Post livre #350

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331 comentários

  1. Nada a ver com tecnologia, mas preciso de ajuda do grupo que frequenta aqui: o que vocês recomendam de desodorante que não destrói a roupa? O que eu uso aqui deixa uma crosta nas camisetas.
    Tô procurando presencialmente algo que não seja aerosol. 🙃

    1. Uso o Dove Men Care, é bem suave.

      Ouvi falar que tem um tipo de desodorante q é em cera/barra.

      Aparentemente ainda não vendem por aqui

    2. Eu uso o herbissimo, que eh um desodorante em creme num pote de 55gramas. Voce pega e passa com o dedo mesmo. Eh bem barato, inclusive comprei 5 no mercado livre por 20 reais, e mesmo com frete saia mais barato que todos os outros. Tem um de antitranspirante, e outros tambem com cheiro que tb deve funcionar. Pra mim o antitranspirante funciona e não marca nada. Ainda eh legal que eh marca brasileira, então o preço não deve subir com dólar e ajuda o mercado Nacional.

      1. eu uso também, apesar de ter subido de preço consideralmente nos últimos 2-3 anos (em porcentagem, claro) continua valendo muito a pena, e na farmácia perto de casa custa +/- 5 reais e dura muito

      1. Exato. Inclusive o pessoal fala mal de roll on, mas eu uso faz anos sem problemas, basta deixar secar.

      2. Não é o caso. Eu uso um Rexona Clinical que não é molhado. E mesmo aplicando com a axila bem seca e garantindo que ao vestir a camisa não tem umidade, isso ocorre. E olha que eu transpiro muito pouco. 😞

    3. Eu odeio antitranspirante, eu usava os desodorantes da AXE, mas de uns anos pra cá eles só fabricam antitranspirantes. :/

  2. No último post livre, uma pessoa havia perguntado sobre como ajudar uma pessoa idosa a acompanhar as fases da lua pelo celular de um jeito fácil. Só vi depois que o post fechou, então deixo aqui minha sugestão!

    Existem sites que mostram diariamente a fase atual da lua. Uma solução relativamente simples é adicionar um atalho na tela incial do celular direto para a página do navegador.

    Um exemplo desse tipo de site:
    https://www.calendarr.com/brasil/lua-hoje/

    E um passo a passo de como adicionar o atalho na tela inicial (desculpe Manual se tiver essa info aqui no blog!)
    https://tecnoblog.net/responde/como-criar-um-atalho-no-android-link-para-site/

    Depois disso, o atalho fica na tela inicial, semelhante a qualquer outro app. Basta a pessoa clicar quando precisar consultar que o site abre direto na página específica.

    Pode não ser tão fácil quanto ter essa info direto no app de calendário/agenda, mas espero que ajude!

  3. Faculdades e universidades são muito abusivas na captação de alunos.

    Explico

    Estou procurando uma graduação EAD, mas toda instituição q encontro pede praticamente um dossiê completo… sendo que nem sei se tenho interesse em realmente estudar ali. São muitos dados para algo que nem é certo

    1. Hoje tem vários vídeos no YouTube e cursos online gratuitos que permitem você aprender bastante sem precisar se inscrever em algo. O ponto é a comprovação de conhecimento.

      Sei que tem faculdades que fazem o chamado “certificação por competência”: você faz a prova, mas só terá a informação no certificado que a aprovação se deu por “competência” (estudo e experiência própria). Em São Paulo, o Centro Paula Souza (responsável pelas Fatecs e Etecs) é uma das bases onde você pode fazer as provas https://www.cps.sp.gov.br/etec/certificacao-de-competencias/

      As formas de certificação por competência você confere aqui: http://portal.mec.gov.br/rede-certific/modalidades-de-certificacao

    2. fora que sempre pedem e-mail e telefone, eu sempre coloco uns aleatórios só pra saber o valor

    1. Bem interessante mesmo, eu me lembro que tem uns textos por aqui que comentava que havia um declínio de redes públicas como twitter e facebook pra redes mais contidas, como grupo de whatsapp e discord.

      Eu me incluo nisso também, parando pra pensar, a “rede social” no sentido mais literal do termo – que mais uso mesmo é um grupo do discord, onde jogo bastante com os amigos, e o grupo do whats pelo texto.

      (Fora isso só o mastodon, mas não é tão movimentado rs).

      Acho que deve ser questão de reação mesmo, é difícil querer usar uma rede que muito visivelmente faz mal.

    2. Gosto de pensar no fato que tudo no final é questão de como nos reunimos como humanos em uma sociedade. A critica de um dos alunos sobre o tal clube ser classista tem disso: muitas vezes fazemos grupos pensando que somos melhores que outros. E por aí vai.

      De fato, redes sociais meio que detonam a auto estima de muitos. Mas não sei se um clube pode ser a melhor forma de fazer a sociedade mudar seus comportamentos. Talvez o critico esteja certo: montar um clube para dizer que “redes sociais são uma droga” sendo que o clube é uma forma social, meio que cria uma rusga.

      Buscamos aprovação e atenção. O que antes era – nas sociedades antes da tecnologia – mais voltadas a grupos pequenos e familiares, hoje é escalonado. O “ter um milhão de amigos” é sinônimo de ser alguém legal (ou não).

      Porém claro isso que falei no último parágrafo é uma construção social atual. Mas se é bom? Sei lá. Da mesma forma que hoje é fácil rápido ter o tal um milhão de amigos (fácil só se a pessoa comprar ou ter um carisma gigante), é também fácil e rápido perde-lhos. Basta fazer algo fora dos padrões aceitos da sociedade (ou legais, dependendo das condições) e a pessoa se torna uma cancelada, alguém que no máximo vai ser entendido por outros “cancelados”…

      Acho que divaguei demais…

      E em tempos, uma crítica boba:

      depois conheceu alguns adolescentes que a ensinaram a pintar com spray em um pátio de trens de carga no Queens

      Céus, isso lá é algo relevante socialmente?

      1. Sim, mas se reunir em um inofensivo clubinho me pareceu um modo pacífico para os jovens se encontrarem, darem apoio a si mesmos e elaborarem algo que ainda não está consolidado e ao mesmo tempo em que negam o que lhes é oferecido pelos homens mais ricos do planeta e do estilo de vida da maior parte do mundo ocidental. Fazendo o que qualquer pessoa fazia há vinte anos atrás (antes delas terem nascido).

        Sindicatos, ONGs e partidos políticos também nasceram de pequenas dissidências inconformadas com o que estava estabelecido. Fiquei curioso com os possíveis desdobramentos.

        1. Bons pontos. Mas tipo, observando o Brasil, aqui há parte de pessoas que não usam tecnologia por causa da pobreza. Meio que em mente, comparo eles – que já vem de culturas um pouco mais “ricas” – com nossos jovens aqui, que nem biblioteca em bom estado tem em alguns lugares, ou espaços para se divertirem.

          Uma coisa que me passa a cabeça é justamente pegar esta galera e convida-los para conhecer essa gente.

          Um PS bem grande que ainda fico encucado é com o trecho que pincela sobre pixação. Se em um clube ludita tem este tipo de visão sobre um crime, meio que torço o nariz.

  4. Tenho 13,5 GB de e-mails na minha caixa de entrada pessoal (desvinculada do Manual). Há mensagens ali bem antigas, desde 2004.

    Alguns meses atrás li um post de blog (perdi o link, desculpem-me) em que o autor argumenta que é legal limpar com mais critérios a caixa de entrada. Ele argumentava que não via sentido em manter, por exemplo, notas fiscais e recibos de serviços antigos. Que, na real, a maioria dos e-mails é dispensável, e que mantê-los no arquivo gera mais problemas do que benefícios — o risco de exposição caso o acesso à conta seja comprometido, por exemplo.

    Vocês se atentam/cuidam disso? Ou nem ligam?

    1. Eu arquivo menos de 5% do que recebo e apago o resto hoje em dia. Documentos e notas fiscais acabo jogando numa pasta do iCloud separando por tipo. Já fiz uma limpa de mensagens com anexos grandes há algum tempo, mas confesso que tenho uma certa preguiça em peneirar e apagar as mensagens antigas. Também costuma render pouco por razões afetivas. Quando começo a organizar sinto como se tivesse aberto umas caixas no armário, me perco lendo coisas que nem lembrava mais e vendo mensagens de gente que perdi o contato. Meu email principal tem 20 anos já.

    2. Eu gosto de fazer uma limpa no final do ano. Crio um filtro para todos os recibos, aí vou lá e apago todos eles depois de um tempo. São justamente recibos de coisas mais simples e que não fazem mais sentido. Normalmente são e-mails automáticos e deixam de ter importância depois de um curto período.
      Também apago alguns e-mails sem tanta relevância logo depois da leitura.

    3. Eu queria não ter que lidar com isso, mas o Google já está me avisando que estou chegando no limite, e que posso não receber mais e-mails devido ao armazenamento cheio. Vou ter que passar pelo processo moroso de excluir e-mails antigos pra liberar espaço porque me recuso a pagar o armazenamento do Google, já que estou no ecossistema Apple. Essa é minha única preocupação agora.
      A questão da privacidade em caso de exposição é grave, mas prefiro me iludir com uma suposta sensação de segurança com as medidas básicas de acesso (2FA e etc) pelo bem da minha sanidade mental.

    4. 2tb de iCloud. Jogo recibos em uma pasta e deixo lá. Com o armazenamento tão barato hj isso deixou de ser um problema.

    5. Eu já fui de guardar tudo, mas acabei desencanando. Nunca precisei resgatar um email deste tipo, só ocupava espaço.

      Hoje se preciso guardar alguma coisa importante uso algum drive. Tirando as newsletters pendentes de leitura, meu email é zerado.

    6. Arquivo tudo assim que leio (até mailmarketing)
      Acho mais fácil do que ter parar pra pensar em cada mensagem se devo arquivar ou excluir. Talvez seja papo de acumulador digital, mas emails antigos já me salvaram diversas vezes.

    7. Recentemente eu deletei praticamente todos os meu emails, o que é documento importante, foi salvo, de resto tem baixa relevância.

      Nesse mesmo tom, deletei dezena de gigas de fotos do meu Google photos, toda foto que eu não tivesse vontade de ter impressa foi excluída.

      A gente chega a ter tanto de tudo, que nunca nem olha e nem lembra que tem.

    8. Esse caso dos e-mails “burocráticos” é interessante porque as plataformas de e-mail poderiam criar uma espécie de “tabela de temporalidade” pessoal, pela qual mensagens como essas de recibos, passagens aéreas, ingressos, notas, etc poderiam ser automaticamente excluídas a cada X anos (ou reunidas para serem revisadas e excluídas uma vez por ano).

      Porém, fazer isso na unha gera um trabalho que me dá uma preguiça…

    9. Eu tinha a política pessoal de guardar tudo. Mas esse ano vou fazer um limpa.

      Poucas vezes precisei de algo e se precisa, não vou lembrar de buscar no e-mail. Fica só ocupando espaço e uma fonte a mais de informações em caso de cair em mãos erradas. Fora que o Google fica vasculhando tbm, então mais um motivo para eliminar

    10. Lendo aqui eu penso que deveria, mas sinceramente nem ligo.

    11. Tenho filtros no Fastmail para etiquetar e-mails. E de acordo com a etiqueta, tem uma regra pra excluir tudo em x dias/meses/anos. E-mails de delivery (seja comida, código de rastreamento) ficam 15 dias. Já e-mails com contas, invoices e
      recibos 1 ano (se é algum equipamento caro eu arquivo o invoice em outro lugar). Notificações de sites como flickr, LinkedIn guardo por 30 dias. E por aí vai.

        1. Dá um certo trabalho, mas dai tu não fica acumulando lixo, facilita quando vai pesquisar por algo também. Não tem porque ficar guardando aquele ‘sua pizza saiu para entrega’ por 500 anos :P

    12. e-mails pesam tão poucos que nem me preocupo tanto.

      o que faço é uma vez por ano filtrar por tamanho, aí vou excluindo, e o que for útil salvo em outro lugar e depois apago.

  5. Pessoal, onde é que vocês vão pra achar bons wallpapers para telas ultrawide?
    Queria dar uma renovada pra marcar a virada do ano mas não to achando muito fácil encontrar coisas com a resolução certa

      1. Eu gostava do wallhaven mas agora só tem print de jogo, anime e kpoper =/

      2. WidescreeenWallpaper é maravilhoso! Difícil escolher um só pra deixar no fundo

    1. O Unsplash (https://unsplash.com/) tem muitas boas fotos, e bem variadas, em resolução alta o suficiente para servir de wallpaper em telas ultrawide. Só não vão estar na proporção exata, o que é simples de contornar configurando o wallpaper como “fill screen” ou “center”.

  6. Pessoal, recebi muitas dicas boas no Post Livre #320 quando pedi indicações de lugares para conhecer em SP. Um agradecimento especial ao gabriel e ao Ligeiro.

    Dessa vez, gostaria de pedir indicações para o Rio de Janeiro, RJ. Vou ficar lá do dia 13/02 ao 28/02.

    Estou me planejando pra passar em Arraial do Cabo e tava pensando em ir pra Ilha Grande também.

