Post livre #38


20/11/15 às 8h53

Cá estamos nós outra vez! Post livre é uma espécie de boteco do Manual do Usuário: um espaço sem pauta, onde todos podem sugerir assuntos e conversar com os demais leitores sobre os assuntos propostos por eles. Use com sabedoria.

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364 comentários

  1. perguntinha boba, mas qual app de mensagens vocês usam com mais frequência? Ou ficam no monopolio do whatsapp? eu queria experimentar outros, como o telegram e até o Imessage, mas falta quem conversar.

    1. O telegram é maravilhoso, perfeito, só falta uma coisa: gente que use

  2. Sinto vontade de gravar sons dispersos e aleatórios pelas ruas. Falas soltas, som de feira livre, burburinho, trânsito etc. Alguém já fez algo parecido? E alguém recomenda algum gravador pra isso? Ah, os ruídos me interessam, então não tem.problema se pegar o som ambiente em demasia. Já tive um tascam muito bom, mas tive q vender, infelizmente e não consegui usa-lo…

    1. Fiz isso alguns meses atrás, como parte de um trabalho da disciplina de Áudio e Sonoridades, na universidade. Usei o gravador do iPhone (RIP) mesmo, que é sensível e tem uma qualidade bem boa. É bem maluco quando muda a forma de encarar o som ambiente, de pano de fundo para foco da atenção. Recomendo a experiência!

      1. poxa, era até um tanto óbvio que algo assim fosse pedido em aulas… não tinha me ocorrido. não que buscasse original. mas certa vez li uns trechos de um livro chamado, “os sons que vem da rua”, do josé ramos tinhorão, e se não estou engando ele falava dos caras que gritavam ofertas nas ruas do século xix ou início do xx… não me lembro. só havia o registro literário desses caras. ir ao centro de sp, ou talvez a qualquer centro urbano, é de uma riqueza incrível. acho q registrar isso, assim como tirar fotografias, são coisas essenciais. pq é como se vc analisasse isoladamente os diferentes “canais” ou mesmo trilhas se se pensar num programa de edição. boa! certamente dá outra percepção das coisas mesmo. fico bem tentado a registrar. essas falas soltas e ruídos são como as fotografias.

        tentei achar, mas não encontrei. lembro de ter lido há muitos anos, na revista piauí – q recomendo aos q gostam de reportagens longas e bem escritas sobre diversos temas -, uma espécie de diário com essas frases soltas. era bem legal, pq as falas fora de contexto eram bem absurdas! pena q não encontrei.

        já ouvi falar da qualidade do iphone pra registrar áudio! mas talvez valha mais comprar um gravador, não?

        a propósito, vejo tanta gente nas ruas com iphone 4 q eu até poderia dizer q é o iphone mais popular por essas bandas.

          1. eu uso esse app no meu moto g, mas o resultado não foi dos melhores numa dessas tentativas de captar o som ambiente…

        1. Nossa sociedade é bastante visual mesmo, daí o peso maior da imagem nos registros históricos. Mesmo a música é ouvida de maneira pobre, em alto-falantes de notebooks e fones de ouvido ruins que acompanham smartphones… Há, de modo geral, um descaso maior com o áudio do que com a imagem, estática ou em movimento. Uma pena, já que o som é tão fascinante quanto.

          Sim, vale comprar um gravador, dependendo do preço — provavelmente bem mais barato que um iPhone. E é importante, já que você está nessa de pesquisar antes da compra, atentar às características dos microfones: se ele é do tipo condensador ou dinâmico, e, principalmente, a “diretividade” (não se se esse termo que a Wikipédia emprega é correto), ou seja, a direção que o microfone capta o áudio.

          Para esse fim, o de capturar sons ambiente, um omnidirecional talvez seja o mais indicado. Aqui tem um esquema com os tipos de diretividade: https://en.wikipedia.org/wiki/Microphone#Microphone_polar_patterns

          1. teve o mário de andrade, né? q fez uma pesquisa musical muito foda e a abril fez algo parecido – acho q passava na mtv até. mas geralmente é um mapeamento musical. esses “sons que bem da rua” me parecem mais ignorados mesmo… isto é, não se tenta uma captação apurada deles – como aqueles caras q vão pro meio do mato buscar sons específicos dos animais. essa geografia sonora, altamente mutável, se perde todos os dias… será q não vai sobrar nenhum vestígio?

            boas dicas de microfones! talvez precise de mais de um dependendo da ocasião e situação. quer dizer, isso é óbvio, mas como a gaita é curta, talvez o modelo mais abrangente seja o ideal. eu comprei um gravador e microfone para um projeto, mas o projeto não avançou e fiz a burrada de me desfazer do equipamento q havia conseguido por preço excelente. era um tascam dr-05 e um röde, mas era shotgum. mas era pra entrevistas…

    1. Também quero saber.. Sempre gosto de olhar qual a origem do artigo antes de acessar e vem esse redirecionador… D:

      1. É do Mailchimp, que mascara todos os links a fim de levantar algumas estatísticas (quem abriu o e-mail, quantas vezes, onde clicou etc). É padrão e, até onde sei, impossível de desativar :/

    1. Você deveria aproveitar e fazer um review sobre como foi a como realizar a configuração, instalação, consumo de energia e qualidade do sinal.

      Escrevi isso, pois, ontem no meu trabalho um colega estava interessado justamente nisso.

    2. não haveria nenhuma solução dessas só que pra sinal de celular? AHAAHAH triste demais só não pegar DENTRO DA MINHA CASA

    3. Sim. Os repetidores da TP-Link, na minha opinião (e experiência, já que ainda não tive experiências com repetidores de outras marcas) são os melhores, mais práticos e mais estáveis.

      Já tentei adquirir repetidores de marcas menos conhecidas (ou sem representação), infelizmente a experiência de uso e configuração não me deixam mais recomenda-los para outros.

      Se a pessoa quer ter uma praticidade “fora da caixa” e “liga-e-funciona”, os TP-Link são “campeões”.

      Não vi das D-Link e Linksys/Cisco para ter ideia se eles são bons também. São mais difíceis e caros de achar por aí.

  3. Depois de uma longa batalha pra juntar grana, comprei um SSD da Samsung (850 EVO) pro meu note velho de guerra.

    Caras, acho que libertei uma besta de dentro dele. Disparado, o melhor investimento num notebook.

    1. Também troquei o hd por um ssd nos 3 últimos notebooks que usei. Sem dúvidas a diferença é bem notável.

  4. Leitura da semana: procurem por “Gokiburi Busters” (Caçadores de Baratas), de Murata e One, e saibam como é louca a vida de um caçador de baratas – não vou linkar aqui por mega motivos…

      1. Minha dúvida é se vale à pena dar essa esticada. Não vou boletar, devo passar no cartão, aí já viu: +10%
        Tá tão bom assim esse motoX play? Ouvi muita gente dizendo que a lenovo fez besteira esse ano =(

        1. Essa deve ser a divida dúvida mais frequente do ano… Tive os dois, vai de play

        2. Ambos são ótimos. Moto X (2014) tem desempenho melhor e design mais bonito; Moto X Play tem uma bateria fantástica e uma câmera acima da média. Agora é com você!

      2. E o Moto Maxx? Vi por 1500 recentemente, e não acho que devem acabar os estoques por enquanto. Vale juntar uma graninha e esperar?

    1. Moto X 2014 vive aparecendo por menos de R$ 1k, por isso, não recomendo por esse vale e também acredito que existem opções melhores nessa faixa de preço.

    1. Tem uma discussão enorme em um fórum que não me lembro qual. Até onde eu vi estavam debulhando o vídeo.
      Puta vídeo sinistro mesmo rs

  5. Quem quiser um Xbox One, tá rolando promoção na Saraiva com frete grátis Brasil, por valor em torno de R$ 1.200. Fica a dica.

        1. Acabei de comprar Ghedin, para aproveitar se não tinha ido pelo link. Desculpa aê.

          1. Sinceramente, a Nintendo continua muito a frente das concorrentes quando entre em jogo a qualidade dos jogos e exclusivos. Nessa nova geração, a Microsoft e Sony não tem até agora grandes jogos.

          2. A nintendo goza das vantagens de ter um nome tão forte e personagens tão icônicos e eu gosto da proposta deles” jogabilidade diferenciada”, mas não foi muito legal com o Wii U, pra mim

      1. Pena. Consegui comprar o meu e já recebi um email e foi enviado o produto.

        Não sei se você viu, mas, lá no site eles garantem que daqui até a Black Friday se tiver estoque estará pelo mesmo preço, logo, vale a pena ficar de olho.

        1. vou ficar de olho, mas eu ainda gostaria de comprar um ps3 pra aproveitar os jogos antigos. estou quase indo no embalo do pedro paiva, do “menos playstation”.

          1. Uma coisa boa do Xone é pode jogar o que saiu no X360. Tenho um Ps3, mas o controle e o online são terríveis.

          2. isso é bem legal, poder rodar os antigos e talvez seja a opção mais inteligente!

  6. Pessoal, não ligo para design do notebook.
    Quais os três melhores notebooks no quesito custo/benefício para eu ficar procurando nessa black friday?

    1. busca no econovia. dá pra escolher diversos filtros para a configuração

    2. A Asus trouxe ótimos modelos que acabaram rapidinho. Pela qualidade da construção e hardware, creio que vale a pena ficar de olho na loja oficial (consegui pegar um com 15% mês passado lá) e em canais de promoção.

  7. Queria comprar um tablet de Natal pro meu filho , ele tem 6,5 anos, aparelho de no máximo 800 paus, pequeno tipo 7 ou 8 polegadas e com 4g. O uso seria para Youtube, joguinhos, ele curte jogos simples no tablet como Plants Vs Zmbies e Five Nights at Freddy’s e para gente conversar pro IM e vídeo pelo Hangouts. Ano passado ele ganhou um BAK da vó que não entende p, nenhuma mas eu to com dó dele ta merecendo alguma coisa boa, eu pensei no Nexus 7 mas não acho pra comprar e parece que é somente Wi-Fi. Bom o que indicam pra mim?
    Edit: Sistema Android

        1. Ahh, falha minha. O Thinkpad 8 parece uma boa (inclusive, está R$ 725 neste momento: http://goo.gl/LceqCM ), mas você talvez fique limitado pela falta de apps para Windows.

          O duro é que no Android as opções são ruins… Mas como é para criança, talvez a falta de uma tela de alta definição não seja tão prejudicial. Aí tem coisas como o Galaxy Tab E de 9,6″ por R$ 629: http://oferta.vc/o6BP

          1. Realmente esqueci de mencionar que tem que ser Android, o moleque fica perdidão no Windows Phone , ele não curtiu mesmo, e sem o Five Nights vai ser uma decepção só, além de que eu ia ter que comprar tudo de novo e ficar sem as promos da Amazon que sempre dá uns jogos que ele curte.
            Realmente a coisa ta feia pro lado Android de tablets, fico com pé atrás de Samsung, ja tive um Galaxy Tab 10.1 e a experiência foi horrível, esse que você indicou não tem suporte a Internet móvel, indicaria o Asus Fonepad?

          2. Esse tablet não é um “Windows Phone gigante”. Ele vem com Windows completo e não faltam aplicativos, programas e jogos – inclui por sinal o que você citou.

          3. Ele é pro meu filho e ele prefere Android no tablet, eu já comprei
            vários jogos Android pra ele, ele curte muito Five Nights e não tem
            versão windows “Tablet” para os jogos, somente versão para jogar com
            mouse, sem falar nos jogos grátis que Amazon App Store sempre libera,
            tenho dezenas deles de graça por lá, então o modo desktop não me
            interessa e o modo tablet do windows ele não curtiu não. =/

          4. Comprei um Tab Pro da Samsung em 2014, com hardware top por menos de R$ 600.

            Hoje ele está no Lollipop e vejo que tive muita sorte, pois atualmente só vejo tablets Android ruins e capados sendo lançados no Brasil. No SouBarato, às vezes dá para encontrar modelos melhores como a linha Tab S por menos de R$ 1.000. Nesse caso, valeria a pena.

