Post livre #36

Domingo é meu aniversário. Aqui está o link do iPhone 6s. Obrigado.

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276 comentários

  1. Aniversário do Ghedin em GIFs:

    – Os amigos do Ghedin pensando no presente pedido:

  2. E o Videolog, li na newsletter que acabou, eu nem sabia que existia.

    Alguém aqui conhecia? Como era? Prestava?

  3. To aqui assistindo futebol pelo Globo Play (site de streaming ao vivo da Globo), e puts, muito bom viu, todos streamings poderiam ser assim, apesar dos 20 segundos de delay etc, o streaming não trava e tem uma qualidade muito boa, que pode ser melhor ainda, mas só por não travar e ser lixo de qualidade tipo do Esporte Interativo eu já gostei.

    1. Quero testar quando tiver disponível em Brasília. Espero que isso alfinete o EI, ESPN e FOX a melhorarem seus serviços

      1. Tem que ver o foco deles. Se eles verem que assinatura convencional não compensa, eles vão partir para o online.

  4. Alguém está acompanhando o caso “hora da pipoca”?

    Já há alguma boa alternativa disponível? E o tal projeto butter?

    1. acompanhando pouco, porem nada de bom apareceu até agora, e o que me deixa triste também é o YTS ter saído do ar, sempre ia la ver se um filme novo saiu em 1080 :/

  5. Feliz aniversário, Ghedin! Que no fim, a resenha da sua vida seja muito boa!

  6. Alguém manja de XAMPP e WordPress? Tentei instalar o wordpress para testar offline e fui apresentado ao XAMPP, que resolveria as tretas de configurar MySQL e Apache. Instalei, iniciei o Apache o MySQL mas algum programa que eu tenho usa a porta 80. Mudei então nas configurações para usar a porta 8080 e 4433 (não faço ideia porque essas, só segui tutoriais).

    Segui então com os procedimentos de instalar o WordPress, mas se uso “localhost” como Servidor de Banco de Dados, dá erro. Se uso “localhost:8080”, o wordpress fica carregando infinitamente até nada acontecer.

    Já abri o wp-config.php para editar manualmente, mas sem sucesso também. Como proceder? Lembrando que não tenho conhecimento técnico desses assuntos.

      1. Poxa, mandar pro google é sacanagem.
        O XAMPP (Apache e MySQL) está ok. Consigo acessar por localhost:8080 ou 127.0.0.1:8080.

        O que dá problema mesmo é a conexão do WordPress com o servidor do banco de dados, e isso não sei porque.

        1. É que eu não sei o comando de cor, por isso lhe mandei a pesquisa. Na dúvida, troque de servidor – sai do XAMPP e vai pro Wamp.

    1. pensei q só houvesse crise da meia idade… crise dos 30 é novidade.

        1. isso é uma invenção de marketing, pra vc trocar de carro, equipamentos, guarda roupa etc. uma crise existe na entrada do mundo adulto… se isso não se deu até os trinta…

    2. To com 21 e tive minha crise com os 20, espero que nos 30 eu não tenha nada rapaz…

    3. foda. sábado fui dar umas voltas nos galpões la da chacara e vi uma data de 26/09/2004 que minha irmã havia feito com giz.
      pqp, já se passaram mais de 10 anos.
      eu tenho 28 e agora quero aproveitar bem antes de ter filhos. já desperdicei muito tempo ahahhha

    1. hum… yuppie demais pro meu gosto. mas, de fato, além de muitas dessas coisas se quer serem vendidas por aqui. a nossa indústria é demasiadamente concentrada no setor automotivo. como não tem diversidade, não temos essas coisas por aqui, assim me parece. sei q muito é produzido na china, mas assim é porque alguém quer.

      curti a luminária.

  7. Estava ouvindo o cocatech, indicação de podcast dada no último post livre, e vi um comentário sobre esse vídeo. O diretor do procon no Rio foi fiscalizar a loja da Apple e encontrou algumas irregularidades. Achei a postura do diretor do Procon extremamente autoritária e veja como o segurança arrega só pq o cara tá de terno. Ele não poderia ter entrado na parte reservada da loja como fez e achei bem estranho ir atrás só da apple com tanta empresa pisando na bola…

    https://www.youtube.com/watch?v=Gu6NrLxiTgs

    1. na minha opiniao, um certo exagero, mas como nao conheco as regras ao pe da letra nao saberia opinar mais abertamente.

    2. Não discordo que realmente ele exagerou na pose. Só se entra em um lugar com mandato (não importa o profissional de segurança), pelo que sei; exceto se estiver em perseguição por flagrante. Não é “eu sou policial / oficial de justiça / fiscal e vou entrando e tu não me impede”. Ele é um fiscal do Procon, não um cara atrás de drogas. E quanto mais ele usa esta pose, pior fica.

      Ele está lá para representar clientes que não são atendidos com boa fé pela loja e pedir que estes sejam atendidos sob pena de . Não para pegar um ladrão que matou cinco.

      O ideal aqui é “O gerente está? Ele pode me atender? Ele está e não quer me atender? Então vou apenas chamar um apoio ou perguntar a um juizado se tenho outras formas de pedir atendimento. Há clientes aqui e eles querem que vocês atendam.”

      A propósito, vi o vídeo no YouTube e nos comentários dizem que boa parte das pessoas que atendem lá são bem atendidas. E quem não resolve na loja, resolve no telefone ou correio eletrônico. O problema é que faltam técnicos especializados, tanto que importaram um “Genius” para atender lá.

      Será que eu posso fazer a mesma coisa no Procon que ele atende: chegar, entrando de forma forçada e perguntando por ele?

      1. me parece q o diretor do procon encarna o justiceiro, bem afeito ao nosso zietgeist. há modos de se tratar o assunto, mas a via autoritária prevaleceu. se pudesse, ele estaria armado, mas como não pode, transformou o smartphone em arma e invadiu o espaço restrito da loja…

        nessa toada, vai começar a ditadura do consumidor.

        no procon, depedendo do q vc tem, não te deixam nem ser atendido… o problema é: quem vigia o vigia (procon)?

        1. Logo de cara: para que filmar para começo de conversa? Para mim, fica claro que o show é prioridade, não sendo um processo criminal e nem de vigilância sanitária, qual o motivo de chegar lá em uma “batida” policial sendo que as reclamações do PROCON estarão lá para sempre?

          Não sei julgar se o atendimento é ruim, mas decerto os outros suportes estão devendo bom atendimento há anos.
          Entretanto, qual a graça de fazer um filme invadindo a Motorola para pedir atendimento na loja?

          1. É que a motorola não tem loja rs
            Falando sério. Tudo relacionado à apple da audiência.
            Segundo o sr. aí do vídeo, houve muitas reclamações.

          2. É que a motorola não tem loja rs
            Falando sério. Tudo relacionado à apple da audiência.
            Segundo o sr. aí do vídeo, houve muitas reclamações.

        2. A justiça comum e as prefeituras. Mas quem vigia a justiça?

          Quanto a ditadura do consumidor, ouvi falar que nos Estados Unidos, só chegar com um produto com defeito, conversar e troca na hora sem grilo. Lá a questão de processos é bem mais eficiente.

          1. eu acho q o q pega aqui é uma cultura da desconfiança. vc precisa, a todo instante, provar q vc é vc. essa loucura de cópias de documentos, o tempo todo, de reconhecimento de firma, autenticação etc… vc chega numa loja e diz: “comprei aqui” e em seguida já te pedem o comprovante… ora, eles partem do princípio de q todo mundo vai dar um golpe mesmo qdo os golpistas são a exceção. mas essas mesma lógica, a desconfiança, não permite, por exemplo, a criação do cadastro positivo pra q clientes bons pagadores paguem menos juros em empréstimos. enfim, é cultural e somos assim, mutuamente desconfiados.

          2. Vide aqui o exemplo nos comentários: você não prova que é você. Você se oculta, por temer que um dia alguém revide contra você devido algum impropério que você cometeu a alguém.

            Eu hoje adoto a mínima imagem por n motivos também.

            De fato, a cultura da desconfiança é existente devido ao pensamento anomito de muitos. Muita gente dá golpe sim, quem vive o dia-a-dia de uma empresa ou até trabalha por conta (como eu), sabe. E um mecanismo de acusação acaba mais eficiente nestes casos – a imagem da pessoa (ou da empresa) suja-se quando a mesma comete erros. Seja uma empresa que não atende bem os clientes, ou seja um cliente tentando dar um golpe nesta mesma empresa.

            Para uma cultura de confiança, as pessoas devem estar culturalmente adaptadas a tal confiança. Tem que partir do princípio que todos respeitam a todos e qualquer desvio, seja uma ofensa, uma conta não paga, uma regra não obedecida (Desde que a regra não seja prejudicial a sociedade), tem sua punição cabível. Boa parte da Europa é assim. Alguns estados americanos idem – passou de 80 km/h em uma rodovia de um estado americano específico, a pessoa é presa.

            Cadastro positivo seria bom se houvesse um número positivo de bons pagadores. Eu devo infelizmente ao Estado. Eu não posso acabar com o setor que a multa que cometi. Não posso botar uma bomba lá e com isso acabar com minha multa. Então ou fico com nome sujo, ou pago a p***a da multa.

          3. mas a relação q se tem num ambiente de comentários é diferente, por exemplo, duma relação comercial q tem código do consumidor, código civil e código penal pra intermediar caso as coisas saiam do controle. eu presumo, e pode ser ingenuidade minha, q a maioria das pessoas não visa a fraude, pelo contrário. há fraudes? com certeza, mas das milhões de operações no varejo e no comercio online, quantas tentativas de fraude ocorrem? presumo q se baixassem a guarda, esses números não subiriam.

            veja, só há saques qdo as coisas saem do controle e se perde aquela perspectiva de ordem q se costuma ter no dia a dia. eu posso juntar uma turma e fazer saques? posso… mas isso resulta em prisão. agora se há uma multidão de milhares de pessoas revoltosas e eu aproveito pra juntar a mesma turma e fazer saques, a chance de prisão é menor. tanto q os saques nunca são os primeiros atos de uma convulsão social, pq se trata de oportunismo – maquiavel explica.

            tem um bar em são paulo, eu vi no ‘mundo sa’, do globonews, q vc entra lá, paga o q quiser e como quiser (por cartão ou dinheiro). os donos do bar colocam lá num quadro os custos da operação toda e vc olha e pondera: “bom, posso pagar um 1 real pelo bolo e café q comi, mas vejo q os donos gastam uma boa grana pra fazê-los a contento, então vou pagar dez reais, q é menos q cobraria o starbucks careiro e um preço mais adequado a esse pequeno negócio”. todos saem ganhando, pois ao mesmo tempo q um avarento paga dez um mão aberta paga 30. as pessoas vão lá e pagam num terminal ou depositam o dinheiro num pote e pegam o troco – sem intermediação alguma do pessoal do bar. anarquia total! pode ter um saqueador indo lá? pode… mas é a minoria q tem isso em mente e certamente o ambiente seria refratário, pq se criou ali uma confiança muito positiva.

            ah, a propósito, parei de usar a minha foto nas redes sociais qdo fui a uma loja de bike, mas tinha feito um contato prévio antes via facebook com eles, e fui rapidamente reconhecimento por uma vendedora qdo cheguei ao local. foi uma sensação estranha ser reconhecido por quem não me conhece por conta de uma simples foto… depois disso passei a evitar a publicar a minha imagem. agora estou evitando tb em usar o meu nome. é claro q tá cheio de maluco por aí e vc pode trombar com um deles em comentários e calhar de trombar com o cara na rua e dar merda dependendo das conversas q se teve… mas isso não é desconfiança, isso é uma prudente precaução, pq por mais cordial e gentil q vc seja por aí, vc pode ofender alguém. a própria cortesia pode ser uma ofensa pra alguém. vai saber?

