Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #320

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

340 comentários

  1. Alguém que possa me ajudar, sem experiência e com muita necessidade fui lesada pela top mall
    Perdi o pouco que tinha e ainda fiquei devendo, sem condições de poder pagar os empréstimos que fiz, pra recarregar na plataforma e liberar as missões, as quais são cada vez mais caras
    Não consegui finalizar e muito menos recuperar meu investimento

  2. Alguém aqui é adepto do trabalhar em pé? Achá que faz diferença na rotina de trabalho?

    1. Geralmente conserto pcs trabalhando em pé, pois preciso de mobilidade para pegar ferramentas ou me atentar a algum detalhe.

      Na verdade sou ansioso e trabalho em todo o tipo de posição…

  3. Alguém tem indicação de webcam com qualidade melhor que a do notebook e que não custe mil reais? Vi que a Logitech C920s tá num preço bom, será que vale?
    Sou psicólogo e atendo por videochamada. Algo no nível “câmera frontal de celular” já me bastaria, não precisa ser uma DSLR.

      1. Eu até tinha visto essa ideia, mas nunca levei muito a sério. Testei aqui o Irium Cam e funcionou super bem!

      2. Já usei o Droidcam no início da pandemia, quando estava fazendo terapia online, e a solução me quebrou um baita galho. Se não me falha a memória, é preciso mexer em algumas configurações específicas no sistema do smartphone (no caso do Android, ao menos), mas nada de outro mundo. Com a câmera traseira, a qualidade de imagem fica melhor do que muita webcam cara por aí.

    1. Oi Guilherme! Sou psicóloga e uso minha logitech c920 há 5 anos. Adoro. Comprei mais uma há 2 anos, para ter backup no 2o notebook. Manda ver que fica mais natural pra conversar caso você sente em uma poltrona, por exemplo, saindo daquela cena de mesa de escritório. Dá pra fazer um string terapêutico legal usando monitor maior e a logitech. Meu conforto para atender ao longo das sessões aumentou muito!

    1. cara, eu também sounds contador e sei bem pouco de ambas, mas indicaria python, pois com ele vc pode automatizar umas tarefas, SQL é mais banco de dados e a princípio creio que não seria tão interessante

    2. Eu vou ser a pessoa que vai dizer isso: não se apegue na tecnologia em si e se esforce (muito, você vai precisar) para aprender lógica, estatística e matemática. Não precisa ser matemática em um nível alto (análise real, topografia etc) mas precisa ter uma compreensão do que são as coisas. Não sei se em contabilidade tem cálculo (deriavadas [parciais, segunda], integrais e limites) mas isso é o básico pra aprender machine learning e deep learning, por exemplo.

      Sobre a parte de tecnologias em si, provavelmente você deve falar como Gabruel Arruda, que é o cientista de dados que eu sei que comenta aqui no MdU. Ele provavelmente te daria um “norte” melhor do que/como aprender.

      Esse roteiro do Freecode parece realmente bom (note que ele separa 5 meses pra parte matemática do aprendizado). Eu acho que provavelmente você tem que se ater em Python (Pandas, Numpy, TensorFlow, Keras e Scikit) e manipulação de dados (CSV, SQL; qualquer coisa nesse sentido).

      Pro Numpy eu recomendo muito esse livro: https://www.labri.fr/perso/nrougier/from-python-to-numpy/

  4. É o seguinte. Na segunda-feira estou indo para um casamento em Arraial d`Ajuda, na Bahia.

    Alguma recomendação do que fazer? Que locais visitar?

    Obrigado. =]

    1. De norte para sul, caso tenha uns três ou quatro dias.

      Santa Cruz Cabrália – onde os portugueses chegaram ao Brasil – conhece em uma hora ou mais.
      Praia da Coroa Vermelha – mar tranquilo e quente, com opções de restaurante pra ficar com o pé na água. Vale uma tarde aí.

      Porto Seguro – não perde tempo. Praia suja e passa 90% do tempo respondendo “não, obrigado”.

      Arraial – Praia do Mucugê, Pitinga, e falésias, ao sul da praia da Pitinga.

      Trancoso – Quadrado e praia dos Coqueiros.

      Caraíva – uns 60km ao sul de Arraial, uma estrada ruim demais, depois barquinho pra atravessar um rio. Pé na areia 100% do tempo, não existem carros ou calçada. É aquele lugar que vale a pena demais ir uma vez na vida.

      (Obs: estive nesses lugares na primeira semana da pandemia. Portanto, vi todos vazios, sem quase nenhum turista. Em alta temporada não sei como deve ser.)

      1. Pooo, valeu pelas dicas!

        Fiquei super curioso com Santa Cruz Cabrália.

        1. Concordando com o colega: Cabrália e Coroa Vermelha são ótimas dicas! Trancoso vale a pena para conhecer, a natureza do lugar é linda mas, pelo menos quando fui, não tinha muita estrutura. Conheci e não voltaria. Porto Seguro mesmo não rola.

  5. Estava lendo o newsletter de sábado do MdU e sempre fico impressionado com a qualidade das fotos mostradas no fim. Vejo que algumas são tiradas de celular mas mesmo estas aparentam um “profissionalismo”. Não sei explicar exatamente o que seria, mas vejo que muitas das minhas fotos de celular, mesmo usando tripé, as vezes aparecem ligeiramente borradas e, por melhor que aparentam, nunca com essa qualidade toda que já vi no newsletter ou em outros cantos da internet.

    Alguém tem alguma dica? É algum pós-processamento? Algum filtro específico? Um app para tirar fotos diferenciado?

    O pouco que entendo do assunto sei que o ISO deve ser baixo e a iluminação alta. Mas e fotos escuras? É possível fazer isso apenas com um celular mediano?

    Para referência, meu celular é um Xiaomi Mi9T que eu não acredito que seja tão horrível assim. Mas posso estar enganado…

    1. montarroios está por aqui? acho que ele seria a melhor pessoa para falar sobre fotografia por aqui?

    2. A melhor maneira de garantir que uma foto de celular saia bonita é fazê-la ao ar livre, em dias ensolarados. Eu não fiz isso, mas suspeito que se você analisar as fotos da newsletter tiradas de celular, a maioria (se não todas) terão essa característica.

      1. Imagino que isso seja o caso. Ai cai na questão do ISO baixo e iluminação em abundância. Mas uma coisa que me chamou atenção e me fez postar isso justamente hoje foi a foto do ventilador.

        E olhando no grupo, a foto da guitarra me impressionou demais também e foi feita com um Galaxy S7.

        Olhando algumas fotos mais de perto dá pra notar o ruido do ISO (a do cabo de rede, por exemplo e até mesmo a do ventilador). Mas outras, como o mouse, os eletrodutos vermelhos e a cortina de banheiro são exatamente o meu objetivo em foto. Realmente elas parecem bem iluminadas.

        1. Acabei me confundindo na hora de ver as fotos e elas não são todas do grupo do MdU, mas sim de um usuário específico. Mas meu ponto continua o mesmo 🙃

        2. Felipe, a foto do cabo de rede a que você se refere é aquela de um cabo amarelo enrolado? Se sim, o ruído é, na verdade, um granulado leve/moderado que eu apliquei via Snapseed para disfarçar algumas imperfeições do fundo hehehe. Também apliquei uma vinheta moderada pelo mesmo motivo. Vez ou outra me deparo com esses defeitos, que não sei se são culpa da minha falta de técnica/habilidade, das limitações da câmera ou de ambos, e tento maquiá-los de alguma forma, às vezes sutil, às vezes mais evidente/pronunciada.

          E sim, você tem razão, aproximando bem algumas fotos, dá pra ver que o ruído está ali. Por vezes forço a barra tentando utilizar uma ISO baixa em ambientes pouco iluminados. Esse é um dos casos de foto que parecia melhor na mente do que na tela.

          Ah, e a foto do ventilador é espetacular!

      2. Tirei uma foto agora pra testar e, tirando a nojeira que está meu teclado*, percebo que a profundidade de campo é que está horrível.

        Por exemplo o keycap do del e end, assim como a key, estão bem definidos. Mas o ins, o home e as mais longe estão com um borrado que me parece muito artificial. Não sei se é só coisa minha, mas esse desfocado não me parece um desfocado “normal”. Não sei explicar também o que seria um desfocado normal. 🤷🏻‍♂️

        * amanhã esse teclado vai precisar de uma limpeza, nem que seja rápida…

    3. [tentando enviar novamente o comentário]

      Como já foi dito, as fotos tiradas com o celular durante o dia costumam ficar melhores. Eu, por exemplo, uso meu Galaxy S7 velho de guerra e fotos à noite geralmente representam um grande desafio. A câmera ainda dá para o gasto, reconheço, mas está longe das câmeras atuais.

      Tento conhecer as limitações do meu dispositivo. Às vezes vejo um cenário perfeito para uma foto, mas na prática o resultado fica abaixo daquele que a minha mente havia projetado. Em geral uso o modo manual, reduzindo bastante o ISO (sempre de acordo com a iluminação do ambiente, é claro) e aumentando o tempo de exposição eventualmente. Quando acho que alguma foto vai ficar tremida, uso o disparo sequencial para escolher o melhor quadro. Também gosto de brincar com o flash, sobretudo quando o intuito é dar destaque a um objeto (a maioria das minhas fotos é sobre objetos ordinários) em meio à escuridão.

      Às vezes recorro a uma edição bem básica num Snapseed da vida, ajustando brilho, saturação, contraste, temperatura etc., inserindo um granulado ou mexendo com coloração seletiva. Não vai muito além disso, até porque não manjo de edição.

  6. pessoal, estava lendo sobre o criptomator e me deparei com o rclone mas, ficou algumas dúvidas sobre seu funcionamento e gostaria de entender melhor

    sei que o criptomator ele cria uma pasta criptografada com seu dados dentro individualmente onde, ao você descriptografar, ele cria, como se fosse um dispositivo externo, o conteúdo em sua “forma real”. agora, não sei se entendi bem mas, o rclone só criptografa os dados do lado do servidor (tipo, se acessar algo pela web no onedrive, tudo vai estar criptografado), logo, localmente não preciso me preocupar em fazer a descriptografia, é isso mesmo?

    1. Essas ferramentas não conheço, mas se entendi bem você quer uma pasta criptografada, seria isso?

      Se for esse o caso, recomendo o VeraCrypt, o código é aberto, funciona em qualquer SO. A ideia dele é criar como se fosse um drive criptografado (que pode ser uma pasta ou um sistema de arquivos inteiro). Depende sempre de ter o programa para montar o drive e para isso é necessária a senha que definir. Pode escolher entre vários algoritmos de hash.

  7. Webview do sistema android seria o câncer do android??
    Eu não sei nem pra que realmente serve esse app. Toda semana atualiza e não muda nada parece que só serve para consumir memória.

    1. Ele é meio que o “navegador” interno do sistema. Apps feitos em javascript e tecnologias web usam ele. Você deve ter percebido algum app nada a ver fechar do nada se estiver atualizando o webview naquele momento.

  8. Posso configurar facilmente no Gmail, acho que de uns anos pra cá só tem servidor próprio, mas dificilmente preciso responder…

  9. Buenas!

    Alguém que utilize o Roku Express na sua TV passa pelo problema da imagem do Youtube não aparecer? O áudio é normal, mas a imagem parece uma TV fora do ar.

      1. Sim! A interface funciona normal, menus, inclusive as capas dos vídeos. Ao clicar pra iniciar o video, a tela fica borrada, com cores, mas nenhuma imagem definida. Tentei resetar, reinstalar o canal, atualizar versão. Nada resolveu.

        1. checa se na tv ha alguma configuração do HDMI. Pode ser algo relacionado a comunicação hdmi entre a tv e o roku

          teste o roku ligado em uma fonte mais forte (5v 2a ou mais a) para ver se não e falta de energia

          1. Ou tenta trocar o cabo hdmi. Eu tenho 4 roku e todos funcionam norma.

  10. Pessoal, tô querendo desapegar de algumas coisas aqui em casa, mas nunca anunciei na OLX. Alguém tem umas dicas de iniciante pra eu evitar dor de cabeça?

    1. Não deixe seu número de telefone visível no anúncio (tem opção para desativar).
      Use apenas o chat da OLX, mais fácil de denunciar alguma coisa errada.
      OLX Pay vale a pena, se estiver disposto a perder uma % da venda, mas acho mais seguro. Não gosto de ativar a opção de envio para todo o Brasil.
      Se for marcar encontros para entregar, escolha um lugar mais seguro, tipo shopping ou centros comerciais movimentados.

      1. As minhas dicas seriam exatamente estas. Inclusive esta camada de OLX Pay é muito interessante para se resguardar em caso de tentativa de fraude. Você faz o pagamento que vai ficar retido no sistema da OLX, encontra com o vendedor, confere o produto e libera o pagamento. Além da segurança tem também a vantagem de poder optar por parcelamento.