          5. Eu pesquisando agora fiquei interessado no Lg Gpad v490, sai por 550, só achei no Mercado Livre então acho que não vou conseguir ajudar o blog aqui se comprar, tem Lollipop e 4g, só queria que tivesse 2Gb RAM mas parece ser bom custo beneficio, conhece esse modelo? Vou dar uma olhada nessa linha Tab S.

          6. Pior que procurei mais sobre esse tablet da Lenovo e vi várias pessoas que compraram reclamando sobre o que você citou antes. Atualmente está bem ruim para comprar tablets Android no Brasil, porque só tem chegado aparelhos fracos.

          7. Fonepad está em promoção: http://goo.gl/olUUht Nunca usei, mas parece ser simples (e tem a limitação de espaço, apenas 8 GB).

            O Galaxy Tab E que indiquei tem uma versão com 3G levemente mais caro: http://oferta.vc/o7Al

            A Touchwiz melhorou um tanto de dois anos para cá. Não tive contato com tablets nesse período, mas em smartphones ela está bem tolerável (até útil!), em especial no Galaxy S6. Eu até cogitei pegar esse Tab E ou o Tab A, mas desisti pela resolução da tela — as Retina são um caminho sem volta.

    1. O tablet da Lenovo Thinkpad 8″ vive em promoção ultimamente por volta de R$ 650.

      1. Valeu pela indicação mas windows não vai rolar, vou editar la em cima.

  8. Já perceberam que quando alguém tem um texto longo por apresentar há, geralmente, um pedido de desculpas antecipado? Bom, eu não vou pedir desculpa pra ninguém, porque um texto longo não carece disso, pois, pelo menos no meu caso, um texto longo é um elogio à inteligência de quem lê e um convite à reflexão (tem uns figuras aqui com os quais é bem legal conversar, devo dizer). Tem texto longo cheio de abobrinha? Ô se tem… É o meu caso? Talvez, mas isso só pode ser dito depois da leitura, evidentemente. E quem não gosta de texto longo, basta não ler, ora pois… Por que é preciso ser sempre curto e grosso (geralmente dão ênfase no grosso)?. Este “breve comentário”, então, observa o seguinte: que um simples banimento pode se transformar na eliminação do Outro num futuro não muito distante duma vida esvaziada de sentido político e bem pouco democrática. Atenção, jovens!

    Caras, no fim de semana passado, passei por algo, no mínimo, curioso no grupo do facebook do “Tecnoblog”. Acho que foi a minha primeira participação, não tenho certeza, mas fui rapidamente banido. Antes, meu post foi apagado; depois a minha reclamação sobre o post eliminado também foi apagada; e, por último, uma exposição da contradição que isso representava também foi apagada. É… Uma pena, mas foi o que se deu. O administrador me disse que o post não tinha relação com tecnologia e, depois, já não houve nenhuma justificativa para o meu banimento. Reclamei com o editor do site depois, já que ele também é um dos administradores do “Tecnogrupo”, mas não tive resposta. Logo em seguida ao banimento, cheguei a comentar o ocorrido e propus a mesma discussão no grupo, também do facebook, do “MdU”, do qual sou um dos sortudos participantes, e a história foi outra: tive alguns retornos bastante pertinentes; meu post não foi apagado; e não fui banido (aqui poderia entrar como trilha a música “Turn down for what”).

    A questão foi a seguinte: notei que o facebook disponibilizou a sua horda de usuários malucos (eu incluso) a possibilidade de ativar uma bandeirinha francesa na frente da imagem de perfil. Até aí, ok, e aderir também era ok. Mas questionava que o face não fez o mesmo quando houve um atentado bem parecido, também de autoria do ISIS, no Quênia. A bandeirinha queniana não deu o ar da graça, além, claro, de não ter causado a mesma comoção que o ataque francês está causando… A imprensa, diga-se, noticiou de modo apurado e volumoso o ataque ao Quênia em abril deste ano. De modo diferente, claro, mas noticiou. Talvez você nem se lembre desse atendado que além eliminar pessoas atacou um símbolo máximo do ocidente: a universidade.

    De cara, numa das primeiras repostas à discussão que propunha, disseram que era doentio eu comparar tragédias. Só que não era uma comparação (o número de mortos era quase o mesmo, mas mesmo se não fosse; uma pessoa morta no Quênia bastaria no meu entendimento e no de qualquer pessoa razoável para requerer atenção) e sim uma constatação de como o facebook manipula nossos sentimentos e atenção. Até aí isso não é uma grande novidade, porque esses caras já tiveram a pachorra de fazer experiências com seus clientes sem notificá-los, alterando a quantidade de notícias tristes e felizes para ver qual seriam suas reações! Esperava, obviamente, respostas ofensivas e hostis porque o clima anda quente nas redes sociais, mas também esperava repostas inteligentes e que pudessem me ajudar a entender e levantar mais argumentos sobre o assunto para o qual eu já tenho uma opinião, mas da qual estava disposta a rever, reinterpretar etc. Sempre, sempre mesmo, tem alguém que pode dizer algo que você não espera e isso pode abalar suas convicções pra valer. Como você reage depois disso é que o bicho pega.

    Só que quando resolvo propor uma discussão, não tiro todas as coisas da minha cartola furada… Não. Eu geralmente me escoro (por prudência e por ter uma inteligência bem limitada) em autores em que confio e nutro simpatia por afinidade. Eis um exemplo (posterior à discussão, mas que tem muito a ver com o que era proposto): Carla Rodrigues citando Judith Butler ( http://www.blogdoims.com.br/ims/enlutar-se-fazer-luta-do-luto ). Não se trata de buscar respaldo ou chancela nelas, mas sim uma espécie de “fio da meada”, ou se coadunar com certos posicionamentos, ou ainda se filiar a uma corrente de pensamento (notadamente humanista). Não é fácil pensar nos dias de hoje (nunca foi, na verdade), afinal há tanto o que considerar que me parece saudável, antes de dizer qualquer coisa, ver o que pessoas que se dedicam a pensar pra valer acham de determinadas situações. Recorrer a essas pessoas poderia ser classificado como ir atrás de combustível pra reflexão. E você pode abastecer a sua reflexão com o que você quiser, inclusive com lixo. No filme de “Volta pro futuro” (tão celebrado há pouco tempo), eles usavam lixo pra abastecer o carro (ual!) que viaja no tempo e tal, mas não eliminaram o transporte individual da cena (ah…), da história, do filme, ou seja, o futuro ainda seria (ou era, não sei) burro por usar o carro como meio de transporte (o filme vende a ideia de que o carro será sempre necessário por assim dizer). Ainda bem que os jovens estão revendo isso e já não dando tanta importância aos carros.

    Quando dizem: “a TV Globo é um lixo”… Cara, isso é injusto pra caralho, porque por mais que se discorde da linha editoral ou mesmo do conteúdo cultural deles, eles fazem um trabalho bem feito, bem produzido, cuidam do som, pagam bem seus funcionários etc. Tem ator ruim? Puts… Tem ator que se gaba de nunca ter feito escola de teatro! Mas têm Fernanda Montenegro e Caio Blat no time, pra citar duas gerações apenas de bons atores. Tem jornalista que, pra ser brando, deturpa a informação? Também, infelizmente, tem, mas tem contrapartida: há profissionais sérios que se esforçam muito pra fazer justamente o contrário: Caco Barcelos, por exemplo. Não estou comparando o “Tecnoblog” com a “TV Globo”, é só um exemplo, pois mesmo não estando de acordo com muito do que é dito nos podcasts do “Tecnoblog” que ouvi ou do conteúdo escrito no site, jamais poderia dizer que estou diante de um lixo de trabalho. Não mesmo!

    Quando fui banido pelo moderador do grupo, dei uma espiada em seu perfil no facebook e notei que ele aderiu ao lance da bandeirinha francesa. Até aí, pas de problème. Conheci minha esposa na Aliança Francesa (aprendi bem menos do que ela), sou fã de carteirinha do Truffaut (já perdia a conta de quantas vezes vi “Les quatre cents coups”), adoro a cultura francesa de um modo geral e, como em outros casos, fiquei bastante chocado com os atentados que atingiram valores, mas, principalmente pessoas que viviam suas vidas numa boa. Também vi no perfil do administrador que ele votou no Aécio; de que foi em protestos contra Dilma (aqui em São Paulo chamamos esses participantes de coxinhas), que já foi criticado pelo Jean Wyllys etc. Tudo isso somado poderia me induzir a pensar em algo como: “eu jamais seria amigo desse cara”. Mas não, porque eu respeito a posição dele mesmo sendo diametralmente oposta a minha. Ele tem o direito de votar no Aécio, tem direito de ir em manifestações contra governantes (aliás, isso é extremamente saudável numa república), tem direito a ostentar na camiseta frases liberais etc.

    A esquerda geralmente faz pouco caso de pessoas conservadoras (chamando-as de coxinhas, por exemplo, eu também faço pouco). Algumas, claro, como não produzem nada além de uma retórica furada (MBL e Revoltados online etc) para disfarçar grupos de interesse, devem ser zoadas para que suas contradições sejam expostas pra valer. Mas, tirando os picaretas e oportunistas, eu não vejo assim, porque isso fere o direito da maioria das pessoas de pensar o que quiserem. Quando não concordo om algo exponho argumentos e esses argumentos podem ser refutados (bem ou mal) e eu posso cair do meu cavalinho conceitual e me ver sem saídas e opções. Meu repertório não é vasto, mas uma coisa eu noto no noticiário dito tech nacional: há um movimento constante de esvaziamento do sentido político da tecnologia de modo bem amplo. Não importa a sua orientação, a sua ideologia, nada… Geralmente você se depara com guias de compra, deslumbramento com toda sorte de gadgets e com a aversão a posicionamentos políticos. Mas aí que está, cara pálida: mesmo esses esvaziamento é também um… ato político.

    Vejam, 100% das ações humanas têm como pano de fundo a política quer queiram os homens ou não. Numa pesquisa rápida no site do “Tecnoblog”, pela busca interna mesmo, usando a palavra “política”, o que se percebe é: a política aparece geralmente pra se referir às políticas empresariais (especialmente no âmbito da privacidade), ou pra falar do jogo de cadeiras dos ministros das áreas de tecnologia, ou quando não pra falar de medidas do governo que têm impacto no dia a dia das pessoas (Uber e impostos, por exemplo). Todos tratados de maneira muito clara, cheia de dados e com precisão, diga-se. Daria pra resumir nisso o que se pode achar por conteúdo dito político no site, mas eu não posso dizer isso categoricamente, porque seria preciso analisar todos os textos, inclusive aqueles que não possuem a palavra política, pois, como disse antes, 100% das ações humanas tem como pano de fundo a política. Os autores falam de política querendo ou não. Mas não deixa de ser sintomático o lugar destinado à palavra política na torrente quase infinita de informação brotando de uma única origem, o “Tecnoblog”!

    Um post recente de um autor excelente: Microsoft cria tecnologia que identifica emoções em fotos ( https://tecnoblog.net/187825/microsoft-emocoes-fotos/ ). O autor é nitidamente um otimista e acredita, no meu entendimento, que essa tecnologia nos traz benefícios e novas possibilidades! Sim, há tudo isso nessa e em tantas outras tecnologias. Mas, eu paro e penso: e se colocaram essa mesma tecnologia num drone automato com a missão de eliminar suspeitos de um ataque terrorista e ele confundir as bolas e matar um cara, com aquela barba típica, com andrajos típicos de um aldeão, fazendo coisas meio suspeitas, mas que são típicas do seu ofício, mas que tá com cara feia, porque, na verdade, tá com dor de barriga e não com planos de destruir a cultura ocidental num ataque suicida. O exemplo é esdrúxulo, mas já aconteceu coisa parecida com um drone operado por humanos mesmo: civis foram mortos ao serem confundidos com terroristas quando só estavam numa reunião comunitária sem armas e planos. Não vou encher o saco com citações, mas uma me parece adequada:

    “Tal era o diagnóstico fundamental dos autores [estrategistas militares]: ao recorrer maciçamente a um gadget tecnológico [um drone assassino] e não a uma verdadeira estratégia [militar], o aparelho de Estado corre o risco de uma alienação política acelerada”.