          4. Não é um bar exatamente, mas uma quitanda na Vila Madalena. Visitei-os há uns meses atrás e achei interessante. Até estranhei quando a menina deixou um copo recheado de dinheiro falando “olha, coloque aqui o quanto você acha que foi”. Aqui uma matéria sobre eles – http://projetodraft.com/organicos-pelo-preco-do-produtor-vendidos-sem-o-lucro-da-loja-todos-querem-conhecer-o-instituto-chao/

            Quanto aos comentários e uso de imagem, no meu caso é questão psicológica também. Sinceramente estou tentando me desfazer dos comentários aos poucos. Ver milhares de opiniões diferentes enlouquece…

            Quanto a “a própria cortesia pode ser uma ofensa para alguém”, faz sentido. Via de fato, a cortesia em uma cultura é diferente em outras culturas. Para alguns, o “joinha” (sinal de positivo com a mão) é um sinal legal, para outros uma ofensa.

            Em um princípio básico, para ser gentil, um “olá, pois não?” ou similar basta. Ou as vezes nem falar. Deixar que o outro fale. Cada cultura, cada ser humano tem seu jeito de agir. E respeitar isso, isso sim é a verdadeira anarquia ;)

          5. Agente segue muito o que a comunidade faz. Quando vamos em um lugar como esse em que o consumidor é livre, não queremos ser diferentes.
            E sim, a imensa maioria é honesta. Se não viveríamos um caos maior ainda.

          6. Discordo do “a imensa maioria é honesta”.

            Um país com alto número de pirataria, de sonegação fiscal, de produção de multas e outras formas de corrupção… bem…

          7. é algo bem difícil de mensurar, mas veja os índices de inadimplência e golpes (estelionatos)… não são mais elevados do q outros indicadores de problemas numa sociedade. as casas bahia, q virou o q virou, dando crédito a pessoas pobres, e elas tinham uma coisa de orgulho e honra em quitar suas dívidas, ou seja, não era o temor dos juros e sim princípios. os pobres poderiam se esquivar de pagar, pela falta de recursos, mas não faziam. ao contrário, certamente se impunham sacrifícios.

          8. me parece q a maioria é impelida a ser honesta e assim segue, apesar das possibilidades inúmeras de furar brechas (passar farol vermelho, trocar etiqueta de produtos, não alertar q recebeu troco a mais etc). como seríamos em tanta regulação? presumo q ainda assim tenderíamos a um comportamento “honesto”.

          9. Essa questão da troca existe lá em razão de uma concorrência muito acirrada e uma consciência coletiva dos próprios consumidores.

          10. Sim. Aqui isso poderia acontecer se existisse um pouco mais da consciência de que só se troca se fosse necessário.

      2. Duas coisas. A primeira, é que meu TOC não deixa passar batido que o correto é mandaDo (de ordem, mandar). Mandato é procuração :D
        A segunda é que a questão de invasão é mais relacionada ao domicílio, que é inviolável. Pra que seja protegida a casa.
        Lógico que a loja tem lugares que não são acessíveis a qualquer um e ele não poderia ter entrado daquela forma. O vídeo nem mostra quanto tempo ele supostamente teria esperado o gerente para tomar aquele tipo de atitude.
        Show total.

        1. Sobre mandato – se um oficial de justiça está sob procuração da justiça para acessar uma casa, também não seria um mandato?

          Sobre a loja e a invasão – é isso que fico me perguntando: invadir para que?

    3. O show é prioridade. Ele entrou em lugar que não deveria. O segurança devia ter dado um safanão e colocado ele pra fora.
      Se o gerente não queria o atender, era só autuar e pronto. Deixa a loja se defender depois.
      Ele verdadeiramente invadiu. Um completo panaca, na minha opinião.

  8. Alguém aí já jogou Halo? Cara, to jogando os remasterizados do The Master Chief Collection e que jogassos… Fora que ta tudo otimizado rodando 60fps a 1080p

    1. Não joguei e não sei até agora se vale a pena comprar um Xone. Essa nova política da Microsoft de matar o Xone lançando tudo para PC me deixa com um pé atrás em como será a política de longo prazo – seque se ela vai existir.

      Já joguei Halo no X360, por sinal, sempre jogo nele até hoje.

      1. Matar? Pra mim a última coisa que essa política faz é matar o xone. Sempre tive a oportunidade de ter mais de um console da mesma geração , e mesmo com o poder de fogo do ps4, o xone me atende muito melhor! Você diz que está com o 360, e os motivos aumentam . Agora com Nadella e Phil Spencer, o futuro é promissor

        1. Na geração passada também tive/tenho um PS3 e acho que não vale a pena poder de fogo mal otimizado e com péssimo sistema online, como é o caso da Sony. A política da Microsoft ainda não me inspira confiança desde a fatídica E3 2013 e toda semana alguém da própria empresa avisar que um exclusivo vai se tornar multi plataforma, não ajuda. Estava com uma boa expectativa para Gears 4 (melhor franquia do Xbox), entretanto, depois da E3 desse ano já vi que mudarão completamente o estilo do jogo.

        2. Na geração passada também tive/tenho um PS3 e acho que não vale a pena poder de fogo mal otimizado e com péssimo sistema online, como é o caso da Sony. A política da Microsoft ainda não me inspira confiança desde a fatídica E3 2013 e toda semana alguém da própria empresa avisar que um exclusivo vai se tornar multi plataforma, não ajuda. Estava com uma boa expectativa para Gears 4 (melhor franquia do Xbox), entretanto, depois da E3 desse ano já vi que mudarão completamente o estilo do jogo.

          1. Esquece essa maldita e3. Até o Phil Spencer já deu umas provocadas, falando que hoje ele é uma plataforma de GAMES para GAMERS! Agora vem W10, Director X12, retrocompatibilidade, streaming, crossplay… A live gold já encheu meu HD de tanto jogo bom… Cada vez mais caixista. Sobre Gears, veremos, mas penso que será um recomeço assim como foi Halo 4( só que bom)

  9. Só pra retomar brevemente aquele lance do fone de ouvido… acabei optando pelo mesmo modelo q usava por questões orçamentárias e por não ter tanto cuidado assim com a qualidade dos áudios.

    Fiquei, então, com o Philips SHL3300BK/00 PT. Há alguns relatos sobre ele em fóruns e indicam q ele não fica tão pra trás de um Ath-m40x q eu estava de olho. Ou seja, o Philips saiu por R$ 119,00 (depois vi q era vendido por 109) e o ATH estava por R$ 650,00…

    Agora uso o Philips para música e um Seenheiser Mx 470 para podcast e pra aliviar um pouco, pq o Philips aperta mais.

    Pra minha esposa comprei um Sennheiser HD 439, atráves do cabe na mala, pq mesmo com o dólar em alta, saiu pela metade do preço q vendem aqui. Minha esposa tem alergia a esse material mais comum usado nos fones, aquele parece um couro, então o dela tem q ser de plush. Estávamos com um da Philips, um dos poucos com plush no mercado, e o som era desgraçadamente ruim. O som desse Sennheiser é um pouco baixo (mais baixo q o Philips), mas é muito bom e confortável.

    1. Pior que esse lance é verdade, o mercado de fones high-end no Brasil é horrível. Não tem, e quando tem é caro demais. Falta uma loja especializada que venda várias marcas a um preço justo.

      1. se vc for na fnac, por exemplo, da paulista, vc acha vários ótimos fones e tal, mas, cara, vc tem q ter uma bela gaita no bolso pra sair de lá com algo bom… esse lance de mandar buscar fora do país, pagar uma recompensa e tal, apesar da demora e da logística complicada, ainda compensa mais e eu acho q só sendo muito abonado pra ir numa prateleira daqui e ir às compras sem dó.

  10. Quem aí já precisou acionar o suporte técnico de smartphone/tablet? Por favor, conte como foi sua experiência?

  11. @ghedin:disqus, não sei se é só aqui para mim, mas os links ali da lateral do site estão bugados (Contatos, Sobre…). Erro 500.

    1. Não é só contigo, não. O site está passando por um período de instabilidade… A previsão é que ele volte à normalidade semana que vem.

          1. Olha! Juro que quando vi seu post, não estava vinculado a nenhum outro! hahahahahahha
            Acho que fumei um sem saber!

          2. SABIA! Tá aí a prova que o Diqus que bugou, e não meu cérebro! :D

      1. depois de muitas idas e vindas, finalmente. boto fé. quero muito. e acho que Duncan pode estar fazendo um bom trabalho. “os fã pira”…

    1. Como um filme, no geral, confio no Duncan Jones. Além de que as cenas de ação estão bem bacanas. Porém, precisam melhorar e muito esse CGI até o lançamento do filme. Ainda falta muito tempo, então há esperanças.

      1. ahhh… sem duvida. tem umas falhas aparentes. mas como ja disse o pessoal do /Film o proprio Duncan admitiu que a edicao esta soh na primeira mao.

  12. Como funciona a internet das agências dos Correios:

    “Todas as agências próprias dos correios são atendidas por links de comunicação dedicados responsáveis pela interligação da unidade com os Centros Corporativos de Dados (CCD) situados em Brasília e São Paulo. Nestes CCD existem dois enlaces de saída para internet compartilhados entre todas as unidades da ECT. Neste contexto, informamos que não há saída direta para internet nas agências dos Correios. Quanto a tecnologia de conexão das unidades ao CCD informamos que são 5726 agências próprias conectadas por meio de tecnologia satélite e 496 conectadas por circuitos dedicados terrestres.”

    Alguém trabalha em um empresa q usa esse tipo de comunicação por satélite?

