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Post livre #4

Dr. Bactéria dando explicações a uma senhora.
Conheci o Dr. Bactéria.

O post livre funciona assim: eu coloco uma foto aleatória, dou esse aviso aqui e abro os comentários para falarmos sobre qualquer coisa.

76 comentários

  1. E tem alguém aqui ainda?

    Estou quase comprando um Chromebook para usar na faculdade e assistir Netflix. Alguém com experiência de uso parecida? Principalmente em relação ao Netflix, ele dá conta de transmitir sem problemas e eventualmente transmitir a imagem em HDMI pra TV?

    1. Netflix roda numa boa, pelo menos em sessões curtas (não testei com filmes) e o modelo da Samsung tem saída HDMI, então acho que nesse ponto você está coberto. Para faculdade o Google Docs é meio tenso (devido às opções de formatação), mas se isso não for problema, ele dá conta.

  2. E esse Macbook novo aí… será que somente uma porta usb supre as necessidades do público desse produto?

    1. Acho que pra esse público “on-the-go” talvez consiga. Fico pensando nele prum público primeiramente que usa o iPad como ferramenta principal de trabalho. Não sei porém como ausência de rede celular poderia afetar nessa interpretação.

    2. É meio complicado. Vai usar um pen drive, precisa tirar o cabo de força. Precisa passar fotos de um HD externo ou câmera? Tire o pen drive. Mouse, então, só se for Bluetooth. Acho meio precoce esse corte abrupto de portas… mas é primeira geração. Daqui a um ano, ou o mercado absorve, ou a Apple mais uma USB-C do outro lado e resolve o problema.

      1. Eu acredito que a Apple tenha se equivocado nessa questão da USB pois o problema surge quando a “porta de força” passa a utilizar a unica conexão física para a transferência de dados.
        Imagine-se em uma situação em que você necessita passar um arquivo diretamente de uma unidade externa para outra sem salvar nada no próprio computador. Nesse caso essa possibilidade passa a ser eliminada devido a limitação imposta.
        O ideal (na minha opinião) seria ter 3 portas no mínimo, pois estamos considerando que uma delas será utilizada para carregamento, do contrário esse novo Macbook passa a ser um “iPad com teclado e OSX”

  3. Eu só queria compartilhar que eu tenho um notebook Dell Vostro 5470. Comprei numa configuração com SSD e tinha um problema de que quando conectava meu HD externo pela porta USB 3.0 com o cabo USB 3.0 o wifi parava de funcionar.

    Recentemente troquei o SSD por um HD convencional e esse problema se cessou. O que me leva a concluir que o consumo energético do SSD (cerca de 2x o do HD) acabava prejudicando a fonte, fazendo-a não ter corrente o suficiente para manter tudo funcionando adequadamente quando conectava o HD externo.

    Então se alguém cogitar comprar um notebook novo e esbarrar nesse modelo (ele é atraente, por ser leve, barato, fino, ter um bom design e boas configurações), fica a dica.

    1. Curioso, achava que o HD consumia mais pelos discos precisarem ficar rodando.

      1. E também acho que é isso mesmo, Frederico. O HD, diferente do SSD, tem processos mecânicos, o que demanda mais energia.

    2. Eu tenho o mesmo modelo, mas não peguei com o SSD. Nunca estive tão satisfeito.

      Eu nunca pluguei um HD externo no meu, mas você chegou a pensar na possibilidade de problema no SSD?

      1. Nunca pensei nisso, não consigo imaginar como um problema no SSD influenciaria nisso, você diz no sentido do SSD consumir mais corrente que a indicada?

        Além disso, quando percebi que o consumo do SSD era bem maior que o de um HD e que o HD externo com cabo 2.0 não desabilitava o wifi, minha teoria de que a fonte não suportava se solidificou e penso que ficou provada com o funcionamento normal com o HD no lugar do SSD.

        1. Pois é, cara. O consumo do SSD, entendo, TEM que ser menor que o de um HD convencional.

          O HD tem processos mecânicos, o que demanda mais energia, já o SSD não tem, ele é todo em flash. Por isso penso que tem algo errado com o seu, ou em algum outro lugar no conjunto. Vale conferir, mas como está, está errado.

