esquerda deva ‘votar em bloco’ pra ser coerente, mas essa ‘coerência’ me parece inalcansável justamente pq não se faz ponderações como essa sobre o q aconteceu com o whatsapp. se o app é a ferramenta mais segura em termos de privacidade, eu com certeza a usaria, pq não quero ser bisbilhotado por toda sorte de violadores da leis e empresas q usam meus dados pra lucar, mas gostaria de ter em perspectiva q se, por exemplo, passo a ser ameaçado nessa mesma ferramenta, existe a possibilidade de encontrar os agressores.

      desabilitei todos meus históricos no google, por exemplo, menos o do maps, pq sei q ele pode ser últil pra me localizarem caso eu suma. mas tb sei q isso pode ser usado pra me ferrar, por isso fico atento àquelas leis safadas q podem usar essa ferramenta contra mim.

      acho q é por aí… mas tb é só um pitaco. não pensei nem na questão do antiamericanismo ou patriotismo boçal q rola por aqui nesse caso… nos comentários q fiz ontem, falando por mim, pensei mais no peso dessa decisão pro juiz e do impacto dela como o ghedin apontou no texto dele. a discussão foi bem boa na verdade e eu acho ainda leva-se um bom tempo para digeri-la e, por que não?, mudar de opinião.

      1. O problema é que a criptografia e, consequentemente, a privacidade não dá margem a esse tipo de capilaridade. Se algo é seguro, como o é o WhatsApp, Telegram, iOS e Android, ninguém consegue ter acesso — seja para uma investigação criminal, seja para bisbilhotar por puro voyeurismo. Ou se tem a privacidade, ou se não tem (e aí, com isso, consegue-se colaborar integralmente com a justiça).

        Quando você diz “se estou sendo espionado por motivos obscuros, aí não”, o que seriam “motivos obscuros”? Quem os define? A sua medida pode ser diferente da minha; a de um Estado como a China é, definitivamente, diferente da de outro como o Brasil e os EUA. O contexto político e a pressão da sociedade também conseguem, e sem muito esforço, mover essa balança. É por essas e outras que privacidade não pode ser relativizada. Ou ela existe, ou não.

        1. concordo q o comentário ficou subjetivo, mas mudaria então o q disse para motivos não constitucionais.

          olha, precisaria pesquisar algumas coisas, mas meus instintos (estilo ‘sentido aranha’) dizem que a privacidade pode ser relativizada sim. do contrário, antevejo problemas de toda sorte caso alguém use esses preceito pra poder cometer crimes. (aliás, isso me parece um pouco a discussão sobre liberdade de expressão.)

          e pra ficarmos em solo pátrio’, lembra-se daquele caso em q um delegado federal resolveu usar agentes da ABIN (a CIA brasileira… pfff) pra espionar algumas figuras políticas? então… eis um exemplo de problemas de violação da privacidade com ‘fins obscuros’.

          1. Já tive esse embate com o Ghedin em outro tópico. Nenhum direito fundamental é absoluto, em nenhum lugar do mundo. Isso inclui a privacidade.

            Colo aqui o que respondi abaixo, citação de obra do Nelson Cavalieri (Desembargador do TJSP) em voto de decisão do STF na ADPF 130:

            “Fala-se, hoje, não mais em direitos individuais, mas em direitos do homem inserido na sociedade, de tal modo que não é mais exclusivamente com relação ao indivíduo, mas com enfoque de sua inserção na sociedade, que se justificam, no Estado Social de Direito, tanto os direitos como as suas limitações.”

          2. mas é possível construir soluções técnicas que tornem a criptografia praticamente indecifrável (pelo menos enquanto não existir computação quântica ou alguma outra “tecnologia mágica” )

            se o emissor encripta a mensagem em sua ponta antes de enviar, e o receptor desencripta na outra ponta, não há como o provedor de serviços entregar os dados caso receba uma intimação judicial

            então, nesse caso se torna irrelevante o conceito de privacidade limitada, já que ela vai ser intrinsecamente ilimitada (isto é, sendo escolhidas chaves adequadas e algoritmos adequados)

          3. Perfeito. Mas aí não há impedimento, da utilização de criptografia “ponta a ponta”, com chaves únicas dos usuários. O provedor de serviços poderá sim entregar os dados (criptografados) e, nesse caso, não haveria nenhum problema.

          4. josé x. e luciano, incluindo o burgos e o ghedin, tornaram essa discussão riquíssima e com muitos argumentos válidos! show de bola.

          5. Fiquei pensando bastante nessa questão, Luciano, e acho que dividi-la em dois pontos ajuda a alinhar nossos pensamentos (ou o meu ao seu).

            Primeiro, faz sentido o seu argumento (muito bem embasado, aliás) de que nenhum direito fundamental é absoluto. Dependendo do contexto, do momento histórico e de outros fatores, inclusive o do homem inserido na sociedade, todos são suscetíveis a cair. Tinha dito o contrário antes, volto atrás.