    1. meu colégio de ensino médio tinha isso. mas era na época de transição do windows 98 para o win xp.
      recentemente um cliente nosso ia instalar algo similar. um cara chegou oferecendo a instalação do equipamento. no entanto o sinal era pirata (isso mesmo). ele ia instalar a antena e os codificadores para captar o sinal que a embratel envia por satélite.
      no fim convencemos que o problema não era o link que a NET oferecia e sim a falta de um bom modem e switch. aí ele desistiu dessa furada ai…

      1. imaginei q fosse coisa das antigas. a próximas pergunta vai ser saber o preço dessa operação toda, q me parece ineficiente e cara demais… hj está nublado aqui e a agência ficou sem sinal…

      2. imaginei q fosse coisa das antigas. a próximas pergunta vai ser saber o preço dessa operação toda, q me parece ineficiente e cara demais… hj está nublado aqui e a agência ficou sem sinal…

        1. Na verdade, apesar de cara, essa opção é menos afetada por fatores ambientais, então acaba se tornando eficiente para o trabalho de logística. Eles não vão ficar baixando imagens e etc, então o ponto via satélite é mais estável e menos sujeito a problemas de queda de energia, acidentes e ruptura de cabos, por exemplo. O problema mesmo é estar muito nublado… Mas pense nas milhares de agências no nordeste e norte, onde cabeamento não chega fácil.

          1. SIM, de fato faz muito sentido em alguns lugares, mas aqui, pelo q me parece, os cabos são mais estáveis q a conexão por satélite. a agência em questão disse q está com um equipamento novo pra trocar (mas isso tb depende do governo e tal, então demora). mas ainda assim será por satélite. olha, talvez tenha um aspecto operacional positivo nisso, mas tá com cara q é mais ineficiente q se fosse uma simples conexão como a q todos usam… talvez tenha o aspecto da segurança q estou ignorando tb. não sei se essa forma de acesso é mais segura.

    2. Licença para responder aqui.

      Isso na verdade é uma rede proprietária, ou se preferir, intranet.

      Comunicação via satélite tem também pública, uma das empresas que servia era a Ragio, hoje acho que não serve mais (fui ver o site).

      Nunca usei, mas sei que a velocidade é bem menor. Quanto a segurança, é a mesma da internet comum.

      No caso do enlace dos correios, por ser Intranet, provavelmente os padrões de comunicações deles tem detalhes que dificultam um acesso por pessoas que tenham algum conhecimento básico em hacks. Neste caso, só via “invasão interna” (alguém que conheça como funciona a tecnologia) ou alguma forma de engenharia reversa da comunicação. Isso vale também para os sistemas bancários, que funcionam de forma similar ao dos correios – com enlaces diretos seja via cabo ou satélite.

      1. deixa de onda, ligeiro. reponde onde vc quiser e pode chegar chutando a porta.

        olha, eu estou bem cabreiro com essa comunicação fechada dos correios… acho q faz bastante sentido o q vc diz, de ser algo bem restrito propositalmente e até mesmo com fins de segurança, mas fico cabreiro mesmo assim, pq é lento, lentíssimo e bem ineficiente, pq vive fora do ar… obviamente não se espera o modo turbo em todos órgãos públicos (não mesmo), mas eu não vejo a receita federal passando esse perrengue em suas unidades de atendimento, por exemplo. ambas são serviços federais!

        como os correios são alvo de interesse políticos e já deram pano pra manga na nossa história recente, eu acho o fim da picada, uma agência em área urbana, estar tão defasada… estão pior que uma santa casa, ta louco. a minha próxima pergunta a eles será sobre o custo de tudo isso (eu já perguntei, mas não responderam).

        veremos o q dizem – se é q dirão.

        1. Sou do principio que educação é pedir licença. Inclusive para pedir a palavra quando se algum limitante social com a pessoa em questão.

          Quanto a lentidão, não sei explicar com exatidão. Entendo o seguinte: toda esta infraestrutura precisa de manutenção. Se não há alguém fazendo reparos – e no caso de acesso via satélite, a necessidade de manutenção é maior do que sistemas cabeados – sempre haverá falhas.

          Assim como na TV paga via satélite, é necessário apontar antena, torcer que não tenha dia chuvoso e tudo mais que possa vir interferir (condições solares, interferências diversas, etc…).

          Existem outras formas além destas duas – rádio (seja frequencia própria, wi-fi ou microondas próprio – aquela antena em forma de tambor que fica em torres).

          Bem, é possível na verdade pensar só em dois tipos principais de comunicação externa – cabeada e radiotransmissão. A partir destas duas tem as variações – no caso do cabo seria via modem analógico, modem adsl, cabo trançado, ethernet e fibra ótica (digo os principais hoje). Radiotransmissão seria citando novamente os sistemas via rádio (alguma frequencia liberada – não sei quais tem disponíveis, mas estão entre os hertz e os Megahertz), wi-fi, Wi-Max e rádio microondas (estes estão na casa dos Gigahertz – wi-fi de fato entra nisso também).

          No caso dos Correios também, provavelmente a infraestrutura deles, por ser um sistema fechado, é regulado por poucos equipamentos, e estes em caso de problemas, seja sobrecarga ou falha, acaba “travando” quem depende deles. Por isso a lentidão ou “falta de sistema”.

          Quanto a questão política, o problema aqui é mais de questão financeira do que outro fator – os Correios é o (semi)detentor do monopólio de comunicação via entregadores. Lembremos que as denúncias de corrupção eram mais por uso do cargo como uma forma de renda do que por outro fator – seja interceptação e violalção de comunicação por carta ou outra coisa que refira-se a atividade dos Correios.

          1. tá bom. vc fica com seus princípios de educação e eu fico com meu espírito anarquista. mas veja: esses limites foram auto impostos, pq eu não impus limite algum, certo?

            a questão política tem mais a ver com a nomeação dos cargos de vários escalões q existem numa empresa com os correios. um contrato para contratação de serviços, então, dependendo do fulano q ocupa determinado cargo de responsabilidade, pode resultar em valores acima do mercado. não quer dizer q foi o caso, claro, pq não há como saber. posso apenas suspeitar, portanto.

            me parece q além da conexão ser ruim, essa agência tem equipamento ultrapassado ou com defeito, pq eles me disseram q estão por trocar as coisas por lá… enfim, isso q vc disse ajuda a entender a coisa. :)

          2. Anarquia não é anomia. Anarquia, pelo que sei, é o respeito a pessoa. Se eu peço respeito, espero respeito. Anomia é a falta absoluta de respeito.

            Sim, quanto a questão de contratação de empresas, não discordo de ti. Na verdade, o que eu disse é a parte técnica e exposta da coisa – o ideal e “no papel” é que a empresa que fornece serviços a um governo, o faça de forma mais barata e eficiente ao governo. Na prática, sabemos muito bem como tudo isso é por trás.

            Quanto aos equipamentos antigos, tem razão também. O ponto é saber aqui o que é responsabilidade dos Correios de manutenção, ou de uma terceirizada (se houver). Se bem que do jeito que anda as coisas nos Correios, com greve de carteiros, substituição por terceirizados, problemas de segurança devido a empresa também ter sua parte de “logística”, essas coisas que acabam consideradas “supérfluos” (A comunicação) só ficam mais dedicadas onde é de conveniência (os grandes polos de serviço por exemplo). Ou sei lá. Só um empregado pode falar a fundo de como está hoje.

            Unindo com outra resposta: Não sei exatamente qual satélite os Correios usam. Do SIVAM é outro satélite – um metereológico, e este não tem função de comunicação (pelo pouco que sei). Geralmente satélites de meteorologia são diferentes de satélites de comunicações, por motivos óbvios – um é dedicado a mandar informações sobre o clima, outro precisa de dedicação para reflexão dos dados que lhe são enviados.

            A propósito, sei que alguns satélites brasileiros tem espaço para uso governamental – inclusive militar. Então dá para presumir que o governo e/ou seus serviços podem ter um espaço no satélite por custos baixos.

            Um adento – em uma pesquisa rápida, me toquei que os satélites que antes eram do governo (da Embratel), hoje estão nas mãos da Claro – http://www.aereo.jor.br/2013/09/04/assustado-governo-apressa-projeto-de-satelite-antiespionagem/

        2. Quanto a valores, procure por “internet via satélite” no seu buscador favorito. Algumas empresas disponibilizam o preço nos sites. O mais barato é em torno de 200 reais com franquia de 2GB

          1. Eu quero saber o valor do contrato dos correios… daí pode ser uma boa confrontar com os preços de mercado. Presumo q o valor será mais alto…

          2. Eu quero saber o valor do contrato dos correios… daí pode ser uma boa confrontar com os preços de mercado. Presumo q o valor será mais alto…

          3. Ou não. Serviços a gestão pública tendem a serem mais baratas ou melhor negociadas. Ou lembrando, a estrutura é própria. Ou seja, o custo deles é “nulo” e embutido.

          4. mas mesmo se a estrutura for própria, presumo q o satélite não seja, e tb digamos a parte operacional da coisa… certamente há terceirizadas envolvida. na reposta q me deram isso não fica claro. vou reformular a pergunta e ver o q consigo.

            a propósito, não sei se o brasil tem algum satélite próprio pra esse tipo de uso… sei q tem pra segurança, no SIVAM, por exemplo, mas em outras áreas, das diversas q demandam satélites, não sei como está a coisa. eis uma outra boa pergunta a se fazer caso o material não seja encontrado em sites do governo!

  13. Como funciona a internet das agências dos Correios:

    “Todas as agências próprias dos correios são atendidas por links de comunicação dedicados responsáveis pela interligação da unidade com os Centros Corporativos de Dados (CCD) situados em Brasília e São Paulo. Nestes CCD existem dois enlaces de saída para internet compartilhados entre todas as unidades da ECT. Neste contexto, informamos que não há saída direta para internet nas agências dos Correios. Quanto a tecnologia de conexão das unidades ao CCD informamos que são 5726 agências próprias conectadas por meio de tecnologia satélite e 496 conectadas por circuitos dedicados terrestres.”

    Alguém trabalha em um empresa q usa esse tipo de comunicação por satélite?

  14. peguei alguns animes pra assistir, depois de ver visto knights of sidonia, me animei com o gênero q desconhecia.

    os q peguei fora estes:
    ‘Suisei no Gargantia’, “One week friends”, “FLCL”, “Mushishi”, “Shinsekai Yori” e “Ping Pong, The Animation”.

    alguém recomenda mais alguns?

      1. Vim seco para indicar esse! Não gosto muito de anime, da estética oriental, mas Cowboy Bebop… pqp, é bom demais. (E vale ir atrás da trilha sonora depois.)

        1. curioso, ghedin. pq a estética oriental, pelo menos na concepção de personagens é, de fato, bem típica, mas o design nos equipamentos especialmente os tecnológicos é incrível, não? e tem o desenrolar de algumas cenas, etc q me fisgaram. e, cara, acho incrível a escrita japonesa. estão seriamente cogitando aprender japonês. sempre curti a cultura japonesa, mas ainda não tinha pensado em outro forma de aproximação que não a literatura (traduzida para o bom português, obviamente). curto muito os filmes japoneses e agora estou desbravando animes e alguns filmes clássicos de animação.

          vc é o terceiro q indica esse anime. vou tentar conseguir.

          tb vi death note q é bem legal até um certo ponto, depois vira rocambole.