    Fraterno abraço :)

    1. Vale muito a pena conhecer o Museu de Arte do Rio, Museu do Amanhã, Feira de Antiguidades da Praça XV (sábado de manhã), Jardim Botânico,

      Confere o que vai ter de exposição no CCBB também. Se puder fazer alguma tour (tipo do Sou+Carioca ou do Instituto Rio Antigo) recomendo, especialmente a tour da Pequena África.

      Pra bares hipsters Botafogo. Pra bares caros/burgues safado é Leblon. Os locais mais lgbt+ friendly tão em Ipanema. Pra bar turista é Copacabana e pra bar pé sujo é Lapa.

    2. As dicas da Julia tão ótimas, assino embaixo. Um detalhe (que certamente você deve estar ciente, mas só reforçando) é que nesse período de carnaval se deslocar no Rio e daqui para cidades vizinhas fica um pouco mais complicado. Leve em conta a possibilidade do engarrafamento!
      Não sei se você pretende passar o carnaval aqui ou em Arraial/Ilha Grande; se ficar na cidade fique atento aos blocos de rua e dê preferência ao metrô. O Rio fica um caos nessa época, mas se você curte o carnaval (eu curto!) vale a pena o perrengue. Aqui tem duas agendas com alguns dos blocos e festas que vão acontecer nessa época, antes, durante e depois do carnaval:
      http://www.lacumbuca.com/2023/01/pre-carnaval-2023-blocos-e-ensaios-no.html
      https://diariodorio.com/agenda-dos-blocos-de-rua-do-rio-de-janeiro-em-2023/
      Se a intenção não é curtir o carnaval, minha sugestão é passar esse período mais intenso (do sábado 18 à terça 21) fora do Rio, mas sabendo que tanto Arraial quanto a Ilha estarão lotados e se planejando bem pra não pegar o pior do trânsito. Se ficar por aqui, aí é prestar atenção na programação dos museus e atrações e nos horários e rotas dos blocos.

    3. Fico lisonjeado. Estou vendo as dicas para o Rio. Espero que um dia que eu for lá possa conhecer os lugares. Boa viagem!

    4. Recomendo o óbvio: suba o Pão de Açúcar de bondinho. :)

      1. ou se gostar de trilha, suba de trilha e desça de bondinho, hehe

        1. Já fiz isso. Quando fiz, a descida do bondinho não era cobrada. :)
          Mas a trilha só chega no Morro da Urca, vale subir o segundo bondinho até o topo.

    5. Muito obrigado, Julia, Iara, Ligeiro e Paulo! Vou tentar organizar um roteirinho.

      Ainda não sei aonde exatamente vou passar os dias exatos do Carnaval, mas certamente vou tentar dar uma equilibrada entre os rolês mais turísticos e os mais alternativos :)

      1. Antes que feche, tava pensando aqui. Não conheço o Rio (na verdade só fui duas vezes mas nem vi a cidade em um todo direito, só fui visitar uma amiga). No entanto, sei que o sistema de transporte lá é bem diferente e menos integrado que São Paulo. Tente se informar mais sobre os passeios que vai fazer para poder planejar os custos e tempo dos ônibus e/ou trens/metrôs. Lembrando que lá tem a presença das vans também.

        1. Cara, minha experiência com transporte público no Rio, quase que exclusivamente Centro/Zona Sul/Barra, é a melhor possível. Bicicletas compartilhadas incluso. (Btw, passeio de bike laranjinha na orla da zona sul é tudo de bom.)

          Duas pequenas ressalvas: 1. Informe-se sobre os trajetos onlne, jamais peça informações a motoristas de ônibus ou funcionários a CET-Rio; 2. os motoristas de ônibus após as 22h começam a fazer cosplay daquele filme Velocidade Máxima.

    6. Arraial do Cabo e Ilha Grande são pontos opostos, vc deveria começar em um terminar no outro, com a cidade do Rio entre eles.

  7. Por influência do MdU passei a utilizar leitores RSS e tem sido maravilhoso redescobrir esse protocolo(?). Pra Android uso o Feeder (código aberto), mas infelizmente ele não tem widget. Dentro dessas características, existem outras opções?

    1. O Feedly tem widgets. No plano Free tu pode acompanhar até 100 sites no app deles, mas para colocar os sites que tu mais visita e acompanha já tá de bom tamanho.

      1. Então, o Feedly me pede um login e a política de privacidade deles é um tanto quanto turva. É complicado, parece que ou a gente vende nossos dados ou se contenta com aplicações inferiores.

  8. Preciso de um ld1117adt33t, é um regulador de voltagem (voltage regulator). Alguém poderia indicar lojas para comprar esse tipo de componente?

      1. Alguma dica para realizar a compra nesse local sem pagar 35 dólares de frete?

        1. Putz… 35 dólares de frete?! É melhor comprar um caminhão desse componente pra valer a pena uahuahuahau
          Foi mal, eu achava que a entrega era local pq eu sei que tem alguns pontos de distribuição no Brasil… talvez não tenham esse componente em estoque local… vai saber.

          Procura por “componentes eletrônicos” no buscador. Tem muitas lojas online com componentes que parecem similares (meu conhecimento de eletrônica é bem pouco e dediquei um total de zero minutos pra ler as especificações desse componente pra avaliar se os outros que encontrei que parecem similares).

          Geralmente eu compro na filipeflop.com.br mas lá eu não achei (pelo menos não buscando por esse nome).

          Sorte na pesquisa!

          1. Sim, mouser é uma bosta nesse sentido. Preciso de um trafo para fazer uma réplica de Bit Commander e só aqueles desgraçados que possuem a peça.

  9. no embalo do comentário abaixo sobre os anos de auge da blogosfera brasileira, citem aqui os blogues de que vocês mais sentem falta

    e citem também os sobreviventes que vocês ainda seguem

    (saudosismo e nostalgia são sempre problemáticos, então não é o caso de romantizar esses tempos, já que eles eram bastante problemáticos — contudo, sempre vale a pena lembrar deles)

    PS: lembram disso? https://www.malvados.com.br/blogosferabrasileira/

      1. Cara, obrigado por desenterrar da memória o Di Vasca… Já scrollei umas 20 páginas do blog dele rindo sem parar!

    1. Os blogs que mais curto são os de quadrinhos. Tem o Mentirinhas que eu acompanho desde o começo (e guardo com carinho minha foto segurando o choro ao lado do Fábio Coala), o Will Tirando do Will Leite, o Como Eu Realmente do amorzinho da Fernanda Nia, e também o Um Sábado Qualquer, do Carlos Ruas.

      E não tem como não mencionar o IMORRÍVEL Ah Negão. Sério, o que o Joe conseguiu fazer pra se manter firme e forte como um dos últimos blogs de humor é digno de estudo e premiação.

      1. Ah Negao eu visito todo dia. As coletâneas viraram o carro chefe do blog

      2. Fábio Coala fez a graphic novel do Horácio, o dinossaurinho do Maurício de Sousa. É linda!

        1. A tal foto que eu quase chorei foi com ele autografando minha graphic do Horácio no lançamento 🥹

          1. Só fui conhecer o trabalho dele a partir do Horácio – assim como com vários outros bons autores dessa série da MSP, como o Camilo Solano, Cris Eiko/Paulo Crumbim, Orlandeli, Jefferson Costa…

    2. Os blogs de investimentos
      Alem da poupança, tinha o pobreta que não lembro o nome. O cara aplicava tudo em Eternit. Daqueles oq ainda vive é o Tetzner.

      Dr Pepper era bem legal

      Tinha um cara q postava uns contos eróticos tbm. Gabriel alguma coisa, o cara escrevia bem, mas o fandom maluco rastreava ele kkkkk.

      Ah o nerdmaldito! Acho que está na ativa até hj

      Como era simples a vida nos blogs. Acho que migrou para o podcast essa sensação de comunidade

    3. Sinto falta do ZTOP (hoje Interfaces.News, focado como newsletter). Era legal a interação do Henrique e do Nagano e o jeito do blog era legal de ler e acompanhar.

      Dos de humor como citado pelo Pierre, só tenho acompanhado o Will Tirando (as últimas sobre a política brasileira estão demais – principalmente esta aqui). Boa parte do humor BR é muito reaça (Dr Pepper salvo engano foi punido por comentários preconceituosos).

      Peguei asco de Kibe Louco (o Antônio Tabet, hoje no Porta dos Fundos) e CocadaBoa (do Wagner Cabral, que tinha uma mania de fazer pegadinhas com notícias falsas).

    4. Me lembrei, de uma época um pouco anterior à ascensão dos blogs, do e-zine CardosOnLine. Batiam ponto lá Daniel Galera, Clarah Averbuck, Daniel Pelizzari e alguns outros autores que construíram carreiras de respeito.

    5. um que eu particularmente gostava era o Sedentário Hiperativo, que fazia uma boa curadoria da web da época

      é curioso porque há esse tipo de perfis de curadoria em todas as redes sociais, mas hoje num nível muito mais frenético e sufocante

      sem falar no caráter aberto da web: as plataformas fazem de tudo para que você não saia delas hoje

  10. Comprei um chip da Vivo e eles simplesmente não aceitam meu CPF no cadastro. Não vejo nenhum motivo para isso acontecer. Já aconteceu algo assim com vocês?

    1. Não deram explicação? Se tentou isso por atendimento automatizado, tente ir a uma loja e falar com um atendente de carne e osso.

      1. Aqui no interior não tem loja oficial da Vivo. Comprei o chip numa farmácia. Quando eu tentei cadastrar meu CPF, aparecia uma mensagem de erro. Sempre. Quando eu ligava para aquelas ligações automatizadas e digitava o meu CPF, a ligação caía.

        Minha namorada colocou o CPF dela apenas para testar e funcionou. Mas daí não conseguíamos mais alterar o CPF para o meu sem irmos a uma loja da Vivo (que não existe onde eu estou). No fim, decidi desistir do chip e comprar um novo.

        Mais uma vez meu CPF não pegava, e a ligação caía quando eu digitava o meu CPF. A solução foi a minha namorada fazer uma ligação usando o CPF dela e pedir para a atendente cadastrar o chip com os meus dados. Funcionou depois de várias horas de dor de cabeça, kkkkk.

        Pedimos detalhes sobre o porquê do erro, e a única informação que a atendente deu foi que “pode ter sido só um erro do sistema”. Eu nunca usei chips da Vivo antes.

        Agora estou com um outro chip no nome dela que não servir de nada. =)

    2. Pode ser que já tenham feito algum cadastro com seu CPF, de forma ilegal.

      1. É uma possibilidade, realmente. Vou tentar verificar isso.

      2. Já aconteceu exatamente isso comigo. O atendente da loja física da operadora foi quem conseguiu verificar qual era o erro. Tive que registrar B.O. numa delegacia para conseguir que liberassem meu CPF na operadora.

          1. Vixe, isso foi em 2010, quando migrei de operadora… Baixei numa elegacia de polícia civil e fiz esse BO informando que meu CPF havia sido usado para registro do celular número tal, linha essa ativada no dia tal, no município XXX (era no interior do Piauí!) e que eu não reconhecia esse registro e jamais havia estado nesse município. Mais para me resguardar de qualquer cobrança que pudesse aparecer.

  11. pessoal, comecei a trabalhar como PJ, não gosto muito da ideia mas.. queria saber se recomendam algum serviço de contabilidade para abrir uma ME

    1. Já viu a Contabilizei? Pelo que eu ouço falar, é a mais usada pelos PJs e MEIs.

      1. dei uma olhada, os valores que eles cobram são bem autos para algo que deveria ser simples e praticamente automatizado

        dando uma olhada no Agilize, eles tem uma mensalidade de R$99 enquanto o Contabilizei é de R$370

        1. Eu já utilizei a Contabilizei e atualmente estou com a Agilize.

          Tenho o plano mais básico e tenho gostado bastante do atendimento deles.

          Na Contabilidade online é comum cobrarem por serviços “extras”, como alteração de contrato social, por exemplo, mas muita coisa aqui na cidade de São Paulo eu consigo fazer direto pelo site da Rede SIM sem precisar pagar esses extras.

          1. Acho que vou fechar com a Agilize mesmo, o meu problema agora é com o endereço, estava correndo atrás de um endereço virtual pq eles não oferecem o serviço de abertura onde moro

        2. Já fui cliente da Agilize há um tempo e recomendo ficar bem atento eles cobram bastante coisinhas extras, tipo atualizar algum documento, emitir algum certificado, inclusive quiseram cobrar uma vez a correção de um documento que foi erro deles.

    2. Eu uso a Contabilizei e é um bom custo benefício dentro do que se propõem.

      Caso você seja MEI, não é necessário pagar um contador, mas é preciso ter um pouco de organização para pagar a DAS em dia, emitir as NF-e no sistema da sua prefeitura e enviar o relatório anual no prazo certo.

      1. dei uma olhada, mas me pareceu muito caro para abrir uma ME, não posso abrir MEI por conta do valor que excede. qual o custo da sua mensalidade?

        1. Dá uma olhada no QIPU, é so Sebrae, ou uma parceria, não sei direito. Eu sou MEI e uso a versão grátis. Funciona bem.

          Pra ME tem que ser a versão paga, mas dá pra conversar com o atendimento e ver a melhor opção pra vc.