            Segundo, e acho que foi aqui onde troquei as bolas e acabei incorrendo no erro anterior, a criptografia não é relativa, não a privacidade. Se um serviço ou app usa criptografia, não pode haver brechas, exceções, por melhor que sejam as intenções de quem as propõe. Um backdoor a ser usado exclusivamente pela justiça em casos como esse do WhatsApp cedo ou tarde seria explorado por outros agentes. Como aquela matéria do New York Times que te indiquei no outro post diz, há formas de extrair informações de comunicação criptografada (via meta dados, por exemplo) e elas podem ser usadas para esclarecer casos na justiça, mas se houver uma falha intencional na proteção da privacidade, ela deixa de ser eficiente — mais que isso, ela se torna irrelevante para seu fim e, portanto, descartável.

          6. Aí passamos a chegar no ponto comum. Sou favorável à criptografia, ponta a ponta, com a utilização de certificados digitais por parte das pessoas (na modalidade dos e-cpf e afins). Agora, mesmo com a criptografia, a empresa está obrigada a entregar as informações que ela detém à justiça – seja com os metadados, como tu bem apontaste no artigo do NYT, seja a própria mensagem criptografada (ora, antes da tecnologia podíamos criar “códigos” para a escrita, e não há crime aí).

            O que abomino, por fim, é exatamente a recusa de uma empresa em cumprir com ordens judiciais, “jogando para o público” ao citar a proteção de um direito fundamental que pode (e deve) ser relativizada, quando presentes os requisitos para tal. Não estamos aqui tratando de programas de espionagem por parte do governo, ou acesso a qualquer momento à essas informações. Mas sim da entrega delas após a oitiva do Poder Judiciário e do MP – que é o fiscal da lei.

            Hoje, por sinal, um procurador da república publicou um bom artigo sobre o tema, no Jota. Segue o link: http://jota.info/facebook-esse-desobediente

      2. Bom, esclarecendo: o meu conceito de “pensamento de esquerda” não tem muito a ver com “partido que se diz de esquerda” ou comunismo, socialismo, capitalismo, líderes, bem e mal. Então não é coisa de “votar em bloco”. Acho justo (porém improvável) que as pessoas tenham um pensamento bastante de esquerda em um ponto, e bastante de direita em outro. Não acredito em “pessoas de esquerda”. Acredito em certas escolas/correntes de pensamento, que podem ser seguidas por alguns grupos ou indivíduos.

        E eu não estou atacando ou defendendo a esquerda. Só estou usando um atalho de pensamento pra encurtar uma discussão filosófica. Mas já que aparentemente não fez sentido o que eu falei antes, a ideia é a seguinte:

        Há algumas diferenças fundamentais entre o pensamento “mais à esquerda” (por isso usei esse termo, e não “pessoas de esquerda”) e o de direita. No caso em discussão, a origem é o quanto que a direita dá mais valor à “ordem”, e o que vale ser feito para defendê-la.

        A esquerda (especialmente brasileira) tem mais suspeitas sobre o comportamento daqueles que têm o monopólio da força, seja a polícia, o exército, ou os órgãos que investigam. Isso é histórico. E aí, sim, tem a ver com perseguições a grupos comunistas, mas também, a meu ver, ao respeito ao “direito de organização”, liberdade de pensamento, etc.

        Onde isso foi bem observável: a tolerância das pessoas às manifestações que bloqueiam a rua. Quanto mais à direita é o seu pensamento, mais intolerável é a “bagunça dos estudantes” (ele quebra a “ordem das coisas”). Quanto mais à esquerda, mais tolerável ou incentivável até é a manifestação (afinal, eles são oprimidos e têm o direito). Não à toa, defensores da ditadura não bloqueiam sem antes combinar com a polícia. E o fazem aos domingos.

        Eu diria que os extremos são normalmente errados, mas no meio ali não há como dizer que a pessoa é errada, ela só tem um filtro diferente de ver o mundo, e dá valores a coisas diferentes. Isso não quer dizer que ela é do bem ou do mal, se importa mais ou menos com outras pessoas, enfim. É só que ela dá pesos diferentes ao que traz o “desequilíbrio da força”.

        Para a direita americana, a culpa dos atentados terroristas são de malucos islâmicos, então o governo tem todo o direito de monitorar todo mundo para manter a ordem. Para a esquerda, os terroristas são, talvez em sua origem, vítimas. Da política externa americana, da desigualdade social, enfim. A esquerda concorda que eles os terroristas são monstros, mas não o suficiente (no sentido de que vêem “atenuantes o suficiente”) para dar ao governo o direito de espionar todo mundo.

        E quando falamos de privacidade de telecomunicações, “espionar” é o verbo genérico para “ter acesso às suas coisas privadas”, não tem nada a ver com espiões 007 ou algo internacional. O que a juíza pediu lá (que o Facebook grampeasse o WhatsApp de traficantes) é espionagem.