          1. Deixa eu me explicar melhor, haha. Na real, eu adoro a estética oriental, o que não gosto muito é dos exageros e clichês que a maioria dos animes emprega.

            Acho que por isso curti tanto Cowboy Bebop. É um anime mesmo, mas com uma abordagem mais global, sem cair na armadilha dos clichês do formato.

            Ah, os longas do Miyazaki também são ótimos.

          2. Miyazaki é animal.

            O que me desanima em boa parte dos animes é a enrolação. Tipo, lembra quando o Majin Boo tava pra nascer no Dragon Ball? É uns 4 episódios só com os caras encarando o casulo pensando em mil e uma coisas, sem fazer nada.

            Nem ligava pra isso quando era criança, mas hoje em dia irrita rsrs. E, pelo menos os mainstream, tem isso em maior ou menor grau.

          3. O problema é que o anime era feito na mesma época que o Akira fazia o mangá, então eles tinham que enrolar para não alcançar a história do mangá. Muitos animes longos, como One Piece e Naruto passaram/passam por isso, ai tinham que apelar por enrolação dentro da história do autor do mangá ou criar histórias paralelas, os famosos fillers.

            Hoje muitos animes já não são assim e são divididos em temporadas mais espaçadas para evitar os fillers ou enrolações. Um exemplo atual é o attack on titan, que fez 25 episódios fechados e agora que o mangá está mais para frente, eles vão lançar a segunda temporada no ano que vem.

          4. O problema é que o anime era feito na mesma época que o Akira fazia o mangá, então eles tinham que enrolar para não alcançar a história do mangá. Muitos animes longos, como One Piece e Naruto passaram/passam por isso, ai tinham que apelar por enrolação dentro da história do autor do mangá ou criar histórias paralelas, os famosos fillers.

            Hoje muitos animes já não são assim e são divididos em temporadas mais espaçadas para evitar os fillers ou enrolações. Um exemplo atual é o attack on titan, que fez 25 episódios fechados e agora que o mangá está mais para frente, eles vão lançar a segunda temporada no ano que vem.

          5. Entendi. Faz bastante sentido.

            Mas o Dragon Ball, mesmo evitando os fillers hoje em dia, não rola mais =/
            O Attack on Titan eu vi e achei muito bom, estou ansioso pela segunda temporada inclusive.

          6. Entendi. Faz bastante sentido.

            Mas o Dragon Ball, mesmo evitando os fillers hoje em dia, não rola mais =/
            O Attack on Titan eu vi e achei muito bom, estou ansioso pela segunda temporada inclusive.

          7. meu reportório de anime é bem raso, com certeza vi mais filmes japoneses q animes e mesmo longas de animação… como os do miyazaki (q são muito foda mesmo). dizem q ele se inspira demais na literatura ocidental, mas q povo mala… qual o problema!? puristas…

          8. a quais clichês e exageros vc se refere? tem uns dois exemplos de cabeça (situação e não filmes e cenas específicas)?

          9. vi o texto. ele deu uma boa relativizada, mas me parece aceitável o clichê, pq ele é tb uma forma de identificação e de apropriação pelos iniciados. é como aquelas piadas referentes ao universo pop (em boa parte americano) q já viraram clichê tb. é difícil ver um filme q não faça referência cômica a alguma coisa pop (os fãs de ‘star wars’ q o digam).

            algumas coisas q tem mais relação com tradição são confundidas com clichês e algumas coisas são um estilo propriamente e são tachadas erroneamente de clichês. fazer referência ao estilo ou a uma tradição não é bem um clichê, a meu ver. o clichê está mais pra falta de saída em roteiros e aí na falta de coisa melhor utiliza-se um clichê… o q tb não é um problema, pq não dá pra ter uma obra prima a todo instante.

          10. Todo anime tem um cara tímido que atrai as mulheres (meio relacionado a isso, muitos têm uma pegada ainda bem machista). Sempre tem alguém durão que, no fundo, é um cara bom (em outras palavras, sempre o mesmo antagonista). As temáticas também costumam se repetir (na época de Evangelion deve ter saído uns 300 animes de robôs gigantes pretensamente filosóficos).

          11. hum… de fato. vi um pequeno trecho do evangelion e já vi q o sidona é um tanto parecido. normal ter um monte de cópias e gente sendo influenciada pelo q é bom. o duro é achar o q presta nisso tudo, além de conseguir achar o original!

            o lance do protagonista deve ter, talvez, um pouco de relação com a consagrada “jornada do herói”, mas eles, de fato, dão mais ênfase na timidez (deve ser algum aspecto da cultura japonesa mesmo, mais reservada e tal), no acabrunhado e ensimesmado.

          12. hum… de fato. vi um pequeno trecho do evangelion e já vi q o sidona é um tanto parecido. normal ter um monte de cópias e gente sendo influenciada pelo q é bom. o duro é achar o q presta nisso tudo, além de conseguir achar o original!

            o lance do protagonista deve ter, talvez, um pouco de relação com a consagrada “jornada do herói”, mas eles, de fato, dão mais ênfase na timidez (deve ser algum aspecto da cultura japonesa mesmo, mais reservada e tal), no acabrunhado e ensimesmado.

          13. Cara, em resumo, a história original do Evangelion é “um garoto que é chamado pelo pai para pilotar a sua mãe que se fundiu com um experimento / alma alienígena e assim salvar o planeta de outras ameaças alienígenas previstas por um grupo de cabeças que se diziam visionárias, e no final o pai do garoto deu um gelo nestes caras e fez as coisas por conta própria. Enquanto isso o garoto tinha problemas de relacionamento com os amigos e funcionários de seu pai, e uma queda por um clone que seu pai fez, que na verdade é uma boneca baseada na mãe dele. História vai, história vem, a batalha final o filho se funde com a mãe =p =3 e fica filosofando sobre a vida até explodir o mundo… ”

            hauuauauhaua

          14. ah, esse lance do machismo é bem problemático mesmo, pq parece ser algo cultural. tem todos aqueles problemas nos metrôs, os assédios… a forte repressão sexual, os suicídios etc. não deve ser fácil ser japonês vivendo no hiper japão…

      2. serve, claro, pq não vi nada… só cavaleiros do zodíaco e dragon ball z (mas sem muita atenção).

      3. serve! vou procurar pra assistir. pelo visto é foda, pq já recebi várias recomendações deste aí!

    1. Você gostou de Knights of Sidonia? Eu assisti, mas fui até o final mais por.. sei lá. Achei bem ruim.

      Se quiser ver anime de robô, vai de Evangelion.

      1. esse tb quero ver, pq aparece em todas as listas de melhores q vi.

        o “knights of sidonia” eu achei razoável, pq é muito bem feito. mas é uma salada de gêneros e estilos: ficção científica, estilão star wars, drama, folhetim, um certo erotismo juvenil e romantismo igualmente juvenil e, claro, uma visão bem machista do mundo, já q tudo gira em torno do protagonista. esse último ponto me pareceu o mais problemático.

        o q acabou sendo mais interessante é o pano de fundo q é a ficção científica mesmo: robótica, aliens e coexistência com outras espécies. eu diria tb q é ruim, mas é bom ao mesmo tempo!

        1. Evangelion é uma viagem. Os robôs são só pano de fundo também, mas o conflito principal é filosófico e muito bem desenvolvido. Muita gente reclama do final; se for o seu caso, é só ver os dois filmes. (E se ainda tiver saco, encarar o remake em Full HD que não sei se já lançou tudo.) Acho que você vai curtir muito.

          1. Exatamente isso Ghedin, revi dessa forma a dois meses atrás e deixa varias questões filosoficas

          2. é… ouvi q é bem filosófico mesmo, por isso fiquei bem interessado tb.

          3. é… ouvi q é bem filosófico mesmo, por isso fiquei bem interessado tb.

          4. Ainda falta a parte 4 (3+1). O Rebuild of Evangelion é um orgasmo visual, se me permitem a expressão, especialmente o último que saiu (3.33). Mas assista a série original e só depois os filmes novos

          5. vou seguir a sequências mesmo. e depois passo para os longas – q parecem bons tb.

          6. Rapaz, tenho que ir atrás do terceiro. O final do segundo já é bem grandioso, nem imagino algo maior que aquilo… Já tem previsão para sair o último? Se estiver perto, espero sair e vejo tudo de uma vez.

          7. O 3 muda tudo da história. É uma vardadeira quebra com o enredo até então( e praticamente não segue o preview no final do 2).
            O 4 não tem data de estréia ainda.

          8. Devo ter assistido a série Evangelion umas 20x desde o lançamento na Locomotion no começo dos anos 2000. Viciei bonito no anime. Os filmes também são muito bacanas; eram para ajudar a deixar o anime mais fácil de entender, mas “deram uma doida” já no segundo filme e o terceiro chutaram o balde, fugindo completamente da série. Espero que no quarto expliquem tudo.

          1. O mangá terminou acho que faz 4 anos já.

            Spoiler: Shinji tá vivo. O resto murreu.

      2. Evangelion acho complicado. No final me identifiquei com o Shinji (principalmente no quesito “personalidade porco-espinho”).

    2. Olha, eu ainda não vi, mas tenho anotado aqui de recomendações que recebi e espero assistir algum dia. São: Steins Gate; Serial Experiments Lain; Genocyber.

      1. Assisti Steins gate e olha, começa. Bobo mas vai ficando tenso, recomendado demais

      1. One Punch Man é bom demais, engraçado etc, é bom que ta no inicio, quem começar agora ja acompanha a saga.

      2. Vi OPM primeiro o animê, depois li por cima o mangá (não me pergunte como :p )

        O bacana é que ele é que nem DB em alguns aspectos: as lutas são feitas para ser sensacionais (mas OPM tem lutas ótimas – até agora na animação) e o humor é descompromissado. Até o herói é meio blasé.

      1. todos anotados! valeu.
        tava até pensando em assinar o crunchyroll, mas acabei achando tudo q queria… vc assina ou nem?

        1. Eu assinava até o meio do ano. Daí eles não trouxeram os animes que eu queria da temporada, desanimei total do crunchy,

          Se gosta de esportes, vale dar uma conferida em Haikyuu, um ótimo anime/mangá de volei.

        2. Eu assinava até o meio do ano. Daí eles não trouxeram os animes que eu queria da temporada, desanimei total do crunchy,

          Se gosta de esportes, vale dar uma conferida em Haikyuu, um ótimo anime/mangá de volei.

          1. O Crunchy não assinei, mas dá para conviver se tiver paciência também. Tem animações que eles liberam ao público em média uma semana depois :)

        3. Kill la Kill é para rir da sátira aos exageros e clichês de animes. Bem surtado. Recomendo Death Note (embora tenha final ruim).

          1. opa! já deixei anotado pra procurar aqui.
            é… de um certo ponto em diante, e vc deve saber qual, o “death note” ficou chato, mas, mesmo assim, foi legal.