    2. Eu ia anunciar no OLX, mas ele agora exige OLX Pay. Creio que pode ser uma boa camada de segurança, mas cismo.

      Vendi pelo Facebook, pois prefiro receber e entregar pessoalmente. Ai as regras de sempre; ir em local publico, procurar manter contato, avisar a terceiros, etc

      uma sugestão é fazer uma planilha e anunciar aqui. Se o Ghedin permitir, claro.

      1. seria legal anunciar aqui, já pensei num classificados aqui no PL, hehe

      2. O OLX tenta esconder mas da pra anunciar sem o OLX Pay ainda. Essa semana vendo um jogo se PS5 sem OLX Pay.

        1. Dá, mas é mais complicado e toda hora irrita o anúncio do OLX Play.

    3. Eu prefiro vender pelo Olx Pay e pra todo brasil (só vendo minhas bugigangas usadas, não sou profissional) pela camada adicionada de impessoalidade e segurança (meio de pagamento + correios). Além disso das dicas essenciais já ditas, eu gravo um vídeo meu embalando e pesando o produto (tenho uma pequena balança dessas de cozinha) para ter uma proteção a mais.
      Já vendi presencialmente, mas pessoalmente não gosto pois fico muito mais ansioso com a questão de segurança e de possíveis calotes. Marco sempre em local público, que pode incluir shopping ou até mesmo no meu trabalho (centro administrativo estadual). Pagamento na hora com dinheiro ou PIX somente chave aleatoria.

  11. Depois que reinstalei o macOS, semana passada, resolvi testar o MacPorts em vez do Homebrew para instalar e gerenciar aplicativos em linha de comando. Havia lido que o MacPorts é um “cidadão melhor” dentro do macOS — o Homebrew modifica de modo meio agressivo permissões de partes importantes do sistema e tal.

    Até agora, tudo bem. Mantenho um guia do MacPorts a tiracolo, até decorar os comandos. E, coisa boba, mas o “verbose” no terminal (as linhas mostrando o que está acontecendo) do MacPorts é tão mais limpo. Acho zoado aquele monte de emojis e referências a cerveja no Homebrew.

    Qual a experiência de vocês com esses gerenciadores de pacotes? Se desse, usaria só algo assim — é meio intimidador, mas me parece mais fácil manter tudo atualizado do que depender de verificações esporádicas ou mesmo lojas de aplicativos centralizadas.

    1. Eu uso bastante o homebrew e já criei alguns alias pra otimizar minhas rotinas de atualização. Gosto bastante do brewfile que já contém a lista dos apps e me facilita a vida quando faço uma instalação do zero. Nunca testei o MacPort. Vale a pena em relação o brew?

      1. O MacPorts é mais limitado que o Homebrew em número de pacotes. Não tem aplicativos com interface gráfica (os casks do Homebrew), por exemplo.

        Pelo que li (posso tentar recuperar os links depois), o MacPorts respeita mais o sistema, ainda que isso gere um custo: mais espaço consumindo, porque ele instala suas próprias versões das bibliotecas em vez de compartilhar as do sistema.

        Na prática, tipo no dia a dia, não tenho notado muita diferença.

    2. Passei a usar o homebrew recentemente e estou satisfeito.

      Antes, deixava todos os arquivos .dmg em uma partição e toda vez que formatava, usava. Agora, escrevi um script em bash que baixa a grande maioria dos softwares que uso via homebrew. Facilitou demais!!

      1. Você reinstala o sistema com frequência? Eu fiz isso pela primeira vez em sete anos semana passada. Antes de iniciar o processo, rodei um ls /Applications/ > ~/Documents/apps.txt para ter uma cópia dos aplicativos instalados, aí usei esse arquivo como guia, instalando os aplicativos a partir das seguintes fontes, nesta ordem: Mac App Store, download direto (*.dmg) e MacPorts.

        Foi bem tranquilo, não são muitos aplicativos e aproveitei a oportunidade para não reinstalar coisas que não vinha usando ou de que não precisarei já.

        Procurando aqui, encontrei o lance das permissões que o Homebrew zoa. Ele muda as permissões da /usr/local/ — por isso que se usa ele sem sudo. O MacPorts não faz essa bagunça.

        1. Uma vez no ano eu faço a re-instalação do macOS no Macbook Pro antigo, já que com o tempo esse computador fica lento.

          Sobre as alterações do homebrew, ñ sabia dessa parte, porém ñ me preocupo “tanto”. A facilidade que ele traz, compensa pra mim.

          Ah! Nunca usei o MacPorts

  12. E aí, pessoal, tudo bem?

    Comecei a enviar uma newsletter há alguns meses (inclusive está no diretório aqui do MdU) e decidi utilizar o Tinyletter pela simplicidade.

    Recentemente, ao perguntar para conhecidos que assinam, percebi que para vários deles os e-mails enviados caem na pasta de spam.

    Alguém sabe se tem algo que eu possa fazer para evitar isso? Deveria usar algum outro serviço?

    1. Tem dois paliativos:

      • Pedir a quem encontrar a newsletter no spam sinalizar que não é spam; e
      • Pedir para incluírem o endereço de disparo da newsletter na lista de contatos

      Outro serviço talvez ajude, mas no fundo esse lance da newsletter que cai no spam envolve muitas várias que estão fora do seu alcance. Se por qualquer motivo o Google decidir que suas mensagens são spam e barrá-las no filtro do Gmail, é muito difícil reverter.

  13. Olá! Tem uma vaga aberta de estágio para a empresa que trabalho. Tem uma preferência por graduação, mas outras são aceitas, desde que tenham ligação com o trabalho (exceto biblioteconomia, por regras do curso). Se você já terminou a graduação ou não tem interesse, agradeço muito se divulgar para alguém que possa ter.

    A BITES, consultoria de análise de dados, está com uma vaga aberta de estágio em Administração de Informações. A pessoa vai auxiliar na organização de dados, cadastros e banco de conhecimento, além de apoiar equipes de Analistas de Dados no uso das informações.

    Competências e Qualificações:
    – Estudante universitário, preferencialmente de Arquivologia, Ciências/Gestão da Informação e cursos afins
    – Conhecimentos em Excel ou Google Sheets (filtros, ordenação, etc.)
    – Familiaridade com redes sociais, notícias online e buscas na internet

    Diferenciais:
    – Conhecimentos em bancos de dados
    – Experiências ou afinidades, sejam elas profissionais, acadêmicas, voluntárias ou por hobby, nas áreas de Ciências Sociais, Direito, Jornalismo, Marketing, Política ou Tecnologia. Exemplos: moderação de grupos e páginas, leitura constante no tema por interesse pessoal, participação ativa em grupos/causas, ter um blog, etc.

    O trabalho é remoto (válido para todo Brasil), com horário flexível a combinar, em um ambiente colaborativo, diverso e multidisciplinar que estimula o aprendizado constante. A bolsa é de R$1,1 mil, também são oferecidos VR e ajuda de custo para home office.

    A BITES é uma empresa aberta a todos, por isso candidaturas de grupos minorizados são muito bem-vindas. Enviar para pollianacavalcanti@bites.com.br até o dia 14/06.

    1. Achei curioso o diferencial de banco de dados… Seria tipo conhecimento em SQL?

      1. Também seria, mas saber o que é, entender a lógica da estrutura ou o que precisa procurar, já é algum conhecimento.

    2. fiquei curioso com essa restrição aos graduandos em biblioteconomia

      se me permite perguntar, qual o entrave legal? (desculpe-me se a pergunta for indiscreta)

      achei interessante porque há uma espécie de rivalidade histórica entre cursos de biblioteconomia, arquivologia e ciência da informação

      1. Nunca tinha falado do curso de “ciência da informação”. Como é isso? (Não pesquisei rs)

        1. veja: http://www.juventudect.fiocruz.br/categoria-ciencia/ciencias-sociais-aplicadas/ciencia-da-informacao

          na verdade as “ciências da informação” são aquelas disciplinas que lidam com a organização da informação em sentido amplo: biblioteconomia, arquivologia, museologia, entre outras. Na UnB, por exemplo, esses três cursos ficam sob o guarda-chuva da faculdade de ciência da informação. O problema é que em alguns lugares existe um curso específico de graduação em ciência da informação

          1. Legal! Realmente fiquei curioso por nunca ter ouvido falar.

            Valeu pelas as infos!!

      2. Ciência da Informação parece uma fusão de Sistemas da Informação e Ciência da Computação hehehehe

      3. Para o curso específico se biblioteconomia é exigido que o o supervisor seja graduado na mesma área. Nos outros cursos das ciências da informação não existe esse entrave.
        Fico pensando no quanto deve ser difícil estagiar de forma remunerada assim, no quanto restringe a pessoa a realmente só trabalhar em biblioteca quando o conhecimento pode valer pra outras coisas também.

        1. interessante, não sabia disso

          de fato, é bastante limitador para os graduandos

          os biblioteconomistas ficam tão preocupados em garantir a reserva de mercado deles com as bibliotecas que acabam levando a esses entraves transdisciplinares

  14. um desejo simples: que todas as newsletters gratuitas tivessem edições abertas na web integradas a sistemas de RSS e publicação em ordem cronológica inversa, para poder ler no navegador e não ter de receber no e-mail

    (sim, eu sempre manifesto a minha saudade dos blogues)

    1. Eu gosto dessa conveniência, mas se for para ler na web, não é melhor ter um blog? O Substack tem essa proposta, e veja como eles já estão se afastando do ideário básico de newsletters e, a depender de como se encara, até sabotando o e-mail com aquele aplicativo horroroso deles.

      1. justamente: acho que newsletters como o substack no fundo são blogs envergonhados — e articulados a uma empresa que está fazendo de tudo pra emplacar sua plataforma fechada e anti-web aberta

        mas fico pensando: o que leva uma pessoa a criar hoje uma newsletter no substack e não um blog (como tenho visto vários jornalistas fazendo)? não acho que seja só o controle total sobre os leitores o motivo

        1. Eu já acho que é esse controle, sim, e um quê de previsibilidade.

          Quando você envia uma newsletter, tem a certeza de que X mil pessoas darão de cara com aquele material. Quando você publica na web, que garantia tem? Nenhuma. Mesmo em grandes portais e jornais, que têm milhões de visitas mensais, não é de todo estranho que notinhas e matérias tenham poucos acessos. Pode dar muito bom, viralizar, explodir em audiência, mas pode ser um fiasco. E é difícil entender o que funciona e o que não funciona — se é que existem critérios que permitam determinar isso de antemão.

          O formato newsletter entrega o melhor das redes sociais (pessoas reais/minimamente identificáveis interessadas no que você publica) com o da web (ausência de plataformas hostis mediando essa relação).

      1. Conheci esse serviço num de seus comentários aqui e desde então favoritei aqui e tenho utilizado gradativamente nas newsletters que me interesso.

        Muito grato pela recomendação! 😉

        1. Você não consegue jogar eles pro Pocket, que faz a exportação pro kindle?

      2. Não conhecia e estou impressionadíssimo após o clique. Convertendo todos os cadastros agora!

    2. O leitor de RSS que uso (NewsBlur) cria um e-mail pra você usar nas newsletters que quiser, e vai parar nele como qualquer RSS. Mas eu até que gosto de ler outro e-mail.

      1. Nesse mesmo estilo, o Instapaper, app para salvar arquivos para ler depois, também fornece um endereço de e-mail para assinatura de newsletter. Eu acabo usando para newsletters diárias ou de notícias.

    3. Eu acho o sistema de blogs com RSS mais simples. Não tem os servidores de e-mail no caminho e o RSS é só um arquivo que de tempos em tempos é atualizado. Tem sim essa questão da previsibilidade que o Ghedin falou que pode ser boa para quem escreve. Mas quem garante também que todos na lista de e-mail vão ler. Ou que não vai pra caixa de spam direto.

      Eu também gosto do RSS pois eu como leitor tenho mais controle. Quantas vezes eu já solicitei que parasse de receber algum e-mail de uma lista de e-mails e não consegui.

  15. Olá.
    Como vocês fazem para receber notícias com menos redundância e estar por dentro dos principais assuntos?
    Eu cheguei a seguir os mesmos veículos de notícias no Twitter, Instagram, Google News e Feedly.
    Confesso que não faço bem a gestão das redes, mas eu fiz uma limpeza, deixando o Twitter e o Instagram para seguir perfis e assuntos mais “pessoais”. Esporadicamente, reviso as fontes nos agregadores de notícias, focando em qualidade da informação e não na quantidade.
    Nessas ferramentas citadas, tento manter o básico de variedade, para me manter de fora de qualquer bolha de informação.
    Outra atitude também que tomei foi assinar newsletters de temas gerais, com resumos ou opiniões dos fatos.
    Eu tenho consciência de que é impossível estar por dentro de tudo, e nem desejo isso. Quero ser menos dependente dessas “ferramentas de informação”, passando menos tempo nelas (prezo pela minha sanidade mental), mas lendo notícias de qualidade.
    Vocês acham que estou no caminho certo? Alguma sugestão para esse detox de notícias que estou fazendo?