    “Teoria do drone”, de CHAMAYOU, GREGOIRE.

    Uso tal citação, apelando a estrategistas militares (!!!), o que seria um sacrilégio entre os de esquerda, com os quais me coaduno mais por me importar com o Outro e bem menos por interesse partidário. Cara, se até os milicos estão preocupados com a alienação política no uso de tecnologias, é porque o negócio tá complicado, não? Só que quem disse que militares não têm (ou tiveram) preocupação com política? Se alguém disse isso, esse alguém mentiu na cara dura, porque eles têm sim esse interesse. A internet, essa na qual passamos um bocado de horas, é uma invenção deles, não? Pois então…

    Felizmente um dos autores mais jovens do “Tecnoblog” me deixa bastante esperançoso, porque ele ousou ir contra a maré e fez uma baguncinha violando os rituais de um certo cantor que serve muito bem a autopromoção e também aos cofres de sua gravadora. Houve aí um ato de rebeldia, uma fuga dos padrões, um relato pessoal, um desafio aos imperativos do mercado, e isso irritou a audiência do site já tão habituada ao esvaziamento político tão bem disseminado em nossa sociedade como um todo. Esse esvaziamento é ultra conveniente à manutenção dessa vida capenga que levamos (especialmente no Brasil, onde não é difícil tropeçar em cadáveres cada vez que se busca uma informação qualquer), porque ao passar mais tempo preocupados com o modelo de celular que vamos comprar, com a marca X ou Y, ou com o fundamental custo-benefício (eu também embarco nessa canoa furada, diga-se), acabamos por pensar muito pouco no uso que daremos aos aparelhos nos quais investimos muitos dinheiros; abrimos voluntariamente (às vezes não tão voluntariamente) as portas da nossa privacidade; e vendemos barato demais a nossa atenção e inteligência aos produtores de conteúdo sem escrúpulos que não se importam em promover ações de Estado assassinas (retaliações por bombardeiam invariavelmente atingem civis inocentes) fingindo que está tudo bem se você decorar a foto do perfil com cores da revolução (sim: azul, vermelho e branco são cores revolucionárias ostentadas por russos, americanos, franceses e uma penca de outros países que viviam suas reviravoltas políticas há alguns séculos). Eles, os donos da nossa atenção, dizem prestar homenagem aos mortos, ao ocidente e ao que nos resta de dignidade, mas é mentira, cara. Eles querem mesmo é uma demonstração sua de adesão ao esvaziamento do sentido político de seus atos, porque, afinal de contas, quenianos e franceses são humanos, mas por que eles não dizem que cada um tem um valor diferente pro seu negócio bilionário? Não dizem porque não se importam já que você mesmo não pensa direito no assunto…

    E se você chegou até aqui é porque tem tempo de sobra ou porque é um cara que não se importa com meu estilo mequetrefe. Vou poupá-lo de mais sofrimento e já parto para as considerações finais com isto: banir alguém não é um problema em si, o problema é quando você bane alguém porque não concorda com o que essa pessoa diz sem violar lei alguma. Essa vida burocrática e os pequenos poderes transformaram pessoas comuns em assassinos no nazismo, certo?. Viver numa democracia implica em viver com pessoas que pensam diferente de você e isso, às vezes, pode ser duro, mas é saudável, asseguro. A tia Hannah Arendt explica essa parada e nem precisa ler o livro dela se vc não quiser, basta ver o filme (procura no Google). Ela foi “banida” da comunidade judaica israelense por expor sua visão límpida da coisas: a maioria dos nazistas não eram monstros sádicos e terríveis como pintaram: eram, na verdade, pessoas bem comuns, com justificativas bem comuns, que aderiram gostosamente ao extermínio do Outro sem pensar muito, pois cumpriam ordens e diziam não ter alternativa. Cara, que judia incrível ela foi! Não canso de render homenagens a ela. Também rendi homenagens à coragem do editor do site em manter o texto rebelde de seu jovem autor. Mas, apesar disso, ecoa desde 2011 o seguinte nas regras que mais nos desnorteiam do que norteiam por serem desprovidas de sentido:

    “Publicar comentários vazios de argumentos, com o exclusivo objetivo de engajar-se em discussão desvirtuada de propósito tecnológico ou intelectual.”

    Política de comentários do “Tecnoblog” ( https://tecnoblog.net/politica-de-comentarios/ ).

    Eis o ponto em que a porca torce o rabo: a discussão é política! Antes da foice, do martelo, do bisturi, do telescópio e do playstation, vem a POLÍTICA e não o contrário. Daí que não faz sentido dizer que a discussão que não tem propósito tecnológico é uma discussão desvirtuada. Ora, o que seria um “propósito tecnológico”, afinal? Discutir aspectos da configuração do Android é um propósito tecnológico? É isso? Porque se for só isso é insuficiente até mesmo pra entender a própria configuração do Android. O que seria um propósito intelectual, afinal? Qual não é se as manifestações, mesmo as mais exdrúxulas, são fruto do intelecto (até o Bolsonaro tem um intelecto, vale lembrar)? Porque eu posso dizer com certo grau de exatidão que os comentários feitos no site ou mesmo no “Tecnogrupo” não são feitos em larga medida por pessoas que se identificariam como intelectuais… Bem ao contrário, o ambiente tech tem certa repulsa pelo intelectual acadêmico (daí a ojeriza aos comentários longos e reflexivos), já que vivendo nas teorias lhe falta a bendita prática tão fetichizada no meio… Parodiando o filósofo máximo do Tchan: “sabem de nada, inocentes”…

    Tenho fé nos jovens (mesmo ao fazerem cagadas)! Quando vejo as escolas ocupadas aqui em São Paulo, por exemplo, renovo essa fé. Porque eles enchem, a seu modo, de significado político o espaço público que como sabemos anda detonado. A “TV Globo”, no seu pior momento, teima em chamar de invasão essas ocupações de espaços originalmente destinados àqueles jovens – também conhecido como escolas. E mesmo sem recursos e sem o reportório tech (pfff), que batemos no peito pra dizer que temos e com isso subimos um degrauzinho na escala humana, eles conseguem transpor essa barreira vazia na qual a cada dia colocamos um bloco. Esses jovens foram alijados do debate político e foram transformados em coisas desprezíveis que podem ser remanejadas como panetones num supermercado. Querem bani-los de todo modo da vida pública e relegá-los à modorra de aulas muitas vezes igualmente vazias e aos subempregos do mundo tech e outros segmentos! Não conseguiram! E não é que de quebra eles também estão enchendo o facebook de significado!? Quem disse que os jovens só fazem besteira?

    Mas tem uns velhinhos, em compensação, que vira e mexe dão mancada e maus exemplos – mesmo aqueles que são gênios, bilionários e filantropos. Quando um judeu fala com uma fascista… espera-se algum atrito e indignação, mas sem política, tudo vira uma brincadeirinha. ( http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/no-sbt-nao-pode-falar-de-politica-diz-silvio-santos-a-sheherazade ).

    E uma frase espirituosa pra fechar:

    “Que grande quimera, pois, é o homem! Que novidade, que monstro, que caos, que contradição, que prodígio! Juiz de todas as coisas, minhoca imbecil; depositário da verdade, cloaca de incerteza e erro; glória e refugo do universo”. Do insuspeito, francês, Blaise Pascal.

    1. Este foi, seguramente, o maior comentário já publicado aqui. E um dos bons! O único problema é que há diversos pontos passíveis de discussão e, pela extensão, fica difícil alcançar todos. Limitarei-me a dois, pois.

      Sobre a atenção desmedida ao atentado em Paris, é algo cultural. Mesmo em países árabes, como o Egito, foi assim. Eles coloriram uma das três famosas pirâmides com as cores da bandeira francesa, mas ninguém viu o vermelho e branco da bandeira do Líbano, que na véspera sofrera um atentado com mais baixas civis do que o francês: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/11/12/duplo-atentado-em-beirute-deixa-mortos.htm

      Quando digo que é “cultural”, é pelos laços ocidentais e a presença francesa no mundo — nem sempre, na verdade, muitas vezes, não num sentido positivo. Quase todo mundo reconhece a Torre Eiffel e sabe dizer uma ou outra peculiaridade da França mesmo jamais tendo estado lá; do Líbano, não muito. Essa “identificação” gera mais comoção e até comportamentos bizarros, como o avatar bobo do Facebook e gente publicando foto velha de viagens a Paris para demonstrar solidariedade (não entendo). Não concordo 100%, mas este argumento dá comida para o cérebro: http://qz.com/552098/its-not-hypocritical-to-care-more-about-paris-than-beirut/

      O outro ponto é sobre o texto do Tecnoblog a respeito do cantor que pretendia divulgar seu trabalho aos poucos e foi “vazado” pelo Jean. O que questiono é a motivação. Acho, também, correta a ideia de que todo ato é político, mesmo o que se pretende não sê-lo, mas nesse eu vi mais um fã que descobriu algo do seu ídolo e irritou outros fãs do que uma tentativa de desconstruir uma indústria, ou mesmo de criticá-la.

      1. posso ter me entusiasmado demais com o texto do jean, mas, cara, parece que ele vai além e pega o espírito da coisa, sabe? o ato em si pode ser considerado pueril, mas é q ele se encaixa em algo maior, a meu ver. o jean enfrentou o mesmo dilema do snowden e dizer isso não é exagero. é uma época em que revelar segredos pode lhe custar caro e isso existem até mesmo com banda pop (acho q é esse o gênero).

        com certeza me excedi na extensão e fiz digressões que fizeram vários leitores bufarem e optarem por fazer algo melhor, mas tem umas ideias ali que pode ser aproveitadas, eu acho.

        tem relação sim esse lado cultural da coisa – e uma relação bem forte. qtos profissionais franceses não trabalham no facebook? certamente muitos e a proximidade entre eua e frança até q é grande – tirando algumas bobagens de rixinha tola. aquele jantar entre fodões do mundo tech com o obama na casa branca certamente fazem essas coisas serem levadas em conta tb.

        usei o exemplo do quênia mais como exemplo mesmo, pq o atentado foi similar. lembra-se qdo por aqui muita gente passou a colocar o sobrenome de uma tribo indígena (os Guarani Kayowá)? muita gente achou ridículo e inócuo. pode até ter sido, mas isso partiu das pessoas e não do face. foi uma subversão do uso do “aparato” por assim dizer. esses movimentos me parecem válidos e há muito repulsa, mas qdo parte da empresa, já fica difícil questionar.

        mas uma coisa eu achei interessante: um truta de jornada fez uma residência literária nos eua e lá na universidade q o convidou, ele trombou com gente de 32 países diferentes. e uma coisa o marcou: os nigerianos (e uma outra nacionalidade africana q agora me escapa) têm muito em comum com os brasileiros. achei curioso isso.

        e devo acrescentar: comentar aqui é um privilégio!