          2. Mas veja, para rir de sátiras/clichês é melhor ter alguma bagagem, tirando essa camada o anime é bem bobo. Eu não vejo mais animes, mas lembro que gostei de Berserk.

          3. justamente, estou vendo alguns, pelo menos os com indicação de q são bons, pq, claro, como todo gênero, deve ter muita coisa ruim.

            vou dar uma olhada nesse tb. se vir os melhores já é alguma coisa. digamos q é uma lacuna, pq já filme pra cacete e nunca dei atenção aos animes. provavelmente estou perdendo coisa boa.

      1. “perfect blue” eu não vi, mas “paprika” sim, só q há muitos anos… vou ver novamente, pq na época eu gostei bastante.

          1. enrolo a anos para ver ambos, quem sabe esse ano e não os vejo…

      2. Lembro de Perfect Blue de uma revista que lia quando adolescente e babei nos traços. Ainda não assisti. Esse Paprika eu peguei faz um tempo, mas ainda não assisti, porque só achei dublado.

    3. A vou falar aqui: Hunter x Hunter, terminei a uns meses atras e é bem divertido e bom, porem no final tem uns filers chatooooss, mas no total é maneiro.

      Hellsing tem pouquissimos eps e é maneiro tambem, recomendo.
      Para eu ver estão na lista aqui: Tokyo Ghoul, Gantz, Yowamushi Pedal.

      Quero rever: Rurouni Kenshin, Fullmetal, e Yu Yu Hakusho.

      1. valeu, ranner. vou dar uma olhada nesses tb.

        o volume de animes pra assistir aqui já está bem grande…

    4. Licença novamente.

      MInha lista:

      – Animês que estão em “cartaz” online e oficialmente (Crunchyroll / Daisuki / Crackle [eventualmente])

      * One Punch Man (Daisuki) – Legal devido a história: “Um cara tem o poder de acabar tudo com um soco só (como diz o título) – e ele tem que conviver com isso, mesmo que não dê prazer de lutar”. Vi o mangá (de forma não oficial) e a história entre as duas mídias muda a partir do 5º episódio. No mangá, a história já está no 104 cap. (versão original) e 95 (versão de design revisado). Se quiser conhecer a história original, procure a Wikipedia com o nome da série – tem o link para a história original, que é gratuita sua exibição.

      * Death Note (animê no Crackle / Drama (série curta com atores) no Crunchyroll) – Filosófico e policial ao mesmo tempo: “A história de um cara que acha a arma mais eficiente de todas e um detetive fica em seu encalço”. Se quer ser “histórico”, comece pelo animê, já que ele mantém um ritmo de história. Mas se preferir uma história mais filosófica, vá no “Drama”. Ele começa um pouco fraco mas vai elevando a história a cada episódio. Além de ser mais dramático mesmo.

      *Café Polar (Crunchyroll) – já falei milhares de vezes por aqui no MdU, mas só relembrando – é a história de um universo onde um Urso Polar é dono de uma cafeteria :) . É antigo, mas divertido.

      – Animês que estão ativos nesta temporada, mas no Brasil não tem representação oficial.

      * Dragon Ball Super – tou acompanhando pois está divertido ver Goku brigando com gatos que destroem tudo no universo.

      * Lupin the Third – A Aventura Italiana – É um carismático e divertido ladrão que vive do desafio de furtar coisas chamativas (ou fazer trabalhos excêntricos). Vale pela história sempre bem montada e pela personalidade no design dos personagens. :) Preciso ver as primeiras histórias, que são mais antigas e bem criativas ao que dizem. A propósito, as primeiras histórias já estiveram oficialmente no Brasil (procure por Lupin – O Castelo de Caligostro)

      1. valeu, ligeiro. vou deixar anotado.

        só não teria fôlego pro “death note drama” (na verdade não gostei do formato). o desenho animado me parece mais interessante, apesar dos shinigamis em 3D terem ficado bem feitos! o anime foi bom até um certo ponto, vc deve saber qual, depois ficou bem rocambole e já um tanto chato.

        o “café polar” parece legal! agora já tenho uma tonelada pra ver. comecei com o “death note”, passei pro “knights of sidonia” (aproveitando q ambos estavam no netflix) e agora estou no “cowboy bebop” (q encontrei por aí vagando).

        1. O drama diferencia do animê pois o final é bem melhor montado – apesar de acelerado. Além do fato de alguns detalhes que acho que vale a pena dar spoiler:

          – A personalidade do protagonista no drama é diferente no começo, dando uma forma diferente a história.
          – A relação entre o protagonista e o pai do mesmo é bem mais interessante e bacana. Só isso já valeu bastante assistir o drama.
          – O ritmo de ação é crescente. Não é como o animê, que mantém a tensão, mas no final o ritmo até que é igual pela série inteira.
          – Esqueça os shiningamis. No drama, só funcionam como entregadores do Death Note, com mínima participação.

          1. poxa, os shinigamis eram bem interessantes no anime… geralmente os personagens diabólicos são os mais interessantes.

            não é anime, mas vc assistiu a primeira temporada de “fargo”? caso não tenha, veja. é bem legal.

          2. No animê faziam boas conexões, mas no live action não poderia fazer muita coisa. Pensei que poderiam adaptar, “humanizando” um shinigami e assim ele participar mais ativamente. Preferiram tentar o 3D e virou um boneco.

            E em Death Note, o personagem mais diabólico nem era o shiningami. Ryuk só fazia algumas pontes, apesar de dar algumas jogadas interessantes no animê/mangá.

            Mais diabólico era o próprio Light e também o Mikami. Ambos mostram a “face diabólica” da humanidade, um querendo construir a justiça ao seu modo, outro aproveitando deste primeiro e fazendo o máximo que pode para satisfazer seu senso de justiça vingativa.

            Não vou assistir Fargo. Não gosto (odeio) humor negro.

          3. mas na mitologia os humanos são só marionetes… apesar dos atos do light, ele é só um passatempo do entendiado shinigami.

            qto ao humor negro, ora, não há nada de mais. é bem divertido, na verdade, pq vai contra muitas convenções da própria comédia… se vc não quer ver o “fargo”, q é uma série, veja o ‘adam’s apple’, um filme dinamarquês bem legal. e tem os filmes do roy anderson.

          4. Mas lembremos que o foco não era Light ser marionete de Ryuk, mas sim o quão sua vontade de “fazer justiça” o levaria para um caminho sem rumo. Ryuk mais acompanhava ou dava algumas cartadas do que fazia de marionete. O passatempo de Ryuk era ver até onde Light chegaria com a Death Note.

            Quanto ao humor em si, a cada dia que passa tenho me convencido que ao menos no Brasil, as pessoas não sabem fazer humor.

            Em uma entrevista a folha, o Ian SBF disse:
            F – Acha graça nesse dito humor que ataca minorias?
            I – Acho graça em tudo que é engraçado. Se é bom, é de bom tom, é de bom gosto. … Agora, se a maioria se sente ofendida, tem alguma coisa errada aí.

            Ou o Porchat em uma entrevista antiga: “O humor tem que ferir a moral e os bons costumes, sim. Mas moral e bons costumes de quem? A minha é diferente da do (José) Sarney, provavelmente”.

            Se você incomoda alguém, você cria uma cicatriz ou uma ferida que não cicatriza. Não se muda conceitos sendo violento. E noto muito isso no humor – a violência moral, verbal, o obvio sendo jogado na cara de forma rude muitas vezes.

            Se isso funciona? Isso muitas vezes acaba, ao menos aqui, estragando a vida de uma pessoa pelo resto desta vida. A pessoa fica marcada por aquele ato – pela piada que gruda.

            Boa piada é aquela que faz rir e faz pensar seja o espectador, seja o alvo da piada. Se faz rir e humilha o alvo, isso é errado.

            Muitas vezes o humor é o “obvio no escárnio”. Ri-se da situação, sem pensar nela.

            O riso é uma manifestação de triunfo, diz um filósofo que não me lembro. Tem horas que penso que o riso é uma manifestação de ignorância também. Ri-se do que, sem pensar por que. Ri da pessoa que caiu no chão, mas a questão é: por que caiu? Era para ser engraçado?

            Vivemos do escárnio alheio, do “Schadenfreude”. Para quê rir de tudo? No que tem graça o humor negro? A humilhação extrema?

            Enfim. Não que eu não rio. Mas hoje penso antes de rir, ou penso quando rio. Se eu rio sem pensar, isso é o que pode fazer um mal.

          5. olha, ligeiro, eu acho q vc está tirando um tipo de humor, especialmente desses de humoristas de stand up (uma maioria bem da cretina e inescrupulosa q quer fama e dinheiro), como um tipo de humor amplamente difundido e aceito. mas, sinceramente, não me parece o caso já q esse tipo de humor é meio recente por aqui e a nossa zombaria tem longa história (veja lá ‘raízes do riso’, elias thomé saliba)…

            o humor tem várias formas e qdo ele ganha a forma de uma piada do rafinha bastos, ele certamente ganhou a pior forma, pq qdo um panaca faz troça de uma pessoa por conta das características físicas q ele tem asco, é sinal q ele não tem lá tanta inteligência assim pra ir além disso ou presume q seu público não pode ir além se ele fizer uma fina ironia. tanto q nunca vi uma piada nem pretensamente inteligente vindo desses humoristas de standup… não sei se o gregorio duviver faz standup, acho q não, mas ele é um bom exemplo de humor inteligente do qual se pode rir, e muito, já q ele “ataca” o opressor e não o oprimido, mesmo qdo chega a zombar do oprimido, mas usando si próprio como material, estilo woody allen. zombar do mais forte, em relações de poder, costuma ser o humor mais eficiente nesses termos q vc aponta, pq aquele q tem poder, digamos, tem mais capacidade de se sustentar diante de uma humilhação diante daquele q não tem nada. daí q zombar o playboy do camaro pega bem e zoar o pobre na cadeira de rodas pega mal. vc pode ir de ambos, mas certamente vai se sentir mal em alguns dos casos dependendo dos julgamentos morais q vc fizer.

            agora, qdo zombam da presidente nos termos q estamos comumente acostumados, vc vê q a zombaria é machista e carregada de ódio, ou seja, encontraram no humor uma forma de disfarçar o rancor e o ressentimento.

            na sua resposta vejo uma série de julgamentos no q indica q vc é refratário a um certo tipo de humor, mas não a outro, já q indica um modelo de humor aceitável. se entrarmos na seara da liberdade de expressão tudo é permitido, mas eu não vejo assim, apesar de acreditar na liberdade de expressão como um valor singular, pq não gosto de piada contra minorias, por exemplo, pois isso cai nos meus critérios q uso pra julgar e se rir de uma piada contra minorias (afinal, o riso é espontâneo e eu posso rir até mesmo de uma tragédia) vou me condenar por isso…

            mas o mais difícil no seu modelo é uma racionalização em tempo integral, como se fôssemos capazes de racionalizar todas as piadas q nos chegam sem mesmo um tempo pra reflexão. ora, se vc entrar lá no “proibidão”, certamente vai sair ofendidissimo, pq eles fazem piada com tudo, q qdo aquele tecladista, q fazia parte do show, se retirou, pq ficou profundamente ofendido com a piada sobre negros e aids, ele racionalizou e não curtiu (afinal, ele está preparado pra entender o q é uma piada e o q é injúria racial). mas não é fácil chegar a isso, qtos têm o preparo desse cara pra não rir qdo alguém é humilhado? é um processo e, novamente, lento.

            http://arquivo.geledes.org.br/racismo-preconceito/racismo-no-brasil/13392-show-com-piada-racista-termina-em-confusao-na-zona-sul-de-sp

          6. Outro problema aí é também a questão dos julgamentos pessoais.

            No que um playboy de camaro fez de mal a outra pessoa? No que um pobre em cadeira de rodas fez mal a alguém?