          1. Eu me baseei pelas etiquetas de identificação do SSD e do HD, não tenho os números exatos aqui, mas dava pelo menos o dobro de consumo declarado do SSD em relação ao HD (algo do tipo 5W x 2,5W), quando eu estiver em casa eu confiro.

            Eu não tinha parado para pensar que o consumo do SSD deveria ser menor do que o do HD, só percebi essa diferença nas etiquetas e parti para essa troca.

    3. Eu tenho o mesmo modelo, e com SSD. Sempre plugo nele um Hub Usb 3.0 e deixo conectado pelo menos um pen drive e um HD Externo Samsung, e nunca tive esse problema. Será que não é a fonte interna do seu ultra q tava ruim?

      1. É uma possibilidade, bacana que consegui encontrar alguém na mesma situação, muito boa essa troca de experiência. Agora fazer a Dell acreditar nisso e investigar é complicado.

  4. DUAS, VALENDO DOIS RINS.

    1. Alguém tem uma alternativa para o Pocket que abra muitos “salvos” de uma vez só? Devo ter uns 2000 artigos salvos e não os leios porque dá preguiça de clicar em um por um.

    2. Alguém usa o “salvar para depois” do Feedly? Eles apagam se passar de um mês ou de um número X de salvados?

    SE AS RESPOSTAS FOREM BOAS, LEVA UM PULMÃO DE BRINDE.

    1. O que seria “abrir muitos salvos de uma vez só”? Em abas? Se sim, dá para abrir o original (tem um link no cabeçalho do artigo aberto pelo Pocket). Mas não entendo essa urgência, afinal a ideia é ler cada artigo de uma vez, com foco total. Ou não?

    2. sobre o feedly: ele não apaga, ja deixei muita coisa la por mais de um mês e continuou.
      sobre lotar: não sei, nunca salvei muitaaaaaaaaa coisa la então não posso responder

  5. Eu amo o Dr. bactéria. E a Chris Flores. E o Drauzio Varela. E a Aracy da Top Therm. Espero um dia conhecer todos eles.

  6. Duas perguntas sinceras: por que TODOS os produtos da Kabum (kabum.com.br) tem muitas e excelentes avaliações? Dá para confiar nesse site, apontado como um dos grandes do e-commerce brasileiro?

    1. Se as avaliações são feitas só por compradores, há um viés, então. Geralmente, ao gastarmos nosso dinheiro em algum bem, nosso cérebro entra em modo de defesa: digerir e aceitar a ideia de que foi uma grana mal gasta é chato, para dizer o mínimo. Então nos esforçamos para convencer, os outros e nós mesmos, de que foi um bom negócio.

      Já sobre a confiança, não sei dizer. Já comprei algumas peças de PCs lá há muitos anos e não tive problema algum. O status dela no Reclame Aqui é regular: http://www.reclameaqui.com.br/indices/7254/kabum/

      1. Talvez valha um voto de confiança. Mas, alguma coisa nos muitos anúncios, demasiadamente coloridos e ‘chamativos’, e a ausência de avaliações negativas liga a sensação de ‘cuidado: pode ser uma bomba!’ (o trocadilho foi intencional, desculpe).

    2. Ja comprei muito, nunca tive nenhum problema.
      Uma amiga recentemente teve o cartão SD extraviado, eles reenviaram… tudo Ok.

    3. Faço compras lá e nunca tive problema. O preço que eles praticam é bom e a entrega é rápida. Montei meu desktop com peças compradas lá.

    4. Na minha teoria da conspiração o excesso de avaliações positivas e por causa que a Kabum patrocina/tem uma equipe ou coisa do tipo de jogadores (Lol). E é fato que os gamers, principalmente teens, adoram (não si porque) dar joinha e avaliar positivamente as coisas que eles são fans.

      Se queria saber se é confiável, é sim. Já comprei várias vezes e tenho mais confiança nela do que nas da B2W.