    1. Desde que adotei o Feedly há alguns anos passei a concentrar os feeds de tecnologia nele. Acompanho notícias gerais pelo MS News/Start (a tela de notícias da Smart Launcher ajuda, é opcional e substitui bem o Google Discover), além das newsletters como a do Manual.

    2. Assino uma newsletter que resume as principais notícias do dia anterior (recomendo o Meio) e me atenho a ela.

    3. Tenho usado a tela inicial do MS Edge. Dá pra personalizar as fontes. Seguir algumas etc.

    4. Eu nunca tive esse costume “adulto” de acompanhar notícias, só passo o olho na newsletter principal da Folha de São Paulo e do Nexo Jornal de manhã. Já tentei colocar no RSS anos atrás, mas acho que newsletter é mais organizado.

      De tecnologia, que eu acompanho por curiosidade, eu optei por seguir alguns subs do Reddit via RSS: a curadoria é boa, as discussões podem ser interessantes e vem direto da fonte. Acompanho o Hacker News também, porque vira e mexe aparece conteúdo profissional interessante por lá.

    5. vou direto ao portal de noticias.
      Não uso redes sociais para me manter informado – um, por não ter midias anti-sociais, outra pela criação da bolha ser inevitável (uma hora ou outra, o algoritmo vainse intrometer)

    6. Reforçando a dica final do post do Ghedin, tenho ouvido bastante podcast. O bom é que dá pra se informar enquanto faz as atividades do dia a dia (ao invés da leitura, que exige certa concentração plena). Tem o Durma com Essa, do Nexo Jornal (citado também no post), um bom resumo das principais notícias do dia; o Medo e Delírio em Brasília, que traz o noticiário político com uma visão bem ácida e bem-humorada; o Petit Journal, que debate os principais acontecimentos do noticiário mundial; o Foro de Teresina, também com análise do noticiário político (esse semanal, bom pra quem não quiser ter contato todo dia com o tema), fora outros mais específicos, como os do próprio Manual.

  16. @Ghedin,

    É possível você compartilhar o modelo de planilha de Excel que você comentou esses dias? Seria bem útil e ajudaria bastante para ter ideias e ajustes à minha realidade.

    Obrigado desde já.

    Abraços,

    1. Sim! (Desculpe não ter respondido seu e-mail.) Estou tentando achar um tempinho para “limpar” a minha planilha e compartilhá-la com o mundo. Acho que deste fim de semana não passa.

  17. Fala pessoal, depois de uns incidentes com canos estourando aqui no condomínio me peguei pensando se vale a pena ter um seguro residencial. Alguém já contratou? Vale a pena? Quais as melhores seguradoras?

    1. Cara, eu já tive youse e agora estou com BB.

      É muito útil. Esse ano, além de pequenos reparos nas tomadas do apto, minha máquina de lavar ficou com a bomba entupida e quase queimou. No dia seguinte veio um prestador e consertou a máquina. As assistências ajudam bastante (geralmente tudo Tempo Assist).

        1. 90 reais nesse do BB.

          Mas o da youse é bom também, e ficava na faixa dos 20/30, mas era outro apto, outro bairro.

    2. Nem cogito ficar sem. Não apenas quando você aluga, você é obrigado por contrato a assinar, mas é extremamente útil.

      Utilizo o da Tokio Marine hoje, pago 20 reais por mês e posso acionar para problemas elétricos, hidráulica, etc. Ja chamei umas 2x por cano do banheiro entupido (graças a uma instalação mal feita)

  18. estou na casa de um parente e aqui tem iptv pirata (tv express) e eu não curti muito não, HD não é HD, toda hora (a todo momento, na verdade) dá aquelas mini travadas que incomoda, não é suave.

    e tirando obviamente o preço e a quantidade de canais, o directv go é muito melhor.

    1. Passei um fds na casa dos pais de um amigo meu, eles possuem esse iptv pirata e tive a mesma opinião da qualidade desse tipo de serviço.

    2. Tenho uns amigos que acham o máximo, mas no fim usam 1% da programação. Eu só uso minha tv pra plugar o computador ou ver globo rural, então acho besteira gastar com TV, mesmo sendo pirata. Kkkk

      1. Caralho, que perfeito !
        Ainda existem outros assistidores de Globo Rural ???
        Não vejo TV pela TV desde que virou sinal digital – a daqui não tem conversor, quanto mais ser smart.
        Daí o único programa que faço questão de assistir nesse esquema de hdmi + notebook é o Globo Rural, que normalmente é publicado logo depois no próprio g1.
        Essa semana teve uma reportagem sobre o “beiju colorido”, que é a nossa versão daquele doce macarron (?)
        Também tem a parte do agronegócio? tem, mas a gente releva o tanto qeu falam a palavra embrapa para ver maravilhosidades como essas :]

        1. impossível falar de agronegócio e não mencionar a Embrapa. Foi a parceria entre campo/pesquisa nos anos 70 que nos tornounessa potência na produção de alimentos.
          Até hoje estão junto do produtor testando melhorias genéticas de rebanho, diferentes formas de manejo, etc

        2. É o melhor programa da rede globo, talvez de toda a grade de TV aberta. Mesmo sendo um programa ‘agro’ eles focam muito na preservação ambiental.

    3. Ainda tenho mania de ver TV ao vivo como vício de fazer outras coisas e ter algo de fundo. Supro isso hj em dia com ESPN no Star+.

    4. Creio que as pessoas pegam IPTV (pirata) até mais porque justamente é a quantidade de canais que interessa, e não a qualidade. A pessoa quer ver o último capítulo do dia (aí depois puxa no torrent / similar), ou quer ver os noticiários (alguns IPTVs tem diversos canais de notícias de todos os países).

      Seria até uma pesquisa interessante, diga-se. Alguém que estiver estudando a pirataria na faculdade poderia fazer uma pesquisa sobre (quando tiver condições, claro, dado que o salnorabo tirou uma renca de condições).

    5. Fui atender a um conhecido reclamando de que sua rede/link de internet estava ruim demais e que a operadora fazia pouco para ajudar. Testei um monte de coisa e estava tudo normal. Aí ele reclamou da TV. Netflix funcionava muito bem, mas o IPTV pirata vivia engasgando. Foi um parto para tentar fazê-lo entender que ele não tinha problema nenhum na rede, no WiFi, no link de internet, em nada. O problema é que a qualidade desses IPTV pirata é ruim mesmo. E sinceramente tenho a nítida impressão de que ele não entendeu. As pessoas contratam essas coisas, pagam muito menos e esperam conseguir a mesma qualidade que teriam de um serviço legítimo.

    6. Conheço várias pessoas que assinam tv express especificamente, e todas elas não ligam para qualidade. Tem até outros serviços parecidos, mas não sei da qualidade.
      Eu assino um iptv pela tv mesmo com a qualidade muito foda, não trava e não cai. Embutido nesse iptv também tem filmes e séries, a qualidade é questionável, então assisto bem pouco. Prefiro baixar por torrent ou usar o stremio.

        1. Eu assino um que eu falo direto com o cara pelo whatsapp. Passo o telefone por aqui?

          1. Ei tenho esse iptv e o atendimento no WhatsApp é MUITO melhor do que o da Net Claro por exemplo. E não trava.

    7. Não tem mais como assinar TV, nem sendo DirecTV Go. Se eu quiser ver os jogos do Inter eu tenho que assinar o Premiere + Conmebol TV. Se eu quiser seguir vendo os jogos da Champions e Liga das Nações eu tenho que ter o HBO Max mais o plano do antigo EI (que passou a ser TNT eu acho). Sai tudo mais de R$100 fácil. Se a ideia é ver séries e filmes, vá lá. Não é tão caro assim. Mas pra ver jogo, ainda mais fragmentado do jeito que tá, não tem como. É IPTV ou Futemax.

      1. Tocou em outro ponto do porque muitos pegarem IPTV. Geralmente já vem com todos os canais de futebol sem custos a mais.

  19. Pessoal, gostaria de pedir dicas de lugares pra conhecer em São Paulo.

    Já visitei alguns e também ainda tenho alguns na lista, mas como vou ficar mais uma semana estarei aceitando sugestões.

    Ah, já visitei o IMS e o Itaú Cultural até agora. E restaurantes aceito dicas de opções veganas.

    1. Tem a MASP e o Zoo. Mas não sou o melhor pra recomendar… tem várias atrações mas de forma geral não gostei do estilo de vida formiguinha deles….

    2. No Centro de São Paulo (não sei se está na sua lista, então vai ticando):

      – Região da Praça da Sé (vá basicão sem chamar atenção, infelizmente há problemas de furtos devido as pessoas que o poder público abandonou lá). Vale mais para de lá ir para outros pontos como os citados abaixo.

      – Liberdade (Fica próximo à praça da Sé e tem uma ótima feira no fim de semana. ;) )

      – 25 de Março (Fica ao norte da Praça da Sé e vale para comprar coisas que você precisar – ah! lembrando que há muito produto de baixa qualidade. Tome cuidado!)

      – Zona Cerealista – fica perto da 25 de Março (entre ela e o Brás, diga-se), e vale para comprar inclusive produtos veganos!

      – Feira do Bixiga (aos domingos – também fica próximo aos dois acima, com bastante objetos antigos a venda. Há bares, restaurantes, e também não é muito longe da região da Avenida Paulista).

      – Feira da Rua Coimbra (aos domingos – Fica no Brás, basta pegar um ônibus na região central ou trem. É voltado a cultura boliviana e tem bastante produto importado lá. Além claro da comida típica).

      Fora do Centro:

      – Não conheço restaurantes veganos visitando, mas sei que existem alguns na região da Rua Clélia (Perdizes)

      – Os parques de São Paulo são legais para ir, se bem que não sei como estão hoje – o da Avenida Paulista aparenta estar um pouco abandonado.

      – Procure um bairro que possa lhe agradar uma visita, seja algo estilo “Faria Limer” (Pinheiros, Vila Madalena, Lapa) ou “Periferia” (Capão Redondo, São Mateus, Itaquera, Jaguaré). Bairros de periferia comerciais (com lojinhas comuns) são Penha, São Mateus, Tatuapé, Santo Amaro e Lapa.

      Depois trago mais dicas, vou botar o miojo para cozinhar ;) :)

    3. Pinacoteca, Teatro Municipal, MASP, Liberdade, Japan House, Itaú Cultural, Mercado da Lapa, Sesc Pompéia, Parque Trianon, Fundação Luísa e Oscar Americano. Estes são meus favoritos.

    4. ligeiro deu boas dicas, complemento a seguir:

      no centrão:
      • caixa cultural e solar da marquesa (na praça da sé)
      • CCBB (ainda não fui ver a exposição atual mas ela está super “instagramável” — seja isso bom ou ruim)
      • sesc 24 de maio (tome um sorvete lá na lanchonete embaixo da piscina com uma vista simpática para aquela multidão de prédios)
      • copan: livraria, padaria, café, restaurante, etc
      • parque augusta/praça roosevelt/augusta, etc
      • galeria metrópole
      • subindo a consolação dê uma olhada no centro universitário maria antonia, sempre com boas exposições, assim como a Chácara Lane
      • aproveite e assista a uma peça no Teatro Oficina. É uma experiência única e Esperando Godot está em cartaz.

      na região da paulista:
      além de IMS, Itaú Cultural e MASP, dê uma olhada no Sesc paulista e na Japan House. Se gostar de caminhar, pode descer até o Parque da Aclimação no lado do Paraíso ou até o Estádio do Pacaembu no lado da Angélica — e lá no Pacaembu está o Museu do Futebol (que é surpreendentemente muito bom). Aos sábados tem uma feira livre com um pastel famoso, mas não vejo nada de mais. E neste fim de semana tá rolando uma feira do livro com editoras interessantes.

      faria lima
      • o museu da casa brasileira costuma ter exposições temporárias muito boas, mas as de longa duração talvez não valham a visita caso você não tenha muito tempo. A caminho dali vindo da Paulista vale passar no MIS e no MuBE. Esticando um pouco: Instituto Tomie Ohtake

      Ibiraquera
      • o parque em si, obviamente
      • Museu Afro
      • MAM
      • MAC

      MAC e MAM sempre valem a visita — inclusive eles surpreendem com boas exposições mesmo indo lá sem se programar (mas tem que gostar de arte moderna e contemporânea)

      região da Luz
      • museu da língua portuguesa (agora renovado)
      • pinacoteca e estação pinacoteca (e no mesmo prédio da estação pinacoteca vale visitar o memorial da resistência)
      • sala são paulo

      ipiranga
      • o famoso museu do ipiranga (oficialmente: museu paulista da usp) está fechado e só deve reabrir em setembro, mas vale dar uma volta não só nos jardins monumentais como no parque que fica atrás dele.
      • museu de zoologia, atrás do museu do ipiranga: a exposição é pequena e talvez um pouco decepcionante se você já visitou grandes museus de história natural, mas sempre vale a pena ir lá ver o esqueleto da preguiça gigante caso tenha tempo :)
      • sesc Ipiranga também costuma ter boas exposições

      Perdizes, Pompeia, Lapa, etc
      • parque da água branca
      • SESC Pompeia

      •••

      além disso, alguns lugares em regiões menos “turísticas”: museu da imigração (Brás), parque da juventude (zona norte), casa de vidro (morumbi, mas cara demais).

      aos domingos, em frente à lanchonete Estadão, funciona um restaurante vegetariano tipo bufê com preço único (então haverá opções veganas por lá). Chama Nutrissom.