    3. sou contador, se quiser conversar fala comigo no: contabil@wsant.com

      já adianto que não é tão barato quanto o agilize, mas também não é caro como o contabilizei

  12. Galera, qual a forma mais simples de compartilhar links entre um smartphone android e outros dispositivos (no caso um notebook e um desktop), sem ser usando um navegador?

    Obs: pergunto porque, alguns navegares mais leves e minimalistas como o DuckDucoGo ou o Via não tem essa opção. E outro dia, tive que fazer uma limpa no cel da minha mãe, que é velho e bem simples. E acabei removendo o Chrome porque ele comia muito espaço e o cel tem memória pequena.

    1. Firefox e Vincular ao Telefone são 2 opções que eu uso.

    2. Bom… Você pode usar algum app de mensagens que já esteja sendo usado antes, como o Whatsapp ou o Telegram. Outra opção é o xBrowserSync, que é o app leve no celular e uma extensão de navegador no PC.

    3. procura por KDE Connect (tem que estar no msm wi-fi), eu uso para mandar links, arquivos, e usar o ctrl c + ctrl v entre os dispositivos

      1. +1 pro KDE Connect, que funciona em qualquer LInux (não apenas os que usam KDE Plasma), Windows, Mac OS, Android, iPhone e Sailfish OS :O

        Página da aplicação tem mais informações e links pra download https://kdeconnect.kde.org/

        1. (Esqueci, e tem suporte a OpenVPN, que permite aos dispositivos estarem em redes distintas)

          1. Valeu pelas indicações galera. Vou testar essa extensão e os apps de mensagem e ver qual é melhor. Não é pra mim, é pra minha mãe. Então tem que ser algo mais de boa de usar. E ela não usa tanto não.

            É mais pra enviar links de notícias, receitas etc. que as vezes ela prefere ler no pc, por causa da tela que maior.

        2. +2

          também pode fazer as frentes de mouse e teclado pelo touch do smartphone.

    4. A maneira mais simples simples mesmo é usar o próprio Whatsapp pra isso (em uma conversa com si mesmo, ou outro grupo), levando em consideração que certamente você tem o Whatsapp e que provavelmente tem o Whatsapp Web no PC. Aí não precisaria instalar nenhum outro app adicional.

    5. Cara, sendo para mãe acho que o mais fácil é o firefox sync, já vem no browser e não precisa instalar nada, ela só precisa enviar o link para a outra instância (?) do navegador ou forçar a sincronização, assim o endereço em questão aparece em todos os históricos sincronizados.

    6. No Chrome tem um botão de compartilhar na barra de endereços, ao lado da estrela do Favoritos. Simples, rápido e prático.

      1. Eu uso o Pushbullet pra espelhar as notificações do celular pro PC. Escolho os apps que podem ter acesso e funciona bem.

        Pra enviar links, documentos, e imagens eu criei um grupo pra mim mesmo no Telegram, chamado “Bloco de Notas” (Ohhh, que criativo), com ícone e tudo. E ainda coloquei um bot pra fazer as transcrições de áudio. Quando alguém manda um áudio de 1:30 no WhatsApp, seleciono o áudio, toco nos três pontinhos > Compartilhar. Vai aparecer o abrir com, seleciono o Telegram e mando pro meu grupinho. Nunca mais me incomodei com áudios longos 😅😅😅.

        Ah, e no Pushbullet também dá pra enviar link, documento e imagens. Mas tem limite de tamanho na versão Free.

    7. Pra isso eu tenho usado o raindrop (raindrop.io). Funciona como app ou acesso via site também. Dá para ordenar em pastas e compartilhar links e pequenos arquivos. Achei bem útil pra acessar a partir de computadores de terceiros.

  13. povo, descobri faz uns dias que, se eu acessar meu IP público, dou de cara com a tela de login do meu roteador e não estou sabendo como bloquear, alguém tem alguma ideia ?

    1. Testa “de fora” (via celular 4G por exemplo). Se ele não der isso de novo, então é porque você entrou por dentro da sua rede. Se testar por fora e der na tela, procure a opção “remote config” (configuração remota) e desative-o.

      1. ufa, era isso mesmo!! já estava pensando no pior aqui de acessarem meu roteador e configurarem alguma coisa.. pior que ele já é meio velhinho, então atualização de segurança nem tem mais

        1. Não compensa pegar um outro roteador agora ou é de operadora?

          Outra coisa: se for um roteador seu, um OpenWRT ou DD-WRT não compensa não?

          Se eu tivesse um sobrando, até dava, mas os que eu tenho são bem mais antigos. Até tem um que comprei ontem, mas é para um familiar.

          1. estava dando uma olhada aqui, e parece que consigo instalar o OpenWRT (DD-WRT não tem suporte), vou parar um dia para tentar fazer isso, mas antes, quero configurar um outro roteador parado como backup em caso de algo sair do previsto kk

            obrigado pela disponibilidade Ligeiro!! mas esse ano esse roteador ainda deve me atender, vou tentar juntar uma grana para comprar um roteador já com o OpenWRT (aqueles projetos open-source)

          2. meu receio de instalar o OpenWRT é que, ele é muito complexo de configurar para quem entende pouco de rede como eu

          3. Eu usei até a versão 18. Como não tenho mais roteador próprio, acabei enferrujado. Mas basicamente é assim:

            – O OpenWRT não tem bem uma “autoconfiguração”, mas geralmente as instalações dele vem já pré ajustadas para o modo comum de um roteador (uma porta wan, outras portas lan, wi-fi pode configurar a parte).
            – De fato precisa ter alguma noção de rede pois ele trabalha baseado na terminologia mais técnica, não sendo muito óbvio e básico. Para ajustes mais complexos, requer ir pesquisar sobre um pouco.
            – Mas basicamente você só vai precisar configurar o tipo de porta WAN (a entrada da internet), o tipo de rede LAN e em quais portas do roteador vai usar (sim, ele permite este tipo de configuração) e como será a configuração WLAN (wireless). Não é como configurar um TP-Link novo, lembra mais roteadores beeem mais antigos, com menus bem simplificados e diretos. Mas dá para se virar.

            O melhor de tudo é que mexer com o OpenWRT ou DD-WRT já te dá alguma noção melhor de rede, pois é obrigado a saber algumas terminologias. :)

  14. Após “escrolar” até o fim da página, me deparei com isso:

    “2013–2023 — CC BY-NC-SA 4.0”

    Poxaaa… 10 anos de manual já. Lembro que antes desse puxadinha (no bom sentido, claro), era só mato.

    A principio, vocês lembram como conheceram o Manual?

    Eu conheci através do Medium. Tinha umas publicações na língua “brasileira” (ou português melhor dizendo, rs) e em uma dessas fui para no texto sobre o flogão – escrito pelo Ghedin, claro – aí fiquei curioso para saber mais sobre os materiais da pessoa que escrevia. Click, Click, Click e agora estou aqui com vocês, colegas de internet, neste POST LIVRE.

    1. Acho que acompanho o Ghedin desde o WinAjuda, Tecnoblog, Gemind, Gizmodo e agora aqui. (perdão o incômodo!).

      De fato o tempo passa. Acho que o Manual começou como um podcast, não? salvo engano. Bem, deve ter a história, só pesquisar, mas já são meia noite e a preguiça bateu. :)

      1. Já havia visto o Winajuda mas comecei a acompanhar desde o Gizmodo. De lá para cá fiquei cada vez mais interessado em privacidade online e segurança na internet. Agradeço pelos anos todos colocando esses assuntos em pauta Ghedin!

    2. Gemind, eu ouvia o podcast porque eu achava bonito o logo de nuvem =D

    3. Comecei a ler o Ghedin/Manual do usuário na época do boom da blogosfera brasileira…

      1. mas espera

        o boom da blogosfera brasileira não foi exatamente antes do surgimento do MdU? eu sinto inclusive que o MdU é um importante sobrevivente entre os milhares de blogues que desapareceram nessa última década

        1. Eu sou do tempo que achava engraçado um ou outro blog e o “Pensar Enlouquece” era um bom ponto de referência para entender os blogs.
          Aos poucos caiu a ficha que os primeiros blogs não são diferentes dos influenciadores atuais: muitos só falam a agradar seus pares…

          pausa pq acabei de ver alguém no trem lendo “1984” de Orwell

          … e no final ganharam um pouco com isso.

          Sinceramente não consigo cravar quem até hoje ganhou como blogueiro referência – admito preconceito sobre.

          O ponto é pensar que tem gente ganhando mais fazendo mini novela, “farofas-panelinhas” e etc…

        2. Foi bem antes. Na época eu tinha outro site, que nem encarava como “blog”, o WinAjuda, mas que acho que acabou surfando um pouco sem querer essa onda, ali na segunda metade dos anos 2000.

          Em 2013 blog já era um negócio bem fora de moda. Tipo lançar newsletter. Se a newsletter voltou, uma hora talvez os blogs voltem. Acho que ainda estarei por aqui, de qualquer forma.

          1. Engraçado que hoje o pessoal uso o termo pejorativo “bloguerinho” quando alguém usa as redes sociais para publicar conteúdo…

          2. @ Sergio Lima

            Hehehe, verdade, né? O “blogueirinho” vem das blogueiras de moda, que, antes do Instagram dominar tudo, já eram uma força de publicidade/influência. Com blogs mesmo, por incrível que pareça.

        3. Sim, por isso usei Ghedin/MdU… porque eu já lia os textos do Ghedin na época dos blogues, acho que no winajuda ou outro blogue de tecnologia…

    4. Pesquisando sobre algum assunto, que não me lembro qual agora, cheguei ao excelente Tecnocracia. E cá estou…

  15. Desde a primeira vez que deletei as redes sociais, nunca mais consegui usar da mesma forma.
    Hoje, não tenho nenhuma no celular e só entro pelo PC pra ver algo que a namorada mandou.
    Já passaram por isso, ou conhecem alguém que passou?

    1. Eu não uso redes sociais a uns 13 anos e influenciei muitos amigos e amigas a não terem mais algumas redes ou pelo menos não usar os aplicativos nos celulares.

      Todas(os), sem exceção, relataram melhoras em crises de ansiedade, depressão, obsessão… melhoras nos relacionamentos domésticos e no trabalho, melhora no sono… pelo menos um desses benefícios, quase sempre combinações.

      1. Isso é realmente fantástico. A melhora que todo mundo sente se afastando totalmente de rede social é inegável. Eu, particularmente, não consigo mais acho que muito porque não quero perder essa qualidade de vida.

    2. Eu sou um desses. As vezes refaço o Instagram mas não aguento uns meses vendo gente sorrindo na praia, família que nunca vi e refeições. A estética do Instagram parece muito plástica pra mim, parece que não é construído pra gente como eu, mas só pra quem curte os famosos da rede.

    3. Desde quando cancelei o Orkut em 2005, minhas entradas em redes sociais são esporádicas e temporárias.
      Mês passado, depois de anos, fiz um instagram.
      Não aguentei uma semana. Aquilo foi feito para nós viciar. Como resultado, apaguei definitivamente.
      Mas, ainda uso whatsapp. Gostaria de não usar.
      E tenho LinkedIn, mas não me atrapalha.

    4. Cara, desde que comecei a pensar e pesquisar sobre a influência dos algorítmos no comportamento social minha vida virou de cabeça pra baixo, primeira vez que deletei o facebook foi em 2014, tive que fazer outro depois por conta do facebook business, mas só uso pra isso mesmo, nem tenho amigos adicionados.
      Instagram eu nunca gostei, twitter é meu único vício, mas tô limpo há uns 2 anos e nem tenho coragem de fazer outro porque eu sei que o algorítmo ali me pega fácil.
      Sinto muita falta de contato com alguns amigos que não vejo tanto, mas os encontros físicos sempre acabam ficando mais interessantes por conta disso, mas fato que perco muita coisa por não usar redes sociais, principalmente o instagram. Porém minha saúde mental agradece um monte.

    5. Eu deletei as minhas junto com a pandemia, em 2020. Eu tinha facebook, instagram, whatsapp e telegram, fiquei só com telegram por quase 1 ano, foi muito bom. E por incrível que pareça, a que eu senti que me fez melhor em sair foi o WhatsApp, além da quantidade de grupos, que mesmo que você goste e não pareça nada prejudicial, quando vc abandona faz muita diferença, mas além disso, quando as empresas começaram a usar WhatsApp pra tudo, o meu celular parou de ser um lugar de distração e divertimento e ficou associado de um jeito ruim com soluções de problemas. Pepinos que poderiam ser resolvidos com um e-mail, ligação ou atendimento presencial viraram áudios muito desconfortáveis, pra mim pelo menos. Não tenho nada contra áudios e uso bastante, mas pra mim é algo que vc troca com amigos, não com o gerente do banco. Além também de pessoas vendedores não bem vindos entrando em contato pra oferecer algo. Enfim, muito feliz com a saída do WhatsApp e pra lá não tenho intenção nenhuma de voltar.

      Depois de um ano, muito relutantemente, eu voltei pro instagram por razões profissionais, e como você disse, não consigo usar igual antes, muita informação, muita publicidade e muita sugestão, realmente foi feito pra viciar. E apesar de às vezes eu sentir falta de ver como amigos mais distantes estão, tendo contato em conversa direta por mensagem a interação fica muito mais real e significativa, essa foi minha percepção.