    5. Sobre a confiança no Kabum, faço compras lá há 4 anos e nunca tive problemas, recomendo fortemente. E os preços de lá costumam ser muito bons.

  7. Boa tarde, pessoas! :)

    Eu confesso que eu ainda tenho muito o que me educar politicamente, mas andei pesquisando nos últimos dias e fiquei muito interessado, e empolgado, em saber mais sobre o Parlamentarismo. Seria essa uma boa opção para o Brasil?

    Muitas coisas oferecidas na propagando do parlamentarismo parecem ótimas, mas eu entendo que eu não deva conhecer o suficiente sobre o assunto, ainda assim, essa sede de ver um país mais justo, parece estar a cada dia na boca de mais brasileiros.

    Não sou um cara partidário, na verdade, sou um desacreditado político, assim me defino. Gosto muito da frase “not right nor left, but forward”.

    Muito legal o espaço aqui, Ghedin.

    Sucesso!

    1. É um modelo interessante, Eduardo, e tivemos a chance de adotá-lo pós-Constituição de 88. Não deu. Não sei se seria melhor ou pior para o Brasil, porém. Às vezes o sistema pode ser o melhor possível, mas se os agentes não se esforçam ou, pior, lutam contra, ele não funciona.

      1. Seria interessante um plebiscito novamente,a ideia de um presidente central centralizando tudo é errônea e ineficaz

        1. O presidente no Brasil não é assim, absoluto. O Congresso também tem força, inclusive para derrubar vetos presidenciais. Há um equilíbrio sutil (e funcional) entre os três poderes. Por isso é meio bizarro essa revolta com a Dilma e ninguém falar nada contra o Congresso.

          E não sei se um novo plebiscito seria uma boa, pouco mais de 20 anos depois do que optou pelo presidencialismo. É muito conveniente tentar de novo quando uma crise se instaura, mas tenho minhas dúvidas se a conveniência é a melhor saída.

          1. É mais fácil direcionar em uma só figura.

            Congresso é meio “abstrato”, assim como a câmera. Para esses dois casos, os protestos seriam contra os presidentes das respectivas casas, o partido com maior número representado ou o partido que também está no executivo? De quem cobrar?

            Essa é minha visão de leigo político.

          2. De alguma forma, “todos” são de certa forma “leigos” – sabemos que na política negociamos, deixamos alguém encarregado de nossos desejos e anseios e esperamos um resultado.

            Os protestos, ao meu ver, é mais em cima da “classe política” do que dos políticos. Basta ver que apesar do “Fora Dilma”, todos querem mesmo o fim da corrupção e a saída de políticos clássicos do poder, ou com suspeitas de prática de crimes.

            Só que o detalhe meramente esquecido é que corrupção = corromper a lei, o código moral/ético estabelecido. De que adianta tirar os políticos atuais que “corromperam a lei”, sendo que muitos de nós “corrompemos as leis” todos os dias? Desde puxar uma música pirata até atravessar fora da faixa, falta esta auto-crítica da população.

            Se bem que penso um pouco além: se a gente se cobra demais seguir um código moral, viramos um sistema “totalitarista” baseado em apenas seguir as regras e nada mais. Enfim, só filosofias baratas da minha parte =)

          3. Tenho minhas dúvidas com esse pensamento aceca de corrupção. O quão comparável é baixar a música pirata (ou qualquer outro exemplo do cotidiano, para abarcar um cidadão comum) com os escândalos políticos. Pra mim há uma escala de diferenciação (não sei qual é ou como estabelecer). Do contrário, parece que esses escândalos são puramente banais e inevitáveis.

          4. Era nisso que eu queria chegar (e por isso o último parágrafo).

            Se for para usar uma simplificação, “toda corrupção É uma corrupção”. Não precisa de uma escala: ou se comete ou se não comete. Ponto.

            Do jeito que muitos hoje bradam, e até ficam nas redes sociais, colunas, blogs, etc… cobrando e tudo mais, até o menor erro deveria ser punível.