      1. Sempre passei em frente ao Copan e nunca parei para conhecer melhor. Já vi reportagens legais sobre a renovação do prédio, diga-se.

        Aproveitar aqui para estender um pouco as opções:

        – Visitar municípios vizinhos também é legal. Segue a lista:
        * Embu das Artes (pegue o metrô até Vila Sônia e lá pegue um ônibus para Embu). De domingo tem feira de artes e o ambiente é bem bucólico.
        * Mogi das Cruzes (Trem até a estação da cidade). Tem itens da cultura Japonesa e feiras por lá. Não tenho datas, mas creio que no site do município tenha informações.
        * Santana de Parnaíba (trem até Barueri, em seguida ônibus até o Centro Histórico da cidade citada). Tem parte da arquitetura do século 18 preservada e tem feiras eventualmente. Também tem ambiente bucólico.

        Seja bem vindo e quando precisar, chama a gente!

    5. Pinacoteca, Museu Catavento (Ciência interativa), Museu da Lingua Portuguesa (IMPERDÍVEL), Museu de Arte Sacra.

    6. Tem um roteiro a pé que sempre faço com amigos: começo na Praça da Liberdade, depois Praça da Sé, vou pro Pátio do Colégio, aí os calçadões do Centro, atravesso o Viaduto do Chá, vou pra Praça da República, sigo pro Copan e Edifício Itália, daí Praça Roosevelt e subo a Rua Augusta rumo Av Paulista. É coisa pra um dia de caminhada e dá pra conhecer muitas outras coisas nesse caminho! E olhe pra cima, para os topos dos prédios, a pixação em São Paulo é um fenômeno impressionante!

      Infos interessantes desse roteiro:
      – O Pátio do Colégio tem um jardim interno com uma boa vista pro Tamanduateí. Esse ponto é interessante porque no morro onde está o Pátio ficava uma aldeia indígena, e seus habitantes desciam para o Tamanduateí pra pescar.
      – A Praça da Liberdade era onde ficava a forca da cidade. Ali pertinho tem uma capelinha bem antiga, a Nossa Senhora dos Aflitos, que na época da escravidão era onde os escravos ficavam presos até serem levados pra praça (para serem mortos).
      – O Viaduto do Chá tem uma bela vista do Vale do Anhangabaú, que foi um dos limites geográficos da cidade velha.
      – A Praça da República e a região da subida da Rua Augusta/Av Consolação é um dos eixos de expansão da cidade velha, rumo Av Paulista.

      Restaurantes veganos:

      Sushimar Vegano
      Piccoli Cucina
      Congolinária
      Green Table (têm opções veganas)
      Mani (têm opções veganas)

      1. A rota que eu costumo fazer muitas vezes parte da Praça da República ou região da Sé / Liberdade, mas preferencialmente faço subindo (Praça da Sé e Liberdade, viro em uma das pontes, subo a Luiz Antônio, chego na Paulista e de lá vejo outros lugares.

    7. Uma coisa que sempre esqueço de mencionar: tente calcular o transporte público para economizar com ele.

      – O Bilhete Único é R$ 4,40 se for usar um tipo de modal (4 integrações de ônibus até 3 horas ou um acesso ao sistema ferroviário), e aproximadamente + R$ 3,50 na integração (3 integrações de ônibus + 1 acesso ao sistema ferroviário ou vice-versa).

      Um “truque sujo” que costumo usar é quando eu carrego o bilhete e não usei no dia, ficar nos bancos dianteiros do ônibus até próximo do ponto onde vou descer e apenas passar na catraca pontos antes de eu descer. Isso “dá uma estendida” no tempo de uso do Bilhete Único (se são 3 horas para integrações, consigo até +1 hora).

      Qualquer dúvida, eis o site https://bilheteunico.sptrans.com.br/comum/

    8. Respondendo pra dar um agradecimento geral!

      Obrigado pela paciência Hélio, Ligeiro, Tiago, Léo, Gabriel, Rennan, Lucas, dflopes!

      Fiz vários dos programas mencionados e até o fim da minha estadia pretendo fazer mais alguns.

    1. eu gostei! quando lançar pro meu aparelho eu irei testar com certeza

    2. Como esse negocio não rodou no meu iPad antiguinho mas roda em TVs? Não sabia que elas ja tinham tanto processamento assim.

      1. Ele garante o anonimato para torrent?
        Ele tá numa promo para lifetime.

        1. Não sei se faz sentido, hoje em dia a Internet tá rápida e cada vez menos precisa de pirataria. Mas o serviço não relaciona você aos downloads publicamente..

          1. “Cada vez menos precisa de pirataria” essa foi a fala que usaram quando o Netflix foi lançado e discordo plenamente. Hoje em dia existem centenas de serviços em que cada um você precisa pagar uma mensalidade. Além de que pode acontecer de hoje você ver um conteúdo e amanhã ele ter ido para outra plataforma, ou simplesmente não existe em serviço nenhum. Isso vale para qualquer um no mercado. A internet rápida facilita conseguir o conteúdo ou simplesmente ver sem baixar, como no caso do Stremio.

          2. Só pegando os dois comentários – do Hélio e do Matheus.

            Sim, de fato a pirataria resiste, mas quando se fala em “pirataria livre” – compartilhamento com torrent e uso de buscadores de trackers e arquivos, hoje ficou “nichado” (até eu mesmo já não acho da forma antiga como baixar arquivos).

            A pirataria atual está meio que se restringindo em grupos de comunicadores (Whatsapp/Telegram), uso de aplicativos pagos (os citados sobre IPTV) ou em alguns casos, alguma busca no Archive.org (onde tem programas antigos e “abandonware”).

            Uma histórinha que acho que dá para contar por aqui: um conhecido meu mexia com DVDs piratas. Só que a busca por este tipo de coisa diminuiu bastante nos últimos anos. E o custo para se manter não compensava – até porque tinha que pagar propina para a polícia para manter a loja. A pandemia catalisou o sentimento dele.

            Hoje ele trocou a forma da loja para outra coisa e parou de vez com os DVDs, mais fora do escopo e longe da pirataria. Até os policiais ficaram chateado pois perderam a renda da propina que tinham.

    1. Pelo que eu vi aqui é parecido com uma seedbox, mas com umas frescurinhas. Sinceramente no Brasil você não precisa disso para esconder que você baixa torrent, aqui ninguém liga.

  20. A partir do dia 12 de julho, a humanidade irá conseguir enxergar o universo como nunca pôde. As primeiras imagens do telescópio James Webb começarão a chegar depois de um longo período de ajustes. O equipamento custou cerca de 10bi de dólares. Alguém está acompanhando isso?

    https://jwst.nasa.gov/content/webbLaunch/countdown.html

    1. Não exatamente as notícias do James Webb, mas costumo visitar a página Astronomy Picture of the Day, da NASA. Acredito que muitas das imagens do novo telescópio pipocarão por lá.

  21. Comecei a ver coisas sobre carros elétricos e, mesmo tendo bateria de lítio, me parece uma ideia mais interessante que queimar combustível fóssil. Ao mesmo tempo, tem o aspecto da perda de materialidade pela virtualização – estamos fazendo com o carro o que fizemos com o termômetro e o aparelho de pressão. Não confio mais em termômetro ou aparelho de pressão.

    O que vocês pensam sobre carros elétricos?
    Acham que é possível as montadoras começarem a produzir modelos mais acessíveis ($$$) nos próximos anos? E adesão do público?
    Alguém aqui já teve alguma experiência com esse tipo de carro?

    1. A geração atual, que tem aplicativos à disposição, tem uma visão de mundo diferente da em que eu vivi. Na minha época era importante ter, adquirir. Hoje em dia não é raro ver pessoas na casa dos 25 a 30 anos sem carro e sem preocupação de aprender a dirigir.

      Isso atrapalha um pouco a viabilidade, que seria alta a partir do momento em que a escalabilidade permitisse praticar preços acessíveis aqui no Brasil. Eu vejo a eletrificação de frotas como alto mais plausível (Mercado Livre, iFood, Amazon). Tive contato apenas com modelos híbridos (Corolla) e a grosso modo, você só começa a recuperar parte do investimento após 6 a 7 anos de uso do veículo. Para um carro 100% elétrico imagino que esse tempo seja ainda maior do que a própria vida útil das baterias.

    2. Aqui em Curitiba o q tenho visto e até tenho um vizinho q possuiu, é uma moto elétrica da Voltz é bem estranho ver uma moto com zero barulho, outro que vejo diariamente é o SUV Tesla model X é lindo e muito louco ver esses veículos no meio dos outros. De experiência, o mais próxima q tive foi o relato de um amigo que vai com frequência para o Paraguai com carro alugado, ele alugou o modelo ZOE da Renault e ficou decepcionado, que carga rápida deu pouca autonomia, menos que o apresentado e a carga completa tbm mais tempo que o indicado.
      As cidades que estive nos EUA uma delas Detroit e região onde povo é mais apaixonado por carros devido a sua história com as montadoras, carro elétrico é normal entre os de combustão, 99% dos estacionamentos com posto de recarga e voltei com a impressão que o Toyota Pruis é o “Uno de firma” tem em todo lugar tanto por particular, quanto pelas empresas.
      Sobre preço acho q isso é mais pensando em Brasil que no geral tem o preço dos carros maiores q a média mundial e ainda falta equipar as cidades com locais de recarga mas isso vai aumentando com a demanda.

      1. Pois é, houve muita crítica ao design e eletrificação do Prius, mas ele é um sucesso.

        E faz uns dias que ultrapassei um Tesla aqui em Tio Hugo… Tava a uns 80kmh e passei voando de Uno por ele. Kkkk

        1. Errado o Tesla não tava. Veículos elétricos tem um limite de velocidade para eficiência de distância. Quanto maior a velocidade, mais potência, o que significa mais consumo de eletricidade também.

          1. Sim, ponto de recarga aqui deve ser bem raro, então é melhor ir com cuidado mesmo. kkkkkkk

          2. Mesmo São Paulo não tem muitos pontos de recarga. Veremos no futuro como vai ser.

    3. Não vejo que ambientalmente o carro elétrico seja mais sustentável, seja pelos altos problemas ambientais provindos da obtenção de minerais para as baterias e outros componentes que tem uma vida útil que é curta e seja pela alta complexidade de tratar os resíduos gerados destes materiais quando precisam ser descartados (se o que é simples de reciclar nós não fazemos, imagine então o que é mais complexo). E outros, muitas vezes se pensa que só porque o carro elétrico não solta fumaça ele é mais “limpinho”, na verdade temos que pensar todo o ciclo de vida, de onde vai vir as matéria-prima? como é feita sua obtenção? qual a vida útil? como será feito o descarte e tratamento depois? De onde vai vir a energia?
      Sou mais a pegada de investirmos em planejamento e mobilidade urbana, diminuir a gentrificação para fazer a pessoas morarem mais perto de onde trabalham e terem lazer, investir em transporte público e também estudar mais os biocombustíveis por serem renováveis e o resíduo (majoritariamente gás carbônico) gerado ser mais fácil de tratar através do sequestro de carbono que pode ser feito com o plantio de florestas e que, além de sequestrar o carbono acaba providenciando vários outros benefícios ambientais como a conservação da água e do solo e a conservação da biodiversidade e do clima.

      Mas tem muito espaço pra discussão acerca deste tema.

      Não é bem relacionado mas queria aproveitar pra indicar aqui um artigo muito interessante que fez uma analise bastante detalhada acerca do uso do fogo em uma residência europeia e como este ainda se mostra energeticamente mais eficiente quando comparado a energia elétrica (em português) https://solar.lowtechmagazine.com/pt/2019/12/too-much-combustion-too-little-fire.html . O texto é longo mas vale muito a pena.

      1. Na verdade o texto que recomendei não é tão longo. Faz tempo que li, pensei que era maior kkkkk.

      2. Opa!
        Se tiver mais, manda mais. Gosto muito desses debates, por isso trouxe pra cá :]

        Acompanhava mais essas questões de reciclagem/ciclo de consumo, muito por conta de processos de reciclagem/reutilização de plástico que fazia depois de acompanhar o Precious Plastic (hoje acho que é One Army o nome do rolê).

        esse rolê de achar texto maior do que realmente é acontece comigo direto tb kkkk

      3. Não li o texto mas achei super interessante. Obrigado.

        E para completar, não tem nada mais relaxante que sentar na frente do fogo (um lareira), sentir seu calor e ouvir os estalinhos da lenha queimando. NADA.