    2. WOW! Li do começo ao fim de forma voraz. Agora estou digerindo tudo, a refeição foi farta!

      Edit: Essa questão de não ter a bandeirinha do Quênia no Facebook é pertinente e, acho, reflexo de um “eurocentrismo” ou ‘ocidentalismo'(desconheço um termo mais preciso). Meio que “o que está mais perto é mais impressionante”. Tem-se a África como ponto de conflito em razão de tantas guerras internas, muitas das quais motivadas pelos próprios europeus ao dividirem o continente em nações tão confusas no século XIX. E não deveria ser assim, mas a insistência da mídia em geral criou essa ideia até inconsciente de que ‘são normais os conflitos, mortes e guerras por lá’.
      Por isso, não se dá tanta relevância a esse atentado(e a tantos outros pela África), enquanto que um na Europa ou no ‘Ocidente'(Austrália, Europa, América do Norte e PARTE da América Latina) seria alarmado e alvo de reportagens sem fim.

      A questão do grupo, também concordo com você. Tenho a impressão de que as redes sociais tem o propósito de nos deixar intolerantes, talvez até o conhecimento de mundo cause isso. Esses dias me vi ocultando e silenciando postagens de amigos com os quais não concordo, mesmo quando seus argumentos têm razão. Isso é assustador, porque quando eu me fecho àquilo que me agrada, perco a oportunidade de confrontar ideias(mesmo que internamente) e mudar de opinião. Essa contínua restrição, quando motivada de forma tão rasa, efêmera e ilógica, só piora o quadro de intolerância. Por exemplo: se estou conversando normalmente contigo e citas algo que não me agrada, já faço cara feia, nem quero ouvir e te repreendo.
      Esse mundo de opiniões tão divergentes(conflituosas e até ignorantes) que as redes sociais oferece nos faz generalizar tudo aquilo que não nos agrada como idiotice, antes que filtremos de forma racional e busquemos compreender o outro.
      Mais um exemplo, pessoalmente até engraçado(e de redenção, espero): o Ghedin desandou a falar mal da Microsoft e, eu, como bom fã da marca, não gostei e já pensei: vou silenciá-lo para não ter que ler isso, ele só está seguindo a voz geral. Passaram-se alguns dias e um amigo compartilhou no Facebook um post do Ghedin, sobre outro erro da Microsoft(aquele notebook Acer). Ignorei o post. A pouco, li esse seu comentário e acabei repensando. Li o post e, de fato, Ghedin tem razão, a Microsoft realmente tem feito feio várias vezes. Não havia uma razão real pra eu deixar de acompanhar tudo o que o Ghedin posta.
      Essa massificação, a grande velocidade com que as informações chegam, o ‘sucesso’ do mais rápido(quem informa antes, quem sintetiza mais, quem chega primeiro, quem tem mais curtidas, mais exposição)… Tudo isso nos deixa a cada dia mais burros, impacientes e ignorantes.
      (Perdão se houve alguma incongruência acima, fui escrevendo quase de forma automática)

      1. Sobre a bandeirinha em si: o atentado do Quênia aconteceu em abril. A bandeirinha do Facebook, salvo engano, começou em junho/julho com a aprovação do casamento homosexual nos EUA.

      2. é bom e velho fluxo de consciência! muito útil nessas horas!

        tem esse lance mesmo, acho q é o edward said quem diz q o oriente é uma invenção do ocidente… obra muito importante a ser lida a dele!

        estamos de acordo: me sinto no meio dessa bagunça toda de redes sociais!

    3. Gostei do que você escreveu e trouxe de fato algo relevante, mas com alguns pontos fora da curva.

      Primeiramente, não perca tempo com o Tecnoblog porque não vale a pena (não faça relação de juízo com todas as pessoas de lá, por favor).

      O segundo ponto é que você tem preconceito com certos assuntos e isso pode limitar sua visão (ok, todo mundo tem preconceitos, mas, acho que você entendeu).

      A terceira coisa é sobre o “ato de rebeldia” (que nunca ocorreu). Na verdade tudo isso aconteceu simplesmente com foi impulsionado pelo autor ser fã do artista. Ao chegar até aí, fica evidente uma coisa que você precisa trabalhar: enxergar os fatos como atos políticos, quando na verdade são reflexo de sentimentos meramente pessoais. E preciso discordar completamente sobre o “bastante esperançoso”, pois sinto justamente o contrário.

      O quarto aspecto que quero citar é sobre o esvaziamento. Você foi brilhante ao escrever sobre isso.

      E acima de tudo, você está certo sobre a discussão ser absolutamente política. Já disse antes por aqui, que infelizmente a sociedade brasileira nutre aversão a
      política. Isso resulta apenas em decisões absurdas do legislativo, executivo e judiciário que criam, executam e julgam leis e atos completamente distante dos indivíduos e pioram diariamente a nossa vida.

      ps: Gostei muito do seu comentário e de certa forma comecei a entender melhor suas críticas, sobre meus curtos comentários. E aprendo com você.

      1. cara, acho q vale a pena sim. o pessoal do “tecnoblog” faz realmente um bom trabalho e se isso q escrevi servir de reflexão, ótimo, senão, servirá a alguém, porque por mais que tenha dito absurdos e coisas imprecisas, dá pra pescar uma ou duas coisas úteis ali.

        que preconceitos seriam esses? pode ser que nem tenha me dado conta de quais são.

        ah, eu achei bem rebelde e o texto foi muito bem escrito. senti o mesmo comichão do autor qdo ele hesitava em publicar ou não o seu achado. e, cara, as coisas podem ganhar um novo significado a partir do ponto de vista de quem lê. depois q vc publica algo, aquilo já meio q não te pertence mais, por assim dizer. ele, o autor, enfrentou os fãs e o mercado ao seu modo. pode ter sido um tema pueril, mas eu acho q é bem representativo da geração dele.

        olha, passei longe de ser brilhante e isso é um nítido exagero seu. se houve brilho, com certeza foi algum reflexo no seu monitor ;)

        acho q como brasileiros temos ainda um longo caminho pela frente. pena que trocamos os pés pelas mãos e geralmente trocamos ofensas ao invés de ideias.

        e, cara, aqui eu aprendo um monte e eu acho q todo mundo tb aprende um com o outro. afinal, quem é que sabe de tudo? e comentário curto não é problema – especialmente na forma de haicai. :)

      2. O problema no Tecnoblog é o mesmo na verdade na maioria dos sites de tech – cresce, envelhece, e tenta achar outros assuntos, irritando o público ativo nos comentários.

        Se notar, Tecnoblog, Gizmodo, Manual do Usuário e MeioBit (além de outros) já tem seu público cativo. Pessoas “comuns” vão para sites como TechTudo, Tecmundo e outros… É o trato dado pelos editores que gera o público fixo, este que até acaba enxotando quem é novo na área e faz um comentário considerado “besta”.

        Outro detalhe é que o público cativo também tem suas ideias cativas sobre “o que deve ser o site”. Basta mudar de assunto que vem uma horda de “decepcionados” reclamar.

        Assistindo “Comediantes em Carros Tomando Café”, do Seinfield, em um episódio, um dos convidados faz a seguinte referência (aproximadamente): “O ‘show bussiness’ é cruel porque o público vive lhe dizendo: ‘É isso que você faz e é disto que gostamos. Quando você sai disto, não perdoamos'”.

    4. O mundo como nós conhecemos hoje existe devido à França. “Liberdade, igualdade e fraternidade”. A Revolução Francesa foi o que transformou o Estado Democrático de Direito, a Declaração dos Direitos do Homem… Naturalmente que o impacto seria maior.

      Não é questão de “inveja” ou “modinha”. Claro, todos já imaginamos conhecer Paris (ou conhecemos), a cidade é um ícone do mundo ocidental. Por isso, pelo o que a França representa para a sociedade moderna e pela sensação de proximidade que todos tem com a França, a repercussão de um atentado lá sempre vai ser muito maior do que se o mesmo ocorresse na Espanha, na Rússia, na Turquia ou no Brasil.

      1. mas vc tá ligado q a frança já tocou o terror, com perdão do trocadilho, durante seu período revolucionário, né? tem um filme bem legal sobre isso: “a morte de danton”. é excelente! uma peça de teatro do bückner adaptada para o cinemão! tem um frase legal – na peça – q nunca me esqueço: “à lanterna os que sabem ler e esquever” num diálogo de um cidadão com robespierre. esse “à lanterna” significava enforcamento.

    5. “sim uma constatação de como o facebook manipula nossos sentimentos e atenção”

      Quando paro para pensar que no fundo são pessoas por trás disso… pessoas com a mesma possibilidade de serem manipuladas como as quais elas próprias manipulam… penso se não se trata de uma grande troca cíclica que não irá muito longe. Enfim, divagação.

        1. Salvei no “Save Post” do Facebook. Aquilo é terrível, mas é o pocket que tinha na hora.

        2. salvei pra ler tb… muito louca essa foto dele. parece um busto de um imperador romano!

        3. Nossa, não consegui chegar ao fim, é muito longo para ler no PC. Foi pro Kindle.

      1. certamente é um sistema que se retroalimenta, mas não vejo num sentido muito positivo de trocas, não, já que a escola de força é bem desigual.

    6. http://www.blogdoims.com.br/ims/enlutar-se-fazer-luta-do-luto)
      Coloque um espaço antes do fecha parênteses senão fica em matéria não encontrada ;) ( aliás, faça isso em todos os links senão todos eles aparecerão como pagina não encontrada ).

      O que aconteceu com você no “grupo de facebook do tecnoblog” é o que podemos chamar de um dos poucos (senão o único) ponto positivo das redes sociais. Podemos bloquear/banir/silenciar as pessoas que tem opiniões diferentes de nós. Algo bom e ruim ao mesmo tempo :/

      Infelizmente estamos nos tornando muito intolerantes e tomando atitudes agressivas contra as pessoas que a gente não concorda, se a gente pensar isso é algo muito mais grave que um atentado terrorista.

      1. opa, fiz a correção, valeu.

        hum… tendo a ver como ruim e bem negativo, porque esse banir pode, digamos, dar frutos num futuro cada vez mais intolerante e hostil.

        tende a ser grave também, mas me parece que o terrorismo é bem pouco compreendido de um modo geral, porque a imprensa não faz um bom trabalho quando trata do assunto. esse livro “teoria do drone” ajuda muito e tem uns livros, de jornalistas americanos, publicados pela cia das letras, que são bem bons tb.

        1. Quando você não sabe lidar com certas ideias, atacando de forma ácida, não é diferente de banir. É renegar a outra parte, atacando de forma violenta. A intolerância/hostilidade está dentro de cada atitude pessoal. Entender o porquê pode ajudar a criar maneiras de evitar o terrorismo. Mas só ficar no entender, sem combater, cria situações como estas. Assim como crianças que tentam chamar a atenção quebrando um objeto importante, o EI chama a atenção criando terror.

          No caso do EI, a conclusão de muitos é que não adianta conversar. Eles foram criados justamente porque foi se alimentando da mistura das ideias extremas da religião, da ideia de uma forma de serem “líderes de si mesmos” condenando quem é contra seus ideais, e da vontade de vingança contra quem os atacaram.

          Apesar disto, é sabido que não é eliminando o EI que vai parar de “nascer” terroristas. A ideia de “mártir” é algo pertinente na cabeça destes. Eles buscavam reconhecimento na vida. Ao entrar em um grupo como este, entende que tanto na vida pode ter reconhecimento, “sendo um guerreiro a serviço de si e seus companheiros”, quanto na morte “sendo um mártir que desfrutará do conforto no novo universo” ou “sendo o companheiro reconhecido pelo resto dos anos por abrir o caminho aos seus iguais”.

          Todo terrorismo nasce da necessidade de atenção do terrorista para a causa do mesmo. Seja por futilidade (como os assassinos americanos que entravam em lugares públicos e matavam porque queriam), sejam por uma causa (como EI, o antigo IRA, e em lugares onde há algum conflito social civil).

          A cada tempo que passa, acabamos virando uma sociedade auto-vigilante, tal como as antigas distopias criadas citavam, devido a estes tipos de atitude.