      1. Eu não tenho Facebook há seis anos. Instagram há cinco. Acho o Instagram muito tóxico. Muita paz ter saído. E não faz falta. Ainda uso muito o Twitter pro meu gosto, mas estou prestes a sair de lá tb. WhatsApp virou uma praga porque no meu trabalho usam muito. Enfim, tô nessa há muito tempo, desde Mirc, Icq, my space, Orkut… sei que meu limite chegou. O que surgiu daqui pra frente, tô fora.

    6. Atualmente estou usando mais o Telegram (passou a ser mais do que um app de mensagens), o Pinterest (considero como um Instagram melhorado) e o TikTok (mas é só pra assistir as bobagens de lá, mesmo 😅😅😅), além do Disqus (não deixa de ser uma rede social, só não fica tão escancarado)

      Além das que sou obrigado a usar, como o WhatsApp (não é rede social, mas enfim).

      O Twitter já foi minha rede favorita, mas estão chafurdando tudo, Facebookou de vez aquilo. O que é uma pena.

    7. Passei por isso recentemente por conta do Twitter, eu já sentia que minha vida seria melhor sem olhar aquela rede, mas quando o Musk assumiu, foi quando decidi parar de usar.

      Notei que meu estresse diminuiu, sou mais focado, enfim, to melhor.

      Só uso o mastodon, que consigo usar sem viciar, e o instagram que só sigo artista.

    1. Na barra lateral direita na versão desktop ou logo abaixo do conteúdo da página na versão mobile.

      1. Realmente não consigo encontrar na versão mobile, conseguiria por favor tirar um print.

  16. Alguém recomenda algum teclado para Android, por favor? Tenho a sensação de que sempre tem alguma coisa errada em todo que instalo.

      1. eu tb uso, sempre testo uns open source, mas não consigo usar outro se não o swiftkey, mas sigo na luta tentando achar um substituto, kkk

    1. Eu uso o AnySoftKeyboard, disponível na play store e no f-droid. Ele é bem personalizável, privado e de código aberto.

    2. Já testei praticamente todos os teclados mais conhecidos pra Android, e sempre acabo voltando pro Gboard.

      O reconhecimento de palavras dele é insuperável. Dá pra eu esfregar meu pé na tela do smartphone e ele escreve exatamente o que queria, tudo corrigidinho. Sugiro ingressar no programa beta dele, também, pra desbloquear mais algumas funções legais.

      Outra coisa que pode te ajudar é aumentar/diminuir a altura do seu teclado pra digitação ficar mais confortável. Eu tenho dedos mais gordinhos e vivia apertando mais de uma tecla por causa do layout muito baixo do teclado.

    3. Se não fizer questão do auto-completor, O FlorisBoard é bem legal.

  17. Eu tenho muitos produtos de mídia ( como filmes, livros e música) que gostaria de consumir, mas dificilmente tenho tempo (ou mesmo vontade naquele momento) de fazer isso quando encontro um novo artista na internet ou recebo a recomendação de um amigo.

    Estou procurando uma aplicação (preferencialmente um aplicativo, mas pode ser um site, ou uma função nativa de algum SO, sei lá) para manter o monitoramento do que me recomendam e do que eu consumo.

    Alguém tem uma recomendação de algo nesse sentido?

    1. Eu uso um simples aplicativo de anotação. Tenho notas pra filmes (longas e curtas separados), séries, música, quadrinhos, livros, animes, jogos (de computador, de celular, de console e de mesa separados).

      Simples de manter, fácil de usar e fazer backup, rápido pra acessar.

    2. Para um simples aplicativo de anotações, sugiro o Notally, que tem todas as vantagens que o Tiago+Bugarin comentou.

      Se você quer algo mais elaborado, sugiro o Listy. A desvantagem do Listy é que eles só permitem backup em uma extensão “.listy” que pelo que entendi só funciona no aplicativo.

      Ambos tem na play store.

      1. Esse Listy parece ser legal. Vou testar aqui. Tava meio que usando o Apple Notas e Lembretes pra fazer essas listas, mas acabo só acumulando coisa pra ver, ler ou ouvir. Acabo nem seguindo as listas.

      1. Primeira pessoa BR que vejo mencionar esse app também!

        Gosto bastante dele, os pontos negativos pra mim são o preço, acho meio salgado, e seria bom se tivesse suporte ao português, ou pelo menos possibilidade de alterar o título de todas as mídias adicionadas.

        Eu uso a versão free.

    3. Também tenho muita dificuldade em organizar o que vou assistir.

      Vou seguir as dicas recomendadas. Tem gente que também usa o Notion, mas eu nunca aprendi.

      1. É, eu uso o Notion. Centralizei todas as minhas anotações lá, porque antes era uma grande bagunça. Funcionou? Funcionou.

        Para filmes, mantenho uma lista normal, com caixinhas que vou marcando quando assisto.

        Pra mim o problema dele é não ter edição offline, então sempre há um certo delay ao abrir. No Linux não há app nativo, mas mesmo o app no Android demora como abrir um site do zero.

        1. Mantenho o Notion só como uma to do list semanal básica. Tá dando certo até agora. Baixei o Listy e curtindo também. Gostei que compartilhei um filme do Letterboxd e ele rapidamente atualizou.

    4. Extendendo minha resposta anterior…

      Toda vez que eu quero mudar um comportamento ou um hábito evito fazer mudanças muito grandes.
      Quando, lá nos anos 1990, eu comecei a anotar as mídias que eu queria assistir/ver/ouvir, foi no caderno da escola. Papel e lápis.
      Depois transcrevi pra arquivos .txt no computador; depois aplicativos de anotação.
      Hoje eu uso o Joplin pra isso.

      Mas no caso específico dos filmes e séries, migrei lá por 2007~8 para um serviço chamado Trakt que registra e organiza filmes e séries que se viu ou quer ver, e, no caso das séries, também registra cada episódio já visto, de forma independente.
      Já nos 2012~3 descobri o SeriesGuide (Android) que lê e interage o banco de dados do Trakt mostrando tudo bem facinho. O SeriesGuide resolve também um problema que o Trakt acrescentou: traz de volta o controle dos dados pra mim. Tenho então o Trakt como backend e ao mesmo tempo guardo tudo localmente, novamente.

    5. Já tentei várias aplicativos de notas para salvar, mas filmes e séries acho melhor nas redes sociais Letterboxd (filmes) e TV Time (séries e filmes)

      Quando o assunto é livro, mangás e músicas, uma lista no bloco de notas já acho o suficiente. Tentei Goodreads mas a interface não me agradou.

  18. Ghedin, não há possibilidade deste lance de post livre virar fórum?
    As vezes tem tantos assuntos e debates bacanas aqui que se perdem ou não se desenvolvem mais por conta deste formato.

    1. há uns anos atrás foi testado um “fórum” no Diqus, mas não deu certo, os comentários minguaram muito.

      acho que a graça é justamente ter o tempo limitado para postar e interagir.

      pra mim virou um ritual, entro na quinta e comento, aí faço esporadicamente até a sexta, no fds geralmente eu só comento quando recebo algo no e-mail, aí na segunda de manhã eu olho tudo e comento o que acho legal antes do post fechar

      1. O Disqus é diferente. É uma solução pra comentários e talz.
        Fórum ia tornar as discussões mais permanentes e dá pra sincronizar um tópico pra cada notícia e aparecer aqui no site.

        1. Já foi discutido outras vezes sobre.

          O formato do Post Livre de certa forma funciona. Muda-lo acaba prejudicando a dinâmica.

          Se fosse para ter um fórum, acho que já teria desde o citado pelo Will, senão no disqus, em outros ambientes.

    2. Eu penso que o melhor seria algum tipo de índice que sistematizasse os tópicos mais importantes para consulta depois. Tlvz feito a partir da msg que o Ghedin manda do que está bombando no PL.

      1. Ou algum recurso que permitisse referências algum comentário antigo para dar seguimento na discussão. E esticando a ideia, poderia ser algo como, 3 posts livres para trás do atual é permitido menções e continuidade da conversar. Aí se quisesse ver o “tópico” original era clicar no link e voltar para o POST LIVRE que ele pertence.

        1. Isso já existe. Cada comentário tem uma identidade própria e podem ser chamados usando o link que está na data/hora do comentário.

          Então, se vc quiser trazer uma conversa de volta referenciando a original basta botar o link da data/hora daquele comentário. Algo como:

          “Continuando a conversa sobre o PL virar fórum iniciada pelo Angelo Faustini no PL #350 (https://rghedin.wpcomstaging.com/post-livre-350/#comment-198254)…”

    3. Não há planos para alterar o formato do post livre, mas estamos testando algo parecido com um fórum aqui. Devo ter mais notícias em breve.

    4. Os apoiadores do canal tem acesso a um grupo no Telegram, então algo parecido com um fórum pode estar rolando por lá (eu não tenho acesso, então não posso dizer com certeza). Fora que os grupos no Telegram podem ser transformados agora em “fóruns”, com tópicos separados por tema, mas novamente, não sei dizer se funciona assim.

      Eu pessoalmente não tenho muito interesse em fóruns, já participei de alguns e a minha sensação é que eles meio que se transformam em “redes sociais”, ou seja, com atualizações a todo momento e precisando entrar com frequência pra ver o que está acontecendo. Eu prefiro o modelo atual, onde há as notícias/matérias para comentar e os posts livres semanais para falar sobre qualquer coisa, como se fosse um “happy hour”. A gente acaba valorizando mais quando é algo “limitado”, talvez.

      1. Um ponto sobre fórum é que muitas vezes este tipo de formato, dependendo da moderação e de como é coordenado a informação, vira “panelinhas” com algum perigo de gerar conflitos. Todo fórum que participei era assim: panelinhas para incomodar quem eles achavam que incomodava.

        1. Exato. Eu sempre fui entusiasta de fóruns. Mas, inevitavelmente, eles viram um espaço onde apenas a opinião de alguns usuários, especialmente os muito ativos, vale. Isso sempre gera conflito e, em na maioria dos casos, usuários acabam abandonando o espaço.

          Já acompanhei muitos fóruns pela internet afora e, em TODOS, isso aconteceu. Muitos quase acabaram por isso. É uma pena. E em muitos grupos de telegram/zap esse tipo de comportamento continua ocorrendo.

          1. Mas gente, panelinhas são inevitáveis.

            Vocês não acham que há “panelinha” no Post Livre? Estamos sempre lendo os comentários das mesmas pessoas.

            Isso é normal, o lance é saber o quanto uma panelinha transforma um ambiente em um lugar insalubre. Esse que é o problema.

          2. De fato o PL é um “quê” de panelinha, mas não noto muito isolamento na verdade. É mais a participação que nós acabamos fechando alguns ciclos. Por exemplo, galera de fotografia, galera que mexe com programação, etc… E ok. Se analisar não é panelinha. O sentido de “panelinha” que digo é mais no pejorativo – a turma que se junta para fazer mal a alguém. O PL (e esta área de comentários) não tem disso (err… se bem que se vem alguém falar bem de criptomoeda… err….)

          3. @ Ligeiro

            Você não nota talvez porque faça parte da panelinha. Já recebi relatos — raros, mas existem — de leitores que se sentem intimidados em engajar no post livre.

            Como disse o @ Filipe Saraiva, é um problema que existe em todo lugar, em uns é mais explícito, em outros, menos, e cabe a nós atentarmos para mitigá-lo ao máximo aqui.

    5. Eu cheguei a comentar sobre essa questão alguns Posts Livres atrás. Vou esquematizar as vantagens e como poderia funcionar:

      ## Vantagens

      – Indexação das mensagens – no formato atual o WordPress não permite realizar buscas nos comentários (mas há plugins para isso). Então as vezes uma dúvida ou comentário que já foi respondido anteriormente, acaba surgindo de novo porque o histórico das discussões não está “acessível” no sentido de ser de fácil consulta;

      – Sobrevida para as discussões – por conta das mensagens não serem indexadas, uma discussão que começa em um Post Livre inevitavelmente morre naquele Post Livre. O fórum daria mais sobrevida a essas discussões;

      – Estruturação das discussões de forma mais aberta – os fóruns modernos permitem a utilização de “tópicos”, deixando as conversas ao mesmo temáticas, mas fluídas.

      ## Dinâmica

      – Posts apenas entre quinta e segunda – acho isso muito legal no Post Livre e poderia continuar assim. “Slow internet”. Se tem rede social que só permite um post por dia, porque não ter um fórum que só recebe novas mensagens em alguns dias da semana?

      A empresa onde mantenho um servidor tem um fórum para dúvidas muito bom, e que deixo como exemplo: https://community.opalstack.com/ O software que roda por lá é o Flarum, vejam só, em PHP! https://flarum.org/

      Aproveito apenas para comentar que gosto muito do trabalho do Ghedin e do Post Livre, e evidentemente não estou aqui para ensinar como as coisas devem ser feitas. São apenas ideias. :)

  19. Qual a melhor forma de editar uma imagem para “esconder algo” dela? Por exemplo, uma foto de uma rua deixando a placa dos carros inelegíveis? Ou a foto de um ambiente de trabalho dando aquela borrada em papéis ou conteúdo de um monitor?