      4. Vou desviar da discussão, mas gostaria de dizer que adorei este site Low Tech Magazine. Se o Ghedin já rema contra a maré sendo anti-consumerismos excessivos, esse daí é vanguardismo/ ultra questionador do sistema na veia.
        Já li uns artigos (em inglês e em francês que tem bem mais que em Port.) muito bons desconstruindo e rejeitando noções como ”eficiência energética”, ”economia circular”, ”fazenda vertical”, carro elétricos como ecológicos, etc. e sugestões ousadas, como botar limite de velocidade na internet, aquacultura de peixes para tratamento de esgoto, resgatar furadeiras manuais do século 20 em lugar das elétricas, etc. Tudo isso orientado pela visão de genuinamente reduzir ao mássimo possível a utilização de recursos energéticos e materiais para tentar realmente imaginar como seria um modo de vida durável e sustentável, tentando guardar o máximo de progressos modernos. Eu já tinha muitas críticas e ceticismos com táticas de greenwashing, crescimento verde e afins, mas depois disso aprofundei mais.

        1. Este site é ótimo. Queria ver mais conteúdos do tipo em português. Nos fomenta a ter uma maior criticidade quanto as tecnologias que vemos na sociedade, sobretudo quando alguma tecnologia se diz limpa.

    4. Do jeito que a ideia está sendo vendida, não me empolgo e nem vejo escalando. Primeiro a questão ecológica: Se a eletricidade usada para recarregar as baterias não vem de fontes limpas, trocar toda a frota à combustão por modelos elétricos deve trocar seis por meia dúzia, se não for pior.

      Segundo vem a questão das baterias. Ainda na questão ambiental, imagine o estrago que a mineração do Lítio vai fazer, fora que é um metal não tão abundante assim. Vai haver lítio suficiente pra todo mundo? O que mais me incomoda, no entanto, é que hoje você pode fazer viagens longas de carro gastando menos de 15 minutos para encher o tanque. Com elétricos movidos a bateria, o tempo de recarga é muito maior. Inviabilizaria essas viagens longas. E nem toda viagem, ao menos em Terras Tupiniquins, pode ser feita de avião.

      Acho sinceramente que a indústria podia investir em elétricos sim, mas usando células de combustível ao invés de baterias. As células usam álcool (metanol ou etanol) para gerar eletricidade, sem emissão de CO2. A infraestrutura já está pronta e tem capilaridade e mantém a vantagem de abastecimento em menos de 15 minutos.

    5. Eu sou leigo e minha opinião sobre carros elétricos é bem simplista. Dito isso, acho que pode demorar a popularizar de fato, tipo chegar a ao menos 30% da frota nacional, supondo que os valores sejam mais acessíveis, porque hoje o 100% elétrico é artigo de luxo.

      Caso popularize a níveis significativos, fico preocupado com o custo da energia. Não para os carros, mas para o cidadão comum. Todo mundo de carro elétrico a luz da minha casa aumentará de preço? Inflação?

      1. Fiquei pensando nisso ai , total que vão botar uma nova bandeira para cobrar uma taxa ‘veículo elétrico’ que no fundo será a gente pagando por subsídios fiscais da troca de frota do Mercado Livre e do Clubinho de Xixi no Balde do Jeff Bezos.

        1. Salvo engano há artigos falando que onde houve incentivos para eletrificar a frota, também houve alguns percalços. Por exemplo, como carros elétricos podem “pular rodízio” (algo que existe em São Paulo), então isso significa que o trânsito acaba pesado porque as pessoas tem o veículo elétrico como algo principal, ao invés de usar o transporte público. Em cidades onde houve permissão de veículos elétricos usarem faixa de ônibus, isso resultou em trânsito na faixa.

    6. a indústria automobilística tem se agarrado desesperadamente a qualquer coisa para reinventar a roda para atrair um mercado que simplesmente não existe, e provavelmente nunca existirá.

      Mas o capitalismo nunca se preocupou em responder à demanda real do mercado. Sempre foi uma questão de extrair riqueza do trabalho, criar monopólios e mentir para os consumidores sobre as coisas sem as quais eles supostamente não podem viver.

      estão despejando bilhões em tecnologia para fazer algo totalmente desnecessário, que a maioria pode fazer com um veículo que usa tecnologia de 200 anos 🚲🚲🚲

      1. que beleza é ler isso, me pegou ai a coisa com as bicicletas por me lembrar das iniciativas de bicicletas por aluguel e patinetes elétricos.
        A Yellow recebeu uma grana do Governo de São Paulo e no fim das contas acabou indo pra um monte de centro de distribuição para vender em marketplace e loja de varejo.
        Tem o efeito cultural também, de ter volta e meia uma patetada andando de patinete da xiaomi em cima da calçada como se tivesse pulado direto do carro para o patinete, sem nunca ter sido pedestre.
        Ainda no cultural, a coisa mais bonita que vi dessas iniciativas foi uma criançada pegando pra andar sem pagar porra nenhuma nesses negócios. Não sei se era algum esquema de desbloqueio que fizeram ou se o sistema elétrico não travava as rodas, enfim.
        Viva o Lítio !

    7. como disseram os demais, os carros elétricos são um engodo: devíamos focar esforços em ACABAR com o transporte individual (ou reduzi-lo profundamente) e não apenas em trocar a matriz energética de um objeto de uma tonelada usado para mover uma pessoa de menos de um décimo de sua massa

      e como disseram também, nem se trata de fato de uma troca de matriz: a fonte da energia elétrica utilizada sequer se sabe se será realmente mais limpa

      enfim: o carro elétrico não é o aliado simplesmente porque o carro ele próprio é o vilão dessa história

      em tempo: isso porque ainda nem falamos sobre reorganização das cidades para que as pessoas morem mais perto do trabalho (ou que se alterem os modelos de trabalho para que movimentações diárias sejam menos traumáticas e poluentes), entre outras coisas

      lembro de um texto legal do saudoso pedro burgos sobre o uber: ele dizia que algum dia inventaríamos um meio de transporte em que veículos seriam colocados em túneis eficientemente pensados para transportar as pessoas da maneira mais adequada possível e… bem, isso já foi inventado: é o metrô :)

      1. dito isso: sabemos que na União Europeia a venda de carros movidos por combustíveis fósseis será proibido a partir dos anos 2030. A dúvida é: as montadoras terão interesse em manter parques industriais para produzir veículos tradicionais para os outros mercados?

        aposto no encarecimento dos carros em países periféricos

        1. É meio o que vem ocorrendo no Brasil quando se fala de encarecimento.

        2. Aposto que haverá montadoras chinesas prontas pra encher os países em desenvolvimento com veículos a combustão.

          1. No Brasil a montadora Cherry demitiu vários funcionários, vão parar de produzir veículos a combustão por um período para mudar a fábrica que só irá produzir veículos híbridos e elétricos.

      2. Gabriel !!!
        diz ai: tu tem umas leituras para recomendar sobre esse assunto da reorganização das cidades?

        li aquele cidade ‘A cidade inteligente’ publicado pela ubu, mas diz mais sobre tecnologia na cidade do que uma reorganização urbana nesses princípios de repensar a individualidade.

        li também um da arquitetura que era bem massa, em que o autor professor descrevia o projeto do museu da USP e explicava como o corredor, a entrada etc continham uma série de ‘pressupostos’ pra quem passava pelos espaços.

        enfim, acharia interessante ir pra esse lado e ler um pouco mais desse olhar de quem pensa a cidade :]

        1. Um bom lugar pra fuçar é o site do LabCidade:

          http://www.labcidade.fau.usp.br/

          A Raquel Rolnik, uma das coordenadoras desse núcleo, é uma grande referência em planejamento urbano. Talvez os livros dela te interessem.

      3. Cara, eu nunca tinha pensado nisso ‘…e não apenas em trocar a matriz energética de um objeto de uma tonelada usado para mover uma pessoa de menos de um décimo de sua massa.’ O carro, de modo geral, é muito ineficiente se formos ver por essa perspectiva! Bizarro!

    8. O erro ao meu ver é que toda discussão sobre veículos elétricos acabam sempre dando mais destaque a veículos pessoais (carros/motos). E pouco na ênfase de mudança nos transportes públicos, urbanismo e relacionados (ocupação urbana, etc…).

      Acho que o ideal no Brasil seria achar políticas de mudança sobre o transporte público, de forma a prioriza-lo, ao invés de priorizar os veículos individuais. Nestes, o ideal é foca-los em serviços de locação ou oferta para pessoas que precisam devido a mobilidade reduzida (idosos e deficientes).

      Como já falaram sobre reciclagem de bateria, fontes de energia (que é um tabu bem difícil de lidar) e correlacionados, creio que um bom foco seria jogar tudo em um contexto sobre focar no público.

    9. Sempre achei inviável pelo fato de morar no Brasil, o tanto de infraestrutura que é necessário. E pelo fato do carro a combustão,em menos de 5 minutos tanque cheio, carro elétrico se não tiver um posto de recarga rápida já era. Outro ponto importante é o lítio, hoje o carro elétrico”não polui” o meio ambiente mas e quando for descartar as baterias, além disso tem o preço das baterias que não são nada baratos. Resumindo mais lixo pra descartar no longo prazo.

    10. Acessível no Brasil não existe.
      Um Kwid custa 50k – a versão eletrica, 140k.
      Vai levar 8 anos pra pagar a diferença de preço, até lá, o carro já se desmontou, de tão frágil.

    11. Tô na mesma página do gabriel e do ligeiro aí em cima:
      1. carro elétrico melhor que carro a combustão – Sim!
      2. carro elétrico é a panaceia da humanidade – Não!

      Solução passa por desincentivo ao transporte motorizado individual e subsídios e infraestrutura para transportes coletivos (seja ônibus, bonde, metrô, trem, tram, barco, VLT, monotrilho) e transporte individual ativo (deslocamento a pé, de bicicleta, e-bikes, até mesmo patinetes e skates onde aplicável). Sempre tendo o planejamento urbano, tanto viário quanto de ocupação das cidades, como parte inseparável dessa solução.

    12. Basicamente tudo o que eu iria dizer já foi dito pelo Gabriel mais abaixo. Energia elétrica não é sinônimo de perfeição, taí Belo Monte que não me deixa mentir. Carro elétrico é a indústria querendo trocar 6 por meia dúzia e personagens como Musk ficando ainda mais bilionários, mesmo que pra isso precisem dar um golpe na Bolívia, ao invés de investir numa transição real para uma economia de baixo carbono. Sobre reorganização das cidades recomendo uma matéria da piauí de maio do urbanista Roberto Andrés: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/conquista-do-asfalto/. Por enquanto está fechada para assinantes, mas costumam abrir com o tempo (e sempre dá para fazer uma assinatura ou comprar em banca pra aproveitar a leitura). Ele também já fez outros textos pra revista que já devem estar abertos.

    13. Gosto bastante de ler sobre carros elétricos, ainda não aluguei um para testar mas espero fazer isso em breve.
      Atualmente é inviável comprar um carro elétrico aqui no BR, se não me engano o mais barato está na faixa de 140k (e-Kwid). Lembro de ter lido uma opinião sobre popularizar primeiro os veículos de entrega por exemplo, aqui na capital algumas vezes vejo elétricos do MercadoLivre realizando entregas.

      Acredito que nosso etanol seria uma resposta muito mais rápida e viável do que popularizar os elétricos.

      Um ponto interessante que li sobre essa semana no us gizmodo foi sobre a poluição proveniente do desgaste dos pneus. Com carros elétricos, esse problema continua do mesmo jeito :/

  22. Boa tarde, estou pesquisando sobre o OS Tizen das tvs Samsung para saber se é possível instalar qualquer tipo de apps nele. Alguém aqui possui uma tv Samsung e/ou poderia me confirmar o quão aberto à apps de fora o OS tizen é? Já conheço o web os da LG, mas estou tentada a comprar uma tv samsung porém em duvida por conta do OS ser mais restrito que o da LG.

    1. Twitch e Paramount+ não tem. HBO Max, Netflix, Prime Video, Disney+ e Star+ tem. Demais não usei, mas ACHO que tem Apple+ também. Tem algum aplicativo específico que queira?

      1. Olá, Yago. Obrigada pela ajuda! Estou querendo saber se as tvs Samsung são compatíveis com algum app da iptv. abs

        1. Esses não uso. Em uma consulta rápida no Google vi que tem sim, mas não posso recomendar algum pois de fato não sou usuário. Perdão!

          1. Que legal, Pablo! Posso tirar umas dúvidas com em vc em pvt? @alineapina no Telegram.

        2. Opa aplicativos de IPTV depende do ano de fabricação, minha RU7100 tem o Duplexplay(um dos mais famosos) mas a do meu pai AU8000 que é do ano passado não tem(só uns apps menos famosos que funcionam mas não é lá essas coisas).