            Para isso existem as leis e os códigos morais, para tentar dar uma “mínima” ordem nisso. E estes são a mesma base tanto para combater a pirataria, o cara que atravessa fora da faixa, o cara que anda acima do limite de velocidade ou faz conversão em local proibido, o cara que trabalha sem licença da prefeitura e sonega impostos, o cara que rouba uma pessoa, a quadrilha que explode um caixa eletrônico, um estuprador, um pedófilo, e claro, os políticos que desviam dinheiro dos cofres públicos.

            De certa forma, “tudo está no mesmo pacote”, se ir pelos olhos da lei. Se for escalar, não é diferente de quando se hierarquiza o poder em algum lugar, e em tempos de horizontalidade (menor concentração em um hierarquia), você acaba justamente dando possibilidades de qualquer criminoso não cumprir sua pena. Advogados fazem isso direto, e por isso que vemos políticos do Mensalão cumprindo 1 ano de pena e saindo, enquanto que o cara que roubou margarina no supermercado fica 5 anos e só sai depois que alguém do “Direitos Humanos” vai lá e acha o cara a ponto de ficar esquizofrênico ou quase virando um “aprendiz de criminoso profissional”.

            Por isso que pego no pé e faço estes comentários. Sinceramente, também não gosto de ver como “crime” a pirataria per si (quando se faz cópia “ilegal” de programas -neste caso), e já tive uma discussão feia com o Benito Piropo do antigo FórumPCs. Mas infelizmente existe a lei, e por isso que faço o comentário: por que até hoje não vejo movimentos fortes para então mudar a lei a favor disto? Vejo que existe um “partido pirata” por exemplo, mas não vejo tanta atuação.

            Prefiro uma descriminalização do que a manutenção de uma lei que dá brecha para atitudes autoritárias, humilhações públicas na imprensa e tudo mais.

            Política é isso: é tentar colocar seus desejos ao mesmo tempo que tem que permitir que os desejos dos outros se coloquem também. É mudar leis para que adéquem ao que o meio (a sociedade) quer.

            Se a sociedade quer (e aceita) a corrupção e o enriquecimento ilícito, ou não se siga a lei (e deixa rolar) ou lute e mude a lei. Isso vale para qualquer outra coisa. Se há uma lei punindo, teoricamente ela tem que estar ativa e punindo. Senão, não tem sociedade que se aguente, já que ninguém respeita ou usa a lei como se deve.

          5. Compartilho da mesma opinião!
            Corrupção é corrupção, não importa o “tamanho”.

            Só uma correção: atravessar fora da faixa não é contra a lei. Nesse caso o pedestre só não tem a preferência.
            Comentei porque vi tu dando esse exemplo em dois comentários ;)

          6. Pelo contrário, é sim.

            “Art. 254. É proibido ao pedestre:

            I – permanecer ou andar nas pistas de rolamento, exceto para cruzá-las onde for permitido;

            II – cruzar pistas de rolamento nos viadutos, pontes, ou túneis, salvo onde exista permissão;

            III – atravessar a via dentro das áreas de cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim;

            IV – utilizar-se da via em agrupamentos capazes de perturbar o trânsito, ou para a prática de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares, salvo em casos especiais e com a devida licença da autoridade competente;

            V – andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea;

            VI – desobedecer à sinalização de trânsito específica;

            Infração – leve;

            Penalidade – multa, em 50% (cinqüenta por cento) do valor da infração de natureza leve.”

            No caso, subentende que a pessoa não andando onde há um lugar que tenha a separação devida calçamento / asfalto, se a pessoa está “no meio da rua” ou atravessando sem prestar atenção, é um risco para ela e para os outros.

            Na prática, não se multa.

          7. Certamente não é uma contravenção ou crime, mas quem tem menos tração sempre terá a preferência.
            Pedestre > Bicicleta > Carro > Caminhão > Batmóvel.

          8. Bem pelo contrário Frederico!
            Por mais banal que seja baixar uma música pirata comparado com o escândalo da Petrobrás, o que vale aqui é a ação feita, não a sua consequência/escala.
            A corrupção na política nada mais é do que o reflexo do que realmente somos como cidadãos, mas numa escala maior.