        Onde eu tava mesmo? Hahaha. Ok, feita a ressalva, acho que o Ghedin esclareceu aí: não dá pra ter os dois. A criptografia não comporta o “quero minha privacidade, mas aprovo que se peguem os bandidos”. É 8 ou 80.

        E obviamente não há direitos fundamentais absolutos, ninguém diz isso aqui. Mas em momentos históricos diferentes, e dependendo da escola de pensamento, o pêndulo vai pra direitos diferentes.

        1. olha, pedro, acho q entendi o q vc quis dizer nessa segunda mensagem mais do q na primeira, apesar de ainda não concordar com esse lance de a criptografia ser 8 ou 80. mesmo tecnicamente, me parece improvável q não seja possível q a empresa responsável faça um sistema 100% seguro e inviolável e caso o faça, o q seria muito bom eu acho, ela teria q ter meios, pelo menos, de identificar quem o usa, mas como disse em outro comentário, me falta fôlego pra discutir isso.

          qto ao lance de vc não acreditar em ‘pessoas de esquerda’, ok. mas é diferente de, por exemplo, eu me apresentar a vc e dizer: ‘olá, pedro, eu sou o papai noel, tudo bem?’. vc certamente vai arquear a sobrancelha e pensar: “xii…”. mas se eu me apresento a vc e digo: ‘olá, pedro, eu sou de esquerda’. ao arquear a sobrancelha outra vez vc estaria duvidando de algo muito mais tangível, a meu ver, do q eu voando por aí num trenó puxado por renas, distribuindo presentes…, pq ao me dizer de esquerda eu estaria lhe informado um traço da minha personalidade e, claro, da minha identidade. a formação da identidade, como se sabe, é algo tão complexo qto a criptografia (aliás, vejo aí até uma boa metáfora: identidade criptogradas, mas não tem nada a ver agora). só q tenho certeza q pessoas de esqurerda – algumas q conheço e outras q conheço – não me consideram e não me considerariam de esquerda, pq eu não me sinto obrigado a corroborar tudo o q pessoas q se afirmam de esquerda dizem, escrevem, cantam…

          (aliás, eu certamente não seria “o” escolhido pra defender “a” esquerda, pq não me sinto confortável em qualquer tipo de ambiente em q tentam enquadrar, moldar e demandar ações conjuntas qdo não estou de acordo com algo…)

          há milhares de correntes de pensamento e há tb isso no judiciário como todos sabemos. dependendo de qual delas a juíza se filia (ou se identifica), é provável q, apesar de se ver como uma decisão infeliz a dela, haja embasamento para q a decisão tenha sido tomada. e o embate entre correntes jurídicas já se dá no ingresso desses profissionais na carreira: basta ver q no ministério público, por exemplo, passa longe questões ligadas a direitos humanos nos concursos (depois reclamam de doutrinação no enem…). a consequência é termos um grupo de recém ingressos na carreira voltados a um pensamento rigoroso – não dificilmente associado a um pensamento de direita ou pessoas q se dizem de direita.

          mas uma coisa posso te assegurar com certeza: as esquerdas leem pouco o q a direita escreve – mesmo q seja pra criticar. daí q as esquerdas (pessoas de esquerdas, na verdade, pq não há corrente de pensamento q se sustente sem pessoas humanas, pelo menos por enqto). talvez a pureza não exista mesmo e cada ache coisas diferentes de acordo com o seu contexto. percebi q vc nem ataca nem defenda a esquerda ou q quer q seja. o q eu noto é q as contradições fazem parte de todas essas interações de modo praticamente inevitável. tanto q considero válido muitos dos argumentos do ghedin qdo ele chama a atenção para a decisão da juíza… mas, ainda assim, eu vejo q ela agiu de modo correto. aí, rapá, esse meu posicionamento esbarra na minha identidade, nos meus entendimentos, nas correntes de pensamento as quais me filio, nas minhas contradições internas etc etc etc…

          pra ser bem sinceiro, acho q essas categorias ideológicas são todas insuficientes pra abarcar a complexidade do torvelinho no qual nos metemos qdo passamos a usar a informática de modo tão intenso. é… pode ser q tenham enfiado tudo isso numa caixa e a rotularam de pós-moderno ou mesmo pós-humano, mas me parece muito precoce eu bater o martelo sobre qualquer coisa agora… em suma, um mar de incertezas. até mesmo uma decisão dessa, a da juíza, com tanto o q ponderar agora, me deixa ainda mais inseguro…

          bom, pra fechar, uma nota zombeteira sobre algo q vc comentou:

          https://twitter.com/ECantanhede/status/677241146779783168

        1. no próximo texto farei uso de sinônimos pra vc não interromper a leitura.

        2. mas existe a esquerda moderna. A esquerda antiga é a filosofia de Marx e outros. A moderna é o aceite de que Marx estava de certa forma errado, mas ao mesmo tempo que o ideal é o tratamento às pessoa de forma a auxiliar.