    7. Quanto ao Tecnoblog: baita mancada o banimento. Não se justifica moralmente sobre nenhuma ótima. Mesmo se pensando na seção de comentários como “propriedade privada” do editor responsável.

      1. também achei mancada, mas foi útil por gerar alguma reflexão. e se isso ajudar outras pessoas a pensar no assunto e desdobrá-lo, por que não?

        1. Não sei. A comparação é tosca, tome só como ilustração: mas é como se ‘celebrasse’ uma morte para se discutir sobre assassinato, quando o cenário ideal é nunca ter situação que leve ao assassinato.

          Ou é muito pueril e ingenuo da minha parte pensar assim?

    8. Tem horas que “curto e grosso” é bem melhor, e no seu caso, você deveria ter sido mais curto e grosso do que ir para um monte de divagação fora do tema – indo de uma bandeira contra o Estado Islâmico, passando pela analise de como os techies lidam com a política, até a situação das escolas paulistas. Não precisa de tudo isso para entender o porque de uma bandeira da frança e não do Quênia.

      Por questões pessoais, comento de forma anônima.

      Acompanho os comentários daqui e os seus, sinceramente acho chato, de ideia fechada. Diz muito sobre liberdade, mas ao mesmo tempo vive em contradição tirando (e debochando d)a liberdade alheia e não tentando entender o outro lado. Agora que lhe bloqueiam, querem que lhe entenda. Irônico sua pessoa. Foi até analisar o perfil do cara que lhe bloqueou… para definir a moral dele… oras… Ainda por cima, quando um comentarista tempos atrás foi atras de detalhes de sua pessoa, você resolveu ficar mais anônimo ainda. Muito irônico mesmo.

      Pare de teimar. Ninguém está certo ou errado, seja eu ou você. Dê sua opinião, mas não aponte sua opinião como arma. Simples. E se ninguém aceita sua opinião, use sua liberdade para ir para outro lugar onde o aceite – como fizera agora. Ou faça como eu – não comente tanto, fale o mínimo. Opinão ofende, se quer saber. Palavras são violentas se não forem bem ditas. A diferença entre um aperto de mão e um soco na cara é a posição da mão. A diferença entra a ofensa e o diálogo é a posição das palavras.

      Antes de tudo, já tentou entender o outro lado? O porque do bloqueio do Tecnoblog em relação a sua crítica?

      Como já disseram, não dá para ficar “mensurando catástrofes” per si. O que aconteceu na França tem amplitude mundial por motivos óbvios – já é relacionado a uma situação de gravidade mundial (ameaça terrorista) além da repercussão da mídia.

      Não me pergunte o porque de não fazer a “bandeira do Quênia”. Preconceito? Falta de atenção da mídia? Culpa do Facebook? Aqui tem que ser objetivo dos porquês.

      Tenho uma teoria pessoal: Muitos países africanos ainda sofrem com corrupção, e Quênia é um dos principais. Por mais que o Estado Islâmico (não usarei ISIS pois também é relativo a um nome no Brasil) ataque o Quênia, há o ponto que o próprio país não se esforça em mudar sua cultura (tal como a brasileira – só vive reclamando e reclamando, mas no final não muda atitudes – e quanto tenta, faz da pior forma). Não sabemos como é a economia – sabemos que há muito mais pedido de propina, além de guerras civis internas entre tribos. E só fazendo “conversinha pela paz” ou tentando “ensinar a não ser corrupto” não tem adiantado por lá…

      Corrupção alta também significa baixo movimento de reportagem. Não são muitos repórteres cobrindo as ações no país, e muitas vezes as informações são filtradas ou controladas por um governo ou um terceiro.

      Por isso que um incidente em um país como o Quênia ou similar não tem tanta repercussão quanto um incidente em um pais mais ocidental. Depende do peso, da situação e tudo mais.

      Fora o detalhe, bem lembrado do Frederico, que a função de apoio do FB só começou no meio do ano, após os incidentes do Quênia. A propósito – quantos quenianos usam o Facebook? Há isso também.

      E o detalhe lembrado pelo Ghedin também sobre no Líbano ter ocorrido uma situação pior ainda e a repercussão ser menor. Há toda uma questão cultural e de manutenção de preconceitos e observações, que só criticar o porque não resolver o porque.

      Dê uma procurada sobre as origens do Estado Islâmico para entender um pouco. Talvez até mude sua ideia em relação ao uso de violência – principalmente contra eles.

      Só um detalhe extra: sinceramente cansei do papo de “engajamento político”. As pessoas estão confundindo demais as coisas sobre isso. E principalmente, não olhando onde realmente deve-se olhar. Se os “revoltinhas de 2013” tivessem sido mais objetivos, talvez não teríamos mais políticos corruptos no poder. Infelizmente, muitos dos “revoltinhas” no final querem também o poder para se esbaldar nele, não para ser um gestor público eficiente.

      1. ligeiro, vou te responder item a item, pq te levo em consideração mais do q vc imagine.

        mas, antes, tenha em mente o seguinte: um jogador, de futebol mesmo, faz umas graças com a bola: dribla um, dá um chapéu aqui e um toque de letra acolá etc… de repente, alguém vem e lhe dá um chutão pelo comportamento “inadequado”. mas era só uma graça, uma brincadeira, coisa do jogo, dentro da regra etc, mas não viram assim. acontece…

        e uma outra coisa: é importante q vc tb tenha outra coisa em mente, pq trabalho constante com ela por aqui, a terceira acepção da palavra comentário no houaiss é a seguinte: “observação ou interpretação mais ou menos malévola”. veja q acepção divertida e curiosa! vc já sacou q gosto de humor negro e q, às vezes, tiro um onda em alguns comentários. eu não quero ofender ninguém, pq respeito a todos, mas se alguém se ofender o q me resta é pedir desculpas, certo?

        bom, vamos lá:

        1. concordo! às vezes pode ser mais prático ser curto e grosso.
        1a. vc há de convir q tenho um estilo e abranger vários temas sem ligação aparente pode ter, sim, uma finalidade. além do mais, eu tenho a liberdade de escolher um certo caminho para a minha reflexão, certo? pode ser um caminho tortuoso e q vc ache chato – apesar de parecer ter lido até o fim -, mas se vc leu, presumo q algum sentido tirou disso. o resto é contigo e eu não posso prever como vc vai reagir.

        2. não apenas me bloquearam no tecnogrupo como apagaram meus comentários e os dos outros. uma baita falta de respeito comigo e com os demais. só q vc não pode agora ver isso com os próprios olhos, pq não há vestígio. e, meu caro, se vc acha q falto com o respeito debochando dos outros (eu não acho isso, mas ok, respeito sua interpretação), veja o comentário escroto q me mandaram na imagem anexa. e não me diga q eu fui o responsável, pq eu não provoquei o cara nem nada. era apenas uma discussão simples sobre um ato do facebook (a bandeirinha), ponto. se o cara não gostou, azar, mas ele vir falar merda, não, certo? eu fui punido e o outro cara deve ter ganho uma camiseta, sei lá, não me interessa.

        3. analisei o perfil daquilo q estava marcado como público. até aí, q mal tem? não pode? acho q não.

        4. não se trata de ir pra outro lugar onde aceitam a tua opinião, cara. veja as implicâncias desses pequenos poderes e como eles se desdobram na nossa sociedade! se um dia a coisa vira a passamos a um regime autoritário, essas pessoas estarão digamos aptas a banirem pessoas, pq nunca refletiram sobre seus atos. se eu apagasse esse seu comentário q vc escreveu pra mim agora, vc ia curtir? provavelmente não. qdo vc mesmo apaga seus comentário é uma coisa e vc tem todo direito de fazer isso, mas qdo alguém de excluí e te impede de conversar isso é o q? isso tem nome e tem história. só não vê quem não quer. e o pior é q muita gente não quer ver.

        5. ótimo! vc tem uma teoria muito pessoal, então por que não guardou ela pra si mesmo!? veja: vc tem o direito de expressar a sua opinião, mesmo sendo muito pessoal e eu tenho o direito de não querer lê-la, mas ela está aí publicada e disponível num espaço simples de comentário e discussão. não importa se a sua opinião bate ou não com a minha, saca? se temos opinião, temos algo. vc já deve ter ouvido falar de um outro francês, o roland barthes, e ele dizia algo como: “ter poder significa poder concluir as próprias frases”.

        6. o lance do quênia foi um exemplo e, pelas respostas, vc vê q cada um pensa uma coisa. foi o q propus, estimular o pensamento e entender o assunto. não quis matar a opinião alhei com um comentário arrasador. não permitiram a discussão sobre assunto. a mesma q vc está tendo aqui agora comigo e com outros, lá não foi permitida. se vc está de acordo com isso é pq vc acha ok esse viés autoritário, a meu ver. pode não ser isso, mas se nos impedem de discutir, como ficamos? ficamos sem nada… esse é o ponto principal e o motivo da minha reclamação ao editor do site, q foi ignorada, ao administrador, q tb ignorou – na verdade ele disse q era mimimi, mas ok.

        7. vc chama as jornadas de 2013 de “revoltinhas” e eu poderia ver isso como deboche da sua parte, mas não vejo. e mesmo q fosse, qual o problema? geralmente rola muito respeito mútuo aqui nessa seção de comentários e eu posso sim ter sido ríspido contigo em alguns momentos, mas nada passou do limite, como, por exemplo, eu mandar q vc se calasse ou q se retirasse da discussão.

        enfim, sempre há muito o q pensar e pelo seu engajamento político nesse comentários, eu noto q vc se importa com os outros e com o mundo. a seu modo, claro, assim como faço ao meu modo e os outros idem. dialogar é sempre a melhor opção!

        1. não sou o tal ligeiro que você fala. Estou anônimo aqui, não sou ninguém relevante. Só opinei para ver se você entendia a situação. Parece que não compreendeu totalmente.

          Não gosto de futebol, muito menos de competição. Acho estranho uma sociedade que pede união e respeito, e ao mesmo tempo compete pelas coisas…

          Não gosto tanto de humor negro, mas entendo que isso tem graça sabendo onde usar ou sem apontar para alguém. O “one-shot” “Gokiburi Busters” que indiquei por exemplo é um humor negro (o pessoal literalmente se mata por causa de baratas), mas é uma situação absurda, não uma situação real com pessoas reais.

          1 – não li totalmente, só quis demonstrar que as vezes falar demais, divagar, não demonstra um objetivo claro. Por mais que existam elos nesta história contada, são de certa forma fracos tais elos.

          2 – se você debochou, alguém vai debochar de volta. Entenda que se você escreveu algo que incomodou o alheio (e em um momento onde as emoções já estavam afloradas), alguém vai reagir com violência verbal em algum nível devido ao incômodo. No caso do Tecnoblog, não posso avaliar exatamente como se deu a situação toda, mas conhecendo sua personalidade, o estilo de conversa que rola entre os membros do TB (digo que está entre o Meio Bit e o Manual do Usuário, respectivamente de um lado usuários egocêntricos e ácidos, do outro usuários um pouco mais compreensíveis e tolerantes), a exclusão de sua participação é tida como certa. E a atitude de quem lhe agrediu, até que válida.

          3 – Novamente – tempos atrás quando um usuário lhe fez a mesma atitude, você mudou seu jeito de agir por aqui (por isso mudou seu nome inclusive). Irônico, no mínimo. Hipocrisia também.

          4 – Sou a favor do autoritarismo. Se eu vejo algo que você escreveu e eu tivesse o poder de apagar, eu apagaria. Não sou adepto do Voltaire. A cada dia que passa, a cada palavra similar a sua dita, noto que é necessário um mínimo de controle. Tolerar tudo é tolerar inclusive quem te intolera. Estamos ficando meio “malucos” com isso.