          Então eu não recomendaria TV Samsung pra IPTV.

    2. Existe uma gambiarra que permite instalar APKs de Android no Tizen, pra suprir Twitch e Paramount por exemplo. Nunca testei porque sempre que precisei foi mais fácil espelhar a tela do computador.

      1. Bom saber sobre isso. vou atrás pois tenho um amigo que tem eletrônica e provavelmente algo assim pode ajudar a dar sobrevida em televisões .

      2. Conversei com um vendedor de tvs na loja hoje e ele me passou essa lista de iptv compatíveis com as tvs Samsung: flix iptv, fix iptv, iptvvllria, Set iptv, bay iptv, smartOne iptv. Ainda sobre isso, em um grupo de amigos makers me recomendaram usar um tv box certificado com OS Android. Agora preciso decidir entre testar estes apps na Samsung ou ficar com a LG mesmo. ;) Obrigada

    3. Cuidado com Samsung. Até aqui no manual já rolou artigo sobre TVs com problemas.

  23. Como vocês organizam os números telefônicos dos contatos? Pergunto porque, atualmente, vemos os anúncios com números na seguinte configuração (21) 9 9565-3o01 (exemplo fíctício). No entanto, se eu formos ligar esse número, vai dar como inexistente. Pelo menos no meu caso, é preciso sempre colocar um 0 (zero) antes, ficando assim: (021) 9 9565-3001. Então preciso colocar todos os números dessa maneira nos contatos. Por que então ignoram o zero nas páginas, anúncios, sites, etc?

    1. Coloco sempre +55 + código de área + número do telefone dividido em três partes.

      1. Isso! Por que a galera divide 9-9589-3298 quando é muito mais mneumônico dividir 995-893-298?

        1. Herança dos números de telefone de sete dígitos. 221-1234.

        2. Sempre que alguém me passa o telefone dividido por 3 dígitos, pergunto se é o CPF dele. kkkk

          Eu não sei explicar, mas dividir o número tipo 9 9999 9999 gera uma harmonia na minha mente que parece fazer todo sentido.

    2. Coloco o número completo. Incluindo código internacional e o “ddd”.

    3. Assim como o Pedro e o Diego, também salvo o número completo (+55 xx 9xxxx-xxxx). Nunca tive problema com esse formato ao fazer ligações a partir da agenda.

      1. Claro não faz ligação nem para o mesmo ddd, se colocar na frente do número. Por exemplo, se eu moro no Rio de Janeiro e coloco 021 no começo, não faz a ligação.

    4. Meus números são organizados por +xx (xx) xxxxx-xxxx (o tracinho o próprio iphone adiciona. Quando era android eu preferia separar com espaço.

      Já de nomes, na maioria dos casos vai Nome Sobrenome. Às vezes identificação de onde é (Trabalho, academia, tinder, happn, bumble (kkkk), etc.)

      Mesmo no formato internacional, não tenho problemas quando faço ligação local ou interurbana. O sistema da operadora identifica normal se é número local ou longa distância.

      Quanto eu era da Tim acho que tinha que fazer uma configuração diferente, mas não lembro porque faz tempo.

      1. tinder, happn, bumble… IUAHSiUAHSiuHAUsihais

        Eu também faço isso. Sempre pego o nome completo da pessoa e ainda coloco a sua profissão e apelido (quando tem). Isso vale para TODOS, inclusive, pai, irmão, namorada, etc.

        1. Nos meus primeiros telefones (Ericsson, por exemplo), eu achava muito ruim, era “Tio Fulano” “Tia Ciclana”, “Casa” “Pai” “Mãe”… Sorte que meus namoros eram mais curtos na época, então antes de rolar a intimidade de apelidos o nome já era removido hahahaha

          Mas aí alguns eram nomes, outros, apelidos… aí eu achava ruim não ter um padrão. Aí mais pra frente já comecei a usar nome e sobrenome. E no primeiro telefone que sincronizava com a internet, comecei a sincronizar com os contatos do google. E é assim até hoje. Embora já tenha começado a ficar bagunçado… “Fulano Pedreiro” “Ciclano porteiro”

    5. uma história legal e engraçada, semana passada tive que ligar para uma amiga que estava sem internet no celular e íamos nos encontrar, só que eu não sabia que pra fazer ligação tinha que por o código da operadora meia-hora depois pesquisando na internet eu consegui ligar

    6. Outra coisa que tem a ver com o tema é: é mais fácil manipular com um grande volume de informações de contatos na tela do computador do que na tela pequena de um celular. Alguém conhece um aplicativo desktop que puxa os contatos do smartphone para organizá-los e na medida do possível exportá-los de volta ao celular?

      1. Se os seus contatos estiverem no Google dá pra acessar a versão web (contacts.google.com). Alteração são sincronizadas com o celular. Faço muito isso. Acesso a versão web e altero os contatos.

      2. Tem a que o Thiago falou se tu for de internet, mas numa situação menos conectado a solução é tu exportar um arquivo .csv com os contatos.
        Passa para o computador, abre num excel e importa novamente.

        Meu fluxo cotidiano é uma mistura dos dois na real:
        Crio um .csv no Excel com a lista de nomes e telefones de todos os professores, faço as alterações de identificação (redução dos nomes, ou adicionar a qual turma pertence) e depois importo para o google contatos.

      3. Existe um protocolo de sincronia de contatos, o CardDAV. O iOS tem suporte nativo a isso; no Android, até onde sei, precisa usar o DAVx⁵.

        Depois de configurado, sua agenda de contatos funciona mais ou menos como um e-mail acessado via IMAP: toda alteração que você faz no celular é replicada no servidor, tudo fica sincronizado. Acho que o Gmail oferece isso. O Fastmail, que eu uso, com certeza oferece.

  24. Agora que o Apple Watch Series 3 não receberá os próximos updates do watchOS, acham que ele continua sendo uma compra “recomendada” para quem quer apenas uma extensão básica do celular (notificações, calendário etc.)?

    Sempre penso num Watch (e assumo que mais pela estética mesmo, pois sempre achei os modelos bonitos), mas acho caro demais para algo que não vou usar todas as funções, já que não faço parte do público “fit”.

    No AliExpress, dá para encontrar os de 40mm por 800~ (GPS + Cellular). Já experimentei o de 38mm, e ficou pequeno demais. Já encontrei o Series 4 por 1.4K.

    Encarar o preço do S4, ou economizar com o S3?

    1. Cara, eu tenho um Series 3 que está comigo desde 2018, atualmente saúde da bateria em 95%. Juro que estou a meses tentando arrumar um motivo para trocar mas não consigo pois continua sendo um gadget bem capaz. O desempenho dele é ok, afinal a função principal, olhar as horas e notificações, funcionam a contento. Eu uso ele para prática esportiva e cumpre super bem este requisito, tanto para corrida quanto para natação. O único problema real são os 8GB de armazenamento, que suportam basicamente o sistema e 2 ou 3 apps de terceiros. Pessoalmente eu procuraria um SE, que é fácil de achar na casa dos R$ 1.7k.

  25. Aceito dicas de cursos de referência sobre Front-End e Segurança da Informação.

    1. Eu fiz por um tempo os cursos da Alura, acho que se você estiver buscando algo básico pode ser um lugar bom.

      1. Eu fiz um curso de BI, com o login de uma colega.

        Achei bem fraco o material, se comparar que tem que assinar a anuidade 12×90(acho que era isso).

        Achei cursos na Udemy bem melhores,desde que filtre.

    2. Conheço vários pagos e acabo recomendando o youtube porque tem diversidade, escolhe uma playlist e aprende…

  26. O que acham de café gelado?

    me: não gosto, parece que algo não está certo.

    1. Depende, se for café coado puro é intragável, mas se for um drink gelado com café (tipo frapê e afins), aí eu apoio

    2. Se for um café que era quente e esfriou, não vai. Mas aqueles frapuccino e ice coffe eu curto bastante.

    3. Cold brew (café coado a frio) ou um coado passado diretamente no gelo são excelentes, quando o café é de boa qualidade.
      Recomendo para dias de calor: aeropress gelada com um café bem frutado.

    4. Curioso você perguntar isso, porque ontem à noite eu iniciei o preparo de uma porção de coldbrew (que ficará pronta hoje, 24h depois).

      Eu gosto tanto do coldbrew (café moído grosso, em infusão por várias horas em água em temperatura ambiente), como do café coado quente, mas em um recipiente com gelo. Neste segundo caso, o ideal é usar menos água quente (cerca de 70%) e a outra parte de água em formato de gelo. Desta forma você não tem um café “aguado”. Coa um café mais forte que ao esfriar/diluir com o gelo não fica “ralo”.

      O coldbrew você também consegue fazer ele mais concentrado e depois misturar com água/leite quente para ter um café “normal”.

      O ponto importante do coldbrew é a moagem, que tem que ser bem grossa.
      Existem recipientes com filtro embutido (metal ou plástico) que facilita o preparo e limpeza. Até mesmo uma prensa francesa pode ser utilizada para fazer coldbrew.

      Mas você pode muito bem deixar o pó+água em uma jarra e fazer um “sopão”. Depois despejar em um porta filtro+filtro de papel comum para fazer a filtragem. Neste caso você perde o corpo da bebida, pois vai retirar o óleo do café (que fica ~preso no papel), o que eu acho que é uma perda relevante, pois contribui muito na bebida gelada esse corpo mais presente.

      1. Teu coldbrew não é na geladeira?
        Eu diferencio warmbrew (temperatura ambiente) de coldbrew (geladeira). Não sei se preparando de formas diferentes e no final igualando a temperatura de um com o outro e vice versa dá o mesmo sabor

        1. Até já fiz na geladeira, mas como estou em clima frio por esses dias, deixei fora mesmo.

          Na geladeira o tempo de extração tem que ser até maior por conta da baixa temperatura.

          Logo mais experimento pra ver como ficou.

    5. Lembrei da época que começaram a propagar sobre o Starbucks no Brasil. Fui lá e experimentei.

      pensa em algo aguado…

      1. mas o problema é o café ao gosto americano: 1 litro de café aguado… seja quente ou gelado.

    6. Não gosto de bebidas fervendo, no máximo aquecido.
      Se estiver com pressa, café com leite e gelo!

  27. Oi gente, tudo bom?

    Lembro que em um dos posts livres passados eu vi um textinho sobre um “teste” para saber se você conhece a sua região, com perguntas como: “Você sabe de onde vem a água que você bebe?”, “Quais são as frutas típicas da sua região” e por aí vai. Alguém tem isso salvo por aí?

  28. ontem estava pagando umas contas no aplicativo do meu banco e vi a seção para ajustar o limite de transferência diária, vocês já o fizeram?

      1. Também mexi, mas achei meio desnecessário já que mudar é bem fácil.

    1. sim, tinha um valor bem pequeno já que é “impossível” eu fazer uma transferência de grande valor mas esses dias eu tive que aumentar

      1. Fiz o mesmo. Me peguei restrito na restrição que eu mesmo criei.
        Queria pagar uma conta via outro banco para receber uma bonificação e não consegui transferir o dinheiro.

  29. Minha Xente. Sempre que tenho oportunidade aqui, faço propaganda do Nextcloud, porque é uma solução de nuvem que eu adoro.

    Eu tenho uma instância mega estável e atualizada rodando a mais de um ano e uso todo dia para sincronizar todo meu PC, fotos do celular, organizar as tarefas do dia, anotações, calendário, sincronizar os contatos do telefone, etc….

    Mas eu to usando só 16% do espaçlo que tenho (2TB). E to pensando em rachar com alguém. Acho que com esse espaço daria para ter mais uns 2 usuários de boa. Se alguém quiser testar por um mês para ver se topa rachar comigo, ou se quiser conversar para saber mais detalhes, só dar um alô aqui ou no jecogeo@pm.me

    1. Fiquei curioso com o ambiente que você configurou.
      Você usa servidores na nuvem ou alguma máquina ou servidor local?

      Fiz umas pesquisas para pegar uma máquina virtual e tentar algo do tipo, mas o custo fica muito mais alto do que soluções como o Microsoft 365 que oferece bastante espaço por preços promocionais.

      Acabei assinando o 365 family por um precinho camarada (169 reais por 1 ano).

      1. Então, não é local. É um servidor na nuvem. Eu uso o VPS CX40 da Hetzner (2 cpus, 40gb de ram e 40gb de armazenagem) com ubuntu. E junto dele tem um storage box BX40 da hetzner mesmo com 2TB de armazenamento. Os dados da minha instância ficam encriptados no disco.

        Hoje isso tá me custando 14 euros por mês, que é certamente mais que esses serviços grande tipo dropbox ou MS 365. Mas como eu acabo usando esse servidor para outras coisas, acho que tá valendo muito. Especialmente porque eu tenho controle de tudo e ninguém bisbilhota nas minhas coisas ou meu tráfego.