            A pessoa que recebe troco a mais e fica quieta é a mesma que aproveitaria para roubar dinheiro público quando chegasse no poder.
            Não adianta, é da cultura do brasileiro, do jeitinho brasileiro, da “lei de Gerson”, etc, etc…
            Enquanto nós não mudarmos, nada muda.

      2. Sim. Tivemos outra oportunidade em 93 também.

        Do jeito que está, não está funcionando, pareve que não tem sido bom. Por isso fico pensando que se pudéssemos descentralizar, aumentar a fiscalização, se assim, finalmente, o dinheiro da saúde iria para a saúde, o da educação para esta, e cada um para onde é devido, sem mãos alheias no caminho.

        Somos TÃO ricos, mas temos um câncer que destrói.

        1. No Parlamentarismo é mais facil mexer as (peças)pessoas,me refiro ao fato Rodrigo Ghedin do poder absoluto no presidencialismo que com o mensalão provou isso,a camara dos deputados é facilmente manobrado pelo presidente,com liberação de verbas e etc.

          1. Acho que ele quer dizer que “mexer as peças” seria = trocar de governo. Deixei um link em um outro comentário, mas vou puxar um trecho do que está no link que resume o que o Luciano diz:

            “Um governo que não atende às espectativas dos eleitores poderá ter o seu mandato abreviado pelo voto de desconfiança, obrigando a formação de um novo governo. Caso o partido majoritário não seja capaz de formar uma nova maioria governativa, as eleições parlamentares são antecipadas.”

            Hoje, do jeito que a lei está, é um pouco “burocrático” tirar alguém do poder porque não atende as expectativas. Provavelmente em um sistema parlamentarista, se os parlamentares fizessem algo parecido com o que ocorreu com o mensalão, lava-jato, anões do orçamento ou similares, “na hora” poderia pedir uma nova eleição.

          2. Perfeito Vagner Abreu,acredito que o povo não deve temer experimentar projetos de democracia.

          3. Temer, não, mas é preciso extrema cautela para mudar um negócio tão profundo. “Experimentar projetos de democracia” não é como testar um negócio aqui no layout do Manual do Usuário — se der errado, voltamos ao que era; se quebrar o site, umas 10 pessoas notarão e nem ligarão muito. Existe muita coisa em jogo, mas muita mesmo.

          4. Bingo!

            O ponto na questão da sociedade é lidar com todos os tipos de necessidades e culturas existentes, aceitas e recusadas.

            Até os anos 80, muitos países experimentaram novos “projetos de democracia”. A União Soviética e suas décadas de “Socialismo”; as mudanças políticas no mundo… no próprio Brasil – em menos de 100 anos fomos de uma monarquia para a república, experimentamos vários gestores políticos e suas formas de governar, caímos em uma ditadura militar classista, que deixou confortável apenas quem era a favor do poder militar, viramos uma nova república aberta nos anos 80 e desde o final da década citada, estamos tentando nos acertar como república presidencialista.

            Somos muitos filhos de imigrantes que fugiram de guerras e golpes políticos. Talvez um pouco isso já nos dita como pessoa que não são tão fãs de guerras ou brigas pelo poder – por isso não se vê em tempos atuais alguma guerra civíl ou similar, tal como ocorre no oriente médio.

            Com isso, podemos dizer que acompanhamos os outros países “experimentando” seus projetos de sociedade, e nós já tivemos nossa época. Claro que precisamos aprimorar, mudar o que já está prejudicando. Mas não é uma troca de roupa, mas de mentalidades.

            Em uma analogia, não é trocar o layout, mas o código.

    2. O Brasil já teve experiência com o parlamentarismo mais recente na década de 1960, e anteriormente no reinado de D. Pedro II. Na primeira vez, não funcionou porque o imperador detinha o Poder Moderador e fazia o que bem entendia. Na segunda vez, durou dois anos. João Goulart teve três primeiro-ministros, um deles foi Tancredo Neves. Adiou o golpe militar, e por força de plebiscito, voltamos ao presidencialismo. Um ano depois, o golpe militar. O resto todos sabem.