    4. eu achei confusa essa postagem, principalmente porque não combina com os fatos recentes, até onde eu consegui entender

      não é que o Facebook se negou a cooperar com o judiciário, o Facebook simplesmente ignorou o judiciário, não disse sim nem não…eu acho que é o que nos seriados juriídicos americanos (e imagino, na própria justiça americana) se chama “contempt of court”

      a reação da juíza foi obviamente totalmente desproporcional (e aqui vai minha crítica ao judiciário brasileiro, que tem poderes demais e não responde a ninguém especialmente ao “povo”, considero o judiciário o pior dos 3 poderes), mas não tem, em princípio, nada a ver com a questão da privacidade em si, isto é, se o Facebook deveria ou não entregar os dados solicitados, mas sim com fato de que o Facebook desrespeitou o judiciário

      agora, quanto à questão da privacidade considero a questão de um modo muito simples: se a empresa (Facebook etc) tem os dados que foram solicitados judicialmente então não há o que discutir, tem que entregar e pronto, é a lei…mesmo uma lei autoritária como a americana, que pode enviar uma NSL (National Security Letter) que é uma intimação secreta que você não pode discutir com ninguém, or else

      agora os algoritmos de criptografia não devem conter backdoors para os governos, polícia, etc, porque eles acabarão sendo usados ilegalmente pelo governo contra os cidadãos…não é questão de “se”, é questão de “quando”…os governos e suas agências é que devem ir atrás das tecnologias para quebrar os códigos, se acham que isso é necessário (e obviamente já fazem isso, vide NSA)

      1. Então, veja: a minha questão é justamente que hoje o pessoal só tá achando a reação da justiça errada, desproporcional. Mas eu acho que o próprio pedido da justiça erra errado. E acho que há uns dois ou três anos nós focaríamos a conversa nisso. Porque a questão da privacidade ela se foca apenas no pedido da justiça. A “reação” desproporcional todo mundo entende que tá errado.

        Eu tenho sérios problemas com o Facebook. Mas eu não consegui ver onde ele errou aí. Pelo que o Ronaldo Lemos (provavelmente o maior especialista do ramo) disse hoje, o Facebook não tem “culpa” alguma. Quem tem culpa é a justiça brasileira que pediu algo A) impossível tecnicamente, já que a infra do WhatsApp é encriptada e B) o pedido foi totalmente equivocado em termos de processo, desrespeitando tratados internacionais.

        1. até onde entendi o Facebook simplesmente ignorou o judiciário brasileiro

          a partir daí (se isso for realmente verdade) acho que nem dá pra discutir o mérito da questão

          1. Onde você leu que ele ignorou? Eu li que ele disse que não ia fazer (porque A) o pedido era ilegal e B) não tinha como).

          2. pois é, precisaríamos de fatos concretos e documentados para opinar

            eu vi em algum lugar (não oficial) que o Facebook ignorou, se foi isso, para mim morre o assunto (por enquanto)

            se o Facebook se recusou porque “era ilegal” é fail, o Facebook não é autoridade judiciária, seus advogados teriam que seguir os ritos do judiciário para questionar a ordem da corte…como eu imagino que o Facebook tem (ou pode ter) um exército de advogados (os melhores que o dinheiro pode comprar), acho muito estranho essa afirmação que o Facebook recusou o pedido porque “era ilegal”

            quase o mesmo caso caso tenha alegado impossibilidade técnica, ele não poderia simplesmente se recusar, tem que seguir os ritos do judiciário

            agora, se seguiu todos os ritos do judiciário e mesmo assim a juíza emitiu aquela ordem absurda, então a única coisa que posso dizer é “welcome to the Brazilian world, where judges are gods”

          3. O que o Ronaldo Lemos disse na entrevista:

            Ronaldo Lemos – O caminho para esse tipo de colaboração são os tratados que o Brasil tem assinado para vários países. Um exemplo da aplicação desses tratados foi a comprovação de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tinha conta num banco suíço. A Suíça mandou dados para o Brasil, por meio de acordo de cooperação judiciária. O Brasil tem acordo de cooperação judiciária com os Estados Unidos. O caminho para obtenção de dados são esses acordos, e não ficar achacando essas empresas no Brasil, tomando uma medida drástica, com efeito colateral para milhões de pessoas que não têm nada a ver com a história. Foi uma tentativa de coagir a empresa a entregar dados.

            ÉPOCA – O senhor acredita que nos Estados Unidos seria diferente?
            Lemos – Se fosse nos Estados Unidos, o juiz americano jamais iria coagir uma empresa brasileira. Ele entraria com pedido de cooperação judiciária para obter o dado aqui no Brasil, e não iria forçar desta forma. Um juiz americano coagindo uma empresa brasileira para entregar o dado de um cidadão americano seria um escândalo internacional. O que me impressiona é que há uma completa ignorância e desconsideração do caminho institucional que vem sendo adotado.

            Outro professor de direito:

            Pode-se argumentar que as empresas devem respeitar ordens judiciais. É fato (ainda que se possa alegar que só decisões judiciais exequíveis devam ser obedecidas). Mas é igualmente fato que o Judiciário deve respeitar a realidade. Georges Ripert uma vez afirmou que “quando o Direito ignora a realidade, a realidade se vinga ignorando o Direito”. Essa frase, de tão importante, devia cair em concurso público para a magistratura e para o MP.