            Entende? Você fala de liberdade de expressão, e eu já falei inúmeras vezes aqui – toda liberdade é acompanhada de responsabilidade.

            Se tudo é permitido, então não se tem responsabilidade, ou então podemos condenar todos que fazerem coisas que prejudiquem os outros.

            Entendo que não dá para racionalizar todas as piadas também. O que digo é que não dá também para ficar rindo de tudo. Ou aceitar que tudo é humor. A cada dia que passa, vejo que estamos bem mais subjetivos que antigamente. Antes as pessoas seguiam algum padrão moral. Hoje cada pessoa tem seu padrão moral.

            Tenho uma renca de coisas que fica me fervilhando na cabeça, só que a única besteira que faço é não ir atrás de algum grupo de estudo de sociologia para discutir. Ou gravar em algum lugar o que penso e depois repassar para depurar.

          7. o cara do camaro pode ser santíssimo e o cara fudido da cadeira de rodas pode ser um facínora. mas, dada as percepções iniciais (afinal, não se conhecem os dois a fundo), zombar dum e doutro, tem impacto diferente nas pessoas. daí q zombar quem tem algum poder é valido no imaginário coletivo e zombar de quem não tem poder algum soa como escárnio e humilhação, afinal, trata-se de um lascado e ele ainda tem q ser humilhado!? melhor não…

            essas “responsabilidade” existe quer a pessoa queira ou não, por conta das leis e costumes locais. por isso as piadas contra o islã e especialmente contra a figura de maomé são violentamente rechaçadas por radicais q não toleram essa deturpação de uma ordem idealizada do mundo q eles criam – especialmente por serem fundamentalista. toda forma de liberdade pode esbarrar no direito alheio – seja ele qual for – e temos, pelo menos em países q adotam esses sistema, uma forma de resolver qdo as coisas não parecem bem para um dos lados: a justiça. por isso q se vc se sentir humilhado, vc tem onde apelar e a pessoa q tirou onda com vc vai arcar com as consequências conforme a interpretação de um juiz. não há diversos casos de gerentes q humilham empregados e depois se danam? então… se vc diz algo publicamente é bom estar preparado, pq alguém pode, sim, se ofender.

            qto ao padrão moral, ele é válido hj e ontem. a q tipo de padrão vc se refere q era válido antigamente de modo coletivo e hj é válido apenas de modo individual? eu noto justamente o contrário, muito mais pessoas aderindo a formas coletivas de padrões morais do q individuais e, pior, de um moralismo exacerbado e violento. veja a celeuma do enem por conta de uma fala feminista! os machistas deram a cara e fizeram um julgamento moral em uníssono.

            ora, vc poderia sim discutir o q pensa com sociólogos, psicólogos, historiadores e adeptos de uma perspectiva multidisciplinar. é só escolher a sua praia. q mal há conversar com os outros? provavelmente vc teria uma orientação e um encaminhamento, mas até aí, isso não o impede de pensar por si.

        1. Não sabia que tinha saído pela Locomotion. A propósito, procure por “Team Loco” ;)

    5. Além de muitos animes que recomendaram, deixo meus adendos:
      – Trigun. Divertido pra caramba, possui temática futurista/faroeste.
      – Full Metal Alchemist: Brotherhood. Foda! Assista essa versão, que é superior e fiel ao mangá.

      1. Achei os dois com final decepcionante
        Mas mesmo assim, vale o entreterimento

    6. ONE PIECE!1111

      Mentira.


      Gosto de Kids on the Slope pela música e qualidade da animação. É clichê, mas a qualidade técnica faz valer a pena.

    7. ONE PIECE!1111

      Mentira.


      Gosto de Kids on the Slope pela música e qualidade da animação. É clichê, mas a qualidade técnica faz valer a pena.

      1. esse ‘kids on the slope’ eu vi em alguma lista de melhores. parece bom. já deixei anotado tb!

        1. Seria se tivesse fim. Eu vi 500 episódios dessa parada em um mês. Aí cansou.

  15. acho que foi sexta passada que alguem comentou sobre filmes mindfuck ou com plot twists…, não sei se alguem havia falado sobre esse, mas vamos lá…
    essa semana lembrei que haviamos assistido “O homem duplicado”.
    minha namorada não curtimos muito, pois foi extremamente confuso.
    pesquisando eu notei que os “criticos” tambem não haviam entendido bulhufas…, 2 comentários em uma dessas críticas explicaram o filme e minha mente fez “boooom”. o filme passou a fazer todo o sentido!
    mostrei pra minha namorada e ela até se animou pra ver novamente.

    1. manda os links da crítica aí, @tunemanb:disqus. esse filme entrou na lista tb. recomendaram, mas com o nome em inglês, q eu acho q é ‘enemy’. ‘o homem duplicado’ é bem melhor. acho q o livro do saramago, no qual o filme se baseia, tem esse mesmo nome.

        1. Há histórias que foram feitas para não fazer tanto sentido, não em um sentido tradicional. É muito sobre drogas, sentidos alterados, duvidas sobre identidade, como fazer sentido disso? É mais pela experiência entende? Mesmo que existe uma resposta nunca vão explicar e não importa, o que você tirar dali aproveita.

          edit: opa, acho que confundi com “O Homem Duplo”.

          1. bah, agora vou ter que assistir esse tambem. hahaha
            mas isso que eu tu falou eu já cansei de explicar pra minha namorada. alguns filmes são da maneira que são propositalmente! aquele final aberto é para o espectador imaginar o futuro!
            essas mulheres acostumadas com novelas acabam acomodando-se com tramas fechadas.

        2. li a resenha e os comentários…. todos tentam achar um sentido, mas, não me parece o caso. é um universo bem kafkiano e tentar ligar os pontos, aproveitando a ideia da teia, me parece tirar um pouco o barato do filme. se é ou não mesmo cara me pareceu q não importa muito. infelizmente não li o livro, mas qdo vi o filme, e vi na sua ausência de sentido, o próprio sentido da coisa. há uma tendência forte em buscar sentido, ver metáforas em tudo e o saramago, q é um cara q conversava com as plantas dele todo dia, viu uma forma de tirar uma onda de modo muito sagaz e, claro, kafkiano. se vc já leu “o processo” ou “o castelo” vai sacar.

        3. Li o livro do Saramago e não vi o filme. Mas ler Saramago é um tanto confuso mesmo. Tem que se acostumar com o ritmo. Lembrando que nesse livro ele não utiliza pontuações nem indicações que quem é a fala. Porém ao se acostumar com a leitura você acaba verificando que é uma leitura muito interessante.

    2. Não assisti esse filme ainda, mas odeio quando odeio um filme por não tê-lo entendido e depois, procurando resenhas do mesmo, acabo lendo uma que me explica o que não entendi e o filme muda completamente pra mim. Aconteceu com Babadook. Continua não sendo um filme muito bom, mas depois que entendi completamente o tema do filme, passei a não desgostá-lo tanto.

    3. Não assisti esse filme ainda, mas odeio quando odeio um filme por não tê-lo entendido e depois, procurando resenhas do mesmo, acabo lendo uma que me explica o que não entendi e o filme muda completamente pra mim. Aconteceu com Babadook. Continua não sendo um filme muito bom, mas depois que entendi completamente o tema do filme, passei a não desgostá-lo tanto.

      1. Aconteceu a mesma coisa comigo ao ver esse filme, fui na espera de ver um “terrorzão” aka filme bom de terror, coisa que ta dificil de achar… acabou o filme e fiquei “ok, é isso?”, porem ao ler sobre o filme e entender as metaforas eu acabei achando bem interessante.

      2. Me passa algum link sobre isso. Eu e minha namorada também ficamos de cara com o babadook
        achei algo. muito bom. vou passar pra minha namorada tambem

  16. Pessoas, depois de 15 anos utilizando um cartão internacional mastercard, tive que cancelar o mesmo. Nos últimos meses estava bloqueando o cartão constantemente e não processava alguns pagamentos (passou a não processar mais a assinatura da xbox live e eu devo ser o assinante mais inadimplente deste site). Vocês recomendam alguma alternativa não ligada à mastercard para que eu volte a assinar meus queridos serviços e sites?

    1. Recomendo o cartão de crédito da Saraiva, pois não possui cobrança de anuidade e nem taxas. Ele é nacional e internacional e nunca passei por esse tipo de problema que você mencionou.

      1. Mastercard só posso assinar de novo daqui a 5 meses, mas obrigado.

        1. É mais ou menos o tempo que vão levar para te mandar o convite! hahahaha

    1. Eu faço a doação de uma cesta básica por mês (diretamente para a pessoa).
      Na semana santa participo (preparação e arrecadação) de um almoço com moradores de rua. No natal o mesmo pessoal participa de um churrasco no mesmo local. Esse ano pretendo participar no natal também, ainda não tive a oportunidade, porque sempre saio de SP nessa época.
      Esse ano também vou participar de uma “adoção” de uma criança, doando um brinquedo, calçado, camiseta/blusa e calça/bermuda.
      Considero essas doações como trabalho voluntário também, porque de certa forma você ajuda o próximo, o que considero importante.
      Se (e quem mais quiser)você for de SP, está mais que convidado para participar do churrasco esse ano da forma que quiser e puder (mão de obra, dinheiro, alimento etc)

      1. Gostaria muito, mas moro em Niterói e meu primeiro filho nasce agora em dezembro.

        1. moro em São Gonçalo, se um dia achar algo interessante pór ai e que te agrade, compartilhe com a gente, quem sabe eu não participo tambem, sempre bom ajudar o próximo de alguma forma.

          1. Fica em Charitas. Eu trabalho na SE7E, é uma ONG que oferece cursos gratuitos de profissionalização e socialização. A minha pergunta aqui foi mais pra saber a visão que as pessoas têm do voluntariado, se praticam, por que praticam, etc.