    3. A questão do Parlamentarismo é um pouco delicada, só pelo fato de que estamos acostumados a colocar a culpa numa figura central (presidente), e não damos muita importância ao Congresso. Vide a composição atual de parlamentares que lá estão. Antes de discutir-se regime de governo, precisa ser colocada em pauta uma reforma política profunda, que disponibilize mecanismos para que a população escolha de maneira adequada os congressistas, que, em tese, são as pessoas que nos representam de forma mais “fiel”.

    4. Licença?

      Sou também simpatizante do parlamentarismo. Isso nada mais é que deixar o poder Executivo na mão do Legislativo também, porém, com isso, fazer o poder de deputados e senadores se auto equilibrar pelas negociações internas. Claro que também pode existir parlamentarismo com uma espécie de “presidente” – como o Ghedin colocou, apesar de nós (Brasil) nos considerarmos presidencialistas, muito do poder está na mão do Congresso.

      O parlamentarismo não deixa o poder no colo de um “gerente geral”, mas de vários. É como se em uma empresa, não existisse um presidente que controlasse pelo que os sócios dizem, mas sim que todos os sócios tivessem poder de presidente, porém com regras para que haja uma escolha baseada no que “a maioria” decidir.

      Tem uns textos do Cláudio de Oliveira (jornalista e chargista do Agora SP) que dá uma descrição breve sobre o parlamentarismo. Segue: http://ideiastrocadas.zip.net/arch2013-01-20_2013-01-26.html#2013_01-21_20_34_16-135164982-0

      1. Muito bom, Vagner.

        É claro, e acho que isto sabemos todos, que iremos tão bem quanto o quão competentes forem os que estiverem lá em cima, mesmo no Parlamentarismo, mas a sede de mudança é tanta, que cada oportunidade de melhorar que ainda não tenha sido tentada é levada em conta.

  8. Aceito sugestões de TVs boas para comprar na faixa das 47 polegadas e até uns R$ 3500. Obrigado.

    1. a minha é a LG 47LB6500, curto muito apesar de não ser a melhor, se curtir o WebOs delas opte pela LG 47LB7000 é parecida, mas bem melhor que ela.

  9. Será que a LG vai atualizar as TVs de 2014 com o WebOs 2.0? Impossível né?

    1. Tem que serem discreto,atenciosos e servir agua e ar condicionador ligado,correto?

    2. Usei uma vez aqui em SP. Ganhei um voucher por ter feito cadastro e não ter utilizado o serviço num período, sei lá, de 1 mês. Algo assim. O conforto é sensacional.

      Quanto à disponibilidade, é mais fácil conseguir um carro na região central/zona sul. Em bairros mais afastados e residenciais, demora um pouco mais.

      Já o preço…. bem, acho que compensa quando em horário de bandeira 2 do Taxi. Em outros períodos, acho que o Taxi sai na frente.

        1. Se usar o post antigo, acho que podemos entender que o aplicativo (Uber) “per si” não é proibido. Porém, ofertar os serviços e trabalhar pelo Uber, nas condições “normais” (veículo sem licença para prestação de serviço), é proíbido.

          Na prática, sabemos que fiscalização no Brasil é algo difícil e feito mais “focado” do que “disperso”, e que existem várias maneiras de estar ilícito sem chamar atenção… Se até hoje não se combate tão fortemente o transporte irregular entre São Paulo e Paraguai / Foz do Iguaçu, por exemplo…

  10. Desde os tempos de Cdma tenho uma convição,a LG não é para celulares,so ver quanta porcaria ela poe no mercado,ate chegar no G3.

      1. Mais Protesto = Mais Instabilidade = Dólar Mais caro

        Vou ficar em casa jogando :p

      2. Não, terá festival vegano e de foodtrucks em Brasília. #prioridades

      3. Jornalista não vai a protesto. Cobre pra noticiar. :/
        E mesmo que pudesse, não iria.

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