          5 – eu não tenho nada nem você. O que escrevo é para ver se eu consigo mudar alguém para aceitar o que penso, tal como você provavelmente faz quando escreve para alguém. A diferença é que anos disto me fizeram pensar que ou se é estupido para meter uma ideia na cabeça, ou se é legal para deixar a pessoa aprender per si.

          6 – existem momentos certos para falar sobre algo. E entendimentos também. Se escreve algo que é considerado absurdo pelo alheio, então se retenha ou saiba refazer as palavras para que as pessoas entendam melhor. O mundo é feito de autoritarismo. Seja com violência física, moral e/ou verbal. Seja um autoritarismo de um ser único, de um grupo que se define como dono da razão, ou de toda uma sociedade. “Democracia é a ditadura da maioria”.

          7 – as “revoltinhas de 2013” são “revoltinhas de 2013”. O que digo não é deboche, é uma verdade. É um adjetivo perjorativo na verdade, mas não deixa de ser uma verdade em relação a situação. E o que não faço aqui é engajamento político (apesar de toda relação pública de certa forma ser político). É simplesmente mostrar que tem gente que está cansada do papo de ser legal, de ser da paz, de ser político, etc… etc…

          Eu não quero dialogar, só quero tentar mudar uma cabeça. Se não mudo, é uma pena que eu não tenha uma forma mais direta de apagar comentários ou ser um ser bem mais estúpido. Invejo o pessoal do Tecnoblog pela atitude feita, sinceramente. Se eu pudesse apagar todo comentário chato que eu visse pela frente, seria feliz. Prefiro uma bolha do que um pluralismo irritante…

          E já que não tenho o poder de apagar, prefiro me apagar. É uma pena que isso não funciona como se deve – apagar a conta poderia desincentivar a eu participar dos comentários, ficando irritado a cada idiotice postada por alguns. Infelizmente essa merda é um vício. E como vício, tem que ser eliminado também.

      2. vi um filme esse fim de semana, “taxi teera”. recomendo fortemente. veja a diferença entre morar no irã e morar no brasil! não moramos nos melhores dos mundos e não vou dar uma de panglossiano, mas veja o filme. vc vai curtir.

      3. vi um filme esse fim de semana, “taxi teera”. recomendo fortemente. veja a diferença entre morar no irã e morar no brasil! não moramos nos melhores dos mundos e não vou dar uma de panglossiano, mas veja o filme. vc vai curtir.

  9. Não sei se alguém lembra, mas quando a Dilma vetou a proposta para voto impresso falei disso aqui. Essa semana, o veto foi derrubado e esse mudança vai ocorrer a partir de 2018.

    Alguém sabe se finalmente vão atualizar também o software das urnas para se adaptar a essa mudança de tecnologia?

      1. Abrir o código-fonte da urna seria um bom (e, talvez, único necessário) para diminuir a desconfiança. É meio absurdo que algo tão importante tenha o código fechado.

        1. Sei não, Ghedin. A cada dia surge uma nova falha nos softwares mundialmente distribuídos. Imagine na nossa urna eletrônica.
          Diferente dos demais softwares de código aberto, a urna eletrônica não permitiria exposição de falhas. Uma falha em um S.O geraria inconvenientes para os usuários até o dia da correção. Uma falha explorada na urna eletrônica poderia gerar o cancelamento de uma eleição!

          Em relação a impressão dos votos, acho que é apenas um custo extra desnecessário. Aliás, a única utilidade seria acabar com a argumentação das teorias de conspiração em relação as eleições.

  10. por ser feriado de consciência negra, estou tentando lembrar de expoentes negros do mundo tech e o único nome que me veio à cabeça é o do jaron lanier… só q ele não é negro: criei essa imagem mental dele, trocando a cor da sua pele, pq ele tem o cabelo rasta. nenhum nome me ocorre (fora q não sou bom em nomes), infelizmente. vcs sabem de algum?

    ps: nicholas negroponte tb não é negro, a despeito do nome.

    1. Não me vem nenhum nome a cabeça… Triste. Mas, hoje, a situação já é bem melhor. O CEO do McDonalds é, o melhor neurocirurgião é, o presidente dos estados unidos é…

          1. Como pessoa, passo longe. É candidato republicano , passo longe. Proucre por Ben Carson, o gênio idiota, no YouTube

    2. Tech não sei, mas de ciência tem o Neil. E se pá, é o maior expoente da ciência mundial atualmente

      1. Ele não deixa de ser importante, mas é mais um divulgador de ciência, não?

        1. Entendi expoente como divulgador mesmo. Você diz como alguém que tá levando a coisa pro ~next level? Ditando o futuro?

          1. Não necessariamente. Só alguém de destaque em sua área mesmo.

          2. Daí não incluiria o divulgador como expoente. Mas talvez ele seja um caso de expoente entre divulgadores de ciência sim!

  11. discutindo com um truta de jornada sobre ‘games e violência’ ele fez a seguinte observação: o ISIS usa, durante suas macabras execuções de prisioneiros, uma alta qualidade de produção: filmes em HD, câmeras subaquáticas, gruas etc… as execuções são todas, digamos, muito bem planejadas e espetaculares (no sentido de tornar a morte um espetáculo). daí que eles fazem isso, pq essa seria a linguagem do ocidente, afinal vimos tantos filmes com mortes espetaculares (a lá tarantino) e jogamos tantos jogos com mortes igualmente espetaculares (call of duty, mortal kombat e outros) que já estaríamos preparados pra aquele tipo de “show”. e não à toa o ISIS têm seduzido muitos ocidentais para suas linhas de guerra.

    faz sentido… e depois esse truta emendou: os primeiros jogos de video game, qdo ainda não haviam recursos, eram basicamente de atirar, destruir e atacar, porque além de ser mais fácil construir jogos assim, eles usariam da violência, q é uma linguagem universal entre humanos, afinal, todo mundo conhece e reconhece o reportório elementar da violência, q é o punho erguido em forma de ameaça…

    a discussão ia mais na linha do efeito dessas imagens e jogos no nosso cérebro, mas o vcs q acham?

      1. deveria ser o oposto, não? mas parece q estamos bem preparados nos “encantarmos”… e não me refiro a curiosidade mórbida de acidentes e tal…

          1. curioso o uso da palavra anjo. me lembrou a obra ”
            Os Anjos Bons da Nossa Natureza. Por Que A Violência Diminuiu”, do steven pinker.

        1. A violência é muito mais abrangente do que esses conceitos e isso é algo que emerge desde os primórdios da humanidade.

    1. Esse apreço pela violência não é meio universal? Não conheço a história de países de cultura “não-ocidental”, mas a barbárie sempre esteve presente na sociedade, à medida que nos tornamos mais civilizados, isso se restringiu ao entretenimento e não mais ao dia-a-dia. Ao invés de usarmos escravos como gladiadores…usamos video-games e esportes para diversão.

      Inclusive é visível que, quanto menos desenvolvido o país, maior o apreço por métodos violentos de justiça como o ISIS pratica. Eles são notoriamente mais violentos que os video-games inclusive as simulações de terrorismo do Call of Duty foram criticadas.

      1. se vc vir uma luta de UFC (entre homens ou mulheres) eu perco a fé na humanidade… aí soa a frase do filósofo galvão bueno “esses são os gladiadores do século XXI”. ou seja, já deixamos o século das luzes, o século do progresso tecnológico e, cá estando no presente, ainda estamos as voltas com gladiadores. puts…

        mas o ISIS ainda não é um país e nem estado, é uma nação… e eles usam métodos, no mínimo, engenhosos e com uma super produção (digna de país desenvolvido) no seu espetáculo macabro.

    2. Tem outra questão: eles se dizem os porta-vozes do ‘apocalipse’. Não sei se há alguma simbologia por trás disso, mas li uma reportagem extensa(Não consigo achar o link!!!) bem intrigante a respeito.

  12. Quais os melhores smartphones até R$ 700,00 para se ficar de olho nessa Black Friday ?

          1. Nah, não!! Ele terá um hardware ok, mas sem app decente para rodar. Prefiro algo levemente pior (como o Idol 3, citado aí em cima), mas que rode os apps que todo mundo usa, atualizados.

          2. Nah, não!! Ele terá um hardware ok, mas sem app decente para rodar. Prefiro algo levemente pior (como o Idol 3, citado aí em cima), mas que rode os apps que todo mundo usa, atualizados.

          3. Wp não seria minha prjemora escolha, mas o sistema mais leve os faz ser mais duradouro.

          4. Ghedin, lembro que você falou muito bem do G3, estou em dúvida entre ele ou o MotoX 2. Mas ao procurar por ele aparece um G3 stylus, por 900 reais. É o mesmo que você analisou? Ou é aquela estratégia safada de vários celulares com o mesmo nome pra enganar quem não manja? hahaha

          5. É aquela “estratégia safada” — as especificações são inferiores. Esse eu não cheguei a testar, mas se o G4 Beat for indicativo de alguma coisa (estou usando um), eu diria para que você evite.

          6. Olha, estou com um aqui e vou te dizer: ele me surpreendeu. Mas como disse o Ghedin, dê uma olhada no Pro. Se estiver com preço bom, eu recomendo.

        1. Em setembro o Moto X e LG g3 apareceram no submarino por R$ 753 durante dois dias. Pode ser que na Black Friday aparecem perto dessa faixa de preço.

      1. Obrigado a todos pelas sugestões, vou tentar pegar o Redmi 2 Pro, mas ainda vou analisar as outras opções.
        Estou limitado a faixa de R$ 700,00 pelo motivo de que vou comprar 2 aparelhos iguais :>

        1. Eu pensaria duas vezes sim, haha. O Redmi 2 é fraco, o Pro talvez dê um gás pela RAM extra, mas não confiaria tão cegamente — com mais ou menos RAM, é um projeto mid-range, quase low-end.

    1. Iphone 6s 64GB. :)
      Se esticar até 999 pode encontrar um moto x 2014 ou um z3 compact. Mas esteja na fila(f5) já por volta de 23:30 do dia 26.

    2. Obrigado a todos pelas sugestões, vou tentar pegar o Redmi 2 Pro, mas ainda vou analisar as outras opções.
      Estou limitado a faixa de R$ 700,00 pelo motivo de que vou comprar 2 aparelhos iguais ::>

  13. Quais programas para monitorar a sua velocidade de download e upload vocês usam? Eu uso há anos o Glasswire e o NetSpeedMonitor.

      1. No computador, eu uso esses a qual eu sitei. No Android eu recomendo e uso o Monitor de Uso de Dados e Internet Speed Meter.

        1. Sinceramente nunca monitorei isso e não sinto necessidade, provavelmente porque sempre utilizo wifi.

    1. NetSpeedMonitor é a primeira coisa que instalo quando formato o pc. Não consigo mais viver sem hahahahhah

      1. Caraca, tipo de coisa que já pensei muito em monitorar, mas nunca dei atenção.. Não sabia por onde começar, obrigado pela sugestão, haha.

        1. Não esquece de por em modo de compatibilidade pra instalar, só funciona no windows 7.

          1. Não achei pra baixar sem aqueles malditos gerenciadores de download.. Baixei o Glasswire mesmo, parece muito bom. :D

  14. Alguém conhece um lugar de confiança em SP para conserto de máquina fotográfica a preços bons?
    Tenho uma d5000 e ela precisar de uma troca do motor de disparo (foi o orçamento da nikon). Eles querem 180 na peça e 320 na mão de obra. Até cogitei comprar a peça e eu mesmo trocar. Mas deisiti depois de ver um vídeo.
    Enfim, preciso fazer o reparo e o orçamento está curto.

      1. A 7 de abril eu cogitei mesmo. Mas tenho um pouco de receio. Vou dar uma peaquisada

    1. É a segunda vez que fala sobre isso, né? Ou foi sobre uma lente? Lembro-me que alguém comentou para ti da outra vez para ir na 7 de Abril também.