            E há ponto final que merece destaque. Salvo casos crônicos de auto-importância juizídica, decisões judiciais dessa monta não são decisões que, sinceramente, esperam poder ser executadas. O juiz que as prolata não quer julgar, mas praticar um ato expressivo. O quixotismo judiciário é o irmão da insinceridade decisória. São as multas de centenas de milhões de reais para pessoas físicas; as ameaças de prisão de secretários de saúde em recusas de remédios. É o Judiciário fazendo-se de tigre de papel. A coisa toda se passa como num jogo surreal, em que nem o juiz vai prender, nem o secretário vai ser preso, mas todos agem como se isso fosse possível e provável.

            Aparentemente você tem mais conhecimento de direito que eu, mas não acho que a questão é tão óbvia assim.

          4. 1) disclaimer: IANAL :)

            2) não estou defendendo a decisão da juíza que obviamente foi um exagero

            3) a juiza reagiu a atos do próprio Facebook, que (na minha opinião) praticou “contempt of the court”

            4) não sei por quais meios o Facebook recusou as ordens da corte, se simplesmente ignorou (como afirmei anteriormente), mas o fato é que havia atos da corte que o Facebook de fato ignorou, como não pagar as multas; vamos esquecer por enquanto o fato de que as multas poderiam ser absurdas (ou não), o fato é que o Facebook deveria agido na área judicial, o que aparentemente não fez

            5) eu acho que este caso não tem muita relação (ainda) com a questão que você colocou, da privacidade; acho que por enquanto é caso de procedimento: afinal, o Facebook pode ignorar o judiciário brasileiro, pode simplesmente afirmar que o Whatsapp não tem representação no Brasil (esta é uma outra alegação que dizem que o Facebook fez) quando é público e notório que o Facebook é dono do Whatsapp ?

            6) enfim, nesse caso do Facebook ainda não vi ninguém mostrar os fatos concretos, mas minha impressão é que a juiza não tomaria aquela decisão (absurda, claro) se não houvesse alguma motivo, por menor que fosse, que o Facebook tivesse dado a ela

            7) com relação à questão da privacidade para mim a questão é simples: se houver uma ordem judicial então a empresa
            7.1 tem que cumprir, da melhor maneira possível (o que inclui não cumprir se não houver possibilidade técnica) ou
            7.2 tentar contestar a ordem judicial utilizando os recursos do próprio judiciário (liminar, etc); se não for bem sucedida, cumprir a ordem como em 7.1

            acho que não existem outras alternativas paras as empresas além de 7.1 e 7.2, não faz sentido para uma empresa praticar “desobediência civil” etc; na prática, acho que as empresas vão quase sempre optar pela alternativa 7.1

            8) eu acho que os algoritmos de encriptação não devem ter backdoors para os governos, ponto final; se existirem backdoors eles fatalmente serão usados ilegalmente; não é uma questão de “se”, mas sim de “quando”

          5. apenas para complementar, mais duas coisas:

            1) o processo que gerou toda essa confusão corre em segredo de justiça, então todas as opiniões até agora são baseadas em dados incompletos

            2) acho que o Facebook está agindo não “por princípios” (acho que seria muita ingenuidade acreditar nisso) mas por conveniência: se conseguir fazer valer a tese de não pode cooperar com o judiciário brasileiro porque o Whatsapp não está estabelecido no Brasil, então terá estabelecido um precedente que poderá apresentar em sua defesa em todos os casos futuros envolvendo o Whatsapp

            mais ainda, imagino que o Facebook tente utilizar essa manobra em todos os países onde o Whatsapp não está realmente estabelecido como empresa

            no Brasil, de qualquer maneira, mesmo que o Facebook consiga esse precedente em última análise ele não vale nada, pois em cada caso o que vale sempre é o entendimento do juiz

            com relação ao bloqueio do Whatsapp não acredito que tenha sido por ignorância da juiza (podemos falar muitas coisas dos juizes, e eu especialmente desprezo o judiciário brasileiro, mas no geral eles possuem boa capacidade intelectual), mas sim um recado ao Facebook: comply, or else…inclusive, tenho certeza que ela sabia que sua decisão seria revertida em pouco tempo…e o desembargador que reverteu a decisão não entrou no mérito da questão, apenas reverteu a decisão porque ela obviamente prejudicava milhões de pessoas…

          6. Acho que o desembargador entrou no mérito (dá pra ler aqui). Inclusive tem isso:

            “A empresa Facebook informou a
            impossibilidade de atendimento à ordem judicial.”

            Quando eu falo de “ignorância” é sobre processos em temas específicos. A juíza pode ter “capacidade intelectual” que for, mas isso não significa que ela não pode ser ignorante em um assunto. Eu e o Ghedin, que cobrimos a área há bastante tempo, podemos listar algumas dezenas de decisões que mostram a ignorância de juízes (que podem ser pessoas inteligentes) sobre o assunto. Acho que isso, somado a um certo “quixotismo judiciário”, produz decisões como essa.