    2. Uma coisa simples que a maioria das pessoas podem fazer e muitas não fazem (não sei porque): doar sangue. Eu infelizmente não doo pois tenho tatuagem e tudo mais, porem é uma coisa tão simples…

      1. Não posso por ser insulino-dependente. Fico bem triste, cresci vendo meu pai sempre doando sangue e incentivando a minha família a fazer o mesmo.

      2. Ranner, não sei o que é o “tudo mais”, mas pode doar sangue mesmo tendo tatuagem, eu tenho algumas e tive um período de carência (não lembro se foram 6 ou 12 meses).
        E doar sangue é algo bem tranqüilo. O doador preenche um questionário, dependendo das respostas vc mesmo se auto exclui (uso de medicamentos, ingestão de bebidas alcoólicas, se teve hepatite essas coisas). Todo o processo demora uns 30 minutos.
        É legal, te faz bem e ajuda varias pessoas.

      3. Ranner, não sei o que é o “tudo mais”, mas pode doar sangue mesmo tendo tatuagem, eu tenho algumas e tive um período de carência (não lembro se foram 6 ou 12 meses).
        E doar sangue é algo bem tranqüilo. O doador preenche um questionário, dependendo das respostas vc mesmo se auto exclui (uso de medicamentos, ingestão de bebidas alcoólicas, se teve hepatite essas coisas). Todo o processo demora uns 30 minutos.
        É legal, te faz bem e ajuda varias pessoas.

        1. Sim sim eu sei
          , to no cel e n consigo responder rápido, mas fiz uma em março e farei outra esse mês ou no outro, dai n posso doar :(

    3. Há 3 anos sou voluntário na Junior Achievement, dentro do programa Mini Empresa. É com alunos do 2ª ano do ensino médio e montamos uma empresa por 15 semanas.

      O programa consiste em passar conceitos de empresa em geral e nas áreas financeira, vendas, produção e RH. Os alunos definem um produto que eles mesmos devem produzir, a parte institucional da empresa, gerenciam estoques, a compra de insumos, venda do produto final, fazem o fluxo de caixa e o controle dos “funcionários”.

      É um programa bem legal, que serve principalmente para acabar com aquela desculpa de quem quer começar a trabalhar e “não tem experiência”.

  17. Opa! Primeira vez comentando aqui!
    Recentemente descobri algumas trilhas sonoras de filmes que têm me ajudado bastante no trabalho, principalmente quando preciso executar alguma tarefa que exija maior concentração.
    Alguém aí escuta alguma música/som específico quando está trabalhando/estudando? Se sim, o que?

    1. Gosto do silêncio.
      E isso me lembrou a história de um músico que fazia apresentações em absoluto silêncio, dizendo também ser música o silêncio, pois, a cada apresentação, a música era modificada, pois não há silencio absoluto.

        1. não recomendo orquestral… pq com certeza vai te distrair. prefira a música camerística, q tem formação de poucos músicos. daí vc pode escolher se prefere trio com piano, trio de cordas, só piano, só cello, etc. mas, dependendo da música, há momentos de muita intensidade e isso pode te distrair um tanto… se vc assina o spotify, há muitas playlists voltadas pra concentração e por gênero. pode ser interessante. esse post do ghedin sobre o assunto é altamente recomendado!

          eu, particularmente, tenho ouvido muito schoenberg (tb a obra camerística), q é de movimentos de vanguarda, então vc, ao ouvi-lo, provavelmente notará um grande estranhamento, mas é de propósito, pq eles foram além das escalas musicais tradicionais. o tal da música dodecafônica.

          o selo naxos tem bastante coisa boa dele nos principais serviços de streaming.

          1. pra ser bem sincero, o q me fisgou na música clássica são as peças camerísticas, por conta da intimidade entre os músicas (só é possível tocar bem nessas formações qdo os músicos se entendem muito bem musicalmente). depois passei a gostar mais de outras coisas, especialmente ópera. mas, cara, é preciso paciência e tempo pra apreciar, pq essas composições são de outro tempo… hj a disponibilidade do tempo e silêncio pra apreciar a música clássica diminuiu consideravelmente. mas o q eu sugiro é q se vc puder vá ver apresentações ao vivo, pq lá vc não tem saída e tem q ouvir tudo. se vc não achar enfadonho ou muito chato, é sinal q vc gosta e pode seguir adiante sozinho. há vários estilos na música clássica e dão muito ênfase as peças mais populares (conhecidas) e isso aborrece um pouco.

            ouça isso e veja o q acha (samuel barber):
            https://open.spotify.com/track/1WwslBMM73kKfjuCtlbWEE

            depois isso (claude debussy):
            https://open.spotify.com/track/5mEHVyfhuqXAGIIIv8hxcd

            e depois mais isso (erick satie):
            https://open.spotify.com/track/1jQUjKDjWsVPIYyLANEThG

            e esse aqui tb (franz liszt):
            https://open.spotify.com/track/1F3lfnKcxHE7z0fj17NIXA

            e esse aqui (o velho beethoven)
            https://open.spotify.com/track/7fYHlCAsiXw16VyAW4smR8

            geralmente recomendei o primeiro movimento e se vc gostar, continue ouvindo.

            sugiro vc ver o filme, q é estranho, mas é bom, “a professora de piano”.

        2. Não sou muito versado (até comentei isso em um post livre anterior), mas tenho umas favoritas. O que eu mais ouço são as sinfonias de Beethoven e as suítes para violoncelo de Bach (as seis).

    2. Cara, boa pergunta… Tem uns playlist no Spotify para foco, eu normalmente vou na EPC, que é musica eletrônica. E tem horas que eu vou numa de músicas para motivação… Rsrs… Que começa com Gonna Fly Now, do Rocky. É boa, muito boa.

    3. se é uma coisa que ninguém me leva a sério é música, visto que eu consigo escutar a mesma música o trabalho todo hahahahaha é motivo de piada já entre meus amigos ;D

    4. Eu geralmente opto por músicas instrumentais quando quero trabalhar/estudar. Jazz e Post-rock são alguns dos gêneros preferidos pra isso, mas trilhas de filmes e principalmente jogos também caem muito bem.

      PS: Gosto bastante da trilha de FTL pra esse propósito.

      1. Descobri que esse tipo de música me ajudava quando coloquei a sinfônia completa de O Senhor dos Anéis (!). Depois de um tempo fui pro YT, e comecei a escutar várias do Hans Zimmer (partes da trilha dos filmes do Batman, Inception, Interstellar, Piratas do Caribe…)

        Mas sempre somente instrumental. Se tiver vocal e for muito “pegada” já começo a batucar na mesa… aí não dá certo!

        1. Não mano. Não batuque na mesa. Não seja esse cara (se você trabalha com outras pessoas).

          1. Ah, no bar pode. No trabalho é treta. Atrapalha o trabalho dos coleguinhas.

          2. Ahh vai, pelo menos aquela virada na bateria, uma vez só, pode! haha
            Mas concordo, batucada na mesa tem limite quando se trabalha com outras pessoas (e sim, é o meu caso).

    5. Música é a melhor maneira pra não se distrair!
      Eu ouço muita música eletrônica quando preciso me concentrar, as batidas me levam pra outro mundo, principalmente quando estou programando.
      Recomendo as playlists da TomorrowLand ou qualquer outro festival

    6. Atividades mais corriqueiras, sim. Agora atividades mais específicas não posso ouvir um piu, perco a concentração muito facilmente.

    7. Post Rock. Papo de Homem fez um excelente post sobre o estilo e, caso tenha curiosidade, pode servir de ponto de partida pra você.

  18. Opa! Primeira vez comentando aqui!
    Recentemente descobri algumas trilhas sonoras de filmes que têm me ajudado bastante no trabalho, principalmente quando preciso executar alguma tarefa que exija maior concentração.
    Alguém aí escuta alguma música/som específico quando está trabalhando/estudando? Se sim, o que?

  19. Para min,o preço do iPhone 6s não é novidade,mas o preço do Z5 Sony sim,conseguiu ser mais alto,como assim?A novidade da semana é os planos da Tim e Oi,obrigado Whatshapp.

    1. Qual a novidade de preços abusivos da Sony no Brasil? Por sinal, quem copiou isso da Sony foi a Apple.

      1. Achei que a Sony tinha copiado da Apple,mas a questão que um aparelho da Sony,sem ser fanboy,6 meses custa 40% menos que o valor de lançamento e segundo o planejamento de aparelhos da Sony não faz sentido,aparelho nem amadurece no mercado e ela lança outro.

  20. E o preço do iPhone 6s no Brasil? Qual será? Vale à pena? É um absurdo? Diga aí Ghedin.

    1. Já foi divulgado, começa em R$ 3.999 — mas, à vista na Fast Shop, sai por R$ 3.570.

      Caro, né? Mas não muito diferente do preço americano, considerando o dólar:

      US$ 650 * 3,8 = R$ 2.470 + 7,5% (impostos) = R$ 2.655 + 6,38% (IOF) = R$ 2.835

      1. Não compensa a viagem para comprar. Mas dizer q não tem tanta diferença? Dá mais de R$ 700,00. E grande parte ocorre pelo preço surreal do dólar. Quero ver a hora que o dólar cair (ta bom, eu sei que demora um pouco), se a Apple vai rever sua política de preços por aqui.
        E você não está nada modesto hein. Depois do Mac, agora quer um iPhone de presente? XD
        Edit: ficou parecendo que o Mac foi ganhado, em parte pode ter sido por causa das doações. Mas foram pequenos os valores, acredito.

        1. Depois que acostuma é difícil querer outro, haha. Mas estou me virando bem com os celulares que as assessorias cedem para review.

          E, detalhe: o Mac foi mais questão de *economia*. Meio maluco isso, mas explicarei no post sobre ele, em breve.

      2. o modelo mais caro sai por R$ 4.889! É muita gaita por um smartphone…

      1. Sempre ouço mal deles, mas fizeram algo bem óbvio e que mostra com clareza a situação: não há nenhum plano de segmentar o produto no país, eles apenas estão mantendo uma conversão de valor em relação ao valor do produto em dólar. Talvez essa conversão seja muito alta, mas não indica nenhuma mudança de estratégia.

    2. Pior que nem dá para falar mal da Apple, já que os lançamentos das concorrentes foi bem próximo desse valor. A diferença mesmo fica por conta da profunda desvalorização dos Androids algumas semanas depois (ou como o Ghedin mostrou, até antes do lançamento).

  21. Galera, na opinião de vocês qual é o melhor serviço de streaming de musica?
    Qual vcs assinam?
    Atualmente eu uso o spotify mais estou pensando em mudar.

    1. Usava o GrooveShark, e tinha todas minhas playlists lá.
      Depois que fechou meio que abandonei.

    2. Eu uso Spotify. Já usei vários outros (Rdio, Deezer, Google Play Música, Apple Music) e preferi ficar no Spotify mesmo. O que te desagrada nele?