      O ruim é que os serviços de manutenção em máquinas geralmente´são caros mesmo. Se for em loja oficial, sempre vai “estourar orçamento” a ponto de compensar comprar outro.

      Seu receio é válido – não dá para confiar 100% em lojas de rua, mas lembremos que a região da 7 de Abril (como o CEGMont falou), são pessoas já tradicionais na área, a rua é conhecida por profissionais justamente por causa de ser uma região tradicional de venda e manutenção de fotografia.

      Boa sorte. :)

      1. Eu mesmo. É que precisei levar 3 vezes na assistência pra ela apresentar o defeito. Aí eu cheguei a cogitar que fosse na lente.
        Peguei umas referências da 7 de abril e vou dar uma olhada.
        Obrigado :)

  15. Seria bom se um dia fizesse um post comparando os programas de sincronização dos serviços de nuvens, é incrível como todos tem prós e contras. Por isso tenho só utilizado o odrive. Ele sincroniza muito melhor meus arquivos, e recomendo pra todo mundo. odrive.com

    1. Pelo que eu vi, dropbox de longe tem a melhor sincronização.
      Cada cliente tem suas vantagens e desvantagens, tem que ver qual se encaixa mais no seu caso.

    2. estou faz 3 dias tentando fazer upload de umas revistas no onedrive (22gb) que saco!

    1. Espero que o pessoal não vá se entregar aqui, haha, mas fiquei chocado com o sucesso do Mega Filmes HD e, pior, por eu nunca ter ouvido falar dele até essa semana…

    2. Espero que o pessoal não vá se entregar aqui, haha, mas fiquei chocado com o sucesso do Mega Filmes HD e, pior, por eu nunca ter ouvido falar dele até essa semana…

      1. Sério? Sinto que os sites de tecnologia não conseguem se conectar ao grande público e essa é uma das arestas que passam bem longe da realidade.

          1. A grande maioria das pessoas não se importa em baixar, principalmente no Brasil. Por sinal, lembro que meus professores na universidade sempre que possível recomendavam baixar livros ilegalmente ao invés de comprá-los.

          2. Muito complicado para essas pessoas aprender a baixar algum arquivo, de qualquer tipo. Pessoas em geral não fazem ideia das lógicas mais básicas de uso do computador.

        1. Se for para se conhecer com aquele público estilo “piiiiii” e “piiiii” prefiro que continue assim.

          1. Não. É que a maioria das população no Brasil nem faz esse tipo de questionamento (tão recorrente por aqui).

      2. o que não deixa de ser interessante tb por expor a contradição dos dias que seguem, afinal, há tanto clamor por legalidade e moralidade (partindo de todo tipo de origem), mas, às vezes, fulano vai lá e pega um piratinha.

        só não gostei do nome da operação da PF: barba negra. o q esses caras tem contra quem tem barba? barba é coisa de pirata agora!?

          1. Edward Teach provavelmente dominará o mundo e os Chapéus de Palha estão na Zou e muita confusão ainda vai vir.

          2. Quase 800 capítulos de mangá e previsão de durar mais uns 10 anos (mais 500 capítulos por aí).

          3. Um truque é fazer que nem bleach, deixa acumular por 3 meses e le tudo de uma vez, pelo menos a história fica melhor de ler/entender.

        1. “Barba Negra” é o nome de um dos piratas mais famosos do Caribe.

      3. Também não conhecia. Pior, minha tia acessou ontem um desses e instalou um bocado de porcarias achando que veria o filme.

        Anti Malwarebytes removeu tudo, porém. :)

      4. Também não conhecia mas acho que esse é tipo de site de quem não conhece de torrent. A galera do torresmo é outra.

        PS. Que fique bem claro que não tenho nada a ver com torresmo e nem estou te acusando de ser um torresmeiro. Netflix é vida. rsrsrs

      5. Só “leigos” conhecem esses sites, aqueles que jogar no google nome do filme e “baixar”, “assistir”, algo assim.
        Sempre que ia no meu primo falar sobre assistir algum filme, se tinha vontade de ir no cinema ele já tinha visto por esses sites. E ele e outros só continuam usando por ignorância. Poxa, pelo preço de 1 ingresso por mês você tem pode assinar serviço de streaming de qualidade, não tem desculpa, apenas falta de informação.

        1. mas netflix exige cartão de crédito ou conta bancária, não? não sei esses dois serviços são tão difundidos na sociedade brasileira e isso poderia ser um entrave às assinaturas além, claro, ter essa cultura de pegar porque é de graça… e talvez muitas pessoas não deem tanto valor assim a ida ao cinema como uma atividade cultural ou mesmo de diversão… a distribuição de salas no cinema no brasil é precaríssima.

          1. Nos super mercados da para comprar um cartão pré-pago da Netflix, eu comecei a ver no mês passado, sempre fica junto com os cartões da Play Store.

          2. No interior não tem nada do tipo :/
            O jeito pra tudo é cartão ou boleto, mas muitos não tem cartão, sem falar na mentalidade, então…

          3. No interior não tem nada do tipo :/
            O jeito pra tudo é cartão ou boleto, mas muitos não tem cartão, sem falar na mentalidade, então…

      6. Somos dois. Por aqui era só Netfliz, Popcorn Time (RIP) e Torrent Leech.

  16. Pessoal, vocês que conhecem de tecnologia… Alguém aqui conhece se tem algum jeito de listar todos os domínios (.com.br) registrados em um CPF no registro.br ou de outro jeito?

    Valeu :)

  17. The Verge detonando o Lumia 950… Realmente, parece algo incompleto, sem design próprio. Esperam mudanças, agora com Panos Panay no comando ?

    1. O The Verge ama detonar o que não da Apple, mas particularmente achei o design do Lumia 950 MUITO bonito. Pena o tamanho da tela grande, com resolução sem sentido e bordas gigantescas.

      1. Não vi um review positivo até agora sobre o Lumia 950. Parece um Lumia 435 maior e com especificações melhores, mas só. O Windows 10 não muda muita coisa no software, o Continuum não é prático (praticamente só apps da Microsoft funcionam) e aquele velho, antiquíssimo problema de apps continua igual. Como falar bem de um negócio desses?

        1. Finalmente estou com um Lumia (o baratinho 532) e achei que não é tão ruim como falam e tem boas coisas também, principalmente a bateria.

          1. Não é ruim, mas tem coisa muito melhor. E esse é o ponto. Por que alguém pagaria US$ 650 num Lumia 950, com software capenga, em vez de pegar um iPhone ou Android topo de linha?

        2. Cara tu tem uma raiva dos aplicativos do windows phone que não sei de onde vem hahahaha. E claro que continua com o mesmo numero de apps, é o mesmo sistema.

    2. O que me espanta é que o smartphone como conhecemos hoje, existe desde 2007. Já se foram OITO longos anos de erros e acertos e a maioria das fabricantes ainda erra e erra muito, na hora de criar um smartphone.

    3. Como sempre, os vídeos e textos daquele redator específico de lá são péssimos. Ele é simplesmente ruim, incapaz de para e analisar um produto sem ficar cheio de frescuras. Compare com as primeiras impressões (não resenha de 3 minutos) que o Michel do Pocketnow publicou logo em seguida, a diferença é gritante. O Michel fala sobre o aparelho, como é, o que ele oferece, como se sai no que se propõe a entregar, etc. E tudo isso será avaliado mais a fundo daqui uma semana na resenha completa, é uma opinião menos superficial.
      Não digo para ignorar o The Verge, mas aquele redator lá, se possível ignore.
      Se você assiste vídeos para conhecer melhor um aparelho, é o melhor a fazer.

        1. Não conheço por nomes, com o tempo você acostuma com as vozes e os vídeos. De todo modo esse do vídeo do Lumia 950 é fraquinho para fazer análises. Parece que entrou uma mulher nova por lá que agradou a todos, enfim, The Verge não é a melhor referência para vídeos informativos de novos smartphones.

    4. Gosto muito do The Verge. E não acho que ele seja pro Apple, não. Porém não economizam criticas quando não gostam de determinado gadget… E, convenhamos, esse L950 parece mesmo mal acabado.

  18. Desde que você comprou o MacBook entro todo santo dia aqui torcendo que tenha alguma coisa no site sobre ele, quero tanto ler algo sobre ele que as outras matérias já estão ficando para escanteio.
    Por favor, poste sobre o MacBook.

          1. Não quero romance.
            Tava pensando naquela coleção Nova História, conhece?

          2. Um pouco. No curso de arquitetura tenho muito contato com historiografia.

          3. vc diz q não quer romance, mas fale conto, pq se valer, sugiro fortemente a reunião completa dos contos do joão antônio. além de ser uma edição belíssima, esse cara é foda. tem o “metafísicas canibais” q parece muito foda. o já citado “teoria do drone”. uma peça de teatro bacana poderia ser “círculo do giz caucasiano”. “k, relato de uma busca”, é de contos tb, mas todos articulados. muito bom! são os q me ocorrem agora. não sei se ajudou muito.

          4. Contos eu gosto bastante!
            Dicas boas, vou lá financiar os bilionários

    1. Depende: No meio da semana não tem como cozinhar em casa. O almoço é sempre na rua. Já aos finais de semana, com raríssimas exceções, costumo cozinhar. Se tornou meu hobby.

    2. Eu preparo em casa, apesar de não ser aquela coisa (falta variedade e, às vezes, a comida sai ruim). Comer fora é caro e você não tem muito controle sobre o que está ingerindo…

      1. Vc falou num podcast com o higa sobre isso eu acho. Podia render um texto!

    3. Sempre como em restaurante, porque trabalho fora o dia todo e não tem como voltar em casa. Mas, acho que vou ser obrigado a fazer alguma coisa a noite para ter uma alimentação mais saudável.

    4. Putz… Preparar em casa seria ótimo. Mas não tenho tempo. Infelizmente!

    5. Ultimamente tenho conseguido tempo para cozinhar em casa… como somos só eu e minha esposa, normalmente o arroz e feijão de domingo dura a semana inteira, apenas eu almoço em casa, pois não trabalho no horário da manhã, e só preparo algum acompanhamento. Fazemos a feira todo sábado, então sempre tem salada também (alface e rúcula sempre).

      Idealmente temos uns 5 tipos de legumes/tubérculos/coisas assim por refeição entre abobrinha, cenoura, brócolis, couve-flor, tomate, abóbora, beterraba, batata-doce, batata-baroa, aipim, fora arroz e feijão, arroz integral (cateto ou vermelho, normalmente misturado), às vezes quinoa (misturado com o arroz também).

      Não como carne em casa, o que facilita um pouco também. No máximo queijo e ovos. Só como carne em restaurantes e ultimamente quase não tenho comido fora.

      Compramos em feira de orgânicos, então nem sempre tem tudo que queremos, aí fazemos as coisas de acordo com o que tem na feira.

      Não dá tanto trabalho quanto parece. Geralmente o preparo dos acompanhamentos faço a noite e já jantamos e eu almoço no dia seguinte.

      1. Po, legal cara
        Parece um esquema bastante saudável financeiramente também

    6. Sou péssimo cozinheiro e não tenho muita criatividade, mas pelo preço que é cobrado pelos restaurantes/bares/etc… prefiro fazer minhas refeições em casa mesmo.

    7. Sou péssimo cozinheiro e não tenho muita criatividade, mas pelo preço que é cobrado pelos restaurantes/bares/etc… prefiro fazer minhas refeições em casa mesmo.

  19. Quais são as boas séries e filmes de comédia desde 2010? To querendo descontração pra férias e pros finais de semanas tensos que terei pela frente.

    1. Série eu indico Brooklyn Nine-Nine. Não é bem série, mas tem também Rick & Morty, que é muito engraçado e inteligente, e Mr. Pickles, que é bem thrash.

    2. sei q vc delimitou uma faixa de tempo e um formato, mas vc já viu os filmes dos irmãos marx e do jacques tati?