    Caso não esteja me explicando bem, é o que foi feito no widget do calendário nesta foto aqui de um iPhone: https://rghedin.wpcomstaging.com/wp-content/uploads/2022/01/2022-iphone-8.jpg

    1. Não é desse jeito que eu fiz, pixelando 😄 É possível “desfazer” o borrão quando feito assim.

      Os meus eu faço com um editor de imagens comum mesmo (Pixelmator Pro), usando esse recurso de pixelização ou criando uma forma preta sobre o elemento que quero esconder.

      No celular, a ferramenta de print/screenshot do iOS oferece retângulos e círculos que podem ser usados para essa finalidade. Imagino que o Android também tenha algo do tipo.

    2. se tiver acesso a um editor de imagens como o photoshop, é algo bastante trivial: use a ferramenta de Caneta para selecionar o trecho que você quer tornar ilegível e depois aplique um Blur nessa área

      ajustando os feathers você pode até criar um gradiente na seleção para que o corte não fique muito abrupto

      outra forma simples é borrando o trecho com aquela ferramenta de dedinho

    3. Eu uso um programa no windows para fazer capturas de telas e ele tem um editor embutido com a função de borrar/pixelizar partes da imagem.

      Se chama Faststone.

      Como falaram, tem vários programas que você pode fazer.

      Até o whatsapp web, ao inserir uma imagem para enviar, tem essa ferramenta de pixelar.

    4. No meu desktop Linux eu utilizo o flameshot, para tirar screenshots, e ele tem diversas funcionalidades. Uma delas é a opção “pixelate”, que utilizo justamente para esconder informações de prints.

    5. Acredite se quiser, mas o PowerPoint é a ferramenta mais fácil pra isso.

      Sempre que preciso editar algo, colo a foto num slide, adiciono as formas necessárias pra editar (no seu caso, acho que um retângulo com transparência parcial resolve) e salvo o objeto de foto + formas como uma imagem nova.

  20. Ultimamente eu tenho pesquisado sobre Smartwatches pois pretendo comprar uma para o meu pai, ele tem problemas de saúde que afetam a pressão arterial e o seu equilíbrio então eu gostaria de dicas sobre relógios que tenham essa informação, eu vi que o Amazfit GTS/GTR e o P70 dizem possuir esse funcionalidade mas eles tem leituras realmente confiáveis?
    Claro que eu não quero algo que substitue os medidores de pressão homologados para este fim mas gostaria de algo de ele pudesse olhar e conferir se houve alguma alteração logo no início pra não precisar sair correndo atrás do medidor “oficial” já no meio de uma crise.

    Alguém tem estes modelos ou sabe mais informações sobre essas funções? recomendo algum modelo em específico?

    1. Eu tenho um GTR, primeira geração. Ele só mede a frequência cardíaca, não a pressão arterial. Talvez nos modelos mais novos.

    2. Tem um canal muito bom no YouTube de um cara que faz testes padronizados em relógios inteligentes, o Quantified Scientist.

      Dá uma olhada no arquivo dele, se tem esses modelos.

      (Spoiler: dos vídeos/análises que vi, está sempre entre Apple Watch os mais fiéis.)

      1. Eu sempre pensei que fosse impossível conseguir alguma medição de pressão sem aquela obstrução causada pela pulseira própria pra isso. Fiquei curioso de como é que esse sistema de medição funciona

        1. parece que existe um aparelho médico, parecido com aquelas mangueiras de pressão que a gente coloca no braço e no pulso, mas que não fica fazendo aqueles 15 segundos de pressão

          usaram isso comigo num exame que fiz recentemente, fiquei curioso e pensei em dar uma pesquisada, mas acabei esquecendo

    3. Sobre os Amazfit não sei opinar porque faz muito tempo que não uso um relógio da marca. Mas posso indicar o Galaxy Watch 4 que uso hoje.

      As funções de monitoramento mais complexas que ele tem são ECG, pressão arterial, bioimpedância e saturação de oxigênio no sangue.

      Dessas, já testei a da pressão arterial (que o próprio sistema te obriga a calibrar junto com um medidor de pressão), da bioimpedância que comparei com um aparelho de nutricionista, e o da saturação de oxigênio que comparei com o aplicativo do CPAP que uso pra dormir. Todos eles deram no máximo uma diferença de 1 a 2% de valor, sendo bem precisos comparados aos dispositivos dedicados.

      Ele tá longe de ser um modelo barato, mas acho que o cXb vale muito a pena numa promoção, considerando as necessidades do seu pai.

      1. Curioso, eu fuçei no canal do Quantified Scientist que o Ghedin indicou e a precisão dele foi consideravelmente baixa mesmo após essa calibração, vou ter que pesquisar um pouco mais

    4. Tenho um Galaxy Watch 4 que confesso que comprei justamente pois precisava acompanhar meus picos de hipertensão.
      E pra isso tem funcionado bem. É preciso como o medidor de braço? Não, mas a diferença é mínima. Pelo menos foi o que notei nos meus testes, comparando com o aparelho Omron que tenho. É preciso ter o aparelho manual para calibrar o smartwatch.
      Mas no geral, acho que vale super a pena.

  21. Gosto de ver crítica/análise de série e filmes no youtube, existem canais bem interessantes com comentaristas muito bons, mas tenho notado uma certa babação de ovo sobre certos conteúdos.
    Essa impressão ficou mais óbvia com o lançamento de the last of us, a série é bem boa, é verdade, mas não justifica a pagação de pau que tenho visto. Alguém tem essa percepção também?
    Abusei da formatação, usei quase tudo!!😃

    1. SIM. No Last of Us ficou demais. Na real, a internet é isso de TEM QUE VER TEM QUE COMPRAR TEM QUE LER TEM QUE ESCUTAR todo dia né. Dai “a internet” tem que falar do que foi lançado, porque TEM QUE VER. Dai é todo dia a mesma coisa. Beleza. Dai com um lançamento grande, vira isso. Com o House of Dragon rolou a mesma coisa, pessoalmente achei uma bosta, roteiro fraco, direção desesperada, uma bobagem total. O Last of Us ta realmente massa e bem adaptado, e aparentemente ta tudo no tempo certo. Dai acho que ajuda mais ainda a hyparem. Mas acho que vai ser sempre essa merda, que já é, sempre, ASSISTA LEIA OUÇA COMPRE ASSISTA LEIA OUÇA COMPRE ASSISTA LEIA OUÇA COMPRE.

    2. eu ainda não vi, mas entendo que a pagação de pau se dá pelo fato de ser fiel ao jogo, enquanto as outras séries que adaptaram jogos não foram boas.

      OBS: ficarei assim também quando lançar o live action de One Pice, só de ser fiel ao mangá eu ficarei maluco

    3. Eu te entendo completamente e tenho dois nomes para te recomendar, mas não analisam filme por filme.

      O Max do Entre Planos
      E o Thiago Ora, do Ora Thiago

      Alguma coisa dali deve te interessar, aposto

      E aceito novos nomes também.

      1. Em adição a esses, acho que o canal do Dalenogare (“Dalenogare Críticas”) é um ótimo complemento, pois ele faz review de praticamente todo filme lançado, mas de maneira mais sóbria, sem emoções exacerbadas e sempre ponderando aspectos técnicos e de bastidores da produção e da indústria. O Entre Planos do Max tem excelentes videoensaios à la Nerdwriter – sendo assim “pauta fria”, sem lançamentos da semana, por isso o bom complemento do Delanogare.

        Também gosto da Isabela Boscov (que acompanho há mais de 20 anos, quando ela escrevia para a Veja), que tem uma elegância e uma construção de frases tão única que é um deleite assistir. Mas aviso que ela já tem opiniões mais fortes sobre tudo, seja para o ame ou para o odeie rs

      2. Apesar do nome o canal “Quadrinhos na Sarjeta” faz comentários/críticas sobre quase tudo de cultura pop, o cara tem opiniões bem forte mas sempre justificadas e embasadas, é muito bom. Recomendo d+ 👍

    4. Juarez, me perdoe mas eu que sou fã dos games Last of Us, paguei pau kkkkk

      1. Não critico quem gosta, a série é boa, o teste foi minha mulher que odeia vídeo game e está dando uma chance para a série, sendo que ela também não gosta de zumbi (também não sei como estamos casados ainda). Minha, digamos, hesitação é por conta do possível jabá rolando em canais do youtube que se apresentam como comentaristas independentes.

        1. Eu até vejo alguns vídeos desses youtubers, tento entender os motivos deles darem hype nas séries, muitas vezes é como você mesmo disse, rola algum patrocínio por trás para só elogiar, eu prefiro eu mesmo assistir e comentários de muita gente ajuda a entender se é bom mesmo ou não.

    5. Kkkkk acho que The Last of Us realizou um sonho que considero um pouco bobo, o de ver a arte de uma mídia transcrita pra outra de forma quase idêntica. Sinceramente acho que cada mídia tem suas próprias características e prefiro uma história diferente, mas que aproveita melhor o meio no qual é transmitida. Gostei da série, mas me parecia que a qualquer momento ela ia parar e eu ia começar a controlar os personagens. É uma boa série, mas é só isso.

      1. Também não curto muito essa pira com fidelidade ao material original. Se quisesse ver o jogo, era só jogá-lo no PlayStation, né?

        1. Depende. Eu acho que tem um certo “charme” em ver seu jogo favorito adaptado pras telas de cinema.

          Imagina que é um remaster num nível que seria impossível atingir nas próximas gerações de consoles.

          Pro The Last of Us, acho que isso fica ainda mais fácil, já que o roteiro do jogo tem uma estrutura mais cinematográfica.

      2. the last of us funcionou muito bem no game mas, de longe, a história é mais do que manjada, trocaram zumbis por infectados e pronto. É walking dead 1.5, mas se vc assistir Isabela Boscov ou o Refúgio Cult vai achar que a série, no primeiro episódio, é o supra sumo da televisão. Sem falar de outros canais que nem vi porque a manchete já entrega o derretimento do comentarista pela obra.
        O legal de uma adaptação é reinterpretar a obra para ganhar outros públicos, se for para ficar com os mesmo que já consumiram o original, eu nem sairia da cama. Mas aí como fazer o fanservice?
        Estou usando a formatação de todos no máximo 😉

        1. Esses canais hypados que comentam assim que sai dá muita preguiça, maioria é mesmo jabá e exageram demais pelo hype, não tem ousadia para criticar.

          Eu vi o primeiro episódio, gostei, mas não achei uma obra prima e me incomodo até certo ponto se for copia e cola – mas como eu nunca joguei…

    6. A galera é emocionada, toda semana tem uma nova série/filme/jogo que é o melhor de todos os tempos

    7. Na minha visão, esse meio sofre do mesmo problema dos jornalistas de tecnologia.

      Tem muita gente com rabo preso e com medo de fazer a crítica que deve ser feita — por conta da relação estreita destes produtores de conteúdo com os streamings. É evento pra lá e pra cá, acesso antecipado, jabá pago. Quando chega nesse nível eu já acredito que afete o julgamento dessas pessoas, mesmo que inconscientemente.

      O que eu faço é procurar gente com uma opinião e gostos parecidos com os meus, mesmo que não sejam do meio. Que não se emocionem e façam coro a qualquer porcaria lançada pela Netflix.

  22. Mais alguém aqui ouve o podcast Projeto Humanos do Ivan Mizanzuk?

    É incrível como a justiça pode ser tão ruim e tão falha, e como ela é rápida em condenar pessoas e lenta em reconhecer o erro e libertar inocentes.

    Chego a me questionar se realmente existe alguma forma de se ter uma justa justiça nesse país.

    1. Cara, eu já fui jurado de crimes do homicídio e ver o funcionamento do sistema por dentro é uma coisa de doido. Eu tive a sorte de fazer com profissionais comprometidos com a justiça e não com o rito. No que eu participei após a explanação de um dos advogados a própria promotora do caso pediu a absolvição de um dos acusados por ela foi convencida de que estava errada. A promotora do caso de Altamira não volta atrás por nada nesse mundo, eu não entendo.

      1. Eu também já fui jurado e “coisa de doido” pra mim é um eufemismo. Eu fiquei abismado com a disparidade entre a teoria e a prática. Na teoria era para o júri ser composto por “cidadãos idôneos completamente alheios ao processo”, mas a própria forma como esses cidadãos são indicados já é enviesada. Os tribunais geralmente chamam funcionários públicos ou aposentados (que tem mais disponibilidade e já participaram antes), o que deixa o júri muito homogêneo em termos de classe social (só 1 pessoa negra havia sido chamada, e ela só participou de um júri, pois a promotoria nunca aprovava essa pessoa quando sorteada). Isso sem contar que havia nos jurados um deslumbramento com o rito, e a promotoria, que é fixa do tribunal se aproveitava disso. Como os jurados são convocados por período, ao longo dos dias eles iam se enturmando com a promotoria, o que escancaradamente tinha um peso na hora de ponderar os fatos. A conclusão disso foi que, nos tribunais que acompanhei/participei, não havia imparcialidade, o que havia era uma sede de condenação do júri, como se apenas estivessem esperando a hora de votar pra condenar, independente do caso. Houve um caso de tentativa não consumada em que foi uma briga de família, ambos os envolvidos já estavam morando juntos após o ocorrido, sequer se apresentaram ao tribunal, pois não tinha a menor importância, o réu era primário e não pegaria pena restritiva. Mesmo assim o pessoal condenou sem pensar duas vezes. Completamente absurdo.