        Até hoje nunca tive nenhum probleminha sequer. Sempre rodou liso. Tem os clientes mobile e desktop para tudo que é OS. Se nunca ussasse e tiver só curioso para ver como é posso dar um usuário lá só pra sentir o gostinho… hehehehe

        1. Nesse caso não valeria usar um storage s3?

          Tipo backblaze conectado ao nextcloud assim pagaria só por espaço utilizado. O custo da backblaze é muito pequeno, sem contar que tem todo sistema de versionamento e segurança.

      1. Então, como expliquei no no comentário acima que acabei de fazer pro Gustavo, eu uso um serviço de storage na nuvem. Então eles garantem a integridade e eventualemtne faço backup (imagem) desse storage para alguma eventualidade. Depois de mais de um ano, tá sussa por enquanto, zero problemas.

    2. Tenho o nextcloud numa nuvem de nível gratuito da Oracle. Não chega nem perto da configuração dessa aí, mas para meu uso quebra bem o galho.

    3. A única coisa que fico em dúvida é se isso é uma solução completa para substituir o Google Drive e o Google Photos. Parece ser uma alternativa viável até.

      1. substitui bem sim, dá pra hospedar uma infinidade de coisas.

        dá pra colocar seu próprio serviço de rss, calendário /contatos e até e-mail.

    4. Eu queria muito montar um server local com acesso externo mas ainda não passei na última parte (acesso externo) instalar nextcloud em um ubuntu server da vida é a coisa mais rápida e fácil. Mas não consegui ainda ter tempo para fazer toda configuração para acesso externo com ip dinâmico.

      1. Estou há algumas semanas ensaiando instalar o Tailscale. Conhece? A proposta dele é facilitar ao máximo esse meio-campo de acesso remoto à rede local. Parece bom demais para ser verdade, mas, por tudo que li, é isso aí mesmo — e eles têm um plano gratuito bem generoso.

        1. Não tinha ouvido nada a respeito. Mas vou ler (valeu pela dica Guedin). Realmente algo que facilitasse essa parte de um acesso externo seguro é fácil seria de grande ajuda. Afinal se for considerar configurar (roteador + DDNS ou NOIP + mais portas) já passa a ser algo mais trabalhoso e complexo. Se eu tiver uma experiência bem sucedida volto aqui para relatar, provavelmente depois da próxima semana posteriormente as avaliações da pós-graduação.

        2. já ouvi falar bem do Tailscale.
          Uso Wireguard. Simples e funciona bem. Pode rodar bare metal ou via docker (uso a primeira opção);

      2. Com os provedores fazendo CGNAT hoje em dia, acesso externo tá um saco! Há uns 15 anos eu rodava um KDX junto com alguns amigos. Era um sistema tipo BBS. Bons tempos!

        1. Eu entendi minha “leiguice” ao conhecer apenas a sigla BBS
          hahahaha

    1. Queria muito uma cafeteira elétrica, dessas de filtro de papel básicas mesmo, de qualidade. Já tive umas 4, de diversas marcas, e todas tem algum problema, principalmente no sistema corta pingo, ou fazem uma jarra pra ser bonita mas péssima para despejar o café na caneca, ou é ruim de limpar, etc.

    2. Tenho uma nespresso mas a cafeteira do dia a dia é uma oster flavor

    3. Eu tenho uma Nespresso e o café passado eu esquento água e coloco eu mesmo no filtro. Leva no máximo uns 5 minutos e tenho controle maior sobre temperatura e etc.

      Entretanto, usei uma cafeteira no apt que aluguei nas últimas férias e tenho começado a pensar seriamente em uma, então vou acompanhar o andamento aqui.

    4. Pra mim é a Nespresso. Mais pela praticidade que pela qualidade ou custo.

      Gosto de tomar café antes de sair pro trabalho, mas tenho um tempo curtíssimo pra comer, tomar banho e me arrumar sem chegar atrasado ou pegar trânsito. Em 2 minutos, esquento a máquina, boto a cápsula e viro o café, aliviando um pouco minha correria. E, como moro sozinho, usar todo o aparato pra fazer só uma xícara de café é meio absurdo.

        1. Se parar para pensar, o caso dele até compensa, pois o custo de fazer um café por cápsula apesar de caro, dilui quando se fala no tempo para lavar louça, se trocar, etc. Mais rápido do que ele faz, só tomando café na padaria.

          1. Exatamente, Ligeiro. Meu ganho com a Nespresso é muito mais subjetivo que financeiro.

            As cápsulas eu raramente compro das originais, gosto bastante das da LOR que chegam a custar R$10 a menos em algumas lojas. Ainda são um pouco caras, mas chegam muito perto do padrão Nespresso de sabor.

            Dependendo do sabor, pago uns R$2,50 por cápsula. Um cafezinho num podrão qualquer da Faria Lima, onde eu trabalho, dificilmente sai por menos de R$5.

      1. Passei anos tomando o café do dia a dia sozinho, e nunca abri mão do coado. (Não gosto de espresso.) Em boa parte daquele período usei filtros de papel; nos últimos anos, adotei o filtro de pano, para uma dose individual. É, evidentemente, mais lento que fazer um de cápsula, mas não muito mais. O “aparato” é compacto, a única parte chatinha é limpar o filtro (no caso do de pano).

        E pensa no bem ao meio-ambiente, o tanto de cápsulas economizadas… 😌

    5. Aquela comum mesmo. Simples, fácil manutenção, se estragar eu mesmo conserto.

    6. French press, daquelas bem simples com um pistao com multiplos filtros de metal.
      Combinado com o cafe moido na hora, na minha opiniao faz o melhor cafe (em qualidade e muitas vezes tambem em preco)

    7. A moka. Tanto faz se bialleti ou uma genérica – desde que não tenha resíduo de óleo industrial. A minha é uma bialleti de inox, 4 taças. Só eu bebo café em casa e se quero beber mais de uma vez prefiro fazer sempre do que deixar uma garrafa com o café envelhecendo. É prática. O café fica gostoso. Fácil de limpar, só água e pronto.

      Môo o café em casa com um moedor simples de lâminas da hamilton beach.

    8. Eu tomo chá preto. Eu queria era fazer um curso de como fazer um chá perfeito, mas sem grana para isso.

        1. Eu geralmente fervo a água, no último segundo jogo o chá e espero fazer a infusão.
          (Dizem que o certo é água um pouco antes do ponto de fervura).

    9. Aqui em casa temos uma moka, genérica, de aço inox.

      Concordo em tudo o que o Rodrigo Santiago disse no texto dele. É super prático e rápido para fazer, não gero lixo (a borra vai para a composteira) e tenho sempre café novo.

    1. Trippin’n a Hole in a Paper Heart do Stone Temple Pilots

    2. leonard cohen, “the future”

      e

      caetano veloso, “tropicália”

  30. De tempos em tempos, preciso soletrar meu e-mail pra alguém e sempre fico na dúvida se a pessoa entendeu direito. Em português já é chato, mas em inglês complica bem mais. Não só pelo meu nome não ser comum em inglês, mas também por que uso um domínio próprio ao invés do @gmail.com que todos estão acostumados a escrever.

    Já pensei em comprar algum domínio que fosse mais fácil de soletrar nos dois idiomas, mas nunca achei nada que funcionaria bem.

    Vocês também se sentem incomodados com isso? Alguma sugestão?

    1. Sua história lembrou de um conhecido meu que é fan de anime, no auge dos seus 17 anos ligou na Vivo reclamando do vivo Speedy (Sim faz pelo menos uns 10 anos essa história).

      Reclamou que não enviaram a fatura pra ele, perguntei qual e-mail ele passou, aí ele respondeu: jojo_kilua@hotmail.com

      Sim o manolo passou o e-mail que usávamos quando éramos crianças.

      Obs: o e-mail em questão foi modificado pra não ser o real.

    2. Eu tenho meu próprio domínio e as vezes passo um Gmail genérico só pra evitar o incômodo. Quando soletro, geralmente uso o alfabeto militar. Alpha, Beta, Charlie, etc. que é muito usado na aviação.

      1. só pra ajudar, esse é o alfabeto fonetico internacional, usado desde militares a radios amadores, seguranças privados ou marinha mercante

    3. Eu tenho o domínio helio.me e tenho um pega tudo, então pra cada empresa dou um e-mail diferente, exemplo, bradesco@helio.me para o bradesco, estrelas@helio.me para a empresa Estrelas Internet, se eu disser eles me olham e perguntam: “é só isso? cadê o .com?” e eu digo “é só isso mesmo, tá certo, não se preocupe…”

      A vantagem? Se me enviarem spam eu posso bloquear facilmente…

      1. nossa, é justamente o sistema de encaminhamento de e-mails que foi comentado aqui umas semanas atrás

      2. Hélio, uma dúvida que sempre tive sobre emails de domínio:

        Se por acaso alguém tiver acesso a um dos seus e-mails, ele consegue acessar todos os outros? Num caso de roubarem seu celular e tentarem desativar o 2FA pelos e-mails, por exemplo.

        1. Depende de como está configurado.

          Se você tiver caixas de e-mail configuradas, cada uma com sua senha e isoladas umas das outras, não. Este cenário é o mesmo de um Gmail da vida: eu tenho o meu endereço rodrigo@gmail.com, você tem o pierre@gmail.com e, embora compartilhemos o mesmo domínio, cada um tem sua caixa privada.

          O que o Hélio (e eu) usamos é uma configuração chamada “catch-all”. Quando você ativa isso, qualquer endereço passa a funcionar e cair na caixa pré-configurada. Digamos que eu tenha o ghedin@manualdousuario.net configurado como e-mail catch-all. Qualquer endereço @manualdousuario.net cairá na minha caixa — pode ser gehdin@manual… (um erro de digitação) ou mesmo algo totalmente aleatório, tipo jefhjhfeuwo@manual… A única exceção, nesse cenário, são endereços de outras caixas. Se existir uma segunda caixa no meu domínio configurada, a maria@manual…, e-mails enviados para maria@manual… irão para a caixa da Maria, e só ela.

          Aí, sim, é um perigo perder acesso à sua caixa, porque todos esses e-mails gerados em tempo real, como o bradesco@helio.me, caem nela.

      3. Ótimo.
        Tem usado qual servidor de e-mail ?
        Estou com o migadu. Para uso pessoal, resolve.

        1. Meu e-mail principal é um Gmail. Esses pega tudo vão pro meu Gmail.

          1. Acho q foi resposta à minha pergunta sobre qual o provedor de e-mail, certo?
            E como responde usando esses aliases (esses endereços de e-mail)?

        2. Me intromento na conversa, eu uso o Tutanota devido ao “Zero Knowledge” que eles oferecem e é bem barato, 12 euros por ano. 1 GB para o e-mail, 5 nomes de e-mail usando o meu domínio, e nomes ilimitados usando a mesma forma do amigo de usar um e-mail para cada serviço.

          1. Você tem 5 e-mails para resposta e pode habilitar catchall?

            Esses 5 que pode criar, vc pode excluir e recriar quando quiser?

    4. já passei por isso as pessoas sempre ficam perguntando se está correto mesmo

    1. eu não entendi bem a diferença disso para as senhas usuais criptografadas localmente e ativadas por touch id ou face id

      qual o diferencial desse protocolo?

      1. A diferença é que no Passkey não existe senha alfanumérica, como é o caso do Face/Touch ID.

        A “senha” é a biometria e é isso aí, não tem fallback, ou seja, não tem como “vazar” nem ser fraca.

      2. A diferença é que não serão senhas e sim, chaves. Uma privada e uma pública. A pública permanece no servidor e a privada no aparelho.

        No caso das senhas, elas são espelhadas no servidor e no dispositivo. Por isso quando um site é invadido, levam sua senha.

      3. ghedin, leo, obrigado, entendi agora

        mas só fiquei com uma dúvida: há uma chave pública na nuvem e uma privada no aparelho, certo? no momento do login o serviço em que estamos logando precisa entrar em contato com o servidor da apple para chegar a chave pública? ou basta comunicar com o aparelho?

        (e caso o aparelho certificado perca a conexão, perdemos a possibilidade de login mesmo em outro aparelho, certo?)

        1. Gabriel, veja como a Apple explica o funcionamento dentro de seu ecossistema.

          https://support.apple.com/en-us/HT213305

          Lembrando que a implementação ocorrerá segundo os termos acordados por meio de um consórcio (Fido Alliance), que envolve praticamente todas as grandes empresas de tecnologia.

        2. A chave privada fica no aparelho e é espelhada nos seus dispositivos via Keychain/Chaves e no iCloud (para recuperação em caso de perda dos dispositivos), mas são criptografadas de ponta a ponta.

          É uma lógica similar à das chaves GPG, com uma camada extra e obrigatória de autenticação por biometria.

          O link do Léo B. explica bem (e já está traduzido).

  31. pessoal bom dia!!

    alguém usa ou já usou o real debrid ou similares?

    tô pensando em usar ele em vez de pagar todos os streamings.

    1. Já usei esse mesmo uma vez que tinha muita coisa pra baixar e funcionou bem, baixou rápido e cumpriu o papel. Mas foi só dessa vez.