      1. Mon oncle e acho que algum outro, provavelmente. Mas não sei, isso tem muita vibe de que vou ficar pensando em faculdade :p

        1. com o tati até pode, mas com os irmãos marx a diversão é garantida.

    3. Agora, filme de comédia comédia não sei muito, mas tem alguns interessantes que são engraçados. Alguns: Dope, Inside Out, The Grand Budapest Hotel, Journey to the West: Conquering the Demons, This Is 40, Super, Hot Tub Time Machine, Tucker and Dale vs Evil, Kung Fury e Youlth in Revolt (que é de 2009 mas acho que vale citar).

      Alguns mais óbvios que provavelmente já viu: Guardians of the Galaxy, How to Train Your Dragon 1 e 2, Moonrise Kingdom, The Cabin in the Woods, Project X.

      1. boa! é um tipo de humor muito particular (negro em boa parte), mas é excelente. cê tá, por acaso, vendo a série ‘fargo’?

          1. a primeira temporada é muito boa mesmo. a segunda está sento tão boa quanto. e o filme original ‘fargo’, claro, é muito bom tb.

    4. Por que “desde 2010”? Só curiosidade mesmo. (E uma pontinha de frustração porque ia indicar Arrested Development, mas é de 2003…)

      1. Era pra ser “da atualidade”, mas o que é atualidade? Daí fiz o recorte.

          1. Não vejo muitas séries de humor (na real, séries em geral), mas tem algumas que são de guardar no coração (e rir bastante). Estas:

            * A já citada Arrested Development (cuidado com a 4ª temporada; ela ficou muito abaixo das três primeiras).
            * The IT Crowd (britânica, curtinha, hilária).
            * Archer (não entendo como as pessoas não falam mais desta. É sensacional e tem na Netflix).

            E… só.

          2. poxa, eu ria pacas. já falamos disso, mas a relação dominadora dele com o toddy, com as mulheres e com a bebida era bem cômica. enfim, aguardo ansiosamente a terceira e outras tantas temporadas.

          3. Se houver algum propósito de estudo ou limite de tempo pode ser interessante um recorte, eu acho…

          4. Se houver algum propósito de estudo ou limite de tempo pode ser interessante um recorte, eu acho…

          5. Totalmente. Mas, pelo que entendi, o @fredmmtt:disqus só está procurando alguma coisa para se divertir nos momentos de ócio, entretenimento puro. Aí já não acho tão válidas restrições do tipo.

          6. é, pode ser, mas essa filtragem faz falta no netflix, fala ae? tem um app q ajuda a achar filmes com bom ranqueamento no metacritics ou rotten tomatoes, por exemplo e isso já é alguma coisa, pq a divisão pura e simples por gênero é osso de encontrar coisas.

    5. Community é uma das melhores séries de comédia lançadas depois de 2010. Vale a pena assistir.

      1. Parei na sétima temporada, tenho que voltar. Acho que é a melhor série de comédia ever pra mim junto com The Office.

    6. Sou viciado em séries (quem não?). ARRESTED DEVELOPMENT teve sua 4a temporada em 2013, foi bem bacana, curti pacas, mas não tanto quanto as 2 primeiras temporadas.

      30ROCK terminou em 2013, então conta, nem?! Na minha opinião é a melhor comédia dos últimos tempos, até mesmo que as maiores das maiores como SEINFELD e FRASIER.
      UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT tbm curti pacas, diversão garantida para quem não tem preconceitos.
      VEEP e EPISODES são top.

      1. Cara, hoje tem estreia de JESSICA JONES… Assim… Sei que perguntou de comédias, e tal, mas de repente, fica a dica.

    7. Não é bem “comédia”, mas eu recomendaria “Suits”. Clima bem leve, super bem produzido, etc. 4 temporadas estão no Netflix.

    8. Vou quebrar sua regra e indicar Californication(2007), se gosta de tetas vai curtir.

      1. Parei na quarta ou quinta temporada. Perdi o tesão nela.
        Curtia muito o Lew Ashby, queria conhecer uma cara na vida real como ele.

        1. Eu parei por ai, pelo menos você assistiu “The apartment” aquele foi um dos melhores episódios da série, se não o melhor. Tenho vontade de terminar de assistir tudo, mas só pela putaria mesmo, hehehe.

  20. O que a galera pretende comprar nessa Black Friday? Eu estou numa dúvida lascada em qual dmartphone comprar. Pretendo gastar por volta de 1000 reais e estou estudando alguns tops do ano passado ou os custo/beneficio deste ano. O xperia z3 compact tem uma boa duração de bateria e a camera, mas foda é apenas 16 GB de armazenamento. O LG G3 também tem boa câmera mas o mesmo problema de armazenamento. Dos deste ano estou estudando o Zenfone 2, que tem um bom conjunto de hardware mas falam mal da bateria dele, e o Moto X Play que tem boa bateria mas um hardware um pouco abaixo. Alguém tem algum destes aparelhos e pode dar opiniões sobre eles e seus usos?

    1. Eu vim de um hardware superior ao do Zenfone 2 , e não senti diferença agora com o Play. Fora bateria e câmera, muito supreriores.

      1. vc tinha perguntado algo sobre a cosac pra mim ou foi viagem minha?

          1. já acabou a promoção? ou ainda dá tempo? e, cara, se vc está em são paulo ou pode vir pra cá em dezembro, vai ter a feirinha de livros da usp. daí são várias editoras todas vendendo com no mínimo 50% de desconto.

          2. é sempre cheio de gente, cara. é bom ir cedo. nos primeiros dias…

    2. Nessa faixa de preço tem o X 2014 que ta em promoção.
      Comprei ele ontem no site da própria Motorola por 950 reais, mas já acabou…
      No mais, qualquer um desses que tu citou é bom, então vai da tua preferência.

    3. No Android a partir do Lollipop 5.1 armazenamento não é mais problema, pois qualquer aplicativo pode ser transferido para um cartão SD.

      Quero comprar um notebook ou um Xone.

      1. Com essa resposta sua sobre armazenamento do Android, eu to mais me voltando agora pro Xperia z3 compact. O único defeito que via nele era o armazenamento e se posso mover para SD então fico mais tranquilo. Obrigado pela ajuda.

      2. Com essa resposta sua sobre armazenamento do Android, eu to mais me voltando agora pro Xperia z3 compact. O único defeito que via nele era o armazenamento e se posso mover para SD então fico mais tranquilo. Obrigado pela ajuda.

        1. De nada. O bom da linha Xperia é que a Sony tem atualizado sua linha de aparelhos e seus aplicativos. Recentemente seu aplicativo de câmera foi atualizado, com interface mais rápida e simples. Fora isso, o aplicativo de música é o melhor para Android e está constantemente recebendo suporte e atualização.

    4. sem grana dessa vez. mas tambem nao tem nada que me interesse no momento.

    5. Não tinha lido o final do seu post. Tenho um LG G3. Ele é ótimo e uso com Android puro (ao invés do Android da LG). O Marshmallow já começou a sair em alguns desenvolvedores, mas utilizo a versão 5.1.1 completamente estável atualmente. Se tiver alguma dúvida em específico, posso responder.

    6. Um Smartphone mid-end para a namorada (limite de uns R$800) e, se aparecer alguma promo, um Ray Ban Justin com lente polarizada.

    7. R: Aquilo que estiver bem barato =)
      Abrirei os sites de promoções com a seguinte mensagem na cabeça: Hoje é a famosa blackfriday? Me convençam rsrs.

  21. senhores, estou interessado nesse redmi 2 pro na black friday … essa MIUI é original mesmo ?? parece a zero launcher …

    1. Como assim original? Ela é de autoria da Xiaomi, embora ligeiramente inspirada no ios.

      1. Meu, é idêntica à Zero Launcher. Instalei no meu Galaxy A3 e ficou parecendo um Redmi rsrs

        1. A MIUI é uma das primeiras ROMs do Android, se alguém foi copiado, foi a MIUI

    1. Depende do usuário.Eu por exemplo só uso o 4g da vivo, que sai por 50 reais por mês, pra voz utilizo o chip da claro, como não uso muito voz, coloco em média 10 a 15 reais, saindo por mês 60, 65 reais.

    2. A flexibilidade é bem bacana, mas o plano-base custar R$ 49, mesmo com 1 GB de franquia, desanimou. Eu passo bem com menos que isso e não queria gastar tanto num negócio que acabará subutilizado.

    3. Achei caro. Eu ainda espero alguma operadora lançar um plano focado em 4G. Mas focado de verdade! Sem me empurrar um plano com X minutos pra não usar, com um trilhão de SMS que eu não uso e bla bla bla.
      Quero que alguém faça um pós pago como pré da Claro: 600Mb/mês por R$22 e pouco (algo por aí), fala de graça com a própria operadora no próprio DDD e só! DEU! Qualquer outra coisa, pode meter a faca por ser fora do escopo. EU não me importo. EU quero apenas dados! DADOS!
      Parece impossível!

  22. Pergunta para quem já comprou produtos da Xiaomi.
    To pensando em pegar um fone (acho que Piston 2 ou 3) e uma Mi Band (estou entrando nessa vida mais saudável, pedalando, fazendo exercícios, etc…) e queria saber a qualidade, se quem comprou gostou.
    Pensei em pegar da Xiaomi, justamente pelo custo x beneficio. Os poucos reviews que achei, foram positivos. Mas era aquilo, review só de quando chega o produto.
    Queria saber a opnião do pessoal que já tem usado esse produto no dia-a-dia a algum tempo.

    1. Importa as novas, tem sensor de batimentos. Embora mais caros, os relógios como o GearS2, o novo Moto 360 tem mais funções e são bem mais bonitos.

    2. Eu tenho um Xiaomi Piston 2. Não tenho mt conhecimento na área, mas o que importa para mim que tá durando hahaha e o som não é ruim, comparando a um antigo AKG que tinha – o qual quebrou.

    3. Eu tenho o Piston 3. A construção é ótima porém as borrachinhas, mesmo estando no tamanho adequado, não seguram o fone muito bem no ouvido.

      A qualidade do som é de razoável pra boa. Ouvindo uma música flac sem equalização (flat), os agudos sobressaem e o resto fica um pouco abafado, os graves são “secos”. É tipo de fone que precisa de um mãozinha do equalizador. O meu antigo SHE 9750 tem uma qualidade de som melhor.

      Como eu importei (ficou em R$48,00), o CxB está sendo muito bom.

      1. isso me faz pensar q se pelo menos as tornozeleiras eletrônicas exibissem as horas, elas não seriam tão constrangedoras ou incômodas.

  23. Aqui na minha cidade (interior do RS) ontem deu um temporal forte, metade da cidade sem luz.
    Agora de manhã descrubro que no PR e SC teve tornado! A coisa ta ficando tensa por aqui :P
    Só espero que o tempo fique bom pra aproveitar o final de semana.

    1. Aqui em Osasco caiu um raio no poste também, boa parte da cidade sem luz. Detalhe curiosos: Horas antes, estava numa palestra em Jundiaí, onde acabou a força minutos antes de pegarmos a estrada. Todo mundo zicado !

    2. Aqui depois que passou a integrar o linhão ficou uma porcaria e a Aneel não faz nada.

  24. Bendito feriado aqui que quebrou minhas pernas….. estava planejando visitar alguns lugares e me ferrei :x

      1. Consciência negra. Feriado municipal.
        Até senti falta do post livre ontem. Tava com cara de sexta já hahaha

        1. Estadual, por que eu também estou aqui de boa em casa na frente do computador e estou bem longe da cidade do Rio rsrsrs

        2. Estadual, por que eu também estou aqui de boa em casa na frente do computador e estou bem longe da cidade do Rio rsrsrs

  25. Bendito feriado aqui que quebrou minhas pernas….. estava planejando visitar alguns lugares e me ferrei :x

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