    2. Assista à série Confession Tapes da Netflix que você vai ver que a justiça não é falha só aqui. É um problema estrutural na verdade, e problemas estruturais estão na raiz da sociedade como um todo. Em alguns lugares mais que em outros.
      Legal dessa série, inclusive, é que eles mostram o mesmo processo de obtenção das confissões do caso de Guaratuba do Projeto Humanos. Bem interessante e complementar, recomendo.

      1. Lembrei de outra série nessa mesma linha: O DNA da Justiça, também da Netflix.

  23. Saiu o M2 no Mac Mini e o M2 Pro. Como estão as expectativas por aqui?
    Vi uma galera na gringa falando sobre ir até uma loja da apple e testar o “workflow” antes de comprar a máquina, dá pra fazer isso no Brasil?

    1. Não acho que muda muita coisa, o M2 é uma atualização menor que devem melhorar a experiência marginalmente. Em outras palavras, tudo que dava e não dava para fazer com M1 (Pro|Max) é exatamente o mesmo que dá para fazer com M2 (Pro|Max).

      Vi uma galera na gringa falando sobre ir até uma loja da apple e testar o “workflow” antes de comprar a máquina, dá pra fazer isso no Brasil?

      É possível, mas não vejo sentido algum. O que faz sentido é ver os aspectos físicos e táteis: tamanho da máquina, qualidade da tela, sensação do teclado, etc…

      Há muito conteúdo sobre o uso dos Mac em todo tipo de workflow (e.g. edição vídeo, programação, design) no YouTube e cobertura de tecnologia, não vejo como testar em uma loja com limitações de tempo melhor em nenhum aspecto.

    2. Eu tenho o M1 Pro de 14’’ e é uma super máquina—nunca gostei tanto de usar um computador na minha vida.

      Testei todos os MacBook em lojas, mas você pode enfrentar várias limitações em algumas delas por causa do modo “loja”—o sistema volta às configurações iniciais a cada X minutos, o que te impede de entender como algumas modificações funcionam em sessões mais longas.

      fyi, os lojistas costumam colocar todos os Macs em sessões normais na Fast Shop.

    3. Eu tenho um Mac Mini m1 com 16gb de RAM logo depois do lançamento e ele cumpre o que promete e muitas vezes vai até um pouco além. Na época eu ainda trabalhava com Design Gráfico e Produção Audiovisual, fazia tudo com um pé nas costas. Na minha transição para UX, acabei partindo para aplicativos muito mais leves, que rodam basicamente num Chromebook (olá Figma). É uma máquina que ainda vou manter por uns anos (normalmente até deixar de ter suporte a atualizações de sistema).

      No fim a boa novidade ao meu ver foi a Apple ter colocado um processador “Pro” num desktop como o Mac Mini. Quem sabe daqui uns anos eu encaro um desses?

  24. Usuários Apple, vocês acham que há prejuízo em usar versões antigas do macOS?
    Comprei um SSD novo e vou fazer uma instalação limpa do OS (Macbook Air 2017). Estou pensando em evitar eventuais lentidões e drenagens de bateria e por isso cogito instalar o Mojave ou o Catalina – estou mais tendencioso pro primeiro. Sei que esses sistemas não recebem mais updates da Apple, mas considerando que o notebook já não é dos mais novos de qualquer forma, será que ainda faz sentido usar a versão mais nova do OS mesmo?

    1. O sistema operacional é somente uma ferramenta para os softwares que você precisa rodar. O Catalina atualmente deve rodar 90% de tudo, somente poucos programas pedem algo mais recente como o Photoshop que ja pede oMacOS 11 Big Sur. Já o Chrome e o Firefox ainda pedem o MacOS 10.13, anterior ao Catalina.
      Ou seja, se os seus softwares já rodam no sistema operacional escolhido, pode ficar suave com ele. O MacOS em si já é extremamente seguro também para ter que ficar se preocupando com segurança, sabendo os sites que navega usando um bom Adblock a mente pode ficar tranquila.
      O próprio MacOS 13 não teve muitas novidades, cada vez elas estão menos relevantes.

    2. Não vejo problemas desde que tudo que você precisa usar seja suportado pelos sistemas citados.

  25. Dicas para leitores de RSS?

    Aproveitei o ensejo da (trágica) morte do Tweetbot para repensar a forma como consumo conteúdo do Twitter, já que agora dependo do aplicativo padrão para iOS. No momento encontrei uma maneira de deixar a timeline 100% não-algorítmica e sem anúncios e a experiência não tem sido ruim, mas não sei quanto tempo isso vai passar desapercebido pela nova administração da rede.

    Sou um daqueles que usa essa rede apenas para saber o que há de novo em portais que acompanho (The Verde, MdU, Gizmodo, etc), me divertir com bobagem e me informar sobre política. Nunca posto/retuito/dou like em nada.

    Encontrei no RSS uma oportunidade de limpar a timeline para ficar 100% com a parte de bobagem e política, que infelizmente não migrou para o Mastodon.

    Alguma dica bons clientes de RSS para iOS/MacOS com sync na núvem? Atualmente estou usando o NetNewsWire em ambas as plataformas, mas ele tem um comportamento meio chato de só “sumir” com os itens marcados como “lidos” depois de eu trocar de sessão e retornar pra ele.

      1. Achei bem salgado o preço. Quem sabe se eu pegar o gosto por RSS eu justifico a compra, hehe.

        1. Quando eu usava mais RSS, tinha comprado o Reeder (isso tem mais de 7 anos) e era apaixonado.

          Depois migrei pro Android e usava o app do feedly.

      1. Pelo que eu entendi ele não tem apps dedicados, né? Tô procurando opções nativas pra iOS/macOS 😅

        1. Eu uso no android, tem um aplicativo.
          Como não utilizo iOS daí não sei tem algo.

      1. Pelo que entendi ele não tem apps dedicados, então não é bem o que tô buscando agora!

    1. TTRSS – requer que coloque em um linux teu de servidor. É o google reader. Meu preferido.
      Feedly – acho otima alternativa. Antigamente ele não pegava rss do reddit, mas pelo que li agora parace que arrumaram isso já, se sim ele fica nota 10.

      1. Vou testar aqui o Feedly integrado ao NNW. TTRSS parece ser bem overkill para o que eu estou procurando agora 😅

    2. Esse bug que você relatou não acontece aqui. Pode ser devido ao back-end que você usa. (Testei o sync via iCloud, achei esquisito.) Talvez seja uma boa testar o Feedly de back-end. A única alternativa decente ao NNW que conheço é o Reeder, mas ambos são bem parecidos (ótimos).

      1. Troaquei pelo Feedly e o comportamento permanece. Tem cara de ser “feature” 😅

        (Quando me referia a trocar de sessão, quis dizer “sair do unreads para favoritos e voltar”)

        1. Ah, isso acontece aqui. Não vejo como um problema; na real, acho bem útil quando leio algo e desejo remarcar como não lido. De outra forma, teria que vasculhar os feeds para encontrar a entrada desejada.

    3. Não é bem o lance do post, mas o que achei de melhor até agora pra RSS foram 3 opções.
      Leitor nativo do Vivaldi, Feedbro (extensão) e Inoreader (caso queira algo web e integrado a nuvem e apps).

    4. uso o newsblur no android e na web, sei que tem versão pro iOS também. eu tenho a versão paga mas se você assina poucos feeds a gratuita deve servir. ele também tem a opção de seguir diretamente perfis do twitter, mas só recomendo se for um perfil que não interage muito com outros, senão fica muito poluído o feed.

      1. Fico surpreso como o NewsBlur não é tão popular. Também uso e acho o mais parecido com o Google Reader de todos. Dá pra compartilhar e seguir pessoas, tem aquele modo que extrai só o texto da página qdo o feed é limitado, muito bom.

        1. pois é, uso desde o fim do G Reader e sempre que posso faço propaganda. é muito bom, pago a assinatura contente! :)

    5. IOS? Gosto do NetNewsWire. Mas, há um cliente do twitter que ainda funciona apenas no IOS, o “fenix for Twitter”. No Mac ou Android ele não funciona mais. O problema é até quando.

    1. É muito bizarro que quando acontece layoffs as ações das empresas crescem. É o capitalismo na sua mais pura essência.

      1. Há uma relação de uma coisa com a outra? Pela lógica, se uma empresa demite funcionários (principalmente nessa quantidade), é pra cortar custos, e isso pode significar que a empresa não está bem financeiramente. Ou seja, as ações deveriam cair, não?

        1. Pois é, mas na lógica do Mercado se a empresa demite funcionários ela está cortando custos. O que acontece são empresas contratarem consultorias para ver onde pode ser melhorado a “eficiência” e diminuir os custos e basicamente a resposta é: demite geral. Isso claro muito resumidamente.

          1. Em algum capitulo do livro “Não aguento mais não aguentar mais: Como os Millennials se tornaram a geração do burnout” que ganhei no sorteio aqui do Manual a autora comenta sobre isso. Recomendo.

          2. Outro fator que está influenciando esses layoffs é a quebra de expectativa gerada com o “fim” da pandemia. Nesse período as big techs tiveram um crescimento absurdo, e previram erroneamente que esse crescimento se manteria uniforme independente de uma mudança de cenário.

            É triste dizer isso porque quem se ferra é só a base da pirâmide, mas, parte da consequência dos layoffs se deve ao fato das empresas terem voltado à realidade na marra.

    2. Eu sinto muito mesmo :( eu sei o que é isso, pois passei em agosto por um layoff numa dessas startups maneironas aqui do Brasil que recebe investimentos milionários dia sim, dia também… não apenas eu, mas ver todo meu time, pessoas que trabalharam comigo por dois anos. Isso doeu muito…

  26. Vão achar estranho um review de banco, mas vou relatar aqui hoje (se me permitem) minha experiência com o Mercado Pago.

    Explico: como já havia falado outras vezes, cogitava uma conta online há algum tempo. Iria de Pag Seguro, mas tive problemas por causa do PagPhone (isso pq peguei o aparelho de terceiros).

    Fui acessar o mercado livre (com minha conta logada) e me aparecia um ícone escrito “Mercado Pago R$ 30,00”. Observei encucado. “Ué? Tou devendo R$30,00 ou tenho 30,00 para receber?” Resolvi fazer a conta eletrônica para ver o que acontece.

    No óbvio, os R$ 30,00 era o famoso “presente de boas vindas” quando se faz uma conta nova. De qualquer forma, pensei em começar a usar a conta. Movi uma das chaves Pix para esta nova conta e configurei no meu celular a mesma, incluindo a ativação de um cartão virtual via NFC.

    Ativei também para render via CDI diário. centavinhos, mas ajudam.

    Por enquanto, até que tá indo bem. Peguei o costume de pagar via NFC (mas uso dois passos para isso, desativando ou ativando o NFC via Android antes e depois das compras), e tou pagando algumas contas para ver se vem “cashback” (ao que parece ainda não recebi nenhum).

    Fora isso, até agora nenhum problema grave. As vezes tenho problema com o NFC, mas é pq tenho este costume de desativar e ativar. E já vi que o MP tem um sistema de segurança interessante: se tira o foco do app, ao voltar, é obrigado a colocar a senha ou digital para usar o app. nada mal isso.

    Disclaimer: fora os R$30,00 de boas vindas, este comentário não ganhou nenhum ganho do Mercado Pago ou associadas para ser feito :p

    1. e como tem sido a experiência de pagar por pix? rápida? eu uso o itaú e acho bem lento

      1. mais recebo do que pago via pix. aparentemente é um “pouco lenta” em relação a Caixa (minha conta principal). Mas ao menos alerta quando recebo ou pago um pix ou outro tipo de pagamento. Tipo, do lado da pessoa, em uns 30 segundos já tá confirmado o pagamento. Vez ou outra a notificação demora 1 minuto, mas como geralmente já tou de olho no extrato, o Pix é bem imediato lá.

        No NFC, caso também tenha esta dúvida, é imediato e funciona bem – só que no meu caso as vezes trava porque tenho a mania de desativar o NFC via Android. Aí na hora que alterna a tela, fica pedindo senha e nisso meio que buga um pouco. Tenho que ser metódico quando vou pagar via NFC.

      2. Uso o MP para Pix e é bem rápido.
        Ao abrir o app, ja tem um botão de ler QR code em destaque, na base da tela.

        Apertou, abriu a câmera.

        Escolhe a forma de pagamento (saldo ou pode usar cartão de crédito, pagando taxa).

        Confirma, confere os dados e dá o “ok”.

        Ele vai pedir a senha/digital.

        No momento, também estou usando ele como banco principal.

    1. Comprar na Americanas ou comprar ações da Americanas/B2W?

        1. Complementando a resposta do André: os preços fora das lojas americanas estão bem mais barato. Tem hora que acho que a Americanas entrou no rombo pq pensou que o esquema de cashback do AME ia render algo. Mas vai saber, não entendo do mercado.

          Fonte: aqui perto de casa tem loja de 1 real que o chocolate é mais barato que a Americanas.

    2. Cara, acho que é mas francamente: precisa mesmo? Eu evitaria pois tem um monte de opção pelo mesmo preço.

    3. Comprar online talvez eu ficaria com um pé atrás (principalmente se for algo mais caro). Mas comprar em loja física, não vejo problema. O que eles podem fazer? Te impedir de sair da loja com as compras já pagas?