            E concordamos sobre o que motiva o Facebook em casos como esse. Não são princípios, mas comodidade.

          7. achei q seria difícil alguém conseguir algo da própria juíza, q seria o ideal pra q não ficássemos diante de um mito ou uma idealização… mas do q se pode tirar desse perfil, a decisão dela teve coerência com seu modus operandi.

          8. A empresa Facebook informou a impossibilidade de atendimento à ordem judicial. Na sequência, a autoridade judicial aplicou sanção pecuniária ao Facebook , para compeli-lo a cumprir a ordem de interceptação. Em virtude da inércia da empresa, a magistrada determinou a suspensão das atividades do aplicativo WhatsApp, representado no Brasil pelo Facebook, pelo prazo de quarenta e oito horas

            Aparentemente o Facebook ignorou as multas, e a juíza ficou injuriada…

            Assim, concedo, em parte, a liminar, para cassar a decisão de fls. 23/26, no tocante à suspensão temporária das atividades do aplicativo denominado WhatsApp, até o julgamento do mérito deste remédio heroico

            Da mesma maneira, o mérito do “remédio heroico” parece que não foi julgado.

            Eu continuo achando (e é só uma opinião, claro) que a juíza reagiu ao comportamento que ela considerou desrespeitoso do Facebook, e tomou uma medida extrema com pleno conhecimento das consequências, e sabendo que muito provavelmente sua decisão seria revertida em seguida. Acho que isso inclusive combina com o perfil da juíza, de acordo com o link que o Ghedin postou. Quanto a falar de ignorância de juízes (e outroa gentes públicos) sobre assuntos técnicos, acho que neste caso do Whatsapp não se aplica, provavelmente ela própria seja usuária do aplicativo. (Eu tiro por pessoas de minha família, totalmente “ignorantes” em matéria de informática, mas usuários fanáticos/as de smartphones).

            Também continuo achando seu post inicial equivocado, acho que este caso especificamente não contribui para uma discussão mais profunda sobre a questão da privacidade na internet. Mas é uma questão de percepção minha, então tudo bem que outras pessoas não concordem.

            Isso me lembrou outra coisa: os especialista da área, ao invés de ficar discutindo em abstrato ou então apenas eventualmente quando acontece alguma coisa, poderiam criar estudos de casos hipotéticos para expor suas ideias. (Essa técnica é normalmente usado em física téorica (e provavelmente outra áreas), são famosos os “experimentos mentais” de Einstein e outros físicos, por exemplo).

            Complementando: a resposta do Luciano ao Ghedin abaixo (onde o Luciano dá o link de artigo no site Jota) sintetiza bem minha opinião sobre o assunto.

          9. A empresa Facebook informou a impossibilidade de atendimento à ordem judicial. Na sequência, a autoridade judicial aplicou sanção pecuniária ao Facebook , para compeli-lo a cumprir a ordem de interceptação. Em virtude da inércia da empresa, a magistrada determinou a suspensão das atividades do aplicativo WhatsApp, representado no Brasil pelo Facebook, pelo prazo de quarenta e oito horas

            Aparentemente o Facebook ignorou as multas, e a juíza ficou injuriada…

            Assim, concedo, em parte, a liminar, para cassar a decisão de fls. 23/26, no tocante à suspensão temporária das atividades do aplicativo denominado WhatsApp, até o julgamento do mérito deste remédio heroico

            Da mesma maneira, o mérito do “remédio heroico” parece que não foi julgado.

            Eu continuo achando (e é só uma opinião, claro) que a juíza reagiu ao comportamento que ela considerou desrespeitoso do Facebook, e tomou uma medida extrema com pleno conhecimento das consequências, e sabendo que muito provavelmente sua decisão seria revertida em seguida. Acho que isso inclusive combina com o perfil da juíza, de acordo com o link que o Ghedin postou. Quanto a falar de ignorância de juízes (e outroa gentes públicos) sobre assuntos técnicos, acho que neste caso do Whatsapp não se aplica, provavelmente ela própria seja usuária do aplicativo. (Eu tiro por pessoas de minha família, totalmente “ignorantes” em matéria de informática, mas usuários fanáticos/as de smartphones).

            Também continuo achando seu post inicial equivocado, acho que este caso especificamente não contribui para uma discussão mais profunda sobre a questão da privacidade na internet. Mas é uma questão de percepção minha, então tudo bem que outras pessoas não concordem.

            Isso me lembrou outra coisa: os especialista da área, ao invés de ficar discutindo em abstrato ou então apenas eventualmente quando acontece alguma coisa, poderiam criar estudos de casos hipotéticos para expor suas ideias. (Essa técnica é normalmente usado em física téorica (e provavelmente outra áreas), são famosos os “experimentos mentais” de Einstein e outros físicos, por exemplo).