      1. Durante um bom tempo fui assinante do Rdio, mas o aplicativo dele para android é muito lento, tentei o deezer porem assim meio bagunçado.
        A interface do Rdio eu acho melhor que do Spotify, acho que é por isso que não estou satisfeito.
        No quesito funções, todos são quase iguais

        Alguém já usou o Tidal?

        1. Peguei o teste do Tidal. Ele é feio e confuso, até parece um beta do Spotify. Só uso pq tenho certeza que aquele é o melhor áudio.

      2. Rdio-de longe o pior em acervo.
        Deezer – confuso
        Spotify – melhor acervo, inclusive com álbuns exclusivos.
        Google Music – ótimo acervo, loja 3 em 1, pode subir seu acervo.
        Basicamente o que não entra no Google é o que os produtores não querem vender. Foi isso que percebi. Aí aparece no Spotify. Às vezes demora mais para aparecer no Google, mas aparece.

    3. Fiquei com o Spotify depois de testar vários. Excelente relação usabilidade X catálogo.

    4. Spotify! Usava o Grooveshark, fiquei no Deezer por algum tempo, mas o Spotify é muito bom.

      Se bem que o Deezer agora tem podcasts… O Google Play Music não trouxe nada de novo, e o Apple Music é confuso. Se e quando a Apple disponibilizar a discografia dos Beatles no Apple Music, aí eu vou ter que mudar pro Apple Music. É a grande ausência de todos os serviços de streaming.

      1. Sempre achei o Google meio que “tenho esse serviço só pra dizer que tenho” mas ai veio o YouTube Red, e pra não deixar as moscas, eles juntaram a assinatura, realmente, é um dos mais fraquinhos (tirando a parte que você pode colocar suas músicas lá), eu tenho o Spotify premium plano familia pra mim e pra minha mãe, mas eles não querem dar uma melhorada nesse plano família =/
        Ai to esperando pra ver a resposta do Google quando o plano família chegar, se o Spotify se manter igual eu mudo.

    5. Usava o Rdio a muito tempo atras, gostava, testei o Deezer, porem não gostei muito. Hoje em dia uso o Spotify, a unica coisa ruim é que algumas notificações não chegam corretamente, fora isso, muito bom, pago até premium.

      1. tô na mesma. sai do rdio e fui pro spotify, mas fiquei puto ao descobrir q eles têm limite de dez mil músicas no total q vc pode ter… então, qdo chega o limite, vc não pode mais adicionar mais álbuns… isso fez com q eu, agora, não tivesse mais álbum algum. apenas sigo os artistas e acabei até q gostando, pq assim ouço com mais atenção os trabalhos individualmente. sem pular de artistas pra artista. o rdio eu curtia, mas o app é desgraçadamente lento de fato. o spotify parece ter mais gente trabalhando no negócio, digamos assim.

          1. eu acho o app do rdio lento, o do spotify é super rápido, pelo menos no meu moto g1 funciona muito bem. só é lento para carregar os artistas, mas tb é lento no desktop. eles devem priorizar o carregamento dos álbuns, sei lá… o spotify tem umas coisas bem arbitrárias.

    6. acho que quando chegar o YoutubeRed por aqui será o GoolgeMusic, já que o valor pago dará direito aos 2.

    7. Já usei todos os principais serviços disponíveis no Brasil e acho o Spotify o melhor. O problema dele para mim era não funcionar com o Chromecast e agora já tá de boa. Tem alguma coisa que você não goste nele para querer mudar?

    8. Já usei todos os principais serviços disponíveis no Brasil e acho o Spotify o melhor. O problema dele para mim era não funcionar com o Chromecast e agora já tá de boa. Tem alguma coisa que você não goste nele para querer mudar?

    9. Não assino nenhum e não considero que vale a pena por usar tanta energia.

        1. Sim. Já fiz o teste e o aplicativo usa bastante energia – principalmente no wifi/4g. Por esse motivo, prefiro salvar os álbuns que gosto no smartphone e utilizar um app de música que confio (no caso, que já testei o consumo de memória, energia e processamento).

        2. Sim. Já fiz o teste e o aplicativo usa bastante energia – principalmente no wifi/4g. Por esse motivo, prefiro salvar os álbuns que gosto no smartphone e utilizar um app de música que confio (no caso, que já testei o consumo de memória, energia e processamento).

          1. Ah tá. Streaming pela rede móvel suga bateria mesmo. Como eu costumo salvar pra ouvir offline não tem impacto.

          2. Mas isso é por conta dos dados móveis, que sugam energia. O app não tem culpa de nada. Faz o que o @vagneraniceto:disqus disse.

    10. Gostava muito do Deezer. Muito mesmo. Ocorre que passei a receber propaganda e isso me deixou possuído. Mudei para o Apple Music, cuja interface é bastante parecida com a do Deezer. Mas nem tanto assim.

    11. O que mais gostei até hoje foi o Spotify, mas já usei o Rdio e o Deezer, sendo que estou usando esse último porque ganhei conta Premium e estou achando bem mais ou menos, apesar de encontrar tudo o que quero lá. Daqui um tempo, quando mudar para a Tim, devo continuar com o Deezer porque não usa da franquia quando em 3G, mas se pudesse escolher, ficaria com o Spotify.

  22. Vcs conhecem o Enpass?
    Uma excelente alternativa ao lastpass e 1password.

    1. Se eu já uso o lastpass ou 1password porque devo ir para o Enpass?

      1. Se vc já pagou pelo 1password, não fará diferença entre um e outro.
        Mas se não pagou, aconselho a testar o Enpass.
        No caso do lastpass eu recomendaria trocar pq a cada dia ele está sofrendo mais ataques. Eu diria que é questão de tempo até o pior acontecer.
        Fora isso, o lastpass foi vendido pro LogMeIn (que tem um histórico com scammers), então a melhor coisa é pular fora.

        O Enpass faz tudo o que o lastpass e 1password fazem e é mais barato. Bem mais, até.
        A versão desktop do Enpass é totalmente grátis. A versão mobile é grátis até 20 senhas. A partir daí vc precisa pagar 30,00 reais (paga uma vez e pronto – nada de assinatura como no lastpass). Achei o preço justo, tendo em vista os concorrentes (o 1pass cobra em dólar).
        O aplicativo é bem polido, rápido e estável.
        Por padrão sua senha fica armazenada LOCALMENTE. Mas vc pode, ainda assim, optar por armazenar na sua nuvem pessoal.
        A partir da versão 5.0 ele já tem extensão pra fazer a ponte entre o chrome, firefox e o aplicativo.
        Tem versões para iOS, Apple watch, Android, WP, BlackBerry, Windows metro, Mac OS, Windows desktop e Linux.

        * Pq eu não quis o Keepass: apesar de funcionalmente boa, é uma aplicação feia dos infernos. App mobile então, nem pensar. As versões que existem são pavorosas.
        * Pq eu não quis o 1password: preço. Custa 50 dólares. Com a nossa moeda desse jeito, a compra fica proibitiva.

          1. Tem ferramenta pra migração.
            Exporta tuas senhas pelo lastpass.
            Importa pelo enpass.

          2. Tem ferramenta pra migração.
            Exporta tuas senhas pelo lastpass.
            Importa pelo enpass.

          3. só tenho uma dúvida, não da pra acessar pelo navegador não? tem que instalar o app?

          4. instala o app e um extensao p firefox e chrome. Ai vc acessa pelo navegador.

          5. HANDS ON:

            Já estou testando. Não estou gostando muito da extensão do Chrome. A extensão do 1password é muito superior, mas devem melhorar em breve, já que só recentemente criaram uma. Agora falta testar no Android.

        1. hmmmm uma boa, eu uso o Lastpass no navegador, usava o 1password, porem, é EXTREMAMENTE caro, então abandonei, até porque na época para instalar e configurar o app no android era muito complicado… enfim, o Lastpass ta me atendendo muito bem, mas se você ta dizendo que é bom, fora o fato de você pagar 30 dilmas e não precisar pagar mais nada, o que é um atrativo muito bom, vou dar uma testada.

        2. Uso Lastpass e estou considerando mudar. Contudo, já utilizei o Dashlane e o aplictivo consumia preciosos recursos no PC. Uma lástima, o app até que era bonitinho.

          Vou dar uma olhada nesse aí.

    2. Interessante isso daí!

      O 1password é muito bom, apesar de ser limitado a 25 contas salvas na versão free, além do app para android nem sempre funcionar o auto preenchimento. Vou dar uma pesquisada a respeito desse.

  23. Eai pessoal, como vocês estão?
    Vim fazer uma sugestão, de que se possível Ghedin, você tocasse em alguns assuntos sobre a NASA, porque a gente não tem nenhuma “NASA Brasil” pra veicular umas informações legais sobre coisas do tipo, ou até se souberem algum site relacionado, sugerirem pfvr, valeu!

          1. É só passar pelo paywall com uma conta do Google+.
            O Salvador é o único autor desse tema que leio em português e é bastante legal. Interage nos comentários de forma educada e responde dúvidas: põe ‘você-sabe-quem’ no chinelo, a meu ver.

    1. Tem o Cardoso que fala sobre exploração espacial no Meio Bit.
      Embora nem todo mundo goste dele, é a única coisa que me faz acessar o MB ainda.

    1. Fiz uma vez, mas nem lembro o resultado… Acho que um contra desse teste é o tamanho dele — a única coisa de que me lembro é de ter demorado horrores para terminá-lo.

      1. Isso é sobre a história do teste em si, mas para saber o porquê dele não ser cientificamente válido esse do Vox serve: http://www.vox.com/2014/7/15/5881947/myers-briggs-personality-test-meaningless

        O meu deu INTJ, mas como o próprio texto diz isso não é confiável, até pela sugestão do teste de “não responder como você deseja ser e sim como é”…uma metodologia bem frágil. Como vou saber se não estou querendo fazer tipo de cientista/programador já que sou dessas áreas?

    2. De todos os testes de perfil que já fiz, este foi o que achei mais interessante e os resultados mais condizentes. Bateu 90% de como me enxergo e como as pessoas me enxergam. Este vídeo do Stephen Colbert sobre o teste é sensacional: https://www.youtube.com/watch?v=r36wnaSqJtw

    3. INTP aqui. Sim, ele não tem base científica nenhuma, mas é muito divertido! No meu mundo ideal as pessoas parariam de falar de signos e falariam de MBTI.

    1. Bateria, processador, entrada para cartão sd, tela, S Pen sem problemas e muitas outras coisas.

    2. Tem o preço absurdo para um telefone de somente 32gb de memória, sendo que existe a versão com 64gb lá fora que a Samsung não vai vender. Simplesmente um acinte.

      1. Pensando sinceramente em pegar o 4, tendo em mente que hoje tenho o Samsung S3 Mini

    3. Um ano , além das evoluções, trouxe desvantagens ao Note 5. SD, bateria removível e por aí vai

    4. Um ano , além das evoluções, trouxe desvantagens ao Note 5. SD, bateria removível e por aí vai

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