    4. Na loja, ou online? Até tentei comprar um salgadinho na loja para comer no busão, mas tinha a clássica fila gigante, vinte caixas e apenas dois abertos.

      Agora sério, acho arriscado.

      1. esse é outro problema que venho notando nas lojas físicas: há má distribuição de funcionários. geralmente ficam 2 ativos, mas em horários de pico mantém o número. sensação de ter pouca gente para atender

    5. O God of War Ragnarok do PS5 tá R$ 350 em oferta na Americanas, aí fica difícil!

    1. Acho que isso se tornou muito popular por causa da pandemia. Subreddits como r/MechanicalKeyboards e r/Battlestations viram uma explosão de submissões.

      Nós passamos a prestar mais a atenção nos espaços e nos equipamentos que usamos ao sermos forçados a ficar mais em casa—eu mesma fui uma das pessoas que foi de “notebook, mesa e cadeira” para um espaço de trabalho extremamente focado em conforto e ergonomia.

      1. além das mochilas, eu também curto muito ver os EDC da galera, me dá várias ideias (por vezes, só de pesquisar e ver se faz sentido pra mim gera um prazer legal)

        1. Estou começando a montar meu EDC e a minha mochila agora que eu voltarei a viajar. Você tem dicas?

          1. então, o meu é bem simples (e gosto assim), o que eu uso de diferente no dia a dia é:

            -uma pulseira que também é um cabo usb
            -uma bateria portátil que parece uma pilha grande (esse item e o de cima já me salvou e salvou muitas pessoas, fora que quase não faz volume na calça/bermuda)
            -trident (comprei uma caixa, hahaha)
            -no chaveiro eu tenho um pendrive
            -na carteira eu tenho um cartão canivete suíço
            -canivete suíço (nem sempre ando com ele no dia a dia)

  27. Na esteira desse post, pensei aqui e percebi que RSS e e-mail são os únicos meios para receber conteúdo passivamente.

    Além de RSS “tradicionais”, de um único site tipo MdU ou Trivela, adiciono um feed do que chega na página principal do Hacker News e de alguns subreddits que me interessam. O YouTube eu também adiciono os canais e uso o IINA para assistir. Podcasts seguem sendo RSS como é para todos.

    No e-mail, deixou newsletters da Folha e Nexo para noticiais gerais, que me interesse pouco (talvez menos que deveria).

    Acho que isso cobre quase tudo que me interessa, sem muitas perdas e os problemas de mídias sociais que todos conhecemos. Ainda acabo em discussão de Reddit, mas é bem raro e acho que o custo/benefício vale ainda.

    1. RSS é a vida. TTRSS FTW \o/
      Me assusta pessoas de TI que não usam RSS.
      Mas o que me assusta ainda mais é quando falo com alguém na area que NÃO SABE o que é rss. Queimávamos bruxas por menos antigamente…

      1. Falo por mim: o ponto é que RSS soa muito complicado, fora achar leitores RSS confiáveis ou que não vão morrer por capricho (tipo Google Reader).

        O que gosto de sugerir é que sempre que forem sugerir algo de diferente, aproveitem e falem dos apps que usam ao invés de “queimar bruxas” (e olha que queimar bruxas é meio preconceituoso, não? :p ) . :)

        1. O melhor é TTRSS mas tem de ser hospedado propriamente. (SE tu tem uma conta Azure com bonus da tua empresa é bem simples de fazer na plataforma da MS, tem até uma imagem pronta lá, e sai menos de R$100 mensal do teu bonus de 600 — mas já hospedei em minha casa tb a anos atras…).
          Além disso o feedly é espetacular (único motivo que não uso ele é rss do reddit, que.. resumidamente não pode no feedly).

          Mas quando morreu o reader fiquei na duvida, que até hoje não entendo: sem rss como uma pessoa se mantem informada? Dando F5 em um monte de site???

          1. Eu sinceramente até prefiro o “F5” nos sites. Na verdade costumo fazer assim:
            – De notícias, só tenho visto UOL e G1, mas admito que preciso vencer meus preconceitos e ler canais mais “vermelhos” como Brasil de Fato por exemplo. Acesso-os uma ou duas vezes ao dia, a não ser que estou ansioso e com FOMO no máximo.
            – Sites de notícias de Tech não tenho visto mais nada. Eventualmente só quando indicado por alguém daqui.
            Tenho uma lista em uma instância Nitter com personagens que acompanho e que costumam ter boas informações.
            – TV raramente assisto (só os jornais locais e matutinos).

            Vou tentar depois achar um RSS para mim que me ajude, uma pena que isso não se integre a newsletters – pois aí poderia assinar a newsletter do MdU e do Interfaces.

        2. Ligeiro, eu troquei o feedly pelo miniflux, ele está no github, então não vai morrer (se não quiser pagar, vc msm pode hospedar uma versão dele)

          e sobre Iterfaces, eles tem RSS, então nem precisa assinar via newsletter, e as newsletter que precisar, você pode usar o “kill the newsletter”, ele cria um e-mail com RSS, antes eu assina as news direto por ele, mas recentemente mudei minha abordagem, eu assino pelo meu e-mail normal e de lá eu criei uma regra que envia por RSS as news.

          1. obrigado pelas dicas. Queria um leitor RSS “nativo”, não online. Sem paciência para fuçar em código ultimamente (exceto se for para arrumar PCs.)

        3. ligeiro, vc conhece o app “friter”, pra android?

          tenho usado ele e está bem estavel, permite salvar tweets etc.

          achei mais completo que o nitter, embora este tb seja ótimo.

          1. Eu tinha acho que falado para o Will no outro PL. Usei o Fritter por um tempo no meu Moto G5, mas ele vivia falhando e dando erro. Acabei no Nitter pois acabo assim vendo tudo pelo navegador mesmo. E como é mais para saber das últimas de política (ou d animê), então me atende bem.

            Como naõ sei se houve atualizações, não vou arriscar no Fritter.

            (Tava era estes dias pensando se volto no Twitter, pois os @ que vejo aparentemente consigo contribuir com uma ou outra informação. Mas bem, me conheço, sei que na primeira birra apagaria a conta ou escreveria algo que seria banido rapidinho (o pessoal do twitter está esquisito quanto a isso).

            Aproveitando: Tou vendo se testo o Feeder para RSS, a propósito. Vamos ver como lido com isso.

        4. Ligeiro, o fritter melhorou muito! Tenho usado ele constantemente e é raro dar erro. Só mesmo quando a conta é fechada, ele ainda não sabe avisar isso.

          1. Vou tentar novamente. Grato pela reinidcação. Pelo que sei, dá para puxar no GitHub plenamente atualizado – a versão da F-Droid é desatualizada.

            De qualquer forma, vou também usar o Nitter – no computador, tenho usado o Firefox. :)

  28. Eu bem que tentei por vários anos continuar no Firefox.
    Mas nos últimos dias fui fazer alguns testes no Chrome e descobri que boa parte dos serviços web que uso, funcionam muito (muito) melhor no Chrome.
    Imediatamente o Firefox virou uma carroça, se comparado ao Chrome.
    E pra piorar, o Firefox teve o maior consumo de memória.
    Testei os navegadores baseados no Chromium: Edge, Vivaldi e Brave, mas o Chrome foi mais rápido que todos.
    Parece que chegou a hora de dizer adeus para a raposinha…

    1. Uma situação curiosa que notei: ao instalar o Chrome, o Windows coloca um atalho do Edge na área de trabalho.

      1. Não é problema.
        É que tudo funciona melhor no chrome: simples sites de notícias abrem bem mais rápido.
        Redes sociais como Twitter e reddit são mais responsivos no chrome.
        Serviços do Google então (YouTube e Google fotos) nem se fala.
        Até serviços da Apple via web, como Apple Music, são bem melhores no chrome.
        Não acho que vale a pena sacrificar a experiência de uso para tentar “salvar a web”.
        Por isso, vou deixar o Firefox de lado.

    2. Eu tenho muitos motivos para usar o Firefox – e ainda uso – mas atualização após atualização, o único que está restando é evitar o monopólio do motor de renderização.

    3. Passei os últimos 6 meses usando o Edge, mas um bug que travava os vídeos no HBO Max me fez voltar para o Firefox.
      Não senti nenhuma queda de desempenho, ou problemas de compatibilidade, com o Firefox.

    4. Eu sempre mantenho pelo menos três navegadores instalados nos meus computadores, mas uso principalmente o Firefox. Ele tem extensões muito boas das quais não consigo abrir mão.

    5. Muita gente fala dessa queda de desempenho mas eu nunca senti, uso o firefox por ser o menos invasivo e funciona muito bem. Gostava do Edge pré-chrome, era bem rápido, agora só uso para vídeo chamadas, é a única coisa que é ruim no firefox.

      1. Isso, uso vários navegadores diferentes e nunca notei diferença de performance. Não uso serviços do google pelo navegador, talvez eles sejam mais perceptíveis

      2. Eu uso apenas o Firefox há anos, mas volta e meia preciso ir no Chromium para um site ou outro mas nada demais. Eu nunca percebi nada tão absurdo que me faria trocar o Firefox, sinceramente.

    6. sou usuário fiel do Firefox, nunca consegui me acostumar com o Chrome

      a única coisa que vi que funciona no Chrome e não no Firefox é aquele fundo falso no Google Meet … de resto nunca tive problemas com nada

    7. Jota, até acho que é por aí mesmo, mas só toma cuidado pra não comparar um navegador “cheio”, que já é usado há muito tempo, com um navegador recém instalado. A tendência é que o desempenho caia um pouco quanto mais “tralha” tem nele.

    8. Pois é, as vezes sofro com isso de sites incompatíveis no Firefox: maior exemplo pra mim é o Google Meet, que preciso usar pra trabalho e não tem metade das funções.

      Pessoal do trabalho se irrita que tem muita coisa que eu falo que não consigo fazer e sei que me limito, mas eu me recuso demais a usar qualquer navegador baseado em Chromium. Porém, pra emergências, deixo instalado uma instância do Ungoogled Chromium na máquina https://github.com/ungoogled-software/ungoogled-chromium

      1. Não conhecia. Vou testar aqui no Mac. Pra quem interessar: brew install –cask eloston-chromium

    9. Firefox pra vida!

      Se o site não funcionar no Firefox, o que é raríssimo, eu simplesmente não acesso. Não vou dar pageview pra developer preguiçoso.

      Não uso o Chrome em nada.
      O que o Google está fazendo com a web é um crime. E todo mundo aceita pq é grátis ou pq é mais fácil.

      A web é livre e deve permanecer assim pra sempre!

      Colocar ela na mão de uma empresa que coleta até o último dos seus dados, é falha da humanidade em manter uma web saudável, livre e acessível para todos.

    10. Tenho me mantido fiel ao FF desde seu lançamento. Não consigo usar outro navegador. Costumo deixar dois navegadores instalados. Antes tinha o Chrome para ser usado em casos específicos, porém, já faz um mês que excluí ele e instalei o Chromium. Aqui o FF reina absoluto e não tenho intensão nenhuma de deixá-lo.

  29. Não sou fã dos produtos e da empresa Apple, deixo sempre bem claro isso. Porém é inegável a atenção aos detalhes em UI design e o quanto as mudanças são poucas e “conversam” bem (ok, tem coisa na usabilidade em si sem sentido como desligar o aparelho, que antes era apenas apertar o botão lateral e deslizar. Agora é o lateral + o de volume e deslizar. Daqui a pouco será o lateral + os 2 de volume + dar uma cambalhota e deslizar para poder desligar o bicho)

    Mas divago. o ponto é que a UI da Xiaomi era bacana, mas recentemente troquei por um Samsung e tenho outros modelos de Samsung que usamos na empresa. Percebi então que estava com várias versões de Android e One UI nas mãos e fui ver as diferenças.
    Caras, é gritante como muda: em um os ícones são vetores vazios, somente o contorno; em outro esse ícone ficou com preenchimento azul; em outro aparelho o ícone virou um quadradinho azul com bordas retas com o contorno da forma dentro; em outro o ícone é o mesmo, porém com bordas mais arredondadas e, por último (Android 13, ONE UI 5), o ícone todo está mais arredondado, parecendo um círculo quase.
    E não é só por aí, alguns alerts do sistema mesmo estão com a fonte azul, outros com fonte preta. Nas configs do aparelho, ao acessar os apps, o ícone de desinstalar de um é uma lixeira só em contorno, em outro é a lixeira preenchida em preto, em outro é um sinal de –

    Trago então a discussão aqui: isso seria uma melhoria contínua? Ou a cada atualização eles tentam fazer o design ‘perfeito’ e no final fica datado e precisa ser modificado?

    1. Cara, pode ser apenas que a equipe que define isso tenha muita rotativade, e não exista uma base muito firme de padrões.

      Na empresa onde trabalho, entre 6 a 12 meses praticamente troca toda a equipe UI, e o que uma pessoa acha melhor, outro já acha pior e tem outra ideia, e assim vão se criando vários “padrões” diferentes.

    2. Talvez seja isso e um pouco de coisas legadas que ficam para trás, como acontece no Windows?

      Outro fator que influencia é que a Samsung desenvolve sua identidade visual em cima de outra, do Google, que é bem definida. Usar o Android do Google parece-me (de longe e com base num breve contato que tive recentemente com o LineageOS 19.1/Android 12), uma experiência mais consistente que a de outros celulares em que as fabricantes aplicam suas próprias interfaces.