            Complementando: a resposta do Luciano ao Ghedin abaixo (onde o Luciano dá o link de artigo no site Jota) sintetiza bem minha opinião sobre o assunto.

          10. tenho lá minhas dúvidas sobre como a justiça americana faria como diz o lemos (ainda estou muito impressionado com o caso aeron swartz e seus desdobramentos), mas recordo-me do caso em q pilotos americanos, pilotando um jato, fizeram um procedimento irregular, q culminou na queda de um avião de passeiros da gol. os americanos deveriam ter ficados detidos no brasil, mas isso virou uma questão diplomática… o resultado foi a saída dos pilotos do brasil, q se não me engano, foram recebidos como heróis (!) qdo do retorno deles.

          11. No caso do vôo da Gol, o maior culpado foi o controlador de vôo, que foi condenado pela corte militar. Os pilotos foram condenados por negligência pela justiça brasileira, mas cumpriram pena nos EUA. O processo foi confuso sim, mas no fim eles foram julgados.

            E eles não foram recebidos como heróis. Eles foram recebidos com alívio pela família, por ficarem muito tempo fora, em uma situação confusa, judicialmente.

          12. sim, foi um caos e posso estar misturando as estações com aquele caso em q houve um pedido de um figurão do governo americano no caso q envolvia o filho do david goldman… pelo q me lembro, a hillary pediu pela soltura dos pilotos. mas vários jornalistas brasileiros registraram suas impressões dizendo q, sim, eles foram recebidos como heróis:

            https://youtu.be/1ymylFZ_fbo?t=4m55s

            e na folha:

            http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1012200604.htm

  43. Para quem já está órfão do Post Livre, fiz um canal no disqus (sem autorização do Ghedin) para quem quiser continuar comentando as frivolidades da vida:
    mannualdouzuaryo.disq.us

    1. (Sou um cara extremamente contraditório muitas vezes… falei que não ia vir aqui… agora estou : )

      Estava aqui na verdade pensando em sugerir fazer um Reddit do MdU. O Reddit parece-me um bom lugar para montar fóruns de fãs e afins. E a movimentação sempre é relevante em áreas “dedicadas”.

      1. Oi Vagner, bom ver você por aqui! Tava comentando semana passada a sua falta no post livre.
        Eu também achei legal a ideia do reddit. Dá para postar as notícias que não aparecem por aqui, comentar fatos casuais. Eu apoio total.
        Se quiser tomar a iniciativa…

        1. Obrigado :)

          Quanto ao reddit, só foi uma ideia. Isso na verdade quem dá a palavra final é o Ghedin. A marca é dele. :p

          1. Nós temos o grupo no Facebook para assinantes, que acaba funcionando assim — o povo coloca textos interessantes, faz perguntas, tira dúvidas de cunho mais prático… Por isso, e também pelo trabalho extra que daria gerenciar algo aberto ao público e o possível enfraquecimento do post livre, não está nos meus planos abrir um novo canal para debatermos. Sorry :/

          2. Até é melhor assim. Para teu estilo de trabalho e sua comunidade de leitores, está de bom tamanho o que faz.

            – O grupo para assinantes (perdão ainda não poder contribuir para assim entrar lá), provavelmente onde rola conversas em um nível bem mais superior e pessoal.

            – A comunidade de comentaristas aqui no MdU (perdão a bagunça que faço), onde rola sempre uma conversa mais aberta, mas também já tem um nível mais pessoal aqui.

            Tinha pensado no Reddit, mas nem sei mexer nele para dizer a verdade. Só acompanho uma comunidade por lá e nada mais. É que como a estrutura lá é interessante, era só uma ideia caso quisesse abrir mais um canal.

            Porém, melhor do jeito que está. Pela minha experiência, quanto mais possibilidades de conversa, mais focados em um único ponto ficamos.

  44. Para quem já está órfão do Post Livre, fiz um canal no disqus (sem autorização do Ghedin) para quem quiser continuar comentando as frivolidades da vida:
    mannualdouzuaryo.disq.us

  45. NÃÃÃÃÃÃO
    Podia ter mais um! Ou esse acabar só na segunda

    Digo, terça de manhã no caso

    1. só acaba dia 31 de janeiro, segundo decisão de um juiz de SP (o mesmo que bloqueou o whatsapp).

      fonte: sensacionalista

      1. O mesmo juiz que derrubou a decisão do primeiro juiz, acabou de liberar uma liminar garantindo o direito do @ghedin:disqus de fechar o post quando ele achar que deve! Droga!

        1. Geralmente abre com tudo na sexta ou sábado, e do meio da tarde de sábado para domingo acontece o que de praxe ocorre na programação brasileira – o “ibope” cai.

        2. Quem conhece o ambiente já entendeu as regras. Às 23h59min de domingo esse post se autodestrói hahaha

  46. Bom dia!

    Com o bloqueio do Whatsapp eu fui dar uma fuçada no Telegram, dar mais uma chance a ele (vira e mexe eu instalo para ver se tem gente lá), daí eu encontro esse link: https://goo.gl/4OedQb

    Cara, sabe o que eu achei muito legal? O cara fez do Telegram uma nuvem pessoal, fiquei tentado a usar o serviço para isso, e não para conversas, já que não tem ninguém lá, hahah

    Eaí, o que acharam?