    2. Já tentei, mas só funciona de forma automática, pelo menos o pouco que usei, com filmes e séries legendadas.

  32. Hoje queria convidar vocês a criar, contar e refletir (e até refutar) plot twists, teorias conspiratórias e até questões filosóficas, da qual você fica super intrigado. Como eu tenho algumas vou por logo abaixo em resposta a esse comentário rsrsr.

    1. E se, a natureza for uma ser único que age de forma misteriosa, e nos cultiva apenas como rebanhos em fazendas para mais tarde virar alimento?

    2. Muito já se falou sobre estarmos em uma simulação… Poderíamos ser apenas um jogo de uma criança onde o tempo passa diferente? Ou “deus” no controle do destino poderia ser o player…

      1. Eu gosto da “explicação” do Quarteto Fantástico onde o deus criador de tudo é um ilustrador de quadrinhos (mais especificamente, o Jack Kirby).

    3. Algo que sempre pensei é o seguinte. Uma pulga, um ácaro, ou alguma coisa menor que isso, não tem condições de entender a grandiosidade do “nosso mundo”. Esses seres ínfimos jamais poderão ter a perspectiva do quão grande é o “nosso mundo”. Vivemos praticamente em outra “dimensão” em relação a um ácaro.

      E se a gente também estiver, em escala, em uma “dimensão” menor de algo que jamais conseguiremos alcançar?

      1. O final do primeiro MIB aborda exatamente este perspectiva! Nossa galáxia era uma bolinha de gude no playground de outra civilização. Há também um episódio de Rick and Morty com essa pegada.

        1. Já vi ambos. A do Ricky e Morty são as civilizações que geram energia pra nave do Ricky?

    4. Alguém em algum lugar e em algum momento da história humana já descobriu o que acontece (e se acontece) após a morte, mas perdemos essa informação ou foi algo perturbador demais para ser revelado

      1. Eu imagino algo meio clássico: quem morreu pode nos ver mais é completamente impossível se comunicar. Mas também imagino que talvez apenas morremos como temos a perspectiva sobre uma planta ou uma formiga. Morre e pronto rsrsrs.

      2. O famoso paciente que teve o crânio atravessado por uma barra de metal, ou algo assim, passou por uma completa mudança de personalidade, o que já demonstrou que o “eu” é um produto do cérebro. Só o lobby das religiões é que impede que ensinemos às crianças que não há vida após a morte.

        1. É esse o meu problema com o budismo e outras tradições orientais. Eles já ensinavam a milênios que o “eu” é uma ilusão da mente, e que é possível inclusive dissipar esse “eu” com a meditação certa (inclusive recomendo o livro Despertar do Sam Harris que trata desse efeito a luz da neurociência e sem qualquer relação com religião).

          Ora, o que então renasce, e pior, carrega o kharma para outras vidas? É aí que começa todo o misticismo…

        2. Essa história é objeto de estudo no livro “O erro de Descartes”, do Antônio Damásio.

    5. Lembrei de uma reportagem que li uma vez sobre um Podcast chamado Welcome to Night Vale. Não tive sucesso na pesquisa sobre a reportagem, porém encontrei uma resenha sobre, e a transcrição de alguns episódios.

      Resenha da resenha:

      “O podcast Welcome to Night Vale conta as histórias da cidade de Night Vale, uma amistosa comunidade no meio do deserto onde todas as teorias da conspiração são reais. No formato de um programa de rádio, Cecil Palmer, locutor da rádio comunitária, informa a todos as pequenas estranhezas dessa pacata cidadezinha – onde fantasmas, anjos, alienígenas e agências governamentais misteriosas e ameaçadoras fazem parte do cotidiano dos cidadãos. Desta vez, a chegada de um homem de paletó bege faz com que as vidas de duas mulheres, cada uma com seu mistério, virem de cabeça para baixo.”

      Resenha do primeiro episódio:

      Olá, ouvintes.

      Para começar, me pediram para ler este breve aviso:

      O Conselho Municipal anuncia a inauguração de um novo Parque para Cães na esquina da Earl com a Somerset, perto do Ralph’s. Eles gostariam de lembrar a todos que cães não são permitidos no Parque para Cães. Pessoas não são permitidas no Parque para Cães.

      É possível que você veja figuras encapuzadas no Parque para Cães.

      Não se aproxime delas. Não se aproxime do Parque para Cães.

      A cerca é eletrificada e altamente perigosa. Tente não olhar na direção do Parque para Cães, e principalmente não olhe, por nenhum período de tempo, para as Figuras Encapuzadas. O Parque não vai te causar mal.

      1. Nessa pegada temo podcast nacional A voz de delirium. Nunca ouvi todos os episódios mas é bem interessante.

      2. Isso me lembra muito aquela série da netflix que era uma animação baseada em aúdios de uma antiga rádio argentina senão me engano (se me enganei peço desculpas, faz tempo que não reassisti) Frequência Kirlian, me apaxonei facilmente em poucos episódios, mas infelizmente foi tirada do catalógo da netflix.

    6. Tenho algumas “de bolso” aqui:

      – Se a vida após a morte existir (como paraíso, inferno ou reencarnação), o pós-vida pode muito bem ser em nosso universo atual ou em um universo alternativo completamente diferente (isso se outros universos existirem).

      – Se a reencarnação realmente existir, estamos fadados a renascer em uma nova vida continuamente, uma atrás da outra, possivelmente presenciando todo tipo de coisa, até quando não houver mais vida, e seremos nada, um vazio. E se a reencarnação não existir, talvez esse vazio já seja após a nossa morte na vida atual. Acho as duas opções aterradoras.

      – Muita gente pensa a consciência como algo metafísico, ligado a uma alma em algum plano superior, mas é bem provável que tudo (incluindo nossos pensamentos, memória e raciocínio) seja apenas impulsos elétricos passando por neurônios, tais quais um computador calculando algo e sendo alimentado por energia.

      Essas são algumas coisas que eu penso de vez em quando, espero que não tenha viajado demais… kkkk Eu tenho mais algumas “teorias” malucas, mas são mais difíceis de explicar ou simplesmente não fazem muito sentido da forma como tento explicar. Então melhor deixar só essas mesmo ,por enquanto…

      1. Muita gente pensa a consciência como algo metafísico, ligado a uma alma em algum plano superior, mas é bem provável que tudo (incluindo nossos pensamentos, memória e raciocínio) seja apenas impulsos elétricos passando por neurônios, tais quais um computador calculando algo e sendo alimentado por energia.

        Essa eu acho que dá para tirar do campo das teorias da conspiração, não? Corrija-me se eu estiver enganado, mas no nível físico-químico, a consciência é literalmente isso que você descreveu.

        1. Provavelmente sim. Mas pra muita gente, a “alma” sempre é algo mais meio que “externo” ao corpo. Seja por acreditar que existe algo além, ou por não querer acreditar que nossa consciência seja “só isso”.

      2. Eu já acho a probabilidade de existência cíclica eterna muito mais aterrorizante do que o completo vazio logo após a morte.

        Viver é sofrimento por si só. Somos programados para sermos sempre insatisfeitos com o que temos e com o que não temos. Desejar coisas boas e ter aversão a coisas ruins. E o buda já tinha sacado isso há 2.500 anos atrás.

    7. a Biblioteca de Babel (como descrita por Borges: ou seja, uma biblioteca com tudo o que já foi ou ainda será escrito em função da combinação finita de letras em um conjunto de textos com limites definidos) existe em algum lugar e nela constam exatamente essas palavras que estou escrevendo agora

      1. Tem duas teorias relacionadas a essa.

        O teorema do macaco infinito afirma que um macaco digitando aleatoriamente em um teclado por um intervalo de tempo infinito irá quase certamente criar um texto qualquer escolhido, como por exemplo a obra completa de William Shakespeare. (Wikipedia)

        E tem uma teoria que diz que qualquer tipo de informação (número, texto, ou imagem) está dentro do número π (pi), dependendo apenas de gerar dígitos suficientes do π para encontrar. Essa eu vi em algum lugar, mas pesquisei no Google agora e não encontrei.

    8. Mais uma bônus aqui. Essa é mais “teoria conspiratória” que consegui pensar em uma maneira didática de explicar. Gosto de chamar de “Matrix single-player”.

      Em tese, cada um de nós só consegue ter consciência de sua própria consciência. Ou seja, só eu (ou você) temos 100% de certeza que nós temos livre arbítrio, que temos livre controle de nossas ações e decisões. Para todas as outras pessoas, apenas acreditamos nisso. Podemos fazer até testes e exames com alguém para comprovar que elas tem controle do seu próprio corpo, mas qualquer resultado apenas será fruto de nossa percepção ou resultado de outras máquinas que nos darão uma percepção específica. Não podemos “entrar” na mente de outra pessoa pra termos 100% de certeza.

      Dito isso, é possível que cada um de nós esteja dentro de uma realidade simulada (como uma Matrix), onde só a gente individualmente existe de verdade, e todas as outras pessoas do mundo inteiro se comportam de acordo com um script ou um algoritmo — as pessoas mais próximas tem uma IA mais complexa, já as outras pessoas que temos pouco contato tem ações mais restritas e previsíveis, como NPCs da vida real.

      E da mesma maneira que um jogo de mundo aberto, a gente só tem acesso a uma fração desse mundo, e por mais que essa fração seja grande, a gente não sabe se cada canto de cada lugar do mundo existe de verdade até irmos lá explorar. Pode ser que a casa do seu vizinho da frente seja apenas um bloco oco feito de tijolos e que só seja “renderizada” quando você precisar visitá-lo pela primeira vez, tal como um jogo estilo GTA.

      Parece doideira? É, eu sei, e tenho certeza que isso não é real, mas às vezes gosto de pensar na vida como se fosse um jogo de videogame mesmo.

      1. Não parece doideira, acho que a psicologia fala sobre uma época da infância que você acha que você é o centro do universo. É acho que muitos de nós acaba lembrando disso adulto, e sim, vai que é verdade?

      2. Você está jogando muito video game, Diogo 😄

        Curioso que essa teoria apenas inverte a lógica dos video games, de tentar emular o que é real (ou o que achamos que é real).

        Essa sua teoria parece ecoar as ideias do Baudrillard em “Simulacros e simulações”. Estava pesquisando aqui e parece que há uma cena no primeiro Matrix em que Neo aparece segurando uma cópia do livro. Matrix é, afinal, um reempacotamento moderno e estiloso de teorias antigas.

      3. Me lembrou o Robocop do José Padilha (filmaço injustiçado), onde a IA toma o controle de todas as decisões do Murphy de forma sutil, mas faz ele pensar que ainda tem livre arbítrio.

        1. Mesmo o Robocop original tem algo assim, dado que o principal ponto sobre Robocop seria a questão das três diretrizes que são impostas.

    9. Tem uma teoria que vi anos atrás onde era dito que, quando morremos, nosso subconsciente é enviado pra um ser equivalente ao nosso numa outra dimensão e nossas memórias são resetadas, por isso não nos lembramos de nossas vidas passadas em outras dimensões.

      Bem viagem de ácido, mas achei interessante.

      1. O “mundo” de cada um é particular, criado a partir do que vemos/ouvimos/sentimos e da forma como processamos essas informações.

        E mesmo duas pessoas que vivem juntas podem ter percepções de “mundo” diferentes.

        Por exemplo, os objetos, as árvores, as penas, etc, não tem cor.

        O que dá a cor na verdade é a luz refletida sobre esses objetos.

        Ou seja, sem luz, não existe cor.

        Mas na verdade, duas pessoas podem ver o mesmo objeto, sobre a mesma luz, e “enxergarem” cores diferentes, que são as pessoas daltônicas. Mas quem diz que quem não é daltônico vê a cor “certa”, e quem não vê, vê a cor errada? Portanto, na verdade a cor só passa a existir no nosso cérebro.

        Ou seja, sem luz e sem ninguém olhando/enxergando esse objeto, ele não possui cor.

        Muito louco isso.

        1. lembrando que (muito) grosseiramente falando os gregos antigos “não enxergavam” a cor azul

          (PS: sim, a coisa é mais complexa que dizer que o azul não existia no mundo grego, mas grosseiramente falando dá pra dizer que não enxergavam essa cor)

    10. Amei a provocação, pena que ser um pouco difícil de elaborar nos comentários e q decepção, não teve uma única menção a ETs…

      Marcos Pontes só foi para o espaço pq entregamos o ET de Varginia pros gringos.

      Governos e demais autoridades já sabem e tem até contato com outras formas de vidas inteligentes de fora da terra. Não divulgam por medo da histeria coletiva.

      Os animais e diversas outras formas de vida na terra na vdd são samples de vida alien de outros planetas. Plus da ciência já ter confirmado que a vida só foi possível graças a água armazenada em meteoros q caiu aqui e tal

      Uma contra-teoria os deuses não são astronautas infelizmente, apenas subestimamos os antigos

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