    3. A Samsung mantém versões diferentes da interface que ela tem (One UI). Só que isso acontece mais com celulares intermediários e top de linha. Para cada seguimento ela tem, em tese, uma versão da One UI. Fica meio confuso mesmo. Já foi pior. Mas, pelo que percebo, eles só dão atenção mesmo aos top de linha.

      Outro dia a minha (One UI) atualizou aqui. A maior parte da interface é de itens mais arredondados. E tinha uma barrinha que era retangular. Agora ela é arredondada também, era a única coisa que destoava muito. Dentro de uma mesma versão, já existe alguma padronização. Se pegar aparelhos de segmentos diferentes e, principalmente, versões diferentes da One UI, aí sim, não tem uma padronização muito clara não. Mas, como disse, nas versões mais recentes isso melhorou muito, já foi bem pior.

      Falando em Samsung, foi a segunda e última vez que compro smart da marca. Como tem bloatware no sistema deles (já peguei uns da Xiaomi e parece que é até pior). Sei que atualmente é meio difícil fugir disso. Só achei exagerado nesse modelo que tenho. Não dá pra remover, como de costume, nenhum dos lixos que já vem instalados no celular, tipo facebook, por exemplo. Os smarts que tive da LG e Motorola era bem melhor nesse aspecto.

      1. meu último Samsung tmb, saudades do meu primeiro, um S3 com Android 4.3 Jelly Bean… se minha companheira decidir se desfazer do S9+ dela,vou trocar a bateria do aparelho e ficar com ele para mim rsrsrs se não rolar, voltarei para algum Xiaomi com debloat, VPN e outros recursos para evitar despejar meu dados para a China e anunciantes
        sobre os testes que fiz aqui, mesmo os A11 da UI 4.0 para a 4.1 já deram muita diferença no Android 12. O mais recente é no A52s que está com a 5.0 e Android 13 (não gostei, tudo muito arredondado porém com design flat, como se fossem gordinhos – que colocassem ícones 3d então) e tenho tmb uns M12 que não me lembro a versão da One UI.

        1. O M12 é um celular intermediário da Samsung (embora ele esteja sendo vendido a um preço absurdamente caro atualmente), se não me engano, esses modelos vem com o OneUI 3/3.1.

          O outro Samsung que tive foi a bastante tempo, era um com android 5, se não me engano. Era um j3. E eu já achava ele meio bloated naquela época.

  30. Vamos falar sério aqui: vocês saberiam indicar uma mesa de trabalho, de boa qualidade (não precisa ser motorizada/standing)?

    Ano passado investi em várias melhorias no meu home office, mas a base dele, a mesa, ainda é uma bem zoada que comprei num momento em que não precisava, pois trabalhava fora e mal usava computador em casa.

    1. Se você não for de motorizada e quer maximizar o espaço minimizando os custos, 2 cavaletes e uma porta bem fixados costumam virar uma ótima mesa.

    2. Eu acabei buscando uma serralheria e encomendei uma mesa estilo industrial sob medida (1,50 x 0,80). Aquelas com base em metalon e tampa em MDF. Por ser personalizada foi possível incluir um suporte para filtro de linha e um bocal para fios. Talvez valha a pena para trazer algo do tamanho do seu espaço.

      1. Desculpe a indiscrição (não precisa responder), mas quanto saiu essa brincadeira? Meu receio em fazer sob medida é ficar muito caro.

        1. Fiz sob medida também mas não lembro o preço. Lembro que achei mais barato do que estava esperando e a qualidade é bem melhor que as que eu usava antes.

          Talvez compense pra você tirar as medidas do local e fazer um orçamento sem compromisso nessas casas de móveis planejados

        2. Ficou em R$450 a menos de 2 atrás aqui em BH. Considerando o tamanho da mesa, achei um preço muito bom.

    3. Ghedin, não por mal, mas tipo: neste caso não seria melhor primeiro ver como é seu espaço de trabalho para depois definir uma mesa?

      Creio que no caso aqui o que tu deve estar preocupado é com a ergonomia. Entendo que talvez ver as medidas que lhe atendam para ter conforto possa acabar limitando suas escolhas, aí fica difícil falar de “marca de mesa”. Mais prático ver as medidas que precisa e ver se o custo de mandar fazer ou até modificar a mesa que você usa hoje compense ao invés de comprar uma.

      Observar também mesas em saldões de usados pode ser uma boa.

      1. Todos os acessórios que tenho aqui são modulares e podem ser movidos para uma nova mesa sem qualquer prejuízo. Já comprei pensando nisso, numa eventual troca de mesa.

        1. Entendi.

          Talvez um “sob medida” saia barato porque a vantagem, como dito pelo João, é que você possa pedir para implementar algo que em uma mesa comum não tenha, como suportes específicos ou buraco de acesso em uma posição mais fora do padrão. De qualquer forma, desejo-lhe boas compras :)

    4. Aqui fizemos uma mesa de parede a parede com uma placa grande de MDF e um frontão de 5 cm que serve pra esconder os fios que correm debaixo da bancada e as mãos francesas que são bem fortes, mas baixas pra evitar bater joelho e afins

      O custo da placa de MDF pode variar bastante com tipo de cor e expessura, um branco clássico sai por 200 reais e cada mão francesa 40.

    5. tudo depende do que você considera como mesa boa, pois a questão é mais as medidas da mesa, principalmente profundidade.

      se você já tem uma, sabe quais pontos te incomodam, então ou você altera ela ou pode usar ela de protótipo para a construção da outra.

      hije tenho uma mesa com uma profundidade de quase 1 metro, perfeito para distância do monitor e uma área que permite eu usar caneta tranquilo.

      1. Um detalhe que (imagino) define uma mesa boa é o tampão não ser MDF. A minha é, acho zoado e me incomoda bastante — aspecto barato, feião. Existe MDF bom e estou sendo preconceituoso, ou se quiser algo melhor terei que morrer em madeira de verdade mesmo?

    6. Também acho que pode ser mais jogo você montar sua mesa; Um tampo de MDF grosso, perna em metalon. E aí você pode até fazer uma mesa em tamanho reduzido, quase como uma bandeja, para colocar em cima da sua mesa atual caso queira fazer uma standing desk “analógica”.

    7. Vai depender da tua realidade. Uma mesa muito boa, mas não tão bonita são as mesas que viram maletas que vendem na Leroy Merlim. Tem uma com 1,80m x 0,75m que considero o tamanho perfeito para se ter uma estação de trabalho confortável. Você pode colocar aqueles mousepads gigantes pra ficar menos feia, mas vai por mim, é muito boa. Principalmente se você mora de aluguel e por ventura, venha precisar se mudar.

      Aqui o link

    8. Comprei esse modelo aqui (mas na cor preta) há um ano e tem me servido bem:

      https://www.amazon.com.br/Escritório-Diretor-Estilo-Industrial-Kuadra/dp/B089XVR312/

      No geral aparecem promoções dela no valor de 250 reais em diferentes sites.

      Base firme apesar de estar suportando dois monitores de 27 polegadas. Ainda não apresentou desgastes no acabamento apesar de trabalhar diariamente nela.

      A única adaptação que tive que fazer foi um furo nela para dar suporte ao suporte desses dois monitores, que não tinha a abertura da base grande o suficiente para abraçar a parte de trás da mesa.

    9. Eu passei por um processo mais demorado pra conseguir chegar na mesa que uso hoje. Em 2019 a ideia era ter uma mesa que eu e minha companheira pudéssemos usar a mesma mesa nos dias de home office.

      O que fizemos foi comprar um tampão de uma mesa de jantar em madeira da Tadah medindo 150cmx75cm. Ele é bem resistente e a pintura em verniz fosco ajuda a proteger bem. A base da mesa foi feita usando algumas peças de madeira que cortamos e montamos com parafusos. Infelizmente ela nunca ficou firme o suficiente e acabava balançando.

      Como passei a trabalhar de casa e usar a mesa sozinho, ano passado decidi fazer alguns orçamentos nas serralherias aqui da região de uma base em metal. Nós mesmos desenhamos as medidas e encomendei uma base por R$ 920,00. Até fiz um orçamento pra incluir uma canaleta também, mas achei que o valor subia demais e não valia tanto a pena já que é possível comprar uma separada. A base ficou pronta em umas duas semanas e entregaram aqui em casa, aí foi só colocar uns feltros nos pés pra não estragar o chão e parafusar o tampo.

      Depois de um ano de uso não tenho nada a reclamar e foi um dos melhores investimentos que fiz no escritório. A mesa grande permite que eu tenha bastante coisa em cima dela. Hoje eu tenho um desktop, um monitor, notebook e várias outras coisas em cima e ainda sobra espaço pro gato.

      Dei uma olhada na Tadah e acho que pararam de vender só tampão, mas é semelhante ao dessa mesa de jantar.

    10. Honestamente, eu cansei dessa briga de achar mesa e desisti: desenhei meu projeto e mandei um marceneiro fazer. Ficou perfeita, no tamanho ideal, com as medidas que eu queria e custou uns 800 pra fazer.

    11. Rodrigo, cara. Eu como ex-marceneiro de profissão e atualmente marceneiro hobbista digo que… pega alguns projetos que tu gostou e pede para um marceneiro fazer. Se tu quiser algo que mescle madeira com ferro, vai dar um pouco mais de trabalho, pois, vais ter que correr atrás de serralheiro, também.

      Sobre usar MDP, MDF ou madeira. Bem, eu vou SEMPRE defender madeira, sempre.

      Nunca trabalhei com MDP e com MDF fiz 2 pequenos trabalhos. Não gosto dos materiais e tenho birra com eles. Não os acho resistentes, acho-os feios, e qualquer tipo de imitação dos veios de madeira soam como… coisas falsas. Sei lá, não gosto.

      O problema de usar madeira maciça para fazer tampos é a dificuldade para produzir e consequentemente o custo da produção. Um tampo bem feito sai caro. Feito com madeira nobre mais caro ainda. Mas são incrivelmente lindos.

      A saída que eu vejo é usar chapas de compensado. Existem basicamente dois tipos de compensados, os sarrafeados e os multilaminados.

      Os sarrafeados são compostos por uma estrutura interna de sarrafos de madeira comum como pinus ou eucalipto, dispostas na mesma direção, colados lado a lado e revestidos por uma fina camada de madeira comum que ajuda a manter tudo sustentado. Algumas possuem uma finíssima camada de alguma madeira nobre colada por cima. As portas do teu apartamento devem ser feitas usando compensado sarrafeado.
      Exemplo: Compensado sarrafeado.

      Já os multilaminados são finas camadas de madeira comum, como pinus ou eucalipto, coladas sobrepostas em número ímpar e em direções opostas. Isto é, se os veios da madeira na camada 1 estão indo da esquerda para a direita, na camada 2 eles irão de cima para baixo. A camada 3 volta ao original e assim por diante. Isto garante uma grande resistência a empenamentos. O revestimento externo dos multilaminados também varia bastante, indo dos mais básicos como pinus, passando pelo de virola (que eu acho lindo e relativamente barato) e indo até madeiras nobres.
      Exemplo: Compensado multilaminado.

      Os multilaminados dividem-se em dois também. Os comuns e os navais. Nos comuns, as camadas de madeira são coladas com cola a base de ureia-formol (MR), não resistentes à água. Já nos navais, as camadas são coladas com cola a base de fenol-formol (WBP), 100% resistentes à água.

      Bem, já deve ter dado para perceber qual tipo de compensado eu gosto, né? Gosto e recomendo o compensado naval. É resistente a empenamentos (muito mais que MDF e MDP), bom de trabalhar, resistente a umidade e lindo, visto que o revestimento externo pode ser de vários tipos de madeiras nobres. Um tampo bem lixado e envernizado com verniz PU fosco fica ó, lindão demais.

      Só uma coisa que tem que se atentar é que, tampo de madeira envernizado arranha. Por mais que o verniz PU seja o mais resiste atualmente, ele arranha, ao contrário da chapa de melamina (popularmente conhecida como Formica®) que costuma revestir painéis de MDF. Portanto nada de arrastar coisas sobre o tampo. Uma dica para conservar melhor o verniz é aplicar cera em pasta. Existem várias ceras em pasta muito boas, como a Artifice Supreme da empresa brasileira General Iron Fittings. A cera forma uma camada extra de proteção sobre o verniz.

      Voltando ao assunto da mão de obra, uma tática que poderias usar para saber onde arranjar bons profissionais é simplesmente pedir indicações em escritórios de arquitetura. Em bons escritórios. Ou com amigos que são arquitetos. Ou decoradores…

      Pretendo fazer uma mesa para usar no trabalho. Aquelas que a universidade tem, de MDF, são muito feias, e como é permitido levar material de casa, quero em breve fazer uma para mim. Penso em misturar ferro (“metalon”) e chapa de compensado multilaminado naval para deixar mais barato e produzir mais rápido. Gosto de visual “industrial”.

      1. Que aula! Muito obrigado, Diego! (E que alívio saber que minha birra com MDF não é frescura, haha!)

        A dica de pedir indicação é muito boa! Tenho uma conhecida que é arquiteta aqui na cidade, vou pedir a ela.

        Obrigado mesmo, ajudou um bocado.

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