    1. ontem fui dar mais uma chance ao Telegram. Meu numero de contatos aumentou de 3 para 6….

      1. Pois é. O problema, no meu caso, é que eu uso a TIM. Então salvo todos os telefones já com o código da operadora na frente. E o Telegram não identifica teus contatos se existe o código da operadora.

        “Descobri” isso pois recebi a mensagem de um amigo via telegram, que está nos meus contatos, e o app não identificou o mesmo (somente mostrando o +55 DDD Telefone).

        1. É ridículo a TIM não possuir um sistema de redirecionamento para o 41, como fazem outras operadoras.

          1. Tem sim. Tenho um celular tri-chip e geralmente ele redireciona para o 41 quando a ligação parte dele. Inclusive locais.

          2. Tem sim. Tenho um celular tri-chip e geralmente ele redireciona para o 41 quando a ligação parte dele. Inclusive locais.

        2. e outra da TIM…
          voce consegue fazer ligaçoes locais usando o DDD local?
          eu não! eu preciso remover o 054 da frente!

          1. Não. Usando “DDD” local, em numeros nao salvos, eu simplesmente digito o numero direto, sem DDD. E os demais já ficam salvos na minha agenda como 0 41 11 98765 1234, por exemplo

  47. Ultimo post livre do ano, então façam um balanço do ano de 2015 na vida de vocês:

    1. Primeiro semestre: massa;
      Segundo semestre: lixo sequencial semana após semana.

    2. Diria que até setembro 2015 tava sendo um ano bem regular. Muita merda acontecendo, claro, mas coisas boas balanceavam um pouco. De setembro até início de dezembro ficou tudo uma bosta horrível. Aí agora dezembro veio com duas notícias mega fodásticas pra fechar o ano (e começar 2016 da forma mais foda possível, hahaha)

    3. Foi bom, apesar do assalto e do sufoco de tocar o site e o curso de Comunicação.

      Mais tarde darei mais detalhes num post específico.

    4. O meu ano foi bem interessante, pedi demissão de um trabalho, algo que nunca tinha cogitado, arrumei namorada, me endividei (e que por sinal, só irei terminar de pagar em novembro do ano que vem, algo que eu diria até vergonhoso para alguém que se formou Técnico em Contabilidade no início do ano!) com coisas supérfluas, muita bobeira mesmo, ah é, também fui assaltado (novamente). Ano bem corrido, diga-se de passagem, heheh.

    5. Do ponto de vista pessoal, foi uma ano muito bom. Viajei bastante, fiz coisas que estava enrolando a anos para fazer, conheci gente nova etc etc.
      Do ponto de vista macro – não subjetivo: um ano bem merda, nada aproveitável. País cambaleando e quase caindo pelos cantos. Isso me entristece e preocupa.

    6. Pessoalmente foi muito bom, eu consegui mudar meus hábitos alimentares, passei a fazer exercícios físicos, eliminei quase 40kg no processo, estou bem feliz com isso, fiz aquela troca de guarda roupa que não dá vergonha hehehe.

      Também saí da casa dos meus pais (finalmente), é um aprendizado absurdo, principalmente para alguém como eu que era um tanto mimado na casa deles.

      Viajei bastante, visitei as cinco regiões do país neste ano, conhecer esses outros lugares só fez aumentar minha vontade de sair de São Paulo.

      A única coisa com a qual não estou muito feliz é o aspecto profissional, estou um pouco estagnado, preciso me mexer, procurar fazer alguma coisa, mas estou acomodado e meio indeciso sobre o que fazer, algo a ser tratado em 2016.

    7. apesar de alguns problemas de saude o ano foi positivo.
      para o proximo eu já estou fazendo carteira de motocicleta, pretendo fazer academia e ai quando conseguir uma grana eu quero comprar uma moto pra começar a viajar.

    8. cara, como foi um ano super acelerado, acho q aconteceu muita coisa e teria q parar pra pensar… mas foi um ano pessoalmente bom (incluo a esposa nessa canoa), já q, apesar de não ter conseguido algo q estava pleiteando e q teria um grande impacto na minha vida, isso deu ainda mais forças pra continuar e seguir adiante.

      foi mais um ano q passamos sem carro e usando todo os modais disponíveis (assim, ajudei um pouco esse planeta q habitamos). tb percebi q não precisei trocar novamente de celular :)

      ah, e foi um ano bacana, pq achei esse espaço muito fértil pra discutir e refletir :)

    9. 2015 foi o ano em que cresci no emprego. Ganhei responsabilidades. Comecei a ter crises de ansiedade. Decidi largar o emprego e começar a trabalhar por conta própria com algo que não tem nada a ver com a minha formação. E tô me sentindo mais feliz.

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